
Faltava o preço por aqui.
A Samsung anunciou a chegada oficial do smartphone ultrafino Galaxy S25 Edge no Brasil por R$ 8.799. O modelo, que combina design ultrafino com hardware de última geração chega como esperado: um smartphone de luxo, com preço proibitivo para a maioria dos meros mortais.
A Samsung está inaugurando uma nova categoria de dispositivos no mercado, e está apostando alto na oferta de um telefone de alto desempenho com portabilidade e design elegante. Tá, ele tem algumas concessões nos sensores fotográficos, mas nada muito relevante.
E a pergunta que eu deixo aqui é: você vai encarar?
Promoção de lançamento e disponibilidade

As vendas do Galaxy S25 Edge já começaram, com entregas previstas a partir de 27 de maio. Até 1º de junho, a Samsung oferece a promoção que todo mundo já está acostumado: quem comprar o modelo de 256 GB receberá gratuitamente a versão com 512 GB.
Após o término da promoção, a versão com maior armazenamento passará a custar R$ 9.799. A pré-venda deve acontecer nas principais varejistas e na loja oficial da Samsung no Brasil.
E a Samsung vai fazer o que estiver ao seu alcance para impulsionar ao máximo as vendas iniciais do Galaxy S25 Edge. Mais do que reforçar a sua liderança no mercado brasileiro, a marca quer estimular o hype de vendas dentro do segmento premium.
Android 15 e atualizações por 7 anos

Dois dos grandes argumentos a favor do Galaxy S25 Edge são o fato dele já chegar de fábrica com o Android 15 e a One UI 7 (que está maravilhosa) e a promessa da Samsung em entregar cinco atualizações de sistema operacional e sete anos de pacotes de segurança.
Muito mais do que os recursos de inteligência artificial e as possibilidades de personalização da nova interface, o Galaxy S25 Edge ganha nesse maior compromisso com a longevidade que o usuário recebe da marca.
Isso pode fazer a diferença para consumidores que desejam um celular durável e com bom valor de revenda.
Por que o Galaxy S25 Edge existe?

Para que a Samsung ganhe dinheiro, é claro.
Calma. Estou brincando.
O Edge se posiciona como uma alternativa ao S25 Ultra, mas com foco em leveza e design diferenciado. É o smartphone premium com tela grande, ótimas câmeras, potência de sobra, mas não pesa ou mede o mesmo que um tijolo.
Ainda sou um pouco resistente a acreditar que existe mesmo um grande grupo consumidor que vai aceitar a proposta dos ultrafinos sem se importar com a autonomia de bateria do telefone.
Por outro lado, é correto pensar que tem muitas pessoas que estão de saco bem cheio de utilizar um smartphone grande e volumoso no bolso.
Posso falar por mim: troquei o Galaxy S21 Ultra com os seus bons anos de serviços prestados para investir em um Galaxy S23, mais compacto e leve, que me atende muito bem.
A grande diferença aqui é que paguei R$ 2.700 no meu novo smartphone, e não R$ 8.800 em um ultrafino que ainda não sei se vai fritar um ovo na parte traseira.
DICA PARA A VIDA: espere o feedback dos Early Adopters neste caso.
Via Samsung

