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Uma cadeira que te oferece tudo, menos conforto

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Essa é a Inactivité, uma cadeira com apenas dois pés, que tem como principal objetivo fazer com que você não sente da forma mais cômoda, obrigando o usuário a fazer pequenos movimentos para equilibrar a cadeira, mantendo um constante movimento que, de alguma forma (que não imagino qual é) impede que a sua mente se distraia.

A cadeira é inspirada na teoria de Benoit Malta, e não consigo ver como algo louvável que alguém desenvolva uma cadeira incômoda – e sua criação é algo até difícil de ser justificado em um mundo minimamente normal. Supondo que a teoria funcione, todos aqueles que conseguirem se equilibrar na cadeira são gênios, ou ao menos são pessoas muito centradas.

Não creio que eu me encaixe nos dois casos (para ser bem sincero).

 

Via Lauguing Squid

Fim da “polêmica”: selfies feitas por macacos não estão sujeitas ao copyright

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Um dos casos mais recentes e patéticos do mundo dos direitos autorais. Mas ao menos serviu de exemplo do quanto essas leis estão obsoletas. O caso do macaco que tirou uma selfie com a câmera do fotógrafo britânico David Slater deu o que falar. David argumentava que o direito da imagem era sua, e a Wikipedia – que publicou a imagem – do macaco. Pois bem, o escritório de copyrights dos Estados Unidos tirou a razão do fotógrafo, e as selfies de animais não possuem copyright designado.

O órgão publicou um comunicado, onde eles estabelecem especificamente que “os trabalhos criados pela natureza, animais ou plantas, ou (atenção para essa parte, pois é muito importante) supostamente criados por seres supernaturais ou divinos” (???) não podem estar sujeitos ao copyright. Ou seja, são de domínio público. Apenas as obras criadas por humanos estão protegidas por lei.

Uma lista de exemplos de criações que ficam de fora das regras de copyright são listadas pelo órgão, entre elas as fotos registradas por um macaco, ou desenhos feitos por elefantes.

A decisão do escritório de patentes dos Estados Unidos é importante, pois cria um precedente (nos EUA), e encerra um debate aberto sobre a propriedade da famosa foto. Porém, segue sendo uma tentativa de regularizar algo que é muito difícil de se estabelecer leis e regras.

Por muitas listas e exceções que se criem, é muito provável que outros casos que não são cobertos pela lei apareçam. Isso sem ter em conta que cada país tem uma lei de propriedade intelectual diferente. Por enquanto, nos EUA, os macacos ganharam a batalha (se é que podemos dizer isso, já que eles nem se deram conta direito do que aconteceu).

Via L.A. Times

Assim é uma mina de Bitcoins chinesa, que paga US$ 60 mil de conta de energia

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O site The Coinsman teve a oportunidade de visitar uma peculiar mina de Bitcoins, localizada a noroeste da China. Tal como as imagens mostram, essa granja é formada por simples estantes onde as placas e fontes de alimentação descansam. A maioria dessas fontes alimenta computadores reciclados, e o sistema de ventilação do local é formado por uma série de ventiladores industriais que, colocados no chão, criam uma intensa corrente que expulsa o ar quente para o exterior.

O mais surpreendente é que, por trás dessa rudimentar instalação, se esconde uma conta de consumo elétrico de mais de US$ 60 mil. Esse é um negócio mantido por três pessoas, que descansam entre 4 e 5 dias por mês, e trabalham em condições preocupantes. É, literalmente, uma mina. De bitcoins.

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Via The Coinsman

…e o primeiro smartphone da história foi o…

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São 100 milhões de usuários de smartphones nos tempos atuais, mas no passado, os telefones móveis eram basicamente isso que você vê acima: um dispositivo para fazer e receber chamadas, ou enviar e receber mensagens de texto (curtas). Então… qual foi o primeiro smartphone da história?

O PhoneArena fez uma interessante revisão nesse conceito, cujo termo apareceu pela primeira vez em 1997, quando a Ericsson apresentou o Ericsson GS88 “Penelope”, descrito como “telefone inteligente”, separando as duas palavras em inglês “smart phone”. O conceito foi explorado bem antes, em 1983 (sem esse nome, e tomando como base o telefone fixo), por empresas como a Apple, em parceria com a empresa de design Frog Design.

 

A união do PDA com o telefone móvel

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Para muitos, o primeiro smartphone (de novo, sem esse nome) da história foi o IBM Simon Personal Comunicator, cujo protótipo apareceu em 1992, com vendas iniciadas em 1994. Esse telefone com características de PDA contava com uma tela monocromática (160 x 293 pixels) que suportava desenhos com uma caneta stylus. Seu sucesso foi muito limitado, e em fevereiro de 1995, ele saiu do mercado.

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Seis anos depois, o Ericsson R380 é o primeiro telefone que efetivamente se vendia como um smartphone, com todas as letras. O modelo custava US$ 700, e era o primeiro dispositivos a utilizar o mítico Symbian OS. Hoje, esse modelo seria comparado com qualquer ‘feature phone’ do mercado, por conta de suas limitadas configurações, que são inferiores aos smartphones de entrada atuais.

O Ericsson R380 usava as redes GSM 900/1800, contava com tela touch retroiluminada, suporte WAP para internet e aplicativos como calendário, e-mails, navegador de internet, bloco de notas, calculadora e relógio com alarme. Sua tela contava com 3.5 polegadas (120 x 360 pixels), e o dispositivo suportava 2 MB de RARM e 4 de ROM. Se conectava ao PC via porta serial (lembra?), e assentou as bases do Symbian, que durante anos foi o sistema operacional móvel dominante.

E assim começou a história dos smartphones que tanto amamos hoje.

 

Comida e eletrônicos substituem roupas de griffe como sinônimo de status social

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Reparou como ultimamente os jovens andam com roupas todas desleixadas? Tá, isso existe desde a década de 1970 (pelo menos). Mesmo assim, o que quero dizer que as roupas não são mais de marcas reconhecidas. E existe uma explicação para isso: todo o investimento vai parar no bolso desse mesmo adolescente, na forma de um iPhone.

Um artigo publicado na International Business Times revela que os adolescentes consideram que a vestimenta como símbolo de status social é coisa do passado. Hoje, os adolescentes investem seu dinheiro em dois novos símbolos de condição social: a comida (não me pergunte porque) e os dispositivos eletrônicos. Mais precisamente o iPhone. 
Citando um estudo do banco de investimentos Piper Jaffray e a professora de negócios da Universidade de Fordham, Marcia Flicker, o artigo do IBT indica que as marcas de roupa para adolescentes sofrem com a ausência da sua jovem clientela, que agora gasta o seu dinheiro em comida no lugar de uma calça jeans.

Os jovens investem 21% dos seu dinheiro em comida, de acordo com o estudo. Não fica claro se é no Burger King ou em um restaurante gourmet. Fato é que, quando não estão comendo, os adolescentes gastam seu dinheiro na aquisição de dispositivos tecnológicos para simbolizar sua condição social.

Flicker cita como exemplo o iPhone, e afirma que os adolescentes não só acham que o iPhone 4 é um modelo do passado, mas que aqueles que o possuem sentem vergonha de ter um. A tendência é que os jovens sejam clientes e potencial de um hipotético iPhone 6, assim que ele for lançado.

Por outro lado, a pesquisa mostra que os jovens desfavoreciam os produtos da Apple, e estavam mais inclinados a adquirir produtos das linhas Samsung Galaxy e Microsoft Surface. Por outro lado, um estudo realizado por Piper Jaffray, publicado no mês passado, afirma que 61% dos jovens nos EUA eram proprietários de um iPhone, um aumento de 13% em relação ao mesmo estudo do ano passado. Mais: 67% desses usuários afirmam que o seu próximo telefone seria um iPhone.

Então… os adolescentes abandonaram o código do vestuário para investir o seu dinheiro nos dispositivos eletrônicos como símbolo de status social? A resposta não é tão simples quando vemos os números, muito menos para detectar se quem está gastando esse dinheiro nos gadgets são mesmo os jovens ou os seus pais, que compram os dispositivos para alimentar o ego dos pequenos e mimados pimpolhos.

Via CNET

A máquina recreativa que funciona com garrafas vazias (em vídeo)

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Algumas vezes, as pessoas precisam de um incentivo para reciclar resíduos. A Coca-Cola encontrou uma engenhosa maneira de dar esse impulso. Nada menos que uma estação de reciclagem que incorpora uma máquina recreativa. O truque aqui está no fato dessa máquina não funciona com moedas, mas sim com garrafas vazias do próprio refrigerante.

A iniciativa aconteceu em seis locais diferentes da cidade de Dhaka (Bangladesh), e foi acolhida com entusiasmo pelos jovens locais. O jogo escolhido para a máquina é uma versão customizada do mítico Pong. Talvez se fosse um jogo um pouco mais atual, provavelmente o volume de garrafas recicladas seria maior.

Ainda que não deixe de ser uma iniciativa publicitária, ela poderia ser copiada por outros fabricantes, adotando latas e garrafas de outros formatos, que poderiam até mudar os jogos de tempos em tempos. De qualquer forma, a ideia deve ter uma legião de entusiastas, que vão esvaziar garrafas aos montes, para reciclar como loucos (e jogar também).


Via Coca-Cola

A vitória do Seattle Seahawks no Super Bowl é, indiretamente, uma “vitória” da Microsoft

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Tal afirmação não é nenhum exagero. Afinal de contas, o dono do Seattle Seahawks, campeão do Superbowl XLVIII é ninguém menos que Paul Allen, que entre outras coisas, é o co-fundador (e ainda sócio) da Microsoft. Nesse caso em especial, o título dos Seahawks na NFL tem as mãos de Allen no seu gerenciamento, e alguns toques de tecnologia na estrutura do time.

Allen é, hoje, 53º homem mais rico do mundo, com uma fortuna total avaliada em US$ 15 bilhões. Ele não apenas é sócio da Microsoft, mas de diversas outras empresas menores de tecnologia, além de ser investidor de outras tantas de porte menor. Aliás, Allen é um investidor nato: tem financiamentos cedidos para diferentes segmentos, como artes, entidades filantrópicas, cultura e esportes. Você não sabe disso, mas 80% da Ticketmaster é do Paul Allen.

No caso dos esportes, os investimentos de Allen estão em várias ligas norte-americanas. Além de ser proprietário do Seattle Seahawks (NFL) desde 1997, ele é dono do Portland Trail Blazers (NBA) e é sócio do Seattle Sounders (MLS). Em todas essas equipes, a influência de gerenciamento de Allen é total.

Mas como estamos falando do futebol americano, um dos fatores decisivos para o título dos Seahawks foi a sua torcida, que atuou como 12º jogador. O estádio onde o time joga, o CenturyLink Field, foi projetado para fazer o máximo de barulho possível quando a sua torcida fizer barulho. Resultado: nessa temporada, o estádio quebrou o recorde em decibéis de barulho gerado em uma arena esportiva (137.5 dB). E isso, na cabeça dos adversários, é considerado “o inferno na Terra”.

Tal solução só pode ser adotada com a ajuda da tecnologia, que por sua vez, foi uma decisão de Allen… com uma mãozinha da Microsoft, por assim dizer. Mesmo que apenas pela influência dos anos que por lá trabalhou.

E é por conta disso que Bill Gates publicou essa foto no Twitter ontem.

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Até onde a tecnologia ajuda nas previsões do vencedor do Super Bowl?

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Falta pouco para o início do Superbowl XLVIII, a final do campeonato de futebol americano da NFL entre Denver Broncos e Seattle Seahawks. Esse é um dos eventos esportivos mais importantes de 2014, principalmente nos Estados Unidos. Uma das tradições do evento estão nas previsões sobre o vencedor, que nos últimos anos, receberam boas doses de tecnologia.

A previsão de resultados esportivos é um dos itens onde a tecnologia parece não ter avançado muito. A prova disso é o fato das apostas esportivas parecerem funcionar melhor do que nuncia, e que nenhum sistema computadorizado conseguiu aumentar de forma significativa as possibilidades de acerto dos resultados dos eventos esportivos.

No caso específico do Superbowl, duas situações singulares acontecem. A primeira, e previsão que é feito com o “motor de conhecimento computadorizado” Wolfram Alpha. Seus responsáveis utilizaram o histórico de encontros entre os dois times para dar uma previsão mais conclusiva.

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Segundo esse sistema, o Denver Broncos tem uma ligeira vantagem, mas o resumo da análise afirma que “como qualquer fã dos esportes deve saber, há um elemento significativo de imprevisibilidade nos esportes (e esse é um dos motivos que são tão divertidos)”.

A segunda situação de previsão já tem uma dose maior de tecnologia: é a previsão que a Electronic Arts publica a cada ano, colocando para jogar virtualmente as duas equipes presentes na final na sua respectiva versão anual do jogo Madden NFL. A EA faz essa simulação há 10 anos, e o sistema de inteligência artificial do jogo (que considera o elenco atual, estatísticas de jogos e jogadores, performance na temporada, entre outros dados) acertou o vencedor da final em 8 dessas 10 simulações.

E, segundo a Electronic Arts, o Superbowl XLVIII terá como vencedor o Denver Broncos.

O aspecto da simulação que leva cada vez mais em conta os jogos esportivos da Electronic Arts contrasta com os métodos mais tradicionais, como os comparativos pelo histórico que o Wolfram Alpha leva em consideração. Será interessante saber, no final do jogo, se os dados coletados pelos dois sistemas fazem sentido ou não.

No futuro, a tendência é a criação de um sistema que use algorítimos híbridos para prever os resultados, além de um estudo de desempenho individual dos jogadores. Além disso, o uso de conjuntos de dados universais precisa ser estimulado, para que as comparações sejam factíveis no futuro.

De qualquer forma, o segmento de previsões esportivas ainda tem um longo caminho a percorrer. E até que isso aconteça, a única forma 100% segura de acertar os resultados dos jogos parece mesmo ser a de Marty McFly. Ou seja, viajando para o futuro e comprar um almanaque esportivo. E se preparar para mudar o curso da História.

Homem usa o Google Glass no cinema, e o FBI “surta” com isso

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Mais uma vez o Google Glass é tema central de mais uma polêmica nos EUA. Um cidadão decidiu ir para o cinema de um shopping na cidade de Columbia, Ohio, usando o seu Google Glass para assistir um filme. Uma hora depois, um agente do FBI se aproxima dele e, sem nenhum tipo de aviso prévio, arranca os óculos inteligentes do seu rosto, e remove o cidadão da sala.

O “suspeito” foi posteriormente interrogado por um grupo de agentes por aproximadamente três horas. Durante o interrogatório, o cidadão foi lembrado por diversas vezes sobre a ilegalidade do ato de gravar um filme na sala de cinema, algo que o detido alega não ter feito, uma vez que o seu dispositivo estava completamente desligado. Além disso, ele apresentou a prescrição de uso dos óculos, o que indicava que ele tinha que usá-los se quisesse ver alguma coisa na tela.

O detido foi liberado, e ainda ganhou dois ingressos do cinema, em uma tentativa óbvia de “cala a boca” em relação à atitude intempestiva dos agentes (até porque os direitos do cidadão foram claramente violados).

Obviamente, a questão não está no fato do cidadão estar ou não gravando o filme dentro da sala de cinema. Só entendo que nada justifica uma atitude que beira a estupidez, como essa que foi tomada pelos agentes do FBI e pelos proprietários da sala de cinema. Além de um upgrade tecnológico, entendo que alguns seres humanos precisam ter um upgrade de posturas e atitudes. Afinal, de que vale utilizar a tecnologia quando moralmente alguns estão na idade da pedra, não é mesmo?

Via The Gadgeteer, Ubergizmo

Momento “Geek Ostentação”: os gadgets mais caros de 2013

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Fazer listas de final de ano é moleza. Agora, fazer a lista dos gadgets mais caros de 2013 é uma missão para poucos. Com muitos lançamentos relevantes ao longo do ano, esse ilustres produtos que custam o olho da cara passam desapercebidos pelos olhares dos blogueiros e editores de tecnologia. Porém, sempre existe espaço para aqueles gadgets que poucos poderão comprar. Aliás, muito poucos. Pouquíssimos. Quase ninguém.

Logo, essa lista é dedicada aos produtos com preços considerados ridículos e hilariantes, de tão caros que são. São valores tão elevados para os produtos, que quase soa como um bullying dos seus idealizadores. A lista está em uma ordem do “mais barato” (ou menos caro) até aquele que vai exigir que você venda um rim.

Fone de ouvido Ultrasone Edition 8 Julia

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Este fone de ouvido custa “apenas” US$ 1.799,95. E esse é um valor de oferta especial. O seu preço de explica pelo emprego dos materiais para a sua construção, e o seu método de fabricação.

Esses fones foram fabricados com um metal chamado rutênio, que pertence ao grupo do platino, e que aparentemente é bem raro. Por conta disso, esse metal acaba saindo bem caro (US$ 70 para cada onça), mas a ideia é que o elemento torne o produto mais resistente e atraente no seu visual. Por outro lado, cada unidade do produto é feito a mão, utilizando o melhor couro que existe, o couro da cabra etíope de pelo largo, que oferece um melhor aislamento ao produto. Coisa fina, meu amor.

Armadura Mark III do Homem de Ferro

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Ser o Homem de Ferro não é mais uma missão exclusiva para o Robert Downey Jr. Uma empresa está oferecendo uma versão em tamanho real da armadura Mark III, que custa US$ 1.999. O produto é fabricado com a ajuda de algumas impressoras 3D, e só começarão a ser produzidas a partir do momento que eles contarem com uma demanda suficiente. Ou quando eles resolverem os direitos de uso do produto com a Marvel.

Bicicleta S-Works + McLaren Venge

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Esta linda bicicleta custa aproximadamente US$ 18 mil, um preço bem proibitivo, mesmo levando em conta o que essa bicicleta pode oferecer. Na teoria, essa é a bicicleta de corridas mais rápida do mundo, sendo fabricada em fibra de carbono, com uma aerodinâmica especial, maior rigidez e menor peso. Ok, tudo muito tecnológico, mas… será que REALMENTE vale a pena um mero mortal investir toda essa grana em uma bicicleta?

TV Samsung UN85S9

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As grandes TVs foram destaque em 2013. No começo do ano, a Samsung apresentou essa bela TV LED 3D de 85 polegadas e resolução Ultra HD de 120Hz, mas não havia revelado o seu preço. Pois bem, agora sabemos que o produto custa ridículos US$ 39.997. E esse valor é uma oferta: o seu preço normal é de US$ 45 mil!

Basta ler as reviews sobre a TV no próprio site da Amazon para pensar algumas vezes antes de fazer o investimento. O primeiro review é de um cliente que comenta (em tom de brincadeira, espero) que adquiriu o produto logo depois de vender a sua filha Amanda como escrava branca, e diz que, se sua filha estiver lendo aquela resenha, que não se preocupe, que todos estão bem, e que ela terá que aguentar apenas um ano inteiro, até que eles consigam a sua UHDTV tão sonhada.

Kuratas

Por “apenas” US$ 1.35 milhão, você pode adquirir um traje robô que tem espaço suficiente para um piloto, no estilo Pacific Rim. O Kuratas foi criado pelo artista Kogoro Kurata, e um especialista em robótica, Wataru Yoshizaki, e tem tudo o que necessita para derrotar todo e qualquer tipo de inimigos, inclusive a possibilidade de fazer chamadas telefônicas, avisando aos mesmos que eles serão atacados em breve.

Alto-falantes Hart Audio “D&W Aural Pleasure”

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Por fim, esse produto não foi lançado em 2013, mas tinha que ser adicionado na lista apenas pelo seu preço risível: US$ 4.8 milhões. Sério, se você tem toda essa grana, por que você gastaria em alto-falantes?

O único motivo que tora esse produto tão caro é que ele é feito completamente de ouro 18 quilates. Agora, se você não é tão rico assim e não conta com US$ 4.8 milhões nessa maravilha, saiba que você pode comprar a versão em bronze, por US$ 64 mil, ou em prata, por US$ 320 mil.

Xbox One Hotel é inaugurado em Paris

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Você já se considera um fã incondicional do Xbox One? Digo, um fã hardcore de verdade? Vai até Paris nas próximas semanas? Quer ficar em um hotel onde você pode liberar todo o seu amor e devoção pelo console da Microsoft? Pois bem, temos uma boa notícia para você. O primeiro hotel oficial da Microsoft foi inaugurado, e recebe o singelo nome Xbox One Hotel.

O hotel é parecido com o apartamento inspirado no PlayStation 4 lançado no mês passado. Mas fica o aviso que ele não vai ser o Xbox One Hotel para sempre. Ele vai durar apenas o tempo suficiente para que a Microsoft comemore o lançamento do seu console na capital francesa. Aliás, o hotel está limitado à cidade de Paris, e não tem previsão de lançamento para outros países.

Não há informações sobre os valores das diárias no Xbox One Hotel, mas podemos imaginar que o custo deve ser o suficiente para manter você jogando alguns jogos no seu console durante a madrugada, entre um lanche e outro. Em resumo, um paraíso dos gamers.

Via Ubergizmo

A última “tendência” do mundo mobile: enviar mensagens SMS durante o sono

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As pessoas podem fazer coisas estranhas durante o sono. Falar, andar, comer, dirigir (eu escrevi sobre isso recentemente em meu blog pessoal) e, pelo visto, enviar mensagens de texto.

De acordo com uma matéria publicada no site da CBS, digitar mensagens de texto durante o sono é uma das mais crescentes (e não saudáveis) tendências dos usuários da era mobile. O pior não é o fato da pessoa alternar o estado de sono com as frases digitadas no smartphone, mas sim o fato dessas mensagens (incompreensíveis na maioria dos casos) chegarem ao seu usuário, o que já é bem constrangedor.

Mas alguns casos vão além. Algumas pessoas, mesmo durante o sono, acabam descrevendo o sonho que estão tendo na mensagem digitada, enquanto está dormindo, com frase coerentes! É bem fácil de se imaginar como um sonho prazeroso pode se tornar um pesadelo na vida real, depois que a pessoa acordar.

Os “sleep texters” (como são chamados nos Estados Unidos) podem se diferenciar pelos estilos e comportamentos, mas todos eles contam com uma coisa em comum: eles deixam o smartphone ao lado da cama à noite. Alguns chegam a dormir com o smartphone ao lado ou embaixo do travesseiro.

Ou seja, fica bem evidente que a forma mais eficiente e prática de prevenir esses “pequenos incidentes noturnos” é deixar o seu smartphone bem longe do seu quarto, ou deixá-lo no escritório, carregando a bateria.

Via CBS, CNET, IntoMobile

Se você pretende ir para o espaço, lembre-se: você vai ter que beber a sua urina reciclada

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Um vídeo gravado diretamente da Estação Espacial Internacional (ISS) pode fazer com que muitas pessoas pensem duas vezes no seu sonho de ir ao espaço. No vídeo, um astronauta mostra como é possível reciclar a própria urina no espaço, para resolver o problema da escassez de água em lugares remotos, como é o caso do espaço.

O processo é totalmente automatizado, e o astronauta garante que você vai beber uma água mais pura do que a maioria das fontes de água utilizadas na terra. Mas lembre-se: é a sua urina reciclada. Pense nisso.

O astronauta em questão é Chris Hadfield, comandante da ISS, que demonstra como o processo funciona. O primeiro que você precisa ter em mente é que um astronauta pode consumir, por dia, 2 litros de água, que é mais ou menos a mesma coisa que uma pessoa comum precisa consumir em média. Até 2010, a água era enviada em bolsas a partir da Terra, mas isso é trabalhoso e custoso para as partes envolvidas.

Agora, um sistema na própria estação espacial pode converter em água pura e portável 93% de toda a água usada na estação. O sistema é muito eficiente, mas só vai funcionar se cada astronauta evitar o desperdício, e reciclar toda a água que eles usam. Incluindo a urina.

E não só a urina. É preciso reciclar o suor em momentos de exercício, a água utilizada para o banho, entre outras atividades. Todos esses líquidos são introduzidos dentro de uma máquina, que separa as impurezas da água.

O único problema vem quando você trabalha em um ambiente com gravidade zero, ou quando não é possível separar as impurezas de forma tradicional. Logo, o que a máquina precisa criar é um campo de gravidade, para que o processo de destilação funcione de forma adequada.

Agora você sabe como funciona: se quer ser um astronauta, precisa se preparar psicologicamente para beber a sua água sem pensar de onde ela vem. Vídeo demonstrativo abaixo.

Via Gizmologia