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14 míticos gadgets espiões que faltam para Jason Bourne

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Jason Boune

A chegada de um novo filme da série Jason Bourne, baseada nos personagens de Robert Ludlum, atualiza a própria imagem do espião. É certo dizer que a maioria de nós, em algum momento, fantasiamos ser um desses agentes secretos que viajam o planeta cumprindo missões, personificando na maioria das vezes um herói invencível e irresistível.

Este espião ideal conta com uma mira espetacular e grande habilidade para luta corpo a corpo, assim como outros talentos. Porém, parte importante de seu atrativo está nos gadgets. Maravilhosos inventos tecnológicos que ajudam ao herói de diversas formas a escapar de perigos e cumprir suas missões com sucesso.

A seguir, revisamos os gadgets de espionagem mais míticos que o cinema apresentou:

 

Relógio multiuso (adaptado ao mundo da espionagem)

Com 24 filmes, a saga James Bond é a principal fonte de gadgets da sétima arte. Um item imprescindível para o agente secreto é o relógio visto em Live and Let Die (1973). Além de exibir as horas, o acessório contava com um poente imã que pode ser utilizado de várias formas, além de uma opção de serra que pode ser vital em determinadas situações. E tudo isso, escondido em um relógio. De fato, James Bond teve vários relógios ao longo dos anos, mas este é, sem dúvida, o modelo mais memorável.

 

 

A pistola de ouro desmontável

Provavelmente é a arma mais legal da franquia 007. Utilizada por Christopher Lee em The Man With The Golden Gun (1974), ela era montada a partir de três peças acima de qualquer suspeita.

 

 

A câmera fotográfica que lançava raios laser

O inimigo jamais iria entender o que o atingiu com essa arma letal em forma câmera fotográfica, idealizada por Q em License to Kill (1989). Uma arma discreta, que todo agente secreto precisa ter para passar desapercebido.

 

 

Óculos de raios X

Gadget considerado essencial para qualquer espião. Visto em The World is Not Enough (1999), atua como detector de armas e potencializador de sex appeal do mulherengo agente secreto.

 

 

Lentes de contato com câmera e escâner

Uma ferramenta que pode fazer a diferença no mundo da espionagem. Foi vista em filmes como I Spy (2002) e Mission: Impossible – Ghost Protocol (2011).

 

As histórias de ficção sempre inspiraram autênticas invenções que, à primeira vista, pareciam ser produtos exclusivos da mente de roteiristas. Porém, vários desses itens estão disponíveis no mundo real. A lente de contato com câmera é apenas uma delas.

 

O chiclete explosivo

Mission: Impossible (1996) apresentou um invento muito eficiente: o chiclete bomba. Mas não para fazer bolas gigantes com o sopro, mas sim unindo dois materiais explosivos de forma prática e eficiente. Uma das cenas mais legais do filme de Brian de Palma.

 

 

Luvas adesivas

Não são poucas as vezes que os espiões precisam escalar prédios ou superfícies onde soluções tradicionais não ajudam. Nessas horas, esse par de maravilhosas luvas ajudam. Ethan Hunt deu uma de Spider-Man em uma excelente cena de Protocolo Fantasma. Não recomendada para os leitores que sofrem de vertigem.

 

 

A maleta explosiva

Muitos gadgets podem ser levados no bolso, mas talvez o espião precisa de uma maleta para guardar todos eles. Logo, o acessório também pode virar uma arma, tal e como o MI6 mostrou para 007 ao enviar uma nova missão ao agente no filme From Russia with Love (1963). De quebra, o invento tem um peculiar sistema de segurança para evitar que caia em mãos equivocadas.

 

 

O canivete suíço com arco e flecha

Como paródia de 007, Get Smart – Agente 86 (2008) recebeu o seu próprio arsenal de gadgets. Um dos mais curiosos era o canivete suíço que se transformava em um pequeno arco e flecha.

 

 

O sapatofone

Esse produto saiu da ficção e foi para a realidade, apesar de sua utilidade ser algo questionável. Na série original de Get Smart (1965-1970) este era um invento do mundo da ficção, mas a sua adoção na versão cinematográfica foi apenas a desculpa para uma piada de referência. Imagino que o conceito ainda pode funcionar em circunstâncias adequadas.

 

 

O sapato-punhal

Cuidado com os calçados dos espiões. Nunca se sabe o que eles podem esconder. Mais uma vez em O Espião Que Me Amava, 007 é apresentado a um sapato que oculta um punhal envenenado na ponta, tornando o acessório uma arma letal.

 

 

O rádio portátil com lança-misseis

Hoje lembramos com nostalgia a moda dos rádios portáteis, e se você é um espião infiltrado em um bairro perigoso, pode usar o ‘gueto blaster’ criado por Q em The Living Daylights (1987). A divertida reação dos cientistas que preparavam o manequim é a melhor parte.

 

 

O “jetpack”

Um dos momentos mais míticos da saga 007 aconteceu na sequência inicial de Thunderball (1965), quando Sean Connery escapa utilizando um jetpack. O mais curioso é tentar descobrir de onde o dispositivo saiu. Só pior quando ouvimos Bond dizer “Nenhum homem bem vestido deve ficar sem um”. Enfim, esperamos até hoje que o invento seja reduzido para um formato mais portátil e barato.

 

 

O guarda-chuvas de combate

Levar um guarda-chuva para todos os lugares é algo difícil de justificar, mas o invento apresentado em Kingsman: The Secret Service (2105) vale a pena entrar na lista dos gadgets espiões, por ser uma arma com diferentes projéteis e um escudo.

 

 

A lista de gadgets memoráveis do cinema é muito maior que essa, que só tem 14 itens. Se você se lembra de algum que mereça estar na lista, deixe a sua sugestão na área de comentários.

Vizio apresenta novas TVs 4K com preços competitivos

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A Vizio é uma das fabricantes de TVs com melhor relação custo-benefício do mercado, uma estratégia que eles seguem mantendo na sua nova linha de televisores.

A série E oferece modelos que vão de 43 polegadas com 4K por apenas US$ 469,99, e podem alcançar uma versão de 70 polegadas, por US$ 1.699,99. Também encontramos nessa série duas TVs com resolução de 1080p, que são naturalmente mais econômicas: uma de 32 polegadas (US$ 229,99) e outra de 43 polegadas (US$ 369,99).

Na série M, temos Smart TVs com diferentes tamanhos e preços. Desde a versão com 50 polegadas (US$ 849,99) até 80 polegadas (US$ 3.999,99). Todas elas contam com suporte HDR, resolução 4K e um tablet Android de 6 polegadas, que atua como controle remoto, com a ajuda do aplicativo SmartCast.

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São soluções bem interessantes e com um grande equilíbrio entre preço e especificações, entre as quais se destacam o modelo de 43 polegadas 4K, que é bem econômica para o que oferece, além da Smart TV de 50 polegadas, que conta com um preço muito ajustado.

Infelizmente, a Vizio não comercializa seus produtos no Brasil. Porém, publicações como essa são importantes, não só para que você saiba quais são os produtos que são lançados lá fora, mas para mostrar também que é possível oferecer bons produtos, com boas especificações, e preço competitivo. Não é algo tão impossível como alguns fabricantes que estão em nosso mercado alegam constantemente.

Via Mashable

AOC lança no Brasil linha de TVs para todos os tipos de ambientes e consumidores

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A AOC apresenta uma linha de televisores que atendem a todos os perfis de consumidores. Com diversos tamanhos disponíveis, a série 1461 possui uma família de aparelhos com telas de 19 a 49 polegadas. Os produtos acabam de chegar nas principais redes varejistas do país.

Com alta qualidade de imagem, os aparelhos contam com resolução Full HD (versões de 24”, 43” e 49”), tela LED e suas tecnologias de imagem garantem redução de ruído. As TVs contam também com boas opções de conectividade, com entradas HDMI, VGA (versões de 19” e 24”) e USB, as mais utilizadas no mercado de eletroeletrônicos.

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Seguem mais detalhes sobre os novos modelos e o ambiente ideal para cada tamanho de TV:

19”

Para ambientes com espaço reduzido, como varandas e cozinhas, a TV precisa ter uma tela pequena. Como sugestão, há o modelo da série 1461 de 19 polegadas da AOC, que possibilita plugar dispositivos, como notebooks, pelas entradas VGA, HDMI e USB.

Preço: R$ 899

24”

Também para ambientes pequenos, como cozinhas e quartos menores, o ideal é que a TV não tenha uma tela muito grande. Como sugestão, a AOC indica o modelo da série 1461 de 24 polegadas, que possui conexões completas para o que o consumidor desejar: uma entrada VGA, uma P2, duas HDMI e uma USB.

Preço: R$ 999

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32”

Em quartos de tamanho médio, a AOC recomenda o modelo de 32 polegadas da série 1461, por possuir um tamanho de tela que não ocupará espaço demais, mas que permite ter uma ótima experiência visual nos programas preferidos dos consumidores.

Preço: R$ 1.399

43”

A TV AOC de 43 polegadas da série 1461 é indicada para quartos maiores e salas medianas, onde a distância permite uma tela um pouco maior para os espectadores sem causar esforço ocular, além de aproveitar toda a qualidade de imagem Full HD em filmes, séries, etc.

Preço: R$ 1.999

49”

Já para grandes salas de estar ou de jantar, que pedem uma tela maior, a TV AOC de 49 polegadas da série 1461 é ideal para proporcionar melhor experiência ao telespectador ao receber um blu-ray ou uma TV por assinatura, por exemplo, pois possui 2 entradas HDMI e resolução Full HD para reprodução de conteúdo.

Preço: R$ 2.399

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Panasonic DX800, uma TV que é quase uma peça de museu

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A Panasonic apresentou durante a Panasonic Convention 2016 a sua nova TV 4K, a DX800, que impressiona por sua aparência em uma armação de alumínio, se apresentando como uma peça de design.

O modelo é pensado especialmente para ser posicionado no solo, o que pode ser mais ou menos cômodo de acordo com o tamanho escolhido (50 ou 58 polegadas). O alto-falante desse modelo é colado e forrado com tela para dar uma aparência mais elegante ao conjunto.

O modelo conta com modo HDR e processador Studio Master HCX, obtendo assim imagens mais nítidas e cores mais brilhantes e próximas da realidade. A Panasonic DX800 conta com tela Cinema Display 4K com 200Hz, prometendo assim tons em negro mais profundos, um brilho intenso e a combinação da linha de cores com atenuação local. Sobre o som, são dois tweeters, quatro squawkers, seis woofers e dois radiadores passivos que alcançam 40W de potência (combinados).

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O software dessa TV fica por conta do Firefox OS, que será completamente atualizado no final de 2016 com aplicativos web (Netflix e Amazon) e a possibilidade de envio de conteúdos para a TV de forma fácil e intuitiva.

A Panasonic DX800 não tem preço anunciado, nem data de lançamento confirmada.

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Cai o interesse nas TVs com 3D. É o princípio do fim?

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A tecnologia 3D nas TVs foi uma das grandes revoluções que os principais fabricantes incorporaram nos seus produtos a alguns anos. Porém, parece que a mesma definitivamente não chama a atenção dos consumidores.

Pode soar um pouco estranho, mas é uma realidade que é possível perceber claramente ao ver que os principais fabricantes (LG e Samsung inclusive) começaram a reduzir drasticamente o número de televisores compatíveis com a tecnologia 3D.

Podemos citar por exemplo a entrevista que um porta-voz da LG deu para a ET News, onde comenta que apenas 20% de suas novas TVs contará com suporte de visualização 3D, contra 40% de produtos desse tipo lançados no ano passado. A Samsung deve seguir o mesmo caminho, reduzindo claramente sua produção, a ponto de afetar o fornecimento de óculos 3D, dando forma a um conjunto que esboça uma realidade muito negra para a sobrevivência da tecnologia 3D.

Obviamente, isso não implica que o formato está morto. De fato, é provável que o 3D nas TVs se mantenha vivo por alguns anos. Mas colocando em perspectiva, a funcionalidade nunca chegou a pegar junto ao usuário doméstico, ou da forma como os fabricantes esperavam.

Via Fudzilla

A audiência da TV está migrando para os smartphones ou tablets?

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Com Netflix, HBO GO, Amazon Instant Video, YouTube e outras plataformas, é natural que a resposta da pergunta para o título desse post é um retumbante SIM. E a explicação é bem lógica: quando observamos o número de horas que as pessoas dedicam ao entretenimento com o smartphone, esses são números enormes, e o consumo de conteúdo audiovisual também aumenta, apesar de não ter uma posição de liderança como acontece com o consumo das redes sociais.

A divisão ConsumerLab da Ericsson ilustra esses números, que estão em constante movimento, mas que vislumbram essa tendência de troca de mídia pelo grande público.

 

O streaming cresce de forma imparável

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O streaming é uma realidade, então vamos deixar de falar dele como uma tendência de futuro. Apenas nos últimos três anos, a porcentagem de usuários que consomem conteúdos audiovisuais sob demanda cresceu 135%. Falando apenas das séries de TV (sem contar filmes e todo o resto), o crescimento é ainda maior. Algo nada depreciável.

De 2010 para cá, a combinação smartphone + tablet conseguiu concentrar quase 50% do consumo total de conteúdo audiovisual, e fixando nas tendências da chamada “geração millenial”, vemos que essa porcentagem vai seguir aumentando.

 

As novas gerações inclinam a balança a favor dos dispositivos móveis

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Se nos concentramos no consumo por idade, é fácil perceber o que acontece. Os jovens, iminentemente móveis em todos os seus comportamentos, são os que estão matando a TV tradicional. O modelo de consumo estático em tela grande tem mais protagonismo entre os mais velhos. As novas gerações, que deveriam ocupar esse espaço para manter o ciclo de audiência, tem outras tendências de comportamento.

Ou seja, o tempo vai passando, e a TV móvel vai ficar com a grande maioria do consumo de conteúdo. De forma tão inexorável como o passar do tempo, o modelo atual de TV está condenado à extinção. A não ser que se reinvente, é claro.

 

As vantagens de consumir televisão em um dispositivo móvel

Para começar, os serviços de vídeo on demand podem concentrar vários usuários por conta, onde cada um deles vai buscar a forma mais cômoda de consumir o seu conteúdo. Ou seja, ainda que a TV principal da casa esteja em pleno uso, os smartphones e tablets capturam mais e mais horas de visualização de conteúdo, fazendo com que os dispositivos móveis ganhem terreno a cada ano que passa, de forma inexorável.

Outro dado a se levar em consideração é que, enquanto a TV favorece o uso de uma segunda tela, o smartphone ou o tablet captam toda a nossa atenção, já que quanto mais horas a pessoa dedica ao consumo de conteúdo em telas portáteis, menos horas nos dedicamos aos dispositivos mais tradicionais, como a TV convencional.

 

A resposta das redes de TV

Sabendo dessa tendência, os canais de TV perderam muito tempo tentando frear a fuga dos usuários, oferecendo exatamente o que esses usuários queriam e encontravam em outros serviços. Agora, os canais que estão na nuvem são mais e mais frequentes, e o consumo sob demanda cresce.

Aplicativos lançados pelos canais tradicionais buscam manter o consumo dos seus próprios conteúdos que, por outra parte, também aparecem em outros provedores. Só é preciso ficar de olho no conteúdo da Netflix para encontrar um conteúdo de ótima qualidade, com produção própria, conteúdo tradicional e resolução de imagem maior que da TV tradicional.

 

Sua grande vantagem: são serviços gratuitos

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Enquanto que serviços como Netflix e similares vivem de uma assinatura mensal, os aplicativos dos canais de TV se apoiam na publicidade. É bom para o usuário, que tem conteúdo de graça. mas ruim para o mesmo usuário, pois a publicidade segue o mesmo modelo da televisão, tanto em abundância como no fato de ser invasivo.

Porém, os próprios canais de TV apoiam o salto para o mobile, ou melhor dizendo, se adaptam de forma forçada. A TV não é consumida como antes, e os primeiros a notar isso foram os próprios canais, pese ao fato que a resposta deles não foi tão rápida quanto esperada. Formatos como o do YouTube, mais que consolidados, foram respondidas de forma tímida e quase destinada ao fracasso desde o começo. A TV já é móvel, ainda que as estatísticas digam que sua adoção seja algo lento.

 

As tarifas de dados, o último obstáculo

Sabendo da tendência no relativo ao consumo da TV no smartphone como algo ascendente, o único freio para que seja explorada de forma definitiva é mesmo as nossas tarifas de dados. Uma hora de vídeo em SD via 4G gera um consumo entre 700 MB e 800 MB de dados, enquanto que o conteúdo em HD supera com sobras 1 GB de dados por hora. Algo a ser solucionado no futuro com tarifas planas reais, que funcionem como uma ADSL móvel.

HBO, Netflix, Amazon Instant Video e outras. São muitas apostas de peso para transferir o consumo de TV para as plataformas móveis como para continuar preso na ideia que se trata de algo temporário. Não é de se descartar que daqui a alguns anos a TV como conhecemos seja um mero receptor do que vamos decidir enviar para o nosso smartphone. Conectar a TV e ver algo que outros programas sem o nosso consentimento pode acabar sendo coisa do passado.

Os dados estão aí. Só não vê quem não quer.

Xiaomi MiTV 3, TV ultrafina com 60 polegadas, e preço de apenas 790 euros

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A Xiaomi segue indo além dos smartphones, apresentando a MiV 3, modelo com 60 polegadas e resolução 4K.

Além dos seu tamanho, a TV chama a atenção pelo seu design ultrafino, com 11.6 mm de espessura no lado mais fino (36.7 mm na zona mais espessa). O resultado é uma tela muito leve e minimalista, graças em parte às portas de conexão, que simplesmente desapareceram.

O segredo está na base da MiTV 3, que também funciona como alto-falantes. Nela, se encontram todas as conexões, uma solução que lembra aos modelos de UHDTV da Samsung, mas dessa vez com o som incorporado. Nessa barra, toda a eletrônica da TV está incorporada: processador MStar 6A920, 2 GB de RAM DDR3 e 8 GB de RAM, gerenciados pela MIUI TV, plataforma da Xiaomi basiada no Android. Um único cabo envia toda a informação para a tela, através da Mi Port.

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A barra da MiTV 3 foi pensada para funcionar com a TV, com um monitor, com outra TV ou com um projetor, podendo ser substituída por versões mais modernas no futuro. E tudo isso custando apenas 790 euros (160 euros apenas pela barra de som com conexões). A má notícia é que essa TV é exclusiva do mercado chinês.

Infelizmente.
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Via Xiaomi

Sharp LV-85001, a primeira TV 8K, chega ao mercado em 30 de outubro, por US$ 130 mil

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A Sharp apresentou na CES 2015 a LV-85001, uma TV 8K com tela de 85 polegadas. Agora, sabemos que ela estará disponível nas lojas japoneses no próximo dia 30 de outubro.

Apesar de contar com um sintonizador, ela basicamente vai atuar como monitor, já que não existem muitos conteúdos disponíveis em 8K. Sua tela de 7680 x 4320 pixels usa a tecnologia IGZO da Sharp, e de forma curiosa, para poder desfrutar dessa resolução máxima é preciso utilizar as quatro entradas HDMI disponíveis para cobrir toda a largura de banda necessária.

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Sua natureza estranha nos leva a crer que o produto está destinado ao mercado profissional, que não deve se importar muito em pagar os US$ 133 mil (convertidos) cobrados pelo produto. Por enquanto, a única solução viável para aproveitar essa TV é esperar as transmissões de testes que a NHK já faz a algum tempo, mas talvez apenas em 2020 poderemos ver os primeiros eventos e programas em 8K.

Até lá, acho que dá tempo de economizar desde já.

Via Sharp

Apple teria cancelado os seus planos de TV com 4K no ano passado

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O The Wall Street Journal informa que os supostos rumores sobre o lançamento de uma TV da Apple não eram tão descabidos assim, e que a empresa trabalhou com projetos menores nesse sentindo (incluindo uma TV com resolução 4K) ao longo dos últimos 10 anos. Porém, os planos – que nunca viram a luz do mercado – foram cancelados em 2014.

De acordo com o WSJ, a Apple reconheceu que eles não eram capazes de reconhecer nada de realmente novo, que fizesse a sua TV um produto diferente em relação aos seus competidores. A Apple chegou a desenvolver estudos com telas 4K, telas transparentes com tecnologia laser e com sistemas integrados com câmeras e sensores que detectavam os movimentos do usuário durante uma chamada do FaceTime.

Nenhum desses recursos pareciam ser ‘suficientemente atraentes’ para convencer os executivos da empresa para seguir com a proposta adiante. Por enquanto, o WSJ indica que a Apple vai se concentrar apenas na reformulação do Apple TV, além de criar um serviço de TV online.

Ao que parece, Tim Cook e sua equipe esteve em negociações para fechar acordos que ofereçam pequenos pacotes de canais, algo que seria anunciado em junho, com disponibilidade definida para o outono (no Hemisfério Norte). Quem sabe depois desse plano em prática a Apple não volta a pensar nas TVs.

Via The Wall Street Journal

Samsung: nove anos como líder no segmento de TVs

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Não é sempre que a Samsung compartilha os seus números no mercado de TVs, mas quando o faz, mostra todo o seu poder de fogo, tanto nas vendas como na produção e desenvolvimento de tecnologias. A Samsung está um passo adiante da LG nas vendas, e segundo o relatório publicado pela DisplaySearch, são líderes no mercado global do segmento nos últimos nove anos. E de forma consecutiva.

A Samsung foi a principal vendedora de televisores em 2014, obtendo uma quota de mercado global de 29,2%, com destaque especial para a América do Norte (Estados Unidos e Canadá), onde eles contam com 35,4% de mercado.

No novo mercado de TVs UHD, a Samsung possui uma fatia de 34,7% de mercado (em 2013, era 11,9%). Ao longo de 2014, os preços dessas TVs foram reduzidos, o que resultou em um aumento nas vendas.

Vale a pena saber que o mercado de UHDs na China funciona muito bem nas vendas, onde a Samsung possui 20,4% de quota. O dado é relevante, levando em conta a concorrência local.

Sobre as telas SUHD, a Samsung iniciou a sua comercialização na Coreia do Sul, e com elas temos a presença do sistema Tizen, que pode ajudar e muito na oferta de uma opção exclusiva. Sem falar na entrada da empresa no mercado de streaming de videogames.

Seria interessante saber sobre os números dos concorrentes – inclusive nos anos anteriores -, para que a comparação e a projeção desse crescimento da Samsung seja ilustrada de forma mais objetiva. Algo me diz que as vendas da LG não estão muito abaixo dos seus irmãos sul-coreanos.

Via SamMobileDisplaySearch

Nova linha de TVs 2015 da Panasonic tem muito 4K e Firefox OS

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Alem dos modelos curvados CR850 com tecnologia 4K Pro, a nova linha de TVs da Panasonic para 2015 inclui vários modelos 4K (normal) e outros Full HD.

Um destaque especial para o modelo CX800, que oferece 4K Pro mas sem a tela curvada, para quem busca linhas mais tradicionais. O modelo possui características técnicas similares aos modelos curvados: 4K Pro de 1.600 Hz, tecnologia Wide Colour Phosphor e processador 4K Studio Master.

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A próxima linha a ser destacada é a CX750, com modelos de 43, 49, 55 e 60 polegadas, com telas 4K de 1.000 Hz IPS (no CX50), e My Home Screen 2.0, mas sem o processador 4K Studio Master e a tecnologia Wide Colour Phosphor. Chega ao mercado europeu no mês de abril, e uma versão curvada (CR730), na versão de 55 polegadas (sem IPS), que só chega ao mercado no mês de outubro.

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Seguindo a trajetória descendente das linhas, passamos para os modelos CX700 e CX680, também em 4K com 800 e 200 Hz respectivamente, e disponíveis nos tamanhos de 40, 50 e 55 polegadas. Chegam ao mercado no mês de abril, e seria a linha com 4K mais econômica da Panasonic em 2015.

Por fim, nas linhas Full HD, temos os modelos CS630 (40, 50 e 55 polegadas), CS500 (24 polegadas), CS510 (32 polegadas) e CS520 (40 e 50 polegadas). Os primeiros contam com telas de 400 Hz, enquanto que a família 500 fica com 100 Hz. Vale destacar que nenhum modelo Full HD oferecerá a interface com Firefox OS, mas sim a primeira versão do My Home Screen.

Esses modelos chegarão ao mercado internacional entre março e abril, e tal como acontece com os modelos maiores, os valores não foram revelados.

Mais fotos dos produtos a seguir.

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Nova linha de TVs curvas 4K Pro da Panasonic

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A Panasonic apresenta uma nova TV 4K, a CR850E, que chega ao mercado em setembro, com tamanhos de 55 e 65 polegadas. Será o primeiro modelo a contar com um design curvado e resolução 4K Pro.

Essa nomenclatura (4K Pro) é o resultado da união das tecnologias do novo processador 4K Studio Master e a Wide Colour Phosphor, que cobre 98% do espaço de cores DCI, prometendo resultados mais naturais e realistas. Com isso, as imagens são exibidas com quase total exatidão de proposta do vídeo original, o que torna o produto perfeito para o setor profissional ou para os amantes do cinema.

O novo processador 4K Studio Master também gerencia as cores com ajustes avançados, que só estavam disponíveis até agora em monitores profissionais, como o controle dos tons Cyan, Magenta e tons de amarelo, com 8 mil pontos de referência. A tecnologia Wide Colour Phosphor oferece um brilho ‘considerável’, produzindo a mesma luz que as telas de pontos quânticos (Quantum Dot), mas com a metade do consumo de energia.

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A nova TV 4K Pro  CR850E da Panasonic possui uma resolução de 3.840 x 2.160 pixels a 1.600 Hz, dois alto-falantes de 10 W e dois subwoofers de 10 W, além da nova plataforma de Smart TV My Home Screen 2.0, baseada no Firefox OS.

A TV também conta com duas portas HDMI traseiras e uma lateral (todas trabalhando a 4K/60p/50p), USB, leitor de cartões SD, Ethernet, saída ótica e saída para fones de ouvido.

Preços não foram revelados. Mais fotos a seguir.

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Sony quer lucrar, e pode sair dos mercados de smartphones e TVs

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A Sony está cansada de perder dinheiro. Seis dos sete últimos anos da empresa se converteram em prejuízo líquido, e os principais executivos da multinacional japonesa querem mudar esse quadro. Nem que para isso eles tenham que se desfazer das divisões que hoje resultam perdas para eles, como acontece nos segmentos de TVs e smartphones.

Kazuo Hirai, CEO da Sony, indica que ‘não descartaria considerar uma estratégia de saída’ dos segmentos de TVs e smartphones, onde a concorrência é pesada demais para eles.

A Sony teve um prejuízo de US$ 1.2 bilhão no ano fiscal de 2013, e as previsões para 2014 rondam de novo para números negativos. A Sony pretende centrar seus esforços nas divisões que realmente funcionam, ou seja, a PlayStation e a de entretenimento (Sony Pictures e Sony Music).

As demais unidades da Sony serão agrupadas em dois conjuntos. Por um lado, as unidades que podem oferecer níveis de ‘lucros estáveis’, e por outro lado, os segmentos mais arriscados, onde a Sony se centrará na ‘gestão de variáveis’. As TVs e os smartphones entram no segundo grupo, e poderão ser vítimas da competitividade elevada desses mercados, enquanto que a divisão de sensores de imagem ou de tecnologias de vídeo e som (não televisores) seguem ativas na Sony, mas como unidades independentes.

A Sony pode separar essa divisão de imagem e som da mesma forma como eles já fizeram com o negócio de televisores no ano passado, além de poder criar outros ‘spinoffs’ da empresa. O objetivo: oferecer maior autonomia para cada divisão, fazendo com que cada uma delas se foque no seu negócio e nos seus lucros, além de dotar todas elas com uma maior e mais rápida capacidade de decisão.

O objetivo da Sonu é que em 2017 eles obtenham pelo menos US$ 4.2 bilhões de lucros, algo que parece difícil depois de tantos anos de prejuízos. E aqui temos que considerar a venda de algumas dessas divisões para alcançar essa marca. Vale lembrar que a Sony não pensou duas vezes quando vendeu a sua quase lendária divisão de computadores VAIO, de modo que temos que esperar para ver como eles vão proceder com setores tão relevantes como o dos televisores ou smartphones.

Via Reuters

Análise dos planos de TV da NET (em fevereiro de 2015)

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A NET foi a operadora multiplay que mais cresceu ao longo de 2014, oferecendo propostas agressivas e serviços que, no combo, podem ser muito competitivos. A operadora conta com ampla infraestrutura para oferecer aos seus clientes uma das maiores ofertas de canais em HD do mercado, oferecendo (na teoria) canais em alta definição em todos os seus pacotes. Mas… será que os preços estão tão vantajosos assim?

Nesse post, faremos uma breve análise sobre o atual cenário de pacotes de TV disponíveis na NET. Mais uma vez, é fundamental lembrar que todas as ofertas hoje disponíveis no site são válidas apenas para as novas assinaturas – e que o preço para os usuários antigos muda consideravelmente -, e que todos os valores contam com desconto nos primeiros meses (vamos procurar inserir os valores no ato da aquisição do plano e após o período promocional).

Também é preciso levar em consideração que os valores a seguir são aqueles adotados fora do combo com os serviços de internet e telefone. A aquisição desses planos no combo também podem resultar em uma variação de valores (normalmente os preços reduzidos são adotados nos serviços de internet, mas em alguns casos os planos de TV por assinatura também podem ser afetados).

 

NET Fácil

O NET Fácil é o plano de entrada da NET, ou aquele que eu chamo de ‘apenas para constar’. Oferece os canais abertos disponíveis na região do assinante, acrescidos de apenas sete canais pagos (além dos canais de cortesia). É um pacote para quem assiste pouca TV, ou só faz questão mesmo de ter alguns canais abertos em alta definição (que também pode variar a quantidade de canais de acordo com a região).

Honestamente, é um pacote que não vale muito a relação custo/benefício. A não ser que você realmente não tenha outra opção disponível (o que é difícil, já que a SKY, que pega em todo o país, oferece um pacote semelhante no serviço SKY Livre por um valor menor), a adesão à esse pacote não é uma boa ideia. Até porque a própria NET tem (ou pelo menos tinha) a opção de ofertar um ponto apenas com os canais abertos de forma gratuita. Tente conversar com a área de fidelização da operadora para mais informações.

 

NET Essencial

Aqui temos um pequeno erro de descrição do site da NET. Quando você vê ali em cima ‘4 canais’, você rapidamente pensa ‘esses caras estão loucos’. Mas não é isso o que acontece. De fato, aqui estão disponíveis uma grande parcela de canais pagos (ou aqueles que são considerados os principais) no formato SD, além dos canais abertos do pacote NET Fácil (incluindo os canais abertos em HD). É altamente recomendado que a NET modifique a descrição desse pacote, para não induzir o consumidor ao erro, ou espantar possíveis interessados.

É um pacote recomendado para quem não se importa muito com a qualidade de imagem, mas que podem aproveitar pelo fato do equipamento contar com uma saída HDMI, o que já ajuda um bocado na hora de enviar o sinal de TV para a TV de LED que você tem em casa. Também é recomendado para quem ainda tem uma TV de tubo em casa (acredite, conheço muita gente ainda nesse grupo), como os nossos avós. Acredite, eles ficarão satisfeitos com essa opção.

Não está com um preço tão fora da realidade, porém, pode ser pouco competitivo em relação aos novos pacotes da SKY, onde o pacote mais completo da operadora em SD (com dois pontos, sendo um desses em HD com alguns canais pagos) custa apenas R$ 10 a mais do que a oferta da NET.

 

NET Mais

Aqui as coisas começam a ficar interessantes para aqueles que se preocupam em ter um plano com canais em HD. O NET Mais conta com alguns dos principais canais (no entendimento deles) no formato de alta definição, além de permitir a adição de outros considerados relevantes (como por exemplo o pacote de esportes avulso, por R$ 14.90/mês).

Para os clientes novos, essa é uma das melhores relações custo/benefício do mercado, uma vez que o valor promocional de R$ 59,90/mês é um valor bem agressivo. Lembrando: esse valor é possível no combo com outros serviços. Depois disso, esse pacote vai ficar em torno de R$ 110/mês (valor médio cobrado para os assinantes veteranos), o que ainda pode ser uma alternativa interessante, pois é um valor próximo ou menor do que os seus principais concorrentes que possuem planos similares.

É o pacote recomendado para quem quer ter de tudo um pouco, ou para quem sabe que não assiste tudo, mas quer ter todos os canais do seu principal interesse em alta definição (esportes e séries, por exemplo). Também pode ser uma forma de economizar algum dinheiro na inclusão de pacotes adicionais (Telecine, HBO, Combate, Premiere, etc).

 

NET Top HD

O plano para quem quer ter tudo, sem limites, sem miséria. Todos os canais disponíveis na base, menos os planos adicionais (Telecine, HBO, Combate, Premiere, etc), todos os canais em HD, e o fim das preocupações quando um novo canal é adicionado na operadora.

Altamente recomendado para quem tem tempo para ver TV o dia inteiro, ou para quem trabalha com isso (meu caso… ou você se esqueceu que eu tenho o SpinOff.com.br?), ou para quem pode pagar por isso. Possui uma relação custo/benefício muito interessante se comparado com os seus concorrentes, por conta da elevada quantidade de canais em alta definição, e pela qualidade de imagem ofertada.

 

NET Top HD Max

É o mesmo pacote NET Top HD, com a mesma quantidade de canais, mais com o sistema de gravação em um dos receptores e o recurso NET Now, que permite a visualização de conteúdos por streaming na TV, tablet e smartphone.

Talvez por R$ 20/mês a mais compense pegar esse pacote, principalmente se você gosta mesmo de assistir TV e não quer perder aquele seu programa preferido ou evento esportivo (meu caso). Os mesmos critérios adotados para a escolha do NET Top HD se aplicam para a escolha do HD Max.

Comparado com os seus concorrentes, pode ser um grande negócio. Apesar de contar com um equipamento com um software que ainda está defasado (a NET prometeu a atualização para 2015, com uma nova interface e uma série de melhorias, mas até o momento da produção desse post, o update ainda não aconteceu) e de qualidade inferior aos seus concorrentes diretos, o preço desse pacote com DVR é inferior à concorrência. E a relação custo/benefício acaba pesando na hora da escolha.

 

Conclusão

Os pacotes atuais da NET passam a atender bem a partir do momento em que a ênfase está nos canais pagos em alta definição (a partir do NET Mais HD). Mais uma vez é importante lembrar que os preços se tornam mais competitivos quando conjugados com os outros serviços da operadora (principalmente com o serviço de internet), e tal estratégia torna a NET uma das operadoras que mais crescem no país.

No meu caso, eu prefiro ficar com os combos. Até porque trabalho muito com internet e com a TV por assinatura. Hoje, eu pago pelos três serviços (TV + internet + telefone) o mesmo que eu pagaria apenas pela TV (com o gravador de programação) da minha antiga operadora de TV por assinatura. Tal relação de valores foi decisiva para optar pelo serviço.

Mas no final das contas, o que manda é o seu bolso. Sempre.

Para mais informações sobre os planos de TV da NET, clique aqui.

Os três pilares das novas TVs SUHD com Tizen da Samsung

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Depois de ser apresentada em Las Vegas, a Samsung torna oficial sua linha de TVs SUHD para o mercado europeu. A nova linha começa a chegar ao mercado em março, e com modelos que começam com 48 polegadas de tela, e podem alcançar as 88 polegadas. A empresa coreana entende que, seguindo a tendência dos últimos anos, a diagonal mínima que os consumidores passarão a pedir em um futuro próximo será de 60 polegadas.

As novas Smart TVs da Samsung para 2015 são compostas das séries 6, 7 e 8, com os modelos top de linha ficando na série 9. O Tizen é o sistema operacional escolhido para gerenciar esses novos modelos, que são curvos (70% das linhas de TVs da Samsung apostam nas telas curvas).

 

Tizen, uma nova tecnologia de tela e um design curvo

A curva e agora a tecnologia de nanocristais confirmam os pilares das novas séries de TVs SUHD da Samsung. Chegam também com o sistema Tizen, mas o ano de 2015 servirá para reafirmar que o futuro do sistema está nas Smart TVs (pelo menos por enquanto).

Dentro da linha SUHD, são três novas séries de TVs (JS9500, JS9000 e JS8500), que contam com nove tamanhos de tela, indo de 48 até 88 polegadas. Todas curvas. De acordo com a Samsung, a curvatura de tela e a melhoria na qualidade de imagem são ideias que contemplam de forma conjunta para obter uma experiência mais imersiva.

Estas novas séries se posicionam na categoria premium (tanto nas diagonais maiores quanto no preço, apesar de ainda não terem valores anunciados), onde a Samsung pretende obter de forma definitiva a liderança dentro desse segmento, onde os modelos OLED são os rivais a serem batidos.

 

O smartphone é, definitivamente, o novo amigo da Smart TV

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Além do Tizen, as Smart TVs 2015 da Samsung potencializam a relação da TV com o smartphone. O recurso mais importante é a função Quick Connect, onde as TVs da Samsung (linha 2015 e modelos atualizados com o Evolution Kit) reconhecem automaticamente os smartphones dos coreanos, emparelhando com eles mediante a tecnologia BLE (Bluetooth Low Energy).

Uma vez realizado esse processo, com um menu bem objetivo, é possível compartilhar conteúdos de vídeo ou duplicar a tela da TV no smartphone e vice-versa, desligar a TV e continuar a ver o programa no smartphone, já que o sintonizador segue enviando o sinal ao dispositivo, mesmo com a TV desligada.

Outra função curiosa é a Briefing on TV, onde o televisor sincroniza com o smartphone os dados como hora, data, previsão do tempo e agenda, para serem exibidos na tela maior.

Sobre o Tizen, as primeiras impressões são boas. A interface é simples, porém, eficiente, sem perder de vista em nenhum momento o conteúdo, e a multitarefa real parece ser um acerto. É possível transitar entre as fontes de sinal de forma mais fluída, quase instantânea, mas se estamos vendo um conteúdo on-demand (YouTube, por exemplo), a transição para outra fonte de conteúdo (como a TV ao vivo) faz com que o sistema pause o conteúdo online em um determinado ponto, que pode ser recuperado posteriormente, sem com que o aplicativo ou o conteúdo precise ser carregado novamente.

Mais fotos das novas Smart TVs SUHD 2015 da Samsung a seguir.

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