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Cinco usos do smartphone que revolucionaram nossas vidas naturalmente

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Os smartphones revolucionaram nossas vidas, e isso é um fato. O avanço da tecnologia fez com que ele tivesse cada vez mais aplicações e possibilidades, adicionando novas funcionalidades onde antes ele não contava.

E tudo isso, sem que a gente se desse conta. Vamos para qualquer lugar com o smartphone, e o utilizamos o tempo todo. O que antes eram um papel hoje temos na tela. Ligar? Pra que, se podemos mandar uma mensagem de texto? Enfim, nesse post, ilustramos cinco usos do smartphone que revolucionaram as nossas vidas.

 

Mapas: o que você quiser, e onde você pode encontrar

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No passado, quando você ia para um lugar que não conhecia, precisava levar um mapa da região para se localizar e se deslocar com segurança. Agora, qualquer bom smartphone inclui um app de mapas detalhado de qualquer parte do planeta, com todas as ruas, que podem ser buscadas rapidamente.

 

Não só isso. Os mapas estão associados também com uma busca de negócios, de modo que se você quiser ir para um bom restaurante, pode ir de forma simples e prática, lendo os comentários da comunidade para ir ao melhor lugar e de forma segura.

Lembra das páginas amarelas? Não? Sim? Pois é. Virou coisa do passado.

 

Conectado em (quase) qualquer lugar

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Dizem que até no Everest existe conexão com a Internet, e na realidade é que exceto você esteja enterrado em um buraco – e outras poucas exceções – o seu smartphone pode estar conectado na web a qualquer momento, e em qualquer lugar.

A internet está associada a praticamente todos os demais serviços disponíveis em um smartphone, pois é o elemento considerado indispensável para tirar o maior proveito possível. Você poderá compartilhar a sua localização e as fotografias das férias, redes sociais ou mensagens instantâneas das mais diversas formas.

 

O correio eletrônico para as massas

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O nascimento do correio eletrônico aconteceu na década de 1960, mas só nos anos 90 foi quando o seu uso começou a se popularizar na sociedade. Alguns estudos indicam que temos hoje 2.5 bilhões de usuários gerenciando contas de e-mail todos os dias, e hoje ela é uma ferramenta fundamental no dia a dia, tanto na vida digital como na analógica.

Antes o uso do e-mail estava restrito ao computador, mas agora qualquer pessoa pode consultar sua caixa de entrada no smartphone. E isso nos permite (por exemplo) uma resposta a um e-mail enquanto tomamos café, sem ter que esperar voltar para um computador. Facilidade, agilidade e simplicidade para bilhões de pessoas ao redor do planeta.

 

Entediado? Não acredito!

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Se existe um campo que o mundo dos smartphones escancarou foi o do entretenimento. São milhares as funcionalidades e possibilidades que existem, em boa parte por conta dos milhões de apps que podemos baixar em nosso smartphone.

E como não deixam de ser dispositivos portáteis, esses aplicativos podem ser carregados para qualquer lugar onde estamos. Não só fora de casa, como dentro dela. E como os jogos mudaram desde a chegada dos smartphones, não?

 

Uma câmera sempre no seu bolso

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A fotografia é, de fato, um dos campos onde a tecnologia do smartphone está mais avançada. As câmeras compactas estão aposentadas, e elas seguem melhorando, sendo para muitos uma ferramenta indispensável.

As funções fotográficas dos smartphones de hoje são extraordinárias, brindando uma qualidade sobressalente em todos os sentidos. Se isso é pouco para você, as redes sociais e a constante conexão com a internet nos permitem distribuir nossos registros para nossos contatos, ou compartilhá-las para que qualquer pessoa possa nos ver, ver aquilo que a gente vê, ou que possa conferir a última gracinha do nosso gato.

As sete chaves tecnológicas da Fórmula 1 em 2015

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No dia 13 de março começa uma nova temporada do Mundial de Fórmula 1. A categoria sempre se caracterizou pelas novas tecnologias e métodos de engenharia avançada, em constante evolução, na busca por formar novos campeões.

As equipes contam com engenheiros que tentam dar um passo além do regulamento técnico, mas sem violar as regras. Artigos são lidos e relidos obsessivamente, na busca de maneiras onde a tecnologia disponível ofereça uma vantagem competitiva em relação às demais equipes. Logo, o interesse tecnológico que a categoria desperta vai muito além do esporte.

A nova batalha tecnológica está prestes a começar, e tentaremos nesse post mostrar os elementos chaves que podem definir a equipe dominante da temporada. Alguns elementos são intrínsecos à própria Fórmula 1, e outros se originam a partir das recentes mudanças de regras.

Apesar de outros elementos serem importantes, temos a seguir os sete que não podem ser esquecidos.

 

1. Design computacional e testes no túnel de vento

É sempre bom lembrar que os monopostos de Fórmula 1 são, essencialmente, protótipos. Ou seja, a equipe de engenheiros desenvolve os carros do zero (ou de uma evolução do modelo anterior) um dos carros mais rápidos do planeta sem colocá-lo na pista até o último momento. Logo, testar isso de forma adequada é um fator decisivo para a melhor base possível de desenvolvimento do carro ao longo da temporada.

As equipes contam com supercomputadores que processam estudos aerodinâmicos de alta precisão. As peças que apresentam resultados satisfatórios são fabricadas em escala para os testes no túnel de vento, que simula as condições aerodinâmicas reais sobre um carro em escala. Se a peça passa por esse filtro, ela é fabricada para os testes de pista. Antes da FIA limitar esses testes no túnel de vento, as equipes trabalhavam em três turnos, 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Ainda que a FIA tente limitar a aerodinâmica dos carros ano após ano, esse segue sendo um fator de sucesso fundamental, já que um Fórmula 1 depende essencialmente disso. Os esforços em designs de asas e apêndices aerodinâmicos se justificam nos décimos de segundo ganhos na pista.

 

2. Capacidade de evolução

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Esse item poderia fazer parte do ponto anterior, mas vale a diferenciação por um simples motivo: algumas equipes são capazes de criar um carro bom logo de cara, mas que com o passar das corridas ficam para trás, não mantendo o mesmo ritmo de evolução das demais equipes.

Desenvolver uma boa base inicial é importante, mas também é fundamental manter um ritmo de evolução ao longo da temporada. Como são protótipos, os carros de Fórmula 1 estão em constante evolução. Tecnologicamente falando, a temporada da categoria é muito longa, e é preciso estar preparado para enfrentar a batalha da evolução.

 

3. Simulador

O simulador obteve uma especial relevância após a proibição dos testes ilimitados em pista. As equipes só podem rodar com os carros em determinadas ocasiões, e para realizar testes mais pertinentes, muitas equipes investiram muito dinheiro no desenvolvimento dos seus simulares, incorporando nas fábricas pilotos profissionais exclusivos para esses equipamentos.

Um simulador é uma espécie de ‘videogame’ com uma tecnologia de ponta, reproduzindo as condições e o comportamento do carro ao ponto de ser sensível à introdução de novos apêndices aerodinâmicos ou mudanças nos ajustes. Um bom simulador deve ser capaz de transmitir ao piloto as mesmas sensações que o monoposto transmitiria na pista.

Desse modo, é um item essencial para a evolução do carro, além de preparar para as condições básicas de cada corrida, auxiliando no desenvolvimento de boa parte do trabalho realizado na fábrica.

 

4. Unidade de potência

Ao longo dos anos, houve uma redução de custos e um foco para a eficiência energética da Fórmula 1, e o que era conhecido como um motor V10 em 2004 passou para o V6 atual, que tem um complexo sistema de recuperação de energia.

Se a aerodinâmica foi o grande diferencial das últimas temporadas da categoria, os motores retomaram o protagonismo perdido na década de 1990, marcando importantes diferenças entre as equipes. O motor da Mercedes dominou o campeonato de 2014, e os esforços para igualar seus números fizeram com que tanto Renault como Ferrari trabalhassem ainda mais nesse aspecto.

Em 2015, a Honda volta para a categoria com a equipe McLaren. É possível que eles sofram no começo, onde a prioridade dos japoneses será a confiabilidade, abrindo mão da potência – pelo menos no começo.

 

5. Gestão eletrônica da potência

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Quase tão importante que contar com um bom motor, a Fórmula 1 premia aqueles que são capazes de recuperar energias residuais (energia cinética das freadas e energia térmica que escapa do motor), gerenciando-as de forma adequada.

Os carros contam com dois motores elétricos que injetam a potência adicional recuperada ao eixo traseiro dos carros (que contam com tração traseira, ou seja, toda a potência é descarregada nas rodas traseiras). Tal recuperação em forma de potência não deve ser considerada uma potência extra disponível, mas sim um recurso para os carros gerenciar de forma eficiente o combustível disponível para uma corrida.

Por norma, os carros devem completar a corrida com um máximo de 100 kg de combustível, e a gestão energética faz com que os itens eletrônicos do carro sejam um elemento crítico na regulação do consumo de combustível e a aportação da potência. É preciso ser capaz de ter a máxima potência disponível com o mínimo de consumo de combustível associado.

 

6. Pneus

Em todas as categorias de automobilismo, existe uma máxima: os pneus são o único ponto de contato do carro com o asfalto, e são responsáveis por transmitir a potência e o agarre ao carro. Gerenciar adequadamente seu comportamento em sintonia com o veículo é outro fator crucial.

Um bom carro que gasta demais os pneus se transforma em um carro que dificilmente vai vencer corridas. Desde 2011, a Pirelli é responsável pelos pneus da Fórmula 1, oferecendo a cada corrida dois compostos de borracha: uma mais macia, e outra mais dura. Cada piloto deve usar os dois compostos durante a corrida…

…o que nos leva ao último elemento chave da Fórmula 1 em 2015.

 

7. Estratégia

Uma boa estratégia de corrida é algo cada vez mais importante na Fórmula 1 moderna. Carros rápidos com estratégias ruins sucumbiram para carros não tão rápidos, mas com boas estratégias. Por isso, as equipes buscam todas as informações que ajude na hora de tomar as decisões oportunas: computadores que realizam cálculos constantes, avaliando as opções estratégias, dados de telemetria instantâneos, geo-posicionamento dos carros em pista, entre outros recursos.

As equipes contam com dezenas de monitores com informações, e equipes de engenheiros cruzam dados com as fábricas constantemente, para que nenhum detalhe escape na hora de tomar decisões estratégicas. Sem falar na Pirelli, que controla as paradas de boxes para trocas de pneus e o controle do tráfego na entrada e saída de pista, além de possíveis aparições de um Safety Car, cálculo do momento de exigir uma maior potência ou economia de combustível, além dos fatores externos, como a meteorologia.

E vários outros fatores que não foram citados.

 

Conclusão

A Fórmula 1 é muito mais que uma competição de pilotos e equipes que tentam superar limites. É uma competição de engenheiros que tentam explorar ao máximo a tecnologia disponível em todos os âmbitos. É a tecnologia mais avançada do automobilismo, a serviço dos melhores pilotos de corridas do mundo.

O que esperar da Mobile World Congress 2015

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Falta pouco para o início da Mobile World Congress 2015, uma das feiras de mobilidade mais importantes do ano. O evento começa oficialmente no dia 2 de março, mas alguns lançamentos serão anunciados alguns dias antes. A grande dúvida é: o que podemos esperar desse evento?

Alguns fabricantes já se movimentam com seus lançamentos, e os rumores dão um indício do que pode aparecer em Barcelona (Espanha) na semana que vem. A seguir, um preview do que pode acontecer de mais importante na MWC 2015.

 

Samsung Galaxy S6

O Samsung Galaxy S6 será o produto principal dos sul-coreanos em Barcelona, prometendo um conjunto de características que já são (praticamente) de domínio público: um novo SoC Exynos (em detrimento do Snapdragon 810), dois modelos – um deles com telas curvadas, no estilo do Galaxy Note Edge -, e um dispositivo que oferecerá mudanças profundas no design e nos materiais de construção. Certamente vai dar o que falar.

 

HTC One M9

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O HTC One M9 segue uma tendência de sucesso estrada pelo modelo One M7, e é mais um dispositivo que já conhecemos vários detalhes antes do anúncio oficial. Chama a atenção a aposta em uma tela Full HD de 5 polegadas, e a presença do tão desejado Snapdragon 810, trabalhando com 3 GB de RAM e uma câmera de 20 megapixels (o Ultrapixel migra para o sensor frontal). Seu preço especulado é de 749 euros.

 

Qualcomm Snapdragon 810 para todos

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Com um preview na CES 2015 dentro do LG G Flex 2, o Qualcomm Snapdragon 810 será um dos protagonistas da MWC 2015. Um SoC potente, que será utilizado pela grande maioria dos smartphones top de linha de 2015. Além dos já mencionados Flex 2, Galaxy S6 e One M9, é possível que em algum novo modelo da Microsoft e Motorola ele apareça. Também veremos em Barcelona os novos chips Snapdragon 415, 425, 618 e 620 em novos dispositivos.

 

O novo smartwatch Pebble

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Um novo smartwatch Pebble deve aparecer ao mundo ainda hoje (24). Se não for um novo dispositivo, ao menos um novo software para os modelos já lançados, que ‘não se parecerá com nada que já vimos nos relógios inteligentes até agora’. Veremos se eles são capazes de surpreender.

 

LG Watch Urban

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Esse já foi apresentado oficialmente, mas não deixa de ser um dos destaques da MWC 2015. O LG Watch Urban é o novo smartwath ‘analógico’ dos coreanos, apostando em um formato mais clássico do acessório. Na prática, é o LG G Watch R com uma carcaça diferente, mas muito atraente. Contando com o sistema Android Wear, ele reforça a posição da empresa em ser uma das que mais aposta nos relógios inteligentes.

 

Smartphones de linha média

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Alguns fabricantes já anunciaram suas novidades nesse segmento. A LG por exemplo apresentou quatro smartphones de linha média (Joy, Spirit, Leon e Magna), a Lenovo revelou cinco modelos da linha Vibe, e a Microsoft prepara o Lumia 640.

Também são esperadas novidades da Huawei (Ascend P8), NVIDIA (que tem evento no dia 3 de março, mas em San Francisco), ZTE, Alcatel e BlackBerry, assim como a Motorola. No geral, todos os principais fabricantes do segmento de mobilidade terão alguma novidade para apresentar na MWC 2015.

 

Teremos surpresas?

Não são esperadas muitas surpresas na MWC 2015, mas não custa nada ficar atento para isso. Vale lembrar que outras categorias de produtos podem apresentar novidades interessantes, que estão ligadas de alguma forma com o segmento de smartphones.

Por um lado, a quantificação: pulseiras e relógios que podem oferecer novos formatos e características. Por outro lado, o carro conectado, que cada vez é mais valorizado, e que sempre teve um espaço no evento de Barcelona.

Cinco gadgets que foram aposentados por causa do smartphone

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Cada nova tecnologia que aparece no mercado oferece avanços nas configurações e funcionalidades, mas também, de alguma forma, promove algum tipo de ruptura com os dispositivos que antes utilizávamos o tempo todo. O smartphone, com o tecnologia que foi e continua sendo, também eliminou diversos dispositivos do dia a dia (para sempre, ou talvez até a próxima moda retrô). Nesse post, vamos revisar cinco dos mais importantes dispositivos que foram aposentados pelos smartphones

 

Reprodutor de MP3

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Se o MP3 player matou o walkman, o mesmo aconteceu com o MP3 player poucos anos depois, pelas mãos do smartphone – e sua capacidade de armazenamento. No começo as interfaces eram pobres e sua qualidade de som era duvidosa, mas aos poucos a reprodução de arquivos de som e multimídia nos telefones se tornou algo corriqueiro na vida dos usuários.

Poucos seguem usando o seu velho reprodutor de MP3, uma vez que o seu smartphone pode fazer o mesmo e muito mais, já que é capaz de reproduzir vídeos, baixar conteúdos, gravar áudio e vídeo e enviar pela internet, e muito mais. Alguns certamente afirmam que usam o seu MP3 player pela comodidade, ou por cumprir exatamente com aquilo que prometem (eu, inclusive). Não tiro a razão deles, mas temos que reconhecer que o smartphone simplesmente matou esses pequenos e notáveis players musicais.

 

Câmera de fotos/vídeos de linha média-baixa

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A gente levava câmeras fotográficas e filmadoras em eventos especiais: casamentos, batizados, férias, aniversários, etc. Era um ritual tirar a câmera, colocar o filme e começar a capturar as imagens daqueles momentos especiais.

Os modelos digitais simplificaram e melhoraram o uso das câmeras, além de reduzir o seu tamanho, permitindo um maior transporte. Por outro lado, os smartphones cada vez mais potentes e com câmeras melhores povoaram o mercado, comendo o mercado das câmeras convencionais, principalmente pela comodidade de ter uma câmera sempre contigo, ativando suas funções com poucos comandos.

O smartphone fez muito mais estragos ao mundo da fotografia e vídeo digital, já que criou uma geração de usuários conformistas com qualquer resultado armazenado no seus dispositivos. A busca da qualidade não era a prioridade, e para aqueles que queriam os melhores resultados ainda era obrigado a comprar uma câmera dedicada.

Porém, levamos o telefone conosco para qualquer lugar, e podemos enviar as imagens do dia para nossos contatos de forma quase imediata. A consequência é que cedemos para uma qualidade audiovisual que, a pesar das melhorias dos sensores e do pós-processamento, ainda fica muito atrás das demais soluções do mercado que, por sinal, podem custar consideravelmente menos que um smartphone.

 

Pagers

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Nas década de 1980 e 1990, todo mundo que era considerado importante levava um pager (ou BIP) consigo. Eram pequenos dispositivos que recebiam (alguns também enviavam) mensagens de texto exibidas em uma rudimentar tela.

O smartphone não só matou o pager, como aniquilou o dispositivo da face da Terra. Sem falar que disseminou a cultura de mensagens de texto como meio de comunicação preferencial. Hoje, podemos nos comunicar de forma rápida e de graça por texto, independente do sistema operacional, marca, modelo e tecnologia de codificação do interlocutor.

 

Gravador de som portátil

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Hoje, gravamos entrevistas, eventos e até podcasts em novos smartphones. Mas em um passado não muito distante, muitos utilizavam um gravador portátil, pequenos dispositivos que lembravam pequenos players digitais, mas que tinham como principal finalidade a gravação de áudio em formato digital.

Nem preciso dizer que é muito mais cômodo fazer isso com um smartphone, e em pouco tempo os gravadores desapareceram do mercado.

 

Telefone fixo e móvel

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Com certeza esse último item vai surpreender muita gente. No caso do telefone fixo, a maioria dos usuários mais jovens deixaram de lado esse tipo de telefonia que reduzia a um número ou uma localização imóvel. E um smartphone oferece um grande poder de personalização que muitos buscam.

No caso da telefonia móvel, a justificativa está no sentido restrito da telefonia. Convenhamos: quantos de vocês utilizam o smartphone para telefonar para alguém como meio prioritário de comunicação?

É verdade que o smartphone nasceu como sistema telefônico, mas agora ele é tudo, menos isso. Pelo menos para os usuários mais jovens que preferem as mensagens instantâneas. Para eles, isso é mais eficaz na hora de expressar emoções e intensões.

Especial | O que esperar da CES 2015?

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Ano novo, e você já sabe o que isso significa: o início do ano para o mundo da tecnologia. Janeiro é sinônimo de CES, e a cidade de Las Vegas mais uma vez recebe um dos principais eventos de tecnologia do planeta.

Durante uma semana, vamos compartilhar com vocês as novidades da CES 2015. E esse post tem como objetivo revisar tudo o que podemos esperar do evento.

 

Smartphones, é claro

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Os reis indiscutíveis da eletrônica de consumo a algum tempo. Mesmo tendo o seu evento principal (Mobile World Congress de Barcelona), a tendência dos fabricantes nos últimos anos é antecipar alguns dos seus lançamentos na CES.

Em alguns casos, eventos próprios antes ou depois da MWC acontecem, e eventos como a IFA (no segundo semestre) e a CES são candidatos a receberem produtos onde poucos fabricantes podem ficar um ciclo de 12 meses sem apresentar novidades.

Nesta CES 2015, dois rumores relacionados com grandes dispositivos animam os blogs e sites especializados, onde os protagonistas são a Samsung e a HTC. A primeira pode apresentar o Galaxy S6 (ou não, pois não teremos um Samsung Unpacked na semana que vem). Porém, seu lançamento pode estar mais próximo do que a gente imagina. Fiquemos atentos.

Outro modelo muito esperado é o sucessor do HTC One (M8). O Hima (nome de código) esteve na lista dos candidatos à apresentação na CES, mas parece que o mesmo terá um evento próprio antes da MWC, tal como aconteceu com o M8 em 2014. Mas a HTC não ficará quieta, e vai apresentar smartphones em Las Vegas: os novos modelos da linha Desire de entrada e média serão anunciados na CES.

A terceira gigante do setor mobile que pode oferecer surpresas em Las Vegas é a Sony. Um Xperia Z4 não seria algo tão absurdo, enquanto que outras linhas da empresa – que já foram importantes em eventos anteriores nos EUA – passam para um segundo plano.

A ASUS deve apresentar os seus novos ZenPhones, oferecendo produtos de entrada e linha média, que podem ser anunciados meses antes da MWC 2015.

Por fim, temos a LG, que pode apresentar o LG G Flex 2, ou simplesmente abandoná-lo de vez (ou até mesmo adiar o anúncio para apresentar um produto mais completo… tudo é possível).

 

Tecnologia vestível, e aos montes

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Apesar de não esperar grandes novidades entre os novos smartwatches dos grandes fabricantes, os wearables estarão presentes na CES 2015, com muita presença de marcas mais desconhecidas (a maioria da Ásia), que vão se encarregar de abastecer a feira com novos modelos.

Quantificadores e relógios com Android Wear com formatos dos mais diferentes vão disputar um protagonismo no segmento com a realidade virtual e aumentada (Sony e Samsung serão as grandes rivais nesse último item).

 

Casa e carro conectado: uma tendência da CES 2015

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Se no passado foi o 3D, e em 2014 foram as telas curvas ou a resolução 4K nas TVs, a CES 2015 será polarizada pela Internet das Coisas. A casa e o carro conectado serão protagonistas em Las Vegas, não tanto pelos grandes anúncios, mas pelas empresas envolvidas e soluções apresentadas. A Samsung vai centrar parte do seu evento para essa finalidade.

Não teremos lançamentos no mesmo volume da IFA, mas certamente veremos novidades na linha branca, com a conectividade como principal destaque. Mais NFC e possibilidades de interação com o smartphone também são itens esperados.

Também serão anunciados na CES grandes acordos no âmbito de sistemas operacionais e tecnologias automotivas que melhorem a segurança em bordo, como a condução autônoma, onde a LG já confirmou sua parceria com a Mercedes. E a BWM vai mostrar o seu sistema de estacionamento autônomo que é gerenciado pelo smartphone.

Imagem e som

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As TVs sempre foram muito importantes na CES, e em 2015, com o 4K mais presente na vida dos consumidores, os principais fabricantes do setor devem apresentar novidades.

LG e Samsung seguem como os mais ativos do evento nesse segmento, ao lado da Sony. Muitos modelos com resolução UHD estarão presentes, mas dessa vez com mais ênfase na qualidade das telas.

Veremos produtos com a tecnologia OLED e a que a LG denominou como Quantum Dot, com uma esperada melhoria na cor que apoia o aumento da resolução das telas. Sem ser exatamente o mesmo, a Samsung também trabalha em um sistema similar.

A LG deve apresentar novidades com o WebOS 2.0, que promete ser mais rápido, confiável e com melhor ecossistema. E a Samsung anunciou que vai integrar o Tizen nas suas Smart TVs.

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E como aconteceu nas edições anteriores, a fotografia também terá o seu destaque: Panasonic, Sony, Canon, Nikon e até a Samsung devem apresentar as novidades fotográficas que veremos nas lojas ao longo de 2015.

Especial | Os smartphones que marcaram o ano de 2014

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2014 está chegando ao fim, e depois de tantos lançamentos no mercado mobile, podemos concluir que o ano foi muito interessante, com lançamentos relevantes em todos os segmentos (entrada, média e tops de linha). Esse post faz uma revisão daqueles que receberam o maior destaque pela mídia e pelos usuários.

Vale lembrar que não estamos determinando os melhores smartphones do ano, mas sim aqueles que mais chamaram a atenção pelos mais diferentes motivos. Aqueles que geraram discussões, comentários mais acalorados, e que viraram notícia no TargetHD e em outros blogs de tecnologia. Tanto para o bem como para o mal.

A lista não obedece uma ordem de importância. Classificamos os produtos de forma totalmente aleatória.

 

Nexus 6

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Um dos modelos mais esperados de 2014, sendo muito comentado com rumores e previsões. Aliás, desde a apresentação do Nexus 5 já se falava do Nexus 6. E, com tanta expectativa, o modelo gerou uma certa decepção geral. Muito mais pelo lado sentimental do que pelas especificações (que pela primeira vez são de um autêntico top de linha).

O Nexus 6 deixou de ser o ‘bom e barato do Google’, com um preço que beirava os concorrentes top de linha do mercado. Um Nexus 6 mais completo nas especificações, com uma tela de seis polegadas, e um preço pouco competitivo. Infelizmente.

 

iPhone 6 Plus

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2014 não foi um ano qualquer para a Apple. Depois de anos de espera, o iPhone 6 Plus representou a rendição da gigante de Cupertino para a tendência de mercado atual, onde os modelos top de linha com grandes telas dominavam. E o primeiro phablet da Apple é um sucesso de vendas.

O iPhone 6 Plus impõe pelo seu tamanho, mas também pelo baixo peso e espessura. Temos um smartphone da Apple com autonomia de bateria inigualável, uma excelente câmera e uma tela impressionante. Três pilares que colocam esse smartphone como um dos melhores lançamentos da história do seu fabricante.

Deixemos de lado a polêmica que esse smartphone dobra. Afinal de contas, todo mundo esperou por muito tempo por um iPhone com grande tela, de alta qualidade, e capacidade de armazenamento generosa (64 e 128 GB).

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Samsung Galaxy S5

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De todos os modelos da linha Galaxy S lançados pela Samsung, o Galaxy S5 foi o que menos repercussão gerou na mídia e entre os usuários. Os números expressivos de distribuição que a Samsung anunciava a cada vez que um smartphone top alcançava cifras milionárias e redondas não apareceram em 2014… curiosamente quando o Galaxy S5 foi considerado o melhor modelo lançado até agora dessa série.

O Galaxy S5 é um ótimo smartphone, mas foi rapidamente eclipsado por lançamentos ainda melhores dos concorrentes (Sony, LG, Motorola, etc). Até mesmo o Galaxy Note 4 assumiu o protagonismo em 2014, sem falar na linha média de produtos da Samsung que pela relação custo/benefício, complicou ainda mais as vendas do Galaxy S5.

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Sony Xperia Z3

sony-xperia-z3-1A estratégia dos modelos de franquia da Sony funcionou em 2014. Pelo menos em nível midiático. O Xperia Z2 foi apresentado no começo do ano, e no último trimestre, o Xperia Z3 chegou ao mundo, refinando detalhes de design, tela e câmera do modelo anterior.

Por outro lado, o Xperia Z3 não é um modelo perfeito em todos os aspectos, mas conseguiu ser um dos mais equilibrados para o mercado de consumo geral. Uma ótima câmera, uma tela excelente, um belo design e a resistência à água são alguns de seus pilares. Sem falar na excelente autonomia de bateria.

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OnePlus One

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A grande surpresa de 2014 foi o OnePlus One. Um smartphone quase impecável nas suas especificações, e os poucos problemas detectados ficam eclipsados pelo baixo preço. Alguns até dizem que o que a OnePlus faz com a concorrência é ‘desleal’, já que eles consideram o produto mais um experimento do que uma aposta comercial de futuro. Mas… quem se importa?

O experimento deu certo. Ele é o rei absoluto entre os modelos de linha média-alta no quesito custo/benefício. Porém, o seu exclusivo e muito restrito formato de compra (por convite na maior parte do tempo) e outros problemas no envio dos dispositivos colocaram um pouco de dúvidas sobre a seriedade do projeto. Principalmente em uma aposta de entrada para um mercado mais amplo no futuro.

 

Motorola Moto G de 2ª Geração (2014)

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O Motorola Moto G de 2ª Geração (2014) é um dos mais desejados pela maioria dos usuários de linha média. Aliás, a Motorola não só deu um duro golpe na Nokia/Microsoft nos modelos de entrada (com o Moto E), como também se tornou referência entre os intermediários, mudando as regras do jogo no mundo Android. Inclusive entre os seus rivais.

Com um preço que o torna irresistível para quem quer um dispositivo Android de linah média, as melhorias na câmera, na tela e no desempenho geral, somado ao fato de receber as versões mais recentes do sistema do Google, o colocam como um rival difícil de ser derrotado. Tudo bem, você vai fazer algumas renúncias (como a autonomia de bateria), mas mais uma vez temos que dizer que: não podemos ter tudo nesse mundo.

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Sony Xperia Z3 Compact

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Para alguns, o Sony Xperia Z3 Compact é até superior ao Xperia Z3, se você não busca um smartphone com tela tão grande. No seu design, não se compara. Porém, na sua tela e autonomia de bateria, ele é espetacular.

A Sony acertou em cheio nesse modelo porque, salvo com contadas exceções, a tendência de todos os fabricantes é polarizar a linha alta em telas grandes, e o Sony Xperia Z3 Compact só pode ser considerado pequeno na questão da tela, pois nas demais especificações, é um dos melhores smartphones de 2014.

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Samsung Galaxy Note 4

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O phablet do ano para muitos é também o melhor smartphone de 2014 para muita gente. O Galaxy Note 4 conseguiu consolidar a liderança da Samsung nessa categoria, com uma linha que já faz sombra ao Galaxy S. Para uma boa parte do mercado, esse é o modelo referência dos coreanos, independente do seu tamanho de tela.

Uma câmera muito boa, ótima autonomia de bateria, uma tela excelente, e um perfeito uso da SPen (apesar da presença da interface TouchWiz, mas vamos deixar isso para lá…). O Galaxy Note 4 será muito imitado por alguns rivais ao longo de 2015. Podem apostar.

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Xiaomi Mi4

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Apesar da Xiaomi ainda não ter saído de forma oficial da China (mas está chegando ao Brasil), os seus modelos estão na boca de todos (e nos blogs do mundo todo). Depois de anos oferecendo modelos excelentes com preços competitivos, chegou a hora de fazer alguns sacrifícios, para dar um passo maior.

Um dos seus modelos referência para 2014 foi o Xiaomi Mi4, um smartphone grande no seu tamanho, com uma excelente tela e bem equilibrado nas especificações. E tudo isso com um preço que, para o consumidor, era mais que justo, por aquilo que o produto oferecia.

 

HTC One (M8)

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O HTC One (M8) foi anunciado em abril, mais ou menos na mesma época do Galaxy S5. E tal como o modelo da Samsung, foi rapidamente deixado para trás pela concorrência. É um modelo que cumpre muito bem o que promete em quase todos os aspectos, mas que possui uma concorrência pesada.

O One (M8) possui um dos melhores designs e tela do ano, mas pecou na câmera. Sem ter grandes diferenciais em relação ao primeiro modelo, a baixa resolução do seu sensor traseiro acabou por deixar o modelo no esquecimento.

 

Huawei Ascend Mate 7

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Gigante e com vários componentes da própria Huawei. O Ascend Mate 7 merece um destaque nessa lista por conta de sua enorme tela, e a maior autonomia de bateria entre os dispositivos lançados em 2014.

Com esse smartphone, a Huawei entrava de vez na disputa do mercado de phablets Android, buscando seduzir aqueles usuários que queriam uma tela grande para trabalhar, mas com uma autonomia de bateria para vários dias de uso.

 

LG G3

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O LG G2 marcou tanto os usuários, que muitos esperavam pelo seu sucessor. E a LG não decepcionou. O LG G3 possui uma tela QHD, que pela diagonal (de 5.5 polegadas) e pela própria resolução, se tornou um dos pontos mais positivos desse modelo.

Talvez tenha ficado a dúvida sobre como seria a autonomia de bateria do LG G3 se ele contasse com uma tela um pouco menor. A mesma autonomia que chamou a atenção (positivamente, por ser muito boa) dos compradores do LG G2. Mesmo assim, é um dos melhores smartphones de 2014, pelas suas especificações poderosas.

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Microsoft Lumia 535

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2014 marcou o ano de transição para a linha Lumia. Tivemos lançamentos e novidades, mas praticamente exclusivos para as linhas menos midiáticas, sem chamar muita atenção. Depois da transição da divisão móvel da Nokia para a Microsoft, o ano de 2015 promete passos mais ousados.

Porém, ainda nesse ano, conhecemos o primeiro smartphone da Microsoft: o Lumia 535.

Mas essa é a única novidade. No seu conceito geral, ele ‘grita’ o nome Nokia, com um grande acabamento, câmera competente, boa tela e uma das melhores relações custo/benefício para quem quer ter um Windows Phone (ou um smartphone de um modo geral) entre os modelos de entrada.

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Especial | Os melhores smartphones de 2014

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Estamos em dezembro, e o ano de 2014 está chegando ao seu final. Chegou a hora de repassar o que aconteceu de melhor no mundo da tecnologia ao longo dos últimos 12 meses, e começamos pelo segmento com maior visibilidade: os smartphones.

Se no passado era possível contar com poucos dedos de uma mão os smartphones de referência, o ano de 2014 confirma que os modelos de entrada e linha média (em termos de preço) já não são o que era no passado (felizmente), e que o segmento top de linha possui um equilíbrio nunca antes visto.

 

iPhone 6 e iPhone 6 Plus

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A Apple trouxe uma das grandes novidades entre os gigantes do setor. Os novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus marcam a entrada da empresa no segmento de smartphones com telas de grande tamanho (4.7 e 5.5 polegadas, respectivamente), em uma evolução lógica quase obrigatória, e que não tem mais volta.

Os novos smartphones da Apple não impressionam pelos números das especificações, mas sim pelo equilíbrio e desempenho real. Design, câmera, desempenho e um iOS 8 que se esperava mais foram os pontos de maior destaque do modelo referência de Cupertino em 2014.

O iPhone 6 Plus talvez é o que mais chama a atenção, por ser um phablet com a melhor autonomia de bateria de todos os iPhones, com uma câmera que pode ser competente para todas as situações, e com a vantagem de rodar o iOS em uma tela de tamanho bem mais aceitável que as 4 polegadas dos modelos anteriores.

 

Samsung Galaxy Note 4

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Mesmo com a crise da Samsung no segmento de telefonia (já que 2014 não foi o ano do Galaxy S5), os coreanos ainda conseguiram algum destaque com o Galaxy Note 4, onde aí sim eles conseguiram grande destaque positivo, conseguindo melhorar ainda mais aquilo que já era muito bom.

O modelo é um dos melhores phablets (ou smartphones, como queiram) já concebidos: tela QHD, autonomia de bateria satisfatória, câmera muito boa, e uma enorme tela que permite uma interação com o sistema operacional sensacional, ainda mais com a ajuda da S-Pen (apesar da TouchWiz…).

O modelo é tão referência, que as canetas apontadoras estão sendo adotadas como solução de interação por alguns de seus concorrentes. Engraçado… qual foi a primeira empresa que apostou nos phablets? Pois é…

 

HTC One (M8)

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Com tal qualidade entre os tops de linha nos smartphones, dispositivos muito bons acabaram eclipsados por outros. Isso aconteceu com o HTC One (M8), o primeiro smartphone de 2014, apresentado lá no começo do ano, e que tinha tudo para triunfar. Até que ele rapidamente foi ultrapassado pelos seus concorrentes, em um mercado mais competitivo do que nunca. Bom, esse pode ser o preço a pagar por ficar de fora de alguns mercados (Brasil, inclusive).

 

LG G3

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O novo top de linha da LG mostra que os coreanos deram aula de novo sobre como aproveitar o espaço disponível para o dispositivo, como otimizar um design, como melhorar uma câmera e, principalmente, como eles podem oferecer uma tela de altíssima definição para impressionar os usuários. Talvez todas as melhorias afetaram de forma sensível o ponto onde o LG G2 foi muito elogiado (a autonomia de bateria). Mesmo assim, é um dos melhores modelos de 2014, e com méritos.

 

Sony Xperia Z3 e Xperia Z3 Compact

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A Sony apostou na proposta mais simples, renovando o seu modelo top de linha, e lançando a versão alternativa/compacta/mini (ou algo do tipo). O Xperia Z3 eclipsou rapidamente o seu antecessor, que foi apresentado em fevereiro de 2014 na MWC, com uma fórmula já conhecida: resistência à água, bom design, câmera competente e uma autonomia que é considerado referência entre os modelos tops de linha.

A aposta da Sony em modelos compactos foi muito bem recebida, e eles repetiram isso com o Xperia Z3 Compact, que possui uma tela de menores dimensões e especificações elevadas. E essa combinação o coloca na lista dos melhores de 2014.

 

Motorola Moto X e Moto G

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Se em 2011 não poderíamos recomendar modelos de entrada e linha média com Android e Windows Phone, hoje o cenário é bem diferente. Os novos modelos Lumia são poderosos, e a Motorola deu uma lição pra todo mundo no ano passado, acabando com essa regra. E em 2014, eles confirmam essa tendência.

O Moto G 2014 é praticamente uma indicação obrigatória. É o modelo de linha média com Android referência, pois tem um preço ajustado, uma excelente construção e acabamento, uma boa tela, uma câmera razoável e um desempenho excelente (dentro de suas restrições e possibilidades).

Algo semelhante aconteceu com o novo Motorola Moto X, que entra em competição direta com os modelos top de linha, com um preço competitivo, um design bem ajustado e a personalidade de recursos exclusivos e inteligentes que resultam em um produto único. Ah, e com algumas melhorias na sua câmera que são muito bem vindas.

Lumia e Windows Phone

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A integração da linha Lumia ao expertise da Microsoft em 2014 resultou em uma ampla gama de dispositivos que se posicionam entre os melhores com Windows Phone nas suas respectivas categorias, principalmente entre os modelos de linha média e top de linha, como são os casos dos modelos Lumia 630 e Lumia 930. Também não podemos nos esquecer do contundente Lumia 1520.

 

OnePlus One, Xiaomi e Meizu

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Aqui está a revolução no segmento mobile, ou a grande surpresa de 2014 – mesmo que o seu impacto seja muito mais midiático do que real, por conta de sua limitada distribuição. O OnePlus One é um modelo inigualável, se levarmos em conta exclusivamente a relação custo/benefício. Mas é um dispositivo que ainda precisa provar o seu valor para algumas pessoas. Assim como a empresa, que tem o que provar.

Já a Xiaomi e a Meizu tem objetivos mais sérios. Apesar de não romper as fronteiras chinesas, ambas estão desejando dominar o mundo, e com planos consistentes e corajosos. Podemos esperar muito dessa dupla em 2015.

 

Conclusão

Como podemos ver, o ano de 2014 foi muito interessante e movimentado. Com tantos lançamentos empolgantes, podemos dizer que esse ano entra para a história como aquele que definitivamente marcou o equilíbrio entre os gigantes do setor, e a chegada dos chineses que querem se tornar gigantes.

Que 2015 repita esse ritmo.

Dicas de Compras | Especial: smartphones top de linha à venda no Brasil

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O final do ano está chegando, e muitos usuários estão buscando dicas e recomendações para comprar os seus presentes. Enquanto seguimos contando o que nos vai sobrar de dinheiro para as extravagâncias tecnológicas, vamos despertar o consumismo por excelência com esse post, indicando alguns dos smartphones top de linha disponíveis no mercado.

Essa breve lista mostra alguns dos melhores dispositivos do mercado nesse momento no mercado brasileiro. Não incluí nessa lista modelos lançados lá fora e não aqui, modelos que ainda estão por vir, ou outros que jamais chegarão ao nosso mercado. Os valores listados são os sugeridos pelo fabricante, e podem variar de acordo com a modalidade de plano/pagamento, ou do local onde o cliente vai comprar o dispositivo.

Preparados? Lista a seguir.

 

Sony Xperia Z3

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Um dos lançamentos mais recentes do mercado, o Sony Xperia Z3 possui um processador Snapdragon 801, tela IPS de 1920 x 1080 pixels e bateria muito eficiente. Sem falar na sua potente câmera de 20.7 MP e a ISO mais elevada do mercado.

Preço: R$ 2.699.

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Samsung Galaxy Note 4

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A Samsung segue apostando nos grandes formatos de tela. O Galaxy Note 4 possui uma tela de 5.7 polegadas (Quad HD), processador Snapdragon 805, câmera traseira de 16 megapixels e bateria digna de destaque.

Preço: R$ 2.899.

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Motorola Moto X de 2ª Geração (2014)

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O novo Moto X (2014) possui uma tela AMOLED de 5.2 polegadas e um Android quase limpo, onde as customizações resultam em uma experiência de uso única. Sem falar que é uma das melhores relações custo/benefício do mercado.

Preço: R$ 1.499.

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Apple iPhone 6

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Não dá pra falar de smartphones ‘top’ sem falar do iPhone 6. Independente do fato de sua evolução ser maior ou menor aos olhos dos críticos, o dispositivo reúne especificações potentes para ser considerado uma opção. Mais fino e leve do que nunca, conta com processador Apple A8 com suporte de 64 bits, até 128 GB de armazenamento e tela Retina HD de 4.7 polegadas.

Preço: a partir de R$ 3.199.

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Apple iPhone 6 Plus

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Se o tamanho do iPhone 6 não é suficiente para você, sempre é possível optar pelo modelo maior. O iPhone 6 Plus oferece as mesmas especificações técnicas, mas com uma tela de 5.5 polegadas (1080p) e uma câmera com estabilização óptica. Se o seu sonho sempre foi ter um phablet com iOS, essa é a sua escolha.

Preço: a partir de R$ 3.599.

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LG G3

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A LG fez um belo trabalho com o LG G2, e conseguiu oferecer algo ainda melhor com o G3. Uma tela com 5.5 polegadas muito bem aproveitadas (Quad HD), um desempenho digno de um dispositivo potente, e muito atraente no seu design.

Preço: R$ 2.099.

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Lumia 1020

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O Lumia 1020 entra na lista por conta de receber um Windows Phone atualizado, e pela sua câmera de 41 megapixels. Se você é fã do sistema da Microsoft e quer o melhor, essa é a sua escolha.

Preço: R$ 1.999.

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Samsung Galaxy S5

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O Samsung Galaxy S5 não poderia ficar de fora dessa lista. Pode até ser que o dispositivo decepcione no design e nas inovações, mas ele ainda é um top de linha com sua tela de 5.1 polegadas (HD), processador quad-core e câmera de 16 megapixels. Sem falar nos seus vários sensores (digital, cardíaco, etc).

Preço: R$ 2.399.

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Motorola Moto Maxx

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Um dos modelos mais recentes no mercado brasileiro é (talvez) o Android mais completo que já chegou ao Brasil. O Moto Maxx possui uma generosa tela, um processador potente, 3 GB de RAM e 64 GB de armazenamento. Olhando com atenção para o modelo, é uma das melhores relações custo/benefício entre os dispositivos que custam mais de R$ 2 mil nesse momento.

Preço: R$ 2.199.

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Google Nexus 5

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Levando em conta que o Nexus 6 ainda não está disponível no mercado brasileiro, o Nexus 5 não deixa de ser uma boa opção. O dispositivo figura entre os melhores por conta de sua relação custo/benefício, e de ainda receber atualizações constantes.

Preço: a partir de R$ 1.299.

 

 

 

 

Como usar as memórias USB com maior segurança

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Nos últimos meses, foram divulgadas várias notícias envolvendo os problemas de segurança no armazenamento de dados, tanto na forma física quanto na nuvem. Todos os formatos são suscetíveis de violação, deixando nossos dados mais preciosos vulneráveis e disponíveis para terceiros.

E não adianta dizer que enquanto nossa conduta na web for ‘normal’ nossos dados estarão seguros. Em alguns casos, os dados são imagens de personalidade s na web, ou materiais que envolvem pessoas que nem imaginam de onde veio o vazamento, por não terem intimidade com a tecnologia.

Agora, os dispositivos USB são a bola da vez. Diversas vulnerabilidades foram detectadas no padrão atual, que podem tornar vulneráveis com facilidade os computadores que contam com periféricos e pendrives conectados por essa porta de dados, causando danos dos mais diversos.

Mais do que nunca, devemos ser conscientes sobre o uso desse dispositivos, e principalmente, sobre o que fazemos com a nossa informação eletrônica.

 

Dicas para se manter seguro

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Não é segredo para ninguém que o bom senso é o melhor aliado quando se trata de segurança, mas em alguns casos temos que ir um pouco mais além, tomando algumas medidas mais efetivas com o nosso computador e dispositivos externos, para aumentar essa segurança.

* Codificar a informação do seu pendrive: se você armazena dados sensíveis em um armazenamento externo, sempre codifique esses dados.
* Desativar o ‘auto-executar’: a função de execução automática é pensada para facilitar a vida do usuário médio. Se você é um usuário avançado, pode desativar essa função, pois sabe o que quer fazer com aquele dispositivo conectado.
* Use um computador com Linux como ponte: um velho PC pode ressuscitar com uma distribuição Linux. Aproveite e use esse PC como linha de defesa entre o computador principal e o resto do mundo. A ideia é ter um pendrive limpo para mover os dados entre o seu computador com o Windows e esse com Linux, onde esse último vai receber o restante dos dados.
* Não deixe conectado o seu pendrive quando não estiver usando: também tente não ter conectado um pendrive quando fizer serviços bancários ou que exijam senhas pessoais.
* Use diferentes pendrives para fins pessoais e profissionais: se for possível, tente manter várias memórias dedicadas para certas finalidades, e nunca troque informações entre eles.

 

Aplicando o senso comum

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Em alguns momentos da vida, é melhor complicar do que facilitar. No quesito segurança de dados, alguns procedimentos podem criar barreiras contra os malwares e desconhecidos que não devem ter acesso às suas informações.

* Fabricantes confiáveis: pagar um pouco a mais pode ser uma grande diferença no quesito segurança.
* Atualize o seu software: navegador, sistema operacional, aplicativos… todo e qualquer software que você usa deve estar atualizado. Updates também fazem ajustes de segurança.
* Nunca use pendrives desconhecidos: principalmente esses que você encontra na rua. Longe de ser um golpe de sorte, pode ser um desastre para a sua segurança.
* Troque suas senhas periodicamente: se antecipe aos que querem violar suas informações.
* Passe um anti-vírus de tempos em tempos: nem precisava dizer isso.
* Cuidado com o que você armazena no seu computador: tente não salvar executáveis ou softwares de origem desconhecida em seus pendrives.

Ainda que provavelmente nem todos na internet queiram violar fotos armazenadas na nuvem, esse mundo está cheio de gente que tenta obter dados sensíveis, que podem fazer com que muitos percam muito dinheiro. Em muitos casos, irrecuperáveis. Logo, cautela nunca é demais.

Especial | O dia em que as filas do iPhone se transformaram em um (sujo) negócio

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As filas para a compra de um novo iPhone são um fenômeno cultural. Ao longo dos anos, presenciamos como cada lançamento de um novo smartphone da Apple se transformava em um festival de gente se amontoando nas portas da Apple Store, esperando para comprar o dispositivo no dia do seu lançamento. Com o passar do tempo, as filas (quase) deixaram de ser notícia, se transformando da melhor forma de propaganda de um lançamento da empresa. Porém, as coisas estão mudando. E para um viés nada agradável.

Na última sexta-feira (19), presenciamos filas quilométricas nas portas das principais lojas dos Estados Unidos, como sempre acontece nos lançamentos da Apple. Porém, dessa vez, as pessoas que formavam essa fila estavam com outras intenções na hora de comprar um novo iPhone 6 ou iPhone 6 Plus. Intenções bem diferentes da paixão e felicidade que a empresa de Tim Cook nos transmite.

 

O vídeo acima foi gravado por Casey Neistat, produtor e diretor de cinema, especialmente conhecido por sua prolífica atividade no YouTube. Ele visitou no dia 18 de setembro várias unidades da Apple Store em diferentes locais de Nova York,  e encontrou um cenário desconcertante. Praticamente 95% das pessoas que formavam as filas eram asiáticos, que quase não falavam inglês, e que estavam em grupos. O primeiro da fila da loja em SoHo (por exemplo) era uma senhora que aparentava ter 70 anos de idade, que estava na fila há mais de 20 horas, que se distanciava e muito do perfil de consumidores de smartphones top de linha.

O que ela fazia ali? Estava lá pelo negócio de revenda de smartphones.

Os compradores se organizam em grupos (já que a Apple só permite a compra de duas unidades por pessoa), e ficam na fila por longas horas para comprar os dispositivos, que terão como objetivo final a revenda na China pelo dobro do preço original. Quando chegam na loja, as pessoas apontam em um papel os modelos que querem comprar, se comunicando com os vendedores por gestos. O pagamento sempre é feito em dinheiro vivo, que é passado pelo líder do grupo para cada integrante do grupo, um poco antes da abertura das lojas.

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Quando eles saem da loja (algo que o vídeo mais acima também mostra), os compradores se reúnem, entregando a mercadoria para o cabeça do grupo. As imagens de asiáticos guardando caixas e caixas de smartphones e recontando dólares pode ser vista de forma descarada, sem que ninguém faça (ou possa fazer) algo sobre o assunto.

A Apple já informou que no primeiro final de semana de vendas, os novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus venderam mais de 10 milhões de unidades. Porém, o quão valoroso é essa marca levando em conta que a empresa leva prejuízo com o contrabando, e que muitas dessas unidades chegaram ao mercado dessa forma.

Fato é que: a magia das filas da Apple desapareceu, já faz algum tempo. E duvido que a gigante de Cupertino está contente com isso.

Windows 9: tudo o que sabemos (até agora) sobre o novo sistema operacional

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Dois anos depois do lançamento do Windows 8, e apesar das diversas atualizações que melhoraram muito a sua experiência de uso, os seus números seguem sem ser excepcionais. A Microsoft sabe disso, e tudo indica que o Windows 9 pode ser a recuperação de terreno do sistema operacional. Esse post resume tudo o que sabemos até agora sobre o novo software.

 

Como ele se chama?

A maior parte dos dados que temos sobre o Windows 9 provém de uma serie de vazamentos sobre o Project Treshold. Supõe-se que esse projeto de desenvolvimento dará lugar ao novo Windows, mas ainda não é certeza se o nome será mesmo Windows 9. Por enquanto, é assim que vamos chamar o sucessor do Windows 8, que por sua vez, sucedeu o Windows 7. Uma questão de lógica pura e simples.

 

Qual é a sua aparência?

Se os rumores e vazamentos estiverem corretos, tudo indica que o Windows 9 será, em muitos aspectos, uma volta às origens. O Windows 8 reduziu muito as fronteiras entre os desktops tradicionais e os sistemas operacionais móveis. As últimas atualizações do Windows trouxeram de volta o botão Iniciar, e parece que o Windows 9 vai aprofundar ainda mais a volta da área de trabalho tradicional do sistema.

 

Separação touch/não touch

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O Windows 9 vai identificar o tipo de dispositivo em que está instalado, e vai adaptar a interface em consonância disso. Os desktops ou notebooks que não possuem suporte touch vão iniciar diretamente no modo desktop. O menu de tiles do Windows 8 estará presente, mas centrado em uma janela adicional do menu Iniciar, que pode ser ampliado para o modo de tela completa, se o usuário assim desejar.

Um vazamento em vídeo do site WinFuture mostra como seria a aparência dessa versão da área de trabalho.

 

Janelas e barras

As informações que apareceram até agora é que a barra Charms (barra deslizável na lateral direita da tela) vai desaparecer em definitivo no Windows 9. Mais: a interface Metro e a tela completa darão espaço para um sistema executado completamente em janelas.

 

Desktops virtuais

O OS X ou o Ubuntu funcionam sobre a ideia de desktops virtuais a algum tempo. Parece que o Windows finalmente vai seguir o mesmo caminho. Outro vazamento em vídeo do WinFuture mostra que o Windows 9 terá um sistema de seleção de desktops virtuais baseado em um carrossel.

 

Windows 9 RT?

A versão para dispositivos móveis do Windows 9 abre mão da área de trabalho tradicional em favor de uma aparência muito mais parecida com a do Windows Phone. A maioria das informações vazadas apontam para que ambas as plataformas, de fato, vão se unir em uma só. Faz sentido, levando em conta o crescimento dos smartphones Windows e a escassez dos tablets com Windows RT.

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Cortana

Os rumores também indicam que o assistente de voz Cortana passará a ocupar todas as versões do Windows, incluindo o Windows 9. Ainda não está certo como isso será implementado nos menus do sistema operacional.

 

Preço

Isso vai depender de qual sistema operacional temos em nosso dispositivo. Diferentes vazamentos indicam que os preços vão desde US$ 0 até US$ 20. Dizem que a Microsoft poderia incentivar os usuários que ainda contam com versões anteriores ao Windows 7. Os demais podem não ter tanta sorte.

 

Lançamento

A Microsoft anunciou um evento relacionado ao Windows para o dia 30 de setembro. Não é certeza que a empresa vai aproveito o evento para apresentar oficialmente o Windows 9, mas é mais que provável que novos detalhes sejam anunciados, assim como a versão prévia do sistema (Microsoft Technical Previeew). O lançamento definitivo do sistema pode acontecer na primavera de 2015.

Se um modelo de linha média custa mais que um LG G2, esqueça!

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A chegada de uma nova leva de smartphones top de linha dos principais fabricantes provocou o habitual efeito nos modelos do ano anterior: a queda de preços. E isso leva os usuários a fazer uma comparação com os modelos de linha média-alta que apareceram nos últimos meses.

Um ponto de grande dúvida de muitos usuários de smartphones que pretendem trocar de dispositivo sem gastar muito (ou não podem gastar os valores cobrados pelos modelos top de linha de 2014) é descobrir se vale mais a pena comprar um top de linha de 2013 ou um modelo de linha média-alta de 2014.

 

Preços para todos os gostos… e bolsos

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Alguns modelos considerados top de linha no ano passado apresentaram forte redução de preço nos últimos meses, como o caso do LG G2 e do Nexus 5. O Samsung Galaxy S5 também sofreu uma redução de preço, mas nesse caso, a queda foi bem mais discreta, assim como aconteceu com os iPhones 5s e 5c.

Aqui, começamos a fazer os comparativos de relação custo/benefício. Vamos deixar de lado a experiência de uso, atualizações do Android, a interface Android pura ou não, e outros itens que para a grande maioria dos usuáiros (não tão conhecedores de tecnologia) não são tão relevantes quanto o que realmente interessa nesse post: o preço. Logo, vamos nos ater exclusivamente às questões monetárias.

Um  LG G2 (2013) pode ser mais vantajoso financeiramente que um Motorola Moto X2 (2014). O mesmo pode acontecer com o Nexus 5 (2013) contra o Lumia 925, ou o Sony Xperia Z1 contra o Xperia Z3 Compact (esse último ainda será lançado no Brasil). Os valores mostram que os fabricantes anda podem estimular suas vendas com os modelos lançados em 2013, mas com isso correm o risco de comprometer a oferta dos modelos de linha média de 2014.

As lojas online são as principais responsáveis para que esse efeito fique cada vez mais evidente, com ofertas tentadoras para os modelos top de linha do ano passado. Eu já vi o LG G2 e o Nexus 5 a menos de R$ 1 mil, e esse é um preço excelente para modelos desse porte.

Para tornar esse estudo ainda mais interessante, devo lembrar que, além do Xperia Z3 Compact, o LG G3 Beat e o Sony Xperia M2 aparecem como modelos de linha média-alta que podem ser interessantes opções para quem quer trocar de smartphone nesse final de ano. Mas que encontram como sérios concorrentes alguns dos seus equivalentes no segmento top de linha lançados em 2013.

 

Uma decisão difícil?

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A maioria dos fabricantes de dispositivos Android são afetados pela gradual perda de valor dos seus dispositivos com o passar do tempo. Apesar de contarem com um preço inicial elevado no seu lançamento, o custo se reduz de forma considerável nos meses seguintes. Isso resulta em uma relação custo/benefício muito discutível para os modelos “mini”, pois com uma diferença de pouco mais de R$ 300, você pode comprar um top de linha do ano passado, com um hardware muito melhor.

Para resumir: se você não vai comprar um LG G3 no final do ano, vale mais a pena buscar um LG G2 do que um LG G3 Beat. O mesmo vale – por exemplo – para a regra Samsung Galaxy S4 vs Galaxy S4 mini, ou Xperia Z1 contra Z3 Compact. Os modelos top de linha de 2013 já mostraram a sua capacidade de serem modelos funcionais mesmo depois de um ano de mercado, correspondendo as expectativas de muitos usuários que buscam um telefone eficiente e funcional. E com preços muito mais competitivos.

Especial | 125 anos de Nintendo

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A Nintendo completa hoje (23) 125 anos de vida. Uma empresa que no seu começo não tinha absolutamente nada a ver com a indústria do videogame (que só nasceu na década de 1970), e quando foi fundada por Fusajiro Yamauchi em 1889, recebia o nome de ‘Nintendo Koppaii’, e se dedicava a produzir um tradicional baralho japonês, o hanafuda.

O negócio cresceu muito, e a então Nintendo Koppaii desembarcou nos Estados Unidos décadas depois, inclusive fechando um acordo com Walt Disney para a venda de cartas com os seus personagens.

Aliás, a palavra Nintendo significa “que o céu decida”. Apenas para você saber.

Em 1963, a empresa (que agora se chamava Nintendo Card Company Limited) mudou de novo o seu nome para ‘Nintendo Company Limited’, e começou a cogitar outros segmentos de negócio, desde uma companhia de táxi até fast food. Mas foi o setor dos brinquedos que a empresa encontrou o seu caminho. Na década de 1970, eles comercializaram um Ultra Hard, um jogo composto por um braço extensível, que vendeu 1.2 milhão de unidades.

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Foi nessa década que o nome de Shigeru Miiyamoto (foto acima) apareceu pela primeira vez. Ele é uma lenda viva dentro da Nintendo, e foi o responsável pela mudança radical que a empresa sofreu.

Eles perceberam a mudança de tendências, e os videogames eram o produto do momento. Logo, apostaram nesse segmento, obtendo o direito de distribuição no Japão do primeiro console da história, o Magnavox Odyssey. O primeiro console criado pela Nintendo era uma versão do Atari Pong, o Color TVGame 6, e foi lançado exclusivamente no Japão em 1977. Sobre o seu primeiro videogame, o Computer Othello, foi lançado em 1978, e era um jogo do tipo arcade.

Esses seriam a base de uma nova era da empresa responsável por grandes sucessos de vendas, como Donkey Kong, Mario Bros, o console NES, o GameBoy, o SNES, o Nintendo Wii… e tudo isso ajudou a construir um império avaliado em US$ 85 bilhões.

Pode ser que a Nintendo não esteja no seu melhor momento, mas ninguém pode se esquecer que eles deixaram marcas significativas na indústria dos videogames. De modo que temos que dar os parabéns para eles pelos 125 anos de vida. E agradecer pelas horas de diversão obtida com os seus videogames.

Parabéns, Nintendo! E felicidades!

Tela de tamanho normal ou gigante? Qual tipo de smartphone devo comprar?

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O salto da Apple para as telas maiores está despertando várias dúvidas em muitos usuários: vale a pena um smartphone com uma tela gigante, como o iPhone 6 Plus? Quais são as vantagens e desvantagens desse tamanho diante dos modelos menores? Qual modelo devo comprar? Ok, esse post levanta alguns pontos que podem te ajudar a decidir.

O iPhone 6 Plus não é o primeiro phablet do mercado. A Samsung foi a primeira a apostar nas telas maiores, e todos os fabricantes decidiram seguir os coreanos (sim… isso mesmo… inclusive a Apple). O tamanho do iPhone 6 Plus é similar ao de outros phablets, e deixando de lado as diferenças evidentes dos sistemas operacionais, a usabilidade dos smartphones com tela grande é mais ou menos a mesma. Isso é o que você deve ter mais em conta.

 

O que uma tela maior oferece?

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Uma tela de 5.5 polegadas ou similar faz com que tudo seja exibido em um tamanho maior, e isso é algo óbvio de se dizer nesse post. Em alguns casos, ridiculamente grande. A boa notícia é que a resolução Full HD do iPhone 6 Plus ou superior em outros modelos, como no Galaxy Note 4 (2560 x 1440 pixels) faz com que você vez mais informação, com maior nitidez. Ou seja:

– Você pode ver mais conteúdo de uma única vez ao navegar na web
– Você tem mais espaço nas redes sociais, mais linhas de atualizações no Facebook e Twitter (e outros apps sociais)
– Filmes, fotos e vídeos ficam muito maiores (e melhores) em uma tela desse tamanho
– Os jogos passam a ter controles muito maiores e mais cômodos
– Navegar pela tela touch, tocar em vários links, digitar… em geral, tudo isso é mais confortável de se fazer, minimizando os erros.

 

Vantagens e desvantagens

Além da tela, o corpo maior de um phablet tem vantagens e desvantagens que você deve levar em consideração.

 

Vantagens

– Um smartphone maior possui uma bateria maior. Os smartphones Android com grandes telas contam (na maioria dos casos) com uma autonomia de uso muito boa, e é justo pensar que isso também vai acontecer com o iPhone 6 Plus
– Maior comodidade de utilizar com as duas mãos. Para muita gente, teclar ou navegar pela internet em um smartphone em modo paisagem ou utilizando as duas mãos é a melhor forma de uso

 

Desvantagens

– São grandes demais para serem transportados na maioria dos bolsos. Impossível transportá-los quando se usa uma calça jeans mais justa
– Por serem maiores, pesam mais, e isso pode incomodar. Sem mencionar que, apara muitos, usar na orelha um dispositivo que lembra uma prancha de surf (ou uma  havaiana, como cansei de ouvir por anos) é algo muito ridículo.
– Se a bateria dura mais, ela também precisa de mais tempo para ser recarregada. Alguns se acostumam, mas é algo que todos precisam levar em conta
– Você não quer carregar um phablet no braço para medir os seus exercícios ou corridas diárias, quer? Duvido!

São grandes demais para serem usados com uma mão?

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Sim, são grandes demais. Mas nem tudo está perdido. A maioria dos phablets Android já contam com modos de software para serem utilizados com uma única mão, seja dividindo a tela em duas, ou comprimindo os apps e conteúdos. A Apple segue a mesma ideia com o iOS 8 para o iPhone 6 Plus, que agrupa todos os ícones da parte superior da tela na parte inferior, de modo que você possa utilizar de forma mais cômoda com uma mão.

De qualquer forma, pense em quanto tempo você utiliza hoje o seu smartphone com apenas uma das mãos. A maioria das vezes precisamos usar as duas. A não ser que o seu dispositivo seja um modelo de 4 polegadas ou menos, quase sempre acabaremos utilizando as duas mãos em muitas situações. Logo, a mudança não é tão drástica assim.

 

A melhor forma de saber se um phablet foi feito para você

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Por fim, a decisão depende dos seus gostos pessoais e do tamanho de sua mão. Sobre o segundo item, há uma forma muito simples de saber se você vai se acostumar com um phablet: basta você imprimir e recortar este desenho do iPhone 6 e iPhone 6 Plus em tamanho real, colar o desenho em uma cartolina (ou cartão), e testar por algumas horas. Você não vai ter uma ideia de peso ou espessura, mas ao menos se orienta sobre o tamanho do produto.

Outra forma inteligente é medir a distância entre a base da palma da mão e a ponta do seu dedo mindinho. Se o telefone tiver uma distância maior que esses dois pontos, provavelmente esse modelo será grande demais para você. Faça o teste, e leve em conte todos os fatores citados antes, e a decisão final será muito mais simples de ser tomada.