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A Apple só fabrica smartphones top de linha. A decisão é discutível diante de modelos como o iPhone SE ou o iPhone XR, mas estamos falando de dispositivos com preços elevados (considerando a média de preços do mercado). Isso está fazendo a empresa sofrer com as vendas dos modelos mais recentes.

Muitas pessoas ao redor do mundo compram iPhones com contratos de fidelidade com as operadoras, que duram entre um e dois anos. Depois disso, era comum ver as pessoas trocarem de iPhones quase todos os anos, especialmente nos términos de contratos. Isso resultava em uma boa fatia de vendas para a Apple, mas nesse momento não está funcionando.

Os smartphones top de linha estão cada vez mais caros, e não apenas na Apple. Samsung e Huawei também contam com modelos que superaram a marca dos US$ 1.000. Sem falar nos contratos de operadoras que contam com aumentos anuais na mensalidade. Tudo isso resulta em uma menor motivação no upgrade do iPhone e de outros dispositivos top de linha.

 

 

A tendência é que a distância vai aumentar

Hoje, os usuários trocam de iPhone a cada 2.7 anos, e a tendência é que essa margem de tempo vai aumentar. No ano fiscal da Apple em 2018, os números indicaram que os upgrades de iPhone por parte dos usuários já estavam na casa dos três anos entre um dispositivo e outro e os analistas estão prevendo um aumento de período de troca para 4 anos para o ano fiscal de 2019.

Como resultado desse cenário, o programa de substituição de baterias dos iPhones deve desaparecer em breve, reduzindo o tempo de vida útil dos dispositivos, pensando em uma forma de elevar as vendas dos smartphones.

O futuro da Apple não é dos mais promissores. As vendas de iPhones estão cada vez menores, e a gigante de Cupertino está perdendo mais e mais terreno em comparação com a concorrência.

 

Via PocketNow


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