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Aumente a autonomia de bateria do Android com esses conselhos

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A autonomia de bateria em smartphones é um tema pendente e recorrente. As baterias melhoraram em capacidade e eficiência e os sistemas operacionais no gerenciamento, mas ainda não são capazes de compensar o aumento do nível do hardware dos dispositivos.

O celular convencional só realizava chamadas de voz (basicamente), e durava dias sem precisar recarregar. Hoje, os computadores em miniatura penalizam a bateria com vários recursos. O aumento de tela e sua resolução, processadores e gráficos mais potentes, aumento da conectividade e módulos de geolocalização, tecnologias sem fio, a incorporação do NFC e leitor de digitais… tudo isso exige um grande gasto de energia.

Some tudo isso à alimentação de todos os componentes e pronto: a bateria sofre. Sem falar que a moda das baterias não substituíveis agrava ainda mais o problema.

Esse post revisa alguns conselhos básicos e avançados para melhorar a autonomia de bateria em smartphones Android, para que o dispositivo aguente pelo menos um dia de uso. Muitas das dicas podem ser aplicadas em outras plataformas.

 

Conselhos básicos para aumentar a autonomia de bateria no Android

1. Limite o brilho da tela

Nada drena mais a bateria de um smartphone do que uma tela multitouch. Ajustar o seu brilho é a primeira coisa que você deve fazer. É possível utilizar a função de brilho automático, que usa o sensor de luz ambiente para esse ajuste. Se essa função não te agrada, coloque o nível abaixo do máximo que permita uma boa visualização.

 

2. Utilize planos de energia

O Android tem um gestor de bateria e todos os fabricantes oferecem diferentes modos de energia, que ajudam nessa autonomia de bateria. O modo de economia pode ser ativado quando não precisamos de todo o potencial do smartphone. A maioria se ativa quando a bateria está abaixo de um determinado nível, sendo conveniente recarregá-la. Aplicativos de terceiros gratuitos podem ser adotados também.

 

3. Modere a conectividade

Os smartphones mais modernos contam com uma capacidade de conectividade impressionante, mas também gastam muita bateria. Se o WiFi e/ou os dados móveis são quase imprescindíveis hoje, GPS, Bluetooth ou NFC não precisam ficar ligados o tempo todo, e podem ser usados apenas quando necessário. Se o estado da bateria é crítico, você pode ativar o ‘modo avião’ para suspender temporariamente todas as conectividades sem fio.

 

4. Bloqueie a tela

Ajuste ao mínimo o tempo de suspensão por inatividade da tela. Por que queremos a tela ligada se não a utilizamos?

 

5. Cuidado com widgets e temas

Os widgets são mini aplicativos parecidos com os gadgets de desktop, que no Android facilitam o acesso à funções e informação visual. São úteis e atraentes, mas consomem muita bateria. Realmente precisamos ver nuvens passando constantemente pela tela do smartphone? Enfim, racionalize o seu uso e ajuste o intervalo de atualizações das informações. O mesmo vale para alguns temas, fundos de tela animados e similares.

 

6. Ajustes inteligentes

Muitos smartphones contam com características adicionais para opções de movimento e gestos. Alguns são úteis, outros, questionáveis. Mas todos gastam bateria. Podemos incluir nesse grupo a vibração, seja em notificações ou na retroalimentação háptica ao pressionar uma tecla. Algo que pode ser desativado.

 

7. Revise as sincronizações e automatismos

Também são vários os serviços ativos com a sincronização automática. Indo de serviços de mensagens e e-mails até outros aplicativos diversos. Sempre que possível, aumente o intervalo de atualizações, ou receba essas informações no modo manual. O mesmo podemos dizer dos serviços na nuvem, ou na sincronização de contatos, músicas, filmes ou livros. Desative aqueles que não são considerados essenciais.

 

8. Desinstale aplicativos

A maioria dos smartphones contam como padrão com uma quantidade de aplicativos muito ampla. Alguns são imprescindíveis, e outros são apenas lixo que fica executando em segundo plano, reduzindo o desempenho, ocupando espaço e penalizando a autonomia. Revise e elimine todos os apps que você não vai utilizar.

 

9. Doze no Android 6.0

O Doze é uma interessante funcionalidade que estreou no Android 6.0, destinada a melhorar a eficiência energética e reduzir o consumo, aumentando a autonomia. Estabelece prioridades de consumo especialmente quando o dispositivo está em repouso, oferecendo uma grande personalização. Uma forma de gerenciar inteligentemente a energia através da detecção de movimento. Se o seu dispositivo fica em repouso durante um tempo, os aplicativos deixam de funcionar. Alarmes, e-mails ou mensagens de chat de alta prioridade seguem funcionando. No Android Marshmallow, seu uso é obrigatório para aumentar a autonomia.

 

Conselhos avançados para aumentar a autonomia de bateria no Android

1. Instalar um novo kernel e/ou ROM

As possibilidades do Android como sistema de código aberto permite aos desenvolvedores adicionarem funções e construir suas imagens do sistema operacional para smartphones e tablets. A oferta de ROMs alternativas é ampla para um grande número de dispositivos. Alguns se focam no desempenho e podem consumir mais do que as ROMs padrão, mas outras consomem bem menos. O mesmo podemos dizer de kernels (ou núcleos de sistema) muito otimizados. Aqui, você precisa testar a que melhor se alinha ao seu perfil de uso. Requer o root do dispositivo e o acesso ao sistema de inicialização.

 

2. Brilho da bateria

Mencionamos um pouco acima o ajuste do brilho da tela, e que qualquer smartphone pode regular esse aspecto. Porém, há ferramentas avançadas que vão além. O Lux Lite permite alterar os níveis de brilho automático, deixando os mesmos abaixo do que é permitido de modo padrão.

 

3. Underclocking e Undervolting

Um kernel personalizado permite modificar as frequências de trabalho da CPU e GPU, além da voltagem. São utilizadas como técnicas de economia de bateria, mas não funcionam tão bem em todos os dispositivos, necessitando conhecimento claro sobre o que está fazendo nesse aspecto.

Melhore o desempenho do iOS 9 com essas dicas

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O iOS 9, de um modo geral, oferece uma experiência positiva, e isso pode acontecer até mesmo com modelos antigos, como o iPhone 4s, mas com garantias de plena fluidez a partir do iPhone 5.

Porém, se você instalou o iOS 9 e seu funcionamento não o agradou, não se desespere. Nesse post, você encontra uma série de dicas que podem ajudar a melhorar consideravelmente o funcionamento do iOS 9 no seu dispositivo.

1. Desative a opção ‘acompanhamento de fitness’, em Ajustes > Privacidade.
2. Ative a oção de redução de movimento, em Ajustes > Geral > Acessibilidade.
3. Desative as sugestões da Siri, em Ajustes > Geral > Buscas no Spotlight.
4. Desative a atualização de aplicativos em segundo plano, em Ajustes > Geral > Atualizações em segundo plano.
5. Não utilize fundos de tela dinâmicos, já que eles consomem mais recursos.
6. Bloqueie as notificações desnecessárias, em Ajustes > Estilo de notificações.

Se mesmo assim você notar que o iOS 9 ainda está muito lento, tente um reset forçado, mantendo pressionado o botão de home e o de liga/desliga ao mesmo tempo. Se nada disso ajudar, faça uma cópia de segurança e restaure o dispositivo com o iTunes. Esta é a via mais simples para resolver problemas.

Um truque simples para recarregar o seu iPhone 6 e 6 Plus na metade do tempo

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Mal foi lançado, e os novos iPhones já contam com os pequenos hacks da vida, que tornam a nossa vida mais prática. Um truque simples pode oferecer uma recarga mais rápida para os novos iPhone 6 e 6 Plus: utilizar o carregador do iPad.

O truque pode parecer o mais óbvio do universo (uma vez que o carregador do tablet da Apple é de 12 watts e 2 amperes, enquanto que o acessório do iPhone é de apenas 5 watts e 1 ampere). Porém, esse é um truque que é válido apenas para essa nova geração de smartphones da empresa, já que os modelos anteriores de iPhones não estavam preparados para recarregar a 2 amperes. Ou seja, a energia a mais enviada era simplesmente desperdiçada, pois o dispositivo seria recarregado na sua velocidade normal.

Já os novos iPhone 6 aceitam uma quantidade maior de corrente, e consequentemente, o seu tempo de recarga é reduzido praticamente pela metade. Um vídeo pulicado pelo site Mac Otakara mostra a amperagem do carregador com os novos smartphones. Em teoria, o iPhone 6 e iPhone 6 Plus também são compatíveis com outros carregadores de dois amperes, assim como as gerações anteriores do iPhone são compatíveis com vários outros carregadores de outras marcas e/ou origens.

 

Via Cult of Mac

Um pequeno truque para um desconhecido tirar uma boa foto sua

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Isso já aconteceu com todo mundo. Você está viajando de férias, e quer uma foto de lembrança, mas quer estar presente na foto. A não ser que você tenha um tripé, a única solução é você pedir para um desconhecido tirar a foto. Em muitos casos, o resultado é um desastre. Corpos cortados, péssimo enquadramento e nosso retrato no centro da foto, tapando todo o cenário a ser capturado.

Marc Dufour, também conhecido como EMDX no Reddit, oferece uma solução para esse problema.  Antes de você dar a câmera para o desconhecido, coloque na tela a matriz de pontos de foco, e selecione um em que você queira que o seu rosto esteja na fotografia final. Depois, peça para a pessoa que vai disparar que coloque o ponto selecionado sobre o seu rosto antes de disparar a foto.

Com esse truque, não só você consegue o enquadramento perfeito, mas também o foco adequado para a cena (ninguém quer uma foto borrada de si mesmo com o fundo nítido). Simples e eficaz.

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Via Reddit

Dicas, Truques e Macetes | Como ampliar ao máximo a autonomia (e a vida útil) da bateria do seu notebook?

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Com certeza você sabe alguns truques para estender a autonomia de bateria do seu notebook, seja reduzindo o brilho da tela ou desconectando o WiFi. Porém existem outras formas que podem (e devem) ajudar. Nesse post, mostramos algumas delas, que são bem simples de serem adotadas por qualquer usuário.

A bateria de qualquer notebook acaba perdendo sua autonomia com o passar do tempo, e isso é inevitável. Mas com essas dicas, você ao menos não terá que substituí-la (ou comprar um equipamento novo) antes do normal.

 

Temperatura e limpeza

A temperatura do notebook em funcionamento pode resultar em um grande impacto na duração da bateria. Verifique as indicações do fabricante nesse sentido. Tal informação pode ser diferente, dependendo da marca, modelo e do comportamento do usuário.

Para uma leitura mais confiável da temperatura do notebook, os usuários do OS X podem adquirir o Temperature Gauge (US$ 5), que oferece um leque maior de informações. Para o Windows, o Rainmeter (grátis) é um sistema de monitorização que oferece, entre outros dados, a informação da temperatura do equipamento.

Em geral, a temperatura ambiente (ou a mais próxima disso) é o ideal. Ou seja, não deixe o seu computador no carro ou na mochila durante o verão, ou exposto ao tempo no inverno. Um notebook é tão sensível à temperatura quanto você. Garanta que a temperatura ambiente será agradável para os dois.

O excesso de calor é danoso para a bateria. Para quem adora usar o notebook em cima da cama, no sofá ou em cima de uma almofada, saiba que a bateria vai durar muito menos tempo que o ideal. É preciso manter o port’til refrigerado e em uma superfície plana e estável, garantindo que os ventiladores internos ficarão livres, sem bloqueios. Um suporte para notebook ou um dissipador de ar não são itens caros.

Se o seu notebook possui uma bateria removível, retire a mesma do notebook a cada dois meses, e limpe os contatos metálicos nas extremidades com um pano seco ou um líquido de limpeza próprio para essa tarefa com um pouco de álcool. Isso ajuda a manter a transferência de energia ao seu computador da forma mais eficiente possível.

 

Deixe a energia fluir

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O ideal é utilizar o notebook normalmente, com o adaptador de energia desconectado, e deixar que a mesma se descarregue em até 40% a 60%, pelo menos uma vez por semana. Ou seja, a rotina deve ser a mesma de você utilizar o portátil fora de casa pelo menos uma vez por semana.

O motivo desse procedimento é que uma recarga completa e constante causa mais danos do que benefícios à bateria do notebook. Se o seu notebook fica o tempo todo conectado na rede elétrica, a bateria está trabalhando de forma mais pesada do que se estivesse alternando entre 40% e 80%. Alguns especialistas recomendam a remoção completa da bateria enquanto o notebook estiver conectado na tomada, para evitar o superaquecimento, principalmente durante as tarefas mais complexas. Deixar que a bateria se esgote por completo de vez em quando também é recomendável, para uma melhor calibração, fazendo com que as próximas leituras da bateria sejam mais precisas.

Também existem regras para o desuso. Se você vai deixar de utilizar o seu portátil por mais de seis meses, o melhor é deixá-lo com pelo menos 40% a 50% de bateria restante. Se a mesma ficar completamente carregada ou descarregada, existe sim o risco de danos por conta da falta de uso.

 

Ajustes de energia

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Pequenos ajustes nas opções de energia podem resultar em uma grande diferença no final do dia. E vale a pena relembrar: quanto menor o trabalho que a bateria tem que fazer, mais tempo ela vai durar. No Windows, vá para Painel de Controle > Hardware > Opções de Energia. No Mac, vá para Preferências de Sistema > Power Saver.

Os ajustes básicos permitem o controle de tela e o estado do computador. Já os avançados no Windows permitem a mudança das opções de economia de energia para o disco rígido, o adaptador WiFi e os dispositivos USB.

É provável que o fabricante do seu notebook tenha adicionado algumas funções adicionais para o gerenciamento de energia. Dê uma olhada nos aplicativos pré-instalados no equipamento. Se você quiser manter a autonomia de bateria ao máximo, reduza também a sua carga de trabalho: diminua o brilho da tela, feche aplicativos desnecessários, limite o número de abas abertas do seu navegador, desconecte dispositivos USB que não estão em uso…

Para usuários de Macs, a dica é o programa Battery Heath (grátis) que informa a quantidade exata de bateria restante. Para Windows, o BatteryCare (grátis) faz exatamente a mesma coisa.

Por fim, cuidado na hora de utilizar um carregador diferente daquele que acompanha o notebook. É melhor não optar por carregadores de segunda mão, nem aqueles vendidos em lojas não oficiais. Mesmo que funcione, é muito provável que não esteja otimizado para cuidar bem da bateria.

Via Apple, Radioshack, Dell, Microsoft, Battery University

Dicas, Truques e Macetes | Como utilizar o Google Mapas sem conexão com a internet

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Eu sou um usuário do Google Mapas. Já fui mais fiel ao serviço (confesso que hoje prefiro o Waze), mas ainda recorro ao aplicativo quando preciso ver a rota para um local específico, ou preciso acessar uma área que não conheço.

Porém, em muitos lugares (principalmente durante as viagens), me deparo com a cotidiana situação de não contar com um sinal de rede de dados ou um hotspot WiFi para me conectar. Felizmente, o Google Mapas oferece a opção de armazenar os mapas no cache do seu smartphone ou tablet, para que você possa ao menos ter os mapas em mãos, sem a necessidade de ter uma conexão com a internet.

Para não ficar perdido nesse mundo, existem pelo menos duas opções de acessar os mapas sem a necessidade de uma conexão com a internet no seu dispositivo:

1. “OK Mapas”

Uma vez localizada a área ou o mapa que você deseja armazenar em cache, inicie a busca com um “OK, Mapas”, e Enter. Com isso, a área que você estava visualizando fica salva no cache do dispositivo.

2. Selecione a opção

Uma vez que você encontrou o mapa que você deseja armazenar para navegar sem a conexão com a internet, selecione na barra de busca o local, e em seguida, a opção que diz “permitir o acesso ao mapa sem conexão”.

Tudo tem os seus limites

Apesar do truque funcionar, é preciso levar em conta que existem algumas limitações. Se você vai pesquisar uma área muito ampla, não será possível armazenar em cache o mapa completo. Da mesma forma, apesar de contar com o mapa no seu dispositivo, se você não tem uma conexão com a internet, a navegação não funciona.

Não é possível substituir os benefícios da navegação online com o download de um mapa, mas é possível ao menos te ajudar na sua localização quando estiver em uma região que você não conhece. Além disso, funciona melhor que uma captura de tela, já que você pode fazer zoom para que possa cobrir uma área maior com maiores detalhes.

Os mapas descarregados não ocupam tanto espaço, mas levando em conta que se você está conectado à internet via rede de dados, quando você faz o download de um mapa para usar no futuro, você está utilizando o seu plano de dados. Da mesma forma, se você usar muito esse recurso, o cache do Google Mapas pode ficar cheio rapidamente.

A funcionalidade se faz presente atualmente nos smartphones e tablets com os sistemas Android e iOS.

O seu smartphone foi afetado pelo Heartbleed?

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O Heartbleed foi o protagonista dos últimos dias no mundo da tecnologia. O exploit em uma biblioteca SSL que poderia vazar informações pessoais até então consideradas seguras foi motivo de preocupação de muitos usuários ao redor do planeta (sem falar nas críticas à NSA, que supostamente sabia da falha a, pelo menos, dois anos). E a melhor descrição do problema é mesmo esse coração sangrando do topo do post.

O problema não só afeta as páginas mais populares da internet, servidores e VPNs, mas também outros dispositivos que contam com essa mesma vulnerabilidade ao utilizarem o OpenSSL. É o caso de alguns produtos da Cisco e Juniper Networks. Mais: eles afetam os também os smartphones dos sistemas operacionais móveis mais populares.

Esse post mostra como o Heartbleed afetou esses sistemas, e o que você pode fazer para se prevenir.

Android

A Google foi uma das primeiras que reconheceu oficialmente que foi afetada pelo Heartbleed. Através do seu blog oficial, garantem que a única versão vulnerável do Android é a 4.1.1. As versões anteriores e posteriores, na teoria, não apresentam ssem problema, e a Google já teria “parcheado” a falha, porém, ainda falta as operadoras liberarem a atualização para os seus clientes.

Se você quer eliminar a dúvida se o seu smartphone Android está ou não afetado pelo Heartbleed, existem diferentes aplicativos que podem verificar a tal falha (como por exemplo oBluebox Heartbleed Scanner ou o Heartbleed Detector). 

Sobre a Google Play, a Google também reconhece que sofreu do mesmo problema, mas afirmam que o mesmo já foi solucionado. É recomendado que você troque a sua senha.

Comunicado oficial da Google

iOS

A Apple foi muito contundente: “o iOS e OS X nunca incorporaram esse software vulnerável, e os serviços web principais não foram afetados”.

Declarações da Apple para o Re/code

Windows Phone

A Microsoft garante que não foi vítima do Heartbleed. “Depois de uma meticulosa investigação, a Microsoft determinou que as contas Microsoft, Microsoft Azure, Office 365, Yammer e Skype, além da maioria dos serviços da Microsoft, não foram afetados pelo Heartbleed”.

Mais adiante, eles adicionaram que “alguns serviços seguirão sendo revisados e atualizados com maiores proteções”.

No dia seguinte ao comunicado, em matéria publicada pela Bloomberg, a Microsoft afirmou que o Windows Phone estava livre da citada falha.

En declaraciones a Bloomberg, desde Microsoft decían un día después que Windows Phone está a salvo.

Comunicado oficial da Microsoft

BlackBerry

Se o seu sistema operacional não foi afetado, dois dos produtos da BlackBerry sofreram da falha do Heartbleed: a ferramenta de e-mail corporativo Secure Work Space, e o aplicativo BBM para Android e iOS. Segundo a Reuters, está prevista para hoje (15) uma atualização que vai solucionar esse problema.

A BlackBerry garante que no seu caso o bug não representa um grande problema de segurança: “O nível de risco aqui é muito pequeno. Seria um ataque muito completo, que teria que levar em conta uma janela de tempo muito pequena”. Para isso, seria preciso obter acesso aos aplicativos através da mesma rede WiFi ou pela própria rede da operadora que utiliza o dispositivo vulnerável, de acordo com a explicação da própria BlackBerry.

Explicação oficial da BlackBerry

Aplicativos

O fato do BlackBerry Messenger estar afetado pelo Heartbleed já nos dá uma possível ideia da extensão do problema: muito além dos próprios fabricantes, alguns aplicativos podem ser afetados pela vulnerabilidade. Alguns apps usam rotinas que passam por servidores vulneráveis (pense em uma compra in-app ou em um login onde nossos dados são armazenados remotamente em um site afetado pelo problema).

O site da TrendMicro realizou uma análise dos aplicativos mais populares da Google Play, e de 390 mil apps analisados, 7 mil se conectavam em servidores afetados. Neste caso, mesmo que o estudo só envolva apps da Google Play, os aplicativos afetados estão em todos os sistemas operacionais móveis que citamos nesse post. O servidor, que é o elo mais fraco, é o elemento comum a todos eles.

Dropbox, Box, Facebook, Flickr, Instagram, Tumblr… por enquanto, sabemos que todos esses aplicativos sofreram do problema, e que já o solucionaram (por isso, vale a pena trocar as suas senhas nesses serviços o quanto antes), mas certamente vamos tomar conhecimento de mais serviços nos próximos dias. Clique aqui e veja uma lista detalhada, publicada pelo Digital Trends.

O que fazer?

Infelizmente, todos nós, meros mortais usuários, pouco ou nada podemos fazer para solucionar o problema. São os próprios fabricantes e desenvolvedores que devem preparar soluções para os seus sistemas operacionais e aplicativos. Por enquanto, se o seu smartphone está afetado pelo Heartbleed, o melhor é atualizar a versão do Android, se isso for possível. Caso contrário, o jeito é não utilizar o dispositivo para a transmissão de dados mais sensíveis.

No caso dos aplicativos, segue o conselho de esperar que o app seja atualizado, e uma vez que o problema for solucionado pelo desenvolvedor, troque a sua senha de acesso, por precaução. Porém, cuidado: é preciso seguir essa ordem. De nada serve mudar a sua senha se o serviço segue vulnerável.

Dicas, Truques e Macetes | Três atalhos do teclado imprescindíveis para o Windows

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Se existe algum truque que pode melhorar a nossa produtividade e rapidez com o computador são os atalhos do teclado. Existem múltiplas combinações de teclas em todos os sistemas operacionais, mas existem três que funcionam no Windows 7 e 8 que convém recordar, pois facilitam e muito a nossa vida.

Aperte a tecla Windows e comece a escrever

Se você está cansado de recorrer ao menu Iniciar do Windows 7, ou à tela Iniciar no Windows 8, esse truque vai economizar mutio do seu tempo. Simplesmente pressione a tecla Windows, solte, e comece a escrever as primeiras letras do aplicativo ou arquivo que você está procurando. Quando o resultado desejado aparecer na tela, aperte Enter. Se vários arquivos aparecerem com nomes similares, você pode navegar entre eles usando as teclas do cursor.

Crtl + Shift + Esc

Os veteranos do Windows conhecem a famosa combinação Ctrl + Alt + Del, que resolvia problemas de travamento no sistema, abrindo o menu para reinicialização. Nesse caso, a combinação Ctrl + Shift + Esc oferece acesso direto ao Administrador de Tarefas do Windows 7 e 8. É também uma forma mais rápida de reiniciar ou desligar o Windows 8.

Exibir o menu com o Alt ou F10

Alguns aplicativos do Windows ocultam o tradicional menu onde se exibem as opções de Arquivo, Edição, entre outros. É mais estético, mas também é incoerente quando precisamos buscar uma dessas opções rapidamente. Para exibir temporariamente esse menu, simplesmente pressione as teclas Alt ou F10 dentro do aplicativo.

A tecla Alt não serve apenas para exibir esse menu. Se você mantiver essa tecla pressionada, e acionar a tecla da letra sublinhada no menu, o comando correspondente é executado. Um comando básico, porém, imprescindível.

Dicas, Truques e Macetes | Todos os jogos da Copa do Mundo 2014 em seu Google Calendar

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A Copa do Mundo FIFA 2014 é, provavelmente, um dos poucos eventos esportivos do planeta onde o público não somente assiste as partidas da sua seleção. Tem gente que vê todos os jogos 0 ou ao menos se esforça para ver todos. Se você é um desses fanáticos por futebol, é quase certo que você vai querer te  um controle de datas e horários de jogos, certo?

Pois bem, os fóruns do Reddit publicaram algumas dicas bacanas. Uma delas permite o envio, em poucos passos de todos os jogos da Copa do Mundo em sue Google Calendar.

Para ter as 64 partidas automaticamente no seu calendário Google, tudo o que você precisa fazer é abrir o seu calendário e, na barra de navegação do lado esquerdo, buscar uma seção chamada “outros calendários”. Ali, há um meno com a opção de adicionar calendário via URL. Clique ali para abrir uma caixa de texto.

Então, é só inserir esse link: https://www.google.com/calendar/ical/vdmtdcektajkqjk51vvda4ni4k%40group.calendar.google.com/public/basic.ics.

Pronto. Pode confirmar que, a partir de 12 de junho de 2014, a sua vida passa a ficar ocupada com a Copa do Mundo, a partir do jogo de abertura: Brasil vs Croácia.

Outra forma de você ser lembrado dos jogos sem ter que abrir o seu calendário da Google é salvando esse link como um marcador do seu navegador preferido.

Ou seja, tudo muito simples. O formato .iCal também funciona para envios de calendários para o Outlook. Ou seja, não tem desculpa.

Via Reddit

Como adicionar botões (virtuais) no iOS 7.1?

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Se você tem um iPhone ou um iPad (compatível), é bem provável que você já tenha atualizado o seu dispositivo para o iOS 7.1. Se não fez isso, vale a pena fazê-lo. Há muitas novidades no design e na segurança do sistema, apesar de nenhuma delas ser considerada algo revolucionário. Mas uma dessas novidades pode te interessar: a possibilidade de adicionar botões virtuais para tornar a navegação mais evidente.

Mas… como é possível isso?

No iOS 7, a Apple decidiu eliminar o design de botões virtuais em boa parte da interface. No seu lugar, aparece apenas o texto e, em algumas oportunidades, para alguns usuários, não era algo muito evidente saber se podia clicar nesse texto para acessar ou não as funções adicionais. No iOS 7.1, a Apple adicionou a opção de ressaltar esses botões com um contorno.

Ativar essa função é algo muito fácil:

1) Va para Ajustes > Geral  > Acessibilidade.

2) Em Acessibilidade, você verá uma nova opção, a Contorno de Botões. É só ativar, e pronto.

Ao ativar tal recurso, você verá que aparece um contorno em cinza ao redor do texto em vários sites. Para muitos, será mais fácil navegar dessa forma no iOS. Já outros, devem se aborrecer. Mas pelo menos todos poderão ter o direito de escolher o formato que melhor se ajuste aos seus gostos e necessidades.

O vídeo tutorial abaixo (em inglês) mostra como acionar esse recurso, a partir do minuto 2:24.

 

Especial | 10 conselhos para tornar o seu smartphone mais seguro

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Se você pensar bem, a maioria de nós leva toda a nossa vida dentro do smartphone. Apenas com os aplicativos mais comuns (ou os que vivem sempre abertos), um desconhecido que toma posse do nosso smartphone pode acessar todas as nossas informações pessoais, sem mencionar os nossos e-mails, contas em redes sociais, arquivos na nuvem… se proteger de tudo isso é algo complicado, mas com alguns hábitos simples é possível minimizar muito os riscos.

Existem muitas formas de acesso às informações pessoas em um smartphone. As redes WiFi públicas são um lugar onde a segurança é especialmente baixa. Muitos são os aplicativos capazes de vulnerar outros, logo, o melhor é evitar-los sempre que possível.

Mas também é possível entrar dentro de uma fuga massiva de dados de um aplicativo, ou até mesmo perder o smartphone. Qualquer uma dessas situações pode trazer menos transtornos se você colocar em prática estes conselhos.

1. Cuidado com os aplicativos

Instalar aplicativos de terceiros é, de um modo geral, algo seguro, mas desconfie das versões não oficiais que imitam outro software oficial. Nunca instale aplicativos que solicitam permissões absurdas, como um software de alarme que, sem maiores explicações, solicita utilizar os recursos de telefonia

2. Elimine os seus dados de contato (endereço, telefone, etc)

Apague o endereço de sua casa e do seu trabalho salvos no Google Maps para as indicações do GPS. Se você tem um cartão de contato detalhado, deixe os dados mais básicos, ou elimine todos eles. Você também pode considerar desativar os registros de chamadas.

3. Instale um software anti-furto

Se alguém rouba o seu smartphone, ou se você perder o dispositivo, a primeira coisa que você vai querer fazer é evitar que alguém acesse os seus dados. O Find my iPhone e o Google Device Manager são dois bons lugares para começar, mas existem outras recomendações, como o Prey. Instale e configure seus recursos é sinônimo de sono mais tranquilo, caso o seu smartphone desapareça.

4. Utilize um gerenciador de senhas seguro

Utilizar os sistemas básicos de gerenciamento de senhas que possam ser acessados a partir do navegador de internet, como o iCloud Keychain no iOS ou o Chrome no Android é algo tentador, mas ao mesmo tempo é uma má ideia. É melhor instalar um aplicativo móvel de qualidade, como o Last Pass ou o 1Password.

5. Não salve suas senhas em certos aplicativos

Existem alguns aplicativos importantes, onde é melhor que você não permita que o software armazene de forma automática a sua senha. Fazer a identificação a cada vez que acessamos um aplicativo é algo muito chato, mas evita muitos problemas. Quando dizemos aplicativos importantes, estamos falando do software que gerencia as suas contas bancárias, sua conta da Amazon, e-mail, entre outros.

6. Adicione uma senha de desbloqueio mais longa

É provável que você saiba que o iPhone tem um sistema para desbloquear o smartphone mediante um número de quatro dígitos. O que você talvez não saiba é que esse número pode ser mais longo e, consequentemente, mais seguro. Para configurá-lo, basta entrar em Ajustes > Geral > Bloqueio com código e desativar a opção Bloqueio Simples. Também é possível introduzir letras.

No Android, existe um aplicativo chamado Picture Password, que permite criar padrões de desbloqueio completamente pessoais, com base em uma foto de nossa escolha.

7. Realize auditorias nos seus aplicativos

De tempos em tempos, faça uma revisão nos aplicativos instalados em seu dispositivo, e principalmente, aos elementos do smartphone que cada um acessa. Se uma determinada permissão não te convence, revogue tal permissão. Sempre é tempo de voltar a autorizar tal funcionalidade na próxima vez que o aplicativo necessite (pois ele vai te pedir).

8. Projeta os seus arquivos na nuvem

Não é preciso se proteger de absolutamente tudo, mas se você tem um aplicativo na nuvem como o Dropbox, talvez você queira proteger alguns dos arquivos que estão armazenados. Dropbox ou OneDrive permitem estabelecer códigos de acesso e restringir mais ou menos as permissões. Para os seus próprios arquivos, é possível ainda codificar alguns conteúdos.

9. Personalize o seu smartphone

Pode parecer uma besteira, mas personalizar os menus do smartphone de acordo com o nosso gosto (melhor ainda se for via jailbreak) também faz com que os desconhecidos que querem acessar aos conteúdos armazenados se deparem com um primeiro problema logo de cara: não saber onde estão as coisas. Não é algo que vai impedir um hacker, mas é muito eficiente contra a maioria dos mortais.

10. Atualize todo o smartphone

Não espere para instalar uma atualização do sistema operacional porque te dá preguiça reiniciar. Não espere para ter 25 atualizações de aplicativos pendentes. Se você tiver um tempo livre, atualize tudo, e deixe que o smartphone trabalhe enquanto você faz outra coisa.

É óbvio que você não é obrigado a levar todos esses conselhos ao pé da letra. O mais básico é ter uma boa senha ou um sistema de desbloqueio do telefone mais complexo, manter uma cópia de segurança sempre em dia, e habilitar um sistema para apagar nossos dados de forma remota. Com esses procedimentos, suas noites de sono serão mais tranquilas.

Especial | Cinco conselhos para deixar a inicialização do seu sistema operacional mais rápido

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Esperar muito tempo para que o seu computador se inicialize é algo que irrita muito. A tecnologia nos acostumou a fazer tudo mais rapidamente, e um minuto esperando a inicialização do PC parece ser hoje uma eternidade. Isso pode ser solucionado com componentes mais novos e potentes, mas o hardware não é tudo.

Muitas vezes, o desempenho do computador está relacionado a questões de software, que podem ser solucionadas de forma simples, como por exemplo remover os itens desnecessários da inicialização. É óbvio que o hardware influi, e o conjunto das melhorias de hardware com os ajustes de software podem resultar em uma experiência muito satisfatória.

1. Utilizar um disco SSD

Enquanto um HD tradicional salva os dados em um mecanismo físico, o funcionamento dos SSD é similar ao de uma memória flash. Isso permite que eles sejam menores, mais silenciosos e principalmente, mais velozes na hora de acessar e gravar dados. São mais caros, mas são um investimento com retorno garantido, pelo desempenho que oferecem.

Contar com uma combinação de ambos, ou começar a enviar os seus dados na nuvem são boas alternativas para lidar com os tamanhos reduzidos do SSD. Além disso, desfragmentar o disco frequentemente é uma tarefa necessária para manter o desempenho do HDD, e você deve levar isso em consideração.

2. Agregar mais RAM no equipamento

Outro conselho infalível da parte de hardware é a adição de maior quantidade de RAM no computador. Se o seu equipamento é de 32 bits, há um limite de 4 GB, que devem ser utilizados por completo. Se é um modelo de 64 bits, 4 a 8 GB são recomendados, dependendo das suas necessidades. Mas nem tudo está na quantidade de memória. A frequência (em MHz) é muito importante.

Além disso, a RAM DDR3 é a mais moderna memória disponível no mercado, oferecendo frequências que variam entre 1066 e 2200 MHz. Optar pela mais alta não convém na relação custo/benefício, mas há muitos produtos disponíveis na faixa de 1600-1800 MHz, que são mais recomendáveis para a maioria.

3. Eliminar programas desnecessários

É importante fazer uma limpeza a fundo do nosso sistema operacional. Seja o Windows, o Mac OS X ou as distribuições mais populares do Linux, todos contam com ferramentas para revisar todo o software que temos instalado, e oferecem dados sobre a frequência de uso, algo útil para responder a pergunta “quantos programas instalados no computador você realmente usa?”

4. Remover softwares desnecessários da inicialização

Muitos programas se iniciam automaticamente na inicialização do computador. No Windows, esse acesso acontece quando executamos o comando “msconfig”, no OS X no item Preferências do Sistema, e no Ubuntu, dentro do painel de controle do equipamento. É preciso ser cuidadoso com essa limpeza, para que não sejam eliminados programas que você deseja que sejam inicializados. Uma boa regra é manter todos os programas considerados padrão adicionados, e questionar o acesso de aplicativos de terceiros.

5. Instalar ferramentas úteis

O CCleaner, disponível para Windows, OS X e Linux é um dos melhores, com alternativas muito interessantes para manter a boa saúde do seu computador. Nele, você pode apagar informações desnecessárias de aplicativos, remover programas da inicialização do sistema com uma interface mais amigável que o “msconfig”, limpar o registro do sistema, entre outras atividades.

[Dicas, Truques e Macetes] Como economizar a bateria do seu notebook?

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Usar um notebook fora de casa ou do escritório é sempre algo muito bem vindo. Ter a tão desejada mobilidade combinada com a produtividade é o desejo da maioria dos usuários de tecnologia. Porém, nem sempre conseguimos trabalhar o tempo suficiente longe de uma tomada, por conta de um simples elemento: a bateria.

Os conselhos que você poderá conferir nesse post são apenas lembretes de procedimentos simples, que qualquer pessoa pode fazer em seu notebook para obter uma maior autonomia de bateria no uso diário. Por muitas vezes deixamos os nossos portáteis sem uma recarga de bateria, e com o uso de diversos programas de modo simultâneo e acesso constante à internet, a autonomia de bateria fica reduzida drasticamente.

Mesmo que alguns modelos de portáteis (principalmente os ultrabooks) prometam uma autonomia de bateria muito maior, grande parte dos consumidores ainda contam com modelos tradicionais, que não possuem a mesma capacidade de uso longe da tomada. Vamos então mostrar a seguir algumas dicas que podem melhorar um pouco a sua vida nesse aspecto.

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1. Desativar o WiFi e o Bluetooth: esses são dois dos recursos que mais consomem bateria em um notebook, e que em muitos casos não são utilizados pelo usuário (principalmente no caso do Bluetooth). Porém, compreendo que a principal necessidade do usuário atual dos notebooks é ficar conectado na internet o tempo todo. De preferência, via WiFi. Logo, vamos para as próximas dicas.
2. Reduza o brilho da tela: na maioria dos portáteis, isso pode ser feito diretamente com uma combinação de teclas. Altamente recomendado.
3. Configure as opções de energia: os sistemas operacionais mais populares contam com ferramentas que administram o uso de energia, dependendo do seu status de conexão à corrente elétrica ou não. Você pode ajustar o modo de mobilidade para as configurações que se convertam no menor consumo de energia possível.
4. Evite utilizar certos aplicativos: quanto mais potência um determinado programa exige, mais energia ele vai consumir do seu computador portátil. E, por consequência, mais rápida a sua bateria vai se esvair. Evite utilizar aplicativos que consomem uma grande quantidade de RAM, ou que exigem demais o uso do processador.
5. Desconecte os dispositivos das portas USB: os dispositivos conectados via USB consomem constantemente a energia da bateria do seu portátil.
6. Monitore a temperatura do seu portátil: se existe uma coisa que você não quer é dar mais trabalho para o sistema de ventilação do seu notebook. Evite utilizá-lo no sol forte da praia, ou apoiá-lo em superfícies onde o equipamento não pode ventilar de maneira cômoda. Essas situações vão exigir mais trabalho do ventilador do notebook. E, obviamente, mais energia da bateria.
7. Coloque o equipamento em modo de suspensão quando ele não estiver em uso: esse é o conselho mais básico, porém, o mais necessário. Se você não está usando o notebook, coloque o mesmo em modo de suspensão. Os portáteis fazem isso automaticamente quando a sua tampa é fechada.

[Especial] Como limpar o seu monitor corretamente

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A tela é um dos elementos que ficam sujos em nosso computador com maior facilidade. Aprender como limpar o monitor, quais materiais convém usar e a maneira mais eficiente de deixar o monitor como novo são informações úteis para a sua vida de usuário de tecnologia.

Antigamente, quando a maioria dos computadores contavam com monitores do tipo CRT (ou monitores de tubo, como preferir), não era tão necessário ter tantos cuidados com a limpeza do monitor. Mas agora, com as telas de LCD, LED ou plasma, é necessário utilizar materiais específicos, e seguir uma série de passos bem mais delicados.

Mesmo assim, limpar o monitor do seu computador é algo muito simples, que requer alguns materiais básicos. Logo, é uma tarefa que você deve ter como rotina regular para a boa conservação do seu equipamento.

Conselhos para manter o seu monitor limpo

– Evite ficar tocando na tela com os seus dedos (que em 90% dos casos, estão sujos). Ainda que você lave as mãos com frequência, a pele naturalmente tem uma gordura que deixará marcas no seu monitor. Agora, se o seu computador tiver uma tela touchscreen, esquece: não tem jeito.
– Não exponha a sua tela a determinados ambientes, onde partículas podem grudar na tela de forma gradativa, sem que você se dê conta disso. Para explicar melhor, a cozinha é um péssimo local para trabalhar com o seu computador.
– Se você não vai utilizar o monitor por um longo período de tempo, guarde o mesmo em um local seguro, ou cubra o monitor. No caso dos notebooks, simplesmente abaixe a tampa do equipamento.

Como limpar um monitor de LCD, LED ou plasma

Para todos os tipos de tela, os passos a seguir são os mesmos:

1. Desligue o monitor
2. Com um pano macio, seco e que não solte pêlos, comece a limpar as bordas
3. Então, limpe a tela com o mesmo pano. Faça isso com suavidade, uma vez que são itens relativamente frágeis.

Uma boa opção (se você tiver uma) é utilizar uma escova específica para eliminar poeiras, para remover a camada mais grossa de sujeira.

Se o pano seco para limpar a tela não é suficiente, existe algumas alternativas que você pode tentar. Primeiro, um líquido limpador de telas, que pode ser adquirido em lojas especializadas. Mas existem algumas “receitas caseiras” que podem te ajudar, como um misturado (em partes iguais) de álcool isopropílico e água destilada, ou vinagre misturado com água destilada (também em quantidades iguais).

As soluções (sejam compradas prontas ou caseiras) devem ser aplicadas sobre o pano, e NUNCA diretamente na tela. Logo depois de limpar o monitor com o pano LEVEMENTE UMEDECIDO, utilizar outro pano SECO, para concluir a limpeza, secando o monitor.

É importante também a utilização de um pano suave, evitando o papel de cozinha ou papel higiênico, que podem danificar a superfície da tela. O pano deve estar limpo, uma vez que, se for utilizado antes, pode passar para a tela a sujeira acumulada na limpeza anterior. E aí, não vai adiantar nada o seu trabalho de limpeza.

Estamos conversados? Agora, vai limpar esse monitor, pois estou vendo que está um nojo daqui!