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A mais recente polêmica envolvendo o Tidal é a denúncia que o serviço de streaming está há meses deixando de pagar as grandes gravadoras pelos direitos de utilização das músicas em sua plataforma.

Mais uma vez, o diário norueguês Dagens Næringsliv, o mesmo da denúncia anterior (que acusava o Tidal de inflar os números de acesso ao material de determinados artistas), que coloca a boca no trombone.

Uma coisa está clara: os problemas para o Tidal não param de aumentar. E a situação econômica da empresa também não é das melhores: o número de assinantes é muito baixo, o que resulta em receitas baixas.

Além disso, os pagamentos às gravadores e artistas são mais elevados que em outros serviços de streaming, e esse foi o motivo para o lançamento do Tidal. Mas parece que o serviço não tem dinheiro para pagar as gravadoras.

Por isso, muitos já conseguem ver o fim do Tidal em um futuro próximo. Deixar de pagar empresas como Sony, Universal e Warner é um claro sintoma de fragilidade da empresa.

As gravadoras confirmaram os atrasos nos pagamentos por parte do Tidal. Em alguns casos, não há pagamentos desde outubro de 2017. Uma situação que parece insustentável. Vamos ver o que acontece nas próximas semanas.


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