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Lenovo impede instalação do Linux em alguns dos seus notebooks, através de bloqueio de BIOS

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Um usuário descobriu que o seu novo Lenovo Yoga 900 não poderia receber a instalação de nenhuma distribuição Linux.

Ele comprou o produto como parte do Signature Edition da Microsoft, que chega com Windows 10 Home instalado, prometendo aos usuários uma experiência limpa e sem bloatwares.

Porém, um representante da Lenovo informou que o acordo da empresa com a Microsoft não impedia a instalação de outros sistemas, mas a realidade parece ser outra.

O problema pode residir em um bloqueio de BIOS por parte da Lenovo. As distribuições Linux não são capazes de detectar a unidade SSD que usa a tecnologia NVMe que opera em modo RAID (Intel RST).

O Linux detectaria a unidade se estivesse configurada em modo AHCI, mas a BIOS do equipamento da Lenovo está bloqueada. A solução aqui é uma complexa operação onde é preciso soldar na placa para refleshear a BIOS, mudando sua configuração para detectar a unidade SSD.

 

Tudo aponta para um problema da BIOS da Lenovo

 

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Por outro lado, a resposta da Lenovo em seus fóruns não tem muito fundamento.

Outros equipamentos Signature Edition contam com a capacidade de permitir a instalação do Linux. Basta configurar adequadamente a BIOS para as distribuições Linux detectar as unidades de armazenamento para a instalação.

De acordo com os usuários do Reddit, parte da discussão nos fóruns de suporte oficiais foi apagada, mas depois foi restaurada e um dos administradores do fórum explicava que alguns usuários teriam violado os termos de uso do serviço.

Outra solução é reflashear uma ROM modificada, para mudar as preferências da BIOS. Não é um processo simples, e não aconselhamos para a maioria dos usuários.

 

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O processo implica a solda na placa do notebook do reflash, um processo recomendado apenas para usuários avançados. Vamos esperar que a Lenovo publica uma atualização do firmware para esses equipamentos para habilitar essa opção para que as distribuições Linux detectem essas unidades SSD.

 

Via Fórum Lenovo

Dell XPS 13 (2016), agora com Kaby Lake e ouro rosa

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A Dell apresentou oficialmente a nova versão do seu notebook Dell XPS 13, que é um dos poucos notebooks que podem receber o Windows 10 e o Ubuntu Linux (na versão Developer Edition) com suporte de fábrica.

A atualização traz como principais novidades a chegada dos processadores Kaby Lake, uma maior autonomia de uso, melhor conectividade e um novo acabamento em ouro rosa que não passa desapercebido.

Dell XPS 13 (2016): principais características

 

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O novo Dell XPS 13 mantém a tela InfinityEdge de 13.3 polegadas (Full HD, com touch opcional) e outra tela multitouch com resolução nativa de 3200 x 1800 pixels.

Os novos processadores Kaby Lake são acompanhados dos gráficos Intel HD 650, de 4GB até 16GB de RAM e unidades de SSD de 128 GB até 1 TB.

A principal melhoria na parte de conectividade foi a inclusão de uma porta Thunderbolt 3, compatível inclusive com monitores 4K. Além disso, mantém as portas USB 3;0, leitor de cartões SD/SDHC/SDXC, conector para fones de ouvido, DisplayPort 1.2, VGA, HDMI, WiFi ac e Ethernet.

A Dell promete uma autonomia de uso de espetaculares 22 horas com aplicativos de produtividade ou 13 horas de navegação web ou consumo multimídia. O novo acabamento em ouro rosa aporta luminosidade e atrativo diante dos demais modelos da série.

 

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O modelo base do Dell XPS 13 recebe uma tela Full HD, processador Core i3, 4 GB de RAM e SSD de 128 GB, custando US$ 799. A configuração máxima recebe tela Quad HD+, Core i7, 16 GB de RAM e 1 TB de SSD, mas seu preço não foi anunciado.

No meio do caminho temos as demais opções, incluindo o modelo com acabamento em ouro rosa, que tem preço inicial sugerido de US$ 1.179.

 

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Ubuntu transforma o seu smartphone em PC, com a ajuda do Miracast

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A última atualização da versão do Ubuntu para smartphones permite a conversão do dispositivo móvel em um PC sem cabos, com a ajuda da tecnologia Miracast.

O Meizu Pro 5 é o primeiro smartphone que contava com essa capacidade, algo também visto nos tablets BQ Aquaris M10 Ubuntu Edition, e agora está disponível nos smartphones. Dispensa o uso de cabos, e com um dongle sem fio com suporte ao Miracast já é possível ter acesso ao recurso, ao conectá-lo a qualquer monitor com HDMI.

A partir desse momento, a experiência de desktop móvel se transformará em um desktop tradicional, e tal e como ocorreria com o tablet apresentado na ocasião, poderemos conectar um teclado e um mouse Bluetooth para trabalhar com o smartphone como se fosse um PC.

A Canonical informa que além dessa atualização, foram implantadas melhorias para o desempenho do M10, uma melhor resposta do mouse Bluetooth e gráficos mais fluídos e suaves para exibir conteúdos no dispositivo. Fica a torcida para que eles sigam avançando nas melhorias de configurações, e que isso tudo ajude a dar sentido à essa convergência tão esperada por muitos, mas que até agora foi algo muito limitado.

Vídeo demonstrativo da convergência do Ubuntu via Miracast a seguir.

 

Via Liliputing

Mark Shuttleworth: “nunca haverá backdoors no Ubuntu”

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O fundador da Canonical, Mark Shuttleworth, falou sobre a próxima versão do Ubuntu em recente entrevista, e aproveitou a oportunidade para opinar sobre outros temas sensíveis, como a segurança e a privacidade do usuário.

O empresário sul-africano foi taxativo nesse aspecto, e garantiu que a distribuição Linux se manterá inalterada na proteção e respeito aos seus usuários. Uma frase é bem significativa em seu discurso: “nunca haverá backdooks (ou portas traseiras) no Ubuntu; nunca debilitaremos a codificação”.

Vale lembrar que, desde 2012, o Ubuntu se reconhece como um baluarte da privacidade, e trabalhou nisso em vários aspectos, limpando deficiências técnicas no seu software e codificando as buscas online. Esta última função foi removida como padrão na versão Ubuntu 16.04.

Porém, as declarações de Mark Shuttleworth vão além, apontando para o cerne da questão: a codificação e o interesse das autoridades, principalmente as norte-americanas no controle da mesma. E reforçou que a única forma de controle da codificação é quebrando o código.

Tal medida significa criar ou deixar abertas de propósito vulnerabilidades nos meios de codificação, de forma que os autoproclamados “guardiões do mundo” possam fazer o que quiser. Porém, como se viu no caso da Apple contra o FBI, esta não é a solução para tudo.

No caso do Ubuntu e, por extensão, do GNU/Linux, é muito mais fácil Mark Shuttleworth dar a resposta para as inquietudes dos usuários em matéria de privacidade e segurança do sistema. Uma das vantagens do software livre é essa: apesar das distribuições Linux carregar componentes privativos para melhorar a experiência de uso, tudo é desenvolvido em código aberto, incluindo as soluções da própria Canonical.

Via eWeek

Dell lança nova linha de notebooks com Ubuntu

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A Dell segue apoiando o Ubuntu em seus equipamentos. Temos aqui uma nova linha de ultrabooks, a XPS 13 Developer Edition e as estações de trabalho móveis da série Precision, que são equipamentos cujos preços mostram a evidente distância entre as duas linhas.

O XPS 13 Developer Edition é um ultrabook muito leve mas bem equipado, já que até o seu modelo base conta com especificações típicas de um modelo top de linha. Sua configuração base inclui uma tela touch de 13.3 polegadas (3200 x 1800 pixels) e processador Core i7 Skylake.

A única coisa que muda é a RAM instalada e o SSD, já que o modelo base conta com 8 GB de RAM e SSD de 256 GB, e o top de linha possui 16 GB de RAM e 512 GB de SSD. Seu preço inicial é de US$ 1.549, mas em breve será lançada uma versão mais acessível, com Core i5 e tela não touch de 1080p.

Por fim, a série Precision também vem equipada com processadores Intel Skylake, com gráficos dedicados da AMD, adicionando assim um pouco mais de potência na hora de trabalhar com aplicativos que usam de forma intensiva a GPU. Seu preço base é de US$ 876.

Todos os modelos contam com o sistema operacional Ubuntu 14.04.

Via MuyCanal

Intel mostra smartphone Android convertido em PC com Ubuntu

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A Intel mostrou na MWC 2016 de Barcelona um smartphone Android que se transforma em um PC com Ubuntu quando conectado a uma tela externa.

A Intel denomina a função como “Big Screen Experience”, e é outra mostra de convergência de plataformas móveis para outros formatos. Para isso, eles utilizaram sua plataforma “Sofia” sobre um smartphone com sistema operacional Android, processador Atom x3, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento. O modelo está modificado para dar suporte a uma tela externa, e com a ajuda de um teclado e mouse, transformá-lo em uma experiência de desktop Linux.

O núcleo Linux utilizado pelo Android favorece a convergência, já que o sistema de arquivos dos dois sistemas é idêntico, mantendo assim o smartphone plenamente funcional. O ambiente multi-tarefas, a interação com aspectos de produtividade e funcionalidades básicas rodam sem problemas em uma plataforma com hardware básico.

A Intel está lançando a ideia para os fabricantes parceiros, que pode se concretizar como algo prático para o futuro. O chip que gerencia tudo isso está pronto para produção imediata. É parte da estratégia da empresa em ampliar a sua presença no mercado mobile.

Via The Register

BQ apresenta o smartphone Aquaris X5 Plus e o seu tablet com Ubuntu

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A fabricante espanhola BQ apresentou na MWC 2016 o seu novo smartphone Aquaris X5 Plus, além do seu primeiro tablet com Ubuntu, um dispositivo convergente que a Canonical anunciou a algumas semanas.

O Aquaris X5 Plus oferece melhorias em todos os níveis em relação ao seu predecessor, com um leitor de digitais, novo módulo LTE e câmera traseira com sensor Sony, conservando o seu chassi metálico.

Especificações Aquaris X5 Plus

– Tela IPS Quantum de 5 Polegadas (Full HD)
– Processador Qualcomm Snapdragon 652 ocra-core de 1.8 GHz, GPU Adreno 510
– 2 ou 3 GB de RAM
– 16/32/64 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 64 GB)
– Câmeras de 13 MP e 8 MP
– Conectividades LTE-A, WiFi ac, Bluetooth 4.1 e Dual SIM
– Bateria de 3.100 mAh

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Com o sistema operacional Android 6 Marshmallow, ele está disponível em três cores. Seu preço não foi anunciado.

 

Tablet com Ubuntu

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A BQ também apresentou na MWC 2016 o anunciado tablet com Ubuntu. Um modelo com tela multitouch de 10.1 polegadas (Full HD), chipset MediaTek MT8163A, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento (expansíveis via microSD).

Não é apenas um tablet com Ubuntu a mais. É o primeiro da coleção de “dispositivos convergentes” que a Canonical pretende disseminar. Uma característica que permitirá converter o tablet (ou o smartphone) em um PC ao se conectar em um monitor, teclado e mouse.

O Aquaris M10 Ubuntu Edition estará disponível na cor preta na loja online global da BQ, com lançamento previsto para o segundo trimestre de 2016. Não tem preço anunciado.

Meizu Pro 5 Ubuntu Edition, o smartphone com Ubuntu mais potente do mercado

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A Meizu aceitou apoiar a causa da Canonical, e apresentou o seu Meizu Pro 5 Ubuntu Edition, que promete oferecer as melhores configurações de um equipamento do seu gênero até o momento.

O smartphone conta com tela AMOLED 5.7 polegadas (1080p) e sensor de digitais, gerenciado por um processador Samsung Exynos 7420 octa-core e 3 ou 4 GB de RAM, dependendo da escolha por um armazenamento de 32 GB ou 64 GB, respectivamente.

Além disso, o Meizu Pro 5 Ubuntu Edition conta com uma câmera traseira de 21 MP, câmera frontal de 5 MP e bateria de 3.050 mAh com modo de recarga rápida mCharge.

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A Canonical já estreou a sua experiência de convergência ao anunciar o BQ Aquaris M10, e agora com o Pro 5 Ubuntu Edition, eles voltam a apostar nisso, através do seu último pacote disponível do sistema operacional, que seria capaz de oferecer uma experiência de um desktop tradicional.

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O Meizu Pro 5 Ubuntu edition poderá ser reservado a partir da próxima segunda-feira (22), durante a Mobile World Congress 2016. A empresa não revela dados sobre o seu preço, mas confirma que qualquer pessoa do planeta pode comprar o telefone online, sem atraso em relação aos mercados.

Transforme o seu smartphone Ubuntu em um mini-PC

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Um smartphone Ubuntu pode se transformar facilmente em um mini-PC, de acordo com o principal desenvolvedor do projeto uNav, o aplicativo de GPS mais importante para Ubuntu Phone.

A característica é similar ao Continuum do Windows 10, e a Canonical já trabalha nesse modo a algum tempo. No lançamento do tablet BQ com Ubuntu, eles anunciaram o próximo lançamento de smartphones com essas características, sendo que alguns deles utilizariam um chipset Intel x86, o que resultaria em em um maior desempenho.

Para obter essa funcionalidade com um smartphone Ubuntu, basta conectá-lo a um mouse e teclado Bluetooth e pronto. teremos um mini-PC real para viagens e outras tarefas. Ao que parece, qualquer usuário do Ubuntu Phone pode fazer isso, apesar da visão de convergência da Canonical ir além das conexões a monitores com HDMI (como é no caso do Continuum do Windows 10), permitindo conectá-lo a um televisor via tecnologia sem fio (Miracast).

Via Softpedia

O primeiro tablet Ubuntu está quase pronto, e pode se transformar em desktop

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A MWC 2016 não será protagonizada apenas pelos smartphones. Também há espaço para os tablets, especialmente esse, que tem tudo para atrair os holofotes. O Aquaris M10 Ubuntu Edition, da BQ é uma versão adaptada do modelo já disponível no mercado, mas sendo o primeiro hardware de consumo com Ubuntu que pode atuar como PC quando conectado ao teclado, mouse e monitor.

Uma vez conectado aos periféricos, qualquer usuário pode acessar a sua interface, aproveitando da multitarefa, da execução de aplicativos de desktop e o gerenciamento de apps móveis instalados, em uma experiência que a Canonical chama de “Convergence”.

Na verdade, o tablet da BQ vai oferecer o que a Microsoft chama de Continuum nos seus smartphones com Windows 10. A ideia é quem um usuário possa ter um dispositivo móvel com um sistema bom o suficiente para ser utilizado como desktop quando conectado a um monitor.

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Sobre suas especificações técnicas, estamos diante de um tablet com tela de 10 polegadas (1280 x 800 pixels), processador MediaTek quad-core e 2 GB de RAM. Sua bateria é de 7.280 mAh, e conta com tecnologia de áudio Dolby Atmos.

Agora, resta ter um pouco mais de paciência para ver o produto como oficialmente anunciado.

Via Canonical

Canonical vai apresentar pelo menos um tablet conversível com Ubuntu na MWC 2016

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A Canoncial deve apresentar na MWC 2016 pelo menos um dispositivo híbrido com o Ubuntu 16.04 Xenial Xerxes. O lançamento deve vir com um dispositivo da bq, fabricante espanhol que prepara um tablet de 10 polegadas com processador ARM de 64 bits.

No ano passado, a bq lançou o Aquaris E4.5 Ubuntu Edition, que deixou claro que a plataforma desenvolvida pela Canonical ainda tinha um longo caminho para percorrer. A MWC 2016 pode ser a oportunidade perfeita para a empresa demonstrar os avanços dos últimos meses.

Avanços esses que não foram poucos na sua proposta convergente, com um dispositivo cujo nome de código seria Frieza (sim… o nome de um dos personagens de DragonBall Z…), e com nome comercial bq Aquaris M10. O dispositivo seria usado para avaliar o comportamento desta plataforma, e é baseado em um processador MediaTek MT8163 de 64 bits a 1.3 GHz, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento. Pode ser que a estratégia agora seja a mesma que a adotada no smartphone, e que esse tablet seja lançado apenas para demonstrar do que eles são capazes de fazer.

São muitas as possibilidades: pode ser que o tablet chegue com algum teclado acoplável, mas também pode ser que este não seja o único produto que se ofereça nessa demonstração inicial, e também podemos ver algum smartphone com proposta similar ao que a Microsoft já oferece com os modelos Lumia 950 e Lumia 950 XL.

Via OMG Ubuntu

System76 Oryx Pro, com Intel Skylake, NVIDIA, G-Sync e Linux

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A System76 é uma das fabricantes mais conhecidas dentro do mundo Linux, vendendo computadores com o sistema operacional Ubuntu como padrão. Isso faz com que eles busquem componentes compatíveis, seja através de drivers livres ou privativos. Recentemente, eles apresentaram o Oryx Pro, um notebook profissional com processador Intel Skylake Core i7, RAM DDR4 e gráficos NVIDIA padrão, além de contar com tela G-Sync opcional.

Em comparação com outros notebooks de características similares, o Oryx Pro parece ser fino, com 25 mm de espessura. O seu design é clássico e sóbrio, e seu teclado é retroiluminado, algo que pode ajudar aos usuários que trabalham de madrugada. As teclas são côncavas, com o objetivo de tornar o digitar mais cômodo.

O System76 Oryx Pro vem com o sistema operacional Ubuntu 15.10 de 64 bits, processador Intel Core i7 de 6ª geração (quad-core de 3.6 GHz), telas de 15.6 polegadas e 17.3 polegadas (1920 x 1080 pixels) mate, IPS e G-Sync opcionais, GPU NVIDIA GeForce GTX 970M ou 980M, até 64 GB de RAM dual-cannel DDR4 de 2.133 MHz, até 5 TB de armazenamento total. 4 portas USB 3.0, entradas para cartão, porta HDMI, duas portas HDMI, duas Mini DisplayPort, webcam de 1080p, entre outros recursos.

O Oryx Pro tem preço inicial sugerido de US$ 1.399, e precisa ser importado dos Estados Unidos.

Via System76

Microsoft recomenda o Ubuntu como o melhor Linux para a nuvem

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A notícia desse post soa quase como o impossível: a Microsoft recomenda o Ubuntu como o melhor Linux para a nuvem.

A informação foi compartilhada pela Microsoft nos seus canais oficiais nas redes sociais e no site oficial da empresa, onde obviamente isso não acontece de graça ou por mera obra do acaso. Logo, dizer que o Ubuntu Server 15.04 é a plataforma perfeita para ser utilizado com o Microsoft Windows Azure, plataforma de alojamento de aplicativos e armazenamento na nuvem, nada mais é do que um movimento de negócios.

O Azure é parte fundamental para a nova Microsoft, com lucros que avançam de forma destacada mês a mês, ainda que seja alojando sistemas como o Linux, que até pouco tempo atrás era considerado o “inimigo irreconciliável”. O início da “era da produtividade” proclamada por Satya Nadella dá brecha para essas “parecerias”.

Uma forma de ver o entorno tecnológico e o negócio de forma diferente, abandonando as estratégias anteriores. É o que a Microsoft está fazendo. Isso ficou claro com o lançamento do Office em várias plataformas rivais. E se os clientes querem rodar o Linux no Azure… por que não?

Via @Azure, Azure

MJ Technology apresenta novos tablets com Ubuntu

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A startup MJ Technology LLC anunciou recentemente o desenvolvimento de tablets com Ubuntu. São dois tamanhos (8.9 e 10.1 polegadas) com especificações técnicas promissoras.

Os modelos contam com CPU quad-core Intel de 2.4 GHz, 4 GB de RAM DDR3, 64 GB ou 128 GB de armazenamento, slot para cartões microSD de até 128 GB, slot mini PC-Express, portas USB 3.0 e USB 2.0, porta microHDMI e porta microUSB. A tela dos dois tamanhos erá IPS com resolução Full HD com 10 pontos multi-touch, além das conectividades WiFi e Bluetooth 4.0, dois alto-falantes de 2 W, câmera frontal de 8 megapixels, câmera traseira de 13 megapixels, giroscópio, sensor de força G (G-Sensor) e bússola).

A versão com tela de 8.9 polegadas possui bateria de 7.500 mAh, enquanto que a versão com 10.1 polegadas recebe uma bateria de 8.500 mAh. Os preços serão de US$ 399 para o modelo maior, e US$ 350 para o tablet menor, e poderão ser reservados quando o site da startup for lançado, no endereço mj-technology.com.

Está previsto para o mês de outubro a adição de uma versão opcional do Ubuntu Touch, além da versão de escritório presente no modelo anunciado agora.

 

Ubuntu é a distribuição Linux mais popular na nuvem

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Podemos dizer (quase) sem medo de errar que o Ubuntu é a distribuição Linux mais popular de um modo geral. Temos outras igualmente interessantes, como a Debian ou a Mint, por exemplo, mas fato é que a distro da Canonical é realmente muito popular, inclusive nos setores específicos, como é o da computação na nuvem.

No gráfico que acompanha essa notícia, podemos ver que, de acordo com os dados do Amazon Cloud, 57% do mercado Linux nessa categoria pertence ao Ubuntu. A marca é o dobro da soma de todas as demais distribuições, incluindo a Centos e a Debian.

A Centos o cupa a segunda posição, mas com uma grande distância do Ubuntu. A terceira posição fica para a Redhat Enterprise, enquanto que as demais posições se repartem entre Debian, Scientific Linux e Fedora.

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Não resta dúvidas que a facilidade de uso do Ubuntu (inclusive para os usuários com menos experiência), unida à grande comunidade que respalda a distro, a grande quantidade de informação que existe sobre ela e os seus bons ciclos de atualização e suporte foram fatores decisivos na sua crescente popularidade.

Via Fossbytes

Canonical: ‘Windows 10 é um bom motivo para mudar para o Ubuntu’

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A Canonical comunica ‘oficialmente’ que o Windows 10 ‘é um bom motivo para mudar para o Ubuntu’. O tom contundente foi apresentado pelos responsáveis de uma das distribuições Linux mais populares, e fizeram isso sem fazer qualquer referência às principais polêmicas que envolvem o novo sistema operacional da Microsoft.

O argumento da Canonical foi uma pergunta clara sobre o uso do Windows a nível empresarial durante os últimos anos. É realmente a melhor escolha, ou é simplesmente uma escolha forçada?

A resposta da Canonical é que, diante dos novos riscos de segurança, cada vez mais os usuários buscam sistemas operacionais alternativos, onde eles conseguem benefícios importantes, como maior segurança, robustez e desempenho. Soma-se a isso um último argumento: a redução de custos, manutenção, preparação e royalties, que segundo a Canonical, podem chegar a 70% com o uso do Ubuntu.

Não resta dúvidas que o Ubuntu 14.04 LTS é uma excelente versão, que possui suporte até 2019, mas deixo uma pergunta interessante: é o Ubuntu REALMENTE  a melhor alternativa ao Windows 10?

O que você pensa disso?

Via Softpedia

Lenovo vai lançar notebook com Ubuntu na Índia

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A Lenovo vai enviar dispositivos com Ubuntu pré-instalado para a Índia ainda nesse mês de julho, começando pelo Thinkpad L450. O notebook estará disponível para a sua compra a partir de alguns revendedores e distribuidores regionais.

O Thinkpad L450 é um notebook que conta com uma tela HD de 14 polegadas, possibilidade de escolher um processador Intel Core i3 5005U ou Core i55200U, 4 GB de RAM e 500 GB de HD. O Ubuntu 14.04, uma das distribuições Linux mais recomendadas para os usuários comuns, e cujo suporte se encerra em abril de 2019. Além de ser LTS, destaca-se nesse Ubuntu o suporte para telas touch e monitores HiDPI.

A venda do Thinkpad L450 com Ubuntu é outra conquista para o sistema operacional da Canonical, que aos poucos está disponível em mais modelos de computadores (especialmente notebooks). Será que um dia eles serão tão populares quanto os MacBooks ou Chromebooks? É difícil. Mas ao menos estamos vendo o Ubuntu dar passos para frente.

Via Ubuntu Insights

Meizu MX4 Ubuntu Edition vai exigir convite para ser adqurido

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A Canonical surpreende com um novo smartphone com Ubuntu, o MX4 Ubuntu Edition, um modelo fabricado pela Meizu, que já pode ser encontrado no mercado asiático, mas só agora está disponível na Europa, e com o sistema operacional Ubuntu.

Mas os interessados vão precisar de um convite para adquirir uma unidade. Nem a Canonical, nem a Meizu especificaram sobre quantos convites estarão disponíveis, podem ser adquiridos depois de ver um vídeo de apresentação no site da empresa e completando um origami disponível no site.

O Meizu MX4 Ubuntu Edition custa 299 euros, e é uma versão modificada do modelo original. Conta com uma tela de 5.36 polegadas, processador octa-core MediaTek 6595, 2 GB de RAM e bateria de 3.100 mAh. Sua câmera traseira possui 20.7 megapixels, enquanto que a frontal conta com 5 megapixels.

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Mais detalhes sobre o modelo e a versão do Ubuntu pré-instalada nele serão divulgados em breve.

HP Ubuntu: está aumentando o interesse dos grandes fabricantes pelo Linux?

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A HP lançou recentemente três modelos da série HP Ubuntu, frutos de uma parceria envolvendo as empresas HP, Canonical e AMD. Os modelos contam com telas de 15.6 polegadas, e recebem a unidade de processamento acelerado da AMD, APU A4-A8 e A10, todos com quatro núcleos de processamento nativo e gráficos integrados Radeon de diferentes níveis.

Os modelos contam com 4 ou 8 GB de RAM e discos rígidos de 1 TB, com o seu hardware gerenciado pelo sistema operacional Ubuntu 14.04 (LTS) e os aplicativos da suíte LibreOffice, navegador Firefox e o editor gráfico Gimp. Os preços variam entre 279 e 420 euros, e são pensados para as pequenas e médias empresas. As reservas até o dia 31 de maio entram no programa Renove HP, que reduz o preço dos produtos novos na oferta dos produtos antigos.

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A Linux Foundation garantiu em 2014 que o interesse das empresas pelos projetos de desenvolvimento corporativo com sistemas livres segue aumentando, e o Red Hat oferece dados que mostram que a demanda do sistema livre aumenta de forma considerável no mercado de servidores.

Não dá para dizer que ‘esse é o ano do Linux nos computadores’. Os dados são claros: o Windows monopoliza o setor com 90% do mercado, enquanto que o OS X fica com 7%. O restante fica com o Linux e o Chrome OS.

Mas muito além das fatias de mercado, o mais interessante é que eles podem chegar aos grandes fabricantes, com equipamentos certificados e bem suportados pelo Linux, para que os usuários que desejam computadores com esse sistema operacional contem com mais opções de escolha.

Ubuntu vai gerenciar três notebooks da HP para profissionais

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A Canonical, em parceria com a HP, AMD e a loja eletrônica britânica Ebuyer, vai lançar três notebooks com o sistema operacional Ubuntu, voltados ao setor profissional. São três modelos de baixo custo: HP ProBook 255 (200 libras), HP ProBook 355 (250 libras) e HP ProBook 455 (300 libras).

Todos os modelos contam com tela LED touch de 15.6 polegadas, HD de 1 TB, APU AMD de quatro núcleos e gráficos Radeon, além do sistema Ubuntu 14.04 LTS pré-instalado. O modelo mais caro conta com 8 GB de RAM, enquanto que os demais ficam com 4 GB de RAM.

Os modelos chegam ao mercado no final do mês de maio, no site Ebuyer.com.

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Porém, a notícia que realmente interessa está no fato que esse anúncio acontece uma semana depois que o governo do Reino Unido decidiu não renovar o pagamento do suporte estendido do Windows XP, que conta ainda com uma forte presença nos computadores administrativos daquele país. Em troca, eles seguem adiante com a adoção de formatos oficiais abertos.

Ou seja, temos aqui uma porta aberta para o GNU/Linux no Reino Unido, e que a Canonical quer aproveitar com o Ubuntu.

Via V3.co.uk