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Surface, Xbox e 10 milhões de Lumias confirmam a aposta da Microsoft no hardware

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Aos poucos, a Microsoft está conseguindo estabelecer sua estratégia no hardware. Começa a vender mais dispositivos Surface, e igualou a briga com a Sony no segmento de videogames.

No total, a Microsoft informa ingressos de US$ 26.5 bilhões, com ações avaliadas em US$ 0.71, quando as expectativas eram de US$ 26.3 bilhões, e US$ 0.71 por ação. Onde os grandes protagonistas foram os seus serviços na nuvem, o Lumia e o Surface.

A venda de equipamentos Lumia representou para a Microsoft vendas de US$ 2.3 bilhões, com 10.5 milhões de dispositivos vendidos em todo o planeta. Já o Office 365 nas versões personal e para o lar conta com um pouco mais de 9 milhões de assinantes, sendo que o maior crescimento aconteceu em relação ao terceiro trimestre de 2014, ganhando 30% nos últimos três meses do ano.

Por um lado, os ingressos na linha de Dispostivos e Consumo aumentaram em 8% no úlitmo trimestre de 2014, graças em partes ao Surface e ao Xbox. Não foram especificadas as unidades vendidas do surface, mas indicam um aumento de 24% nas vendas dos tablets em relação ao ano passado, graças em parte ao lançamento do Surface Pro 3.

A Microsoft também informa que eles venderam 6.6 milhões de unidades dos sistemas Xbox durante o Natal, mas sem especificar modelos. Apesar da queda de preço do Xbox One e a renovação dos catálogos de jogos serem fatores que ajudaram, é complicado saber com exatidão quantas dessas vendas foram do console da nova geração. A Sony, por sua parte, já informou que vendeu 4.1 milhões de unidades do PS4 durante o Natal.

O Bing aumentou 23% os seus ganhos com publicidade, com uma cota de mercado nos Estados Unidos que aumentou em 150 pontos, ficando com 19.7%. No setor de serviços empresariais, a nuvem rende bons ingressos para a Microsoft, com um aumento de 5% (ou US$ 13.3 bilhões), com a ajuda de serviços como Office 365, Azure e Dynamic CRM Online, que cresceram 114%, com ingressos de US$ 5.5 bilhões.

Já em nível global, as coisas mudam para a Microsoft. A empresa registrou perdas operacionais de US$ 243 milhões, que podem se justificar com o plano de reestruturação em massa e a integração da antiga equipe móvel da Nokia. Os ingressos com as licenças Windows seguem caindo (-13%) ano após ano com a queda de vendas dos desktops e a incorporação de licenças já instaladas em equipes menores, apesar dos resultados ficarem maquiados com o trabalho na nuvem do Bing e do Azure.

Em resumo: a Microsoft segue buscando esta fórmula que a faça crescer, apesar de ainda ficar muito longe das históricas vendas que a colocavam como a dominante em vendas. Pode ser que o Windows 10 seja a peça que falte no quebra cabeça, mas tudo indica que será uma peça bem pequena dentro dessa grande estratégia.

Via Microsoft

GoPro anuncia perdas milionárias

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A GoPro, popular fabricante de câmeras de ação, apresentou os seus primeiros resultados financeiros depois de sua entrada na Bolsa de Valores, e as notícias são péssimas. Mesmo aumentando seus ingressos de dinheiro em 38%, eles registraram um prejuízo de US$ 19.8 milhões, mais que o triplo do que o mesmo período do ano passado.

Resultado: suas ações despencaram 11%.

Os motivos para as perdas foram o aumento nos gastos em pesquisa e desenvolvimento, e a sua expansão internacional. Foram US$ 224 milhões arrecadados em vendas, mas que de nada adiantam, uma vez que a GoPro gasta muito mais do que vende.

O fundador da GoPro, Nick Woodman (na foto acima, comendo a câmera) garantiu que as perspectivas da empresa são muito boas, e que eles são capazes de equilibrar as contas. Apesar de tudo, a marca segue sendo uma das mais valiosas na fotografia digital, e seu canal de vídeos no YouTube possui mais de 2 milhões de assinantes. O valor das suas ações segue sendo o dobro do que aquele estabelecido na sua entrada na Bolsa a alguns meses.

Porém, a confiança não é algo eterno, e a GoPro tem algo a provar.

Via GoPro

O smartphone é o motor econômico de crescimento do Facebook

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O Facebook apresentou excelentes resultados financeiros relacionados ao segundo trimestre de 2014 (acima do esperado, na verdade). Também é possível observar informações muito interessantes sobre o uso da rede social, reforçando a ideia que o mundo mobile é o que realmente importa para eles.

Hoje, 399 milhões de usuários mensais acessam o Facebook exclusivamente a partir e dispositivos móveis. Eles são os MAUs (mobile-only monthy active users), que em 2013, eram 219 milhões no mesmo período do ano. Os MAUs já representam 30% da base de usuários do Facebook (total de 1.320 bilhão).

Logo, temos um tipo de usuário que acessa apenas dos dispositivos móveis. Mas também temos os convictos pelo acesso aos desktops (1.070 bilhão), que também cresceram (30% a mais que em 2013).

 

Facebook e seus anúncios na tela do smartphone

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O crescimento de usuários do Facebook acontece fora dos EUA, Canadá ou Europa. Na Ásia e em mercados emergentes, onde é mais fácil ter um smartphone na mão do que um notebook no colo, esse crescimento é mais acentuado. Então, o Facebook decidiu apostar no mundo mobile, se transformando em uma empresa dedicada ao segmento, e os frutos começam a chegar.

Aplicativos específicos para diferentes plataformas, investimentos na melhora do acesso… essas iniciativas são pensadas no objetivo maior: os anúncios na pequena tela. O Facebook tem 62% dos seus ganhos financeiros através de anúncios para dispositivos móveis (US$ 2.9 bilhões). É um valor 61% maior do que a obtida no mesmo trimestre de 2013.

Quando falamos dos lucros, eles dobram em relação ao mesmo período (US$ 791 milhões). São resultados realmente espetaculares.

 

40 minutos por dia

Mark Zucerberg avisa que o tempo dos usuários no Facebook é cada vez maior, com uma média de 40 minutos por dia entre os norte-americanos. No ano passado, esse tempo era de apenas 17 minutos. Vale lembrar que um usuário pode passar até 9 horas por dia se entretendo com mídias digitais (computadores, smartphones, televisores, etc). Ou seja, 40 minutos não parecem tanto tempo assim.

 

Próximo passo: ganhar dinheiro com o Messenger

O Facebook quer ganhar dinheiro com o aplicativo do Messenger, que teve mais de 200 milhões de downloads no primeiro trimestre de 2014. São 12 bilhões de mensagens enviadas por mês pela plataforma.

Não fica claro como eles podem ganhar dinheiro com o Messenger. Talvez com algum mecanismo pago de intercâmbio entre os usuários, ou a adição de publicidade, ou a venda de conteúdos relacionados ao aplicativo. Seja como for, tudo indica que esse objetivo será implementado a longo prazo.

Via Facebook

Os números mostram o quanto custa para a Microsoft carregar a Nokia nas costas

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A Microsoft apresentou os seus resultados financeiros para o seu quarto trimestre fiscal (segundo trimestre de 2014). A boa notícia é que a empresa, como um todo, vai melhor do que o esperado, com US$ 23.380 bilhões de ingressos. A má notícia é que a Nokia (ou o que a Microsoft comprou da empresa) continua impedindo que a empresa continue a crescer.

O lucro por ação da empresa ficou em US$ 0.55, seis centavos abaixo do esperado. O segmento do Windows foi o que mais cresceu (3%). A morte do Windows XP e a mudanças dos equipamentos que ainda contavam com esse sistema podem ser os motivos dessa melhora.

O Surface rendeu para a Microsoft US$ 409 milhões no último trimestre (não foram revelados os números de unidades vendidas). Já o Xbox One só vendeu 1.1 milhão de unidades no período, e suas vendas ainda estão abaixo do seu principal rival, o PS4. Os segmentos do Microsoft Cloud e serviços corporativos se comportaram bem.

Então… por que a culpa é da Nokia?

Simples. Nesse trimestre, foram vendidos 5.8 milhões de unidades de dispositivos Lumia, e 30.3 milhões de outros sistemas operacionais da empresa (Asha, Nokia X, etc). Não são números muito elevados, e analistas apontam para o excessivo peso da estrutura dos finlandeses como a raiz do problema. Provavelmente por isso que Satya Nadella, CEO da Microsoft, promoveu a recente leva de 18 mil demissões na gigante de Redmond. A grande maioria dessas demissões estão na antiga Nokia.

Vale lembrar que essa contagem de vendas do Lumia está incompleta. No mesmo período em 2013, a Nokia vendeu 7.4 milhões de unidades dessa linha. Essa queda de 22% não é real porque os dados da Microsoft deixam de fora 24 dias de dados de vendas, já que eles consideram como vendas da nova empresa desde o dia 25 de abril (data que se encerrou a compra da Nokia).

Deixar de lado 24 dias de um período de 90 dias não é pouca coisa, ainda mais no segmento mobile. Em contas estimadas, é possível dizer que, na média, a Microsoft poderia ter vendido aproximadamente 7.9 milhões de unidades. De qualquer forma, a Nokia deu nesse trimestre um prejuízo para a Microsoft de aproximadamente US$ 700 milhões.

Via Microsoft

Sony vai bem com as vendas do PS4 e Xperia, mas vai mal nas vendas

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Está difícil para a Sony fazer alguém acreditar em uma boa saúde financeira nos próximos meses. Nem eles acreditam nisso. Com a apresentação do seu relatório financeiro dos últimos 12 meses, fica cada vez mais evidente que a sua saúde financeira não é das melhores.

Levando em conta a venda da divisão VAIO e de PCs e as contínuas medidas para estancar as perdas, era de se esperar que o salto restante estivesse marcado com um vermelho intenso. Mesmo assim, alguns dados mostram que divisões específicas da empresa ainda se mostram minimamente rentáveis.

Falo mais especificamente do PlayStation 4 e da linha Xperia, que geraram um crescimento em vendas de 53% e 20%, respectivamente. Somando as duas divisões, foram 40 milhões de unidades vendidas ao longo de todo o ano fiscal (encerrado em 31 de março de 2014).

Por outro lado, isso não foi o suficiente para resolver os problemas econômicos da Sony, muito menos aqueles que existem a curto prazo. A Sony prevê que 2014 seguirá sendo um ano de perdas, que podem alcançar os 50 bilhões de ienes. Números positivos por parte da Sony? Apenas em 2015, mas depois de muito trabalho e uma boa dose de sorte.

Via Sony

Oficial: o Wii U é um grande pesadelo para a Nintendo

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Os resultados fiscais do ano de 2013 da Nintendo mostram que a empresa não dá sinais de recuperação. Pelo terceiro ano consecutivo, as perdas são consideráveis. No ano passado foram mais de US$ 220 milhões, com redução nas vendas em 10% em relação ao ano anterior. E o grande culpado dessas perdas é o Wii U.

Essa é uma tendência que se confirma há tempos (a própria Nintendo não teve medo de admitir isso), e o console segue com baixa relevância no mercado, com vendas abaixo das previsões da empresa.

As vendas do Wii U

A Nintendo revelou os dados de vendas do Wii U em 2013. Foram 2.72 milhões de unidades vendidas, um número que é inferior ao do primeiro trimestre de vendas do console, que concentra quase 50% de todas as vendas desde o seu lançamento, em 2012.

São vendas muito discretas, que só registraram um aumento no terceiro trimestre fiscal, período que coincide com as vendas de Natal, que foi quando a Nintendo conseguiu vender quase dois milhões de unidades.

Mas as vendas trimestrais desde o seu lançamento mostram claramente que o console não despertou o interesse do consumidor. O Xbox One e o PS4, que competem com o Wii U no segmento de consoles de nova geração, são os grandes campeões de vendas de 2013. No total, o Wii U possui hoje pouco mais de seis milhões de unidades vendidas, número que seus rivais superaram com pouco mais de um trimestre (5 milhões de consoles da Microsoft, 7 milhões de unidades do PS4 da Sony).

A prova que o Wii U é um fracasso comercial é o número das vendas do último trimestre fiscal da empresa, com 300 mil unidades comercializadas, 20% a menos que o mesmo período do ano anterior.

A Nintendo explica que o problema das vendas do Wii U está, basicamente, na queda de preços do produto lá fora. O fabricante planeja centrar os seus esforços no GamePad do console, onde eles descrevem como “o diferencial mais importante do Wii U”, e espera que tanto o Super Smash bros como o Mario Kart 8 ajudem a impulsionar as vendas do produto.

As vendas do Nintendo 3DS

Em compensação, no segmento de videogames portáteis, os números são muito bons, com 12 milhões de unidades vendidas do Nintendo 3DS ao longo do ano fiscal. Com isso, já são 43 milhões de unidades do produto desde o lançamento. Satoru Iwata se mostra otimista, e espera lucros de US$ 394 milhões, e mais alguns milhões de consoles vendidos.

Infelizmente, esse foi o mesmo discurso feito no ano passado, quando o cenário não era tão desastroso como é hoje.

Via Xataka, Engadget

Microsoft vende menos consoles Xbox One, mas a sua “nuvem” continua imparável

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A Microsoft anunciou os resultados do terceiro trimestre do seu ano fiscal (correspondente aos meses entre janeiro e março de 2014), onde podemos encontrar dados bem interessantes. Apesar de uma ligeira queda em relação ao mesmo período em 2013 (onde os seus ingressos foram de US$ 20.489 bilhões), seus números seguem sendo muito fortes (o registro do último trimestre foi de US$ 20.403 bilhões).

A Microsoft revelou que vendeu 2 milhões de unidades do Xbox, das quais 1.2 milhão correspondem a unidades do Xbox One (o Xbox 360 segue popular, com 800 mil unidades vendidas). No trimestre anterior, os números eram bem mais positivos (3.9 milhões de unidades do Xbox One).

Sobre o Surface, ele continua subindo posições, aos poucos. Nesse trimestre, foram US$ 500 milhões em ingressos apenas com o tablet, um aumento de 50%.

No segmento de software, a Microsoft tem boas notícias. O Office 365 Home conseguiu alcançar a marca de 1 milhão de assinaturas em apenas três meses, e o Bing cresceu mais de 18%. Se no trimestre anterior os serviços na nuvem do Office 365 e Azure já despontavam, nesse trimestre, os motivos para comemorar não faltam, com aumento de 100% dos ingressos no caso do primeiro, e de 150% para a segunda plataforma citada.

Via The Verge, Microsoft

Apple: vendas dos iPhones compensam a queda das vendas do iPad no segundo trimestre fiscal

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A Apple apresentou os seus resultados financeiros correspondentes ao segundo trimestre fiscal. O que mais chama a atenção nos números é que eles venderam mais iPhones que o esperado para o período? 43.7 milhões de unidades, contra 39 milhões estimados. A marca é inferior aos 51 milhões obtidos durante o trimestre anterior, mas é melhor que o obtido no mesmo período em 2013 (37.4 milhões).

A Apple cita especificamente as vendas do smartphone na China Mobile, e apesar de não revelar dados concretos, supõe-se que, com tal manobra, o aumento nas vendas do iPhone foi de 17% em relação ao mesmo período do ano passado. Outro mercado que recebeu destaque de Tim Cook durante a apresentação dos números foi o Japão, que registrou um aumento nas vendas de 50%. Também foram destacados o aumento nas vendas na Turquia, Índia, Polônia e Brasil.

Depois de falar dos bons números do seu smartphone, todas as atenções se voltam para a próxima versão do produto que mais vende na empresa: o iPhone 6. Com os especulados atrasos ou sem eles, é certo dizer que ele deve ser anunciado até o final do ano. E a pergunta que fica é: será que as vendas serão ainda melhores com um iPhone maior?

Apple perde terreno com os seus tablets

O mesmo relatório financeiro da Apple revela que eles venderam 16.35 milhões de tablets no último trimestre. Esse é um número muito abaixo do esperado (cerca de 19 milhões). A marca também ficou bem abaixo em comparação das vendas no mesmo período do ano passado (19.5 milhões). Mas, de forma curiosa, a Apple afirma que são números melhores que o esperado.

A Apple não entra em detalhes sobre o desempenho de vendas dos dois modelos, mas revela que mais de dois terços das pessoas que adquiriram um iPad eram estreantes na plataforma, enquanto que mais da metade dos compradores de iPhones também eram usuários novos.

Foram feitos mais de 70 bilhões de downloads de aplicativos, e a iTunes gerou mais de US$ 5.2 bilhões em vendas, crescendo 24% em relação ao ano passado. São mais de 800 milhões de contas do iTunes, e a maioria delas conta com um cartão de crédito vinculado.

A Apple registrou US$ 45.6 bilhões em ingressos no último trimestre, acima do esperado. O lucro líquido foi de US$ 10.2 bilhões, e o desempenho financeiro da empresa foi o melhor em um trimestre encerrado no mês de março, com os maiores ingressos obtidos em um trimestre não-natalino.

Via Apple

Sony venderá o seu quartel general em Tóquio, para reduzir suas perdas financeiras

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Segundo fontes do jornal Wall Street Journal e do periódico Nikkei, a Sony será obrigada a vender o seu antigo quartel general no centro de Tóquio (Japão), em uma operação avaliada em US$ 147 milhões.

A venda se somaria a dos seus edifícios centrais em Osaka e Nova York (EUA), onde eles arrecadaram US$ 2.3 bilhões na operação em 2013. Essa manobra encontrou certa oposição dentro da empresa, mas não entre os acionistas da Sony. As vozes mais críticas são as dos próprios moradores da região, que consideram que o antigo edifício em Tóquio é o local de nascimento da empresa, o laboratório de ideias onde Akio Morita e Masaru Ibuka trabalharam em produtos lendários, como o Walkman e os televisores Triniton.

A Sony não é a única empresa de tecnologia que recentemente colocou à venda um dos seus edifícios históricos para colocar as suas contas em dia. Um dos casos mais conhecidos é o da Nokia, que no final de 2012 vendeu (e depois arrendou) os seus escritórios centrais em Espoo (Finlândia).

A necessidade faz a ocasião, e a Sony se vê cada vez mais sufocada. A empresa afirma que “não existem mais vacas sagradas na empresa”, e a decisão de venda dos seus prédios pode ser facilmente compreendida se considerarmos que a empresa hoje gerenciada por Kaz Hirai espera fechar o seu atual ano fiscal com prejuízos de US$ 1.1 bilhão. E essas são as previsões mais otimistas.

Via WSJ

Google nega ter feito uma oferta para comprar o WhatsApp

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Aproveitando a oportunidade da Mobile World Congress, Sundar Pichai, vice-presidente sênios da Google, falou sobre os rumores que indicavam que sua empresa teria tentado comprar o WhatsApp, recentemente adquirido pelo Facebook. E disse: “não é bem assim”.

Segundo informa o site Telegraph, a Google “nunca fez uma oferta” para adquirir o sistema de mensagens instantâneas, e qualquer afirmação contrária à isso é “simplesmente falsa”.

Se Pichai está dizendo isso, quem somos nós para duvidar, não é mesmo?

Por outro lado, isso quer dizer que quem afirmou que o Facebook pagou excessivos US$ 19 bilhões para comprar o WhatsApp com o objetivo de evitar que a Google fizesse uma contra-proposta deverá mudar a sua teoria em relação à transação.

Via Telegraph

Google ganhou muito dinheiro no último trimestre de 2013. Só não foi melhor porque a Motorola atrapalhou

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A Google novamente conseguiu montanhas de dinheiro durante um trimestre fiscal. A gigante da internet obteve ingressos de US$ 16.86 bilhões durante o quarto trimestre de 2013. Desses, US$ 3.38 bilhões se converteram em lucros, representando assim um aumento de 17% em relação aos ingressos obtidos no mesmo período de 2012, e um aumento nos lucros de 23%.

Porém, poderia ser melhor. E não foi por conta da situação da Motorola (que, em breve, deixa de ser uma empresa da Google), que mesmo com ingressos de US$ 1.24 bilhão, terminou o último trimestre de 2013 com prejuízo de US$ 384 milhões. São US$ 130 milhões de prejuízo amais que o registrado no trimestre anterior.

Se você queria explicações do porquê a Google vendeu a Motorola para a Lenovo, o parágrafo anterior é uma das explicações mais claras.

Durante a conferência que revelou os resultados financeiros, a Google revelou que está lucrando mais do que nunca no que se refere com a publicidade (venda de dispositivos, basicamente), que alcançou a marca de US$ 1.65 bilhão de ganhos durante o último trimestre. Também informou que pretende expandir a Nest a nível internacional.

Via Google

Nintendo Wii U vendeu em um ano menos que o Xbox One e o PS4 vendem em dois meses

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Ninguém melhor que a própria Nintendo para confirmar que eles estão afundados em uma séria crise. O Nintendo Wii U é um retumbante fracasso de vendas, mesmo quase duplicando os seus números de unidades vendidas (passando de 3.06 milhões para 5.86 milhões).

Porém, em todo o ano de 2013, foram vendidos apenas 2.8 milhões de consoles. Para se ter uma ideia do quão ruim é essa marca, nos dois primeiros meses de vida, o Xbox One e o PS4 alcançaram a marca de 3 e 4.2 milhões de unidades vendidas, respectivamente.

Já a linha de consoles portáteis segue entregando grandes números. Foram 12.9 milhões de unidades vendidas do Nintendo 3DS em 2013, alcançando um total de 42.74 milhões de unidades totais, e 152 milhões de jogos vendidos desde o seu lançamento.

Mesmo assim, os lucros líquidos da Nintendo sofreram uma queda de 29.9%, ficando em US$ 98.7 milhões. Ou seja, 2014 será um ano difícil e decisivo para a Big N.

Via Nintendo

Apple quebra os recordes de vendas de iPhone e iPad no último trimestre de 2013

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A Apple apresentou os seus resultados financeiros do quarto trimestre de 2013 (ou do primeiro trimestre fiscal de 2014), que se encerrou em 28 de dezembro de 2013. E, mais uma vez, eles foram uma das empresas que melhor aproveitaram o período de vendas de Natal.

Foram vendidos nada menos que 52 milhões de iPhones (novo recorde trimestral; no mesmo período de 2013, foram 47.8 milhões), 26 milhões de iPads (outro recorde trimestral; no mesmo período de 2013, foram 22,9 milhões, e 4.8 milhões de Macs. No caso dos computadores, não são um novo recorde para a Apple, mas é um aumento em relação ao último trimestre de 2013 (4.1 milhões).

A Apple não revelou os números de unidades vendidas dos iPhones 5s e 5c, nem mesmo das unidades das versões do iPad. Também não foram reveladas as unidades de vendas dos iPods, mas tudo indica que as vendas dos players musicais da Apple devem seguir a sua sequência de quedas no volume das vendas.

No período, a Apple obteve um volume de ingressos recorde de US$ 57.6 bilhões. Os lucros líquidos ficaram na casa dos US$ 13.1 bilhões, o que não representa um crescimento muito grande em relação ao último trimestre de 2012. Mesmo assim, são lucros expressivos (qual empresa lucra tanto assim hoje?).

A Apple estima que durante o segundo trimestre do ano fiscal de 2014 (primeiro trimestre de 2014), a empresa vai receber ingressos entre US$ 42 bilhões e US$ 44 bilhões, com uma margem bruta entre 37% e 38%, ficando muito próximos dos 37.9% do último trimestre.

Via Apple

Nokia aumenta os seus lucros, mas vende menos smartphones no último trimestre

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Uma no cravo, outra na ferradura. É assim que pode ser resumido o relatório financeiro do quarto trimestre de 2013 da Nokia. No trimestre anterior, eles conseguiram resultados bem animadores. Dessa vez, temos uma boa e uma má notícia.

Segundo o relatório dos finlandeses, a Nokia obteve um lucro operacional de 408 milhões de euros, com vendas líquidas de 3.476 bilhões de euros. Esses números podem ser traduzidos como aumentos de 19% e 18% respectivamente, em relação ao terceiro trimestre de 2013.

Por outro lado, ainda ficam abaixo dos números registrados no mesmo período de 2012, onde a Nokia obteve vendas líquidas de 4.413 bilhões de euros, e lucro operacional de 670 milhões de euros. Já as vendas líquidas do Here, por sua vez, continuam em ascensão, alcançando a marca de 225 milhões de euros.

Mas, como disse no começo do post, é uma no cravo, outra na ferradura. A Nokia também registrou perdas nas vendas dos smartphones, que registram um valor negativo de 198 milhões de euros. De forma curiosa, a Nokia não quis revelar informações mais concretas sobre o assunto, incluindo a quantidade de smartphones vendidos no período. Em linhas gerais, a única coisa que os finlandeses confirmaram é que as vendas dos smartphones Lumia sofreram queda, enquanto que os terminais da linha Asha estabilizaram suas vendas.

Este é, provavelmente, o último trimestre onde os modelos da linha Asha aparecerão computados como produto próprio nos relatórios de vendas da Nokia. Resta saber como a Microsoft vai lidar com essa linha de dispositivos e com os seus respectivos números de vendas depois que a compra da Nokia for concluída. Talvez esses relatório passará por importantes reformulações, quando ele for apresentado em abril.

ATUALIZADO em 23/01/2014 @ 11h51: segundo o site The Verge, a Nokia vendeu 8.2 milhões de smartphones Lumia no último quarto de 2014 ao redor do planeta, representando assim uma ligeira queda em relação aos números de vendas registrados no trimestre anterior. Além disso, a Nokia informa que vendeu mais de 30 milhões de smartphones Lumia em 2013.

Via Nokia (em PDF)

Netflix alcança os 44 milhões de usuários em 2013

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2013 foi um ano muito importante para a Netflix. Não apenas por conseguir prêmios nas mais importantes premiações de TV dos EUA (como o Emmy Awards, com House of Cards), mas também por alcançar a marca de 44 milhões de usuários ao redor do planeta.

A informação foi compartilhada pelo CEO da empresa, Reed Hastings, no relatório financeiro referente ao último trimestre de 2013. O executivo também afirma que a Netflix vai seguir testando diferentes alternativas de preços, esperando assim conseguir “três simples opções que se encaixem aos gostos de todos”. Isso pode incluir valores mais caros para novos usuários, ou um “generoso apadrinhamento para os usuários veteranos”,

Sobre as discussões referentes à neutralidade da rede que são levantadas nesse momento nos Estados Unidos, Reed disse que o mais provável é que os provedores de internet “evitem esse caminho de discriminação para os consumidores”.

Por fim, é curioso saber que a Netflix conta com 6.9 milhões de usuários que usam o sistema de envio de DVDs pelo correio (serviço esse disponível exclusivamente nos Estados Unidos). Em todo caso, bem sabemos que esse número vai seguir caindo, até que todos esses usuários se transformem em usuários do serviço de streaming, de forma efetiva.

Via Shareholder (em PDF)