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Jogos da Nintendo em pôsteres no estilo Pulp Fiction

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Essa é uma pequena parte da coleção de pôsteres de jogos da Nintendo no estilo Pulp Fiction. A coleção foi criada pelo artista Ástor Alexander, que utilizou jogos como Metroid, Super Mario e Zelda para recriar um ambiente mais sombrio e sofisticado.

Da minha parte, digo que trabalhos assim são animadores. Mostram uma perspectiva diferente de algo que já temos concebido em nossa mente. Reinventam propostas visuais e conceituais, para deixar tudo mais moderno e interessante, até para quem já conhece os jogos de longa data.

Você pode conferir outros trabalhos de Alexander, na sua página no deviantART. Mais imagens a seguir.

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Faleceu aos 92 anos Ralph Baer, o pai dos videogames

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Sábado (6) foi um dia triste para o mundo dos videogames. Faleceu Ralph Baer, uma das pedras fundamentais do mundo do entretenimento virtual.

Baer faleceu aos 92 anos de idade, onde muitos desses anos serviram para que ele realizasse uma longa lista de façanhas que permitiram aos videogames assumirem o papel que possuem hoje no mundo do entretenimento. Ele co-desenvolveu o primeiro console doméstico, o Magnavox Odyssey, e também ajudou a desenvolver o jogo de memória Simon. Ele também desenvolveu a ideia de um jogo de tênis, que se transformou no grande sucesso Pong.

Seu amor pelos jogos e pela tecnologia fez com que ele inventasse constantemente, e até o final dos seus dias ele testava cabos e circuitos. E essa paixão resultou em mais de 150 patentes registradas.

 

A maior coleção de videogames do mundo volta a estar à venda

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Isso é um sinal (para a nossa carteira). No meio do ano, a maior coleção de videogames do mundo foi leiloada, porém, ela nunca chegou a ser vendida, e o destino quis que ela novamente aparecesse em nosso caminho, por um preço mais barato.

Por conta de razões legais, Michael Thomasson (o proprietário desse ‘tesouro’) não pode contar o que o impediu de vender a sua coleção, mas ele vai tentar de novo. Provavelmente ele não vai conseguir alcançar o valor obtido no primeiro leilão (US$ 750.250), mas isso não deve ser empecilho para ele, certo?

Na sua nova tentativa, Thomasson buscou outra organização de leilões (Christie’s), mas reconhece que não descarta a venda direta para algum gamer fanático.

Você está disposto a tentar a sorte? Basta mandar um e-mail diretamente para Michael e fazer uma oferta que você acredita ser irrecusável. Boa sorte!

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Futuro da Sony: menos TVs e smartphones, mais PlaStation

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Os resultados financeiros da Sony mostram claramente que o problema da empresa está na sua divisão de dispositivos móveis, cuja queda de lucros afetou inclusive uma divisão muito mais estável: a do PlayStation. Pois bem, segundo a Reuters, em uma recente conferência para os investidores, os executivos da empresa já planejam que em três anos eles esperam deter os prejuízos com a redução da produção de TVs e smartphones, e maiores investimentos na divisão de videogames.

O plano seria uma resposta contras as previsões de prejuízos de US$ 1. 7 bilhão para o mês de março de 2015. A estratégia é deixar um pouco de lado a competição por cota de mercado contra os seus concorrentes, e dar uma maior atenção aos pequenos dispositivos que oferecem lucros a curto prazo (incluindo os seus aclamados sensores de imagem). Ou seja, a Sony vai repetir a estratégia da Samsung, que também anunciou a redução do seu catálogo de smartphones.

Sem entrar em detalhes, o relatório esclarece que a divisão de smartphones será reorganizada. Os detalhes não serão revelados ate o começo de 2015 (quem sabe na MWC). Outras medidas de economia contemplam a já cancelada parceria com  FIFA, o que deve reduzir em US$ 280 milhões os gastos em patrocínio (a decisão também estaria relacionada aos rumores de manipulação de votos para as sedes das copas de 2018 e 2022).

Já a divisão do PlayStation segue fazendo dinheiro com futuros jogos, e os lucros devem aumentar com o novo serviço de streaming de jogos. Em resumo: a Sony vai concentrar dinheiro e esforços naquilo que está trazendo dinheiro para a empresa. Simples assim.

Via Reuters, Sony (.pdf)

Blood Sport: doe sangue enquanto você morre no videogame

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Você não se sente muito motivado a doar sangue? Pois deveria. De qualquer forma, o Blood Sport pode ser a desculpa que você estava procurando para ajudar alguém.

O projeto é uma nova forma de atrair as pessoas para a causa de doação de sangue, já que o paciente joga um videogame de tiro em plena doação, e para cada disparo recebido, a máquina de extração se encarrega da ‘perda’ de sangue, do mesmo modo que um ferimento de bala faria. Para isso, o sistema analisa (com a ajuda de uma placa Arduino) as vibrações do controle para saber em qual momento que o sangue será extraído do paciente, com o devido controle da quantidade de sangue deve ser retirada. Sabe como é, para evitar a morte real do jogador.

A ideia do projeto é criar um sistema multiplayer onde dois jogadores podem se enfrentar, criando assim um torneio solidário, onde os jogadores doam sangue de forma mais divertida. Por enquanto, o Blood Sport fará um ‘tour’ pelo Canadá, e se o projeto funcionar, ele deve migrar para outros países.

No momento, o projeto está no Kickstarter, e precisa levantar 250 mil dólares canadenses para poder percorrer o país.

 

Via Blood Sport

Videogame baseado na série Game of Thrones já tem trailer

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Já fizeram com The Walking Dead, e estão dispostos a repetir a experiência com Game of Thrones. A série da HBO é a base para a narrativa do próximo jogo de videogame da Telltale Games, que recebe o seu primeiro trailer oficial.

O ponto de partida do jogo está baseado na terceira temporada da série da HBO (e não nos livros escritos por George R.R. Martin, que são a origem da série de TV). O jogo será dividido em seis capítulos, e está centrado em uma nova família fictícia, na casa Forrester, que permite uma interação com alguns dos principais personagens da série de TV.

O jogo será lançado antes do fim de 2014, e estará disponível para as plataformas Xbox One, PS4, Xbox 360, PS3, PC, Mac e iOS.

 

Estudo esclarece se os videogames podem ou não gerar a violência do mundo real

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Uma das críticas que os videogames mais recebem é a sua suposta relação com a violência do mundo real. Não é de hoje que aqueles que acreditam que os jogos com temática mais agressiva são capazes de alterar o comportamento das pessoas a ponto de levar a cometer crimes pregam um discurso contra esse tipo de jogo. Com o passar dos anos, muitos saíram em defesa dos videogames, combatendo essa associação direta.

Um estudo publicado recentemente mostra com dados concretos que NÃO EXISTE UMA RELAÇÃO ENTRE OS JOGOS VIOLENTOS E A VIOLÊNCIA DO MUNDO REAL. É certo que existem muitos trabalho de pesquisa desse tipo, mas esse estudo em questão conta com dois pontos que o torna único, e com especial valor.

 

Os jogos violentos e a criminalidade, frente a frente

Christopher J. Ferguson, da Universidade de Stetson (Flórida), publicou o estudo ‘Does media violence predict societal violence? It depends on what you look at when’. O título dá algumas pistas para onde vai a sua conclusão.

O trabalho consiste em dois estudos que seguem a mesma metodologia. Por um lado, buscar uma co-relação entre a violência no cinema e os crimes produzidos na sociedade. Nesse caso, o espectro do estudo escolhido envolveu o período entre 1920 e 2005. No segundo estudo, encontramos os videogames. Ferguson pegou os títulos violentos mais populares e comparou com o número de crimes cometidos por adolescentes nos Estados Unidos.

Os resultados desse estudo está no gráfico a seguir.

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Como é possível observar, o número de jogos violentos aumentou a partir de 1996 até o ano de 2011. Por outro lado, os crimes entre adolescentes caiu, e a tendência é que a queda continua. As duas linhas definem isso claramente.

Mas… isso significa que mais jogos violentos podem resultar em uma menor violência? Não é bem isso.

Isso quer dizer que não podemos relacionar os dois dados para afirmar qualquer tendência de comportamento, seja para um lado, seja para outro. Não há relação do aumento ou queda de violência pelo consumo de jogos violentos.

O que chamou a atenção no estudo é que, por um lado, são dados suficientemente extensos no quesito tempo para que as conclusões alcançadas por Ferguson sejam corretas. São 15 anos analisando a tendência no mundo dos videogames é uma boa mostra para análise de dados. A metodologia utilizada faz com que o seu trabalho seja único, pois até agora a maioria dos experimentos se basearam em testes de laboratório, onde se busca uma relação de causa/efeito entre consumo imediato de videogames violentos e a aparição (ou não) de agressões a outras pessoas.

Em todo o caso, o que fica claro é que a criação de conteúdos violentos aumentou nos últimos anos, mas a preocupação para muitos segue sendo se existe uma relação entre os dois, e não tanto se há ou mais ou menos filmes, séries e jogos de videogames desse tipo.

Você pode conferir o estudo na íntegra, clicando aqui.

Em breve, poderemos rodar jogos do Xbox nos navegadores web. Fim dos consoles?

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Já faz um tempo que a Microsoft está focada em utilizar a nuvem (ou melhor, no Azure) para os videogames. É esperado por um serviço para potencializar os jogos online, agora temos uma nova opção para o futuro: rodar os jogos do Xbox a partir do navegador de internet.

Tal experiência de jogos do Xbox no navegador do PC é, segundo dizem, mais que decente, com taxas de 60 FPS. Com isso, elimina-se a necessidade de comprar um console para rodar esses jogos, e isso pode ter implicações enormes para a atual divisão do Xbox na Microsoft.

 

Dificuldades pelo caminho

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Algumas barreiras importantes precisam ser vencidas, mas parece que a Microsoft está superando todos os obstáculos técnicos. O lag, que é um grande inimigo dos videogames em um serviço na nuvem parece ter minimizado de forma notável nos últimos avanços da Microsoft, mostrando todo o potencial de sua estrutura na nuvem em jogos como Titanfall.

Outro problema? As licenças.

A Microsoft teria que chegar a acordos com desenvolvedores e distribuidoras de jogos para convencê-las do novo formato, que pode canibalizar as vendas desses mesmos jogos nas versões para PCs. Por outro lado, a adoção desse modelo pode significar o fim da divisão do Xbox na Microsoft. Afinal de contas… pra quê o console, não é?

A pergunta é óbvia, e fica mais interessante quando fontes próximas da Microsoft informam que eles estão testando esse formato de jogos online em todos os tipos de navegadores (incluindo o quase onipresente Chrome), e não apenas no Internet Explorer.

 

Alternativas e futuro

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A OnLive já oferece um serviço desse tipo. Nos últimos dias eles anunciaram parcerias com a Philips, enquanto que a Sony trabalha para apresentar algo similar com a tecnologia da Gaikai, mas sem entrar em maiores detalhes.

Obviamente, essa opção abre uma nova porta para o segmento dos videogames, e se uma empresa como a Microsoft investe nesse formato, é sinal que o conceito está muito maduro. Fontes anônimas indicam que o projeto da gigante de Redmond já superou a fase de testes do conceito, mas anúncios oficiais ainda devem demorar a acontecer.

Outras iniciativas da Microsoft parecem apoiar esse tipo de projeto. Seus esforços por agrupar as suas plataformas são evidentes, e a futura convergência do Windows entre diversos dispositivos parece ser algo muito próximo de acontecer. O Xbox entraria nessa equação, e pode ser que essa plataforma seja desconstruída para se transformar em um serviço na nuvem, permitindo rodar os jogos no navegador, mas oferecendo a mesma experiência que temos agora no console.

Um conceito promissor, que vamos acompanhar bem de perto.

Via Microsoft

EA aproveita falhas em seus jogos para fazer um novo vídeo promocional

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Nada como rir de si mesmo. O jogo Madden NFL 15 apresentou algumas falhas bem divertidas, como um dos jogadores em campo aparecendo com alguns centímetros de altura (mais precisamente o linebacker do Cleveland Browns Christian Kirksey). Pois bem, a EA decidiu tirar vantagem disso, e chamou o próprio Kirksey para protagonizar um anúncio do jogo, com uma suposta biografia do pequeno jogador. Quem sabe nos futuros jogos eles deixam essas falhas como uma opção permanente do jogo? Enfim, vídeo a seguir.

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Nintendo anuncia novas versões do console portátil 3DS

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A Nintendo acaba de anunciar o lançamento dos novos consoles 3DS, atualizando os modelos atuais. Um novo 3DS e um novo 3DS XL, que no Japão vai se chamar 3DS LL. Entre outras novidades, o 3DS conta com um segundo joystick, o C-stick, além de compatibilidade com as figuras Amiibo.

O novo 3DS chega nas cores branco e preto, e o novo 3DS XL em azul metálico e preto metálico. O 3DS vai custar o equivalente a US$ 154, e o 3DS XL, US$ 181. Chegarão ao mercado japonês em outubro, mas não há conformação de disponibilidade internacional.

A seguir, o anúncio dos novos consoles em vídeo, as imagens promocionais dos produtos, assim como suas características e um comparativo de especificações com a geração anterior.

 

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Especial | Alguns consoles geniais que (talvez) você não chegou a conhecer

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Nos últimos anos, Sony, Microsoft e Nintendo levantaram legiões de seguidores, que estão dispostos a dar as suas vidas para defender a sua marca favorita em fóruns na web. Porém, jouvem um tempo em que essas três gigantes contavam com pouco ou nenhuma presença dentro desse setor. Um tempo em que haviam tantos fabricantes de consoles que a maioria não conheciam todas essas marcas.

Se você é um dos mais nostálgicos, ou simplesmente quer revisar um pouco da história dos videogames, é possível relembrar nesse post alguns dos consoles que não tiveram a oportunidade de conquistar um espaço no mercado, e acabaram não sendo muito conhecidos nos dias de hoje.

 

NEC PC Engine

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Ainda que muitos classifiquem esse como um console de terceira geração, o NEC PC Engine pode ser considerado como um produto entre a terceira e quarta geração, pois foi lançado um pouco antes dos grandes consoles da quarta geração chegarem ao mercado.

O PC Engine não foi um console muito popular fora do Japão. Mas nesse país, teve o seu momento de fama um pouco antes da chegada do SNES e Sega Genesis (Mega Drive). Não é para menos: era um console potente, que superava em muitos aspectos o Nintendo Famicon, e é também considerado por muitos o primeiro console a incorporar um leitor de CDs. E isso foi feito duas gerações antes do Sony PlayStation.

A tentativa de entrar no mercado europeu e norte-americano fez com que o seu design fosse modificado, assim como o seu nome, sendo chamado nesses continentes com o nome TurboGrafix. Porém, não obteve sucesso nesses mercados, e iniciou seu declínio tão logo a quarta geração de consoles chegou ao mercado.

Mattel Electronics Auto Race

Não é um videogame no sentido mais restrito do termo, mas não são poucos que consideram o Auto Race o primeiro console portátil da história. Criado pela Mattel Electronics durante a primeira geração de consoles, era um brinquedo eletrônico com tela LED que tentava reproduzir a experiência de uma corrida de automóveis.

Uma curiosidade é que os primeiros videogames mantiveram por bons anos a mesma essência de gráficos e jogabilidade desse brinquedo. Quem já jogou o Enduro (Atari) sabe o que estou querendo dizer.

 

3DO Interactive Multiplayer

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Mais do que um console, o 3DO foi uma plataforma, muito ao estilo Steam Machines. Um consórcio formado por Panasonic, Sanyo, Goldstar e LG Electronics tentaram assim conquistar uma fatia do mercado de videogames com esse icônico produto.

Infelizmente, as coisas não seguiram tão bem quanto o planejado, e ainda que em termos de desempenho o 3DO era muito superior aos seus rivais na época, os seus elevados custos de produção logo se traduziram em escassas vendas.

Por fim, os desenvolvedores decidiram investir mais tempo e recursos em consoles com maior público, o que fez com que o 3DO começasse a ver que a maioria dos seus jogos eram portados a partir de outros consoles, e poucos títulos aproveitavam o máximo de sua potência.

 

Sega SG-1000

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O primeiro console da Sega foi também o menos popular de todos os lançados pela empresa japonesa. Chegou ao mercado em 1979, durante a segunda geração de consoles, quando o mercado estava se posicionando, e a Nintendo nem era uma influente nesse segmento.

O SG-1000 foi um grande modelo a ser seguido pelos consoles das gerações seguintes, mas não contou com muito sucesso no mercado japonês, conseguindo uma certa visibilidade em outros mercados, alcançando a marca de 13.5 milhões de consoles vendidos.

O Sega SG-1000 é um dos consoles mais difíceis de serem encontrados hoje, sendo um dos favoritos entre os colecionadores.

 

Atari XE Game System

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Nascido em um mundo onde os computadores pessoais estavam cada vez mais populares, esse console com funções avançadas poderia ser utilizado como um computador. Para isso, contava com acessórios como teclado, mouse, leitor de CD e outros.

O ponto forte do Atari XE Game System é que ele podia executar jogos e aplicativos já existentes para as plataformas anteriores do Atari. Infelizmente, mesmo que em termos de desempenho ele estava muito bem posicionado, ficava atrás de um computador convencional. Além disso, seus jogos eram em sua maioria herdados das gerações anteriores, ou seja, pouco poderiam oferecer em uma comparação com máquinas mais recentes, como o Super Nintendo ou o Mega Drive, que foram lançados um pouco depois.