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Drones mensageiros da Google já entregam burritos

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Há dois anos, a Google (agora Alphabet) apresentava o Project Wing, iniciativa para fabricar drones que realizariam entregas de pacotes, algo parecido com o que a Amazon testa a alguns anos. Nos dois casos, os testes desses drones em solo norte-americano foram uma dor de cabeça por falta de regulamentação e restrições da FAA, que regula o tráfego aéreo.

A Amazon teve que lançar o seu plano piloto no Reino Unido, e a Google fez o mesmo na Austrália. Mas a FAA fez ajustes nos seus requisitos para receber os testes nos Estados Unidos.

A Google foi a primeira a receber autorização para testes, e agora anuncia o delivey de comida, em parceria com a rede de comida mexicana Chipotle.

 

Google e Chipotle para o compartilhamento de comida

 

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A Alphabet confirma que na semana que vem inicia os testes com drones mensageiros nos Estados Unidos, dentro da Universidade de Virginia Tech, com a exclusiva missão de entregar burritos dentro do campus.

Isso acontece porque a instituição pertence à Associação de Aviação do Atlântico Médio (MAAP), o que viabilizou o acordo com a FAA, que vai compilar dados e ajustar as regulamentações e procedimentos operacionais para a implementação dos drones nos Estados Unidos, e sem afetar o espaço aéreo do país.

A parceria com a Chipotle vai permitir que os drones decolem de um food truck localizado dentro do campous, e levem os pacotes até os dormitórios da universidade, com testes de envio de vários formatos de pacotes, para que o burrito chegue quente e em boas condições.

O projeto servirá para a Google colocar em testes os seus drones com o objetivo de aperfeiçoar a segunda geração do Project Wing, além de ajustar os mecanismos automatizados do sistema de voo e entrega.

Por conta da regulação vigente, cada drone terá um piloto que estará monitorando o tempo todo a aeronave. Cada drone é programado por software, e funciona de forma autônoma por meio de coordenadas, sem falar que eles são proibidos de voarem diretamente acima das pessoas.

O projeto tem duração de um ano, e pode ser ampliado de acordo com as necessidades. A Google quer que, no final de 2017, seja implementada a primeira frota de entrega oficial de forma pública e comercial.

 

 

Via Bloomberg

Drones, pendrives e cartões SD para levar conteúdos para a Coreia do Norte

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O contrabando de material para a Coreia do Norte não é uma novidade e, durante décadas, aconteceu por diversos meios, incluindo o envio de balões ou contrabandistas especializados. Agora, alguns ativistas estão aproveitando as novas tecnologias para introduzir conteúdos culturais ocidentais no pais.

A iniciativa ‘Flashdrivers for Freedom’, organizada pela Human Rights Foundation e pela ONG Forum280, tem como objetivo reunir 20 mil dispositivos USB que serão enviados para a Coreia do Norte. Nesse momento, um ex-cidadão daquele país e fundador do grupo ativista No Chain, reconhece que isso não é uma noividade. Desde 2012 eles despacham pendrives e cartões USB no país com a ajuda de drones.

Eles não deram muitos detalhes sobre os drones utilizados (tipo de modelo, origem do seu lançamento), mas explicam que os dispositivos podem carregar libras de componentes em cada voo. Também não revelaram os locais onde a carga é liberada, por motivos de segurança. O objetivo de tudo isso é incentivar outras organizações civis a se valerem das novas tecnologias.

Não são só os desertores do país que querem que de dentro se veja como é realmente o ocidente, mas também são muitos os cidadãos que reclamam de dentro, com fome de informação. Dentro dos dispositivos, são armazenados filmes ocidentais e sul-coreanos, séries de TV, música e informações da Wikipedia.

Essas operações não estão livres de riscos, como por exemplo a perda do próprio drone. Não sabemos se a Coreia do Norte já conseguiu ‘capturar’ alguns dos veículos. Um representante do país reconheceu que as autoridades detectaram balões aerostáticos com dispositivos USB, e afirma que o governo do país consegue interceptar antes. Mas não falou nada sobre os drones.

Via CNN

Drone Racing League: a corrida de drones pode ser o novo esporte do futuro

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A nova competição de corridas de drones, organizada pela Drone Racing League, quer se transformar no espetáculo das grandes massas do século XXI.

São drones de competição pilotados por gamers equipados com óculos de realidade virtual de alta definição, com corridas realizadas em grandes espaços habilitados, como uma fábrica abandonada junto ao rio Hudson em Nova Iorque, o estádio do Miami Dolphins, uma velha estação de metrô, entre outros. Os circuitos são desenhados com balizas de neon que os drones precisam atravessar.

Para aqueles que não querem gastar dinheiro nos drones (que tendem a se quebrar com facilidade), os organizadores garantem que as transmissões dos eventos serão espetaculares, aproveitando toda a potência visual das imagens capturadas em primeira pessoa pelos próprios drones.

Mais imagens da competição a seguir.

 

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Via Drone Racing League

Google quer oferecer internet 5G com a ajuda de drones solares

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A Google tem um novo projeto secreto em desenvolvimento pela mesma equipe do Project Loon. O Project Skybender pretende compartilhar internet 5G através de drones solares.

A gigante de Mountain View teria iniciado os testes com ondas milimétricas em um hangar especial, que pertencem ao projeto Virgin Galactic. Estas ondas milimétricas são capazes de transmitir dados 40 vezes mais rápido que as redes LTE, e podem transformar na tecnologia encarregada em distribuir a internet 5G. A DARPA começou a trabalhar com ela em 2012 para realizar testes de conexão de internet no passado.

A verdadeira vantagem das ondas milimétricas é poder acessar um novo espectro, já que o atual espectro móvel está saturado. A Google também tenta solucionar o problema desse tipo de transmissão se desvanecer depois de percorrer uma distância curta, não permitindo uma comparação de alcance de um sinal móvel. Resolvendo isso, é possível uma transmissão de sinal 5G a partir de céu.

O Project Skybender usa nesse momento “aeronaves opcionalmente pilotadas (OPA)”, chamadas Centaur, além de um drone solar, o Solara 50, fabricado pela Titan Aerospace, já utilizado pela Google em 2014 em seus testes. A  Google tem nesse momento a autorização da FCC para seguir com os testes do seu sistema de drones no Novo México até o próximo mês de julho.

Ou seja, nos próximos meses certamente escutaremos novos detalhes do projeto, da mesma forma que eles fizeram antes com o Project Loon.

Via The Guardian

Sony entra no mercado de drones, com a Aerosense

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A Sony aposta no crescimento em novos mercados, como é no caso dos drones. Mesmo sem saber o quanto eles apostam nisso, já é fato que eles trabalham em conjunto com a empresa ZMP para criar a empresa Aerosense.

Apesar de promissor, os drones não vão muito além hoje de gravar vídeos e registrar fotos como suas principais utilidades. E nessas duas funções, a Sony é líder na fabricação de sensores, e isso justifica o interesse deles no segmento.

As soluções que serão desenvolvidas nessa parceria são destinadas ao mercado profissional, e não para o grande público ou entusiastas. Eles querem desenvolver ferramentas de medição, observação ou supervisão de grandes áreas.

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A join-venture acontece com a ZMP, empresa especializada no desenvolvimento de robôs e sistemas autônomos. A Aerosense começa as suas atividades em agosto, e será dividida em partes praticamente iguais pelas duas empresas envolvidas (a Sony fica com 50.005%).

A Sony se encarrega de colocar a sua tecnologia de imagem nos veículos voadores, acompanhando suas câmeras com o seu hardware relativo aos sensores e comunicações. O drone em si e os elementos ‘robóticos’ ficam por conta da ZMP.

Via Sony

Nokia prepara enxame de drones para testar redes móveis

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A última ideia da Nokia para testar o acesso à internet móvel conta com a ajuda de drones multifuncionais, que sobrevoam as áreas das redes, verificando se há ou não cobertura, as velocidades alcançadas, e outros aspectos.

Os drones visam agilizar e muito o trabalho de manutenção feito pelos humanos. Eles contam com câmeras de vídeo sem fio, com smartphones com softwares de medição da Ascom, e com um sistema de comunicações que transmite os dados coletados diretamente para a central de processamento da Nokia.

Esses drones podem servir para calcular as velocidades das redes móveis, planificar a colocação de torres de telefonia, revisar seu estado, nível de óxido, imperfeições e outros aspectos que podem influenciar a oferta de internet em zonas saturadas, e comprovar o alcance da linha de visão de certos links entre edifícios.

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Os primeiros testes desses drones da Nokia vão acontecer em Dubai (Emirados Árabes), em parceria com uma operadora local, para testar as conexões de internet e o sistema de telefonia no Estádio Internacional de futebol do país. Se tiverem êxito, não será surpresa se um sistema similar começar a chegar nas demais operadoras com rede própria ao redor do planeta.

Via Nokia

Quarkson testa drones gigantes para substituir antenas de telefonia móvel

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A empresa Quarkson testou com sucesso o lançamento dos drones SkyOrbiter em Portugal, onde eles pretendem oferecer serviços de voz e dados a partir dos veículos aéreos, utilizando redes 2G, 3G, LTE e WiFi.

Os drones SkyOrbiter são auto-suficientes. Uma vez lançados, podem voar em modo de piloto automático a 22 mil metros de altitude por semanas, meses e até anos, se recarregando aos poucos com energia solar. Eles são equipados com um potente sistema de antenas que se comunicam com a central de controle em terra, mas também podem se comunicar com outros drones em pleno voo e até com satélites.

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Nos primeiros testes, a Quarkson utilizou um modelo com envergadura de asa de cinco metros, mas eles contam com outra versão (SkyOrbiter LA525), que tem 22 metros de envergadura. Esse segundo modelo ainda precisa ser aprovado pelas autoridades portuguesas para ser testado em modo de voo.

De qualquer forma, os testes continuam, e no dia 30 de abril eles realização um teste-demonstração do seu sistema, onde eles esperam chamar a atenção de possíveis investidores, para que no dia 5 de maio em Las Vegas eles possam alcançar o financiamento necessário para um lançamento internacional.

 

Via Quarkson

Índia usa drone com spray de pimenta contra manifestações

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Em uma pequena cidade do norte da Índia, drones equipados com spray de pimenta foram utilizado para dissolver manifestações populares. Segundo o chefe de polícia local, a pimenta não é letal, mas é eficiente para o controle das massas, e os drones oferecem uma maximização dos resultados.

As autoridades locais compraram cinco drones por 9 mil euros cada. Todos incluem câmeras de alta definição, que enviam imagens ao vivo das zonas de conflito, e contam com um pequeno compartimento para carregar até 2 kg de pimenta. Infelizmente, não temos foto do dispositivo em questão.

Não é a primeira vez que as autoridades indianas utilizam drones para a vigilância policial durante as manifestações dos cidadãos, mas é a primeira vez que ouço falar de drones que dispersam pimenta como método de neutralização das massas.

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Outra categoria de drone utilizado em algumas regiões do continente africano é o Skunk, que pesa 45 kg e tem oito braços, que além de disparar bolas de pimenta, dispara bolas de pintura, que podem servir para marcar os manifestantes ou até neutralizá-los, se o ritmo de disparo for aumentado (ele pode disparar até 20 bolas por segundo). O drone também inclui lasers cegadores, que podem deter os manifestantes.

Via Yahoo

Drones escanearam o Cristo Redentor do Rio de Janeiro em 3D

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Um projeto do Pix4D, em parceria com o fabricante canadense de drones Aeryon e o departamento NexLab da PUC (Universidade do Rio de Janeiro) resultou no escaneamento do Cristo Redentor do Rio de Janeiro em um modelo 3D muito fiel ao original.

O processo possui custo muito reduzido, sem falar na ausência de riscos para outras pessoas na coleta dos dados. Foram registradas 2.090 fotos aéreas do Cristo Redentor e do Corcovado. E com a ajuda da tecnologia da Sketchfab, temos o resultado final desse trabalho a seguir.

Christ the Redeemer Rio by Pix4D on Sketchfab
Corcovado and Christ the Redeemer by Pix4D on Sketchfab
Os drones permitem o acesso à áreas inacessíveis ou complicadas. O Cristo Redentor tem 38 metros de altura, e fica sobre um monte que tem mais de 700 metros. Sem falar nas condições climatológicas que tornam a missão mais complicada.

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Os especialistas da Aeryon instalaram câmeras e sistemas de radares nos seus drones. A informação foi coletada em apenas 19 minutos de voo, e resultou em um modelo com mais de 2.5 milhões de triângulos, e 134.4 milhões de pontos. O processo de criação está disponível no vídeo a seguir.

 

Via Aeryon

Redes de notícias apostam nos drones para registrar os fatos

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Uma associação que reúne 10 grandes empresas relacionadas com a informação (entre elas Getty Images, NYT, Washington Post e Associated Press) assinaram um acordo com a Virginia Tech para iniciar um período de testes de drones-repórteres, que vão apoiar as redações a partir das missões aéreas.

O objetivo da parceria é estabelecer regras de um uso responsável e seguro dos drones dentro do segmento, em um momento onde as autoridades dos Estados Unidos estão gerenciando as normas para o seu uso comercial. De fato, a Virgina Tech é umas das empresas que contam com a autorização da FAA (Federal Aviation Administration) para realizar testes e recompilar informações que servem para essa regulamentação que está por vir.

Os testes vão acontecer em ambientes controlados, onde os drones realização tarefas reais de apoio na criação de notícias e coberturas jornalísticas.

Via BusinessWire

Este é o resultado ao controlar a câmera de um drone usando o Ocululs Rift (em vídeo)

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O que acontece quando combinamos algumas das últimas tendências no segmento da tecnologia? Foi exatamente isso que fez um usuário que conectou câmeras no seu drone, que por sua vez, estavam conectadas ao seu Oculus Rift.

O resultado é curioso, já que é possível controlar o movimento e orientação da câmera do drone com o movimento da nossa cabeça. Uma alternativa interessante a outros sistemas de câmeras que se conectam aos drones.

O usuário utilizou diversos componentes para tudo funcionar, e tal e como explica a página do projeto no GitHub, onde ele oferece uma lista de componentes, a documentação e o código que permite colocar tudo em funcionamento.

A montagem das câmeras no drone não é uma tarefa simples, já que é necessário utilizar servos controlados por um microcontrolador soldado em um circuito, que por sua vez, é montado na plataforma que se acopla ao drone. Mesmo assim, o resultado é mais que curioso, como você mesmo pode comprovar no vídeo.

 

Via Oculus FPV

Google adquire a Titan Aerospace, uma empresa de drones solares (tirando o doce das mãos do Facebook)

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Apesar dos últimos rumores publicados em março indicarem uma negociação com o Facebook, a Titan Aerospace acabou sendo adquirida pela Google. Segundo o Wall Street Journal, a gigante de Mountain View comprou a empresa especializada em drones solares, capazes de permanecer no ar em voo por até cinco anos, além de oferecer acesso a internet em determinadas regiões.

Desta forma, a Google usará a sua nova “frota” para dar suporte ao seu Project Loon, que busca oferecer sinal de internet para os locais onde isso não existe. Também é possível utilizar os recursos da aquisição em outras divisões da empresa, como por exemplo para enriquecer a experiência do Google Maps.

A Titan e os seus 20 funcionários permanecerão no Novo México, e continuam sendo liderados pelo seu atual diretor, Vern Raburn, que tem no seu histórico já ter dirigido a Symantec e a divisão de produtos de consumo da Microsoft.

Via The Verge, Wall Street Journal

Amazon confirma que os seus drones estão cada vez mais próximos de se tornarem reais

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O que parecia mais uma brincadeira ou delírio de Jeff Bezos está se tornando uma realidade. O próprio Bezos confirmou isso em uma carta para os acionistas da Amazon, onde entre outros assuntos relacionados com a empresa, ele falou do Amazon Prime Air.

Bezos confirmou que eles já testam a quinta e sexta geração dos seus drones de entregas de encomendas, e que o equipamento responsável está em fase de design e planificação da sétima e oitava geração dos seus drones.

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Entre os objetivos futuros, eles pretendem que em até quatro anos esses drones sejam uma realidade, e que eles visam melhorar a sua autonomia de voo e potência, para que os pacotes mais pesados possam ser transportados em longas distâncias sem maiores problemas, além de garantir a sua regulamentação de uso para esse tipo de equipamento.

Recordamos a seguir o vídeo de apresentação do projeto.


Via Re/code

Facebook deseja conectar o mundo à internet usando satélites, drones e lasers

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Para empresas de internet como Google e Facebook, quanto maior o número de pessoas conectadas na internet, melhor funcionará o seu modelo de negócio. Por isso, a rede social de Mark Zuckerberg está tentando criar novas tecnologias que permitam que mais pessoas acessem a web da forma mais simples possível.

Entre as soluções planejadas está o uso dos satélites de órbita baixa, que podem oferecer a conectividade nas zonas rurais. Porém, tal opção tem suas complicações, como o fato dos satélites se moverem em uma maior velocidade que os geostacionários. Para solucionar este problema, o Facebook planeja criar bases terrestres que podem seguir os satélites, desconectando assim que eles deixam a área de alcance, e se conectam quando chegam, de forma totalmente transparente para o usuário.

Uma segunda alternativa complementar está no uso de drones que funcionariam com energia solar, voando a 20 mil metros de altura, mais alto que os aviões comerciais. Esses drones conectados poderiam voar durante vários meses, enquanto recebem e transmitem dados para a Terra.

Os cientistas do Facebook pensam que seria possível fazer com que esses satélites em órbita baixa e drones possam se comunicar por lasers, uma solução que é pesquisada sob o campo da “ótica de espaço livre”. O sistema permite transferir dados em velocidades comparáveis com as da fibra ótica, mas se a necessidade de instalação de cabos.

Até agora, ideias similares foram compartilhadas na iniciativa internet.org, que foi apresentada por Mark Zuckerberg em agosto de 2013. Empresas como Ericsson, MediaTek, Nokia, Opera, Samsung e Qualcomm se uniram ao projeto para melhorar a conectividade à web, e garantem que mais de três milhões de pessoas nas Filipinas e no Paraguai já possuem acesso à internet por conta dessa associação.

Porém, o próximo passo do projeto é conectar todo o planeta, através da iniciativa “Connectivity Lab”, uma nova iniciativa do Facebook que vai tornar realidade os planos de uso de satélites, drones e lasers.

A seguir, um vídeo explica um pouco melhor o possível funcionamento das soluções apresentadas pelo Facebook.

 

Via Facebook
Via Internet.org

China quer usar os drones para combater a poluição

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A poluição é um problema crítico na China, e as autoridades do país anunciaram uma série de iniciativas para combater a elevada contaminação. E os drones podem se transformar em uma solução para o problema.

Assim acreditam os desenvolvedores de um sistema que em breve estará em testes, e faz uso de veículos autônomos que transportam 700 kg de materiais químicos contra a poluição. Cada um desses drones podem assim limpar o ar em um raio de cinco quilômetros.

A medida ainda não é definitiva, já que os elementos tóxicos da população seguirão na atmosfera, apesar do fato que na China já houve tentativas prévias de eliminar o problema mediante o uso de nitrogênio líquido.

De fato, o Escritório de Modificação Climática de Pequim leva algum tempo utilizando os drones para espalhar os produtos químicos no ar que solidificam a poluição, fazendo com que esses produtos caiam no solo. Segundo um dos responsáveis pelo novo programa, os novos drones serão mais econômicos, mas ainda precisam se comprovar se esse novo esforço realmente vale de alguma coisa.

Via Quartz

Um uso muito alternativo para os drones: levantar pessoas

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Neste cenário, uma mulher de estatura média e dois helicópteros de rádio-controle, que conseguem levantá-la e movê-la no ar durante alguns segundos. O teste aconteceu na cidade de Mijas (Espanha), e mostra que os pequenos drones estão ficando cada vez mais potentes.

Seria este o futuro do transporte pessoal? De imediato, ainda não.

O teste aconteceu com especialistas em rádio-controle da Heligraphix. Os helicópteros, apelidados de HULC (Heavy Ultra-Lifter Crane model helicopter) são dois modelos Gaui X7 de motor elétrico, que foram modificados para serem capazes de levantar aproximadamente 30 kg de peso cada um.

O maior obstáculo para transformar esse sistema em algo mais do que uma excêntrica demonstração é o mesmo de outros tantos dispositivos: baterias que durem o suficiente para voos mais prolongados.

A seguir, o vídeo com a demonstração.

 

Via Rotorworld

São os drones o futuro das transmissões televisivas?

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Os Jogos Olímpicos de Inverno Sochi 2014 serviram como campo de provas para o uso dos drones na captação de imagens de algumas modalidades esportivas. Por exemplo, competições de saltos de ski e skowboarding utilizaram os pequenos dispositivos voadores para a captura das imagens, e os resultados foram surpreendentes.

Na verdade, esse tipo de solução não é nenhuma novidade. Já faz algum tempo que várias produtoras fazem uso dos drones para gravar comerciais com esquiadores, sem falar nas empresas que pesquisam esse tipo de produção. As imagens capturadas em Sochi podem ser o início de um grande salto nas transmissões televisivas.

Os responsáveis por empresas do gênero (como a DediCam) afirmam que os drones são o futuro das transmissões esportivas, e a empresa britânica HeliPOV mostrou alguns exemplos do que se pode obter de imagens com uma câmera montada em um drone, que por sua vez, estava programada para seguir o desportista.

Outras empresas, como a Falkor Systems, já estão trabalhando em drones que seguem de forma autônoma o atleta na atividade realizada, e como afirma um dos seus responsáveis, “os ângulos que obtemos ao filmar com câmeras normais não são tão íntimos como seriam possíveis com um robô voador autônomo”.

Um dos problemas que esse tipo de solução enfrenta é, sem dúvida, a bateria. Nesse momento, as baterias dos drones contam com autonomia para apenas alguns minutos de voo, algo que deve ser menor se tiver que carregar o peso adicional que um equipamento de vídeo profissional possui.

Mesmo assim, os resultados são muito promissores. Logo, vale a pena a aposta nessa proposta.

 

Via Quartz

DHL também testa um serviço de entrega de encomendas por drones

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Virou festa. Ou farra do boi. Ou algo que o valha. Primeiro, foi a Amazon a anunciar o seu projeto de serviço de entregas de encomendas via drones. Depois, a UPS anunciou que estava trabalhando em projeto similar. E agora, é a DHL que começa a testar os pequenos veículos para entregas de encomendas.

A empresa alemã de entregas de produtos testou os seus drones de entrega ontem (09). O dispositivo foi utilizado para transportar pelo ar um pacote com remédios para uma farmácia, a partir do QG da empresa, até a cidade de Bonn. Os drones da DHL são capazes de transportar um pacote com peso de até 3 kg, e eles já avisam que vão realizar novos testes de voo ainda nessa semana.

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Para realizar os testes, a DHL obteve autorização das autoridades responsáveis pelos serviços de aviação da Alemanha. Thomas Kutsch, porta-voz da DHL, afirmou que os voos dos drones realizados nesse momento tem como objetivo apenas a pesquisa do sistema, para que ele entendam como os veículos funcionam. Eles não possuem planos para iniciar o serviço de entregas de produtos via drones a curto prazo.

Considerando todas as empresas que já olham para esse tipo de serviço, e que todas elas coloquem os seus planos em prática, é possível imaginar que, em breve, teremos um céu povoado de pequenas aeronaves. Tal como aconteceria em um futuro relativamente distante.

Via Engadget

UPS já trabalha com os seus próprios drones de entrega de encomendas, para bater de frente com a Amazon

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Apenas um dia depois da Amazon surpreender o mundo com o anúncio do seu projeto de entregas rápidas de encomendas através dos drones, a companhia de transportes UPS anuncia que está trabalhando em um sistema similar.

Segundo o site The Verge, a empresa afirma que “o uso comercial de drones é uma tecnologia muito interessante, e que eles querem seguir explorando o seu desenvolvimento”. Porém, Ryan Calo (especialista em leis e nesse tipo de veículos aéreos não tripulados) avisa que as primeiras versões de testes dos veículos da UPS seriam destinados a mover pacotes dos aeroportos até as centrais de distribuição mais distantes. Ou seja, logo de cara, eles não prestarão o serviço de entrega porta a porta para o cliente.

Pelo menos por enquanto, ainda não está muito claro qual empresa vai ser a pioneira no uso comercial dos drones para transporte de encomendas. Um porta-voz da UPS informou que a empresa especializada em entregas está investindo grandes quantidades de dinheiro nesse tipo de inovações, “sempre olhando para o futuro”.

O que podemos dizer logo de cara? Que sim… é possível que a UPS também estivesse pensando na ideia de utilizar os drones para entregas comerciais, e que o seu desenvolvimento seguia o seu curso de forma paralela aos planos da Amazon. Porém, convocar um porta-voz para dizer isso só deixa clara uma coisa…

Que a inveja matou Caim!

Via The Verge

A Amazon mostra o futuro: entregas em 30 minutos, com a ajuda de drones (em vídeo)

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O sucesso de um projeto pode estar na capacidade de ir mais além do que o estabelecido pelo mercado, ou se você prefere ver de outra forma, na capacidade de romper as normas e padrões. Isso é algo que Jeff Bezos acredita de forma praticamente cega. É só ver a trajetória da Amazon, que mostra todo o poder empreendedor de Jeff. E a sua última ideia é de deixar todo mundo de boca aberta.

Até agora, a compra online (e dependendo da localidade que você mora), podemos optar em receber o produto no dia seguinte, se as condições forem favoráveis. Mas o normal é que o processo de entrega (quando bem sucedido) leve de dois a três dias. Mas isso pode melhorar, de acordo com a Amazon. E eles pretendem mudar definitivamente o segmento de entregas de encomendas com a utilização de drones, que podem entregar o produto na sua casa em aproximadamente 30 minutos.

A equipe de pesquisa e desenvolvimento da Amazon esteve trabalhando em um projeto secreto, que só agora foi revelado: o Prime Air. A ideia é a seguinte: você compra um produto do catálogo da Amazon, seleciona a forma de envio (que ainda fica condicionada ao raio de alcance da loja), e em menos de meia hora, um drone vai aterrizar na porta da sua casa com o produto.

Ficção científica? Nada disso. A Amazon publicou um FAQ onde explica que eles já está esperando que as autoridades aprovem essa modalidade de entrega, e se tudo der certo, eles vão colocar o método em prática em 2015. O serviço cobriria os clientes localizados em um raio de entrega inferior a 16 km de distância dos armazéns ou centros de logística da Amazon, e certamente eles calcularam que milhões de usuários serão beneficiados com essa iniciativa.

Agora, se você ainda acha que tudo isso é uma loucura, veja como o novo sistema de entregas da Amazon vai funcionar, no vídeo a seguir.

 

Via Amazon