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iOS recupera terreno graças às boas vendas do iPhone 6s iPhone SE

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O relatório da Kantar Worldpanel sobre as vendas de smartphones no segundo trimestre de 2016 traz uma surpresa: o iOS recuperou terreno em um período do ano não muito favorável habitualmente.

O aumento foi discreto na Alemanha e Estados Unidos, mas foi com força na Inglaterra (3,1%) e França (3,4%), mas em poucos casos o aumento aconteceu às custas do Android, que segue muito forte. A tendência era a queda de vendas do iPhone, algo habitual nos meses que antecedem a apresentação de um novo modelo da Apple.

Crescimento do iOS graças aos novos iPhones

Mesmo com o segundo trimestre sendo um período de transição com a espera de um novo iPhone 7 (ou 6SE), as vendas de smartphones da Apple cresceram. No conjunto dos países europeus analisados e Estados Unidos, o aumento também se produziu.

O responsável por essa recuperação foram os novos iPhones. Nos Estados Unidos, o iPhone 6s/6s Plus foram mais vendidos que o Samsung Galaxy S7/S7 Edge (15,1%, contra 14,1%), e o iPhone SE é o terceiro smartphone mais vendido (5,1%). Algo parecido aconteceu na Grã-Bretanha, onde o mais vendido foi o iPhone SE, seguido do iPhone 6s.

De um modo geral, o Android segue muito forte, perdendo cota de forma discreta apenas nos Estados Unidos. Nos demais países, o crescimento do iOS não afetou o líder, já que o perdedor em todos os casos foi o Windows. O exemplo mais evidente está na Itália, onde o Android ganhou 10,6%, ao mesmo tempo que o Windows perdeu 8,6%.

Via Kantar

LG com mais um trimestre de quedas nas vendas de smartphones

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A LG foi mais uma gigante do setor de telefonia que revelou os seus resultados financeiros relativos ao segundo trimestre de 2016. E é mais uma que mostra quedas nas vendas.

A Huawei se consolidou na terceira posição do setor, e agora ameaça a vice-liderança da Apple. ALém disso, o crescimento de marcas como OPPO e Vivo fazem com que líderes históricos como Sony e LG e percam posições no ranking.

Os números do segundo trimestre de 2016 também são reflexo dos acontecimentos recentes envolvendo a LG. O fraco desempenho do LG G5 nas vendas resultaram na reestruturação do setor de telefonia móvel da empresa, e o cenário geral não é dos mais promissores.

 

A linha média resiste

A tendência de queda nas vendas de smartphones da LG já era uma realidade no trimestre passado, mas a linha média consegue evitar que a queda seja ainda maior. Nesse segmento, a queda foi de apenas 1%, enquanto que no trimestre passado foi de 3%. É uma boa notícia, convenhamos.

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Dos 13.9 milhões de smartphones distribuídos pela LG no segundo trimestre de 2016, boa parte deles foram modelos de linha média. As linhas LG K e LG X aumentaram suas vendas em 8%, o que freou a queda das vendas dos modelos top de linha.

Nos resultados gerais, a LG informa que obteve uma receita de US$ 12.050 bilhões no segundo trimestre de 2016, um aumento de 0,6% em relação ao mesmo período de 2015.. Um aumento muito pequeno nas vendas, mas com lucros com ganhos consideráveis, de 140% a mais do que em 2015 (US$ 503 milhões), onde as principais responsáveis foram as divisões de televisores e ar-condicionado.

A divisão de smartphones registrou receita de US$ 2.46 bilhões, uma queda de 6% em relação ao ano de 2015, com um prejuízo de US$ 132 milhões. O cenário não é dos melhores dentro do segmento: meses de prejuízos a saída do Top 5 entre os vendedores globais, e um LG G5 abaixo do esperado.

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A salvação da lavoura para a LG  pode ser o LG V20, que deve chegar no segundo semestre de 2016. Porém, diante do que vimos agora, o melhor mesmo é a empresa investir nos modelos de linha média. Não seria nada mal ver as LG Friends nos modelos intermediários.

Via Fonearena

Samsung teria vendido quase o dobro de smartphones que a Apple

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A Apple comunicou os seus resultados financeiros ontem (26), e informou a primeira queda nas vendas de iPhones de sua história. Paralelo à isso, a agência de análise de mercado TrendForce indica que a Samsung teria vendido quase o dobro de smartphones que a gigante de Cupertino.

Essa conclusão chega depois de colher dados de cota de mercado das duas empresas, indicando que os coreanos ficam com 27.8% da cota global, enquanto que a Apple fica com quase a metade disso, com 14.4%. Na hora de falar de números distribuídos, a Samsung teria alcançado 81 milhões de unidades durante o primeiro trimestre de 2016. Agora, sabemos que a Apple enviou 51.2 milhões de iPhones. Em terceiro lugar ficaria a Huawei, com 9.3% de cota.

O estudo revela mais dados interessantes. Por exemplo, que a Samsung seria a única das três grandes do ranking que aumentou sua cota no trimestre. Vale a pena lembrar que o mercado de telefonia como um todo caiu, com uma distribuição total de 290 milhões de unidades, contra 360 milhões no mesmo período em 2015.

Diante desse cenário, é evidente que quem está no topo sente mais, e tem mais dificuldades em se manter no topo. E isso porque a TrendForce não falou na canibalização promovida pelos fabricantes chineses. Ou seja, o cenário tende a ser ainda mais complexo para os gigantes do setor, que vão precisar invariavelmente oferecer diferenciais relevantes para justificar a compra de um novo smartphone junto ao consumidor.

Além disso, estamos diante de um mercado relativamente saturado, com o usuário levando mais tempo para trocar o seu dispositivo.

Via TrendForce

Dados da Kantar confirmam má saúde do Windows nos smartphones

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Mais um mês chegou, e mais uma análise da Kantar WorldPanel mostra o cenário de vendas de smartphones agrupados por sistemas operacionais nos principais mercados do planeta.

Normalmente destacamos a evolução do Android e do iOS nos diferentes países, mas a espera da chegada dos novos smartphones da Samsung, LG, Sony e Apple deixam os dois sistemas mais ou menos no mesmo cenário. Mais interessante é ver a posição do Windows nas vendas de smartphones, em um cenário nada animador para a Microsoft, que continua retrocedendo até em mercados onde era muito popular.

O duopólio Android/iOS seguie muito forte. Mais forte do que nunca. Na maioria dos mercados, o Android ganhou cota de vendas nos últimos três meses encerrados em fevereiro, em detrimento do iOS, provavelmente por conta da espera do iPhone SE. Mas o que preocupa é que, fora do duopólio, o espaço que resta é cada vez menor. Android e iOS juntos superam os 90% das vendas em todos os mercados.

O resultado para a Microsoft é evidente: uma forte queda o Windows em seus mercados mais fieis. Na Itália, país com maior cota do sistema operacional, passou de 14.4% das vendas para 6.7%. Agora, o maior mercado para o Windows é a França, cm 7.4%, mas também com queda (era 14.2%).

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O cenário para os demais mercados é semelhante, onde o Windows só conseguiu avançar no Japão e, mesmo assim, passando de 0.3% para 0.5%, enquanto que na China se mantém em 0.9%. E o que é pior: depois da decepção que foi a atualização para o Windows 10 Mobile (que não vai chegar a tantos smartphones como esperado), a situação pode ser ainda pior nos próximos meses.

Via Kantar

HTC com receita em queda livre de mais de 50%

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Mais um mês começou, e mais um relatório de receitas da HTC foi divulgado. E mais uma queda nas vendas foi registrada, e nem mesmo o lançamento do HTC 10 parece mudar esse escopo.

Ao longo do mês de fevereiro, as receitas da HTC foram de 177 milhões de euros, uma queda de 55% em relação ao mesmo mês do ano passado, ou 35% em relação ao mês de janeiro de 2016, tradicionalmente ruim nas vendas.

Apenas em outubro e novembro de 2015 a HTC teve alguma folga, com um crescimento natural em dezembro, por conta das vendas natalinas. A estratégia de limitar novos lançamentos (a maior novidade foi o One A9 em outubro) parece não estar funcionando.

A HTC segue oferecendo smartphones caros, e a marca não está presente em mercados pontuais (está fora do Brasil, inclusive). Com este cenário, o HTC 10 passa a ser decisivo para definir o futuro da empresa no mercado de smartphones. A sorte deles é que o HTC Vive deixa boas impressões.

Vendas do Windows Phone estão praticamente estagnadas

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A Gartner publicou os números relativos ao quarto trimestre de 2015 para o mercado de smartphones, e as notícias são péssimas para a Microsoft.

Se em 2014 a empresa ganhou 2.8% do mercado de sistemas operacionais, distribuindo 10 milhões de unidades, em 2015, as vendas paralisaram, com apenas 4.4 milhões de unidades e cota de mercado de apenas 1.1% (contra 80.7% do Android e 17.7% do iOS).

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Apple e Samsung seguem liderando entre os fabricantes. A Apple caiu de 20.4% para 17.7% em um ano, mas segue na segunda posição da lista liderada pela Samsung, que registrou um aumento de 19.9% para 20.7% de cota.

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Interessante é ver como a Huawei continua avançando. A empresa chinesa teve um bom impulso de 2014 para 2015, com um aumento de 2.3%, fazendo com que eles alcancem os 8% de cota de mercado, contra 5% da Lenovo (que inclui as vendas da Motorola na sua equação) e 4.5% da Xiaomi.

Parte do sucesso da Huawei está em como ela está aproveitando as vendas dos smartphones econômicos, uma tendência que não deve cair tão cedo. As demais marcas deverão seguir essa tendência nos próximos meses.

Quem sabe na MWC 2016 teremos as primeiras iniciativas nesse sentido.

Via Gartner

Apple e Samsung dominaram as vendas de smartphones nos EUA em 2015

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Apesar de uma aparente perda de protagonismo, a Samsung se mantém fornte como a segunda marca de smartphones que mais vende nos Estados Unidos, ficando atrás apenas da Apple, dona dos onipresentes iPhones.

Em 2015, a Parks Associates estima que a Apple foi a líder em vendas, abarcando 40% do mercado no final do ano. Não muito distante está a Samsung, com 31%. Muito atrás ficou a LG na terceira posição, com 10%.

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Por outro lado, o estudo conclui que 80% dos norte-americanos possuem um smartphone, a mesma porcentagem dos habitantes da Europa Ocidental, o que mostra a clara saturação do mercado. Um terço dos proprietários do iPhone e 30% dos que possuem um smartphone Samsung levam aproximadamente dois anos para renovar os seus dispositivos.

Além dos dados mencionados, a Parks Associates concluiu os seguintes dados no seu estudo:

– Mais de 70% dos usuários de um smartphone nos Estados Unidos vê vídeos curtos via streaming, e mais de 40% vê vídeos de longa duração pelo mesmo meio.
– Quase 40% dos usuários de smartphones usam o reconhecimento de voz em seus dispositivos. Entre os usuários do iPhone, mais da metade usam o Siri.
– 36% dos usuários utiliza chamadas via WiFi.
– 35% dos usuários utilizam alto-falantes conectados ao smartphone para ouvir música.
– 26% dos usuários utilizam um aplicativo de pagamento para compras em lojas.
– 24% dos usuários utilizam uma tela externa para visualizar vídeos a partir do smartphone.

Via PhoneArena

Índia assume a segunda posição no mercado de smartphones do planeta

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Apesar de vir muito atrás, são muitos os que previam que a Índia se transformaria no próximo grande mercado do planeta, emergindo de forma similar à China. Pois bem, agora temos a confirmação que a Índia se transformou no segundo mercado de smartphones do planeta, ficando atrás apenas da China e superando os Estados Unidos.

A análise da Counterpoint informa que o envio de smartphones aumentou em 23.3%, alcançando os 100 milhões em 2015, contra 81.1 milhões de dispositivos enviados em 2014. Estes números fazem com que a Índia alcançasse 220 milhões de usuários ativos.

Pese isso ao aumento no número de usuários, o mais correto é medir a porcentagem e não a quantidade. E aqui a Índia ainda fica muito atrás da China, já que a penetração de smartphones ainda fica abaixo dos 30% da população total. Com a adoção dos dispositivos 4G LTE, o envio de smartphones aumentou 15%, alcançando os 25.3 milhões de unidades durante o último trimestre de 2015, contra 22 milhões de unidades enviadas no mesmo período do ano passado.

Apesar do grande aumento na demanda de smartphones no mercado hindu no último trimestre de 2015, foi possível ver uma queda nos envios de 11% a partir do meio do mês de novembro. Nesse mesmo período, quase a metade dos smartphones vendidos contavam com a etiqueta “Made in India”.

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Nas marcas mais vendidas no último trimestre de 2015 no país, a Samsung dominou com 28.6%, contra 14.3% da Micromax e 11.4% da Lenovo (somando com as vendas da Motorola).

Via Counterpoint

Samsung mantém a liderança no envio de smartphones, segundo a IDC

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Segundo a IDC, a Samsung se mantém como a fabricante de smartphones com mais envio de unidades. Não só isso: em relação ao ano passado, a empresa foi capaz de ampliar suas vendas em relação ao seu principal concorrente, a Apple.

A Samsung conseguiu enviar 85.6 milhões de unidades de smartphones, ficando com uma cota de 21.4%, enquanto que a Apple enviou 74.8 milhões de iPhones, com uma cota de 18.7%. Na terceira posição ficou a chinesa Huawei, com 32.4 milhões de dispositivos (8.1%), e completam o top 5 a Lenovo (somando os envios da Motorola) e a Xiaomi.

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Se pegarmos todo o ano de 2015, a vantagem da Samsung aumenta. Em todo o ano de 2015, foram enviados 1.432 bilhão de unidades de smartphones, ou um para cada cinco habitantes da Terra. Só a Samsung enviou ao longo do ano passado 324.8 milhões de unidades (22.7%), seguida de novo pela Apple, com 231.5 milhões de unidades (16.2%), seguida das três marcas chinesas da tabela anterior, mas com números muito abaixo das primeiras posições.

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Apesar da Samsung seguir dominando, seus concorrentes continuam a ganhar terreno. Aqui, vale a pena mencionar o grande crescimento da Huawei, que aumentou os seus envios em 37% no último trimestre de 2015 (em comparação com o mesmo período do ano passado), aumentando também em 44.3% em seus envios durante o ano de 2015 (em comparação com 2014).

A Lenovo também experimentou um forte crescimento, com 43.6% no último trimestre de 2015, e 24.5% no total do ano, enquanto que a Xiaomi teve um aumento menos enfático.

Via IDC

Mais de 70 milhões de smartphones vendidos não cumprem com as expectativas da Xiaomi

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Mais de 70 milhões de smartphones vendidos é algo muito bom… menos para a Xiaomi, já que era menos do que eles esperavam vender em um ano.

O volume alcançado por eles em 2015 é muito melhor do que o alcançado em 2014, com um crescimento de 15%, mas as estimativas e expectativas às vezes são perigosas. A própria Xiaomi afirmou que 2015 era o ano para eles se consolidarem no mercado, com uma meta de 100 milhões de unidades comercializadas.

Não parecia ser uma loucura. Era uma meta alcançável, já que em 2014 – vendendo basicamente apenas na China – eles ultrapassaram a marca de 61 milhões de smartphones vendidos. Porém, com o avançar do ano, os números não indicavam um final de 2015 feliz, e a própria Xiaomi reduziu essa expectativa para 80 milhões. E nem essa meta foi alcançada.

Fato é que faltam bons motivos para o aumento nas vendas, e esses motivos parecem ser o novo Redmi 3 e o esperado Mi 5, mas a realidade que a indústria interpreta é que a Xiaomi começa a entrar em uma estabilidade nas vendas complicada de se modificar. Sem falar que a Huawei, sua principal rival na China, está na frente, com maior capacidade de produção e distribuição, vendendo em mais países ao redor do planeta, e uma alternativa real ao duopólio criado pela Samsung e Apple.

A boa notícia é que a Xiaomi decidiu diversificar a sua oferta de produtos desde o seu primeiro dia de vida, e ainda que os smartphones sejam os mais importantes, eles oferecem de tudo no mundo da eletrônica. Também vale observar o seu crescimento fora da China, em alguns países asiáticos e no Brasil. Porém, é preciso estar na Europa e nos Estados Unidos para assumir um certo papel de protagonismo.

A Xiaomi segue sendo considerada a primeira marca na China, algo muito importante para as diferentes empresas locais que brigam por esse posto, como são a Lenovo e a Huawei. Um dado importante a se levar em consideração nessas estatísticas de vendas é o volume de vendas reais: a Xiaomi sempre fala das unidades de smartphones nas mãos dos usuários, enquanto que a Huawei não deixa isso muito claro, já que há muitas unidades que podem ser consideradas apenas como distribuídas.

Via TechCrunch

Divisão móvel da Samsung segue “na sombra” após novos resultados financeiros

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A Samsung apresentou os resultados do quarto trimestre de 2015, e se não podemos falar que a situação é preocupante, também não podemos dizer que é confortável.

Os números seguem positivos, mas existe uma descompensação entre os resultados de suas linhas de produtos. Por um lado, os semicondutores se destacam, enquanto que as telas se mantém lucrativas, e os smartphones não cumpriram com os seus objetivos de venda. Algo que já aconteceu no trimestre anterior.

Não é um caso isolado da Samsung. O mercado de smartphones já sofre de um certo arrasto a algum tempo, com uma redução da demanda. Para Song Myung Sup, analista da Bloomberg, a situação está piorando, e os resultados do primeiro trimestre de 2016 serão piores do que os do quarto trimestre de 2015.

No caso específico da Samsung, a divisão mobile contribuiu com um terço dos lucros obtidos no último trimestre de 2015 (US$ 5.1 bilhões). A dependência das vendas de smartphones fez com que os lucros dos coreanos reduzissem em todo o mundo, e isso acontece não só por uma redução nas distribuição de unidades, mas também por causa de uma concorrência mais forte e crescente.

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Aqui está o desconforto da Samsung. Ao comparar com os resultados do mesmo período em 2014, os números são estáveis, mas em relação ao trimestre anterior, a queda nos lucros é de 15%. O último trimestre de 2015 já recebe as vendas dos últimos lançamentos entre os modelos top de linha da empresa, o Galaxy Note 5 e o Galaxy S6 Edge+, mas não dá para estimar se os dois modelos foram bem ou não nas vendas.

Porém, os analistas estimam que os lucros operacionais da divisão móvel da Samsung cresceu aproximadamente 1.66 bilhão de euros, com um aumento na distribuição das séries A e J. O fato deles não destacarem os últimos modelos top de linha pode ser um indício que as previsões de vendas não foram cumpridas.

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Além da reestruturação dos seus lançamentos, a Samsung fez mudanças em sua fábrica e estruturação executiva. Koh Dong Jin, que estava nas divisões Samsung Pay e Knox Security, passou para a chefia da divisão mobile. Koh afirmou que “muito além dos modelos da linha Galaxy, os resultados de hoje nos fazem pensar que o mercado não pode confiar muito mais nessa “defasada” demanda de iPhones na categoria top de linha. Isso provavelmente pressiona os provedores de componentes, incluindo a Samsung. Quanto mais os consumidores optem por comprar smartphones econômicos, maior será a pressão sobre os componentes que compõem esses produtos”.

O tempo vai dizer se a divisão mobile da Samsung vai oferecer melhores resultados. 2016 só está começando, e a MWC 2016 pode oferecer novidades que podem impulsionar essas vendas.

Via Bloomberg

Como a Samsung reduziu o seu catálogo de smartphones (e por que você não percebeu isso)

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2015 chegou a fim, e chegou a hora de fazer uma revisão sobre algumas promessas e objetivos de alguns fabricantes. No caso específico da Samsung, a promessa era reduzir o catálogo de smartphones (promessa feita em novembro de 2014) em 25-30%, algo que seria motivado pela queda dos lucros.

O objetivo era um só: obter uma maior margem de lucros por smartphone vendido. Mas… será que a Samsung cumpriu a promessa? Mais: se cumpriu, as mudanças surtiram efeito?

 

Ao que parece, menos não é mais

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A Samsung teria facilidades para lançar menos smartphoens por ano, apesar do comportamento da empresa indicar o contrário. A redução, de fato, aconteceu: 2015 teve o menor número de lançamentos de smartphones dos coreanos desde 2009 (119 modelos). A tática de múltiplos lançamentos ajudou a empresa a se posicionar em 2012 como líder de vendas de smartphones, com 27% do mercado (78 modelos lançados naquele ano).

Em 2014, foram 58 novos modelos de smartphones da Samsung, agrupados dentro da grande família chamada Galaxy. Novas séries vieram, como a A (A3, A3 Duos, A5, A5 Duos), e a Alpha, que não voltou em 2015. A plasticidade de nomenclatura e o nascimento e morte de algumas séries é, de certa forma, um sinal de identidade da empresa, e não deu a sensação real de redução de lançamentos. Porém, dessa vez, eles conseguiram alcançar a marca estabelecida em novembro de 2014.

 

Quem parte e reparte sempre fica com a maior parte

Não faz muito tempo que Evan Blass (aka @evleaks) mostrou como a Samsung aumentou o número de smartphones dentro da série Galaxy S, a top de linha da empresa, nos últimos anos. Mesmo não sendo os mais vendidos, os modelos mais potentes são os que fazem mais barulho no mercado, chamando mais atenção.

Em 2015, vemos como o número de smartphones top de linha da Samsung simplesmente triplicou, sem falar no nascimento da série On e a expansão dos modelos com Tizen. Por outro lado, linhas como a Galaxy Ace não deram o ar da graça no ano passado.

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Logo, em 2015, a Samsung reduziu o volume de seus lançamentos de 58 em 2014 para 35 modelos no ano passado, baseando-se nos resultados obtidos pela ferramenta de busca do site GSM Arena, e deixando de fora os smartwatches (que não são telefones inteligentes) e versões de um mesmo modelo que só contam com um adicional técnico. Mais: a redução não foi de meros 30%, mas sim de quase 40%.

 

Reduzir para aumentar

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A hegemonia da Samsung atingiu o seu auge no Galaxy S4, que foi um grande sucesso de vendas no início, para depois experimentar uma queda, o que motivou a empresa a replanejar a sua estratégia na divisão de smartphones. O balanço econômico que a Samsung apresentou em outubro de 2015 mostra que os seus resultados eram positivos, mas não por conta da divisão mobile, e sim pelas mãos dos semicondutores.

A liderança da Samsung para os rivais ficou menor em partes pela crescente concorrência, que se tornou mais efetiva, principalmente nos mercados de referência, como é o caso da China. Em 2015, o design e a construção parecem ter sido a prioridade do consumidor, tanto nos modelos top de linha como em séries intermediárias. Vimos desaparecer as bordas quase imperdoáveis, obrigando a Samsung a sucumbir (finalmente) ao metal, além das telas curvas nas bordas, que se tornou algo representativo para eles.

Por outro lado, esta redistribuição do número de modelos por série deixou um total de quatro modelos flagships. Essa pode ser uma resposta ou tentativa de recuperar o impulso perdido no começo do ano, onde esses dispositivos, quando comparados com os modelos top de linha da Apple, não chamavam tanto a atenção.

Veremos se a Samsung segue reduzindo o número de smartphones lançados, e se a estratégia de aumentar o número de modelos top de linha funciona, recuperando suas vendas e ajudando a divisão móvel a entregar melhores resultados.

Samsung vai reduzir os preços dos Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge, para melhorar suas vendas

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Diante de uma nova queda nos lucros trimestrais (segundo trimestre de 2015, entre os meses de abril e junho), a Samsung informa que vai reduzir o preço dos novos Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge, com o objetivo claro de melhorar as vendas do dispositivo e da empresa. 

Essa é a sétima queda consecutiva nos lucros da divisão móvel da Samsung. Eles ainda ganham muito dinheiro (US$ 4.9 bilhões no último trimestre), mas a queda dos lucros líquidos é preocupante (8% em um ano). Os lucros operacionais das divisões móveis despencou em 37%, e alguma coisa precisa ser feita, antes que o quadro se torne ainda pior.

A empresa segue como maior produtora mundial de smartphones, mas perde terreno para a Apple e outros fabricantes com Android. Principalmente a Xiaomi, que desbancou a Samsung como principal vendedora na China, e está se expandindo rapidamente no mercado internacional. 

As vendas dos novos Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge não funcionaram tão bem como a Samsung esperava, mesmo ele sendo um dos melhores smartphones Android do mercado. O problema desses modelos está no preço. Afinal de contas, a Apple É a Apple, com seus seguidores fiéis, que não se importam muito em pagar preços absurdos nos novos modelos de iPhones (que sempre vendem mais do que a geração anterior). Essa estratégia não funciona na Samsung, e desde o Galaxy S5 as vendas estão caindo, e os modelos lançados em 2015 não conseguem compensar isso, por melhores que eles são. 

A Samsung anuncia o ‘ajuste’ de preços para os seus smartphones top de linha e lançamentos de novos modelos (Note 5, Edge S6 Plus, etc) para todos os seguimentos. E pode se permitir a isso. Sua divisão de semicondutores cresceu de forma espetacular, e é o único fabricante que pode criar um smartphone com os seus próprios componentes. 

Não sabemos o quanto será essa redução de preço, mas a medida é praticamente obrigatória para manter as vendas. 

Via TechCrunch

Motorola supera LG, e é a segunda maior fabricante de smartphones no Brasil

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O Wall Street Journal publicou uma matéria com base nos dados da IDC, que por sua vez revela que a Motorola dobrou a sua participação no mercado brasileiro em 2014, alcançando 18% de quota. Com isso, ultrapassou a LG e se tornou a segunda colocada no mercado nacional de smartphones.

A líder continua sendo a Samsung, mas com uma significativa queda de 51% em 2013 para 43% em 2014. Por questões contratuais, a IDC não revela detalhes de sua análise.

Fato é que a Motorola conseguiu dobrar a sua participação no Brasil com lançamentos expressivos nos mercados de entrada e linha média. Modelos como o Moto E e principalmente o Moto G (que é considerado o smartphone mais vendido no mercado brasileiro) são responsáveis pela expansão da empresa em nosso país.

Samsung, Motorola e LG são muito fortes no mercado brasileiro, mas nas vendas globais, o cenário é diferente. No quarto trimestre de 2014, a Motorola obteve 19.9% das vendas de smartphones no planeta, contra 19.7% da Apple. A Motorola só ficou com 6.5% das vendas globais (incluindo as vendas da Lenovo), e a LG não figura entre as cinco maiores.

O IDC ainda informa que no terceiro trimestre de 2014, o valor médio dos smartphones comprados no Brasil foi de R$ 590, onde os modelos intermediários – com preços entre R$ 450 e R$ 900 – representaram metade dessas vendas. 91% dos smartphones comercializados contavam com o sistema operacional Android, enquanto que o iOS e o Windows Phone ficariam ‘tecnicamente empatados’ (valores não foram informados).

Via Wall Street Journal, Tecnoblog

iOS e Android concentraram 96,3% do mercado de smartphones em 2014

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A IDC revelou em seu último relatório que os sistemas operacionais iOS e Android concentraram 96,3% das vendas de smartphones em 2014. A dupla superou os 93,8% obtidos em 2013.

De forma individual, o Android ficou com 81,5% de cota de mercado das vendas do ano passado. Em 2013, essa marca foi de 78,7%. Será difícil manter o mesmo ritmo em 2015, assim como será difícil ver essa liderança ameaçada.

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O iOS ficou com 14,8%, o que é menos que os 15,1% obtidos em 2013. O cenário ainda é muito favorável para o sistema da Apple, levando em conta que eles enfrentaram uma concorrência que vende produtos mais baratos, mas com menores margens de lucro.

Também é preciso considerar que o crescimento geral do mercado se produz em grande parte graças aos mercados emergentes, onde supostamente a Apple pouco cresce, mas compensa nos principais mercados, como Estados Unidos, Europa, Japão e China.

Os demais sistemas operacionais móveis ficam com uma fatia muito pequena do mercado, onde a BlackBerry praticamente desapareceu, e o Windows Phone que cresceu 4,2% em relação ao ano passado.

A seguir, os dados do quarto trimestre de 2014, com os números das quatro principais plataformas:

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Via IDC

HTC registra o seu terceiro trimestre consecutivo de lucros

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A HTC apresenta os seus resultados financeiros do último trimestre, e dá mostras que segue crescendo (ou se recuperando, como queiram). Mesmo sem revelar quantos dispositivos vendeu no último trimestre de 2014, podemos afirmar que os tempos são positivos para a empresa.

Este é o terceiro trimestre consecutivo que a HTC registra lucros, o que pode oferecer solidez para uma estratégia mais ousada em 2015, especialmente nos segmentos de entrada e intermediário.

O aumento dos ingressos no período foi de 12% em relação ao quarto trimestre de 2013. Ou US$ 1.524 bilhão, que é superior aos US$ 1.370 bilhão arrecadados no terceiro trimestre de 2013.

Dispositivos como o HTC One nas suas duas últimas versões são responsáveis pela boa imagem da empresa e suas boas vendas no segmento top de linha, mas é necessário renovar as linhas inferiores, com produtos mais competitivos. Modelos como HTC Desire EYE, 320, 620, 820 e 826 também foram muito bem vistos no mercado. Porém, novidades como o HTC Desire 626, um HTC One M9 e até um HTC Desire top de linha podem tornar esse crescimento da empresa algo ainda mais sustentável e evidente.

Via HTC

IDC: Huawei e Lenvo reduzem fatia de mercado mobile de Samsung e Apple

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Os chineses estão se tornando uma grande dor de cabeça para Apple e Samsung no mercado mobile. O último relatório da IDC sobre as vendas do segundo trimestre de 2014 mostram que as duas gigantes perderam cota de mercado para nomes como Huawei e Lenovo.

Além das duas (que aparecem no top 5), marcas como ZTE ou Xiaomi também seguem crescendo de forma exponencial. Vale lembrar que a Apple vendeu mais iPhones no último trimestre do que no mesmo período de 2013, e tudo indica que eles apostam na estratégia de maior variedade de dispositivos (dois modelos de iPhone a cada lançamento), mas assim como a Samsung, perdeu cota de mercado de forma significativa.

A queda da Samsung é ainda mais chamativa, já que tem uma proposta mais semelhante ao dos fabricantes chineses.

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Olhando para os dados do primeiro trimestre de 2014, vemos que a queda era previsível, já que Huawei e Lenovo já eram as que mais cresciam. Além disso, é interessante ver como a coreana LG cresce, conseguindo uma fatia de mercado maior em um segmento já estabelecido, diferente da Samsung, que conquistou sua fatia quando o mercado ainda estava se consolidando.

O mundo mobile não vai mudar de um dia para outro, e a Samsung segue líder no mercado mobile com uma vantagem considerável, e possui recursos para se manter líder por muito tempo. Eles venderam no segundo trimestre 74.3 milhões de unidades de smartphones, três milhões a menos em relação ao mesmo período do ano passado. A cota da Samsung é de 25.2%, uma queda importante em relação aos 32.3% registrados no ano passado, no mesmo período.

Já a Apple sofreu queda semelhante: de 13% em 2013, passou para 11.9%. Nem quatro milhões a mais de smartphones vendidos ajudou a evitar essa queda.

Nos sistemas operacionais, sem muitas dúvidas: o Android domina (tanto na análise da IDC como na da Gartner).

A Huawei é a terceira colocada do último trimestre, com 7% do mercado. Eles venderam 20 milhões de unidades no último trimestre, ou o dobro do volume vendido no mesmo período em 2013. No primeiro semestre de 2014, o aumento nas vendas foi de 62%.

Já a Lenovo vendeu quase 16 milhões de unidades, e mesmo sem um crescimento espetacular, ainda tem margem de crescimento, pois vai entrar em novos mercados, direta ou indiretamente (com a ajuda da Motorola).

Na quinta posição, aparece a sul-coreana LG, com uma proposta de linha média/baixa muito atraente, e uma aposta nos modelos top de linha muito bem elogiados (LG G2 e LG G3). Venderam 14.5 milhões de unidades no último trimestre, ficando com uma cota de mercado de 5%.

As chamadas “outras” (empresas) englobam Motorola, HTC, Sony, Xiaomi, (finada) Nokia (agora) Micrsoft e diversos fabricantes chineses, indianos e derivados, que também aumentaram sua fatia de mercado.

No total, foram vendidas 295 milhões de unidades de smartphones entre os meses de abril e junho. Em 2013, no mesmo período, foram vendidas 240 milhões de unidades.

Via IDC

LG segue “batendo recordes”, com 14.5 milhões de smartphones vendidos nos últimos 3 meses

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Era de se esperar que o bom trabalho da LG com os seus smartphones se refletiria positivamente nos seus números. O relatório financeiro do último trimestre dos coreanos mostra que eles venderam 14.5 milhões de unidades dos seus smartphones, um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado.

Basicamente, o sucesso desse aumento se deve ao lançamento do LG G3, além dos modelos de linha média da série L. A divisão de telefonia móvel arrecadou US$ 3.5 bilhões, colocando fim à uma série de três trimestres seguidos de perdas.

O entretenimento doméstico também foi bem nas vendas, com um aumento de 3%, graças aos modelos UltraHD 4K.

Os lucros operacionais alcançaram os US$ 599 milhões. Um excelente sinal sobre como a LG deve proceder nos próximos meses.

Via LG

Xiaomi Mi3 alcança a marca de 10 milhões de unidades vendidas, e recebe uma edição especial

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Dias depois da Xiaomi anunciar os seus espetaculares números de vendas do primeiro semestre de 2014, eles revelam um detalhe ainda mais importante sobre o responsável pelas 26 milhões de unidades vendidas dos seus smartphones no período. O seu modelo mais importante entre os tops de linha é o Xiaomi Mi3, lançado no final de 2013, e no primeiro semestre ele conseguiu alcançar a marca de 10 milhões de unidades vendidas.

É sempre bom lembar que estamos diante de uma empresa que opera basicamente na China e em alguns mercados vizinhos. Se esse lançamento fosse global, os números seriam muito maiores.

O segredo do sucesso do Mi3 é que a Xiaomi oferece um hardware de última geração por um preço justo, além do modelo contar com um design externo bem atraente, e uma interface de uso interessante, que conta com o apoio de uma comunidade de usuários que apoiam as novidades no produto que aparecem quase que semanalmente.

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O Mi3 não é o único bem sucedido de vendas da Xiaomi, mas levando em conta que os períodos de vida útil dos modelos são quase os mesmos, quase um terço das unidades vendidas são atribuídas à esse modelo. Para comemorar a marca, a Xiaomi lançou na China uma edição especial do Mi3, que aposta na tonalidade dourada, muito na moda ultimamente (e muito valorizada na Ásia).

No final de 2014, veremos um novo dispositivo por parte da Xiaomi, que substituirá o Mi3. Por enquanto, não há vazamentos sobre esse modelo, mas tudo indica que ele será chamado de Mi3S. Com ele e toda a família de dispositivos acessíveis, eles querem alcançar a marca de 60 milhões de dispositivos vendidos em 2014.

 

Via Xiaomi

China vai superar EUA em ganhos nas vendas de smartphones em 2014, segundo a Strategy Analytics

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Quando falamos de unidades vendias, o mercado chinês superou o norte-americano nos últimos anos. Outra coisa bem diferente está nos ganhos obtidos com essas vendas. O que está acontecendo trimestre após trimestre é que os EUA rendia mais dinheiro nas vendas, uma vez que os dispositivos eram vendidos no país por um preço médio mais alto.

Observando os últimos relatórios da Strategy Analytics, vemos que o número de unidades que serão vendidas na China ao longo de 2014 (dados estimados) é de 430 milhões, enquanto que os dados estimados de vendas nos Estados Unidos são de 163 milhões.

Com essa diferença em unidades, é normal pensar que os ganhos nas vendas estão mas distantes, mas não é bem assim que funciona: na China, é esperado um montante de US$ 87 bilhões de vendas, enquanto que nos EUA, esse valor é de US$ 60 bilhões. Está claro que é muito dinheiro movimentado, mas com uma perda proporcional com as unidades vendidas.

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A razão é a mesma apresentada no começo do post: o mercado norte-americano vende smartphones mais caros, enquanto que na China aos poucos são adicionadas as mais recentes tecnologias, com dispositivos mais completos, porém, mais baratos. Os principais fabricantes – Samsung, Huawei e Lenovo – não param de preparar produtos para explorar o mercado do país asiático, que está em constante crescimento.

Se compararmos com os dados do ano passado, os ganhos das vendas na China crescerão, 53%, enquanto que nos Estados Unidos permanecerão estáveis. Obviamente, são estudos preliminares, e os dados podem mudar. Nunca sabemos como as coisas serão apresentadas no final do ano. Mas tudo indica que esse será o primeiro ano que a China será o principal mercado de smartphones do planeta.

Via Strategy Analytics