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Volta a polêmica: montar um PC do zero ou comprar um pré-configurado?

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É uma polêmica que aparece de tempos em tempos: devemos montar um PC peça por peça, ou comprar um equipamento pré-configurado?

Para quem tem os conhecimentos técnicos necessários para a tarefa, montar um PC do zero oferece uma melhor relação custo-benefício. Porém, nem todos contam com tais conhecimentos e, para essas pessoas, pesquisar (e muito) as opções disponíveis é a regra do dia. Sem falar que quem monta por conta tem que entender mesmo do assunto, pois qualquer erro pode ser fatal para um componente ou para todo o conjunto.

Hoje, montar um PC do zero não é algo complicado. O que complica é montar um conjunto equilibrado, sem gargalos de desempenho, com boa experiência de uso e com um preço competitivo. Sem falar no tempo que você gasta no processo o que, de qualquer forma, se reverte em dinheiro perdido.

Colocando tudo isso em perspectiva, o PC pré-configurado volta a ser uma boa opção para quem não quer ter tais complicações. Por outro lado, essas pessoas precisam lidar com o preço elevado de alguns equipamentos.

 

 

 

O valor de um PC peça por peça

 

 

A NZXT reacendeu essa discussão que, ao meu ver, é eterna. E fez isso quando apresentou um PC que é definido como Starter, ou seja, entregando o mínimo para rodar jogos em 1080p. A seguir, as configurações técnicas do equipamento e o seu preço sugerido:

Placa-mãe MSI B365M MORTAR.
Processador Intel Core i3 9100F, com quatro núcleos e quatro threads.
8 GB de RAM DDR4 de 3.000 MHz.
Ventilador DeepCool.
Placa de vídeo MSI GeForce GTX 1650 D6 Ventus XZ OC.
Intel 660p M.2 SSD de 512 GB.
Fonte de alimentação EVGA 450W Bronze.
Chassi NZXT H510 com vidro temperado.

 

O preço sugerido para venda desse PC é de US$ 700. É um preço bem alto para uma configuração considerada básica, que pode ser reproduzida por qualquer pessoa com conhecimentos informáticos ao comprar peça por peça por um valor de aproximadamente US$ 550. E, ainda assim, dependendo do seu perfil de uso, dá para economizar ainda mais na compra de um PC similar.

Se você for mais esperto nas escolhas, pode reduzir o orçamento para algumas peças e investir um pouco mais em outras. Por exemplo, comprar um SSD com menor velocidade para investir mais em uma placa de vídeo mais potente. Ou quem sabe economizar mais dinheiro para obter um segundo módulo de RAM.

Uma grande vantagem em montar um PC do zero é justamente trabalhar o orçamento que você possui para obter um produto que será mais próximo do que você realmente precisa. Por exemplo, com os mesmos US$ 700, é possível montar sem maiores problemas um PC com as configurações abaixo:

Placa-mãe MSI B365M MORTAR.
Processador Intel Core i5 10400F com seis núcleos e doze threads.
16 GB de RAM DDR4 de 3200 MHz.
Ventilador Cooler Master Hyper TX3 EVO.
Placa gráfica KFA2 GTX 1660 Super com 6 GB de GDDR6.
Crucial 500GB M.2 PCIE SSD.
Fonte de alimentação EVGA 450W Bronze.
Um gabinete econômico qualquer.

 

As duas configurações apresentadas nesse post são bem diferentes, tanto no desempenho bruto como na vida útil e, ainda assim, o preço da segunda configuração pode ser inferior ao da primeira. Esse simples comparativo pode ilustrar melhor por que montar um PC peça por peça ainda é a melhor opção nesse momento para quem quer a melhor relação custo-benefício, sempre e quando a pessoa possui os conhecimentos necessários para isso.

 

 

Via Notebook Check, PCComponents


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