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Na verdade, faz muito tempo que é coisa de menina. A gente é que não dava muita importância.

Não faz muito tempo que o mundo do videogame estava cheio de preconceitos. Os pais viam isso como algo inútil e prejudicial para o desenvolvimento dos filhos, ou que era uma atividade “limitada”, com público quase exclusivamente masculino. Mas a realidade é bem diferente. As meninas são vistas por aí com consoles portáteis, jogando nos celulares e nos consoles domésticos. E não são poucas.

Os videogames sempre despertaram interesse nos dois sexos, mas é certo que a participação masculina sempre foi maior. Mas com o passar do tempo, isso está mudando, até se transformar em um mito do passado. Os dados de um novo estudo, mais concreto e estruturado do que os anteriores, mostra a porcentagem de jogadores e jogadores nos consoles, PCs e dispositivos móveis.

Nos consoles, 65% dos usuários são homens e 35% são mulheres. Nos PCs, temos 52% homens e 48% mulheres. Nas plataformas móveis, a distância é ainda menor: 51% homens, 49% mulheres. Não menos chamativo é o fato de 85% dos adolescentes jogarem hoje algum tipo de videogame, número que se mantém em 62% quando falamos dos adultos.

Logo, sem preconceito, marmanjos. Se as meninas querem jogar videogames, façam com que elas se sintam bem vindas. E encare elas de igual para igual, nada de fazer delas uma “café com leite”. Algumas meninas que eu conheço são mais competitivos que muitos garotos por aí.

Via Ad Age


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