Arquivo para a tag: celulares

Cinco celulares e smartphones que marcaram o ano 2007

by

Celulares e smartphones de 2007

Chegamos ao ano de 2007, onde a Apple mudou tudo com o iPhone, que conviveu durante um tempo com celulares de todos os formatos e tamanhos, pois a equiparação de configurações não chegou até alguns anos depois. Logo, o resumo de dispositivos que marcaram aquele ano combina celulares e smartphones que fizeram parte da história e modelos que ficaram no coração de muitos usuários.

 

iPhone

iPhone

Muitos se lembrarão que o iPhone que hoje, em 2016, conta com três tamanhos de tela, iniciou sua jornada com uma tela de 3.5 polegadas e densidade de 165 pixels por polegada. A resolução retina só chegaria muito depois que o modelo original, que contava com um processador mononúcleo de 412 MHz e com três opções de armazenamento: 4, 8 e 16 GB.

Com o primeiro iPhone, chegou o iOS, que alcançou nesse modelo a versão 3.1.3 do sistema operacional móvel da Apple, que hoje se prepara para a décima versão. Contava com uma câmera traseira de 2 MP e não tinha câmera frontal, além de receber um conector de 30 pinos com compatibilidade USB 2.0. A porta proprietária já se fazia presente.

 

Nokia N95

Nokia N95

Em 2007, a Nokia produziu um dos seus melhores smartphones, o Nokia N95. O modelo contava com tela de 2.8 polegadas, Symbian S60, processador ARM 11 mononúcleo a 332 MGz, 128 MB de RAM e 8 GB de armazenamento interno. De quebra, contava com uma ótima câmera traseira de 5 MP com lentes Carl Zeiss e câmera frontal QVGA.

O Nokia N95 foi um dos últimos grandes smartphones da Nokia antes da chegada da Microsoft. Contava com a resistência dos seus antecessores, além de uma bateria que durava dias de autonomia. Bons tempos…

 

Blackberry Curve 8310

Blackberry Curve 8310

Em 2007, a BlackBerry ainda estava apresentando variantes da sua melhor versão no mercado de telefonia móvel, e uma das apostas foi uma das mais bem sucedidas: o BlackBerry Cruve 8310 estava presente em praticamente todas as universidades, potenciado por um BIS que era mais que atraente.

Seu teclado QWERTY físico era acompanhado de uma tela de 2.5 polegadas (VGA), processador Intel de 32 bits a 312 MHz, 64 MB internos (expansíveis via microSD) e câmera traseira de 2 MP. Também contava com porta miniUSB 2.0 para transferir dados.

 

Nokia N81

Nokia N81

Um dos celulares mais vendidos da Nokia nos últimos anos, o Nokia N81 contava com teclado deslizável, que era elemento presente em praticamente todos os fabricantes do mercado. Sua tela de 2.4 polegadas contava com uma Navi-Wheel, para navegação na interface gráfica e de áudio.

O Nokia N81 contava com processador ARM11 de 369 MHz, 96 MB de RAM, 12 MB de memória interna (expansíveis via microSD de até 8 GB), câmera traseira de 2 MP e autonomia para vários dias de uso, apesar de já ser inferior aos modelos anteriores.

 

Motorola RAZR2 V9

Motorola RAZR2 V9

Por fim, um celular da Motorola em formato clamshell. A linha RAZR, uma das mais conhecidas da era pré-Android, se ampliava com o Motorola RAZR2 V9, que recebia uma tela VGA de 2.2 polegadas, e foi um dos últimos dumb-phones da empresa.

O dispositivo recebia 45 MB de memória interna (expansíveis via microSD), câmera de 2 MP na parte traseira e autonomia para vários dias de uso. Curiosidade: esse celular já contava com sistema de recarga rápida de bateria.

Cinco celulares que marcaram o ano 2006

by

celulares-de-2006

2006 foi o ano que os celulares seguiam o seu caminho que nos levaria ao que conhecemos hoje como smartphones. Mesmo assim, ainda não temos notícias nem do iPhone, nem do Android.

Porém, Nokia, Sony Ericsson e BlackBerry já ofereciam o acesso à internet a partir do smartphone, registra fotos aceitáveis ou ouvir música no celular. A seguir, os cinco celulares (mais um bônus) que com certeza muitos vão se lembrar.

 

Nokia N73

Nokia N73

A Nokia ofereceu opções para todos os gostos em 2006, mas os passos já eram pensados nos smartphones com conexão à internet e diferentes aplicativos. O mais lembrado deles é o Nokia N73, que já contava com o Symbian S60 V3, e mesmo sem contar com WiFi, recebeu vários aplicativos e jogos. Também foi o smartphone com a melhor câmera na época, com 3.2 MP e lentes Carl Zeiss, com uma tampa que protegia a câmera.

 

 

Sony Ericsson W810

Sony Ericsson W810

Enquanto a Nokia apostava na câmera, a Sony Ericsson buscava espaço entre os fãs de música. Para isso, lançou a linha Walkman, com um MP3 player integrado e funções musicais avançadas. O seu melhor representante em 2006 foi o Sony Ericsson W810.

O modelo não contava com grande memória interna, mas podia receber cartões Memory Stick Pro Duo de até 2 GB. Também contava com um modo onde o smartphone se transformava em MP3, desabilitando as funções de celular. E para a sua época contava com uma câmera de 2 MP muito boa.

Sony Ericsson Z610

Ainda que este tenha sido um dos modelos mais avançados da Sony Ericsson em 2006, também é preciso mencionar o Z610, que foi muito popular, por conta da tela com tampa externa.

 

BlackBerry Pearl 8100

BlackBerry Pearl 8100

Enquanto os celulares de várias marcas começavam a aumentar o tamanho de suas telas, a BlackBerry foi para a direção contrária, lançando a linha Pearl, que não contava com um teclado QWERTY físico completo. Com esse modelo, a empresa quis deixar de lado a imagem de ter produtos apenas para profissionais, e de certo modo conseguiu, mas com o Curve 8520, com teclado completo. Já o Pearl 8100 não tinha grandes funções, não contava com WiFi e tinha uma câmera com apenas 1.3 MP.

 

Motorola KRZR K1

Motorola KRZR K1

O RAZR V3 lançado em 2004 fez com que a Motorola tivesse notoriedade com um grande público. E quis repetir o sucesso com o KRZR K1, lançado em 2006, mais estreito, com tela menor de 1.9 polegadas, mantendo a tela externa e integrando câmera de 2 MP, conectividade EDGE e expansão de memória via microSD.

 

Samsung D900

Samsung D900

Por fim, a Samsung oferece um celular com tampa deslizante com o Samsung D900, um modelo que teve importante sucesso. E esse sucesso foi baseado principalmente no design, por ser o mais fino de sua categoria e por essa tampa também servir para receber ou encerrar chamadas, bloquear ou desbloquear o teclado. Por outro lado, o seu software apresentava vários inconvenientes para o uso da conexão com a internet ou registro de fotos.

Cinco celuares que marcaram o ano 2004

by

Celulares em 2004

Sim, já podemos falar de smartphones.

Os anos bissextos, como foi 2014 e como é 2016, sempre são repletos de eventos esportivos. Em 2004, tivemos os Jogos Olímpicos em Atenas, a Grécia ganhava a Eurocopa contra Portugal, e Michael Schumacher conquistou o seu sétimo e último titulo de campeão mundial de Fórmula 1. Sem falar de Lance Armstrong, que conquistava o seu sexto Tour de France (que perderia anos depois com o escândalo do dopping).

Saindo do mundo esportivo para o mundo mobile, não tivemos uma grande revolução em 2004, mas já percebemos melhorias nas câmeras, na navegação via internet… e na Motorola ditando as regras com um dos seus celulares mais amados.

 

Motorola RAZR V3

motorola-razr-v3

Não tem outro modelo que poderia encabeçar essa lista. O mítico Motorola RAZR V3 reinou na época que o conceito de smartphone era praticamente desconhecido, com os celulares flip ditavam regra. Com apenas 5.5 MB de memória (não expansível), esse modelo conquistou pela sua tela colorida, a pequena tela externa que mostrava as horas, chamadas ou mensagens pendentes e o seu design incrível provocou uma explosão de vendas, em uma época que a Nokia seguia triunfando. Outros modelos da linha RAZR foram apresentados, mas nenhum foi tão icônico como o V3.

 

Nokia 6630

nokia-6630

Enquanto a Motorola apostava no design, a Nokia seguia com telefones barra, e triunfava com eles. Ao mesmo tempo, dava os seus passos no mercado de smartphones, inserindo opções avançadas em dispositivos como o Nokia 6630, com um design bem peculiar, e que não entrava em qualquer bolso. Foi uma evolução em relação ao 6630, contando com câmera de 1.3 MP que gravava vídeos em 176 x 144 pixels, armazenamento em cartões MMC de até 2 GB (com 32 MB ou 64 MB inclusos no dispositivo), sistema operacional Symbian S60 com visualizador de documentos do Office e até a opção de videochamadas, mesmo sem câmera frontal.

 

BlackBerry 7730

blackberry-7730

Por outro lado, a BlackBerry seguia na sua, apostando nos smartphones largos com teclado QWERTY completo. Em 2004, o BlackBerry 7730 apresentou uma evolução discreta em relação ao modelo 6230, com uma tela quadrada (240 x 240 pixels) colorida de 3 polegadas, que permitia a visualização de documentos ou ler e-mails de forma mais cômoda, com a agilidade que também oferecia a roda lateral de sroll.

 

Samsung E310

samsung-e310

A Motorola não estava sozinha nas propostas de celulares clamshell. Uma Samsung bem diferente do que a que conhecemos hoje obteve naquele ano muitas vendas com um dispositivo flip, mas ainda com a antena fora do corpo principal. De qualquer forma, o Samsung E310 foi um dos smartphones que se popularizou por conta da forte presença no catálogo das operadoras. Apesar de sua pequena tela e da conectividade GSM, o modelo já oferecia acesso à internet, com navegação através de quatro teclas fixas.

 

Siemens C65

siemens c65

Esse eu tive! O Siemens C65 foi um celular clássico de barra com tela pequena e um design relativamente simples. Em compensação, foi um campeão de vendas. O principal destaque do modelo era o seu joystick presente abaixo da tela, que permitia explorar os menus do dispositivo, portais se deslocando para diversas opções para confirmar ações. A câmera também não era grande coisa (VGA), mas já permitia a gravação de vídeos.

Cinco celulares que marcaram o ano 2003

by

2003_numero

Em 2003, a saga Senhor dos Anéis chegou ao fim, André Agassi ganhava torneios de tênis e os primeiros smartphones chegavam ao grande público. A Nokia ainda era a empresa dominante do setor de mobilidade, e poucos imaginavam que os finlandeses passariam pela sua travessia do deserto até a refundação em 2016, pelas mãos da Foxconn.

Temos nesse post cinco celulares que foram de grande sucesso em 2003.

 

Nokia 6600

Nokia 6600

Foi o smartphone mais avançado que a Nokia lançou até aquele momento, suportando o Symbian até a versão 7.0s, executando sobre o S60. O Nokia 6600 foi um smartphone com longevidade, fabricado até 2006, três anos depois do seu lançamento. Algo que, hoje, não acontece.

Com sua tela TFT colorida, era possível ver fotos capturadas por sua câmera VGA e vídeos de até 95KB. No Nokia 6600, era possível instalar aplicativos de terceiros e temas, além de criar os próprios temas, já que recebia o Nokia Symbian Theme Studio.

 

Sony Ericsson P900

Sony Ericsson P900

No último timestre de 2003, a Sony Ericsson lançou um novo dispositivo com Symbian 7.0, que se transformava no primeiro smartphone do fabricante, contando com o sistema de correio eletrônico da BlackBerry/Research in Motion.

O Sony Ericsson P900 era uma mescla de PDA e celular, com um bom repertório de aplicativos shareware e freeware para instalar no dispositivo, graças ao Symbian C++. Contava com um teclado QWERTY atado a uma tampa que poderíamos retirar para usar a sua tela colorida touch resistiva TFT de 2.9 polegadas.

 

Samsung E700

Samsung E700

Os celulares clamshell seguiam conquistando o mercado, e um dos melhores vistos em 2003 foi fabricado pela Samsung. As baterias já começavam a sofrer os estragos por suportarem as telas coloridas, além de novas funcionalidades. Por conta disso, o Samsung E700 só suportava três horas em conversação.

O modelo contava com tela principal colorida de 128 x 160 pixels, além de uma segunda tela na parte frontal da tampa, com resolução de 64 x 96 pixels. Foi uma das principais escolhas para quem não queria um smartphone mais avançado, mas queria instalar aplicativos Java (600KB livres para isso) e armazenar até 1000 contatos em sua memória interna.

 

BlackBerry 6230

BlackBerry 6230

A BlackBerry entrou na lista dos celulares mais vendidos de 2003 com o BlackBerry 6230, modelo da série Quark dos canadenses, e é considerado o modelo mais popular da história da empresa. Seu sistema operacional era pensado para ser o passo prévio para o sistema operacional desse fabricante, que demorou demais para chegar ao mercado.

Sobre o BlackBerry 6230, podemos dizer que ele suporta qualquer tipo de armazenamento externo via posta USB, contando com um teclado QWERTY completo de 34 teclas. Contava também com sistema de e-mails e mobilidade da empresa, que aos poucos foi adotado por outros fabricantes. Sua tela monocromática de 2.6 polegadas permitia ler e navegar pela internet com comodidade.

 

Motorola V600

Motorola V600

Se estamos na época dos celulares clamshell, não podemos deixar de fora a Motorola com este modelo, o Motorola V600, um passo prévio a um dos modelos mais populares da história da empresa: o Razr V3, lançado em 2004. Tinha ao seu favor um dispositivo compacto, que poderia ser guardado no bolso com comodidade, e com a tela protegida, algo clássico nos smartphones com tampa.

O Motorola V600 contava com tela colorida, câmera integrada com pouca qualidade mas de acordo com a época, além de toques polifônicos, compatibilidade com aplicativos Java e navegador WAP. Não contava com serviço de e-mail, uma desvantagem que não impediu o modelo de conseguir uma boa massa de seguidores.

Sete celulares que marcaram o ano 2002

by

2002

Seguimos nostálgicos, recordando celulares que marcaram época. Depois de revisar os anos 2000 e 2001, temos agora o ano 2002, onde a calculadora era um dos aplicativos mais utilizados nos dispositivos, que ainda não eram smartphones, ainda mais no ano em que começou a circular o euro.

Em tempos em que os celulares duravam mais do que dois anos (e a sua bateria pelo menos três ou quatro dias), a febre de querer o mais recente ficava de lado, e as operadoras viviam da ‘ressaca’ dos sucessos dos anos anteriores. Porém, os novos modelos incorporavam características chamativas, antecipando as tendências de mercado futuro.

 

Nokia 6610

nokia-6610

Como boa rainha da época, a Nokia teve vários sucessos de vendas também em 2002, e o Nokia 6610 foi um deles, com 15 milhões de unidades vendidas (com o 6100 e 0 3510, com 15 e 12 milhões, respectivamente). Um celular com botões planos e características dos modelos top de linha da época: rádio FM, navegação WAP e toques polifônicos.

A tela era de 1.5 polegadas (128 x 128 pixels, 121 ppp) e 4.096 cores. Algo importante para um dispositivo que enviava mensagens MMS, sem falar nos jogos Bounce e Snake agora colorido. Um celular equivalente ao Nokia 7210, com um design mais jovem (carcaça intercambiável, botões salientes), mas focado no perfil de usuário corporativo.

 

Siemens A50

siemens-a50

Outro campeão de vendas de 2002, com 15 milhões de unidades comercializadas. Um celular que tinha um bom preço e que se popularizou com alternativa à Nokia e princialmente ao seu software e navegação.

A Nokia era fiel ao seu botão principal e sua combinação do S40 com o Java, enquanto que a Siemens incluía mais botões de navegação e sistema operacional próprio Siemens Mobile (seus celulares adotariam o Symbian depois). A empresa também apostava em carcaças frontais intercambiáveis.

Dessa vez, temos um celular com tela monocromática, com fundo alaranjado, com cinco linhas e resolução de 101 x 64 pixels. Aqui você não jogava o Snake, mas sim o Stack Attack, jogo de arrastar blocos, no estilo Monument Valley, mas com o aditivo de se esquivar dos blocos que caíam.

 

Samsung SGH-T100

Samsung SGH-T100

Falando em telas de duas polegadas e da era pré-smartphone, não podemos deixar de lado um celular clamshell. Outro campeão de vendas (12 milhões de unidades), o modelo da Samsung já tinha uma tela colorida de 12 linhas (120 x 160 pixels, 4.096 cores).

Como os modelos top de linha da época, incluía navegação por WAP e a possibilidade de personalizar com toques polifônicos, sendo compatíveis com os modelos da Nokia (com compras de toques via SMS). Um dos celulares com esse formato que ficou alguns anos em evidência, sem levar em conta sua volta à moda minoritária que temos hoje.

 

Nec DB700

Nec DB700

Mais um clamshell na lista. O Nec DB700 também incorporava uma tela colorida (256 cores), com resolução de 120 x 160 pixels, um LED indicador de notificações e até sete cores para gerenciar grupos de contatos na parte exterior da tampa. Também contava com navegação WAP e motor de vibração.

 

Ericsson T200

Ericsson T200

A Ericsson era um dos principais fabricantes da época, com alguns modelos de sucesso, principalmente os mais focados para o mundo dos negócios, mas sem se esquecer do usuário padrão. Para eles, modelos como o T200 faziam sucesso, com botões protuberantes e um protagonista não precisamente pelo lado bom: o botão azul de acesso direto para navegação WAP e, por consequência, com um custo para cada acionamento. O modelo contava com uma tela monocromática com retro-iluminação azul, nada de toques polifônicos, mas com a presença do LED notificador.

 

Nokia Communicator 9210i

Nokia Communicator 9210i

Ainda que esta série teve fama mundial por conta de ser o celular usado no filme O Santo (1997), a mesma estreou em 1990 e, em 2002, ofereceria o primeiro Communicator com Symbian OS como sistema operacional e tela colorida. Junto com o Palm, era o mais próximo de smartphone da época.

Ainda que com um formato diferente do T100 ou do DB700, também contava com uma tampa e, por isso, duas telas. A tampa externa contava com uma resolução de 80 x 48 pixels, e a interna alcançava a marca de 4.5 polegadas e uma relação de tela-superfície de 42% (640 x 200 pixels, 149 ppp, 4.096 cores.

 

Motorola Accompli 388

Motorola Accompli 388

Não é um campeão de vendas, mas tal e como o modelo anterior, chamava a atenção por apresentar características pouco habituais. Nesse caso, uma tela touch que ainda não era colorida poderia ser gerenciada com uma Stylus, algo que talvez os três smartphones touch do mercado da época é minoritário, mas naquele momento poderia ser um bom apelo comercial.

O Motorola Accompli 388 também contava com suporte para navegação WAP, tela de 8 linhas (320 x 240 pixels), reconhecimento de escrita natural e compositor de melodias.

Cinco celulares que marcaram o ano 2000

by

2000

Quantos anos tem o primeiro smartphone?

Sobre isso, há muitas discussões, já que são muitos os modelos que querem ter esse título. Além disso, a definição de smartphone deixa um leque de possibilidades em aberto. Mas esse não é o motivo desse post. O que queremos fazer aqui é uma volta ao passado, lembrando celulares que marcaram época.

Dessa vez, revisamos o ano 2000, onde os sistemas operacionais móveis que hoje dominam o mercado nem existiam, e os celulares só permitiam telefonar e enviar/receber mensagens. Mas são modelos simplesmente míticos.

 

Nokia 3310

nokia-3310

Essa lista não poderia começar com outro fabricante que não fosse da marca mais mítica e amada da história. Em 2000 foi o ano que a Nokia lançou um dos seus celulares mais vendidos (mais de 100 milhões de unidades), o Nokia 3310. Um modelo que foi o celular de toda a vida de muita gente.

O 3310 substituiu o 3210, com um design mais robusto. Entre suas novidades mais destacadas, trazia quatro jogos (a segunda versão do Snake, Pairs II, Space Impact e Bantumi), além de carcaças intercambiáveis e a possibilidade de mandar SMS com o triplo de caracteres que o habitual.

 

Siemens A36

siemens-a36

Ainda que tenha caído no esquecimento, naquela época eu vi muita gente levando um celular da Siemens no bolso. Um dos modelos mais conhecidos e vendidos pelos alemães foi o Siemens A36.

Com mais de 2 cm de espessura, o Siemens A36 contava com uma tela com resolução menor que o Nokia 3310 (88 x 48 pixels). Sua tela tinha três filas com 12 caracteres de exibição cada. O lado bom é que a bateria durava e muito nesse modelo.

 

Ericsson R380

ericson-r380

Hoje, as marcas que fabricam na Europa são mais ausentes no mercado. Mas em 2000, a sueca Ericsson era mais uma do Velho Continente que tinah uma série de celulares reconhecidos por muitos. como aqueles que tinham uma tampa sobre o teclado.

Para muitos, o Ericsson R380 é considerado o primeiro smartphone, por ser o primeiro Symbian da história, contando com uma tela touch escondida atrás do teclado tradicional, e diferentes aplicativos (nativos, não poderia instalar outros), permitindo inclusive acessar e-mails. Preço? US$ 700. O mesmo dos modelos top de hoje.

 

Trium Mondo

trium-mondo

Não é muito conhecido por aqui, mas leva o mérito por ser um dos primeiros a contar com tela touch e ser considerado um smartphone. O Trium Mondo é um celular que foi apresentado em janeiro de 2000, mas só pode ser adquirido em janeiro de 2001.

O dispositivo era um híbrido entre PDA e celular, que chamou a atenção de muita gente. O Symbian não era o único sistema operacional móvel da época, e o Trium Mondo contava com o Windows Pocket PC 2000. O modelo renunciava o teclado físico, com uma tela touch de 3.9 polegadas, que era capaz de exibir 16 tons de cores monocromáticas diferentes.

 

Alcatel One Touch 300

alcatel-one-touch-300

Outra europeia que esteve no bolso de muita gente no passado foi a Alcatel. Sua linha One Touch foi bem prolífica, e muita gente teve o One Touch Easy, lançado em 1998.

Em 2000, os franceses lançaram o One Touch 300, que não tinha muitas novidades no design, mantendo a antena que incomodava e a tela de 48 x 98 pixels. Ao menos esse modelo já contava com uma bateria com autonomia de uma semana de uso, substituindo os modelos que funcionavam com pilhas.

No Japão, aumentam as vendas de celulares do tipo flip

by

650_1000_japon-flip-phone-1

O Japão parece mesmo viver em um outro mundo no quesito tecnologia. Um estudo publicado pela MM Research Institute revela que em 2014 registrou-se um crescimento de 5.7% nas vendas dos flip-phones. Ao mesmo tempo, as vendas de smartphones registraram queda, na mesma proporção (-5.3%). Coincidência, ou não.

No total, foram 10.58 milhões de flip-phones vendidos, enquanto que os smartphones venderam 27.7 milhões de unidades. O cenário de smartphones no Japão passa por um momento complicado: em 2013, a Panasonic parou de vender dispositivos no país, seguindo os passos dados pela NEC meses antes. Ao que tudo indica, nenhum fabricante local parece ter capacidade de competir com Apple e Samsung, que se postulavam como referências absolutas para o consumidor japonês.

Mas não para todos. Boa parte dos usuários nipônicos seguem encantados com os seus telefones em formato concha, dispositivos que Panasonic e NEC seguem fabricando. Os anos de deflação fizeram com que muitos japoneses se acostumassem com dispositivos que contavam apenas com chamadas de voz, e-mails e acesso básico à internet, e tal costume está demorando para mudar.

O estudo mostra também um reflexo da saturação do mercado japonês de smartphones. A penetração do segmento móvel é de 98.5%, com 125 milhões de assinaturas móveis. Ou seja, temos pouca margem para o crescimento, e os smartphones contam com vida útil cada vez maior para os usuários. Com isso, os flip-phones se beneficiaram com esse cenário. Mas muito provavelmente esse crescimento não vai se repetir em 2015.

Via Reuters

Smartphones também podem ser úteis em censos de população e estudos demográficos

by

650_1000_usuaria-movil

A popularização dos dispositivos móveis afetou todos os seguimentos da indústria, e agora pode se transformar em ferramenta de estudos demográficos e censos populacionais. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Bruxelas e da Universidade Católica da Bélgica parte dos dados da WorldPop para estimar a densidade da população da França e Portugal, utilizando os dados de uso dos celulares e smartphones nesses países.

96% da população mundial conta hoje com uma linha móvel ativa, e em países desenvolvidos esse número de linhas contratadas supera de longe a população total, já que algumas pessoas contam com mais de um telefone em casa (não necessariamente um smartphone). Nos países emergentes, essa taxa alcança os 90% e não para de crescer, e todos esses dados consolidam essa estratégia de análise muito própria dos entornos em Big Data.

650_1000_portugal-smartphones

Nos dados da WolrdPop, foram coletadas informações de 2 milhões de usuários em Portugal, cobrindo assim 20% da população, e onde as operadoras armazenam as torres de telefonia onde se originam as chamadas recebidas, as horas das chamadas e um identificador de usuário. O mesmo foi feito na França, com 17 milhões de usuários (30% da população), permitindo assim chegar a conclusões interessantes.

Por exemplo, um modelo que estimava a densidade da população ao redor de todas as torres de telefonia, e por conta disso eles puderam extrair tendências claras na dinâmica da população ao longo das semanas monitoradas, em pontos onde os censos tradicionais não poderiam analisar. As conclusões eram lógicas, mas não menos interessantes: no período de férias, a população das cidades cai de forma notável, enquanto que durante a semana eles utilizam os seus telefones nas grandes cidades e centros industriais onde estão concentradas as localizações de trabalho.

Ainda que existam alguns obstáculos a superar (por exemplo, o fato de alguns países que usam muito mais as mensagens de texto do que as chamadas), os responsáveis pelo estudo acreditam que essa metodologia pode ser uma interessante alternativa para realizar censos com certa precisão. O que não se discute – e aqui temos um tema polêmico – é o fato que esses dados a partir dos quais se obtém essas conclusões são os mesmos que tanto criticamos por representar uma potencial violação da privacidade de usuário, tal como agências como a NSA aproveitaram de forma contínua – e seguem aproveitando – durante anos.

 

Via ScienceMagPNAS

IDC: 12 milhões de celulares vendidos no Brasil entre julho e agosto de 2014

by

Z5black13

A IDC Brasil revela que entre julho e agosto de 2014 foram vendidos 9.1 milhões de smartphones e 2.9 milhões de feature phones. Comparado com o mesmo período de 2013, a alta nas vendas de smartphones foi de 47% em julho e 17% em agosto, enquanto que os feature phones registraram queda de 46% e 49%, respectivamente.

Os resultados estão no estudo mensal Mobile Phone Montly Tracker, e reforçam as projeções da IDC. A expectativa é que um novo recorde de vendas de smartphones seja quebrado no terceiro trimestre de 2014, com estimativas de vendas de 14 milhões de telefones inteligentes. Para 2014, a previsão é de 70 milhões de celulares vendidos. Os períodos de vendas da Black Friday, Natal e Dia das Crianças devem impactar os números do terceiro e quarto trimestre do ano.

Por fim, em julho de 2014, 90% dos smartphones vendidos contavam com o sistema operacional Android. Essa fatia aumentou para 92% em agosto.

Via assessoria de imprensa (IDC Brasil)