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O Google é conhecido por ser uma potência no mundo da tecnologia, com centenas de projetos em desenvolvimento. Por outro lado, também é conhecido por matar projetos com muita facilidade, sem dar segundas ou terceiras chances para produtos que poderiam funcionar bem com um pouco mais de investimento e paciência.

Para quem quer revisitar o passado do Google ou constatar o nível de mortandade da gigante de Mountain View, temos o The Google Cemetary, ou o cemitério do Google, literalmente.

 

 

Tudo o que o Google matou até hoje

 

 

O site não é exatamente uma novidade. Ele viraliza de tempos em tempos, e sua única função na internet é identificar o número de projetos que o Google matou, ou aqueles que estão à beira da morte, na UTI metafórica digital. Alguns projetos presentes no site chegaram a ser anunciados, mas nunca funcionaram. Já outros ainda estão funcionando, mas não atendem aos interesses da empresa.

No primeiro grupo, temos os projetos que prometiam ser um grande sucesso, mas acabaram em um grande nada. Exemplos: Google Buzz, Orkut (discordo um pouco aqui, pois muita gente usou essa rede social e sente saudades até hoje), Google+, Google Wave e outros.

Por outro lado, o Google também se desfez ao longo do tempo de projetos muito amados e utilizados pelos usuários, mas que morreram pelo puro desinteresse em manter os mesmos vivos. Talvez o exemplo mais sentido é o do leitor de notícias Google Reader, que foi mal substituído pelo igualmente morto Google Currents. O iGoogle, página inicial personalizável e o gestor de imagens Picasa (que foi substituído pelo Google Fotos) também são ótimos exemplos desse segundo grupo.

Entre um grupo e outro, um mix de tudo: a previsível morte de alguns serviços, como é o caso do Google Video (em favor do YouTube), assim como aconteceu com o Inbox (em favor do Gmail), com o Google Talk e Hangouts (o segundo morre em 2020), e apps mais desconhecidos como o Google Trips e o serviço de impressão Google Cloud Print (com morte anunciada para dezembro de 2020).

O Google já tem 164 serviços mortos em seu cemitério, indicando que cada projeto tem um ciclo de vida de aproximadamente quatro anos. The Google Cemetery é uma boa pedida para os internautas mais curiosos, onde não só vão encontrar estes e mais dados, mas também as alternativas aos projetos falecidos, e até a possibilidade de inscrição no curioso site para receber alertas a cada vez que o Google matar um novo projeto.

No final das contas, esse site é uma plataforma (quase) multiuso.


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