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China incorpora a programação nas escolas a partir dos 6 anos de idade

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A China passa pela maior mudança de mentalidade de sua história. Quer que o mundo deixe de enxergá-la como o país de manufatura barata, e quer ser o país da inovação científica, a tecnologia e a visão do futuro, e por isso aposta em projetos de pesquisa e desenvolvimento espacial, além de uma mudança nos projetos educacionais, oferecendo o mundo da programação para as crianças.

O mesmo acontece em 12 países ao redor do mundo, com destaque para Estados Unidos e Reino Unido, que modificaram seus projetos educacionais para incorporar assinaturas em informática, uma tendência crescente que reforça que as linguagens de programação são o futuro.

Robótica e programação

 

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Em julho de 2016, o governo chinês aprovou o plano para transformar o país em potência de inovação para 2020. O plano oferece apoios para universidades, e impulsiona a criação de empresas de tecnologia e incubadoras de negócios, dando prioridade para pesquisa e criação de novas tecnologias.

Dentro desse plano, foi aprovado uma mudança nas grades escolares, onde crianças a partir de 6 anos de idade recebem um curso de informática, com conhecimentos básicos de programação. Com o passar do tempo, diversas linguagens de programação são incorporadas.

Enquanto isso, as crianças de 11 anos, além da programação recebem a robótica, onde podem testar grande parte dos seus conhecimentos.

Além das mudanças nas escolas, muitos pais mudaram as aulas de esportes ou atividades diurnas por formação em programação, cujas aulas receberam aumento de demanda no último ano.

Isso sugere que o governo chinês realmente se deu conta que sua participação em inovação tecnológica é muito atrás dos seus competidores, além de ajudar a limpar sua imagem de local onde se fabricam cópias baratas.

Via NBC

Transit Elevated Bus, o ônibus que passa por cima dos carros

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Foi apresentado na China um ônibus que é capaz de passar por cima dos carros. A ideia tem seis anos de desenvolvimento, e finalmente pode ser testada sem maiores problemas.

 

Como funciona o Transit Elevated Bus

É um conceito simples: o protótipo do Transit Elevated Bus se move através de trilhos colocados nas extremidades da estrada, e se encontra elevado para poder passar sem problemas por cima dos carros. Isso faz com que muita gente ganhe tempo no deslocamento, algo que é fundamental nos países asiáticos.

Dentro do Transit Elevated Bus, há espaço para abrigar 300 passageiros. O veículo conta com 22 metros de largura, 7,8 metros de largura e 4,8 metros de altura. Por ser um protótipo, o projeto final pode ser bem diferente do que esse.

A altura permite que o ônibus passe por cima de veículos que medem menos de dois metros de altura, ou carros comuns e motos. Caminhões e veículos grandes ficam de fora. Sua velocidade máxima é de 50 quilômetros por hora, mas nos primeiros testes o veículo só percorreu 300 metros dos 1.000 metros planejados, e em uma velocidade muito lenta.

Aos poucos esse projeto vai evoluir, e a versão final deve cumprir com as expectativas criadas. Mas por enquanto, temos mais dúvidas do que certezas.

Vídeo a seguir.

 

Via Shanghaiist

Apple é processada na China por causa de um filme de 1994

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Apple China

A Apple foi processada na China pela Movie Satellite Channel Program Production Center, uma filial do Escritório de Administração de Imprensa, Publicação, Rádio, Cinema e Televisão do país asiático.

No processo, o órgão culpa a Apple por oferecer o streaming de um filme de 1994 cujos direitos exclusivos pertencem ao órgão chinês, mas também foi incluída no processo a empresa responsável pelo aplicativo Youku HD, disponível na App Store, acusando a empresa norte-americana de facilitar a reprodução desse filme.

O filme em questão se chama “Xuebo dixiao” (algo como “Sangrenta Batalha contra o Feroz Inimigo”), e os demandantes garantem que estão tendo “grandes perdas econômicas”, termo muito na moda na hora de iniciar processos jurídicos contra gigantes da tecnologia.

No total, é solicitada uma indenização de US$ 7.5 bilhões, além do pagamento dos custos do processo (US$ 3 bilhões) e a interrupção imediada da difusão do filme.

Não é a primeira vez que a Apple enfrenta problemas legais com a China. Recentemente, um fabricante local luta para proibir as vendas do iPhone 6 e iPhone 6s no país sob a acusação de cópia de um dos seus smartphones.

Via CNET

O primeiro clone do iPhone 7 já está disponível

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O iPhone 7 sequer foi anunciado oficialmente, mas os chineses (sempre eles) se anteciparam, lançando o seu clone.

O novo smartphone da Apple deve ser anunciado só no mês de setembro (se tudo der certo). Já sabendo que tudo o que envolve a gigante de Cupertino na China tem uma outra perspectiva, é mais do que compreensível encontrar fabricantes que buscam fazer dinheiro fácil copiando o design de seus dispositivos, adaptando-os para os seus próprios produtos, muito mais baratos que os originais.

Porém, parece que a concorrência é cada vez maior, e estão se deixando levar pela estratégia do “quem golpeia primeiro, golpeia duas vezes”, ao poto de não mais esperar o lançamento do modelo que eles estão copiando.

 

Como é o clone do iPhone 7 (que ainda não existe)?

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No caso desse dispositivo, o design deste suposto clone do iPhone 7 se inspira diretamente nos rumores que foram aparecendo, e que se mantiveram com força durante os últimos meses. Em consequência, vemos que se mantém um design quase idêntico ao do iPhone 6/6s, exceto pelo detalhe das faixas de antena na parte traseira, que se reduzem ao mínimo, e na presença de uma câmera dupla traseira, algo que, em teoria, seria exclusivo de um hipotético iPhone 7 Pro.

Não há informações sobre possíveis especificações ou preço do produto, mas imaginamos que assim como acontece com outros clones, o seu acabamento seria de plástico e contaria com o sistema operacional Android, personalizado com uma capa para imitar o iOS.

Via PhoneArena

Conheça a empresa que proibiu o iPhone 6 e iPhone 6s na China

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O 100C quer proibir as vendas do iPhone 6 na China

Recentemente, publicamos aqui no blog a notícia que proibiram as vendas do iPhone 6 e iPhone 6s na China, sob a alegação que os smartphones da Apple copiavam o design de um dispositivo já comercializado na China, podendo assim causar “danos irreparáveis” nos negócios dessa empresa, já que os consumidores não seriam capazes de distinguir os modelos.

A Apple reagiu a tempo, e entrou com um recurso dessa decisão, se esquivando temporariamente da proibição das vendas. A questão ainda fica no ar, e não está claro o que vai acontecer. Levando em conta as particularidades da China, podemos dizer que tudo é possível.

Mas é interessante conhecer mais detalhes sobre o fabricante de smartphones que gerou essa confusão.

 

Quem é a Shenzhen Baili (ou Digione)?

De acordo com as primeiras informações, a empresa que processou a Apple está registrada com o nome Shenzhen Baili, uma filian da Digione. O smartphone em questão é o 100C (foto de topo desse post), que possui uma presença praticamente ridícula no mercado, mesmo na China.

Não basta esses detalhes peculiares, foi descoberto que a Shenzhen Baili e suas filias não só não passam por um bom momento, como também saíram do mercado de smartphones a algum tempo. Logo, tudo leva a crer que a medida judicial nada mais é do que uma tentativa desesperada de mais um troll de patentes, com o único objetivo de arrancar dinheiro de uma grande empresa de tecnologia.

Apesar da realidade ser clara para todo mundo, a empresa chinesa garantiu que está pensando se vai seguir com sua batalha particular com a Apple, e que pode estender o processo ao iPhone 6s, modelo que compartilha o design com o iPhone 6.

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Para resumir: esse é um processo que não tem o menor sentido, já que as diferenças estéticas entre os dois smartphones são mais que evidentes, e praticamente qualquer pessoa com visão mediana pode diferenciar sem maiores problemas os dois modelos. Mas isso parece não importar para a Shenzhen Baili, uma empresa que não tem nada a perder com esse processo, e o que ganhar de tudo isso já será um lucro considerável.

Via SlashGear

Proibiram a venda do iPhone 6 e iPhone 6 Plus na China

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A Apple segue enfrentando problemas na China. Serviços como iTunes Movies e iBook Store estão proibidos no país, e agora os modelos iPhone 6 e iPhone 6 Plus estão proibidos de comercialização naquele mercado.

 

Motivos bizarros para proibir as vendas

A situação é bizarra por dois motivos. O primeiro é que a acusação que motivou a proibição se fundamenta no fato do smartphone 100C da desconhecida empresa chinesa 100+ se parecer muito com o iPhone 6, a ponto dos usuários não serem capazes de diferenciar claramente os dois.

O segundo motivo bizarro é bem sério: vem do Escritório de Propriedade Intelectual de Beijing, deixando a Apple em posição bem delicada. A seguir, uma imagem do 100C, utilizado como prova na acusação, para que vocês tirem as suas conclusões.

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Como você já pode imaginar a essa altura do post, a Apple já trabalha para reverter essa proibição, como o objetivo de que tudo volte a normalidade, algo que na teoria deveria ser simples de resolver, já que, honestamente, os dois dispositivos se parecem tanto quanto colocamos um ovo e uma noz lado a lado. Porém, com o histórico que a gigante de Cupertino tem na China, não podemos dar essa causa como ganha.

Via EngadgetTENAA

Samsung Galaxy C5 é apresentado na China

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A Samsung apresentou oficialmente na China o Samsung Galaxy C5, e o país asiático será o único por enquanto a receber o dispositivo.

Todos os vazamentos foram confirmados, e temos aqui uma nova família de smartphones da Samsung, a Galaxy C, que se posiciona no segmento de linha média do catálogo dos sul-coreanos. Com tela de 5.2 polegadas, o Galaxy C5 tem corpo em metal com hardware interessante: processador Snapdragon 617, 4 GB de RAM e câmera de 16 MP (f/1.9), entre outras especificações.

A Samsung parece ter esquecido de vez o plástico, oferecendo designs metálicos nos tops de linha e modelos de linha média. O Samsung Galaxy C5 lembra os novos iPhones em alguns detalhes, principalmente pelas bordas arredondadas e faixas traseiras da antena. As cores também lembram os dispositivos da Apple (dourado, prata, cinza escuro e rosa).

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A baixa espessura é outro destaque dentro do design. Todos os componentes se abrigam em um chassi de 6,7 mm de espessura e 143 gramas de peso. Sua tela Super AMOLED tem resolução Full HD, e na parte frontal também encontramos o botão de início com um sensor de digitais, para usar dos benefícios do Samsung Pay, que já está disponível na China.

Revisando as especificações técnicas. O Samsung Galaxy C5 possui um processador Qualcomm Snapdragon 617 octa-core, 4 GB de RAM, e 32 GB ou 64 GB de armazenamento (8 GB ocupados pelo software pré-instalado), ambos com expansão via slot para cartões microSD de até 128 GB. As câmeras são de 16 MP (f/1.9) e 8 MP (f/1.9), e na parte de conectividade temos 4G, WiFi dual-band, slot dual SIM, chip NFC e Bluetooth 4.2, entre outras. Sua bateria de 2.300 mAh oferece 237 horas de stanby.

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O Samsung Galaxy C5 foi anunciado exclusivamente na China, e não há indícios que ele será lançado em outros mercados por enquanto. O modelo está basicamente no mesmo nível que o Galaxy A5, o que nos leva a crer que ele será uma alternativa exclusiva do mercado asiático. O dispositivo já está disponível em pré-reserva, com início das distribuições a partir do dia 5 de junho, com preços sugeridos de 300 e 327 euros para os modelos com 32 GB e 64 GB, respectivamente (preços já convertidos).

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Via SamMobileSamsung China

Há mais iPhones na China do que em qualquer outro lugar do planeta

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O iOS é o segundo sistema operacional móvel do mercado, mas conta com uma vantagem: só está presente no iPhone, que por sua vez supera todos os outros fabricantes Android, exceto a Samsung. O mercado norte-americano sempre foi importante para a empresa nas vendas, com cotas de 40% do seu mercado, vencendo os sul-coreanos no país. Por muito tempo, os Estados Unidos era o país com maior número de usuários de iPhone. Agora, é a China que tem a primeira posição.

 

131 milhões de usuários

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Não é de se estranhar esse fato, quando pensamos na China. Temos 420 milhões de habitantes nos Estados Unidos, contra 1.4 bilhão de chineses. A diferença na população fez com que a Apple alcançasse 16.8% da cota de mercado para superar o uso na sua terra natal.

Os 100 milhões de usuários de iPhone ativos nos Estados Unidos foram superados pelos 131 milhões de usuários do mesmo smartphone na China. Não só falamos da liderança, mas na concentração de mais usuários desse smartphone do que em qualquer outrou país do planeta, além de ser a região onde a Apple domina o mercado, seguida pela Samsung que não chega a 16%.

Os números mostram que o interesse da Apple no país está mais do que justificado, e é justamente na China que eles podem desenvolver números de crescimento constante, ainda mais depois da primeira queda nas vendas de iPhones de sua história.

 

Próxima parada: Índia

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Agora que a estratégia da Apple na China se demonstrou ser algo funcional e benéfica para a empresa, o próximo país dos sonhos de Tim Cook é a Índia, que tem a segunda maior população do planeta. A empresa tem uma delegação no país na forma de visita de cortesia para aproximar as relações entre as duas partes.

Não podemos nos esquecer que a Apple teve vários encontros com a Índia para tratar da política de comercialização de dispositivos, visando resolver a recusa por parte do governo indiano sobre a comercialização de iPhones recondicionados, mostrando dúvidas sobre o impacto sobre a reciclagem de produtos eletrônicos, um grave problema para o país.

A Índia possui quase 1.3 bilhão de pessoas, que podem se transformar no novo campo de crescimento da Apple. E esse é um motivo mais que suficiente para a dedicação de todo o esforço necessário para abrir brechas no país e seguir ganhando usuários.

Via QZ

Se você diz que comprou um iPhone na China, pode estar falando de uma carteira

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A China está dando mais trabalho para a Apple do que o esperado. Os números do último trimestre mostram queda nas vendas de smartphones dos norte-americanos no país asiático, e agora, um tribunal deu ganho de causa para um fabricante local de carteiras com quem a gigante de Cupertino mantinha uma disputa legal por causa da marca iPhone.

Os trolls de patentes e marcas conseguem vencer algumas batalhas. Foi co que aconteceu com a iphone.vc, empresa que registrou a marca IPHONE na China em 2007, no mesmo ano do lançamento do smartphone da Apple. Apesar de não estar muito claro quem fez o que primeiro.

Fato é que a Apple, quando registrou sua marca na China em 2012, apresentou um processo para obter os direitos de exploração da mesma, alegando que o seu produto era internacionalmente conhecido. Os tribunais chineses arquivaram o processo em primeira instância em 2013, e agora a questão foi resolvida. E não de forma favorável para a Apple.

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O juiz decidiu a favor dos chineses porque a Apple não conseguiu demonstrar que o iPhone era suficientemente conhecido na China em 2007, ano do registro da marca pelos fabricantes de carteiras. E se a marca não é famosa na China, não pode demonstrar que houve má fé por parte dos asiáticos.

Dito isso, a Apple terá que compartilhar a marca iPhone na China, mas os norte-americanos são os únicos a poderem utilizar a escrita “iPhone”. As carteiras seguem no mercado com o nome todo em maiúsculo, ou “IPHONE”, e a gigante de Cupertino nada mais pode fazer para evitar isso.

Exceto é claro comprar a fabricante de carteiras. Mas não imaginamos a Apple fazendo isso apenas para apagar do mercado sua própria marca.

Via QZ

China exigiu o código fonte do iOS e Apple disse NÃO

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A Apple negou a entrega do código fonte do iOS ao governo chinês, depois de receber petições nesse sentido nos últimos dois anos. Quem informa é Bruce Sewell, advogado geral da empresa, em uma audiência da Comissão de energia do congresso norte-americano, enquanto tratava de responder as acusações vindas a raiz do caso do iPhone de San Bernardino.

De fato, ainda existem 70 iPhones de outros casos que esperam ser hackeados. Nesse contexto, o advogado da Apple nega as acusações de entrega do código fonte do iOS para as autoridades chinesas. Essas acusações surgiram dos rumores comentados em alguns veículos de imprensa utilizados pelas autoridades, dando a entender uma “falta de patriotismo” da gigante de Cupertino, sob o argumento de entrega do código aos chineses e não ao seu país para combater o terrorismo.

Apesar do advogado reconhecer as petições nesse sentido nos últimos dois anos (as mesmas que envolvem a Microsoft e o Windows), não é possível que a Apple entregue o código fonte do iOS em tempo algum. E não é pela cibersegurança nacional, mas sim para evitar o aparecimento em massa de clones perfeitos do iPhone. A China é o segundo maior mercado da Apple, e representou no úlitmo trimestre US$ 18.4 bilhões das receitas da empresa.

 

Via The Register

Vernee Apollo, um smartphone top com preço acessível

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O mundo dos smartphones clônicos chineses oferecem muitas surpresas, e o Vernee Apollo é um dos modelos que entram na lista das “surpresas agradáveis”.

O modelo oferece especificações técnicas elevadas, que podem atender plenamente as necessidades da maioria dos usuários, e conta com um preço muito acessível, o que sempre agrada. Por contar com uma fabricação local e não precisar depender de uma distribuição internacional para capitalizar no mercado, os modelos dedicados ao mercado chinês acabam levando vantagem no seu valor final.

O Vernee Apollo é “altamente inspirado” no Huawei Mate 8 no seu design, algo que é considerado “normal”, pois estamos falando do mercado de clones. Porém, suas especificações conseguem ser muito mais potentes e completas quando comparado com o modelo mais famoso:

– Tela de 5.5 polegadas (2560 x 1440 pixels)
– Processador Helio X20
– 6 GB de RAM
– 128 GB de armazenamento
– Câmera traseira de 21 MP com sensor Sony IMX230 e flash dual tom
– Leitor de digitais
– USB Type-C
– Sistema operacional Android 6.0 Marshmallow

Em resumo, temos aqui um smartphone muito potente que, para completar, conta com um belo acabamento em metal, o que o torna um autêntico modelo premium, por dentro e por fora. E, diferente do que você pode imaginar, o seu preço não alcança os números estratosféricos dos seus concorrentes mais famosos: o Vernee Apollo custa US$ 399 (já convertidos), um número bem razoável para tudo o que oferece.

A má notícia é que não há uma data precisa para o seu lançamento, muito menos se ele será distribuído em outros mercados além da Ásia. Tudo indica que não, mas quem sabe aquela importação marota que bem sabemos pode nos ajudar a trazer esse modelo para cá.

Via Neowin

Cube i9, um “Surface Pro chinês” com preço competitivo

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O Cube i9 é um 2 em 1 do fabricante chinês do mesmo nome, que segue o melhor estilo Surface Pro, mas com preço mais econômico.

O tablet é baseado em uma tela multitouch IPS de 12.2 polegadas (Full HD, 16:10, 1920 x 1200 pixels), e é gerenciado por um processador Intel Skylake (Core M3-6Y30), com 4 GB de RAM e 128 GB de SSD. O Cube i9 inclui uma porta USB Type C, outra USB 3.0, cartões microSD, WiFi, Bluetooth, os sensores habituais nos tablets, câmeras de 5 MP e 2 MP e bateria dupla de 5.000 mAh.

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É uma alternativa ao Surface Pro que vem como acessórios, como uma base de expansão com teclado e touchpad (similar ao que a Microsoft oferece) para facilitar o trabalho como portátil, e até um suporte traseiro para incliná-lo. Não sabemos qual foi o material utilizado na construção do seu chassi, e se alcança o nível de acabamento do magnésio.

Com o Windows 10 pré-instalado, o Cube i9 tem preço de US$ 537. Seus envios começam no dia 31 de março. Vale lembrar que o Surface 3 custa US$ 599, o Surface Pro 3 custa US$ 859, e o Surface Pro 4 sai por US$ 999. Todos são preços inicias sugeridos.

Via Muy Computer

Grupo chinês pode comprar navegador Opera por US$ 1.2 bilhão

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O navegador Opera pode passar para as mãos de uma corporação chinesa, caso a empresa norueguesa aceitar a oferta de US$ 1.2 bilhão. Quase uma ninharia que valorizou em 53% as ações da empresa.

O Opera é um dos navegadores web de maior qualidade do mercado, teve um ano de 2015 difícil, não cumprindo as previsões de faturamento por conta da dura concorrência com gigantes como Google e Microsoft. Porém, o seu potencial (especialmente na sua versão móvel) não passa desapercebido pelos tubarões chineses, que estão investindo em vários setores, inclusive no software.

A oferta pelos 100% das ações da empresa norueguesa responsável pelo Opera vem de um grupo conhecido como “o ladrilho de ouro da Rota da Seda”, formado por empresas chinesas de software Beijing Kunlun e Qihoo 360, além da empresa de pesquisa Yonglian. A Kunlun é especializada em jogos, e recentemente adquiriu a norte-americana Grindar. A Qihoo 360 é mais famosa pelo seu antivírus e aplicativo de navegação web, e a Yonglian é uma empresa de capital de risco.

Se a operação se concretizar, o destino primário do Opera será ampliar a sua plataforma de publicidade na China e utilizar ativos muito valorizados como a tecnologia de compressão, que produz economia de dados e de largura de banda.

Não sabemos se desenvolvimento do navegador continuaria como está nesse momento. Se você é um usuário do Opera e já começa se preocupar, saiba que esse investimento poder ser utilizado para melhorar um navegador web que, pelas suas características, deveria ser muito mais valorizado em sua cota de mercado.

Via Recode

Na China, transformar um iPhone de 16 GB em um de 128 GB é algo muito barato

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Ter um iPhone de 16 GB é algo limitante para alguns usuários, principalmente para quem quer aproveitar todas as possibilidades do smartphone. Os 16 GB só são bem vindos para os mais conscientes dessa limitação, ou para quem tria proveito do armazenamento na nuvem e das cópias de segurança.

A maioria das pessoas só possuem essa versão do iPhone por ser o mais barato. É uma diferença de US$ 100 entre os modelos de 16 GB e de 64 GB. A decisão é questionável, mas compreensível. O problema é quando esses usuários se dão conta que 16 GB são insuficientes. Mas se você mora na China, esse problema pode ser resolvido por apenas US$ 60.

Lá, existe uma vasta oferta de serviços de ampliação de capacidade de armazenamento do iPhone. Os serviços são tenteadores, já que prometem transformar um modelo de 16 GB e um de 128 GB por apenas US$ 60. Porém, o processo implica mudanças internas no smartphone, o que resulta na perda de garantia, sem falar na clonagem do ID para garantir um bom funcionamento posterior.

Por enquanto, tal solução só está disponível na China, mas não podemos descartar que isso chegue a outros locais do planeta mais cedo ou mais tarde.

 

Via Neowin

As falsas Apple Store na China, e sua função de indicador de demanda

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A China “se inspira muito” no ocidente, principalmente na Apple. É uma estratégia quase campeã, pois com o fechamento do país para os mercados ocidentais por décadas, a estratégia de copiar descaradamente os produtos que já fora fazem sucesso era a mais óbvia para as empresas daquele país.

Aliás, a Apple sempre foi alvo de cópia não só dos chineses, mas dos coreanos, dos europeus e de muita gente. O grande atrativo dos seus produtos era a proposta de dispositivos unibody. Mas mais além das grandes empresas, inspirações ou cópias mais ou menos descaradas, está o setor dos clones.

Smartphones clonados da Apple e de outras marcas aparecem de tempos em tempos, e a fonte desses produtos é a China, país com um endêmico e contínuo nascimento de fabricantes de dispositivos de baixo custo. Eles pegam o design dos modelos e marcas de sucesso e copiam tudo.

Agora, chegaram ao ponto de copiar as lojas e até o estilo de vestir do seu CEO. Apesar de parecer algo bizarro, também mostra claramente a demanda da Apple na China. E isso não é necessariamente algo ruim.

Enchendo os bolsos de dinheiro às custas da imagem de outro

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Na China, tem muita gente contrariada por pagar um custo extra para obter um iPhone novo antes de qualquer outra pessoa. Por isso, as lojas clonadas são uma solução muito interessante para todas as pontas. Oferecem o produto mais barato por não ter o implícito custo pela marca, e as diferenças de preço e da qualidade dos componentes tornam a imitação um negócio muito lucrativo, apesar de poder causar problemas para os imitadores a longo prazo. Nos Estados Unidos, por diversas oportunidades eles tentam fazer com que o governo chinês colabore na luta pela proteção da propriedade intelectual, aparentemente sem muito sucesso.

Desse modo, a China se tornou um paraíso para o nascimento de fabricantes e marcas que praticam a clonagem descarada, onde a Apple é um chamativo caso. Logotipos da empresa estão espalhados nas principais ruas de Shenzhen, quando esta cidade só tem apenas uma Apple Store e cinco distribuidoras autorizadas. Muitas dessas lojas são versões que também vendiam produtos oficiais.

A cópia era tamanha, que até os uniformes da empresa eram clonados.

 

Quando algo deixa de ser hypeado

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Por outro lado, parece que os clones das Apple Stores prederam fôlego nas últimas semanas. O número de lojas falsas da Apple caiu até ficar em um terço das que haviam em setembro de 2015. O mais curioso é que essas lojas decidiram começar a vender smartphones da concorrência, sendo agora distribuidoras não autorizadas de marcas locais, como Meizu, Xiaomi, Huawei e Oppo.

O fato de ser um clone tem efeitos positivos e negativos, e é um indicador de demanda claro, pela associação de, quanto mais se copia algo é porque mais demanda há. Por isso que essa redução pode ser efeito de uma possível mudança nas preferências dos consumidores chineses. As vendas de produtos Apple chegaram a diminuir pela metade desde outubro de 2015 em algumas lojas.

As vendas de iPhones na China aumentaram 84% desde setembro, e neste país a Apple lidera as vendas, com 27%, na frente da Huawei (24%) e da Xiaomi (14%). Ou seja, é um produto mais comum, cujo componente de aspiração caiu um pouco.

O risco de brincar com os limites de propriedade intelectual e as patentes não é baixo, e as consequências podem ser nefastas para a empresa, onde o país de origem faz uma pressão contínua. Por isso, mudar de estratégia (ou de aparência) pode ser mais uma maneira de se salvar do que uma resposta à queda na demanda.

 

O orgulho da pátria

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A mudança dessas lojas também pode ser uma consequência do aumento do apoio ao produto nacional. Alguns usuários acabam se encantando por marcas locais, ou simplesmente optam pelo Android depois de utilizarem o iOS.

A Huawei persegue de perto a Apple nas vendas em território chinês, e é comparada com os norte-americanos o tempo todo, tanto no desempenho dos produtos como na qualidade dos mesmos. O usuário chinês hoje prefere a Huawei porque para eles a empresa se tornou boa o suficiente, mesmo não tendo um smartphone tão bom como um iPhone.

A China segue como um mercado chave para os fabricantes de smartphones, e a Apple sai vitoriosa nas últimas análises de mercado. Porém, depois dos resultados financeiros divulgados nessa semana, vemos que as vendas do iPhone se mantiveram em unidades, algo que ocorre pela primeira vez na história do produto.

Pode ser que o iPhone tenha se normalizado na China, e que não compense manter o logotipo da Apple nas lojas, mas por enquanto os números indicam que as vendas do iOS seguem crescendo no país.

Mais informações: Business Insider

Lenovo afirma que Google Play pode voltar para a China em 2016

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Chen Xudong, presidente da divisão de dispositivos móveis da Lenovo, afirmou que a Google Play pode voltar para a China em 2016. A loja de aplicativos da Google está fora do país asiático há seis anos, por conta das peculiares políticas do regime ditatorial daquele país.

Xudong deu a declaração para meios de imprensa chineses, mas não revelou detalhes e prazos sobre essa volta da Google Play na China. Provavelmente acordos com destacadas empresas chinesas (como Lenovo, via Project Tango, e Huawei) estão ajudando nesse sentido, e algumas delas estão negociando com o governo da China para que a loja online volte a operar no país.

A Google Play foi fechada na China depois da Google não cumprir com as leis de censura do país asiático. A gigante de Mountain View comprou a briga, e isso lhe custou perder o maior mercado do planeta. Desde então, a Google tenta se fazer presente no país da forma que pode, operando via Hong Kong e mantendo relações com desenvolvedores Android que ali residem.

A volta da Google Play na China pode estar próxima, se tornando realidade mais cedo ou mais tarde. Vamos aguardar.

Via MuyComputer

China aprova polêmica lei anti-terrorista

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A China aprovou recentemente uma nova lei anti-terrorista que realiza alguns dos sonhos de algumas agências de inteligência. Agora, autoridades do país asiático poderão exigir que as empresas “ofereçam suporte técnico e assistência, incluindo a descodificação de dados”.

Vários veículos interpretaram essa como a possibilidade do governo chinês poder exigir as chaves de codificação das empresas. O governo chinês alega que quer garantir o acesso à informações sensíveis por questões de segurança nacional, mas bem sabemos quais são as reais intenções desse ato: controlar ainda mais a população.

As autoridades chinesas insistem que o movimento é mais um na luta contra o terrorismo, fazendo alusão às milícias e separatistas presentes na região ocidental de Xinjiang, onde centenas de pessoas morreram por conta da violência nos últimos anos.

Pese a tudo isso (e como consolo), a Assembléia Nacional da China não conseguiu chegar a um acordo para implementar backdoors em sistemas operacionais, aplicativos e serviços, tal e como estava inicialmente planejado. Além disso, esta lei permitirá o envio de tropas ao estrangeiro com a finalidade de combater o terrorismo.

A lei aprovada na China pode servir de “inspiração”b para outros países que, pelo mesmo motivo, iniciaram suas guerras particulares contra a codificação de dados e a privacidade dos usuários. A lei recém aprovada na China entra em vigor a partir de 1 de janeiro de 2016.

Via ReutersThe Verge