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telefones móveis

 

O CDC (Centers for Disease Control) dos Estados Unidos revelou em seu mais recente estudo em 20 mil residências norte-americanas que 50,8% dos lares dependem exclusivamente de comunicações móveis, dispensando o serviço de telefonia tradicional.

Não é uma surpresa. Em 2016, essa porcentagem já era de 48.3%, com tendência de crescimento. Ainda é preciso levar em consideração que 39.4% dos lares norte-americanos contam com telefonia móvel e fixa, e que 6.5% contam apenas com um telefone fixo em casa. Já 3.2% não contam com qualquer tipo de telefone em casa.

A tendência de depender apenas do celular ou smartphone é mais notória nas residências com baixo poder aquisitivo (66%), mas grupos com ganhos mais elevados também tendem a adotar esse formato (49%).

Lá fora, alguma operadoras começam a oferecer serviços de streaming de vídeo “ilimitado” nas tarifas móveis, e a velocidade de acesso é cada vez mais alta.

Logo, as comunicações móveis são cada vez mais interessantes, o que reforça a tendência de dispensa das linhas fixas.

No Brasil, isso ainda está engatinhando. Algumas operadoras já oferecem chamadas ilimitadas para qualquer operadora, priorizando a cobrança de dados.

Esperamos que essa mudança de comportamento não resulte em uma super tarifação dos planos dos usuários, resultando em um efeito “cobertor de paraíba”: cobre a cabeça, mas deixa os pés de fora.

 

Via Fortune


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