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Como Twitter, Facebook, Instagram e Google estão combatendo a ‘infodemia’ do coronavírus COVID-19

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O coronavírus Wuhan (ou COVID-19) foi notificado pela primeira vez em 31 de dezembro de 2019, e pouco mais de um mês depois, a Organização Mundial de Saúde começou a falar de uma infodemia, ou uma sobrecarga de informações (verídicas ou não) que dificultavam a localização de fontes de confiança sobre a doença.

A desinformação é um grande problema que ajuda na disseminação do coronavírus, e dois meses depois que a doença apareceu (e que agora começa a tomar a Europa de forma perigosa), vamos ver como que as gigantes da informação online lidaram com o tema.

 

 

 

A reação das redes sociais (e do Google)

 

 

Nas últimas semanas, médicos e cientistas mostram avanços na luta contra o COVID-19, mas a desinformação propagada gera pânico, confusão e obstáculos para as medidas de contenção da doença, o que gera consequências graves.

As gigantes tecnológicas decidiram investir nos avisos aos usuários de suas plataformas, com conteúdos válidos sobre o COVID-19, procurando ocultar a falta de visibilidade de conteúdo para notícias falsas e teorias conspiratórias.

O YouTube aumentou a informação oferecida aos usuários sobre o assunto, mostrando em primeiro lugar nos vídeos relacionados com a enfermidade produzidos por veículos confiáveis, além de avisos que mostram que alguns conteúdos estão relacionados com a desinformação ou teorias conspiratórias. Sem falar na limitação da monetização dos vídeos que abordam o tema, algo semelhante ao que acontece com vídeos sobre atos terroristas recentes, que resultaram em perdas humanas em massa ou acontecimentos sociais de caráter controverso.

A medida de aviso sobre os conteúdos também foi tomada nos últimos dias por parte do Facebook e Instagram quando os usuários buscavam pelo COVID-19 nas plataformas, mas não em publicações específicas. As buscas sim, mostram inclusive informações mais atualizadas da OMS e dicas sobre como evitar que o vírus se propague e cuidados para evitar o contágio, com links para as páginas de informação do organismo das Nações Unidas.

No caso do Instagram, o aviso aparece na tela completa, e o Facebook já confirmou que vai eliminar das duas plataformas as postagens mais perigosas sobre o COVID-19, como piadas e bullying. O TikTok também informou que vai remover os vídeos de adolescentes fingindo estarem afetados pela doença.

O Twitter segue com os mesmos avisos já vistos nas últimas semanas, advertindo que remete a informação sanitária oficial local. A principal mudança recente na plataforma é que não aparecem mais os tweets alarmistas sobre o COVID-19 nas publicações em destaque, intensificando assim a visualização das publicações informativas vindas de fontes confiáveis.

 

 

 

Google entrega a ação mais tangível contra a desinformação

 

 

O Google ativou um alerta do Google SOS relacionado com o COVID-19, onde um primeiro bloco se dedica às notícias em destaque vindas de fontes confiáveis, oferecendo as notícias de interesse dos usuários em relação ao assunto, dentro da própria página de busca e sem precisar recorrer a outros sites.

No segundo bloco, de Ajuda e Informação, ele oferece três links diferentes de informações sobre o COVID-19 no site da OMS. O terceiro bloco, de Conselhos de Segurança, oferece recomendações para se prevenir do coronavírus.

Como? Lavar as mãos com frequência, cobrir a boca e o nariz com um pano ou com o cotovelo flexionado ao tossir e espirrar, evitar o contato físico com pessoas com febre e tosse ou evitar o consumo de produtos animais crus ou mal passados. Todas essas medidas são de proteção básica contra o COVID-19, e são fornecidas pela OMS.


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