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A Xiaomi finalmente apresentou a Xiaomi Mi Band 5, e chegou a hora de ver como ela evoluiu em relação ao modelo da geração anterior. Indo de uma nova forma para recarregar o dispositivo até o disparador remoto da câmera, vamos analisar cada ponto dessa evolução.

As pulseiras de atividades evoluíram muito com o passar do tempo, mas permanecem como um prático acessório para um maior controle das atividades do smartphone e da rotina de exercício. As versões mais recentes da Mi Band receberam tela colorida, monitor do ritmo cardíaco, são submergíveis e personalizáveis.

Agora, a Xiaomi Mi Band 5 é oficial, e entrega algumas novidades em relação ao modelo anterior, a Xiaomi Mi Band 4 (ou Mi Smart Band 4, na sua versão internacional).

 

 

 

Uma evolução tímida?

 

 

Não é um salto entre gerações tão expressivo no design. A Xiaomi Mi Band 5 mantém o design ovalar, a tela colorida AMOLED personalizável, as pulseiras intercambiáveis, é submergível e segue monitorando automaticamente vários exercícios.

A principal mudança no novo modelo é o seu sistema de recarga, estreando um conector magnético que se adere à parte posterior traseira do dispositivo para a recarga da bateria. Chega de remover o núcleo da Mi Band de sua pulseira. Um grande avanço.

Outra grande mudança é a monitorização do ritmo cardíaco 24 horas por dia, assim como acontece com o registro do sono (com leituras automáticas mais frequentes que na Mi Band 4). As medições são muito mais precisas, com avisos diante de ritmos irregulares do coração. Além disso, a Xiaomi Mi Band 5 tem como outra novidade o monitoramento do período menstrual, do ritmo de ovulação e lembretes sobre o período fértil.

 

 

 

Maior tamanho de tela, mais brilho e menor autonomia

 

 

A Xiaomi Mi Band 5 tem uma tela de 1.1 polegadas, contra 0.95 da Mi Band 4. São 20% a mais de superfície útil. A tela AMOLED do novo modelo é mais brilhante (450 nits, contra 400 nits), deixando o dispositivo ainda melhor para ver as informações na tela em dias de sol forte ou ambientes externos.

A má notícia que vem com todas as melhorias é a menor autonomia da Xiaomi Mi Band 5, que passa dos 20 dias para os 15 dias de uso. A bateria do novo modelo é a mesma, tanto com ou sem NFC (125 mAh). Em troca, o novo modelo recebe um disparador remoto para a câmera do smartphone sem precisar instalar outros aplicativos.

 

 

A vantagem da recarga magnética reduz o impacto negativo da redução da autonomia de bateria: basta conectar o carregador para um USB e aproximar a área magnética da carga traseira da Xiaomi Mi Band 5. Muito mais prático que desmontar a pulseira inteira. O tempo de recarga é mais ou menos o mesmo nos dois modelos, ou seja, menos de duas horas.

 

 

A Xiaomi Mi Band 5 conta com um modelo padrão e outro que inclui NFC para pagamentos móveis e acesso ao transporte público, diferente da Mi Band 4 (que em momento posterior enviou o modelo com NFC para a Europa). O modelo com NFC pode interagir com o Yaoi, assistente virtual da Xiaomi, utilizando o microfone (a Mi Band 4 oferece comandos de voz também na versão com NFC). Não sabemos se na versão internacional do novo modelo será compatível com o Alexa (há rumores apontando para isso).


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