Xiaomi Mi Band 5: motivos que justificam a compra

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A Xiaomi Mi Band 5 chegou ao mundo, e promete mais uma vez arrasar nas vendas ao redor do mundo. Não faltam argumentos para isso, já que conta com várias melhorias em relação à muito competitiva Mi Band 4, especialmente na precisão da quantificação de dados, apenas do design não sofrer alterações.

A nova pulseira da Xiaomi conta com sensores melhorados para medir passos, distâncias e qualidade do sono, além de incluir pela primeira vez o chip NFC para pagamentos móveis.

Mesmo assim, muita gente está se perguntando se vale a pena comprar a nova pulseira. Pois bem, esse post apresenta cinco características que justificam o investimento. Também é preciso estabelecer as diferenças entre o modelo de 2020 e o modelo de 2019, ainda mais agora que a Mi Band 4 deve ficar mais barata.

 

 

 

Com chip NFC, mas não em todas as versões

 

 

Uma das melhorias mais importantes da Xiaomi Mi Band 5 é a presença do chip NFC para pagamentos móveis. Ainda é preciso confirmar se esse modelo terá lançamento global. Por enquanto, a China só está vendendo a pulseira sem NFC, de modo que temos que esperar um pouco para comprar a versão mais completa do produto.

Além disso, o NFC consegue vincular de forma muito mais rápida e simples a smartband com o smartphone (que também precisa ter o chip NFC, obviamente). Nesse momento, não há muitas pulseiras ou relógios inteligentes com essa tecnologia por causa dos seus custos de fabricação, e a Mi Band 5 tem esse importante diferencial a seu favor.

 

 

 

Melhorias nos sensores

 

 

Um elemento crucial na hora de comprar um dispositivo que tem como uma das principais funções a medição dos dados físicos. Na Mi Band 4, esse item já era muito bom, mas na Mi Band 5, esse aspecto melhora de forma notável.

Agora, a pulseira inteligente da Xiaomi mede muito melhor valores como distância, calorias ou qualidade do sono. É uma novidade que não passa desapercebida, mas não é tão chamativa quanto as demais. Todos esses dados continuam a ser enviados automaticamente para o app Mi Fit, que é onde os usuários visualizam esses dados.

 

 

 

A autonomia de bateria segue impressionando

 

 

Ter quase um mês de autonomia de bateria não é exatamente uma novidade na Xiaomi Mi Band 5, mas não deixa de ser um ponto de destaque do produto, principalmente levando em conta os sensores melhores, mais chips e mais configurações que sempre fazem com que a bateria dure menos.

Na prática, a Mi Band 5 tem a mesma autonomia da Mi Band 4, que é de 3 a 4 semanas de uso… dependendo do perfil de uso, obviamente. Em condições normais, você pode esquecer o carregador da pulseira em casa na sua viagem de férias.

 

 

 

Carga magnética

 

 

Era um pedido antigo dos seus usuários, pois coloca um fim ao processo de remover o núcleo da pulseira para conectá-la a um carregador. Isso era algo que degradava a pulseira de silicone com relativa rapidez, obrigando os usuários a trocar o acessório de tempos em tempos.

Pois bem, a Mi Band 5 conta com um sistema de carga magnética através de uma porta que se conecta diretamente na parte traseira, e sem precisar remover o núcleo da pulseira de silicone.

 

 

 

O preço continua bem acessível

 

 

A Xiaomi Mi Band 5 deve custar entre 30 e 40 euros, mas esse valor tende a cair com o passar dos meses. No Brasil, ela não deve custar muito mais do que o valor atual da Mi Band 4, seja pela DL Eletrônicos ou pelos vendedores alternativos. Mas considere o salto de valor quando o produto chegar ao ocidente.

Essa é a melhor relação custo-benefício entre as smartbands disponíveis no mercado. Para pagar mais do que isso, é melhor comprar um smartwatch da Amazfit. Logo, é correto dizer que a Xiaomi Mi Band 5 vai arrasar de novo nas vendas.

Aguarde, confie e testemunhe!


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