De tempos em tempos, a ciência entrega alguns estudos bem inusitados. Aqueles que ninguém pediu para serem feitos, mas de alguma forma servem para as nossas vidas. Como em nesse caso, onde 3.400 estudantes viciados em smartphones tiveram que falar sobre sua dependência ao dispositivo e sua vida sexual nas universidades. E os resultados são preocupantes.

 

 

Vida sexual mais ativa vs menos felicidade

 

O estudo foi realizado pela Universidade de Chicago, em parceria com as Universidades de Cambrige e Minnesota, onde o resultado mostra que aquelas pessoas que passam mais tempo no celular contam com mais parceiros sexuais em comparação com aqueles que não usam o smartphone com tanta frequência.

O estudo buscava verificar os efeitos produzidos pelos smartphones nos estudantes. Algumas perguntas foram feitas para os participantes do estudo, como por exemplo:

– Os seus amigos ou familiares já reclamaram sobre o seu uso excessivo do smartphone?
– Você tem problemas ao se concentrar na escola ou no trabalho por causa do uso do smartphone?
– Você fica impaciente sem o seu smartphone?
– Você sente que o tempo que passa com o smartphone está aumentando com o passar do tempo?
– Você não fez as suas obrigações por ficar utilizando o smartphone?
– Já experimentou consequências físicas pelo uso excessivo do telefone, tais como vista borrada ou leves enjoos ou tontura?

 

 

 

Os resultados? Como eu disse antes, preocupantes.

Um em cada cinco estudantes responderam ‘positivo’ para a maioria das perguntas. 50% desse grupo foram mulheres. Dentro desse grupo, também foi descoberto que os estudantes tiveram dois ou mais parceiros sexuais nos últimos 12 meses, o que estabeleceu a relação entre esses dois fenômenos.

Até pode ser que as pessoas estão usando os smartphones para conseguir mais parceiros através dos apps de encontros, mas também podem estar deixando de lado as relações mais normais também por causa dos telefones. Ou seja, quando você planeja uma coisa, ela pode sair completamente diferente quando aplicamos a teoria na prática.

 

Via BBC