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Xiaomi, e a grande dúvida: ela consegue manter o custo-benefício (quase) sem ganhar dinheiro?

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A Xiaomi passou de um exótico player chinês do mercado mobile, muito mais alimentado pelo hype dos seus usuários e de projeções que eram mais teóricas do que práticas, para se tornar um protagonista que fez tremer concorrentes com muito mais tradição na fabricação de smartphones.

A forte comunidade de usuários (que basicamente são fãs da empresa) e a real capacidade de inovação apresentada por seus produtos, com componentes inéditos no setor (a tela envolvente do Mi Mix Alpha é apenas o mais recente exemplo do que eu estou falando) colocam a Xiaomi em posição de protagonista no setor.

Porém, toda essa evolução levanta dúvidas sobre a manutenção da principal virtude da Xiaomi, no entendimento do seu consumidor, é claro: a excelente relação custo-benefício.

 

 

Até quando a Xiaomi aguenta?

 

 

O sucesso da Xiaomi é indiscutível, especialmente no Brasil, onde o match perfeito entre a sua proposta de produto e o seu lema de preços honestos conquistou os corações de muitos fãs de tecnologia. A marca é campeã de vendas em nosso país e, sabendo disso, decidiu investir pesado, com a chegada de produtos oficiais e até a inauguração de loja física oficial da empresa.

Parte da estratégia bem sucedida passa por separar os seus produtos em segmentos: Black Shark para smartphones orientados ao gaming, Poco para telefones de altas configurações a preços muito reduzidos, Redmi para modelos de entrada e linha média para canais de vendas online e Mi para modelos top de linha vendidos em todos os tipos de distribuidores.

Como pano de fundo de tudo isso, uma curiosa promessa que não tem prazo de caducidade: a Xiaomi terá lucros líquidos de hardware de, no máximo 5%, e jamais esse valor vai superar essa margem.

 

 

A dúvida nesse momento é se a Xiaomi pode manter os seus preços com essa margem de lucro de forma indeterminada, ainda mais agora que a concorrência decidiu utilizar essas mesmas armas.

Uma hora essa conta pode não fechar, e não existe almoço grátis no mundo da tecnologia. E toda empresa existe com o objetivo de obter lucros. Agora, combine essas pérolas de sabedoria e tire as suas conclusões.

Esse post não é um exercício de futurologia, mas sim um artigo de opinião para levantar uma discussão que pode ou não se refletir em um futuro com decisões que podem afetar (ou não) uma grande comunidade de usuários.


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