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As consequências econômicas do veto de Trump contra a Huawei em 2019

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Mais de um mês depois do anúncio do veto do governo Donald Trump contra a Huawei, ainda temos os reflexos dessa decisão. Google, ARM, SD Association e várias outras parceiras da empresa chinesa simplesmente deram as costas para ela, aponto da própria Huawei reconhecer uma queda significativa de lucros no segundo trimestre de 2019 como consequências do veto (mais de 40% de queda nos lucros estimados).

Em números: no ano passado, a Huawei vendeu 206 milhões de smartphones envolvendo dispositivos de todas as suas marcas. Para 2019, a previsão de vendas é de uma queda de 80 milhões de unidades.

 

 

Os lucros brutos da Huawei estão na casa de US$ 100 bilhões, o que seria uma queda de apenas 1,04% em relação aos números alcançados em 2018. mas precisamos esperar para ver quais são as outras consequências do veto. Antes da decisão de Trump, os números da Huawei estavam em US$ 125 bilhões. A queda de números para 2019 é estimada em US$ 20 bilhões para 2019, e US$ 30 bilhões entre 2019 e 2020.

 

 

Uma evolução otimista, apesar de tudo

 

 

Com o bloqueio dos estados unidos prorrogado, a evolução prevista pela Huawei se mantém otimista, apesar do cenário atual, com a perspectiva de recuperação já para 2020 e uma vitalidade plena dos números estabelecida para 2021, com a ajuda das vendas na China, onde não existe qualquer bloqueio norte-americano (só o bloqueio chinês).

A Huawei conseguiu aumentar em 20% os seus lucros em seu país natal, e de acordo com a empresa, a China representa 50% das vendas da empresa ao redor do mundo.

 

 

Muito além dos dados econômicos, a Huawei se mantém otimista sobre o futuro do seu departamento de smartphones, mas entende que o ideal para o futuro da tecnologia prosperar é a existência de “uma cooperação livre entre as empresas que estão destinadas a melhorar a colaboração e o trabalho de empresas chinesas com empresas norte-americanas”. A Huawei se compromete a não reduzir os seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento, apesar das previsões econômicas.


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