Arquivo para a tag: yahoo

Yahoo! libera sistema de aprendizagem para classificar imagens pornográficas

by

yahoo-teaser

O Yahoo! confirmou sua última iniciativa Open Source: o lançamento de um sistema de aprendizagem que pode atuar como máquina capaz de classificar imagens pornográficas.

O sistema recorre à inteligência artificial e aprendizagem profunda, para que de forma simples “aprenda” com imagens e dados para que, a partir delas, possam inferir e diferenciar por si as imagens que podem ser classificadas ou não como pornográficas.

 

Mesmo não sendo perfeito, já ajuda bastante

O projeto se chama Convolutional Neural Net (CNN), e já conta com certa utilizada, apesar do Yahoo! confirmar que não pode garantir uma taxa de acerto para esse sistema, já que são os próprios desenvolvedores que vão testar deverão determinar se realmente o sistema vale a pena.

Para a sua distribuição, o Yahoo escolheu o GitHub e o modelo de licença BSD 2-Clause. A versão que podemos obter já vem “treinada”, mas reforçamos que não oferecem garantias concretas. Mas será interessante ver o que a comunidade será capaz de fazer com este sistema.

Não está claro quais possíveis aplicativos podem receber esse sistema, e lembramos que esse tipo de software funcionando próximo da perfeição pode ajudar a lutar e reduzir a presença de conteúdos pornográficos em sites inadequados.

Via Venture Beat

Yahoo! começa a ser processada pelo pior roubo de dados da história

by

yahoo-sad

Os primeiros processos contra o Yahoo! começaram a aparecer apenas um dia depois da confirmação do roubo de dados de 500 milhões de contas de usuário.

Em 2014, 500 milhões de contas do Yahoo! foram comprometidas, incluindo nomes de usuário, endereços de e-mails, datas de nascimento, números de telefones, senhas e até perguntas de segurança cifradas ou não em alguns casos.

O pior de tudo é que o Yahoo! não informou sobre o problema na hora, e só confirmou que 200 milhões de registros apareceram à venda na Deep Web. E, mesmo assim, só revelou isso depois da empresa ser vendida para a Verizon.

 

Processos chegando mais rápido que você possa dizer “Yahoooooo…”

Como esperado, os primeiros processos chegaram a vários tribunais norte-americanos no dia seguinte da violação se tornar pública, alegando negligência e irresponsabilidade por não garantirem a segurança dos dados e não informar os usuários.

Um dos processos busca o status de ação coletiva, e exige reparação de danos não específicos, mas supostamente um ressarcimento econômico para os usuários potencialmente afetados, o que pode ser um grande problema para a empresa gerenciada por Marissa Mayer na recuperação de sua posição na internet, podendo até comprometer a venda dos ativos para a Verizon, avaliados em US$ 4.8 bilhões.

O tempo vai dizer o tamanho do prejuízo. A empresa alega que o ataque foi produzido por um “agente patrocinado por um Estado” (agências de inteligência da Rússia ou da China), e garantem que ainda estão investigando o incidente.

Mas… eles não tiveram tempo de investigar isso desde 2014?

Via Slashdot

Yahoo confirma o vazamento de mais de 500 milhões de contas de sua plataforma

by

yahoo-logo-teaser

O Yahoo confirmou que sofreu o maior ataque cibernético de sua história.

Estimava-se inicialmente que 200 milhões de contas foram comprometidas, mas agora o próprio Yahoo confirmou que pelo menos 500 milhões de perfis foram atacados, superando assim o mega vazamento do MySpace e suas 427 milhões de contas comprometidas.

É um assunto complexo. Há vários meses esse ataque foi ventilado, inclusive com as contas sendo comercializadas na Deep Web.

Agora, o Yahoo confirma que o mega vazamento teria acontecido no final de 2014, onde grande parte dos dados dos usuários foi extraída dos servidores da empresa.

 

Nomes, e-mails e até perguntas de segurança

De todos os dados que foram roubados do Yahoo, encontramos nomes reais, nomes de usuário, e-mails, conversas, números de telefone, datas de nascimento, senhas e assinatura digital. Em alguns casos, as perguntas de segurança com as respostas, com ou sem codificação.

De acordo com o Yahoo, a informação roubada não inclui senhas não protegidas, dados de cartão de crédito e contas bancárias, já que estes dados não são armazenados nos servidores violados.

O ataque afetou “pelo menos 500 milhões de contas”, que teriam sido roubadas por alguém que trabalha para um governo externo, que não mais trabalha dentro da rede do Yahoo.

A empresa divulgou uma série de recomendações e medidas para reduzir ao máximo os danos aos usuários, incluindo desativar as perguntas de segurança como método para recuperar uma senha do serviço.

Como medida imediata, é altamente recomendado que todos aqueles que não mudaram suas senhas desde 2014 que mudem imediatamente.

Via Yahoo

Verizon compra o Yahoo!, e uma era na internet chega ao fim

by

yahoo-teaser

A operadora norte-americana de telefonia móvel Verizon confirmou a compra do Yahoo! pelo valor de US$ 4.830 bilhões.

Nem mesmo Marissa Mayer, considerada uma especialista em recuperar empresas de cenários de crise deu jeito dessa vez. Fato é que o Yahoo! não era mais uma força dominante na internet, e diante de tantas decisões consideradas equivocadas, a venda foi um movimento inevitável.

O valor é um pouco acima dos US$ 4.4 bilhões pagos pela Verizon na compra da AOL no ano passado. As duas compras estão relacionadas: o objetivo da operadora é reforçar a sua posição de “uma empresa multimídia e móvel”, além de ajudá-los em “acelerar os lucros na publicidade digital”.

Você deve estar se perguntando: “por que uma operadora de telecomunicações comprou o Yahoo!?”.

De certo modo, tem sentido: o preço era baixo (comparado com o que a empresa valia a alguns anos) e em troca levam um concorrente direto do Google e do Facebook na publicidade digital, além do conglomerado de notícias da empresa para monetizar os seus próprios conteúdos de vídeo.

A compra não inclui todo o Yahoo!, mas sim a sua estrutura fundamental (buscas, conteúdo e serviços). Ficou de fora do acordo o dinheiro em caixa da empresa, a sua participação no Alibaba, o Yahoo! Japão e as patentes não relacionadas com a tecnologia e os negócios que aglutinam o portfólio Excalibur, entre outros. Tudo isso segue sendo gerenciado com o que ficou no Yahoo!, que passa a ser uma empresa de investimentos, tendo inclusive que mudar de nome.

O que acontece agora com o Yahoo!?

A Verizon ainda não entrou em detalhes sobre o que vai fazer com os serviços oferecidos hoje pelo Yahoo! (incluindo Mail, Flickr e Tumblr), mas não devem acontecer mudanças em curto prazo.

De imediato, o Yahoo! vai se integrar com a AOL, e será gerenciada por Marni Walden, EVP e presidente de inovação de produto e organização da Verizon. Não fica claro o que acontecerá com Marissa Mayer, mas tudo indica que ela deve deixar a empresa. Ela afirma que quer ficar. Também não está claro o futuro dos mais de 8.800 funcionários da finada gigante da internet.

Como toda compra e venda de uma gigante da tecnologia, ainda falta a aprovação dos acionistas do Yahoo!, além da aprovação dos órgãos reguladores. Mas é esperado que todo o processo seja concluído até o primeiro trimestre de 2017.

CEOs do Twitter e do Yahoo! também foram hackeados

by

ceo twitter hackeado

As contas do Twitter do próprio CEO do Twitter, Jack Dorsey, e da CEO do Yahoo!, Marissa Mayer, foram hackeadas pelo grupo OurMine.

O sequestro das contas consistiu de fotos e vídeos, com um anuncio que afirmava “testar a segurança” das contas, e um link onde o grupo “vende seus serviços”.

O OurMine é o grupo responsável por outros casos de captura de contas de grandes executivos de tecnologia, porém, as identidades usurpadas não foram retida por conta de ataques de alto nível, ou por vulnerabilidade da rede social, mas sim através de uma senha obtida no hakeamento de outros serviços.

Não é a primeira vez que isso acontece

Entre os casos mais conhecidos, temos Brenda Iribe (Oculus), Mark Zuckerberg (Facebook), Travis Kalanick (Uber), Sundar Pichai (Google) e Dick Costolo (ex-Twitter), que tiveram suas contas no Twitter violadas nos últimos tempos.

CEO_Twitter

O grupo admitiu que utilizou dados vendidos na Deep Web dos recentes hackeamentos do Tumblr, LinkedIn ou MySpace, onde milhões de senhas vazaram na internet.

Esse cenário segue deixando em maus lençóis os grandes executivos, que deveriam dar exemplo, já que tudo indica que os hackeados não cumpriram uma das regras básicas na utilização de senhas: não utilizar a mesma senha para tudo. Se um serviço fica comprometido, quem tem a senha terá acesso a todos os nossos dados nas demais plataformas.

Google pode tentar comprar o Yahoo

by

yahoo-marissa

Que o Yahoo não passa por um bom momento, isso não é novidade. A empresa dirigida por Marissa Mayer não consegue levantar a cabeça, envolvida em um cenário que inclui agora o surgimento de rumores que indicam que a Google pode apresentar uma oferta de compra da empresa.

O Yahoo revelou no começo de fevereiro resultados fiscais com perdas de US$ 4.359 bilhões em 2015, além de anunciar um plano de corte de gastos que contemplavam demissões e o fechamento de escritórios em várias cidades ao redor do planeta. Com isso em mente, podemos entender por que a empresa abriu um período onde começou a aceitar propostas de compra, orientado para empresas interessadas em nas suas atividades operacionais na web e nos ativos na Ásia (Yahoo Japão), e dado que esse período se encerra no dia 11 de abril, tudo indica que a oferta da Google poderia chegar de última hora.

Outra gigante interessada é a Verizon, operadora de telefonia norte-americana, que já teria lançado uma oferta de US$ 8 bilhões pelo Yahoo.

É preciso esperar para ver se a notícias se confirma e qual será a oferta da Google. Sem falar que não podemos nos esquecer que a Microsoft pode ser mais uma das interessadas. O mais curioso disso tudo é que, em 2008, a gigante de Redmond ofereceu US$ 44.6 nilhões pelo Yahoo, que na época disse ‘não’.

Via The Verge

Yahoo Games fecha as portas em definitivo em maio

by

Yahoo-crash

O Yahoo segue o seu processo de reestruturação, visando a sua sobrevivência. A consequência direta é o fechamento de diversos serviços, entre os quais e encontram a plataforma de jogos em flash Yahoo Games.

A ideia é reduzir os serviços periféricos e se centrar naqueles que formam o seu núcleo básico ou essencial. O Yahoo Games fecha em definitivo no dia 13 de maio, e a partir dessa data, não será possível realizar micro-pagamentos para adquirir objetos em nenhum dos jogos, algo que por outro lado é evidente. Mas… o que acontece com aqueles que investiram muito tempo e dinheiro nos seus jogos favoritos?

A própria Yahoo mantém conversas com alguns dos responsáveis pelos jogos mais populares para solicitar um plano de transição de modo que tais usuários não percam tudo o que eles conseguiram. Esperamos que esse plano chegue aos usuários sem maiores prejuízos.

Vale lembrar que também foram encerrados o Livetext, certos segmentos regionais específicos (como o Yahoo Astrology) e as APIs BOSS para desenvolvedores.

Via Engadget

Quando a Yahoo! poderia ter comprado a Google ou o Facebook… E SIMPLESMENTE NÃO QUIS!

by

yahoo-sad

A Yahoo! passa por problemas sérios, e isso acontece há anos. Uma das empresas lendárias da internet não consegue sair do fundo do poço, mesmo com todos os esforços dos seus executivos. Logo ela, que foi “a menina dos olhos da internet”, com várias oportunidades para ser ainda maior, mas suas decisões foram desastrosas: ou compravam empresas adequadas para rapidamente abandoná-las, ou não compravam aquelas que poderiam ter mudado o curso de sua história.

Ao longo dos anos, vimos como a Yahoo! se equivocou notavelmente nas suas compras. Tudo começou no período da bolha da internet. Eles compraram a Broadcast.com em 1999 por US$ 5.7 bilhões, a transformaram em Launchcast, e depois de testar a ideia, concluiu que o mundo não estava preparado para a era do streaming de áudio. Hoje, vemos o quanto isso foi errado.

A mesma decisão ruim foi tomada com a Geocities, adquirida em 1999 por US$ 3.6 bilhões. Era uma das comunidades com maior tráfego de usuários do planeta, mas a Yahoo! deixou que ela praticamente desaparecesse, sem realizar melhorias nem investimentos no desenvolvimento, transformação e adaptação aos novos tempos.

A Yahoo! também investiu em várias empresas como Overture Services (2003, US$ 1.6 bilhão) ou Right Media (2007, US$ 680 milhões) para impulsionar o seu negócio publicitário, mas o resultado foi desigual, ainda mais com a maior relevância e influência do AdWords da Google (que acertou na compra da DoubleClick em 2008, pagando US$ 3.1 bilhões).

A Kelkoo foi outro desastre: pagaram US$ 600 milhões em 2004 pela empresa, que foi vendida em 2008 por uma quarta parte desse valor depois de ver que o negócio não funcionava como eles esperavam (e não fizeram nada para mudar isso).

Outro erro? Ok. A Hotjobs, comprada em 2002 por US$ 436 milhões. Tinha tudo para ser uma gigante no setor de empregos na internet. Porém, a Monster Worldwide fez isso, ao comprar a Hotjobs da Yahoo por US$ 225 milhões.

Os exemplos mais recentes incluem a compra do Tumblr em maio de 2013 por US$ 1.1 bilhão, em um momento onde o Facebook comprava o Instagram e, três anos depois, sabemos bem qual rede social é a mais popular, e quem soube integrar melhor as tendências e necessidades dos usuários. O Instagram é um gigante em expansão, enquanto que o Tumblr se tornou o vale dos esquecidos.

Parece que a grande exceção dessa comédia de erros da Yahoo! foram os investimentos no Alibaba. E olhe lá.

 

As grandes oportunidades perdidas

yahoo-logo-estilizado-02

Mas todos esses erros não são nada quando ficamos sabendo que a Yahoo! teve a chance de comprar ou ao menos licenciar a tecnologia da Google em 1998, e não o fez. Na verdade, não foi um erro apenas deles: outras empresas e investidores foram incapazes de ver o potencial desse negócio.

Porém, esse grande erro não foi o único. Dois anos depois, em pleno auge da bolha da internet, as buscas se mostraram essenciais para o negócio de várias gigantes web, e ficou claro que a Yahoo! não estava preparada para competir nos mesmos termos, de modo que decidiu chegar a um acordo com a Google para que esse fosse o motor das buscas no Yahoo.com.

É óbvio que a Google levou muito mais vantagem, e as consequências disso foram muito piores para a Yahoo! Com esse movimento, a empresa de Mountain View deu o primeiro passo para se tornar referência absluta nesse segmento. Só isso!

Mas… espere! Tem mais!

Em 2002, a Yahoo! teve outra chance de comprar a Google. Terry Semel, CEO da empresa na época, ofereceu US$ 3 bilhões para Larry Page e Sergey Brim, mas os dois recusaram a oferta com uma contra-proposta de US$ 5 bilhões. E Semel entendeu que esse valor era “um absurdo”, já que na época a receita da Google era de aproximadamente US$ 240 milhões anuais, enquanto que a da Yahoo! girava em torno de US$ 837 milhões anuais.

A compra poderia ter sido mais uma fusão, uma vez que a Yahoo! teria que investir praticamente todos os seus ativos na compra. Mas (obviamente) Semel não tinha ideia do que estava em suas mãos, já que era um empresário de Hollywood e o máximo que ele conhecia sobre tecnologia era enviar e-mails. Ele queria transformar a empresa em uma gigante de mídia.

“US$ 5 bilhões, US$ 7 bilhões, US$ 10 bilhões. Não sei quanto vale a Google, e vocês também não”, disse Semel para a sua equipe. “Nem por um (palavrão) vamos fazer isso! (adquirir a Google)”.

O resto, como vocês bem sabem, é história.

Outra falha da Yahoo! foi não valorizar uma aquisição tão promissora como a do Flickr, que saiu de graça (apenas US$ 40 milhões; há fontes que afirmam que foi entre US$ 22 milhões e US$ 25 milhões. O serviço preferido dos amantes da fotografia demorou para ser atualizado (com vários acertos quando o fez), e deixou de ser uma referência no mundo da fotografia móvel, deixando o trono para o Instagram e o Facebook.

O mesmo foi repetido com o Delicious, outra lenda da internet, onde sua compra só aconteceu por conta do talento dos seus fundadores, e não por causa do produto, que foi destruído com o tempo.

Um erro no nível da não-compra da Google foi não comprar o Facebook em 2006, por US$ 1 bilhão. Mas aqui não houve tanta culpa por parte da Yahoo!: as ações de momento da rede social caíram, e a oferta foi reduzida para US$ 850 milhões. Mark Zuckerberg recusou essa oferta. Hoje, o Facebook vale mais de US$ 300 bilhões, deixando claro o quanto custou a avareza de US$ 150 mil.

Por fim, mais um erro garrafal: recusar a oferta da Microosft, que quis comprar a Yahoo! por US$ 44 bilhões. O conselho diretivo da empresa não ficou contente com a proposta da gigante de Redmond, que por sua vez retirou a oferta.

Hoje, a Yahoo! vale apenas US$ 22 bilhões.

E caindo.

Yahoo cambaleando: prejuízos e demissões em vários países

by

yahoo-teaser

Os números não perdoam. A Yahoo, uma das gigantes do mundo tecnológico há 10 anos, se vê obrigada a fazer hoje uma dura reestruturação, que implica milhares de demissões, o fechamento de cinco de suas sedes, e o fechamento de todas as divisões consideradas não lucrativas.

No último trimestre, o Yahoo ingressou US$ 1.27 bilhão, conseguindo lucros de apenas US$ 63 milhões. É necessário avaliar o conjunto da obra para se dar conta da magnitude do desastre: em 2015, os prejuízos alcançam a casa de US$ 4.359 bilhões. Ou seja, 40% do valor da empresa simplesmente evaporou.

Com os resultados, foi anunciado um duro plano de reestruturação, com o claro objetivo de acalmar os acionistas da empresa. Esse plano tem quatro pontos considerados essenciais:

– Fechamento dos escritórios de Madri, Milão, Dubai, Cidade do México e Buenos Aires (haveria mais escritórios fechados, mas não foram confirmados). 1.600 dos 10.700 funcionários que a Yahoo possui hoje foram demitidos, ou 15% de seu grupo de funcionários.
– Revisão de todos os projetos em curso, com a suspensão de todos os que não são rentáveis. O Yahoo Screen está condenado, mas departamentos de Games e SmartTV foram mencionados como aqueles que “não cumpriram suas expectativas”.
– Foco nas áreas mais rentáveis: buscador, serviço de e-mail e Tumblr.
– Sobre a produção de conteúdo (aposta milionária que não deixou de ser explorada), vão se centrar nos temas mais interessantes: notícias, esportes, finanças e estilo de vida.

yahoo-marissa-mayer

O Yahoo já soma na gestão Marissa Mayer mais de 4 mil demissões, e muitos já questionam a sua capacidade de conduzir a empresa. É evidente que não faz sentido considerar ela como a única culpada. Porém, suas decisões parecem não oferecer o efeito esperado. De fato, tundo indica que o plano passa por melhorar as contas visando uma possível venda, algo que fica implícito no comunicado de imprensa, ao mencionar a frase “explorar alternativas estratégicas adicionais”.

Via Yahoo

Yahoo! planeja demitir 1.000 funcionários

by

yahoo-teaser

Aparecem rumores de que o Yahoo! planeja a demissão de 10% do seu grupo de funcionários, ou 1.000 empregados demitidos. As demissões se concentrariam na Europa, onde provavelmente a empresa possui uma menor relevância.

Apesar de adquirir recentemente múltiplos projetos e startups (com o Tumblr como maior destaque) e fechar acordos como o realizado com a Mozilla, o Yahoo! não consegue relançar a sua marca para voltar a ganhar mercado. E não foi por falta de tentativa, inclusive aumentar o investimento no tráfego de dados para obter maior notoriedade, apesar disso custar perdas financeiras.

Em um mundo em constantes mudanças, a frase “renovar ou morrer” tem mais sentido do que nunca, mas desde que você o faça a tempo. O futuro do Yahoo! é bem incerto, e as pressões sobre Marissa Mayer só aumentam. Será que ela pode evitar o desaparecimento do Yahoo!?

Via Bussines Insider

Yahoo lança recurso Contact Cards para seu serviço de e-mail

by

tumblr_inline_nknzzoQeo61qhxx5s

O Yahoo apresenta um novo recurso para o seu serviço de e-mail, os Contact Cards. Por meio dessa ferramenta, quem possui uma conta de e-mail do Yahoo agora poderá visualizar dados de seus contatos de forma rápida e sem sair de sua caixa de entrada.

Este serviço estava disponível apenas para o mercado americano e esta semana foi lançado para todo o mundo. Para consultar as informações, basta mover o cursor por sobre o nome de uma pessoa para ver foto (ou logotipo, se for uma empresa), número de telefone, cargo, além de links para perfis nas redes sociais, incluindo Facebook e Flickr.

Equipado com a tecnologia Xobni (empresa referência em soluções para organização de e-mail, adquirida pelo Yahoo em 2013), os cartões também proporcionarão um acesso mais rápido às informações relevantes que usuário tenha recebido anteriormente do contato em questão. Por exemplo, no card é possível visualizar de forma prática todos os números de telefone recebidos, em vez de buscar em diversas mensagens anteriores.

O novo recurso também tornará a experiência de utilizar o e-mail ainda mais ágil e prática. Com apenas um clique o usuário será capaz de procurar e-mails anteriores de um contato, escrever e endereçar uma nova mensagem, adicionar alguém à sua lista de endereços, editar as informações do perfil e visitar suas páginas no Flickr e Facebook (para essa opção, é necessário vincular à conta do Yahoo ao perfil do Facebook).

Via assessoria de imprensa

Novo algoritmo do Yahoo detecta o seu rosto antes de você se esconder

by

650_1000_face_detection

O algoritmo Viola-Jones tem um método simples de busca de linhas verticais luminosas (como o nariz) e horizontais escuras (como os olhos) nos rostos das pessoas focalizadas pelas câmeras. Tais dados buscados de forma recorrente formam uma base de referência para uma detecção de faces mais eficiente.

O segredo do algoritmo é a sua velocidade de funcionamento, tornando o sistema perfeito para uma identificação facial em tempo real. Seu único problema é que o algoritmo só é capaz de detectar os rostos que se encontram de frente, limitando bastante a sua funcionalidade. Com o objetivo de solucionar essa barreira, pesquisadores do Yahoo Labs e da Universidade de Stanford trabalham na implementação do algorítimo, recorrendo às redes neurais para reconhecer as faces a partir de qualquer ângulo, e até mesmo quando eles estão escondidos.

As redes neurais usam como base 200 mil imagens das faces em diferentes ângulos, e 20 milhões de imagens onde os rostos não são detectados. O resultado por enquanto permite detectar com muita confiabilidade vários rostos em uma mesma imagem, dando uma vantagem significativa contra os demais algoritmos.

O objetivo final desse projeto não está voltado par ao mundo da fotografia, mas sim na busca de imagens e identificação de pessoas em diferentes fotografias.

Via Technology Review

Usuários do Android contam com 95 apps instalados em seus smartphones (em média)

by

android-pizarra

Se dois de cada três usuários norte-americanos não baixam aplicativos, saber que os usuários Android contam com 95 apps (em média) nos seus smartphones é algo meio contrastante.

A pesquisa divulgada pelo Yahoo! é ilustrada em um infográfco, que mostra essa farta quantidade de aplciativos em seus smartphones, além de revelar que 35 desses aplicativos são utilizados todos os dias. Os números foram obtidos pelo Aviate, uma launcher recém adquirida pela Yahoo! em janeiro, que além de organizar os aplicativos nos smartphones e tablets Android, pode coletar dados gerais (de forma anônima, segundo a empresa) sobre as tendências de uso nos dispositivos móveis.

Eles mostram no estudo como alguns aplicativos são utilizados em determinados horários, além de outras informações comportamentais.

650_1000_yahoo-aviate

Via The Next Web

Google e Yahoo criarão serviços de e-mail quase impossíveis de serem hackeados

by

gmail-logo-lock

Um e-mail codificado, que nem governos, nem hackers e nem mesmo os provedores de internet possam espionar? Pois bem, é isso o que Google e Yahoo querem para 2015.

O Yahoo anunciou ontem (07) na conferência Black Hat de Las Vegas que vai unir forças com a Google para que os seus serviços de e-mail não só estarão cifrados completamente, mas serão compatíveis entre ambos. Se conseguirem, serão os dois primeiros serviços web de e-mail de companhias diferentes a oferecer esse nível de seguranças entre ambas.

Estima-se que o Gmail conta hoje com mais de 425 milhões de usuários, e o Yahoo Mail mais de 270 milhões. As empresas garantem que a nova função de codificação será opcional. De acordo com o WSJ, a ferramenta vai se basear na codificação PGP, sistema que até agora não foi hackeado, onde cada usuário mantém uma chave de codificação armazenada de forma segura em seus equipamentos.

Não há uma data definitiva para o lançamento dessa camada de segurança, mas sua disponibilidade é esperada para algum momento de 2015. Alex Stamos, chefe de segurança do Yahoo, garantiu que a ideia é que, eventualmente, não apenas os serviços de e-mail do Yahoo e Google estejam codificados entre si, mas que outras empresas de e-mail adotem o mesmo sistema.

Via CNET, WSJ

Google Brasil lidera buscas em junho, segundo Hitwise

by

logo-google

O Google Brasil permaneceu em primeiro lugar entre os buscadores mais utilizados no país, registrando 93,66% de participação nas buscas realizadas no período de quatro semanas consecutivas terminado em 28 de junho de 2014 de acordo com a recente pesquisa da Hitwise, ferramenta de inteligência em marketing digital da Serasa Experian.

Em segundo lugar em participação nas buscas no país em junho está o Google.com, com 2,96%, seguido de Bing.com, com 1,56%. Ask.com aparece em quarto lugar, com 1,07%, e o Yahoo! Brasil em quinto, com 0,64%, da preferência dos usuários.

O Yahoo.com está em sexto lugar entre os buscadores mais utilizados, com 0,07% de participação de buscas em junho. Ainda dentre os top 10 buscadores mais usados no Brasil no período estão Google Reino Unido (0,03%), Google Canadá (0,0039%), Google França (0,0038%) e Buscador Click RBS (0,0023%).

Buscas contendo uma palavra são maioria

As buscas contendo uma palavra corresponderam a 32,12% do total no período de quatro semanas terminadas em 28 de junho de 2014, seguidas por buscas que continham duas palavras, com 23,75%, e três palavras, 17,54%. Termos com quatro palavras somaram 10,54% do total, enquanto aqueles contendo cinco palavras totalizaram 6,86%.

Via assessoria de imprensa (Hitwise/Serasa Experian)

A launcher Aviate reaparece após a compra da Yahoo, com novas funções

by

aviate-yahoo

No começo de janeiro de 2014, a Yahoo surpreendeu a todos com uma compra muito peculiar. Eles anunciaram a aquisição da Aviate, uma conhecida launcher para Android, que se tornava uma peça chave na estratégia da Yahoo para o futuro. Muito bem, depois de meses de silêncio, o aplicativo volta a ser notícia, uma vez que se apresenta de forma oficial a versão final, com sua tela inicial inteligente e automatizada.

Porém – e como já era de se esperar -, algumas mudanças aconteceram. O selo da Yahoo está presente nos feeds de notícias que recebemos, ou na previsão do tempo via Yahoo Weather, por exemplo. Também temos melhorias na integração com o calendário, agora apoiado na tecnologia da Donna (outra empresa comprada pelo Yahoo), assim como novos modos de acesso direto às chamadas e mensagens.

Por conta dessas novidades, a Yahoo pode alcançar mais usuários através de conteúdos, mesmo que a qualquer momento seja possível personalizar o conteúdo exibido em diferentes telas. O novo Aviate da Yahoo já está disponível para download, mas é preciso se inscrever para uma lista de espera para receber um convite para uso do aplicativo.

A seguir, um vídeo de apresentação do software.

 

Via Aviate (Google Play)

Yahoo estaria disposta a lançar a sua própria plataforma de vídeos, para roubar os maiores talentos do YouTube

by

yahoo-logo-1375850420.jpg.pagespeed.ce.r_45cu6gxY

Pense na seguinte situação: os seus canais de vídeos favoritos, que hoje estão no YouTune, poderiam simplesmente fazer as malas e buscar pastos mais verdes, visando lucros mais vantajosos. É com isso que o Yahoo conta para fazer com que sua futura plataforma de vídeos alcance o sucesso. Bom, é o que diz os últimos rumores publicados pelo site Recode.

De acordo com as fontes do site, o Yahoo estaria finalizando os preparativos do lançamento de um serviço de vídeos formulado especificamente para roubar do YouTube as suas principais estrelas, oferecendo aos publicadores uma maior margem de lucros.

Como você provavelmente bem sabe (e, se não sabe, ficará sabendo agora), algumas personalidades dos canais mais populares do YouTube estão insatisfeitos com os lucros que recebem da Google. Não só isso: também é ponto de irritação as políticas de uso que chegam a causar remoções injustificadas de vídeos e até a exclusão de canais inteiros por infrações de copyright discutíveis.

O problema é que, basicamente, nesse momento, não existe nenhuma alternativa diante do YouTube. Se você tem um canal de vídeos popular, e quer explorá-lo economicamente, ou você aceita as condições impostas pela Google, ou comece a pensar em outra coisa na vida para ganhar dinheiro.

A plataforma que a equipe de Marissa Mayer estaria elaborando não só ofereceria mais dinheiro aos usuários VIP descontentes com o YouTube, mas também uma ampla exposição ao público em geral, ao promover os seus vídeos na página do Yahoo. Algo que, convenhamos, não é nada depreciável, se considerarmos o tráfego que possui o seu portal.

Chegando a esse ponto, se você consegue ler nas entrelinhas, terá se dado conta que falamos muito dos usuários VIP do YouTube, e quase nada do público em geral. Então… o que acontece com o usuário comum?

Deve se conformar em ser um mero espectador.

A ideia do Yahoo é lançar o seu serviço para roubar as grandes estrelas do YouTube, e só mais tarde – talvez um ano depois -, eles podem abrir a sua plataforma de vídeos para o resto dos mortais, criando um sistema de conteúdo aberto para todos os internautas, ou diretamente adquirindo alguma empresa como a Vimeo, que aparentemente estaria buscando um comprador, e cuja atividade se encaixa como uma luva na categoria de tecnologia que o Yahoo necessita.

Considerando a facilidade com a que Marissa Mayer ter aberto a carteira ultimamente, não seria uma ideia muito descabida. Vamos ver se o tempo confirma todas essas teorias.

Via Recode

Espionagem britânica teria acessado milhões de imagens de webcams de usuários do Yahoo

by

yahoo-desperate

Segundo informa o diário britânico The Guardian, o Quartel General de Comunicações do Governo do Reino Unido (GCHQ) teria armazenado milhões de imagens capturadas pelas câmeras dos usuários do Yahoo. Posteriormente, estas imagens eram revisadas por um software de reconhecimento facial, para descobrir as pessoas de interesse do governo, associando os rostos com nomes de usuários armazenados em uma base de dados.

A informação foi revelada por ninguém menos que Edward Snowden para o jornal, que também revela que a GCHQ interceptou imagens de videoconferências do Yahoo de forma massiva, inclusive as conversas realizadas via Yahoo Messenger. O programa, batizado com o nome de código “Optic Nerve”, capturou em seis meses imagens de mais de 1.8 milhão de usuários do Yahoo em todo o planeta, cujas características foram cruzadas com os registros internos da GCHQ, em busca de possíveis objetivos.

Segundo Snowden, “infelizmente (…) parece que um número surpreendente pessoas usam as conversas por webcam para mostrar as partes íntimas do seu corpo para outra pessoa”, e tal informação estão nos documentos internos da GCHQ. O carnaval de perversão pela web era tão grande, que a agência introduziu uma série de medidas para proteger esses usuários na medida do possível de eventuais aparições de imagens explícitas.

Mais uma vez, a Yahoo (que a algum tempo anunciou que iria reforçar as medidas de segurança, para proteger os seus usuários), declarou que não tem conhecimento desse programa, enquanto que a GCHQ não comenta o assunto. Os dados internos publicados pelo The Guardian indicam que a Optic Nerve esteve em atividade durante o ano de 2008, mas sem informações mais recentes, e com as autoridades mantendo uma política de silêncio oficial, é impossível dizer se o projeto segue ativo.

Via The Guardian

Rumor: Teremos uma launcher Android do Yahoo em breve?

by

aviate-launcher

Não sei se você ouviu falar nesse assunto (se não ouviu, já vai ficar por dentro), mas recentemente o Yahoo adquiriu a Aviate, uma empresa especializada no desenvolvimento de launchers para o sistema operacional Android. Isso pode ser traduzido da seguinte forma: Marissa Mayer quer brincar de fazer a sua versão do Facebook Home. E uma postagem publicada no blog do Yahoo pode confirmar essa tradução.

O post diz:

A equipe do Aviate criou um produto que vai mudar a forma que os usuários interagem com os dispositivos Android, conectando-os à informação no momento que ela é útil.

O maior problema que o Aviate tenta resolver a essa altura dos acontecimentos é o número de aplicativos que os usuários precisam ter instalados em seus dispositivos. Em muitos casos, não precisamos de tantos apps no nosso uso diário, e o Aviate não só depende da localização do usuário, mas de outros sensores do smartphone para poder destacar os aplicativos que você precisa em um determinado momento.

O aplicativo ainda está em fase de beta privado, mas pode estar disponível para o grande público em breve. Ou assim esperamos. Enquanto isso, o Yahoo segue testando o tal aplicativo, oferecendo 25 mil convites para registro no Aviate, para aqueles interessados em testar a plataforma e passar alguns feedbacks para eles.

Via Yahoo

A NSA espionou os centros de dados do Google e Yahoo sem autorização judicial

by

current-effort-google-nsa

Mais polêmica e confusão para o lado do governo norte-americano, e mais especificamente, para a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA). Segundo o Washington Post, o citado órgão de inteligência teria acessado informações de centenas de milhões de usuários, sem uma ordem judicial, contradizendo assim a postura oficial de que todas as intervenções de espionagens feitas pela agência foram realizadas de forma pontual, e com a bênção da justiça dos Estados Unidos.

O suposto programa que espionaria os meros mortais tem um nome específico, “MUSCULAR”, e teria sido utilizado para obter os metadados das mensagens enviadas pelos serviços do Google e Yahoo.

Explicando o que a NSA faz (ou deveria fazer): eles solicitam a um tribunal o direito para examinar as comunicações de uma pessoa em específico. Se essa reclamação é aceita, uma ordem judicial é emitida, considerando o pedido pertinente, e as empresas de internet oferecem os seus dados para a NSA.

Esse procedimento oferece certas garantias aos cidadãos (pelo menos os norte-americanos), mas isso, na teoria. De acordo com as últimas revelações de Edward Snowden (ex-analista de inteligência da CIA, e “persona non grata” de Barack Obama), a NSA mantém um sistema de espionagem paralelo ao PRISM, que opera fora do conhecimento das empresas utilizadas para espionar os usuários.

Como outras plataformas similares mantidas pelas agências de inteligência dos Estados Unidos, o MUSCULAR conta com a participação das autoridades britânicas, através do Quartel General de Comunicações do Governo do Reino Unido (GCHQ). Tanto a NSA como o GCHQ estariam acessando essas informações, não através dos backdoors e softwares dos servidores ou utilizando trojans, mas sim através de sniffers localizados estrategicamente nas conexões de fibra óptica utilizadas para comunicar os centros de dados das empresas espionadas.

Isso quer dizer que os metadados de e-mails do Yahoo e da Google não só são obtidos via PRISM, com consentimento judicial (e com um certo grau de supervisão, mesmo que seja mínimo), como também através de um “caminho livre”, mantido em segredo pela NSA e pelo GCHQ).

A Google se manifestou sobre o assunto. Afirma estar “preocupada com as acusações de que o governo intercepta o tráfego entre nossos centros de dados, e não temos constância dessa atividade”, não sem indicar que seguirão adicionando sistemas de criptografia de dados “em mais e mais serviços e links do Google”, como resposta à espionagem da NSA.

A Yahoo foi um pouco mais política, e se limitou a dizer que possui “controles restritos para proteger a segurança de nossos centros de dados, e não damos acesso aos nossos centros à NSA, ou a nenhuma outra agência do governo”.

E essa história vai dar muito o que falar nos próximos dias. Prevejo mais tempestades de críticas e acusações para Barack Obama e sua turma.

Via Washington Post