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Carro elétrico da Apple pode chegar em 2019, diz o WSJ

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Os rumores sobre o suposto veículo da Apple aparecem de forma tímida, são muitos, e nenhum deles revela algo com muita clareza (tudo isso aconteceu com o primeiro iPhone, e todo mundo sabe o que aconteceu depois). Mas hoje, podemos estar diante daquele que pode ser o rumor mais importante sobre o assunto até agora, já que fala ‘apenas’ sobre a data de lançamento do tal veículo.

Tal e como informa o Wall Street Journal, fontes próximas ao projeto automobilístico da Apple (o Project Titan) informam que uma ‘aceleração’ nos trabalhos relacionados com o programa foi dada, já que a empresa pretende começar a distribuir os veículos a partir de 2019.

Mas há muitos detalhes interessantes que devemos ter em conta, já que é mencionado que o veículo não será completamente autônomo como se pensava inicialmente, além de que provavelmente veremos nas ruas antes de 2019, em testes controlados. Seja como for, hoje a Apple tem 600 funcionários trabalhando no departamento criado para desenvolver o veículo (há quem diga que esse número cresceu nos últimos meses, alcançando a marca de 1.900 pessoas), entre os quais se encontram vários experts do setor.

Levando em conta que a Google segue de forma consistente com o projeto do seu carro autônomo, será muito interessante ver essa corrida para determinar qual será a primeira gigante de tecnologia a lançar o seu primeiro produto nessa emergente ‘guerra automobilística’.

Via Wall Street Journal

O YouTube não é capaz de gerar lucros

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Milhões e milhões de views em um vídeo não representam absolutamente nada. Ainda mais quando não se ganha dinheiro com isso. O Wall Street Journal indica que o YouTube não consegue contribuir de forma significativa com os lucros da Google.

O principal motivo para esse grande problema é que a maioria das reproduções de vídeos acontecem em páginas que estão bem distantes do serviço, reduzindo consideravelmente as visitas na página principal do YouTube. Também é dito que eles só alcançam 9% dos usuários registrados, contra 85% das visualizações de reproduções online de toda a internet. E tais dados não são tão chamativos para os anunciantes.

A esperança da Google está em oferecer outros serviços, como música por assinatura, que pode atrair novos usuários e assim poder gerar lucros. Também é especulado um formato de anúncios mais personalizados e baseados nas visitas, como por exemplo os anúncios em vídeo da Amazon, relacionados ao interesse do usuário.

Teremos que esperar para ver como tudo isso será implantado, mas tudo indica que eles vão precisar de muito tempo para colocar tudo isso em prática.

Via WSJ

Apple Watch contará com 5 milhões de unidades para o seu lançamento

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O Wall Street Journal informa que a Apple produziu entre cinco e seis milhões de unidades do seu Apple Watch, que chegará ao mercado no mês de abril. Metade dessa produção estaria destinada ao Apple Watch Sport, modelo mais básico do relógio, enquanto que o modelo de linha média (Apple Watch) ocupa um terço dessa leva inicial.

Os modelos top de linha do relógio (Apple Watch Edition, com carcaça de ouro 18 quilates) será produzido em um número reduzido nesse primeiro trimestre, mas os planos da Apple é de produzir até um milhão de unidades por mês dessa linha no segundo trimestre de 2015. A China pode ser um dos principais destinos dessa edição especial do relógio de Cupertino.

O preço inicial do Apple Watch é de US$ 349, mas os demais modelos não contam com preços anunciados. Rumores afirmam que o Apple Watch Edition pode alcançar um preço superior a US$ 4 mil.

Os planos da Apple é causar o mesmo efeito que o iPad produziu no seu lançamento em 2010: ser o produto referência de um mercado que ainda não pegou. Na época do iPad, a Apple vendeu 7.5 milhões de unidades do seu tablet nos primeiros seis meses de disponibilidade.

Via WSJ

A Apple está mesmo preparando um carro elétrico?

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Há quem diga que sim, e já teria até nome: Project Titan. O último grande rumor que circunda pelo mundo da tecnologia é que o próximo passo da gigante de Cupertino seria o desenvolvimento de um carro elétrico.

Quem afirma são fontes próximas ao assunto para o Wall Street Journal. Não é de se estranhar que um dos produtos que deverão ser importantes nos próximos anos esteja nos planos da Apple. Porém, não podemos considerar ainda como um plano para oferecer um veículo próprio para o consumidor, até que o mesmo seja oficial.

Para esse projeto, a Apple estaria formando uma equipe composta por engenheiros e profissionais com muita experiência no segmento automotivo. Entre eles um dos seus últimos contratados, que era o antigo responsável pelo departamento de I+D da Mercedes.

Dirigindo uma equipe de 1.000 pessoas, estaria Steve Zadesky, atual vice-presidente de design da Apple, mas que antes trabalhou na Ford.

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O Project Titan estaria nas suas etapas iniciais de desenvolvimento, e seria no momento uma espécie de veículo de transporte elétrico. Mas se faltavam motivos para reascender a fogueira dos rumores ao redor das sinergias (ou futuras rivalidades) entre a Apple e a Tesla, temos aqui mais um.

E fiquemos atentos, pois não se trata apenas do carro elétrico: o futuro da energia no lar com fontes renováveis, onde a Tesla trabalha de forma ainda mais intensa do que no segmento automotivo, deve interessar a todas as grandes empresas de tecnologia.

Microsoft vai investir na Cyanogen Inc: fork a caminho?

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Segundo o Wall Street Journal, a Microsoft está disposta a investir US$ 70 milhões na Cyanogen Inc, adquirindo uma pequena participação da empresa. Isso levanta a hipótese da gigante de Redmond em utilizar um fork do Android nos seus futuros smartphones.

O Nokia X foi um experimento da finada Nokia com a plataforma da Google, com a particularidade de substituir os serviços e aplicativos de Mountain View pelas soluções da Microsoft. A gigante de Redmond abandonou o projeto depois da compra da Nokia, mas esse movimento pode indicar um interesse renovado para um hipotético plano B.

Também não podemos descartar a possibilidade da Microsoft debilitar a própria Google e seu controle sobre o Android, uma vez que os planos da Cyanogen é lançar uma versão do Android independente daquela produzida pela gigante de Mountain View. De fato, a fonte da notícia informa que a Microsoft não seria a única a investir na startup, mas não revela a identidade de outras empresas interessadas na ROM modificada.

 

Faz algum sentido esse investimento?

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Fato é que esse investimento soa contraditório, levando em conta que a Microsoft está preparando o lançamento do Windows 10, e que propostas como os aplicativos universais parecem deixar claro a ambiciosa proposta de convergência do seu novo sistema operacional.

Nenhuma das empresas comenta a informação, mas o CEO da Cyanogen afirmou na semana passada que sua empresa pretende ‘levar o Android além da Google’. A versão do Android que nasceu como uma ROM modificada – que milhões de usuários utilizam diariamente – acabou separando essa versão ‘comunitária’ da versão comercial do Android, integrada em dispositivos de fabricantes como OnePlus ou Micromax.

Resta saber então se haverá investimentos da Microsoft na Cyanogen, e se houver, se isso pode significar uma potencial aparição desse software nos dispositivos da empresa… ou se essa é apenas uma aposta econômica a favor de uma empresa que parece ter boas perspectivas de futuro.

Via WSJ

Apple se prepara para a maior produção de iPhones de sua história

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O mês de setembro está chegando, e o esperado iPhone 6 também. Todos os rumores apontam para dois dispositivos quase iguais, mas com tamanhos diferentes (4.7 e 5.5 polegadas). Antes, muitos diziam que o novo smartphone da Apple chegaria ao mercado durante o outono norte-americano, mas o Wall Street Journal afirma o contrário, dando mais informações sobre o assunto.

A fonte garante que a Apple encomendou uma produção entre 70 e 80 milhões de unidades do iPhone 6, que devem estar prontos antes do dia 30 de dezembro de 2014, sem entrar em detalhe sobre os números de cada modelo. Comparado com os números do ano passado, a encomenda variou entre 50 e 60 milhões de unidades do iPhone 5s e iPhone 5c. Vale lembrar que a fabricação do novo iPhone ainda não começou (deve começar em agosto).

Também não está claro se o iPhone de 5.5 polegadas chegará em setembro. O WSJ afirma que a Apple está enfrentando dificuldades na produção das telas com esse tamanho. Também informam que foi solicitado aos seus fornecedores componentes para a fabricação de 120 milhões de unidades dos novos dispositivos (em 2013, esse número foi de 90 milhões).

Via WSJ

Smartphone da Amazon será exclusivo da AT&T

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Amanhã (18), teremos o tal evento da Amazon, onde todas as pistas indicam para a apresentação do tão esperado smartphone da gigante do comércio eletrônico. E agora, temos novos rumores sobre detalhes desse anúncio.

Segundo o Wall Street Journal, a operadora norte-americana AT&T será a única que vai distribuir o dispositivo, pelo menos no seu momento inicial. A escolha é quase lógica, levando em conta que essa empresa já oferece o serviço de dados sem fio para os tablets Kindle e aos seus leitores de livros eletrônicos.

Logo, é provável que o smartphone da Amazon esteja disponível inicialmente apenas nos Estados Unidos, algo que já aconteceu com os seus tablets. O Kindle Fire, apresentado em setembro de 2011, jamais chegou ao Brasil – por exemplo. Logo, pode ser que o smartphone leve “algum tempo” para desembarcar por aqui. Se chegar.

Via WSJ

Rumor: Samsung pode comprar a Nuance, a empresa que criou o Siri

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O Siri é da Apple, mas grande parte do seus nascimento é de responsabilidade da Nuance Communications, empresa especializada em reconhecimento de voz. Pois bem, segundo o Wall Street Journal, a Nuance estaria considerando a possibilidade de aceitar uma proposta de venda. Vinda da Samsung.

Os coreanos não são os únicos interessados na Nuance. Algumas empresas de capital de risco também estudam a sua compra. Ainda não há um valor exato para a compra (a empresa é avaliada em US$ 5.5 bilhões), e os rumores sobre a sua aquisição aumentaram o seu suposto valor de venda.

A Nuance não presta seus serviços apenas para a Apple. Serviços de reconhecimento de voz de smartphones, televisores e tables da própria Samsung também recebem suas tecnologias, assim como produtos da Nintendo e Panasonic. O que complica a questão é que grande parte das ações atuais da empresa (19%) estão nas mãos de Carl Icahn, que não só tem dois postos no conselho administrativo da Apple, mas também é um importante acionista da empresa de Cupertino.

Via WSJ

Tim Cook acredita que a Google não se comprometeu o suficiente para passar a Motorola adiante

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Em recente entrevista para o Wall Street Journal, o CEO da Apple, Tim Cook, opinou sobre a venda da Motorola para a Lenovo. Quando questionado sobre o assunto, disparou um “não me surpreende, pois era uma transição lógica”. Na opinião de Cook, a Motorola foi um desastre financeiro para a Google, principalmente porque a gigante de buscas “não se comprometeu” com a empresa.

Cook reconheceu que “é muito difícil fabricar hardware, software e serviços, e disponibilizar tudo isso no mercado. E é isso o que faz a Apple tão especial”. É bom lembrar que a Google tem produtos seguindo tal lógica, como a linha de dispositivos Nexus e o Chromebook Pixel. Porém, na opinião do CEO da Apple, “a experiência em tablets Android é tão péssima porque não é nada mais que um aplicativo de smartphone alargado”.

Sobre a compra da Nest pela Google, Cook afirmou que a Apple não tem problemas em comprar grandes empresas, porém, reconhece que é difícil encontrar a empresa correta. O executivo também menciona Carl Icahn durante a entrevista, e negou os rumores de um futuro lançamento de um iPhone com tela maior em breve. O motivo? “A tecnologia não está pronta”. Palavras de Tim Cook.

Via The Verge, Wall Street Journal

Steve Ballmer explica os motivos de sua demissão: “não pude mudar a Microsoft na velocidade necessária”

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Qual poderia ter sido o motivo para que Steve Ballmer decidiu, em um dia qualquer, apresentar a sua demissão do posto de CEO da Microsoft, determinando o fim de sua trajetória na empresa, que começou desde os primeiros dias da mesma? Pois bem, Ballmer decidiu falar sobre o assunto.

Fato é que não era segredo para ninguém as divergências entre os membros da cúpula diretiva da empresa pela maneira que a Microsoft deveria encarar o futuro. Mas agora ao menos sabemos da boca do próprio Ballmer que sua saída foi voluntária, motivada pela sua incapacidade de conduzir a Microsoft para uma nova direção, com a velocidade que os seus diretores desejavam.

Em uma entrevista para o Wall Street Journal, Ballmer reconhece que se encontrava sob uma intensa pressão exercida por acionistas e executivos máximos da Microsoft, que desejavam a aceleração do processo na conversão da gigante de Redmond em uma empresa de dispositivos e serviços. As exigências começaram em janeiro de 2013, e em maio, Ballmer se deu conta que a sua própria filosofia e estilo de liderança estavam reduzindo a velocidade dessa transição.

Convencido de que a Microsoft precisava de sangue novo para impulsionar essa reestruturação, Ballmer decidiu pedir demissão, e ceder o seu cargo para um novo CEO capaz de promover as mudanças na velocidade exigida pelos mandatários da empresa.

Por enquanto, não existe um claro favorito para essa vaga, mas seja lá quem for o executivo escolhido para assumir as rédeas da Microsoft, terá que reconhecer os méritos de um executivo que foi capaz de descer do pedestal para o bem da própria empresa que dirigia. E, convenhamos, essa medida não é lá muito comum de se ver no mundo empresarial atual.

Via Business Insider, Wall Street Journal

[Rumor] Venda da BlackBerry pode estar fechada para o mês de novembro

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Não podemos dizer que os rumores da venda da BlackBerry é um assunto novo nos blogs de tecnologia (porque não é), mas dessa vez, o tema aparece com mais peso, uma vez que a fonte é ninguém menos que o Wall Street Journal. Eles revelam em um dos seus artigos que a empresa de Waterloo estaria pensando em “alternativas estratégicas” para a sua atual situação, e que por conta disso, a junta diretiva estaria “focada em passar por um processo de rápido leilão”.

As decisões seriam tomadas com tamanha velocidade, que a mudança de posse da BlackBerry poderia estar finalizado já no próximo mês de novembro, entre outras medidas que a empresa já teria em mente. A matéria ainda destaca que a BlackBerry já teria em suas mãos uma lista de potenciais compradores, para escolher o mais adequado.

Isso não chega a surpreender. Bem sabemos que os problemas que a BlackBerry possui não são poucos, mas também pensamos que o seu processo de venda não será algo muito simples. Em todo o caso, a compra da companhia estará diretamente ligada ao preço que eles vão colocar nessa mesma companhia. Que, por sua vez, vai depender da pressa da própria BlackBerry em vender a empresa o mais depressa possível (que é o que parece).

Aconteça o que acontecer, estaremos atentos para saber o que vai acontecer de agora até o final de 2013.

Via Wall Street Journal

Novas da Google: console Android, Nexus Q2 e relógio inteligente

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A Google quer dominar o mundo, e parece não parar de criar coisas com esse objetivo. Mesmo que algumas ideias da empresa sejam um fracasso completo, eles seguem tentando. Afinal, a filosofia deles é “vai que (dá certo)?”. E segundo informa o Wall Street Journal, podemos ver em breve novidades vindas de Mountain View, como um console Android (algo que já era especulado na Google I/O 2013), um relógio inteligente, e um substituto para o Nexus Q.

Todos esses itens de hardware estariam nesse momento em fase de desenvolvimento, mas alguns deles podem ser anunciados já no terceiro trimestre de 2013. O mais atraente deles é, sem dúvida, o console Android, que chegaria para brigar com o Ouya, apostando em todo o potencial de expansão do Android para as plataformas domésticas de games.

A ideia de um console Android não é ruim, e pode ir na esteira da linha de smartphones Nexus. Quando a Google pensa em um console Android, o recado que eles querem passar ao mundo é: quando se combina o hardware e o software em um produto dessa categoria, esse produto não só cria os parâmetros para os demais, mas legitima o conceito do produto, para que outros fabricantes possam fazer o mesmo.

Mais do que oferecer um console Android, a Google quer oferecer mais uma porta de oferta de aplicativos para os desenvolvedores, dando mais relevância ao mercado de games para o Android. Em troca, a Google lucra com a venda desses aplicativos, com a publicidade indireta, e com a valorização de sua base de aplicativos.

O segundo produto que a Google pode lançar em breve é um relógio inteligente, que tem como objetivo fazer o mesmo que os consoles Android podem fazer. Aqui, os riscos são maiores: a Google já começa atrás no mercado de smartwatches, e eles precisam surpreender muito o mercado para convencer que a ideia de um relógio inteligente é boa o suficiente para conquistar o consumidor, além de ser um produto melhor do que as propostas apresentadas por fabricantes de peso, como Sony, LG e Motorola.

Por fim, o substituto do Nexus Q, um produto que foi um fracasso completo, e que sequer chegou a ser comercializado. A única coisa que espero é que esse tempo perdido tenha servido para que o Google aprendesse efetivamente o que fazer com esse produto, que até contava com um bom potencial comercial.

Vamos ver se nos próximos meses algumas dessas novidades aparecem no mercado.

Via WSJ

[Rumor] A Microsoft ficou MUITO PERTO de comprar a Nokia, diz o WSJ

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Você, amigo leitor, que sempre teve dentro de si aquela teoria conspiratória de que essa parceria da Microsoft com a Nokia nada mais era do que um passo pequeno para um grande plano da gigante de Redmond em comprar a fabricante finlandesa de telefones… parabéns! Você estava com alguma razão em pensar assim. Bom, pelo menos é o que afirma o Wall Street Journal.

Sempre foi dito que a Microsoft estava de olho na divisão mobile da Nokia,  e na prática, seria uma conjunção ideal de interesses envolvidos. De um lado, uma fabricante de hardware com uma grande reputação, com um grande número de clientes cativos ao redor do mundo, e produtos de qualidade, mas que lutava para ainda se manter competitiva no mercado mobile. Do outro lado, uma fabricante de software que queria entrar no segmento mobile, com a sua própria plataforma.

O que o WSJ revelou hoje é que a Microsoft esteve mesmo à beira de adquirir a Nokia, com as duas empresas chegando ao ponto de manter “conversas avançadas” em Londres ainda nesse mês de junho, sobre a possibilidade de compra e venda. Ao que parece, as tais negociações não avançaram, e as fontes anônimas do WSJ revelam que foi a Microsoft que desistiu da compra, depois de não concordar com o elevado preço pedido pela Nokia.

Outro fator que pesou nas negociações foi o fato da Nokia ter muitas dificuldades para roubar cotas de mercado da Samsung e Apple em mercados considerados vitais para a Microsoft (principalmente nos Estados Unidos e na Ásia, mercados onde a Nokia praticamente não existe).

De qualquer forma, pelo menos por enquanto, não veremos um “Nokiasoft” tão cedo. Porém, a parceria entre as duas empresas segue muito vivo. Quem sabe no futuro a médio e longo prazo essa compra não aconteça?

E você? O que acha da possibilidade da Microsoft comprar a Nokia?

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Rumor: Asus considera um smatphone com Windows 8 (e até mesmo um Padfone Windows)

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O que não seria dos blogs de tecnologia se não fossem os rumores, não é mesmo? Pois bem, vamos ao rumor do dia. Benson Lin, vice-presidente corporativo de comunicações mobile da Asus fez algumas declarações bem interessantes para o Wall Street Journal (que recentemente está no olho do furacão por ter afirmado que as vendas do iPhone 5 “não foram tão boas assim”), afirmando que a sua empresa se encontra “em conversações” com a Microsoft para licenciar um smartphone com Windows Phone 8.

Até aí, nenhuma novidade. Boa parte dos fabricantes apostam nessa versão mais madura e completa do sistema operacional móvel da gigante de Redmond. A grande novidade está no fato desse alto executivo reconhecer que a Asus está inclusive planejando um produto similar ao Padfone, mas adaptado ao sistema Windows (para desktops). Palavras de Lin: “o conceito Padfone – smartphone + tablet – teria muito sentido com o Windows 8”.

Aqui, a brincadeira muda de figura. Não duvidamos daquilo que a Asus é capaz de fazer. Afinal de contas, se voltarmos nossos olhos para 2007, eles simplesmente inseriram no mercado um conceito que, na época, era completamente novo para o mercado de tecnologia, que respondia pelo nome de Netbook. Agora, mesmo com processadores que estão ficando cada vez mais potentes, e smartphones que já recebem chips gráficos potentes e em muitos casos 2 GB de RAM, seria possível um smartphone contar com um sistema operacional de desktop por completo?

Ou a estratégia da Asus é colocar o Windows Phone 8 no smartphone, e deixar que ele “converse” com um tablet com o Windows 8 pré-instalado?

Esse é o grande mistério que a Asus deixa no ar com essas declarações. O Padfone baseado no Android utiliza o mesmo sistema operacional, com independência do modo que ele está presente (no tablet ou como smartphone), mas nenhuma versão corrente do Windows (Windows Phone 8, Windows 8 ou Windows RT) permite essa teórica flexibilidade, tanto na comunicação do sistema quanto na exibição de elementos na tela.

Nesse sentido, cabe a possibilidade que Benson saiba algo sobre o futuro do Windows que nós ainda não conhecemos, ou simplesmente tenha lançado ideias ao vento, que não contam com nenhuma base fundamentada. Até porque ele concluiu suas declarações com a já tradicional frase “não há datas concretas para tudo isso acontecer”.

Por que um iPhone “com preços populares” não faz o menor sentido?

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Foto: Rafael Godeiro – BlogRGNews

Muito se falou nos últimos dias sobre a possibilidade da Apple lançar um iPhone mais barato, mais acessível, e com materiais que deixassem o produto mais barato (como uma carcaça de plástico, por exemplo). Eu mesmo achei essa teoria algo risível, e nem quis falar sobre o assunto no TargetHD. Mas como o rumor começou em um veículo importante (o Wall Street Journal), e principalmente, porque Phil Schiller decidiu se pronunciar sobre o assunto, resolvi dar os meus pitacos, e dizer porque um iPhone “popular” não faz o menor sentido. Pelo menos, por enquanto.

Começando pelas palavras do vice-presidente de marketing mundial da Apple. Schiller concedeu uma entrevista a um jornal chinês, e foi questionado sobre esses rumores de um suposto iPhone com preço popular. Schiller nem titubeou. Foi até enfático, afirmando categoricamente que “isso nunca será parte do futuro dos produtos da Apple”.

E olha que ele falou isso para um veículo de imprensa chinês, mercado esse que a Apple quer conquistar, uma vez que tem apenas 20% de participação no momento (a Apple colocou a China como “prioridade”). Schiller prossegue:

“Desde sempre, todos os produtos da Apple se caracterizaram por uma coisa: nós só utilizamos neles o melhor da tecnologia disponível. É por isso que os últimos modelos do iPhone incorporaram cada vez mais novidades, como a tela Retina, um melhor design, a melhor câmera, entre outros. Tudo isso está focado no objetivo de lançar o melhor smartphone do mercado. É por isso que não consideramos a necessidade de um iPhone barato, já que hoje temos os maiores lucros do mercado”.

Ainda que os rumores nasceram com base na ideia de um modelo de iPhone para os mercados emergentes, Schiller descartou completamente a hipótese. Vale lembrar que temos pelo menos três modelos de iPhones disponíveis no mercado (iPhone 5, iPhone 4S e iPhone 4), sendo que o mais antigo é considerado o modelo mais “acessível” da empresa.

Ok, agora os meus pitacos sobre o assunto.

De fato, a Apple não precisa de um iPhone popular. Primeiro, por algo que Schiller já afirmou nas entrelinhas: a Apple estabeleceu um padrão de qualidade nos seus produtos, e não há motivos para mudar agora. Veja bem, eu não estou sendo elitista, mas essa é a realidade. A Apple nunca foi uma empresa com produtos com preços acessíveis, e mesmo assim, bate recordes de vendas a cada trimestre (ou ano fiscal, para não ser exagerado). Por que mudar agora? Apenas para tirar a liderança no mundo mobile da Samsung a todo custo? A essa altura do campeonato, mesmo com um iPhone que te dê dinheiro, eu diria que é impossível esse quadro se reverter tão cedo. Ainda mais com um único smartphone.

Além disso, os lucros da Apple estão também nos valores que o produto agrega. Muito dos lucros da Apple não estão exatamente na venda dos produtos, mas principalmente nos aplicativos e conteúdos que os usuários acabam adquirindo para esse produto. Quem tem um iPhone, iPad ou iPod Touch sabe do que estou falando. A maioria acaba gastando uma boa grana também em aplicativos, músicas, aluguel/compra de filmes e episódios de séries, livros e acessórios/complementos. Essa grande e preciosa fonte de renda da Apple faz com que a empresa se mantenha lucrativa, mesmo vendendo um smartphone caro em muitos países (como, por exemplo, o Brasil).

Por outro lado, a Apple (na verdade, Steve Jobs) tinha afirmado no passado que não se via lançando um tablet com dimensões menores que os 9.7 polegadas do iPad, e em outubro de 2012, apresentaram o iPad Mini, com 7.9 polegadas. Ou seja, foi só Steve Jobs partir desse plano, que Tim Cook arregaçou as mangas e disse “quem manda aqui nesse negócio agora sou eu”. Honestamente, não sei muito bem o que se passa na cabeça de Cook, e quais mais surpresas “não muito agradáveis” (como atualizar o iPad mais de uma vez por ano) ele pode apresentar em 2013. Planos podem ser mudados, e o iPad Mini é a prova disso.

Mas, mesmo assim, eu não acredito. Não acredito que Tim Cook vai comprometer a marca, o padrão de qualidade, e principalmente, uma filosofia desenvolvida ao longo de três décadas, de dizer ao consumidor que “o melhor tem preço sim, e nós oferecemos o melhor”. Tudo bem que vivemos em um período de crise econômica mundial, e não sabemos quando que os principais mercados vão se recuperar dessa fase. Mas não dá imaginar que a Apple vai lançar um iPhone só para competir com os modelos populares da Samsung, LG, Nokia, Motorola, entre outros. Os focos são diferentes, os objetivos são diferentes. A não ser que a empresa de Cupertino esteja mesmo temendo que os dias negros de pouco dinheiro circulando cheguem mais cedo do que eles imaginam.

Além disso, o que seria da vida dos Apple Fanboys xiitas, que sempre se vangloriaram da Apple nunca baixar os padrões, e sempre oferecer um smartphone top? Se lançarem um iPhone “de plástico”, seria mais um mito que cairia por terra. E eu temo pela saúde mental dessas pessoas…