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Guerra entre Samsung e NVIDIA está mais declarada do que nunca

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No meio do mês de setembro, a NVIDIA registrou um processo contra a Samsung e Qualcomm, por conta de uma suposta violação de várias patentes dos seus chips gráficos. Naquele momento, havia a possibilidade desse conflito resultar na retirada de alguns produtos das duas empresas nos Estados Unidos, caso a demanda se tornasse próspera. Pois bem, tudo se complicou, mas não como o esperado.

Agora é a Samsung que está denunciando a NVIDIA na Comissão Internacional de Comércio dos Estados Unidos, por conta de uma possível violação de suas patentes, além da acusação injusta feita há dois meses. O que chama a atenção desse último processo é que ele poderá promover a retirada do mercado norte-americano dos chips gráficos da NVIDIA, caso a Samsung obtenha sucesso.

A essa altura do campeonato, os usuários já estão acostumados a ver as gigantes do mundo da tecnologia processando umas as outras para proteger suas patentes. E, gostando ou não, são as regras do jogo. Esse recurso permite proteger o investimento no desenvolvimento das tecnologias protegidas pelas suas patentes.

O problema [e quando as empresas envolvidas não são capazes de chegar a um acordo sem a intervenção de um tribunal, e isso faz com que um ou vários produtos acabem vetados no mercado. Quando isso acontece, quem mais perde é o usuário, que deixa de ter acesso aos produtos envolvidos na disputa.

Esperamos que o litígio entre Samsung e NVIDIA não chegue ao extremo, independente do lado favorecido. De qualquer forma, a disputa agora é mais franca e aberta do que nunca.

Vía | PhoneArenaUSITC

Google vai apoiar economicamente a Samsung na sua batalha legal contra a Apple

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A eterna batalha legal entre Apple e Samsung continua, com novidades. E-mails revelados pelos advogados da Apple indicam que a Google ofereceu para a Samsung a cobertura de parte dos danos econômicos que o mais recente julgamento pode causar (em caso de nova derrota dos coreanos). Além disso, a Google também cobriria parte dos custos judiciais, principalmente ao que se refere a duas das cinco patentes que a Apple afirma que a Samsung violou.

James Maccoun, um dos advogados da Google, confirmou que a empresa ajudaria a Samsung como parte do chamado Mobile Application Distribution Agreement, que permite aos coreanos a pré-instalação de aplicativos da Google em seus dispositivos Android. James não revelou detalhes sobre os valores exatos ou porcentagens que a gigante de Cupertino estaria disposta a pagar.

A Apple exige o pagamento de US$ 2.2 bilhões como danos e prejuízos pela violação de cinco patentes, enquanto que a Samsung estaria disposta a pagar US$ 7 milhões ao admitir que teria violado duas dessas cinco patentes.

Via Re/code

Apple e Samsung NÃO resolvem suas diferenças, e a “Guerra de Patentes” deve continuar

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Você ficou sabendo aqui mesmo no TargetHD que Tim Cook, CEO da Apple, e Oh-Hym Kwon, CEO da Samsung, teriam concordado em se reunir antes do dia 19 de fevereiro, para tentar chegar a um acordo “pacífico” sobre as patetes utilizadas no design e fabricação de seus smartphones, evitando assim que o caso seguisse na justiça.

Pois bem, alguns meios de imprensa norte-americanos afirmam que Tim Cook e JK Shin (este último presidente executivo da divisão de dispositivos móveis da Samsung) tiveram uma reunião há poucos dias nos Estados Unidos, e que esse encontro parece não ter resultado a um denominador comum.

O site GSMArena informa que um representante da Samsung não quis confirmar se os dois diretores teriam se encontrado e, por tableta, o resultado desse encontro. Mas uma coisa já pode ser considerada certa: o juizado de San José definiu o dia 19 de fevereiro como o prazo limite para que as duas empresas chegassem a um acordo pacífico.

Ou seja, se antes da próxima quarta-feira Apple e Samsung não resolverem as suas diferenças sobre as patentes de seus smartphones, a Samsung pode se ver obrigada  a pagar par a Apple nada menos que US$ 930 milhões. Talvez a questão monetária pode estar chegando ao fim, mas muito provavelmente esse assunto não se encerrará tão cedo.

Vamos esperar por notícias sobre esse tema nos próximos dias.

Via GSMArena

Chega ao fim a disputa entre Apple e Amazon sobre o termo “App Store”

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Durante muito tempo, Apple e Amazon disputaram sobre o direito de utilização do termo “App Store”. Mas tudo indica que essa briga finalmente chegou ao fim. A Apple acabou cedendo, permitindo assim que a maior empresa de e-commerce do mundo utilizasse a grafia “appstore” na Amazon Appstore for Android.

A briga começou quando a Amazon decidiu utilizar o termo “appstore” em sua loja de aplicativos para Android, lançada em março de 2011. Na época, a Apple entendeu que essa era uma violação de sua própria marca “App Store”, que dá nome à sua loja de aplicativos lançada em 2008. Porém, ontem (09/07), a juíza Phyllis Hamilton descartou a ação ingressada pela empresa criadora do iPhone em Oakland, Califórnia, depois de o acordo entre as duas partes foi feito.

Os advogados da Apple solicitaram à juíza que não prosseguisse com o processo contra a Amazon sobre essa questão. De acordo com Martin Glick, advogado da Amazon, “a decisão de abandonar unilateralmente o caso foi da Apple, deixando assim a Amazon livre para utilizar o termo ‘appstore'”. 

 

A Apple minimizou a sua decisão de desistir do processo: “nós não vemos mais a necessidade de prosseguir com o caso”, disse a porta-voz da empresa de Cupertino, Kristin Hughet, para a Reuters. “Com mais de 900 mil aplicativos e 50 bilhões de downloads, os clientes sabe onde podem comprar os seus aplicativos favoritos”, completa.

A Amazon, por outro lado, emitiu uma nota onde enaltece sua vitória nos tribunais: “estamos satisfeitos que o tribunal tenha encerrado o caso em definitivo”, afirma a porta-voz da varejista, Mary Osako. “Estamos ansiosos para continuar o nosso foco em oferecer a melhor experiência possível da nossa appstore para clientes e desenvolvedores”.

Via Reuters

Apple derrota a Motorola nos tribunais da Alemanha, e poderá bloquear a venda de vários telefones no país

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Enquanto passamos a semana acompanhando o lançamento do iPhone 5, os advogados continuaram a trabalhar, “pelo bem das propriedades intelectuais”. A batalha da Apple contra o Android continua, assim como as atitudes hostis de ambos os lados. Dessa vez, o ataque é da empresa de Cupertino, que conseguiu uma nova vitória contra a Motorola Mobility na Alemanha, e a decisão pode bloquear as vendas no país de vários telefones fabricados pela filial do Google.

A Primeira Corte Regional de Munique concedeu à Apple uma ordem que permite o bloqueio dos dispositivos que contenham a famosa animação de “rebote” de tela, ou seja, quando você puxa com o dedo na tela o conteúdo exibido, e o mesmo ultrapassa os limites da tela, ele é automaticamente retornado para o centro, em um movimento de animação.

Apesar da decisão favorável, a medida de proibição ainda não pode ser executada. Inicialmente, a Motorola pode apresenta um recurso para evitar o embargo de seus telefones no país, ainda que a Apple tenha ao seu favor a possibilidade de acelerar o processo de proibição e conseguir um bloqueio provisório. A Motorola Mobility pode evitar isso simplesmente depositando uma fiança de 25 milhões de euros.

O cenário mais provável é que essa decisão se traduza em um problema temporário para os consumidores interessados em um smartphone da Motorola, uma vez que a empresa pode rapidamente substituir essa animação por qualquer outro tipo de solução visual com uma simples atualização de firmware, evitando assim a proibição. Mas, repito: a tática que a Apple usa para ser a empresa dominante é simplesmente ridícula. Eu (e, tenho certeza, a maioria dos usuários) não me importo com o recurso que empresa X ou Y usa para poder exibir os seus recursos. Os fabricantes gastam dinheiro com advogados para discutir bobagens técnicas, que podem ser resolvidas com um alerta do tipo “ou muda isso, ou vamos multar vocês”. Retirar produtos do mercado por causa de uma simples animação beira ao patético. É a prova que a Apple realmente “está com medinho”.

Gastem dinheiro com produtos melhores, fabricantes!

Via Foss Patents

Apple e Sasmung morrem abraçadas na Coreia do Sul: iPhone, iPad e Galaxy S II estão banidos do país

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A Coreia do Sul pode estar dando o exemplo para o resto do mundo sobre como se resolve a briga entre Apple e Samsung. A Corte do Distrito Central de Seul decidiu que tanto a Samsung como a Apple infringiram patentes uma da outra, logo, devem remover alguns dos seus principais produtos do mercado do país imediatamente, tal como o Galaxy S II e o iPhone 4.

A Samsung iniciou o processo contra a Apple no país em abril, alegando as mesmas violações de patentes de telecomunicações apresentadas no caso no tribunal dos Estados Unidos, e a Apple respondeu com outro processo, referente à interface dos dispositivos móveis, presentes no iPhone e iPad.

O caso resultou no banimento do mercado dos produtos citados no processo em toda a Coreia do Sul. Por parte da Apple, estão banidos: iPhone 4, iPhone 3GS, iPad 1 e iPad 2. A corte coreana decidiu que cada um desses dispositivos infringem duas das patentes de telecomunicações pertencentes à Samsung. Por outro lado, a Samsung tem que retirar do mercado local o Galaxy S II, assim como “outros produtos” (que não foram especificados), por contar com similaridades explícitas com o sistema operacional da Apple.

Via SlashGear

Apple vs Samsung: qual é o pior cenário possível do resultado desse julgamento?

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A palhaçada briga entre Apple e Samsung nos Estados Unidos está finalmente chegando ao seu final, e pode ter reflexos decisivos no mercado de tecnologia. Por causa disso, esse é o momento perfeito para que todos (inclusive este que escreve esse post) liguem a sua bola de cristal eletrônica, ou pegue o DeLoran e viaje a 88 milhas por hora para ver como pode ser o futuro (e suas possíveis ramificações) ao final desse caso. Ou, pelo menos, prever se será algo apocalíptico ou não para o mercado mobile.

Todos os indícios apontam para um veredito não muito claro. A juíza Lucy Koh, jurados e analistas de tecnologia possuem uma vaga ideia do quão perigoso pode ser uma decisão claramente favorável para um dos lados. Além disso, as apelações que os dois lados podem pedir, dependendo da decisão, podem fazer com que o caso se arraste por mais alguns anos. Se somarmos tudo isso, as tais alterações de software que o Android pode sofrer, e o banimento do Galaxy Nexus (caso a Apple vença) só aconteceria em 2014, por exemplo. E esse é apenas um dos cenários.

Como fator complicador da disputa, um tribunal da Coreia do Sul decidiu nessa semana que tanto Apple quanto Samsung infringiram patentes, punindo as duas empresas. Aliás, a disputa das duas empresas existe em outros países, e a peleja pode durar por anos. Na verdade, é muito provável que a corte norte-americana use a decisão preliminar da corte coreana como base para a sua própria decisão, uma vez que os dois lados estão errados na disputa (quero dizer, as duas empresas violaram patentes em algum momento).

Mas, mesmo assim, vamos entrar no mundo da suposição. Vamos supor que, ou a Apple, ou a Samsung, uma delas, seja ela qual for, saia vencedora dos tribunais. O que de pior pode acontecer para o mundo mobile?

Se a Apple vencer…

Fuja para as montanhas, e se prepare para um verdadeiro “apocalipse dos tribunais”. Se a comunidade Android achava que a Apple era um “grande vilão”, eles não viram nada. A Apple se tornará o verdadeiro monstro. Afinal de contas, os aparelhos da Samsung usam o sistema do Google, assim como os demais grandes fabricantes do mercado. Pelas alegações apresentadas, os advogados da empresa de Cupertino podem repetir a mesma estratégia para todos os demais fabricantes (aliás, já começou a fazer isso, com alguns modelos da HTC e da Motorola Mobility, em outras ações nos tribunais). Ou seja, Sony, LG, Huawei e todos os outros seriam alvos fáceis da Apple.

Na prática, se a Apple vencer, ela vai começar a bater de porta em porta para ameaçar qualquer fabricante de smartphone Android no mercado. Pior: se a Apple vencer, eles vão validar a teoria do “nós inventamos o retângulo com cantos arredondados e tela sensível ao toque”, e vai afirmar de forma categórica que TODO MUNDO COPIOU O IPHONE. As patentes de design serão consideradas descartáveis, e a Apple seria considerada a única com o direito de usar tal design. As demais, se quiser, teriam que pagar para a Apple, ou fazer modificações radicais em seus produtos, tanto em smartphones como tablets.

Isso, sem falar que não só a Samsung teria que pagar parte dos lucros que teve com as vendas dos dispositivos ditos “clonados”, mas o Google também teria que desembolsar alguma grana pela suposta “cópia” em relação ao iOS. Muito provavelmente, o Android deixaria de ser um sistema livre, para que justamente o Google consiga pagar pelos tais direitos pertencentes à Apple. Vale sempre lembrar que o principal objetivo da Apple é derrotar o Android, e não a Samsung em si. A Samsung é a principal vendedora de smartphones no mundo, mas é apenas o intermediário de uma causa muito maior. Se for derrotada, a Apple pode aplicar em todas as outras as mesmas sanções e punições.

Se a Samsung vencer…

A Samsung vira o jogo por completo. A empresa coreana vai formalmente enquadrar a Apple por violar várias de suas patentes relacionadas ao padrão de comunicações sem fio. A Apple argumenta que essas patentes são essenciais ou de uso comum e não discriminatória. Do mesmo modo que “um retângulo com cantos arredondados” é algo bem comum, certo Apple?

Porém, uma decisão contra a Apple por violação de patentes desses padrões de redes sem fio pode abrir a porta para outros fabricantes façam o mesmo contra a empresa de Cupertino. Na verdade, seria a oportunidade perfeita para o Google ir para cima da Apple com tudo, uma vez que eles já são proprietários de mais de 17 mil patentes, além de 7.500 patentes adquiridas com a compra da Motorola Mobility, que por sua vez, está na justiça dos Estados Unidos contra a Apple, em mais um caso de violação de patentes. Se levarmos em conta o grande histórico da Motorola no mercado mobile, as chances dela ser bem sucedida são enormes. E as chances da Apple ser a empresa “clonadora” são ainda maiores (isso, na teoria).

Esse cenário seria a maior derrota que a Apple pode sofrer, manchando de forma definitiva a imagem da empresa que, nos últimos anos, além de se destacar como a que mais cresceu no mercado de tecnologia, foi a que mais foi considerada “inovadora” no seu segmento, usando isso como propaganda positiva junto ao seu consumidor. Perdendo o caso, esse mito da Apple ser a “fabricante que inova” cai por terra em definitivo, arranhando a reputação que a empresa possui no mercado.

Além disso, o desejo de Steve Jobs de destruir o Android não seria concretizado. Se a Apple perder, os demais fabricantes investiriam pesado em produtos que seriam cada vez mais próximos da aparência do iPhone e do iPad, e o próprio sistema do Google poderia utilizar elementos visuais e recursos gráficos que hoje são adotados pelo iOS, aproximando ainda mais o conceito dos produtos. Ou seja, o consumidor teriam mais produtos com as mesmas características dos dispositivos da Apple, mas sem precisar pagar os preços absurdos que a empresa de Cupertino cobra.

Por fim, uma vitória da Samsung “quebra as pernas” da Apple sobre suas próprias questões legais, fazendo com que o CEO da empresa, Tim Cook, encerre de vez a disputa (algo que ele quer desde que assumiu a direção máxima da empresa), com a frase “nós tentamos, nós falhamos, vamos seguir em frente”.

Minha opinião:

É claro que isso tudo que falei acima está no mundo da teoria. Particularmente, os dois cenários são lamentáveis e perigosos. Por mim, eu deixaria as duas empresas caladas, no seu canto, com a frase “se preocupem em criar produtos melhores, e que a melhor vença”. Tirar o poder de escolha do consumidor é uma derrota em todos os sentidos. Se aproveitar da ideia dos outros para fazer sucesso é falta de criatividade e convicção nos seus produtos. Como os dois lados estão errados, eu só quero ver essa disputa chegando ao final, e ver a vida seguindo normalmente. Prefiro muito mais escrever sobre um lançamento de tecnologia do que a disputa do direito do uso do retângulo.

HTC processa a Apple por violar parte das patentes adquiridas pela HP

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Parece que a Apple está passando por uma pequena “má fase” (e com uma empresa que fatura tanto, gostaria de ter a má fase deles) junto aos tribunais. Os encontros e desencontros entre a empresa de Cupertino e a HTC podem não ter tanta notoriedade como a batalha estabelecida entre a empresa de Tim Cook com a Samsung, mas isso não quer dizer que alguns episódios não possam merecer destaque por aqui.

A HTC acaba de entrar com dois novos processos contra a Apple, alegando que o Apple Remote Desktop e o Profile Manager, assim como algumas características mais dos recursos de rede do iOS e OS X entram em conflito com a sua propriedade intelectual. As patentes em questão pertenciam originalmente ao catálogo da HP, mas foram adquiridas recentemente pela fabricante taiwanesa.

Ainda não foi informado o que exatamente a HTC deseja com essa ação, e o quanto isso pode atingir os dispositivos da Apple hoje comercializados. Mas lá vamos nós para mais uma batalha de patentes chegando. E nada dos fabricantes trabalharem em inovação para os usuários…

Via Engadget

A ONU quer estabelecer a paz entre os fabricantes de smartphones

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A briga infantil entre os fabricantes de smartphones (leia-se Apple contra o resto do mundo civilizado) alcançou níveis insuportáveis, e quando a ONU quer se meter nisso, é sinal que a questão ficou, no mínimo, ridícula (pois entendo que a ONU tem questões mais importantes para se preocupar).

Mesmo assim, preocupada pelos abusos nos processos de patentes essenciais, principalmente visão a expansão dos padrões e dos últimos impedimentos de vendas por supostas infrações da propriedade intelectual de fabricantes, a União Internacional de Telecomunicações, o órgão da ONU criado para harmonizar as políticas internacionais na área de telecomunicações, anunciou que pensa em tomar as rédeas sobre essas brigas.

Os planos iniciais da UIT passam por promover uma mesa redonda sobre as patentes e todas as questões relacionadas à elas no próximo dia 10 de outubro em Genebra, Suíça, onde fabricantes, governos e grupos responsáveis pelos padrões de mercado tentarão chegar a um meio termo sobre as suas diferenças, e corrigir aquilo que não funciona muito bem nas questões de direitos de patentes.

Quase toda a atenção dessa reunião está voltada no agressivo uso das patentes do tipo FRAND Justas, Razoáveis e Não Discriminatórias, (e, por tanto, teoricamente “abertas” para a indústria), para atacar a concorrência nos tribunais. Essas categorias de patentes são usadas de forma indiscriminada pelas gigantes da tecnologia para levar os seus adversários nos tribunais, tentando proibir a comercialização dos produtos dos adversários. No entendimento da UIT, patentes “abertas” não poderão mais ser um argumento para processar outra empresa, uma vez que todos os demais fabricantes, invariavelmente, precisam passar por aquela tecnologia para que o produto exista.

Vamos ver o que acontece depois dessa reunião.

Via BBC