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O Gmail está bloqueado na China

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O Gmail, único serviço da Google que ainda estava ativo na China (e ainda assim, condicionado ao uso com apps via protocolos IMAP ou POP3) está inacessível no país desde o dia 26 de dezembro.

Agora, nenhum protocolo do Gmail funciona na China. O bloqueio foi confirmado pelo Google, que comprovou a queda do tráfego no serviço, e garantem que ‘não existem erros’ da sua parte, dando a entender que o bloqueio é uma ação do governo chinês.

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O gráfico publicado no portal que o Google possui dedicado à transparência dos seus números, é possível ver como o tráfego do Gmail na China despencou entre os dias 26 e 27 de dezembro. A única forma que o serviço pode ser usado nesse momento é via VPN, uma vez que se trata de um bloqueio por IP.

O governo chinês não reconhece o bloqueio, e a porta-voz do Ministério de Exterior garante que o país ‘sempre dá as boas vindas para os negócios estrangeiros que querem realizar um trabalho relevante na China’.

O Gmail é apenas mais uma de uma ampla lista de páginas e outros serviços que são bloqueados na China, como Facebook, Twitter ou YouTube, que não podem ser acessados de forma livre pelos cidadãos locais.

Via TechInAsia, WSJ

Apple trabalhou em bloquear 100% dos concorrentes do iPod

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A luta anti-monopólio da Apple continua a surtir efeitos negativos para a gigante de Cupertino. Rod Schultz, ex-engenheiro do iTunes, revelou que trabalhou em um projeto que bloquearia ‘100%’ dos clientes que não são iTunes, além de manter qualquer software de terceiros longe do gerenciador de mídia da Apple.

Essa manobra virou um processo judicial, onde os demandantes alegam que isso foi feito contra a concorrência para aumentar os preços dos iPods entre 2006 e 2009. Um trabalho acadêmico de 2012, feito pelo próprio Schultz, detalha os sistemas operacionais que a Apple bloqueou para que o iTunes não fosse utilizado (aka Linux).

O Wall Street Journal ainda informa que Schultz confirmou que os primeiros trabalhos de sua equipe eram necessários para a proteção dos direitos autorais, mas que tal medida acabou facilitando as coisas para o iPod, que dominou o mercado. A Apple, por sua parte, informa que as medidas de segurança foram tomadas para proteger a experiência do usuário, algo que – segundo eles – poderia ser prejudicada se outros formatos de áudio ou gestores de mídia fossem permitidos.

Schultz foi o único a testemunhar no caso, de modo que temos ainda que esperar o que os jurados vão definir, e se a multa atual (de US$ 350 milhões) que a Apple tem que pagar pode triplicar.

Via Wall Street Journal

Um exploit que pode bloquear o seu smartphone Samsung

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Tal como outras empresas, a Samsung oferece um serviço de bloqueio remoto do smartphone, que pode anular o dispositivo à distância em caso de perda ou roubo. É uma ferramenta bem útil, que ainda permite encontrar o telefone dentro de casa (também). Mas, infelizmente, o que deveria ser uma ajuda ao usuário pode se transformar em uma grande fonte de dores de cabeça.

O NIST e o especialista em segurança Mohamed Baset informam que um recém descoberto exploit pode ser capaz de tomar o controle do smartphone remotamente, para bloqueá-lo com um código PIN desconhecido, ou até mesmo apagar todos os dados do dispositivo, sem maiores questionamentos.

Ao que parece, o sistema da Samsung não valida o código de bloqueio, e o atacante só teria que abordar o dispositivo através do tráfego da rede. A pior parte é que o serviço é ativado automaticamente quando criamos uma conta Samsung, de modo que muitos usuários podem ser afetados pelo problema.

Por enquanto, a Samsung não se pronunciou sobre o assunto, de modo que a melhor solução (por enquanto) é desabilitar a função, até que os coreanos corrijam o problema.

 

Via Computerworld, Sammy HubNIST, Mohamed Baset (YouTube)

Irã bloqueia o uso do WhatsApp. O motivo? Mark Zuckerberg

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Que os regimes totalitários que ainda existem no mundo ou certos governos (alguns eleitos democraticamente) não gostam muito das redes sociais e outras formas alternativas de comunicação entre pessoas não é nenhuma novidade. Vide o que aconteceu recentemente na Turquia e na Rússia. Agora, o motivo pelo qual o governo iraniano bloqueou o WhatsApp é algo, no mínimo, esdrúxulo.

Abdolsamad Khorramabadi, chefe do Comitê de Crimes de Internet no Irã, justificou a decisão do bloqueio do acesso ao WhatsApp porque o aplicativo estão nas mãos de um “americano sionista”. Para esclarecer: “sionismo” é um termo ligado aos judeus, e o americano em questão é, ninguém menos que Mark Zuckerberg, criador do Facebook e dono do WhatsApp a, pelo menos, dois meses.

Um bloqueio sem pé nem cabeça

A decisão do bloqueio do WhatsApp acontece depois do bloqueio do WeChat no país, e depois dos protestos ocorridos no país entre 2009 e 2011. Desde então, muitos foram os ativistas que começaram a utilizar ferramentas como Twitter, Facebook ou blogs para fazer suas ideias chegarem aos seus compatriotas.

Por conta disso, o Irã começou a pensar seriamente na ideia de criar uma “internet própria”, a Hala Net, com o objetivo de fechar completamente o acesso à internet no país, onde os iranianos só poderiam acessar conteúdos aprovados previamente pelo governo local.

O bloqueio do WhatsApp pode ser o primeiro passo, já que também está no ar o possível bloqueio do Twitter e do Facebook. O mais curioso de tudo é que além de decidir bloquear o WhatsApp por estar nas mãos de Zuckerberg quando o Facebook até agora não foi bloqueado, são muitos os altos mandatários do regime dos aiatolás que possuem contas nas duas redes sociais, utilizando as mesmas de forma ativa e frequente, com fins propagandísticos de suas ideias políticas.

Já pensou se a moda pega?

Via Fox News

Turquia agora bloqueia o acesso ao YouTube

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O bloqueio do Twitter na Turquia acabou a poucas horas, mas se você pensava que a censura acabaria por aqui, se enganou. O governo local acaba de adicionar o YouTube na sua lista de bloqueios, e segundo indica o site Webrazzi, o veto já está ativo em alguns provedores da região, enquanto que outros estão em processo de ativação.

Tudo isso vem depois de uma matéria publicada pelo Wall Street Journal, onde indicava que a Google havia recusado uma petição das autoridades turcas de eliminar da plataforma alguns vídeos que supostamente incluem gravações comprometedoras do primeiro ministro turco, relacionadas com o escândalo de corrupção que assolam o país.

Como era de se esperar, tão repentino bloqueio levantou todo o tipo de suposições, onde os internautas especulam que esta é uma clara tentativa de frear a distribuição de tais conteúdos (que já contam milhões de visualizações). Em resumo, esse assunto ainda vai render, e aguardemos pelas repercussões sobre mais essa polêmica (e estúpida) decisão do governo turco.

Via Webrazzi
Via Twitter do Wall Street Journal
Via Twitter de Mike Giglio

Um bug do iOS 7 permite a execução de alguns aplicativos com a tela bloqueada

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Não causa mais espanto. A cada vez que uma nova versão de um sistema operacional é lançada, rapidamente os primeiros bugs e exploits aparecem, para colocar água no chope de todo mundo. O usuário do Twitter @VBarraquito enviou para o pessoal do Engadget um vídeo que mostra um problema com a tela de bloqueio do iOS 7, que permite o acesso a alguns aplicativos e serviços, sem precisar incluir o código de desbloqueio.

Segundo confirma a fonte do vazamento, o bug foi enviado para a Apple há muito tempo, mas ao que tudo indica, não foi solucionado. Para ver o bug com os seus próprios olhos, basta você conferir o vídeo a seguir. O Engadget testou essa falha em um iPhone 5s e em um iPhone 5, ambos com o iOS 7.0.1, e teria funcionado perfeitamente.

 

Via @VBarraquito, Engadget

Apple e Samsung, e seus problemas de segurança nos smartphones: até quando?

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Apple e Samsung divergem em muitas coisas, mas em pelo menos um tema, as duas empresas caminham em sincronia (infelizmente): as falhas de segurança dos seus respectivos sistemas/interfaces. Enquanto perderam tempo de forma estúpida protegendo o direito da tela retangular com cantos arredondados, as empresas se repetem nas falhas bizarras, que colocam em risco a privacidade dos dados do usuário.

É preciso deixar claro que, independente do fato dos problemas da Samsung serem exclusivos DA interface de usuário da própria Samsung (TouchWiz UI), o que deixa o Android como “inocente” nessa história, os problemas recentes das duas empresas remetem a um fator que é considerado primordial para muitos usuários: a segurança e privacidade dos seus dados. É inadmissível que duas empresas consideradas gigantes, com muitas pessoas trabalhando em seus respectivos projetos, que essas falhas ainda apareçam, mesmo depois de tantos anos trabalhando nesses conceitos.

Começamos pela Apple e o seu iOS 6, que tem mais buracos que um queijo suíço. Já foram tantas atualizações de correções, que você precisa ficar atento na numeração para não se perder. A versão atual, a iOS 6.1.3 foi lançada nessa semana, com a promessa de solucionar um bug na tela de bloqueio, que colocaria em risco a segurança dos dados do iPhone. Pois bem, menos de 48 horas depois do lançamento dessa correção, um novo bug foi descoberto, permitindo que qualquer usuário tenha acesso a todo o diretório de contatos e o teclado numérico do dispositivo. E tudo isso, simplesmente removendo o chip SIM do smartphone!

Para que o bug funcione, a opção de marcação de voz deve estar ativada, algo que muitos usuários acabam usando. Tudo bem, desativando isso, a falha não acontece. Mas… caramba, Apple! Segurança de dados é algo prioritário. NÃO PODE HAVER BRECHAS!

Abaixo, vídeo demonstrativo da falha.

 

No caso da Samsung, se não fosse suficiente uma única falha na tela de bloqueio dos seus smartphones, uma segunda falha menor foi descoberta, que permite a visualização das configurações e ajustes dos dispositivos Android com TouchWiz por um breve intervalo de tempo. A Sasmung já afirmou que está trabalhando no desenvolvimento da correção dessas falhas. Mas, convenhamos: se perdesse menos tempo “se inspirando” na concorrência (que também está tropeçando nas próprias pernas), isso não estaria acontecendo. Vídeos abaixo.

 

 

Fica a pergunta: até quando?

 

Via AllThingsD, XDA Developers

Será que é só no Brasil? A partir de 2013, smartphones não homologados pela Anatel podem não funcionar por aqui (ATUALIZADO)

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Os early adopters brasileiros acabam de encontrar um grande inimigo no seu desejo de obter os principais lançamentos do mercado mobile antes de todo mundo: a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O motivo? a partir do meio de 2013, os smartphones e celulares que não são homologados pela Anatel podem simplesmente não funcionar em território nacional.

Na verdade, a Anatel não é a única “culpada” dessa “nobre” medida (entendam a ironia nas “aspas”, amigo leitor). Na verdade, existe um sistema em processo de implementação, que por sua vez foi criado pelo Sindtelebrasil (Sindicato nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal), que é a entidade que reúne as maiores operadoras móveis do país. Essa entidade é filiada à Febratel (Federação Brasileira de Telecomunicações), e encaminhou uma proposta para a Anatel que tem como objetivo “proteger a invasão de aparelhos ‘xing ling’ no mercado brasileiro”, que são considerados um dos “culpados” pela baixa qualidade dos serviços de telefonia móvel do Brasil.

Trocando em miúdos: para eles, a culpa de sua chamada cair, ou de você não conseguir entender quem está falando do outro lado não é de uma baixa qualidade no sinal da operadora. É porque você está usando um celular que é uma imitação grosseira do iPhone, que funciona fora das especificações da Anatel, o que automaticamente converte o seu aparelho comprado por R$ 100 nas galerias da Avenida Paulista em um modelo “abaixo dos padrões de qualidade previamente estabelecidos para o Brasil”.

Até aí, tudo bem. O problema é que a sua tecnologia coloca um HiPhone vendido na Santa Ifigênia no mesmo grupo de “não qualificado para funcionar no Brasil” que um smartphone oficial da HTC, que foi comprado em uma grande loja de Nova York. E é aí que começam os problemas para os early adopters.

O sistema funciona da seguinte forma: você vai fazer uma ligação no seu telefone. No momento que o aparelho tentar se conectar à rede de dados para fazer a chamada, o sistema vai identificar o número de série do aparelho. Se o aparelho for homologado pela Anatel, a chamada será concluída, sem problemas. Porém, se o sistema identificar que você tem um smartphone não homologado pela agência brasileira, a ligação é redirecionada para uma central de atendimento da operadora em questão, que vai informar o usuário sobre a irregularidade.

O problema é que o sistema não vai fazer diferença sobre aparelhos piratas e modelos oficiais. Na prática, um modelo de um fabricante que não está oficialmente no Brasil (como é o caso da HTC, que decidiu encerrar suas atividades no nosso país nesse ano) não vai funcionar com as redes locais. Além de ser uma atitude polêmica (no mínimo), é no mínimo controvérsia, pois o fato de um modelo não ser lançado em nosso mercado não o torna um “xing ling automaticamente. Ou você consegue chamar algum modelo da Samsung, LG, Nokia, Motorola e HTC como “pirata” apenas porque ele não vai chegar ao mercado brasileiro?

Outro detalhe que a proposta criada pela Sindtelbrasil não especifica é se aparelhos que são oficiais no Brasil (como o iPhone 5, por exemplo), mas que são comprados lá fora poderão funcionar com a rede brasileira no novo sistema. A única coisa que o presidente do sindicato Eduardo Levy informa é que os smartphones não homologados pela Anatel que já estão ativos na rede móvel continuam a funcionar normalmente em nossa rede.

Para minimizar os eventuais prejuízos aos usuários que já compraram os seus smartphones no exterior (principalmente aqueles que optaram por marcas que não estão presentes no Brasil de forma oficial), o sistema será implantado pela Anatel aos poucos, em algum momento entre o início e o meio de 2013, sem definir com exatidão quando o sistema vai começar a funcionar. Esse é outro fator de alerta para os usuários, pois a qualquer momento, o seu querido smartphone pode ter as suas chamadas canceladas, sem aviso prévio.

Se os problemas já citados não fossem o bastante, se o sistema realmente for adotado (espero que não), os estrangeiros que visitarão o Brasil durante a Copa das Confederações em 2013, a Copa do Mundo em 2014, e os Jogos Olímpicos de 2016 também serão afetados pela nova regra. Antes, quando um estrangeiro visitava o Brasil e queria economizar nas ligações locais e acesso à internet, bastava gastar aproximadamente R$ 15 (ou menos) em um chip de uma operadora do país para se comunicar, pagando menos, como acontece em qualquer país considerado civilizado. Agora, ou o estrangeiro é obrigado a pagar o roaming internacional… ou a gastar uma grana comprando um smartphone aqui com o chip. E duvido que ele aceite a segunda opção.

Sabe, esse é o tipo de medida que é a mesma do camarada pegar a mulher com outro no sofá da sala de casa, e mandar embora o sofá! Tirar os “xing lings” do mercado não é a solução ideal. Tem muita gente comprando smartphoens caros nas operadoras, homologados pela Anatel, e a qualidade de chamada e de conexões de dados estão bem abaixo do aceitável. Conheço pessoas que desistiram do iPhone por não conseguirem utilizar com suas respectivas operadoras (apesar de considerar o iPhone um smartphone para ser usado exclusivamente com a operadora Vivo… falo isso por experiência própria). E colocar no mesmo bolo um smartphone oficial de grandes fabricantes, apenas porque o produto não foi lançado no Brasil é um grande erro.

Reconheço os argumentos técnicos apresentados pela própria Anatel, na necessidade de manter a qualidade dos dispositivos comercializados no Brasil, e até mesmo pela segurança do usuário (principalmente no nível de SAR, que é diferente entre os países). Mesmo assim, não há nenhum projeto mais intensivo para melhorar a qualidade das operadoras de telefonia móvel. Proibiram algumas delas para vender planos por algum tempo, fizeram algumas promessas para a expansão dos investimentos na qualidade dos serviços… mas nada de efetivo está sendo feito para que a telefonia móvel no Brasil realmente funcione.

E, mais uma vez, o Brasil se vale de uma medida protecionista para “ser diferente dos demais”. E isso, porque vivemos em um mundo globalizado e 100% conectado… até quando?

Resumindo: pense dez vezes antes de comprar um smartphone lá fora.

ATUALIZADO em 21/11/2012, 14h52: segundo informações publicadas no Twitter do @mauricioiwata, que está nesse momento no Nokia Developer Day em São Paulo, os turistas poderão utilizar smartphones não homologados pela Anatel durante sua estada no Brasil, mediante a apresentação de passaporte. Não temos informações detalhadas sobre como será o processo de identificação da tecnologia, mas parece que um dos pontos de polêmica e impasse da medida da Anatel está solucionado. Pelo menos, por enquanto.

Apple consegue bloquear as vendas do Samsung Galaxy Tab 10.1 nos Estados Unidos

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Vitória expressiva da Apple nos Estados Unidos. Um tribunal do Distrito Norte da Califórnia aceitou a petição da empresa de Cupertino para bloquear, como medida cautelar, as vendas do Samsung Galaxy Tab 10.1 nos Estados Unidos.

A Apple, que já havia entrado com ações similares contra o Galaxy S III e o seu S Voice, viu suas petições cumpridas uma vez que a juíza Lucy Koh considerou que o citado tablet Android é “praticamente indistinguível” no seu design em relação ao iPad, e é possível que o mesmo infrinja a propriedade intelectual da Apple.

A juíza ainda afirma que, uma vez que Apple e Samsung são concorrentes diretos no segmento de tablets e o design é algo muito importante para o consumidor na hora de adquirir o produto, a Apple “poderia sofrer um dano irreparável” com o volume de vendas do modelo Galaxy Tab 10.1.

É evidente que a Samsung não vai ficar com os braços cruzados, e já apresentou um recurso de apelação para evitar tal proibição, de modo que a briga pode ser longa (pra variar).

Via Reuters

O Screen Keeper te ajuda a bloquear o seu computador

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Faz um bom tempo que sabemos que sair do escritório sem bloquear o computador é praticamente implorar para que o seu sistema seja violado. Mas, ainda assim, continuamos a fazer isso. Para os mais displicentes e desavisados, temos o Screen Keeper, que é um sistema que bloqueia o seu computador assim que o usuário se distancia do mesmo.

O pacote exige apenas três simples componentes para deixar o computador protegido: o software, um conector USB e um pequeno transmissor, que você vê na foto acima. Seu funcionamento é simples: quando o transmissor fica a uma distância determinada do conector USB (que pode variar entre 1 a 12 metros, dependendo do conector), o software simplesmente bloqueia o PC, e só é reativado quando o conector (aka usuário) estiver próximo do equipamento, na distância pré-determinada.

via Engadget