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Hoje, a Xiaomi é uma das marcas de tecnologia mais relevantes do mercado, e mostrou um crescimento meteórico nos últimos nove anos. Em 6 de abril de 2010, sete empreendedores se uniram para criar a marca, e tudo o que testemunhamos sobre ela até agora beira ao inacreditável.

A Xiaomi começou como uma empresa de software, e em 2011 iniciou a sua aposta no hardware, com o Xiaomi Mi 1, um smartphone que recebeu visibilidade por causa da sua relação custo/benefício, algo que seria o principal sinal de identidade dos produtos da empresa ao longo desses anos.

 

 

Apesar do Xiaomi Mi 1 ser um smartphone bem simples se comparado com os dispositivos apresentados hoje, ele já surpreendeu naquela época, o que mostra que desde sempre a Xiaomi sabia como chamar a atenção positivamente. A interface MIUI já era popular em alguns dispositivos, e os smartphones da marca só fizeram essa popularidade aumentar, chamando a atenção em outros mercados.

 

 

A Xiaomi não para de crescer, e em diferentes segmentos

 

 

Não satisfeita em receber destaque no mercado de telefonia móvel, a Xiaomi acabou criando todo um ecossistema de produtos para os seus usuários na China. O resultado disso é a legião de fãs que existem em torno da marca em todo o mundo, que acabam adquirindo mais de um produto da empresa para viver essa experiência de uso com ótima relação custo/benefício de forma plena.

Mas o principal segmento da Xiaomi continua a ser o mercado de smartphones. Hoje, a marca está na quarta posição global nesse segmento, atrás de Samsung, Huawei e Apple. Algo que se explica com produtos que, em muitos casos, são a melhor opção do mercado, considerando as suas características técnicas e o preço dos dispositivos.

 

 

A Xiaomi conseguiu revolucionar o mercado com o primeiro Mi Mix, o primeiro smartphone do mercado sem três margens de tela. Hoje, a maioria dos fabricantes adotou essa filosofia de design. A marca é também uma das campeãs de vendas de televisores na China, e é uma das poucas que consegue combater o ecossistema da Apple. A má notícia é que a grande maioria dos seus produtos não sai do país asiático, e quando sai custam bem mais caros.

Por fim, a Xiaomi mostrou um crescimento incrível em nove anos, batendo vários recordes. Agora, é ganhar maturidade para conquistar outros mercados, como o europeu, o norte-americano e o brasileiro. Quem sabe não estamos diante da futura líder de mercado mobile?

Vamos dar mais nove anos para a Xiaomi, e voltamos a falar sobre isso.


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