Em 28 de junho de 2018, Amber Peterson escreveu no Facebook uma história que impactou a muitos. Sua filha de sete anos de idade estava jogando no seu iPad, até que a criança, assustada mostrou o dispositivo para ela, que lia um livro tranquilamente.

Na tela, a mãe viu que o avatar de sua filha estava sendo graficamente estuprado por dois avatares masculinos. A mãe não acreditava no que estava vendo: uma violência sexual virtual. Então decidiu lançar a advertência na rede social, para alertar aos pais sobre o que estava acontecendo.

 

 

Depois da denúncia, os responsáveis pelo game Roblox afirmaram estar indignados ao ver as políticas da comunidade e as regras de conduta de jogo foram sabotadas. Por outro lado, é bem óbvio que um jogo dirigido para crianças não deveria expor conteúdo sexual gráfico.

O YouTube está cheio de vídeos sexuais hardcore do jogo. Estupros, orgias, relações sexuais ente avatares. O que surpreende é que, de novo, esse é um jogo PARA CRIANÇAS!

 

 

A pergunta que fica é: quem faz isso… são os adultos ou as crianças? De fato, é difícil ter certeza nisso.

Mais preocupante ainda é o YouTube alojar esses vídeos que podem ser acessados com facilidade pelas crianças.

Tudo isso é preocupante. É um reflexo de como a violência sexual está impregnada nas redes sociais e na vida real. Talvez o problema é a dificuldade das pessoas lembrarem que quem está por trás de um avatar também é um ser humano.

 

Via The Sun