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Sony teria retirado as marcas Xperia C, Xperia E e Xperia M

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A Sony pode ter optado por retirar do mercado as séries Xperia M, Xperia C e Xperia E, reforçando o movimento de aposta exclusiva na nova linha Xperia X.

O mercado mobile é muito complexo, e é compreensível tais decisões, já que a concorrência é feroz. Está cada vez mais difícil encontrar estratégias que funcionem de verdade, e a Sony teve que tomar decisões drásticas na sua linha Xperia. Vale lembrar que a atual série Xperia Z será substituída pela nova Xperia X, e a ideia dos japoneses é contar com uma estratégia unificada, onde todos os dispositivos da empresa fiquem agrupados por um único nome.

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É curioso ver a Sony se centrar em uma estratégia de lançar menos smartphones, mas cuidando ao máximo da qualidade dos mesmos, principalmente levando em consideração que a empresa faz receita com as vendas dos dispositivos. Isso implica ter um catálogo limitado, e pode ser prejudicial de imediato. Porém, há vantagens evidentes na decisão, como um melhor suporte e redução da fragmentação.

É o caminho contrário da Samsung, que tem uma grande variedade de dispositivos. A estratégia funciona, pois qualquer usuário pode encontrar um modelo que se encaixe às suas necessidades e ao seu bolso. Por outro lado, a fragmentação do Android nos coreanos é absurdamente elevada.

Não está claro se os modelos pendentes de lançamento já chegarão com o nome Xperia X ou se serão descartados. Só sabemos que, pelo menos até 2018, é essa a marca prioritária para a Sony.

Via SlashGearXperia BlogEprice

7.6 milhões de smartphones Xperia vendidos, que pesam menos nas contas da Sony

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Os resultados financeiros da Sony mostram lucros mínimos em alguns dos seus departamentos importantes, mas também mostram um bom equilíbrio de forças para uma empresa do seu porte. Esse post fala mais sobre a linha de smartphones Xperia.

No quarto trimestre de 2015, foram vendidos 7.6 milhões de smartphones. Não houve crescimento de cota, tem uma venda de menos unidades, e é uma marca inferior ao que se esperava nas expectativas mais moderadas. Com esses números, é esperado que o ano fiscal da Sony termine com 25 milhões de dispositivos Xperia vendidos, o que representa uma redução de 7% em relação ao ano anterior (27 milhões de unidades), e as expectativas dos japoneses era superar a marca de 30 milhões de unidades vendidas.

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As vendas não correspondem ao que os produtos oferecem. É complicado até para quem está melhor posicionado na tabela, com exceção da Huawei, que é uma das poucas que obteve melhorias de um ano para cá. Em consequência, as vendas caíram 14.7% em comparação com o ano passado, e a Sony afirma que eles mesmos confirmaram isso, com a decisão de não seguir adiante com a escala nos smartphones pela rentabilidade, e que a utilidade da operação melhorou significativamente para o segmento. Ao menos a divisão Xperia deu lucro: US$ 201 milhões.

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O quarto trimestre fiscal da Sony não será tão bom. A previsão é de 3.5 milhões de unidades vendidas, números que foram alcançados em 2011. Mas a Sony não visa ser a líder de hardware como no passado, mas sim uma empresa mais sóbria, que aproveita melhor os negócios onde pode fazer a diferença. Está evidente que o PlayStation é o seu foco principal, de modo que os investimentos no PlayStation VR são altos.

2016 será como 2015, com quedas no maerketing e em pesquisa e desenvolvimento no segmento mobile. Não dá para apostar em uma venda na divisão móvel, mas parece complicado que eles vão seguir alimentando uma divisão que a Sony nunca conseguiu grande destaque, ficando muito longe de Apple, Samsung e dos fabricantes chineses.

Via Sony

 

Sony: PlayStation impulsiona os resultados financeiros, e smartphones não ajudam

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A Sony apresentou os seus resultados financeiros para o quarto trimestre de 2015, que mostra como a PlayStation goza de muito boa saúde (a ponto de se tornar uma empresa independente, a Sony Interactive Entertainment), ao mesmo tempo que a sua linha de smartphones não ajuda a oferecer resultados melhores para os japoneses.

O terceiro trimestre do ano fiscal da Sony resultou em US$ 21.5 bilhões em vendas, e US$ 1.69 bilhão em lucros. Eles fizeram uma análise de cada uma de suas divisões, o que ilustra o bom momento dos games e o momento não tão bom assim dos smartphones.

Um dos negócios de maior destaque na Sony é o setor de imagem, divisão encarregada de criar sensores para câmeras e smartphones. Porém, com o mercado de telefonia em momento instável, as contas da Sony também ficaram prejudicadas. Os lucros caíram por conta da queda de demanda dos outros fabricantes de smartphones.

 

Reestruturações e cortes que estão apresentando resultados

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A Sony afirma que seus lucros aumentaram pelos cortes e mudanças que eles efetuaram ao longo de suas divisões:

– Smartphones: as vendas caíram 14.7% em relação ao mesmo período de 2014, e a Sony confirma que a decisão de não seguir adiante com a escala nos telefones para a rentabilidade, visando a utilidade da operação, resultaram em cortes que tornaram a divisão rentável de novo (US$ 201 em lucros).
– Sensores móveis: uma queda significativa nas vendas (12.6%), com uma demanda menor dos fabricantes. As perdas foram de US$ 97, comparados com os US$ 445 milhões de lucros do trimestre anterior. Esse é um negócio que acaba se compensando bem ao longo do ano.
– Câmeras: queda de 5% em vendas (US$ 1.6 bilhão), mas os lucros cresceram em 20% (US$ 197 milhões). A Sony está satisfeita com o último catálogo lançado, que combina câmeras de foto e vídeo de forma mais inteligente e escalonada.
– Home Entertainment: queda nos lucros de 4.3%, mas com aumento nos lucros de 19.8% (US$ 260 milhões)..
– PlayStation: aumento de 10.5% nas vendas (US$ 4.9 bilhões), e comparando com o ano anterior, um aumento nos lucros de 45.5%. A amortização de componentes Vita que teve espaço no ano passado ajudou nos lucros, mas o grande responsável é mesmo o PlayStation 4 e suas fortes vendas.
– Filmes: a Sony Pictures teve um ótimo trimestre, com filmes como 007 Contra Spectre e Hotel Transilvânia 2. Foram US$ 2.18 bilhões em arrecadações de bilheteria, 26.9% a mais que no mesmo período do ano passado. Tanto a música como os filmes deram lucros (US$ 228 milhões e US$ 170 milhões respectivamente.

PlayStation ajuda a Sony nas finanças. Os smartphones, não

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A Sony registrou números muito bons nos seus lucros trimestrais, especialmente por conta do seu console PlayStation 4. A divisão de videogames da empresa aumentou suas vendas em 12.1% em relação ao ano passado, com a ajuda nas vendas do PS4, seus periféricos e software associado.

Em números, a Sony movimentou aproximadamente US$ 2.3 bilhões na sua divisão de videogames, com US$ 160 milhões de lucros (e isso, mesmo com a queda na distribuição do PS3). Recentemente, a Sony afirmou que o PS4 vendeu quase duas vezes mais que o Xbox One em boa parte da Europa, além de ter colocado pelo menos 22.3 milhões de consoles em todo o planeta.

A divisão de imagem da Sony também entregou bons números. Eles desenvolvem sensores para smartphones top de linha para grandes vendedores (Apple e Samsung) e não apenas para os seus dispositivos. O resultado disso foi um aumento de 35.1% nas vendas da divisão Sony Devices, e a divisão Sony Imaging (dedicada às câmeras) cresceu 5%, com a ajuda de modelos (não necessariamente baratos), como a RX100IV.

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Já a divisão de smartphones da Sony não dá alegrias aos japoneses. As vendas caíram em 16.3% em relação ao ano passado, e a empresa garante que em parte isso se deve a uma ‘decisão estratégica’ em que eles decidiram apostar mais pelos smartphones top de linha (algo que claramente não funciona por enquanto).

A Sony Pictures também registrou queda de 11.9%.

Com tudo isso, a Sony obteve lucros líquidos de US$ 665 milhões, quase o tripolo obtido no ano passado. Será que os próximos lançamentos da empresa (na IFA 2015, quem sabe) ajudam a recuperar a divisão móvel?

Veremos.

 

A Sony pode abandonar a linha Xperia e, mesmo assim, ganharia muito dinheiro

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A Sony ainda sofre das especulações sobre a venda da sua divisão de smartphones Xperia. Eles já se retiraram do mercado de notebooks e de livros eletrônicos, deixando claro a mudança nos rumos dos seus objetivos empresariais.

Hoje, o Wall Street Journal informa que a Sony ainda fabrica componentes para outras marcas, como Apple e Samsung, líderes do mercado mobile global. As duas utilizam os sensores fotográficos da Sony para as suas câmeras, e isso gera um lucro para os japoneses de US$ 20 para cada smartphone vendido.

Apple e Samsung usam esses sensores porque apenas a Sony tem o nível e a infraestrutura necessária para satisfazer a alta demanda desses fabricantes. E bem sabemos que o mercado de smartphones não é mais uma prioridade da Sony, mas isso não quer dizer que eles vão abandonar esse segmento de produto tão rapidamente.

Não só eles seguem fabricando componentes para os seus parceiros, mas eles também vão manter a aposta na linha Xperia por mais algum tempo. O Xperia Z4, por enquanto limitado ao mercado japonês, é uma prova disso. Outra evidência está nos indícios da existência dos modelos Z4 Compact e Z4 Ultra.

Ainda de acordo com o WSJ, a Sony se reorganizou no começo de 2015 em três grandes grupos de trabalho, de acordo com as suas prioridades e expectativas econômicas: entretenimento (videogames, filmes, música) e sensores de imagem, câmeras fotográficas/de vídeo e dispositivos de áudio, e smartphones e tablets.

2015 é um ano de mudanças importantes para a Sony, empresa com quase 70 anos de história, que se vê obrigada a competir em um mercado de tecnologia mais feroz do que nunca. E isso obrigou a empresa a replanejar a sua estratégia. Se eles acertaram ou não em suas decisões, veremos nos próximos resultados financeiros.

Via WSJ

James Bond só usa o melhor, e por isso, recusou o Xperia

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James Bond, personagem criado por Ian Fleming, sempre se destacou por usar o melhor do melhor em todos os sentidos. E foi justamente isso que teria feito o personagem abandonar os dispositivos da linha Xperia no próximo filme da série 007.

De acordo com alguns dos e-mails vazados no ataque hacker que a Sony Pictures sofreu em novembro de 2014, a empresa teria tentado voltar a fazer com que os seu smartphone Xperia fosse o telefone de James Bond, mas tanto o intérprete do agente secreto – o ator Daniel Craig – como Sam Mendeshe, diretor do filme, recusaram a proposta da Sony.

A oferta da Sony foi de US$ 18 milhões pela presença do seu Xperia no filme, além de US$ 5 milhões para Daniel Craig para ser a imagem publicitária dos seus smartphones. E o motivo da recusa não foi o dinheiro, mas sim o fato que, segundo os envolvidos, Bond só poderia usar o melhor, e de acordo com o que os e-mails revelam, a Samsung teria oferecido o triplo para garantir a sua presença no filme.

Até agora, não sabemos qual será o smartphone que James Bond utilizará no seu próximo filme. Mas se por um acaso for um Galaxy S6 Edge, você já sabe o motivo.

Via NeoWin

Sony ‘satisfeita’ com Xperia Z3, mas não adotaram o modo ‘um top de linha por ano’

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A Sony não apresentou um smartphone top de linha na Mobile World Congress 2015, e justificou tal movimento confirmando que eles estão muito satisfeitos com o sucesso do Xperia Z3. Tal afirmação fez muita gente pensar que eles abandonaram a estratégia de lançar dois modelos top de linha por ano, mas ao que parece, não é bem assim que a banda dos japoneses vai tocar.

Um dos responsáveis da Sony Mobile Communications presente na MWC disse que, por enquanto, eles não decidiram realizar nenhuma mudança no ciclo de renovação dos seus smartphones mais avançados. O que eles fizeram foi um ajuste de sua chegada ao mercado; de fato, o Xperia Z4 pode chegar no final do segundo trimestre ou começo do terceiro trimestre.

Se ficarmos com essas declarações, essa é apenas uma mudança de datas, e não de estratégias. Esse diretor também afirmou que, para a Sony, é tão importante melhorar a experiência oferecida aos clientes, como renovar o hardware dos dispositivos, o que pode indicar um trabalho de melhorias de software e serviços associados à plataforma Xperia.

Essas dúvidas devem ser sanadas em breve, apesar das especificações do Xperia Z4 Tablet já serem conhecidas, e como modelos como o Samsung Galaxy S6 ou HTC One M9 revelados, não é difícil imaginar o que o Xperia Z4 vai nos oferecer quando chegar ao mercado.

Via GSM Arena

App Modo Festa compartilha músicas e fotos com smartphones Sony Xperia

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A Sony Mobile traz um novo aplicativo de compartilhamento de músicas e fotos totalmente ajustado para os consumidores brasileiros. Conhecidos pelo gosto em compartilhar músicas e tirar selfies em tempo real, principalmente em suas festas e reuniões particulares. O Modo Festa (PartyShare) fez tanto sucesso que ganhou o mundo.

O aplicativo foi produzido a partir de uma pesquisa de mercado realizada no Brasil, na qual foi identificada que muitos consumidores compartilham suas músicas frequentemente em festas.

Para ter essa playlist única e interativa facilmente, basta os anfitriões conectarem o smartphone com um USB driver diretamente ao aparelho de áudio, o Moda Festa (PartyShare), que já está pronto para ser reproduzido. Para isso, os amigos devem baixar o app, compartilhar suas músicas e editar a ordem em que elas devem ser tocadas, mas isso apenas nos smartphones Android 4.4 – KitKat ou superior.

É possível, ainda, usar o smartphone para fotografar os convidados e compartilhar as fotos, inclusive projetando-as em uma tela maior, como a da televisão. Os usuários recebem todas as fotos, que são armazenadas em pastas diretamente em seus álbuns, apenas conectando-se via app, sem a necessidade do uso de dados.

Download: Modo Festa (PartyShare)

Via assessoria de imprensa

Sony vendeu mais de 12 milhões de Xperias no último trimestre de 2014

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A Sony dá mostras que as últimas medidas para melhorar os seus resultados financeiros mostraram resultado. Ao longo do último trimestre de 2014, a empresa vendeu 12 milhões de unidades dos seus smartphones Xperia. Um resultado fantástico, levando em consideração os trimestres anteriores.

No mesmo período em 2013, foram vendidas 8.8 milhões de unidades, enquanto que no terceiro trimestre de 2014, a marca foi de 9.9 milhões. A campanha natalina parece ter dado certo para a Sony, onde os modelos Xperia Z3 e Xperia Z3 Compact conseguiram chamar a atenção dos usuários.

Mesmo assim, a Sony terá um prejuízo de US$ 1.45 bilhão no seu ano fiscal. Porém, são perdas menores do esperado, graças ao bom desempenho de outras divisões, como o PS4 e o segmento de sensores de imagem para as câmeras que integram boa parte dos smartphones do mercado.

Com isso, é possível prever que o primeiro trimestre de 2015 seja de lucros para a Sony, e não de perdas como previso a algumas semanas.

Via PhoneArena, Sony (PDF)

Onde a Sony errou no mercado de smartphones?

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Ontem (17), a Sony anunciou as suas novas previsões financeiras para 2014. A má notícia foi a modificação do índice de perdas estimadas, que são agora de 1.6 bilhão de euros. A própria empresa afirma que a culpada pelo prejuízo é a divisão de mobilidade, onde eles subestimaram as previsões anteriores, encontrando um mercado de smartphones e tablets que cresceu muito mais (e mais rápido) do que eles esperavam. Com tudo isso, eles vão ter que repensar a estratégia de mercado.

A pergunta que fica é: onde foi que a Sony errou?

Talvez a resposta mais objetiva para essa pergunta está na palavra ‘diversificação’. A Sony centrou os seus esforços principalmente nos modelos top de linha, mas de repente, quis buscar os mercados de entrada e linha média. E está claro que isso não deu certo. Vale lembrar que, em 2013, o segmento de mobilidade foi o que mais contribuiu para as vendas da empresa, o que indicava que essa aposta ainda era coerente.

Mas… e hoje? Como funciona?

 

Os fabricantes chineses tomaram o lugar da Sony

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A Sony estabeleceu referências no mercado mobile com os seus modelos top de linha Xperia. Porém, são apenas referências de conceito, não de mercado: as vendas não corresponderam ao esperado pelos diretores da empresa. O mesmo aconteceu com os segmentos de linha média e de entrada, que até receberam propostas interessantes.

Lançamentos como o Xperia T2 Ultra e o Xperia E1 receberam elogios de muitos sites especializados, e esboçavam o caminho que a Sony queria traçar, no objetivo de conquistar usuários que queriam pagar menos para ter bons smartphones. Porém, era uma aposta de risco, levando em conta a baixa margem de lucro.

A estratégia falhou. A Sony detectou que houve ‘uma mudança significativa no mercado, e no que cerca o segmento mobile’. Traduzindo em uma linguagem que todos podem entender de forma mais clara: A Motorola tomou os mercados de entrada e linha média, com os modelos Moto e e Moto G. Além disso, os modelos de entrada dos fabricantes chineses, que ofereciam dispositivos com hardware semelhante – ou até melhor, em alguns casos -, mas com preços mais competitivos.

A Sony não foi a única a sofrer desse problema. A Samsung já passou os primeiros dois trimestres de 2014 sem aumentar a sua fatia de mercado, com quedas consecutivas nas vendas. Fabricantes como Xiaomi, Oppo e Huawei estão canibalizando o negócio que antes era dominado pelos coreanos.

Agora, imagine como é a situação da Sony, que não figura nem entre as cinco maiores vendedoras de smartphones do planeta.

 

Adeus aos mercados emergentes?

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A Sony agora usa a estratégia de “reduzir os riscos para obter lucros estáveis”. Isso significa que as chances da Sony reduzir os investimentos nos modelos de entrada, se centrando nos modelos de top de linha são enormes. A consequência imediata disso é a saída da empresa dos mercados emergentes. Lembrando: nada ainda é oficial, mas estamos conjecturando em cima das declarações da própria Sony no seu último relatório financeiro.

Essa decisão pode ser uma boa ideia, se a Sony quer mesmo sobreviver no mercado mobile. O lançamento do Android One na Índia confirma as intensões da Google em conquistar os mercados emergentes, e como a empresa já conta com alguns parceiros relevantes, vai ser uma questão de tempo para a iniciativa dominar esse segmento.

Até porque o erro da Sony custou um descalabro econômico absurdo: as previsões de prejuízos saltaram de US$ 466.3 milhões para US$ 2.150 bilhões apresentados ontem. E esse prejuízo já resultou em consequências evidentes e devastadoras: a demissão de 1.000 dos 7.100 funcionários da Sony que trabalham nas fábricas destinadas ao setor de mobilidade antes do fim do ano fiscal da empresa (março de 2015).

O último recado para a Sony é: tomem cuidado. Exemplos sobre como isso pode terminar estão espalhados ao longo da história. A Nokia, hoje, não existe. A Motorola só foi salva porque a Google salvou. A própria Sony abriu mão do segmento de PCs, por se achar “mais realista que o rei”, oferecendo produtos muito bons, mas por preços absurdos (e apenas a Apple podia fazer isso, por ter uma clientela consolidada).

Nem é preciso ir muito longe pra concluir que: se a Sony não acordar e mudar RADICALMENTE, poderemos não estar mais comentando sobre os smartphones da empresa a médio prazo.

Sony quadruplica as suas perdas estimadas para o próximo ano fiscal

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O relatório trimestral da Sony volta a trazer más notícias para o fabricante: as perdas estimadas para o próximo ano financeiro foram quadruplicadas, e a grande vilã nessa história é, basicamente, a linha de smartphones Xperia.

A Sony reduziu os seus prognósticos de vendas em julho, mas uma revisão interna na família de smartphones resultou em uma perda de US$ 1.7 bilhão. Se inicialmente o objetivo era “obter um crescimento significativo nas vendas”, agora os japoneses dedicam seus esforços para reduzir os riscos e a volatividade, para assim obter lucros mais estáveis.

Para isso, eles vão adotar novas estratégias, onde dependendo da região do planeta, vão priorizar a linha Premium de smartphones, reduzindo o número de dispositivos de linha. Em breve vamos descobrir se essas medidas trarão resultados positivos.

Via Sony