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WhatsApp de volta no Brasil nas próximas horas

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Pouco mais de 24 horas depois do efetivo bloqueio através de decisão judicial, o WhatsApp voltará a funcionar no Brasil. No início da tarde de hoje (3), a Justiça de Sergipe decidiu reconsiderar o recurso que o serviço de mensagens instantâneas impetrou para ter o aplicativo funcionando novamente.

A decisão tem efeito imediato, e o WhatsApp será desbloqueado em todas as operadoras nas próximas horas. Alguns usuários e veículos de imprensa já informam sobre o retorno do serviço, que deve ser gradual entre as prestadoras de serviços de internet.

O WhatsApp entrou com um recurso para revogar a proibição dos seus serviços na noite de ontem (2), mas o desembargador plantonista Cezário Siqueira Neto, do Tribunal de Justiça de Sergipe, revogou o recurso na madrugada de hoje (3). O desembargador argumentou a favor da manutenção da proibição afirmando que “a empresa nunca se sensibilizou em enviar especialistas para discutir com o magistrado e com as autoridades policiais interessadas sobre a viabilidade ou não da execução da medida”.

Isso reforça uma das teorias levantadas por alguns veículos de imprensa, que acusam o serviço de nunca terem explicado de forma técnica como era impossível para eles ter acesso ao conteúdo das mensagens trocadas dentro da plataforma. O WhatsApp sempre se defendeu afirmando que isso não seria possível, mas nunca provou sua inviabilidade com evidências críveis.

Agora, o desembargador Osório de Araújo Ramos Filho reconsiderou a decisão do colega plantonista. Os advogados do WhatsApp argumentam que o bloqueio do aplicativo é uma medida desproporcional, que afeta milhões de pessoas, quando o que realmente interessa é pegar alguns criminosos investigados.

O motivo para um novo bloqueio do WhatsApp foi uma nova investigação envolvendo o crime organizado e o tráfico de drogas. Por não contar com os dados solicitados pela Justiça, a empresa alega que não poderia fornecer os mesmos.

Logo, para aqueles que estão sofrendo de crise de abstinência, um pouco mais de paciência, pois o WhatsApp está voltando.

Via O Globo

Por que o WhatsApp não colabora com as autoridades brasileiras?

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Não queremos ser aqui advogados do diabo, nem estamos apoiando a decisão de um juiz que não sabe interpretar direito o Marco Civil da Internet. Porém… regras são regras. Podemos discutir as regras, mas que elas existem, existem. O WhatsApp está bloqueado no Brasil até a próxima quinta-feira (05), às 14h (em teoria) por ordem judicial, como punição por não colaborar com investigações contra o narcotráfico.

Não é o primeiro bloqueio que o WhatsApp sofre no Brasil. Em fevereiro e dezembro de 2015, o serviço passou pelo mesmo problema, e pelo mesmo motivo: se negar a colaborar em investigações realizadas pelas autoridades legais brasileiras. As cinco principais operadoras móveis do país, além das operadoras de telefonia fixa receberam a ordem emitida pelo juiz Marcel Montalvão, e cumpriram com a decisão, já que a multa pelo descumprimento é de R$ 500 mil por dia.

Agora, a justiça negou o recurso do WhatsApp. O desembargador Cezário Siqueira Neto, do tribunal de Sergipe, manteve a decisão de Montalvão, e o aplicativo segue bloqueado. Mais de 100 milhões de brasileiros utilizam o serviço para se comunicar, administrar seus negócios e outros interesses pessoais e comerciais. De acordo com comunicado dos representantes do serviço, “para obrigarmos a entregar informações que afirmamos repetidamente que não temos”.

 

O preço da privacidade

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Obviamente, tanto para o WhatsApp como para o Facebook e, principalmente, para os usuários, a medida é desproporcional. Mesmo assim, eles seguem declarando que não possuem as informações que as autoridades solicitam, e afirmam textualmente que colaboraram “em toda a extensão de sua capacidade com os tribunais brasileiros”.

O que a justiça precisava, afinal de contas?

Ao que parece, o acesso aos dados de alguns usuários que, segundo a polícia, se comunicavam pelo aplicativo, com o objetivo de obter nomes, endereços e acessos à redes sociais dos envolvidos nas investigações. Algo que implicaria violar a privacidade deles, e este é um tema que tanto o WhatsApp como muitas das grandes empresas de tecnologia levam muito a sério, e sofrem as consequências das decisões que a justiça brasileira pode tomar.

Por exemplo, a prisão de Diego Dzodan, representante máximo do Facebook no Brasil, que passou 24 horas detido como medida paralela ao mencionado bloqueio, com o objetivo que o mesmo colaborasse, compartilhando os dados que supostamente o serviço possui referente à operação de narcotráfico.

 

Os limites e o outro lado da moeda

 

As autoridades brasileiras podem agir dessa forma?

Infelizmente, tem, mas este é outro aspecto do debate sobre onde estão os limites de exigência da justiça e o início do direito da privacidade em caso de investigações. Principalmente levando em conta que, desta vez, a punição vai muito além da empresa, afetando usuários que não tem nada a ver com o assunto, e ficam sem o serviço, levando prejuízos diversos, desde gastos adicionais com comunicação até problemas de gestão de suas atividades profissionais pelo aplicativo.

Sem falar no prejuízo secundário para o WhatsApp: além do serviço suspenso por alguns dias, vê os usuários buscando outros serviços, principalmente o Telegram, que registrou um pico de 1 milhão de novos usuários nas primeiras horas de bloqueio do principal concorrente. O próprio Telegram teve que pedir desculpas por não conseguir absorver todas as petições de códigos de verificação para ativar o aplicativo.

Não será surpresa se novos bloqueios acontecerem por conta de determinações da justiça. Afinal de contas, o Artigo 12 do Marco Civil da Internet tem uma enorme brecha para isso (e esse é apenas um dos exemplos que reforçam a teoria que o texto foi mal formulado). O que fica claro é que há muito a ser feito no âmbito legal e penal em relação aos direitos da privacidade à informação, e casos como esse não serão os primeiros, muito menos os últimos.

Infelizmente.

Via BBC

Sites oficiais do Sergipe caem após bloqueio do WhatsApp

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O grupo Anonymous Brasil reclama a autoria de um ataque aos sites do Tribunal de Justiça e da Justiça Federal do estado do Sergipe, poucas horas após o bloqueio do WhatsApp em território nacional. O site do governo do estado também foi derrubado pelo grupo, e desses apenas o site do Tribunal de Justiça voltou a funcionar até o momento.

O ciberataque aconteceu depois do juiz Marcel Motalvão, da comarca de Lagarto (SE), emitir ordem de bloqueio das conexões via WhatsApp pelas operadoras de internet fixa e móvel que operam em território nacional por 72 horas. A decisão do juiz foi tomada por conta de uma investigação relacionada a crimes de tráfico de drogas.

Em nota, o WhatsApp se diz desapontado com a decisão, e afirma que colaborou de todas as formas com a Justiça nesse caso, mas não pode oferecer os dados solicitados para essa investigação. Vale lembrar que, em abril de 2016, o WhatsApp ativou o recurso de criptografia ‘ponta a ponta’, ou seja, onde os dados do usuário são criptografados entre os usuários, com o conteúdo das mensagens ficando disponíveis apenas para os dois interlocutores da comunicação.

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Quem está ganhando com esse bloqueio é o Telegram, que ganhou mais de 1 milhão de usuários no Brasil nas últimas horas. Quem perde com o bloqueio do WhatsApp é o usuário, que não só deixa de ter temporariamente uma via de comunicação, mas também tem o seu direito de utilização do principal aplicativo de trocas de mensagens instantâneas do mercado vetado.

Também é importante destacar que, até o presente momento, nenhuma operadora/prestadora de serviços de internet tomou qualquer medida para tentar fazer com que a decisão judicial perca o seu efeito. De forma até conveniente, já que isso obriga os usuários a utilizarem os serviços oferecidos pelas mesmas prestadoras (telefonia fixa e móvel, SMSs, etc).

Via Folha de S. Paulo

De novo: Justiça manda operadoras bloquearem o WhatsApp no Brasil por 72 horas

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O juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE), determinou que as empresas de internet fixa e móvel bloqueiem o WhatsApp no Brasil por 72 horas, contando a partir das 14h dessa segunda-feira (2).

O bloqueio do WhatsApp no Brasil por determinação judicial já aconteceu em dezembro de 2015, por conta de uma investigação policial. Em março de 2016, o mesmo juiz determinou a prisão preventiva do vice-presidente do Facebook na América Latina, Diego Dzodan, depois da rede social descumprir ordens judiciais em investigações relacionadas ao crime organizado e o tráfico de drogas. Vale lembrar que o Facebook é dono do WhatsApp desde 2014.

A determinação da Justiça de dezembro de 2015 foi cumprido pelas operadoras, e tinha um prazo de 48 horas. Porém, não durou o tempo previsto: o desembargador Raimundo Nonato da Costa Alencar, do Tribunal de Justiça do Piauí, derrubou a decisão por falta de razoabilidade, uma vez que não era adequado que uma investigação local afetasse milhões de usuários pelo Brasil.

É esperado que o mesmo aconteça nesse caso, apesar de ser uma decisão recente, e as primeiras informações ainda serem divulgadas pelos veículos especializados. De qualquer forma, as operadoras Claro, Nextel, Oi, TIM e Vivo afirmam que já receberam a ordem judicial, e que vão cumprir a mesma, uma vez que a multa para o descumprimento da determinação da Justiça é de R$ 500 mil por dia.

Também não há um posicionamento das operadoras sobre tentarem um recurso para impedir o bloqueio do aplicativo, uma vez que é algo conveniente, já que o WhatsApp é um concorrente direto nos serviços de chamadas e trocas de mensagens. É importante ressaltar que, desde abril, o aplicativo passou a adotar a criptografia ‘ponta a ponta’, ou seja, os dados são criptografados de usuário para usuário, sem intermediários, o que dificulta a revelação de informações em investigações que visam descobrir o conteúdo das mensagens enquanto elas trafegam entre os usuários.

Vamos aguardar pelos próximos acontecimentos.

Via Folha de S. Paulo, IDG Now, Tecnoblog

Juiz obriga condenado a divulgar sentença em seu status do WhatsApp

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G.M.P. decidiu colocar no seu status do WhatsApp a mensagem “Não confie em F.S.O.”, um médico de profissão que decidiu processar G., pedindo uma condenação por intromissão em defesa da honra, e uma indenização pelos danos causados. A sentença é uma aviso para quem usa os aplicativos de mensagens instantâneas para atacar outras pessoas, já que o juiz condenou o acusado a uma indenização de 2 mil euros, além de obrigar a deixar a sua sentença no seu status do WhatsApp por 60 dias.

Ou seja, muito cuidado com o que você coloca não apenas no seu perfil de redes sociais, mas também nos aplicativos de mensagens. O status do WhatsApp pode ser visto por qualquer pessoa, e foi essa via que o acusado usou para difamar F.S.O., que decidiu tomar providências. Sua petição inicial era de uma indenização de 10 mil euros e a obrigação do acusado em difundir em seu status a mensagem “F.S.O. é uma pessoa de confiança”.

 

Não foi uma boa ideia

Diante da acusação, o condenado alegou que a frase não teve intenção difamatória mas sim crítica, já que não causou danos ao médico. Porém, o juiz não entendeu assim. Na sua sentença, ele garante que um simples “não confie” não é uma crítica, mas sim uma desqualificação que não está protegida pela liberdade de expressão, afetando a reputação do difamado.

A frase que o condenado teve que publicar no seu status do WhatsApp foi: “Mediante sentença na dada 30-12-2015, G.M.P. foi condenado por intromissão ilegítima à honra de F.S.O.”.

O que fica claro aqui (e que está apoiado em outras sentenças relacionadas com difamação nas redes sociais) é que ainda que alguns pensem que as mesmas redes ou aplicativos de mensagens são uma brincadeira de criança, os danos que podem causar ao usar com outras pessoas são muito sérios.

WhatsApp tem codificação ponto a ponto, mas tem um porém…

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Ontem (05) o WhatsApp incorporou a codificação ponto a ponto nas trocas de mensagens e comunicações entre os usuários. A medida de segurança melhora a privacidade do serviço, onde (na teoria) apenas emissor e receptor conhecem o conteúdo de cada mensagem.

Porém… sempre há um porém…

Ainda que o conteúdo da mensagem seja codificado e não fique salvo nos servidores do WhatsApp, o serviço de troca de mensagens ainda fica com muitas informações dos usuários, incluindo a data, a hora e o número do destinatário. Essas informações são salvas, e tal e como indicam os termos e condições de uso, podem ser facilitadas para entidades governamentais, caso elas procedam com as petições legais pertinentes para isso, ainda que a referência não pareça se limitar a datas, horas e números de contato, já que há uma referência a “qualquer outra informação que o WhatsApp seja obrigado a recompilar”.

Não resta dúvidas de que a codificação é uma das ferramentas mais importantes para garantir a privacidade e segurança das comunicações, mas já vimos que é algo que não agrada a determinados governos. Vide os Estados Unidos, que chegou a vincular de forma absurda o uso da codificação com o terrorismo.

Logo, de acordo com essas informações, a única coisa que fica resguardado é o conteúdo da conversa entre duas pessoas. Porém, ainda é possível se criar uma evidência de comunicação com os dados que podem ser compartilhados e que são de conhecimento do WhatsApp. Bom, não se tem as provas em caso de crimes mais graves, mas ao menos se tem o indício que houve a comunicação. Pode ser útil de alguma forma em determinados casos específicos e investigações, correto?

De qualquer forma, o WhatsApp deu um passo adiante e muito favorável para os seus usuários, mesmo com brechas que deixam muitas dúvidas.

Via SlashGear

WhatsApp agora com codificação ponta a ponta

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O WhatsApp começa a notificar os seus usuários sobre a ativação da codificação ponta a ponta (end-to-end) para todas as mensagens trocadas dentro do seu serviço.

Em um momento onde o tema da privacidade está sendo especialmente recorrente por conta da polêmica da Apple e do FBI, o serviço de mensagens instantâneas mais popular do planeta (que é de propriedade do Facebook) decide dar um golpe de impacto, protegendo as mensagens do usuário de olhares alheios. Com isso, a tarefa dos órgãos governamentais e das entidades policiais fica mais complicada na hora de tentar obter informações que, em teoria, são por direito confidenciais para qualquer usuário.

Com esse movimento, todas as nossas mensagens, fotos, vídeos e notas de voz compartilhadas pelo WhatsApp serão codificados no envio, e só serão descodificados quando chegar ao dispositivo do receptor. Ou seja, a partir dos servidores do serviço de mensagens instantâneas não poderão ser acessados os conteúdos de nossas mensagens, fechando as portas para atacantes e autoridades.

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O WhatsApp começou a implementar esse tipo de codificação no final de 2014, levando o recurso aos poucos a todos os seus clientes oficiais (Android, iOS, Windows Phone, Nokia ou BlackBerry). A partir de hoje (05), todos os seus usuários poderão se beneficiar do Signal Protocol habilitado por padrão, um protocolo de código aberto desenvolvido pela empresa Open Whisper Systems.

“A partir de hoje, os usuários verão uma notificação em suas conversas, avisando que seus chats individuais e em grupo implementarão uma codificação ponta a ponta. Além disso, o status de codificação de qualquer conversa é visível na tela de preferências do mesmo”, afirma a Open Whisper em comunicado no seu blog oficial.

Via WIRED

Texto enriquecido chega ao WhatsApp

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Em breve, as mensagens de texto do WhatsApp poderão ser personalizadas, permitindo a ênfase de certos aspectos, colocando palavras em negrito e em itálico.

A funcionalidade ainda não está aberta ao público, e é exclusiva no seu programa de betas, um passo prévio para que a atualização posteriormente chegue em larga escala. Além disso, é interessante ver a forma que foi planejada a inserção: não haverá um menu avançado de texto, mas sim um código similar ao Markdown, que se ativa mediante determinados caracteres inseridos no texto.

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Desse modo, para escrever uma palavra em negrito, é preciso introduzir o fragmento que queremos ressaltar entre dois asteriscos, enquanto que as palavras em itálico se controlam por duas barras baixas (ou underlines). O sistema é pensado para que funcione com todos os teclados do mercado.

Um exemplo:

– Negritos no WhatsApp: *TargetHD.net” -> TargetHD.net
– Itálico no WhatsApp: _TargetHD.net_ -> TargetHD.net

Combinando essa melhoria com a recente introdução de envio de documentos entre usuários e a introdução da codificação ponto a ponto nas chamadas de voz, vemos que o WhatsApp apertou o acelerador nas atualizações, percebendo que a competição entre os aplicativos de mensagens instantâneas se intensificou.

Via El Android Libre

WhatsApp: o próximo alvo do Departamento de Justiça dos EUA

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É o Departamento de Justiça dos Estados Unidos fazendo grandes amigos por onde passa. Depois de ficar no pé da Apple (ainda não largou na verdade), vazamentos revelam que um novo algo foi escolhido: a toda poderosa Facebook (empresa) e um dos seus produtos mais utilizados: o WhatsApp. Nesse caso, a codificação ponto a ponto habilitada em 2014 é o ponto de polêmica.

Este não é o primeiro caso aberto contra o WhatsApp. Recentemente, foi colocado em liberdade o executivo responsável pelo Facebook no Brasil, que se recusou a facilitar a ruptura da encriptação de mensagens através do WhatsApp para colaborar com a justiça brasileira em uma investigação contra crimes de tráfico de drogas. A medida foi considerada desproporcional aos olhos do Facebook.

Agora, com as águas brasileiras mais tranquilas para eles (mas com o caso ainda em aberto), foi o Departamento de Justiça dos Estados Unidos o encarregado a voltar a colocar o WhatsApp na laça de mira, e o motivo não só é a encriptação das mensagens, mas também as chamadas de voz.

As fontes que informam sobre o novo caso contra o WhatsApp não mencionam que tal caso foi a causa de algo nada relativo ao terrorismo, como o que acontece contra a Apple. Ao que parece, o motivo dessa vez está relacionado com uma investigação aberta onde o WhatsApp se interveio indiretamente.

De acordo com as fontes, vários oficiais federais norte-americanos discutiram sobre como proceder em uma investigação criminal contínua onde um juiz ferderal aprovou uma escuta, mas os investigadores foram obstruídos pela encriptação do WhatsApp. Pese ao fato de não se tratar do terrorismo dessa vez, fala-se de um caso de pressão similar ao exercido contra a Apple.

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Matt Steinfeld, porta-voz do Facebook, não comenta o caso, assim como Emily Pierce, porta-voz do departamento de Justiça dos Estados Unidos. Aqui, fica claro que a encriptação de dados está se tornando um problema sério para diferentes administrações de justiça. Estados Unidos contra a Apple e WhatsApp, o Brasil também contra a gigante de Mark Zuckerberg. Esses são casos que mostram que a codificação ponto a ponto deixa esses órgãos impossibilitados de acessar as comunicações.

Via ArsTechnica

BlackBerry trabalha em alternativas ao WhatsApp

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A BlackBerry não quer deixar os usuários do BlackBerry OS sem o WhatsApp, e já buscam alternativas para substituir o aplicativo de mensagens instantâneas.

No momento, a única coisa que eles recomendam é que seus usuários migrem para o seu aplicativo proprietário de mensagens, o BlackBerry Messenger, uma plataforma muito boa mas menos popular que o WhatsApp. Os dispositivos com BlackBerry Priv ainda contarão com o suporte ao aplicativo de mensagens mais popular do planeta, uma vez que o utiliza o sistema operacional Android. Aliás, o fim do suporte não afeta os dispositivos da marca, mas sim apenas o BlackBerry OS 10, e iss pode confundir os usuários menos experientes.

É uma boa notícia para os proprietários de um BlackBerry com BB OS 10, já que os canadenses confirmaram que se mantém firmes nos planos de oferecer suporte a tal sistema operacional, o que implica que eles seguirão lançando atualizações em um sentido amplo.

Via PhoneArena

Última atualização do WhatsApp pode esgotar armazenamento no iPhone

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A última atualização do WhatsApp traz como principal novidade o compartilhamento de documentos a partir do armazenamento na nuvem (Google Drive, Dropbox e OneDrive), assim com dar zoom em vídeos durante a reprodução e outros detalhes. Porém, a versão 2.12.14 traz um easter egg dos mais desagradáveis: ocupar todo o espaço de armazenamento disponível do iPhone em questão.

É um bug aleatório que está acontecendo em algumas unidades do iPhone 6 Plus. Pelo menos nesse momento este é o modelo de smartphone da Apple que os usuários estão reclamando nos fóruns de suporte, alegando que os dispositivos apresentam a mensagem de “memória cheia” sem que houvesse uma explicação lógica.

 

O que acontece?

Quando aparece essa mensagem, a primeira coisa que se pensa é que foi um descuido do usuário no registro de fotos e vídeos, e começa a eliminação de arquivos pessoais, principalmente quando se trata de um dispositivo com 8 ou 16 GB de armazenamento. É algo quase mecânico, e quem reportou o problema fez isso. Porém, a mensagem de memória cheia voltou a aparecer uma hora depois, sem explicação, mesmo depois de repetir a remoção de arquivos várias vezes.

Enquanto os usuários buscavam uma explicação para um erro do sistema ou algo que estivesse corrompendo o mesmo, outros davam a entender que o problema era no WhatsApp, recomendando que os usuários desinstalassem o aplicativo e o instalassem novamente.

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Na verdade, isso é inútil. A única forma de solucionar o problema (por enquanto) é desinstalando o WhatsApp do smartphone.

O que também podemos ver é que as denúncias sobre o problema só aumentam, já culpando diretamente o aplicativo como culpado. Se bem que algo além de ir no fórum de suporte da Apple para reclamar é reportar o problema diretamente ao WhatsApp.

 

Esperando por uma atualização

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Por enquanto, não há nenhum comunicado no blog do WhatsApp além do anúncio do fim do suporte para os sistemas mais antigos (e o BlackBerry OS 10). Felizmente não é um erro geral, e aparece aleatoriamente em algumas unidades do iPhone 6 Plus. Mesmo assim…

De qualquer forma, os mais prevenidos devem desativar o download e atualizações automáticas temporariamente (a versão começou a ser distribuída no dia 28 de fevereiro). Vamos esperar que alguma correção para o problema apareça o quanto antes possível.

Via Apple Support

WhatsApp deixará de dar suporte para o BlackBerry OS 10

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O WhatsApp anunciou uma notícia que é mais uma mostra do quão decadente está o BlackBerry OS 10. Mesmo não sendo um sistema antigo, ele ficará sem o suporte para o aplicativo de mensagens instantâneas no final de 2016.

O comunicado oficial emitido pelo WhatsApp alerta que chega ao fim o suporte aos seguintes sistemas operacionais no final de 2016:

 

– BlackBerry OS (versão 10 incluída)
– Nokia S40
– Nokia Symbian S60
– Android 2.1
– Android 2.2
– Windows Phone 7.1

A importante queda na cota de mercado sofrida pelos canadenses e o anúncio que eles abandonarão por completo o BlackBerry OS 10 a favor do Android foram fatores determinantes para a decisão do WhatsApp. Para todos que ainda utilizam dispositivos com os sistemas operacionais citados acima e querem seguir utilizando o aplicativo de mensagens instantâneas, é recomendável atualizar o software ou trocar o dispositivo, para não ficar à beira do caminho no final do ano.

Via Softpedia

Três alternativas ao aplicativo oficial do WhatsApp que oferecem opções extras

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Não é novidade para ninguém dizer que o WhatsApp é o rei das mensagens instantâneas da atualidade. Algo que o MSN Messenger já foi, mas assentado em um setor de constante crescimento, como é o dos smartphones. Mas ser o maior não quer dizer que é o melhor nem o mais completo, e por isso que diante das carências do aplicativo oficial aparecem as soluções alternativas. Algumas delas utilizando sua própria rede.

Usar esses aplicativos envolve os seus riscos. Os usuários podem sofrer suspensões temporárias e até permanentes na tentativa. Porém, os serviços seguem existindo e vamos comentar nesse post sobre três deles.

Tais serviços adicionam funcionalidades extras que o aplicativo oficial do WhatsApp não possui, e podem ser úteis aos heavy users do serviço. Mas sempre vale aquele aviso: use por sua conta e risco. Não nos responsabilizamos pelos resultados.

 

WhatsApp Plus Reborn

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Antes ele se chamava WhatsApp Plus, e agora recebe o sobrenome Reborn, mas é o mesmo aplicativo que já era conhecido por muita gente. Foi o caso mais sondado de fechamento de serviço por parte do WhatsApp no começo de 2015, e acabou com a ameaça de envolver advogados por conta da “violação dos direitos do autor”. Tais pressões fizeram eles fechar as portas, mas agora eles estão de volta.

O aplicativo não está na Google Play nem na App Store do iOS, mas pode ser baixado a partir do seu site oficial. O WhatsApp Plus Reborn não conta com algumas funcionalidades do aplicativo original, como as chamadas de voz e instalação simultânea. Em compensação, o usuário recebe temas personalizados, pode trocar o nome dos nossos contatos independente da agenda do telefone, compartilhar arquivos e trocar a cor do ícone do aplicativo.

 

GBWhatsApp

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O GBWhatsApp conta com uma versão adicional, o GBWhatsApp Plus, e é um MOD do WhatsApp realizado pela GB Mods, oferecendo algumas funções extras que o aplicativo oficial não implementa.

Por exemplo, o tamanho do envio dos arquivos de vídeo salta de 16 MP para 1 GB, e podemos enviar 90 imagens de uma só vez, no lugar de apenas 10 imagens. Conta com estatísticas para os grupos, permite a troca de ícone e das notificações, além de elaborar uma visualização prévia dos vídeos recebidos, para que o usuário decida ou não fazer o download do vídeo para o smartphone.

Eles garantem que este é um aplicativo não detectável e imune aos banimentos do WhatsApp, mas o risco existe, e você deve correr por sua conta e risco. Com o GBWhatsApp, podemos ter uma segunda conta de forma simultânea e, diferente do WhatsApp Plus Reborn, conta com o seu próprio módulo com opções extra de privacidade.

 

GioMod

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O GioMod conta com uma peculiaridade: só pode ser instalado uma vez, tal como todos os aplicativos, mas conta com um irmão gêmeo, o GioWhatsApp, que pode ser instalado em conjunto, permitindo o uso de duas contas do WhatsApp simultaneamente.

De acordo com os desenvolvedores, com o GioMod teremos opções de privacidade mais avançadas que as presentes no WhatsApp: podemos ocultar nosso status de conexão, desaparecer a sinalização de leitura tanto em conversas individuais como em grupos, e até desaparecer o double check normal.

O uso do GioMod pode fazer com que a sua conta seja permanentemente banida do WhatsApp, de modo que só você pode decidir se vale a pena correr os riscos.

 

O que eu faço se o WhatsApp me banir?

Este é um risco real. Utilizar qualquer aplicativo não oficial do WhatsApp pode fazer com que o seu número de telefone fique excluído do uso do aplicativo. Ou temporariamente, ou para sempre. É algo que você precisa estar consciente antes de instalar um aplicativo não oficial.

Obviamente, se a suspensão é de 24 horas, só resta sentar e esperar que o tempo passe. Se o a suspensão foi definitiva, você pode sentar e começar a chorar. Ou acessar o WhatsApp por outro número de telefone. Aliás, o WhatsApp está melhorando com o passar do tempo, e se antecipar a estas mudanças com os aplicativos alternativos é correr um risco desnecessário nas maioria dos casos.

O WhatsApp é quem impõe suas normas. Eles nunca quiseram aplicativos de terceiros, e quando você viola essas regras, precisa aceitar as consequências. Esses apps alternativos nunca foram seguras, e um dos riscos do seu uso é que, além da própria privacidade do usuário, é o fato do próprio WhatsApp te expulsar da brincadeira, e te obrigar a ter uma vida bem mais tranquila.

Grupos do WhatsApp serão limitados a 256 usuários

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Há mais de um ano sabemos que o WhatsApp aumentou o número de membros de um grupo para até 100 usuários. Agora, sabemos que esse número subiu para até 256 usuários. Lembrando que no começo esse número era de apenas 15 usuários.

O primeiro upgrade foi de 50 usuários, mas isso ainda era insuficiente quando o Telegram (rival direto do WhatsApp) contava com 200 usuários em um único grupo. Aliás, em novembro o mesmo Telegram informava que era possível criar em seu serviço grupos de até 1.000 usuários, e o LINE poderia realizar chamadas em grupo com até 200 participantes.

Os grupos são uma base importante para os apps de mensagens instantâneas. O Facebook Messenger adicionou esse recurso em abril de 2014, e as redes sociais vão adicionando funções nesse sentido, não adicionando chats em si, mas sim envio de mensagens em grupo como no Twitter ou mensagens privadas para até 15 pessoas no Instagram.

A comunidade do WhatsApp segue crescendo. Recentemente alcançou a marca de 1 bilhão de usuários ativos por mês, e alguns recursos pensando nesse crescimento foram adicionados, como a possibilidade de silenciar usuários individuais por algum tempo (ou até um século) e configurar suas notificações individualmente.

Mas além do ócio e da facilidade para alguns usuários criar grupos (e gerenciá-los), esta é uma ferramenta que vai além das pequenas comunidades das redes sociais. O WhatsApp é uma ferramenta muito utilizada em ambientes profissionais, e em alguns setores os grupos com mais de 100 pessoas pode ser algo muito útil.

Agora, se o WhatsApp vai implantar 1.000 usuários em grupos… só o tempo vai dizer.

Os espetaculares números do WhatsApp em fevereiro de 2016

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O WhatsApp alcançou recentemente a marca de 1 bilhão de usuários. Mas nem tudo é ter usuários. Também é preciso fazer esses usuários serem verdadeiramente ativos. Jan Koum, um dos fundadores do aplicativo, revelou recentemente que os usuários do seu serviço são verdadeiras máquinas de escrever mensagens e compartilhar conteúdos.

Os servidores do WhatsApp não descansam. Por eles, passam 42 bilhões de mensagens de texto, 1.6 bilhão de fotos e 250 milhões de vídeos por dia. E tudo isso é gerenciado por apenas 57 engenheiros. Ou seja, o serviço não possui um cemitério de usuários inativos.

Partindo do princípio que são 1 bilhão de usuários ativos, isso quer dizer que cada usuário envia todos os dias (em média) 42 mensagens, 1.6 fotos e 0.25 vídeos por dia. Levando em conta que alguns grupos do WhatsApp fazem alguns usuários mandar números bem maiores que esses, os usuários inativos parecem ser bem poucos.

Koum também informa as estatísticas de idiomas suportados e funcionários. Hoje, o WhatsApp suporta 53 idiomas, graças aos grupos de tradução que contam com colaborações altruístas de muitos usuários.

Com tais números, agora é hora de rentabilizar todo esse tráfego. O objetivo do WhatsApp é bem claro quando deixou de cobrar US$ 1 por ano de assinatura de cada usuário: centrar seus esforços na busca de investimentos em empresas.

Um movimento bem lógico. O Facebook não ia rentabilizar sua marca se cobrasse US$ 1 por ano de cada usuário, e as empresas estavam ansiosas para contar com uma ferramenta oficial para se comunicar com os usuários. Seguimos esperando detalhes concretos dos planos do WhatsApp, que terá que ter muito cuidado para não povoar o seu aplicativo de spam.