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Android Lollipop é líder; Android Nougat não chega a 0,1%

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Os últimos dados oficiais da cota de mercado mostram que o Android Lollipop só agora se tornou a versão mais utilizada do sistema operacional da Google.

Sua cota de mercado combinada (5.0 e 5.1) é de 45%, superando com sobras os 27,7% do Android KitKat e os 15,6% das três versões do Android Jelly Bean.

As demais versões mais antigas mantém uma presença que começa a ser residual, mostrando que aos poucos os usuários estão renovando seus dispositivos.

Já o Android Marshmallow registra 18,7% e o Android Nougat fica com 0,1%, este último nem aparece no gráfico.

 

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Mais uma vez, concluímos que a fragmentação do Android é um mal presente e sem solução. O fato de uma versão do Android que foi lançada em novembro de 2014 levar quase dois anos para ter uma presença superior a 40% é algo revelador.

Via PhoneArena

Android 6 alcança os 10%, mas a fragmentação continua

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A Android 6 Marshmallow, a última versão estável do sistema operacional da Google, superou a casa dos 10% de cota de mercado, oito meses depois do seu lançamento. Algo aceitável, levando em conta a lentidão das atualizações, mas que só reforça o principal problema da plataforma: a fragmentação.

As versões Lollipop (5.0 e 5.1) ganham terreno (35%), e finalmente superaram a KitKat 4.4 (31%), que dominava a plataforma Android a alguns meses. A Jelly Bean (4.1 a 4.3) mantém uma cota próxima aos 20%, e as versões mais antigas ficam com uma porcentagem residual.

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A fragmentação do Android contrasta com a situação do seu rival direto, o iOS. Não tem comparação, mesmo com cenários totalmente distintos. A Apple controla absolutamente tudo relacionado ao iPhone, enquanto que o Android é sustentado por dezenas de fabricantes, com interfaces e aplicativos diferentes.

A Google segue na luta pela redução da fragmentação. Fontes internas revelam que a empresa estaria elaborando listas dos principais fabricantes de dispositivos Android, que seria ordenada em função de sua efetividade na hora de lançar atualizações do sistema. O objetivo aqui é avisar os usuários sobre o que esperar de um fabricante antes de comprar o dispositivo. Também haveria negociações com as operadoras para acelerar os processos de atualização.

Veremos o resultado disso nos próximos meses, uma vez que o Android N está a caminho, e deve ser publicado em outubro. Lembrando: você ainda pode utilizar ROMs personalizadas para manter seu dispositivo em dia.

Google segue em sua cruzada contra a fragmentação do Android

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Google contra Fragmentação do Android

A fragmentação é o maior problema do Android nesse momento, e é consequência direta da enorme quantidade de fabricantes de dispositivos com o sistema operacional, que adicionam as suas personalizações visando uma identidade. A Google parece não estar disposta a jogar a toalha, e mesmo sabendo que é impossível acabar com o problema, entende que existe uma grande margem de melhora para amenizar o problema.

Tudo depende de um pequeno esforço dos envolvidos. Uma nova informação revela que a Google estaria elaborando listas entre os principais fabricantes de dispositivos Android, onde esses parceiros terão efetividade na hora de lançar novas versões do sistema operacional. As listas poderão ser publicadas para alertar usuários ou punir ou congratular os próprios fabricantes, dependendo do seu posicionamento nas mesmas.

Mas esta não é a única via contemplada pela Google, que estaria negociando com as operadoras para acelerar os processos de atualização. Algo louvável sim, mas uma coisa muito importante cai no esquecimento: seus interesses chocam frontalmente com os interesses dos fabricantes, e enquanto a gigante de Mountain View faz dinheiro com os aplicativos, os fabricantes lucram vendendo smartphones. E deixar ‘obsoleto’ um dispositivo é uma forma de ‘incentivar’ o consumo e favorecer as suas próprias receitas.

O conflito de interesse é claro, e coloca em evidência uma realidade clara: a fragmentação do Android é, de certo modo, consequência da própria estratégia dos fabricantes de dispositivos.

Via Neowin

Adoção do iOS 9 alcança 79% (aprende, Android!)

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A adoção do iOS 9 alcançou os 79%, após seis meses do seu lançamento. A versão é compatível com o iPhone 4S (de 2011) ou superior, iPad Mini e iPad 2 ou superior, e iPod Touch de quinta geração ou superior.

É notável o esforço da Apple no suporte de software, contrastando absurdamente com o seu rival Android, que tem sua fragmentação mais e mais exposta. O Android 6.0 Marshmallow está presente em apenas 2.3% dos dispositivos ativos, e isso no mesmo período de vida do iOS 9. E só vai piorar, já que o Android N está em desenvolvimento, com uma versão Preview já publicada, um beta a caminho (que pode chegar na Google I/O) e uma versão final em setembro.

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Vale lembrar que a Apple cria e vende hardware e software, não licenciando seu sistema operacional para nenhum outro fabricante, e isso facilita as atualizações. Já o Android tem uma infinidade de parceiros, cada um com suas próprias interfaces e aplicativos adicionados, diferente hardware e fabricantes mais preocupados em vender dispositivos novos do que oferecer um bom suporte ao cliente.

Mesmo assim, é uma humilhação: 79% de adoção do iOS 9 contra 2.3% do Android 6.0. Não imagino como o Google pode resolver isso, já que esse não é um compromisso comum de todos os fabricantes. Menos mal que temos as ROMs alternativas, que são capazes de manter os dispositivos atualizados.

Via Apple

Lollipop assume a liderança no Android

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A Google acaba de atualizar as suas estatísticas mensais das versões de Android por cota de mercado, e o cenário de fragmentação continua, apesar de alguns avanços serem registrados.

O principal destaque é que o Lollopop ultrapassou o KitKat, sendo agora a versão mais popular do Android. Na parte baixa, estão as versões do Froyo em diante (antes não se contabilizava essas versões quando ficavam com menos de 1%), incluindo o Gingerbread e Ice Cream Sandwich, que poderíamos dar como sistemas obsoletos, mas que alcançam 5% de cota. Na terceira posição é a Jelly Bean, com 22%.

A tendência nesse sentido não é de todo negativa, pois a grosso modo os usuários seguem utilizando as versões mais recentes do Android. A cota somada do KitKat com o Lolllipop é de 70%. Por outro lado, apesar de um progresso notável (dobrou a sua cota de mercado em relação ao mês passado), a versão Marshmallow segue atrás do Ice Cream Sandwich.

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Logo, a fragmentação do Android continua, mas ao menos é menos perceptível do que pode parecer. De qualquer forma, gera um déficit de segurança que os fabricantes seguem sem se responsabilizar, o que prejudica a experiência do usuário. O qual é mais grave quando a estratégia é feita apenas para vender novos dispositivos, onde a Google não tem culpa. É uma prática de negócio fraudulento e enganoso de alguns fabricantes.

Porém, essa é uma denúncia de longa data. E nada muda nesse aspecto. Infelizmente.

Android 6.0 Marshmallow ocupa raquíticos 1.29% do mercado

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A fragmentação do Android não melhora, e a solução parece estar bem distante quando observamos os dados oficiais do mês de fevereiro sobre a distribuição das versões do Android.

O Android 6.0 Marshmallow ocupa hoje ridículos 1.29% de mercado Android, e isso depois de quatro meses de mercado. Vale a pena mencionar que a versão 2.3 Gingerbread, publicada em 2011, tem o dobro de mercado. Só nesse dado podemos ver a dimensão enorme que o problema possui nesse momento.

O Android Lollipop (5.0 e 5.1) ganhou mercado, mas ainda fica abaixo do Android KitKat (4.4) ,que com 35.5% segue dominando o ecossistema da Google. A versão Jelly Bean (4.1 a 4.3) se mantém na segunda posição, acima de 20% de cota.

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A fragmentação do Android por si já é algo gritante, mas quando contrastada com o seu rival direto no mercado – o iOS -, a comparação é algo impossível. É claro que tudo fica mais fácil quando um único fabricante controla tudo – nesse caso, a Apple -, mas essa é apenas uma questão pendente.

Chegou a hora dos fabricantes Android tomarem vergonha na cara para entregar as atualizações de forma mais rápida, tão logo a Google libere as novas versões, pensando mais no suporte ao cliente do que em suas necessidades comerciais de vender smartphones todos os anos. E, de novo: as ROMs personalizadas são as opções viáveis para manter o seu dispositivo atualizado, sem depender da “boa vontade” dos fabricantes.

As atualizações do Android como um direito do cliente

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Um dos lastros do Android como plataforma em relação aos seus rivais é a fragmentação. Várias versões anteriores do sistema operacional ainda estão ativas, e isso se repete ano após ano. Um aspecto que, apesar de reduzir as barreiras para que o sistema se tornasse popular, tem como efeito colateral desacelerar a evolução do sistema no mercado global.

Versões como a KitKat e a Jelly Bean ainda concentram a maioria dos usuários Android, com 66,8% do total (29% e 37,8%, respectivamente), muito acima da porcentagem dos usuários com Lollipop (26,1%) e Marshmallow (0.3%). De fato, a fração correspondente de usuários com versões com mais de quatro anos de vida perdura e representava quase 8%, porcentagem muito acima da última versão do sistema, que tem pouco mais de três meses de mercado nesse momento.

Este é um aspecto de importância relativa para os usuários, já que nem todos dão importância para as atualizações de software. Porém, não são poucos que estabelecem isso como prioridade na hora de escolher um smartphone, e que encontram penalizados quando fabricantes e operadoras dificultam essas atualizações.

Por isso, a Associação de Consumidores da Holanda (Consumentenbond) começou uma campanha chamada “Update!”, e o seu primeiro alvo é ninguém menos que a Samsung.

 

Quando a lentidão é uma injustiça

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A campanha Update! é um programa iniciado em julho de 2015, com o objetivo de fazer com que os fabricantes de dispositivos Android informem aos usuários de forma clara sobre as atualizações, e sobre quando elas vão chegar aos seus dispositivos. A campanha foi o fruto de um simples estudo sobre 171 dispositivos Android disponíveis no mercado há dois anos, estudando a frequência de atualização dos mesmos à medida que as novas versões do sistema iam chegando.

Desses, APENAS SEIS DISPOSITIVOS receberam o Android 5.0 (disponível desde novembro de 2014) ou alguma nova versão. A metade desses modelos seguiam com o Android 4.3 ou inferior.

O grande problema é que, além das novidades nos recursos, as versões antigas contam com falhas de segurança não corrigidas. Algo que acontece de forma mais notável de acordo com o fabricante: por exemplo, a Motorola atualiza alguns modelos intermediários e mais populares, deixando modelos top de linha (como o Moto Maxx) sem atualizações. Já a HTC faz o contrário: atualiza os tops de linha e deixa de lado os modelos inferiores.

 

A Samsung é a próxima

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A associação holandesa ficou em evidência nos últimos dias, por considerar a Samsung a culpada das más práticas sobre esse aspecto, algo que eles tentaram negociar com os coreanos em dezembro de 2015, quando enviaram um comunicado para eles, mas que não resultou em qualquer tipo de mudança por parte do fabricante. Pois bem, agora o assunto virou um caso de justiça no país.

A Samsung é líder nas vendas entre os fabricantes de smartphones Android na Holanda, e isso motiva ainda mais a associação a tomar as rédeas do assunto, por conta do volume de usuários afetados. O órgão alega que, quando o consumidor compra um dispositivo da empresa, ele recebe uma informação inadequada sobre quando o seu smartphone vai receber atualizações de software.

A Consumentebond exige que a Samsung dê informações claras e sem ambiguidades aos seus clientes, além de dados suficientes sobre as vulnerabilidades de segurança.

 

A divisão atual e as falsas promessas

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Se consultarmos a proporção de cada versão atual, vemos que as versões mais antigas diminuíram um pouco a sua participação de mercado, em benefício das posteriores. A Froyo estagnou nos 0.2%, mas tanto a Ice Cream Sandwich como a Gingerbread ou a Jelly Bean ou a KitKat apresentam uma porcentagem menor, com essa diferença indo para o Lollipop e a Marshmallow, com uma um aumento de 5% para a primeira, e 0.4% para a segunda.

A fragmentação, além de representar um problema prático para os usuários (conscientes ou não), por parte da Google também não há uma pré-disposição para acabar com o problema. Vimos algumas iniciativas, como a criação de uma aliança de fabricantes e operadoras para entregar atualizações aos dispositivos durante pelo menos 18 meses (se assim o hardware permitir), mas é algo que na prática não vimos de forma geral, muito menos desde que foi feito o acordo, em 2011 (quando Gingerbread, Honeycomb e Ice Cream Sandwich estavam no mercado).

Casos como o da HTC, onde os modelos HTC Sensation ou HTC One S só receberam 10 e 8 meses (respectivamente) de suporte oficial, recebendo apenas uma atualização, tal como aconteceu com o Desire HD. A Sony também tem exemplos pontuais, como o Xperia S que ficou com o software do ano anterior (Jelly Bean), e o mesmo aconteceu com o LG 4X, que só foi atualizado uma vez, para o Jelly Bean, 10 meses depois do seu lançamento.

E entre todos os fabricantes, a Samsung é a campeã. Apesar deles mostrarem uma melhora com o Galaxy S2 que nasceu com a última versão do Gingerbread e recebeu duas atualizações depois disso, a empresa não usou a mesma regra para modelos como o Note 2 ou o Galaxy S3, que ficaram quase um ano sem atualizações. Sem falar nos modelos que nem chegaram perto de ver uma atualização ao longo do seu ciclo de vida.

Veremos se a associação holandesa consegue fazer valer os acordos entre fabricantes e operadoras em relação ao ritmo de atualizações, e que o suporte melhore de um modo geral nesse aspecto. Uma luta que, sem dúvida, não será fácil, levando em conta o alcance global desta situação e das empresas responsáveis.

Para mais informações, acesse o site da Consumentenbond.

32% ainda usam o Android 4.0 ou inferior

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Mais um capítulo da série “a fragmentação do Android”. Segundo um estudo do Duo Labs, 32% dos usuários do sistema operacional da Google ainda usam a versão 4.0 ou inferior.

Isso pode não parecer tão grave se todos fizessem um uso inteligente do dispositivo, mas sabemos que não é bem assim. A vulnerabilidade Stagefright, que afetou mais de 950 milhões de terminais baseados no Android, é um claro exemplo: ele segue sem solução em grande parte dos dispositivos, principalmente os mais antigos.

Uma situação complicada que os responsáveis do estudo adicionam outros dados preocupantes: um em cada três usuários de smartphones Android não utilizam códigos de desbloqueio de tela, e de um modo geral tem um maior descuido em matéria de segurança.

O pessoal do Duo Labs comentou que os fabricantes deveriam fazer as atualizações de segurança mais visíveis aos usuários e incentivá-los a baixar essas atualizações, além de dar um pequeno toque de atenção à Google com a frequência de atualização de sua linha Nexus.

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Tudo isso só reforça uma triste realidade: que a situação da fragmentação e da segurança do Android é realmente bem ruim. É preciso acontecer uma mudança radical nesses pontos, pelo bem dos consumidores.

Via TweakTown

Android Lollipop só agora passa dos 20% de mercado

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As estatísticas do Google Play mostram novamente um balanço do estado atual da fragmentação do Android. O resultado mostra que apenas 20% dos usuários contam com a última versão do sistema operacional, a Lollipop.

Uma porcentagem muito baixa, mas ao mesmo tempo representando um crescimento muito importante, se levarmos em consideração se levarmos em conta que em maio a versão acumulava apenas 9% de mercado. A fatia maior ainda está nas mãos do KitKat, com 39%, seguida do Jelly Bean, com 32%.

É preciso levar em conta que os números só contabilizam aqueles terminais com versões superiores ao Android 2.2, e não sabemos quantos ainda restam hoje com tal versão (em agosto de 2013, ainda contavam com 1% de mercado). Sobre o crescimento do Lollipop, smartphones como o Nexus 6, Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge já contavam com essa versão desde o seu lançamento, de modo que precisamos esperar para ver se outros dispositivos vão receber essa versão nos próximos meses, ou se saltarão direto para o Android 6 Marshmallow.

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Via VentureBeatAndroid

 

Fragmentação do Android está em queda, afirma o Google

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O Google publicou seus dados de distribuição das versões do Android no mercado, que mostram uma lenta mais importante redução da fragmentação do sistema operacional, um dos problemas presentes nesse software desde sempre.

O Android Lollipop estaria instalado em (quase) um de cada cinco dispositivos da plataforma, com 15,5% com a versão 5.0, enquanto que 2,6% contam com uma versão 5.1x, a mais atualizada.

O Android 4.4 KitKat ainda conta com a liderança com 39,3%, enquanto que outros 33,6% estariam gerenciados pelas versões 4.1 a 4.3 (Jelly Bean). A Ice Cream Sandwich (4.0.3 e 4.0.4) conta com 4,1% de mercado, A Gingerbread (2.3.3 a 2.3.7) fica com 4,6%. e até o sobrevivente Froyo (2.2) ocupa 3% do mercado.

Os números são menores que nos meses anteriores, mas ainda há muito o que fazer para se aproximar dos números do iOS. A Apple controla completamente a sua plataforma, o que facilita na hora de atualizar os dispositivos. Já os fabricantes de dispositivos Android precisam trabalhar par atualizar os seus dispositivos, algo que não acontece na maioria dos casos.

Não é incomum ver dispositivos com quase dois anos de vida, que custaram entre R$ 1 mil e R$ 2 mil, quase obsoletos e sem atualizações. Apenas porque os fabricantes necessitam vender mais e mais smartphones todos os anos.

O Google não é a solução nesse caso, já que é simplesmente impossível oferecer suporte direto para a diversidade de dispositivos existentes. Leve em consideração que, só em 2015, foram vendidos mais de 1.2 bilhão de smartphones com o sistema Android. Cada um deles tem ‘pai e mãe’, com interfaces de usuário e aplicativos diferentes, drivers e controladores, muitos deles sem disponibilidade pública de código.

O usuário tem muito a dizer. Escolhendo o seu modelo Android, levando em conta o suporte do fabricante, exigindo atualizações de forma muito mais rápida e cobrando um ciclo de vida mais razoável. Se nada disso resolver, você ainda pode utilizar ROMs personalizadas para manter o seu smartphone em dia, sem precisar entrar no jogo imposto por alguns fabricantes.

Jelly Bean e KitKat estão em 76% dos dispositivos Android

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Fim do Google I/O 2015, chegou a hora de dar mais uma olhada no cenário geral do Android, através das estatísticas de distribuição das versões entre os dispositivos. Tais números mostram bem a quantas andam essa fragmentação do sistema do Google, e em 2015, vemos que o assunto está centrado em duas versões.

Felizmente, o Gingerbread deixou de ser uma parte importante dessa divisão, dando espaço para versões mais atualizadas, assim como acontece com a versão Ice Cream Sandwich, com 5.1%. Hoje, as versões Jelly Bean e KitKat são os líderes evidentes: juntas, totalizam 76.4% do mercado, com segmentação de 14.7%, 17.5% e 5.2% nas versões 4.1.x, 4.2.x e 4.3.x do Jelly Bean.

O Android Lollipop tem discretos 12.4%, mas em linhas gerais mostram o volume dos smartphones mais ‘modernos’. Outro dado interessante é que mais da metade dos dispositivos contam hoje com telas de 240 ppp, e apenas 20% possuem uma tela com qualidade inferior.

Fica claro que a aparição de uma linha média competente e por um bom preço ajudou na melhora nesses números. Porém, ainda vemos a versão mais atualizada do Android longe do topo da lista dos mais utilizados pelos usuários.

Via Google

Um novo Android por ano = mais fragmentação

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Hiroshi Lockheimer, vice-presidente de engenharia do Android, confirmou oficialmente que o Google pensa em subir o ritmo de lançamento de novas versões de sua plataforma móvel, que pode chegar a um novo Android por ano.

Com isso, o Google adota a mesma estratégia da Apple com o iOS, lançando uma nova revisão em ciclos anuais. O primeiro fruto dessa nova filosofia será o Android 6.0 M, que deve ser apresentado amanhã (28) no Google I/O – segundo confirmação de Hiroshi -, que não entrou em detalhes sobre suas novidades.

Com isso em mente, o Android 7.0 N chegaria ao mercado em 2016, o Android 8.0 P em 2017, e assim por diante. Fato é que, apesar disso parecer uma boa notícia no começo, vendo a longo prazo, o monstro da fragmentação será alimentado ainda mais rapidamente, ficando cada vez maior.

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Hoje, a cota de mercado do Android Lollipop é algo ridículo, rondando os 10%. Some isso à proximidade do Android 6, podemos entender que em pouco tempo teremos duas versões recentes do sistema do Google, mas com participações de mercado mínimas, uma situação que pode se agravar ainda mais no ano que vem, com o Android 7.0 N.

A não ser que fabricantes e operadoras decidam trabalhar de forma decente nas atualizações dos dispositivos, oferecendo os updates mais rapidamente, teremos uma fragmentação do Android sem precedentes. O novo ritmo de atualizações do sistema do Google pode trazer mais danos do que benefícios à plataforma.

Via PhoneArena

Android Lollipop (finalmente) começa a ganhar mercado

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O Android 5.x Lollipop ainda não alcançou os 10% de mercado entre os smartphones Android, mas ao menos ganha terreno com maior velocidade. Mesmo assim, o grave problema da fragmentação do sistema do Google persiste.

Os dados oficiais do Google mostram que, seis meses depois do lançamento do Android Lollipop, a versão está instalada em 9% dos dispositivos. Ainda é muito baixo comparado ao seu principal rival, o iOS 8, que está em 80% dos dispositivos da Apple.

O Android 4.4 KitKat segue reinando com 39% do mercado, se dividindo em 18% do Android 4.2, 15% do 4.1 e 6% do 4.3. E, por incrível que pareça, o Android 2.3 ainda está vivo, com 6% dos dispositivos.

O problema da fragmentação é um velho conhecido do Google, e continua a se repetir. Enquanto que apenas os dispositivos da marca Nexus são atualizados em um período razoável logo após o lançamento de cada versão, os fabricantes de dispositivos que recebem o sistema operacional não fazem o mesmo. 

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Pagar entre R$ 600 e R$ 800 em um smartphone e que o fabricante leva seis meses (ou mais) para atualizar o sistema operacional (quando atualizam), com um hardware com menos de dois anos de vida é uma carência que reflete nos dados globais do Android. A fragmentação resulta em uma venda menor de dispositivos, e um dos reflexos disso é o que faz a Apple hoje e o que fará o Windows 10: atualizar gratuitamente os dispositivos durante toda a sua vida útil.

Esta é uma tendência que os fabricantes de dispositivos Android precisam se atentar rapidamente, para não acabar com a mina de ouro do mercado mobile.

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Via Droid Life, Softpedia

Menos de 2% dos Androids contam com a versão Lollipop nesse momento

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Em dezembro, o Android Lollipop nem aparecia nos dados de distribuições da Google. Agora, três meses após o seu lançamento oficial, o cenário não mudou muito, sendo igualmente desolador. Os últimos números revelados pela gigante de Mountain View indicam que, nesse momento, o Android 5.0 está presente em menos de 2% dos dispositivos Android.

Para ser mais precisos, o Android Lollipop está em 1.6% dos smartphones Android do mercado. Esta é a distribuição mais lenta da história do sistema, depois do Honeycomb.

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Segundo o TechCrunch, a única versão abaixo do Lollipop é a Froyo, que ainda sobrevive com 0.4% de mercado – esta é a versão mais antiga do Android em atividade. O KitKat conta com 39.7% de distribuições entre dispositivos, enquanto que todas as versões do Jelly Bean acumula consideráveis 44.5%.

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Acima, temos ilustrada a diferença de velocidade de adoção da última versão do iOS e a do Android. É fato que esse tipo de comparação é algo injusto, já que as condições de update são muito diferentes. Mas também é fato ver como aproximadamente 70% dos dispositivos da Apple já contam com o iOS 8 antes do fim de janeiro de 2015, enquanto que os Androids possui uma distribuição praticamente estagnada.

São contrastes gigantes, que precisam ser analisados pela Google o quanto antes.

Via TechCrunchAndroid Developers

 

Por onde se esconde o Android Lollipop?

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Já se passaram dois meses que a Google anunciou o Android 5.0 Lollipop, que desembarcou em uma pequena seleção de dispositivos. A chegada dessa versão era atraente por conta da estreia da nova filosofia visual, a Material Design. Ok… mas… onde é que ele está?

Seu ritmo de adoção é praticamente nulo. Os últimos dados publicados pela própria Google mostram que o Lollipop sequer aparece no gráfico. Ou seja, não está instalada em 0.1% de todos os dispositivos Android do mercado.

Por que?

A essa altura do campeonato, o Android 4.4 KitKat já contava com 2.3% de cota de mercado, enquanto que a adoção do Jelly Bean foi mais lenta, com apenas 1.2% de presença no mesmo período.

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No caso do Lollipop, sua adoção está especialmente lenta. Alguns argumentos habituais poderiam ser utilizados: os fabricantes demoram demais nas atualizações dos dispositivos, e quando o fazem, isso acontece de forma muito gradual, e para poucos modelos dos seus extensos catálogos.

Também podemos citar as operadoras que dificultam a vida dos usuários, com as personalizações das ROMs presentes nos dispositivos. E obviamente, também podemos falar dos diversos problemas do Android 5.0, principalmente para os usuários do Nexus 7. A Google teve que trabalhar contra o tempo para corrigir o problema, o que reduziu a velocidade da distribuição do software.

 

O Nexus 6 tem parte da culpa

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Se existe um real culpado da lentidão do Android 5.0 Lollipop nos dispositivos, esse culpado é, provavelmente, o Nexus 6. Nos dois lançamentos anteriores da linha Nexus, vimos uma demanda excepcional do produto no mercado. Mas não aconteceu o mesmo com o Nexus 6.

O dispositivo não chamou a atenção dos usuários. O seu grande tamanho de tela e seu preço fizeram com que o foco fosse desviado para outros produtos do mercado. De fato, o Nexus 6 é um grande smartphone (não só no tamanho), mas a relação custo/benefício não é nem próxima daquela oferecida pelos seus antecessores.

É estranho ver os antigos usuários com o Nexus 5 e até o Nexus 4 no bolso – e satisfeitos com isso -, não ajudando no crescimento do Nexus 6. E olha que as melhoras do Android 5.0 não foram lá tão atraentes para esses usuários, que estacionaram no Android KitKat (que conta com 39.1% de presença nos dispositivos ativos).

O ritmo das novas versões do Android sempre foi lento, e isso fica claro quando estudamos os dados da página de desenvolvedores do Android. O Jelly Bean foi lançado em 9 de julho de 2012, e dois anos e meio depois, todas as suas variantes (até a 4.3, de julho de 2013) contam com uma cota conjunta de 46%.

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Se levarmos em conta todas as versões existentes no universo Android, 6 de cada 10 usuários utilizam versões que contam com pelo menos um ano e meio de vida. Muito provavelmente são obrigados: muitos fabricantes se esquecem dos modelos antigos, favorecendo apenas a atualização dos modelos mais modernos.

O motivo disso? Forças os usuários a comprarem um novo modelo, com uma versão mais moderna do Android. É um modelo de negócios discutível (para dizer o mínimo), mas todos os fabricantes usam os mesmos argumentos: muitos modelos, muitas variantes, e é muito difícil oferecer suporte para eles por muito tempo.

Dificilmente esse cenário vai mudar, mas enquanto não aparecer um fabricante que não lance tantos modelos e garanta atualizações durante pelo menos dois anos, teremos que nos conformar com o que temos hoje. Infelizmente.

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É possível lutar contra essa tendência. As ROMs personalizadas, que diversos especialistas preparam para diferentes dispositivos é uma alternativa.

A má notícia é que tal procedimento não é algo tão acessível para os usuários novatos, e muitos outros preferem manter um funcionamento estável no dispositivo a se arriscar que o seu dispositivo comece a se comportar de forma estranha.

Seja como for, a cota do Lollipop deve crescer, tal como aconteceu com seus antecessores: de forma lenta, mas gradual. O problema da fragmentação do Android continua, porém, isso se transformou mais em uma lenda urbana do que em um grande problema. Graças à separação gradual que a Google fez dos seus serviços e aplicativos para Android.

Hoje, você pode não ter o Android 5.0 no seu smartphone, mas pode aproveitar da maior parte da experiência de uso que a Google oferece, com melhorias na interface já presentes no Lollipop. Também é possível instalar ferramentas de terceiros que oferecem elementos visuais do Material Design nos dispositivos.

Ou seja, nem tudo são más notícias, não é mesmo? Só fica chateado nesse mundo quem quer!