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Netflix não acredita na chamada “guerra do streaming”

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Durante o anúncio dos resultados financeiros correspondentes ao terceiro trimestre de 2019, Reed Hastings, CEO da Netflix, enviou uma carta para os investidores da empresa, tentando acalmá-los diante da mencionada ‘guerra do streaming’ que se aproxima, dizendo (quase) literalmente que “não é para tanto”.

A Netflix prevê mudanças e perdas a curto prazo, mas ao longo prazo entende que o novo cenário vai beneficiar o mercado de streaming como um todo.

 

 

Um barulho que será benéfico com o passar do tempo

Hastings demonstra confiança e concentrado no que está por vir, entendendo que as novas plataformas de streaming “farão muito barulho”, mas com “um efeito adverso modesto” a curto prazo. E a Netflix parece satisfeita com isso, pois já prevê um crescimento anual mais leto que o esperado.

Para a Netflix, o segredo está no trabalho a longo prazo, onde as novas plataformas devem ajudar o mercado como um todo, e que a força da plataforma agora líder de mercado fará com que a empresa continue a crescer. O segredo aqui seria conquistar os usuários da TV tradicional, que ainda são muitos.

Para a Netflix, será mais fácil converter usuários da TV tradicional do que os já usuários do streaming. A empresa insiste que hoje compete com plataformas online, mas que competiu contra a TV por mais de uma década, e sobreviveu.

O problema é que além de Amazon, Hulu e YouTube, em breve teremos serviços como Disney+, Apple TV+, HBO Max e Peacock.

Mesmo assim, para a Netflix, todos (inclusive a própria Netflix) são pequenos quando comparados com a TV tradicional, onde nenhuma plataforma possui a variedade, diversidade e qualidade de nova programação original que a empresa de Hastings está produzindo nesse momento ao redor do mundo.

A Netflix segue investindo pesado nas produções originais (quase US$ 15 bilhões), tomando decisões arriscadas e que não dependem do conteúdo do catálogo como parte dos seus concorrentes diretos.

Também afirmam que, a partir de agora, a Netflix não vai mais perseguir todos os acordos disponíveis na mesa, no que se refere às licenças de conteúdo do catálogo das principais redes de TV. Hoje, o orçamento da empresa é multimilionário, e sua base de assinantes é sólida, e isso permite a ativação de vários projetos diferentes ao mesmo tempo.

Por exemplo, Stranger Things foi vista na sua terceira temporada por 64 milhões de contas durante as primeiras quatro semanas (de acordo com os dados da Netflix).

Números simplesmente impressionantes.

 

Via Netflix


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