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Os Chromebooks já superam em vendas os notebooks com Windows no mercado Business-to-Business

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As vendas Business-to-Business (B2B) nos Estados Unidos de Chromebooks superaram os 50% durante o período compreendido entre junho e julho de 2015. Isso quer dizer que pela primeira vez as vendas de Chromebooks superaram a dos portáteis com Windows.

O aumento veio com uma melhora generalizada no setor, superando as previsões. As vendas de notebooks com Windows subiram 6%, porém, mais impressionante que isso foi o aumento nas vendas de MacBooks, de 42% no mesmo período.

Os dados são bons para os três principais sistemas de portáteis para o fim do segundo trimestre de 2015 e o meio do mês de julho, de acordo com a NPD Group. O estudo revela dados surpreendentes sobre os Chromebooks, que foi o líder de mercado no período, apesar dos MacBooks registrarem o maior aumento.

Vale lembrar que o estudo fala das vendas de empresa para empresa, e não de empresa para cliente, onde o domínio da Microsoft é explícito, apesar de minguar lentamente.

Via OMG Chrome

Lenovo instalou software sem permissão de usuário em instalações limpas do Windows

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Depois do escândalo do Superfish, a Lenovo se envolve em mais uma polêmica com o Windows. A empresa é acusada de adicionar uma série de aplicativos e processos em instalações limpas do Windows, sem o consentimento do usuário, se encaixando perfeitamente no perfil de bloatwares.

Em cada instalação do Windows, os usuários observavam que o sistema sobrescrevia uma série de arquivos do sistema, que permitiam o download posterior de um programa de atualizações da Lenovo, e uma série de aplicativos para ‘melhorar’ o desempenho dos notebooks. O problema é que isso era feito em uma instalação limpa, ou seja, com um DVD do Windows, que não tem nada a ver com a versão oferecida pela Lenovo.

Não só isso. Além de instalar softwares sem permissão do usuário, esses programas faziam chamadas para os servidores da Lenovo, para ‘ajudar a entender como os clientes usam os nossos produtos’, mas (segundo eles) ‘sem receber informações pessoais’.

O processo é bem engenhoso, já que a BIOS dos notebooks da Lenovo era capaz de identificar se um determinado arquivo do Windows era da Microsoft ou não. Se fosse, ele modificava pela versão da Lenovo. Algo bem sutil, já que era executado em um momento onde o sistema poderia fazer modificações e executar algumas ações, mas de forma muito rápida para evitar ser detectado pelo sistema de segurança do Windows, ou qualquer outra ferramenta de segurança.

Uma vez modificado, esse arquivo começa a criar os arquivos de atualização e verificação da Lenovo, além de instalar o One Key Optimizer, que supostamente ‘melhora o desempenho do computador, atualizando o firmware, drivers e aplicativos pré-instalados, além de escanear arquivos desnecessários e encontrar elementos que afetam o desempenho do sistema’.

A Lenovo lançou um parche que atualiza seus notebooks afetados pelo problema, que foi considerado por eles uma vulnerabilidade. É uma péssima notícia para eles, mas também para a Microsoft, que deixou a brecha no Windows para tal modificação.

 

Microsoft sabia do problema, mas não o resulveu por completo

Em novembro de 2011, um livro publicado pela Microsoft (Windows Plattform Binary Table) faz menção a um engenheiro da Lenovo, que perguntou na época sobre como trabalhar com tabelas ACPI em notebooks. A partir daí, foi descoberta uma falha que permitia instalar esses softwares, fazendo com que esse livro fosse modificado para incluir esse caso.

O problema é que editar a documentação não foi suficiente. A falha continuou no código do sistema, e os fabricantes dos computadores não se viram obrigados a avisar os usuário sobre o mesmo. A Microsoft não resolveu a falha, e a Lenovo se aproveitou da situação.

A lista de notebooks afetados inclui os modelos: Flex 2 Pro 15 (Broadwell), Flex 2 Pro 15 (Haswell), Flex 3 1120, Flex 3 1470/1570, G40-80/G50-80/G50-80 Touch, S41-70/U41-70, S435/M40-35, V3000, Y40-80, Yoga 3 11, Yoga 3 14, Z41-70/Z51-70, Z70-80/G70-80.

A lista de desktops afetados inclui os modelos:  A540/A740 B4030, B5030, B5035, B750, H3000, H3050, H5000, H5050, H5055, Horizon 2 27, Horizon 2e(Yoga Home 500), Horizon 2S, C260, C2005, C2030, C4005, C4030, C5030, X310(A78), X315(B85).

O Superfish mostrou que a Lenovo pisou na bola na questão do gerenciamento de bloatwares e sobre como informava os usuários desse problema. Agora, temos uma questão mais inquietante: não importa se fazemos uma instalação limpa do Windows, já que os fabricantes tem formas de seguir instalando aplicativos e enviando informações para os seus servidores, sem o nosso consentimento.

E, acreditem… eles estão fazendo isso.

Via @mcontreras

Morphisec promete versão do Windows ‘impossível de ser hackeada’

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A empresa de segurança israelense Morphisec está trabalhando no desenvolvimento de uma versão do Windows que será ‘impossível de ser hackeada’, algo que é muito promissor, mas que resulta em um uso muito restrito do sistema.

Ao que parece, essa versão do Windows estaria destinada às agências militares e de segurança nacional, incluindo sistemas de controle de aeroportos e lançadores de mísseis. Dudu Mimran, co-fundador da Morphisec, disse que essa versão do sistema operacional da Microsoft representa ‘tudo aquilo que eles deveriam ter feito desde o começo’, e que apesar de ser orientado para um uso militar e governamental, pode ser adotado sem problemas no mundo empresarial.

Em essência, podemos dizer que o segredo desse peculiar Windows está na sua capacidade de bloquear qualquer tipo de ataque (na teoria), graças ao sistema de aleatoriedade de memória que incorpora, impedindo ao atacante se alojar na memória do sistema operacional.

Por enquanto, o projeto ainda está em desenvolvimento, mas de acordo com os primeiros testes internos, eles estão seguindo por um bom caminho, já que eles foram capazes de sair ileso de todos os ataques sofridos. Por enquanto.

Via Softpedia

É possível voltar do Windows 10 para o Windows 7 ou 8.1

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A Microsoft confirmou que será sim possível voltar do Windows 10 para o Windows 7 e Windows 8.1, eliminando assim uma dúvida recorrente entre muitos usuários que não tinham esse ponto muito claro.

É uma boa notícia, que se traduz em uma maior liberdade par ao usuário. A melhor parte é que o processo de downgrade não será nada complicado, já que contamos com diferentes opções, desde restaurar a partir de uma partição ou a que incluirá o próprio Windows 10 localizada nos ajustes de recuperação, onde só precisamos selecionar a opção ‘voltar para a versão anterior do Windows’.

Para evitar possíveis dúvidas, vale esclarecer que estas opções só estarão possíveis para aqueles que atualizarem de forma direta a partir do Windows 7 ou 8.1. Se você fizer uma instalação limpa do Windows 10, esta opção não estará disponível.

Eu acredito que serão poucos os usuários que vão querer voltar para a versão anterior do Windows, mas se considerarem necessário, a opção existe. Caso você precise recorrer ao processo de restauração, tenha em conta que os arquivos do sistema operacional antigo estão disponíveis na pasta Windows.old.

Via Microsoft FAQ

Windows 10, e o comércio das licenças do Windows 7

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Como você bem sabe, todo aquele que tiver uma cópia válida e legal do Windows 7 e do Windows 8.1 poderá atualizar gratuitamente para o Windows 10 de graça durante o primeiro ano de vida do novo sistema operacional. Uma realidade que beneficia um lucrativo negócio centrado nas vendas de licenças do Windows 7 com baixo custo.

O sucesso do negócio é evidente, e permite o acesso ao Windows 10 por valores que em alguns casos são muito menores do que aqueles adotados pela Microsoft na venda oficial de suas licenças. Logo, é fácil compreender porque temos uma exagerada demanda dessas licenças em sites como eBay ou Mercadolivre. E a tendência é que esse fenômeno só vai aumentar nas próximas semanas.

Talvez para mais de uma pessoa isso não seja algo muito ético, mas a verdade é que, caso a licença em questão não conte com uma origem ilícita de qualquer espécie, o movimento de venda é totalmente legal, onde o usuário pode se valer disso para economizar um bom dinheiro, e o vendedor para lucrar alguma coisa.

O mesmo vale para as licenças do Windows 8, já que também são válidas para atualização gratuita para o Windows 10, apesar do fato que essas licenças não contam com a mesma demanda do que as licenças para o Windows 7, por uma razão muito simples: o baixo prestígio do Windows 8 junto aos usuários.

iBall Splendo, um stick PC com Windows 8.1 por apenas US$ 140

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A Microsoft fechou uma parceria com a empresa hindu iBall para lançar o Splendo, um stick PC com Windows 8.1.

O Splendo pode se conectar em TVs e monitores com HDMI, e conta com um processador Intel Atom quad-core (quatro núcleos físicos), 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento em flash. Também conta com um slot microSDXC, uma porta USB padrão e outra microUSB, além de conexões WiFi e Bluetooth 4.0.

Outra característica bem interessante é que o dispositivo será atualizado para o Windows 10, quando o novo sistema operacional chegar ao mercado. E esse é mais um produto que amplia o catálogo de computadores acessíveis para tarefas básicas, onde os 32 GB de armazenamento para a execução do Windows pode ser algo um pouco escasso.

O iBall Splendo chega ao mercado por atraentes US$ 140, mas não sabemos se ele será vendido fora da Índia.

Via The Next Web

Estas são as versões com atualização gratuita do Windows 10

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Como bem sabemos, durante o primeiro ano de vida do Windows 10, os usuários do Windows 7, Windows 8-8.1 e Windows Phone 8.1 poderão atualizar de forma 100% gratuita os softwares instalados. Porém, isso deixou uma grande dúvida: quais versões vão mesmo receber a citada atualização gratuita?

A Microsoft foi muito clara sobre esse tema, deixando um resumo simples, mas mais que suficiente para que todos saibam quais são as versões que poderão ser atualizadas gratuitamente para o Windows 10:

– Windows 7 Home Starter, Basic e Premium: Windows 10 Home.
– Windows 7 Professional e Ultime: Windows 10 Pro.
– Windows Phone 8.1 e Windows 8.1: Windows 10 Home.
– Windows 8.1 Pro e Pro Students: Windows 10 Pro.

Com isso em mente, as dúvidas sobre o assunto devem se encerrar, mas não será nenhum absurdo ver que alguém pode ter alguma outra dúvida sobre o lançamento do Windows 10. E a nossa área de comentários também serve para isso.

Via Neowin

O Chromebook mais vendido agora roda Windows

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As vendas dos Chromebooks seguem em alta. A consultoria Gartner prevê um crescimento de 27% para 2015, alcançando 7.3 milhões de unidades vendidas. Mesmo não sendo um dispositivo para tudo ou para todos, os Chromebooks podem ser dispositivos perfeitos para uma parte dos usuários que buscam um notebook portátil e barato para os serviços conectados e aplicativos de escritório mais básicos.

Parte dos usuários criticam as limitações do sistema Chrome OS, e existem na internet registros de tentativas de instalação de outros sistemas, como por exemplo o Linux e o Ubuntu. Agora, um usuário foi capaz de instalar o Windows 8.1 no Acer C720 Chromebook, o mais vendido com a plataforma. O modelo possui tela de 11.6 polegadas (1366 x 768 pixels), processador Celeron 2955U dual-core com arquitetura Haswell e 4 GB de RAM, com preço de US$ 200.

O resultado final mostra um conjunto onde quase tudo funciona, incluindo a aceleração de vídeo por hardware. O trackpad não funcionou, mas foi possível instalar um mouse na porta USB. Alguns modelos como o HP Stream (US$ 199) são alternativas Windows aos Chromebooks, mas nesse caso temos um desenvolvimento de solução com Chrome OS e Windows.

 

Richard Stallman: “Windows e OS X são malwares”

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Richard Stallman, fundador do projeto GNU, sempre se caracterizou por sua posição intransigente em relação ao Software Livre. E quando ele é questionado sobre um sistema operacional que não faz parte da filosofia FSF, ele nunca teve uma resposta positiva. Pois bem, o site The Register recompilou uma série de declarações do guru do Software Livre sobre os quatro principais sistemas operacionais do momento: Windows, OS X (Mac), iOS e Android.

Stallman afirmou que o primeiro malware é sempre o próprio sistema operacional, fazendo alusão que os citados contam com uma grande quantidade de software malicioso pré-instalado. Falando de forma mais específica, ele afirma que os sistemas da Apple são malwares, e que o OS X simplesmente aprisiona o usuário.

Sobre o iOS, sua opinião foi ainda mais negativa, já que além dos defeitos presentes no OS X, soma-se ao fato que o sistema móvel da Apple censura aplicativos e contém backdoors. Sobre o Windows, Stallman comenta que a Microsoft sabota os usuários do Windows revelando as vulnerabilidades do seu sistema operacional para a NSA, antes de lançar as correções.

Com o Android, ele foi um pouco mais condescendente, dizendo que o sistema operacional do Google contém malwares no seu software não livre, que podem ser usados como backdoors para forçar de fora remota a instalação e remoção de aplicativos. Aqui, vale a pena lembrar que o Android, na sua maior parte, utiliza uma licença Apache 2.0, ou seja, ele é tecnicamente um Software Livre.

Richard Stallman não limitou suas críticas aos sistemas operacionais. Ele também criticou as Smart TVs e até os carros inteligentes, argumentando que eles podem ser utilizados para espionar as pessoas, inclusive quando eles estão conversando por voz, através de um microfone.

Quem conhece Richard Stallman não se surpreende com suas declarações, e ainda que para muitos ele seja considerado apenas mais um extremista, não podemos dizer que ele está totalmente equivocado. Ele comenta que nunca teve um smartphone porque as agências de segurança espionam através desses dispositivos, e nesse ponto ele tem razão, para desgosto de muitos proprietários de smartphones e os seus próprios detratores.

Via The Register

Windows 3.0 completa 25 anos

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Hoje é um dia muito especial para praticamente qualquer amante da informática, principalmente para os mais veteranos. Em 22 de maio de 1990, a Microsoft lançou o Windows 3.0, uma versão essencial para a história de sucesso da gigante de Redmond.

O Windows 3.0 não foi um sistema operacional como tal, mas sim uma interface gráfica sobre o MS-DOS, oferecendo um acabamento muito mais amigável e acessível par ao usuário. Essa versão do Windows é importante por assentar as bases do que seria o Windows 95, que foi uma verdadeira revolução no segmento de software, por ser considerado um sistema operacional pleno, já que era um híbrido das plataformas 16 bits e 32 bits.

Também foi possível aproveitar dos benefícios dos 32 bits, com a atualização para o Windows 3.1.1, mas era necessário nesse caso contar com um processador 386 para obter uma experiência de uso adequada nesse modo (os processadores 286 se limitavam aos 16 bits).

Os requisitos mínimos para rodar o Windows 3.0 eram: um computador com processador 8086, 384 KB de memória livre, 20 MB de espaço em disco rígido, gráficos com suporte CGA/EGA ou VGA e o MS-DOS 3.1 pré-instalado. É preciso levar em conta que, para um desempenho realmente satisfatório, o sistema exigira um processador que fosse pelo menos um 286, e 1 MB de RAM. 

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O Windows 3.0 é, sem sombra de dúvidas, uma das versões mais importantes da história. Mudou completamente o destino da Microsoft, e preparou o mundo para o Windows 95, que causou uma verdadeira revolução, tornando a empresa de Bill Gates a ‘gigante de Redmond’ que conhecemos hoje.

Via Neowin

Windows 8.1 se infecta cinco vezes menos que o Windows 7

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A Microsoft fez um bom trabalho no quesito segurança nas versões mais recentes do seu sistema operacional. O gráfico (mais abaixo nesse post) mostra que o Windows 8.1 se infecta até cinco vezes menos que o Windows 7.

Ou seja, o Windows 8.1 não é apenas mais seguro, mas também menos propenso a sofrer infecções por malwares do que outras versões, como a já citada Windows 7 ou Windows Vista. As barras de cor azul escuro do gráfico abaixo mostram a taxa de infecção para cada mil equipamentos com cada um dos sistemas operacionais da Microsoft durante o terceiro trimestre de 2014, enquanto que as barras em azul claro indicam a mesma taxa, mas durante o quarto trimestre de 2014, expressado em porcentagens.

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Um exemplo: de cada 1.000 equipamentos com Windows 8.1, apenas 1.3% registrou infecções de malwares no quarto trimestre de 2014. Essa é uma excelente notícia, principalmente se levarmos em conta que falamos de um sistema operacional muito popular, o que facilmente o torna em um alvo de muitos ciberdelinquentes.

Merece destaque também as novas medidas de segurança que a Microsoft estão funcionando de forma adequada, e as coisas podem funcionar ainda melhor no Windows 10.

Via Softpedia

Do Windows XP para o Windows 10 por US$ 39?

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A Microsoft e os seus parceiros OEM estão fazendo um grande esforço para convencer usuários em empresas da necessidade em migrar os seus equipamentos com Windows XP, uma vez que o suporte para essa versão acabou a algum tmepo. Com o Windows 10 chegando, a gigante de Redmond vai oferecer a licença para esses usuários por um preço bem reduzido: US$ 39,99.

Até agora, sabemos que não será possível atualizar do Windows XP direto para o Windows 10 mantendo os seus arquivos e configurações, tal como pode ser feito a partir do Windows 7 e Windows 8.1 e de forma gratuita no primeiro ano de disponibilidade (para equipamentos com uma licença original). Mas isso não quer dizer que os computadores com Windows XP não possam ser atualizados, realizando uma instalação limpa do sistema com a correspondente imagem comercializada pela Microsoft, via download digital ou em cópia física.

Para isso, os computadores deverão cumprir com os requisitos mínimos do sistema, que são muito básicos para poder trabalhar com o Windows 10 com certa fluidez. Parte desse hardware deverá ser atualizado na maioria dos casos (aumentar a RAM seria muito bem vindo).

Não faz muito tempo que contamos aqui no blog que o Windows 10 foi testado em um antigo netbook (originalmente com Windows Vista, Intel Core 2 T7400, 2 GB de RAM e 160 GB de HD SATA-II), realizando uma instalação limpa, com resultados surpreendentemente bons. O equipamento foi atualizado para 4 GB de RAM e recebeu um SSD de 120 GB, e os resultados melhoraram ao ponto de poder utilizar o equipamento para o dia a dia.

Em resumo: equipamentos com Windows XP e Vista poderão aproveitar os benefícios do Windows 10. E faz todo o sentido para a Microsoft oferecer uma versão econômica do sistema para atualizar esses computadores, ou para legalizar as cópias piratas.

US$ 39 pode parecer caro ou barato, dependendo do usuário. Mas é muito mais barato do que uma versão retail do Windows, fora dos programas OEM, ou licenças em volume ou promoções para os setores educacionais.

Via Softpedia

Do Windows 1 ao Windows XP, no seu navegador

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Um site decidiu disponibilizar uma lista bem longa de sistemas operacionais emulados, que apesar de não serem totalmente funcionais, rodam bem rápido e contam com alguns extras como o Internet Explorer e o Outlook.

A lista começa no Windows 95 e termina no Windows Xp, mas também é possível encontrar diferentes versões do Mac OS, como a 8.6 e a mais recente 10.4 Tiger. Você pode conferir todas essas versões clássicas desses sistemas operacionais nesse link.

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Mas se isso te parece muito mainstream, você pode testar o Windows 1 nesse link, com a ajuda de um emulador que simula o seu funcionamento em um computador com processador de 4.7 MHz, 256 KB de RAM e tela CGA.

Se você quer algo intermediário, uma dose de Windows 3 também cai bem. Basta clicar nesse link, e você pode testar essa outra venerada versão do sistema operacional da Microsoft, emulado em um PC 286.

Duet Display, o seu iPad como uma segunda tela com o Windows

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O Duet Display é um aplicativo que permite a utilização do iPad como uma tela secundária. O projeto é gerenciado por um ex-engenheiro da Apple, e originalmente só funcionava com o OS X. Agora, ele é compatível também com dispositivos baseados no Windows.

Se você tem um desktop ou notebook com Windows 7 ou Windows 8, além de um iPad – cenário bem possível em muitos lares -, poderá aproveitar o tablet como tela estendida do dispositivo com Windows, conectando via cabo Lightning.

O Duet Display também oferece suporte touch ao Windows, algo interessante e que beneficia o uso nos apps Metro do Windows 8. Para os usuários do Windows 7, o suporte touch também está disponível para gestos em diferentes cenários.

Não há indícios que o Duet Display será compatível com o Windows 10 TP, mas certamente essa funcionalidade estará presente no futuro. A produtividade de uma tela secundária sempre é muito bem vinda, se bem aproveitada. Logo, o aplicativo é uma excelente forma de você aproveitar ainda mais o seu iPad.

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iPad Air 32 GB

 

 

Via TechCrunchDuet DisplayDuet Display @ App Store

LG Lancet, um smartphone com Windows Phone

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Os rumores eram reais. A LG queria voltar a apostar no Windows para os smartphones, e isso aconteceu, mesmo que em um lançamento pensado para o mercado dos Estados Unidos. O LG Lancet marca a volta dos coreanos ao mercado mobile com o sistema operacional da Microsoft.

A LG aproveita a boa fase de vendas no mercado norte-americano (com o Android) para tentar ser um parceiro eficiente da Microsoft na expansão do Windows no segmento mobile, e através da operadora Verizon temos o LG Lancet, que oferece especificações técnicas ‘simples’, mas que mais que suficientes para as necessidades do usuário.

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O LG Lancet conta com uma tela de 4.5 polegadas (854 x 480 pixels), processador Qualcomm Snapdragon 410, 1 GB de RAM, bateria de 2.100 mAh, câmera traseira de 8 megapixels, e conectividade LTE. Não é um LG G4 com Windows 10, mas é a aposta que a Microsoft faz no segmento de linha média.

O LG Lancet recebe todas as funcionalidades específicas do Windows (incluindo o Cortana), além de alguns recursos personalizados de software da LG, como o Knock On e Gesture Shot da câmera frontal. O seu preço não foi anunciado, assim como a possibilidade de lançamento para outros mercados.

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LG G3 Stylus

Via Windows Central

Windows 7 aumenta a sua presença no mercado. Pode o Windows 10 mudar isso?

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O Windows 7 aumentou a sua participação no mercado e meio ponto percentual, alcançando os 58.49% nos sistemas operacionais para desktops. A tendência ascendente já dura vários anos, de acordo com os dados referentes ao mês de abril de 2015, publicados pela NetMartetShare.

O Windows XP está na segunda posição, perdendo 1% em relação ao mês anterior, mas com respeitáveis 15.93% de mercado. O Windows 8.1 subiu discretamente, com 11.61%, por conta da atualização gratuita (a partir do Windows 8) e pela venda de novos equipamentos. Mesmo assim, é muito pouco para a última versão do Windows.

E sim… ainda tem 2% de infelizes que usam o Windows Vista…

O OS X da Apple fica entre 8% e 9%, com destaque para a versão 10.10, que fica com metade dos usuários, que majoritariamente estão migrando para a última versão. O Linux conta com 1.52% do mercado.

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Com esses dados, se confirma que o Windows 7 é líder absoluto do mercado de desktops, aumentando sua presença no mercado a cada mês. E a pergunta persiste: será que o Windows 10 é capaz de acabar com o seu reinado?

Levando em conta que 80% dos usuários do Windows 8 migraram para o Windows 8.1 em apenas um ano e meio, é quase certo que essa turma toda vai mudar para o Windows 10 em um curto prazo de tempo, já que a atualização é gratuita no primeiro ano. Difícil é saber se os usuários do Windows 7 farão o mesmo.

E você? Vai migrar do Windows 7 para o Windows 10 no ato do seu lançamento? As novas características do novo software (Microsoft Edge, Cortana, DirectX 12, etc) são justificativas para uma migração em massa?

Via NetMarketShare

LG dá indícios que vai apostar em smartphones com Windows

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No ano de 2010, a LG lançou o seu primeiro smartphone com Windows Phone, se transformando em sócio estratégico da Microsoft para impulsionar a primeira versão do Windows Phone 7. Desde então, o interesse em seguir com a parceria não foi o mesmo, e a empresa cresceu ao longo dos anos com a ajuda do Google e do Android.

No final do ano passado, apareceram indícios que um novo telefone com o sistema operacional da Microsoft seria lançado, e hoje ele quase pode ser considerado confirmado. O próprio site da LG menciona dois dispositivos da operadora norte-americana Verizon. Um deles é o LG VW820, e o outro é uma variante desse modelo, o VW820SS.

Não há maiores informações sobre os modelos, assim como suas diferenças. Olhando fora dos domínios da LG, encontramos que o primeiro deles passou pelo órgão Bluetooth SIG.

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Passando para a parte dos rumores puros e simples, comenta-se que os dois dispositivos não seriam smartphones com grandes aspirações na parte de hardware, mas modelos mais simples, com tela WVGA de 4.7 polegadas e baixo custo. Parece que os fabricantes e a Microsoft já tem claro que se precisam ganhar terreno, seria com smartphones mais acessíveis.

Ainda que a documentação oficial cite o termo Windows Phone, entendemos que se os novos modelos forem verídicos, vão estrear com o Windows 10. Esperamos que eles apareçam em breve no mercado norte-americano e, com um pouco de sorte, no mercado internacional, abrindo assim um novo e interessante caminho alternativo.

Via LG

Redstone, a próxima grande atualização do Windows 10

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O Windows 10 nem está pronto, mas os primeiros rumores sobre os seus futuros packs de updates já começaram. De acordo com o site Neowin, a Microsoft deve lançar em 2016 duas atualizações, em junho e outubro, ambas com o nome de código ‘Redstone’.

No meio do caminho, outros pacotes de correção serão lançados. O ZDNet também informa que o Redstone trará grandes novidades, com suporte para ‘novas categorias de dispositivos que não são parte do Windows 10 nesse momento’.

Nem preciso dizer que a Microsoft não fez comentários sobre o assunto, mas levando em conta que o Windows 10 vai chegar no meio do ano, é natural que eles não façam comentários sobre assuntos que só serão relevantes em 2016.

Um detalhe: ‘Redstone’ é uma clara referência ao Minercraft, do mesmo modo que o ‘Threshold’ do Windows 10 era uma referência ao Halo. Ou seja, no final, ficou tudo em família.

Na Microsoft, há quem diga que um Windows “Open Source” é possível

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Mark Russinovich, engenheiro da Microsoft, afirma que é “absolutamente possível” que a empresa adote um modelo Open Source para o futuro desenvolvimento do Windows.

Russinovich é um dos principais responsáveis pelo Windows, e fez suas declarações durante a sua participação na Chefcon, local onde a maioria dos presentes possuem uma relação “complicada” (para dizer o mínimo) com a Microsoft, uma vez que quase todos usam o Linux.

A abertura da Microsoft para uma filosofia de código aberto foi nula ou lenta na maior parte de sua história (Steve Ballmer chegou a afirmar em uma oportunidade que o Open Source era um “câncer”), mas isso mudou radicalmente nos últimos tempos. O Azure, plataforma de cloud computing da empresa, oferece suporte ao Linux a algum tempo, e 20% dos sistemas de rodam na plataforma o fazem com alguma das muitas distribuições disponíveis.

De acordo com Russinovich, a mudança é necessária, pois é algo que já vivemos nos dias de hoje. O que surpreende é saber que o debate sobre a adoção dessa filosofia se tornou muito mais ativo em uma empresa que tradicionalmente defendeu o modelo de software comercial.

A própria Microsoft dá mostras que sua visão de hoje já não é a mesma, com a publicação do .NET com a licença Open Source.

Mas uma coisa é dizer que o Windows poderia ser de código aberto um dia, e outra – muito diferente – é fazer isso acontecer. Russinovich afirma que o sistema operacional é muito complexo, e torná-lo Open Source não seria uma tarefa fácil, necessitando um sistema de compilação que utilizaria vários engenheiros e meses de trabalho para funcionar.

Por outro lado, o Open Source é muito coerente com o atual caminho escolhido pela Microsoft, que está se voltando muito mais para os serviços e menos para as licenças (mesmo que as licenças ainda sejam boa parte dos lucros da empresa), e que se beneficiaria muito mais de um alcance maior das suas soluções para diferentes tipos de dispositivos.

A estratégia é parecida com a da Red Hat, empresa que melhor conseguiu monetizar os seus investimentos no Linux, comercializando serviços de suporte ou implementação de serviços a partir de produtos Open Source. A participação de Russinovich mostra que essa é uma possibilidade real. Não que esse será o caminho do Windows no futuro, mas o simples fato da Microsoft pensar assim deixa claro que a empresa está mudando. E muito.

Via Wired

O Windows RT… morreu!

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Ontem foi lançado o Microsoft Surface 3, novo tablet da gigante de Redmond, que entre tantas novidades, uma mereceu destaque: a presença do Windows 8.1 no lugar do Windows RT. Isso deixa claro a morte da versão ‘capada’ do Windows, que nunca foi bem recebido do jeito que a Microsoft sonhou.

A Microsoft não comunicou publicamente a morte, mas é evidente que a versão do Windows para arquiteturas ARM foi a grande vítima do novo e ambicioso plano da empresa, onde a mensagem “One Windows” é mais clara do que nunca. O fato é que o Windows RT nunca teve uma boa acolhida. As especificações da versão específica do Windows para processadores móveis orientados para os tablets era curiosa, principalmente por conta de suas sérias limitações.

Não só no hardware, que tinha que se ajustar à rígidas restrições definidas pela Microsoft, mas também no software, que impunha o uso aos aplicativos Modern UI e limitava o catálogo disponível de forma drástica: os aplicativos padrão Win32 não funcionavam nessa versão do sistema operacional, que por sua vez ocultava quase completamente a área de trabalho tradicional.

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Tais limitações fizeram com que as vendas do Surface RT e Surface 2 (o segundo sem o RT, mas com o mesmo sistema capado) fossem um grande desastre. A Microsoft perdeu US$ 900 milhões com essa aposta, e até Steve Ballmer teve que admitir que eles fabricaram dispositivos demais nesse segmento.

Poucos foram os fabricantes que apostaram no Windows RT, e mesmo assim, apostaram muito depois da Microsoft. Em setembro de 2013, o Surface 2 só tinha como ‘companhia’ o Nokia 2520, apresentado no último Nokia World da história, onde Stephen Elop defendia uma plataforma que não tinha futuro.

Em 2014, a Microsoft promoveu mudanças radicais: a chegada de Satya Nadella resultou em ajustes em toda a estrutura da empresa, que se centrou em novos objetivos, em uma clara aposta na convergência. O Windows 10 é o resultado dessa filosofia, e sua compatibilidade com as arquiteturas ARM e x86/AMD64 fez com que o Windows RT fosse a primeira vítima das mudanças.

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O mesmo destino deve receber o Windows Phone, mas todos estamos esperando por isso nesse caso. Uma nova fase com aplicativos universais – onde desde já temos que chamar apenas e simplesmente de ‘apps’ -, que unificam o catálogo das plataformas, sem falar nas demais vantagens desse novo foco do Windows 10.

Enfim… foi bom enquanto durou, Windows RT… ou não.

Já vai tarde.