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Isso é o que acontece se você der um banho em todos os iPhones lançados até agora

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Zach Straley decidiu fazer um vídeo onde ele dá um banho (literalmente) nas 10 gerações diferentes do iPhone. Como era de se esperar, os dispositivos mais antigos são os primeiros a morrer debaixo d’água, mas o vídeo mostra algumas surpresas.

Por exemplo, o iPhone 3G aguenta muito bem o banho, apesar de ser um modelo antigo e mesmo sofrendo danos na tela. O iPhone 5c para de funcionar quase que instantaneamente, algo que também surpreende, por ser mais novo que o iPhone 3G.

Por fim, o vídeo questiona claramente a resistência melhorada à água do iPhone 6s.

Vídeo a seguir.

 

Via SlashGear

Samsung prova que Galaxy Note 4 não pode ser dobrado (mas sofre de outro mal)

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A Samsung quer mostrar a todo custo que o seu Galaxy Note 4 não dobra. Para isso, criou um vídeo que mostra como o dispositivo supera uma série de testes de pressão, alguns deles com bastante peso.

São testes muito parecido com alguns já vistos em outras oportunidades, mas com o Note 4 suportando 25 quilos de pressão em três pontos diferentes. Se isso não é o suficiente, a Samsung inclui um teste adicional, que simula o momento em que uma pessoa de 100 quilos (um pouco mais pesada que o cidadão que assina esse post), de modo que não estamos falando de simples movimentos robotizados.

De acordo com a Samsung, o Galaxy Note 4 é capaz de suportar esses testes por conta de sua borda de metal, e do magnésio presente em sua base. Vídeo a seguir.

Porém (sempre tem um porém), nem tudo são flores com o novo phablet da Samsung.

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Na Coreia do Sul, o Galaxy Note 4 já está disponível para compra, e vários usuários locais descobriram que o smartphone possui uma pequena abertura na borda da tela, que é larga o suficiente para introduzir um cartão de crédito.

O mais surpreendente dessa anormalidade é que a mesma ESTÁ DESCRITA NO MANUAL DO USUÁRIO DO DISPOSITIVO, ou seja, é algo que os futuros proprietários do Note 4 terão que aprender a conviver (já que são informados desse detalhe no manual, como manda as regras).

Ao que parece, essa é uma característica necessária do processo de fabricação, que com o tempo pode se expandir, alcançando níveis que deixam os usuários alarmados. A Samsung não demorou a se pronunciar sobre o assunto, e garante que tal abertura não afeta o funcionamento ou qualidade do dispositivo. Além disso, reforçam que o dispositivo mantém os estritos padrões de montagem e controle de qualidade da empresa.

Será mesmo? Vamos ver o que vai acontecer quando o Galaxy Note 4 chegar aos demais mercados globais (e, principalmente, quando eventuais problemas mais sérios por conta dessa ‘característica de construção’ começarem a aparecer).

Via Android Central, Samsung, IttToday

Foco seletivo dos smartphones lançados em 2014: um teste em vídeo

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Pode ser que o “foco seletivo” seja uma das características mais em moda nos últimos smartphones top de linha lançados em 2014, mas os resultados entre eles são bem díspares. O pessoal do site Xataka testou essa funcionalidade, explicando o funcionamento do recurso em diferentes smartphones, e resumiram suas conclusões em vídeo.

Equanto Nokia e Samsung foram aprovadas, as fotos registradas com modelos da HTC e Sony com esses modos foram reprovadas. O aplicativo da Google, que funciona em todos os dispositivos Android, foi clamorosamente reprovado.

Você ainda pode ver o resultado das fotos clicando aqui. Já o vídeo, você confere a seguir.

 

Recurso de auto-reparação do LG G Flex é testado, com a ajuda de uma faca (em vídeo)

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Imagens fortes nesse post. Mesmo com sentimentos conflitantes quando vemos esse tipo de teste na internet, entendemos que esses testes se fazem necessários. Logo, Markus Brownlee decidiu testar o recurso de auto-reparação do LG G Flex da forma mais vil e cruel possível: com a ajuda de uma faca.

O vídeo mostra o LG G Flex sendo arranhado na sua carcaça traseira, que é onde está presente o sistema de “self healing” adotado pela LG. O recurso é um dos diferenciais mais destacados do dispositivo, além do fato dele ser curvado – algo que salta mais aos olhos de todos.

Vale registrar que, ao observar o teste, é possível identificar que o sistema não remove completamente o risco causado pela faca, mas o torna muito menos visível depois de um tempo. Também não mostra claramente como o sistema de auto-reparação funciona na prática, mas ao que tudo indica, o calor emitido pelos componentes internos do próprio smartphone pode acelerar o processo de reparação.

Vídeo a seguir.

 

Via Phandroid

IPad Mini vs Neuxs 7 vs Kindle Fire HD: os pequenos tablets se enfrentam no teste do liquidificador

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Sim, amigos… eu já disse isso antes, e vou repetir: é de cortar o coração os vídeos da Will it Blend?. Não consigo ainda compreender como é que alguém possa sentir prazer em ver um gadget se transformando em pó através da força e crueldade das lâminas de um liquidificador, ainda mais quando falamos de produtos que ainda estão distantes do mercado brasileiro.

Por outro lado, eu compreendo que são esses testes que fascinam alguns (sádicos) usuários de tecnologia, pois mostram de forma mais objetiva o quanto o produto é resistente, mesmo diante de situações extremas. Ou, nesse caso em particular, qual deles é o mais resistente (mesmo que, no final, todos eles se transformem em pó de qualquer forma). Para esse desafio, os “pequenos notáveis” do mundo dos tablets entraram em combate: o Apple iPad Mini, o Asus Nexus 7 e o Amazon Kindle Fire HD, os tablets com telas de 7 ~ 8 polegadas mais populares do mercado, enfrentam o blender, prontos para serem completamente destruídos.

O vídeo abaixo mostra algo que já destacamos aqui no TargetHD no “drop test” entre o iPad Mini e o Nexus 7: o iPad Min é mais resistente. Antes dos modelos irem para o liquidificador, o responsável pelo teste precisou quebrar e dobrar os três tablets ao meio, para que os mesmos pudessem entrar no copo do liquidificador. E já nessa parte é possível ver que o modelo da Apple é claramente mais resistente, uma vez que há uma dificuldade maior em dobrar o seu material, em relação aos adversários.

Durante o processo, é possível ver claramente que o tablet da Apple leva um pouco mais de tempo para se despedaçar. O motivo disso é simples: a natureza dos materiais empregados em sua fabricação, utilizando uma carcaça com material metálico no lugar do plástico dos seus adversários. No final das contas, todos eles viraram poeira, e isso é algo que me entristece muito, mas para quem busca o produto mais resistente, já sabe que o iPad Mini é o modelo a ser escolhido.

Vídeo abaixo.

iPad Mini bate de frente com o Google Nexus 7 em um “drop test”

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Eu compreendo que testes como esses mostram a resistência de um produto em condições extremas (leia-se aqui usuários descuidados e estabanados). O que eu não entendo é o sadismo que algumas pessoas possuem no prazer de ver esses produtos sendo arranhados, trincados e danificados, de forma impiedosa. De qualquer forma, trazemos aqui mais um esperado drop test (ou “teste da queda”), dessa vez, o iPad Mini, que enfrenta o Google Nexus 7 no quesito “qual dos dois vai ter menos danos depois de cair no chão?”

Quando compramos um iPad Mini para nós ou para dar de presente para alguém, a última coisa que você quer e deixar o produto cair. Mas para poupar esse sofrimento, e ter uma prévia de quais serão as consequências diretas desse pequeno incidente, o pessoal do site Android Authority decidiu colocar o pequeno tablet da Apple e o pequeno tablet do Google/ASUS para esse duelo de vida ou morte.

Quando o produto cai de lado, de uma altura de aproximadamente quatro pés de altura (mais ou menos 1.20 metro), o iPad Mini sofreu dois pequenos amassados nos seus cantos, e no caso do Nexus 7, o seu canto se despedaçou, com alguns pedaços do plástico que reveste o produto caindo do mesmo. Aqui, 1 a 0 para o iPad Mini.

Ao cair de costas, o iPad Mini teve a sua tela rachada, mas o produto ainda funcionava perfeitamente. Já o Nexus 7, além de ter a tela quebrada, teve os seus componentes internos danificados, deixando o produto inutilizável, não permitindo que o mesmo fosse sequer ligado. Ou seja, 2 a 0 para o iPad Mini.

Por fim, o Android Authority decidiu deixar os dois tablets despencarem do chão com as suas telas viradas para baixo. Como já era de se esperar pelos indícios anteriores, o iPad Mini continuou funcionando, mesmo com danos consideráveis nas suas laterais. O Nexus 7, que já estava morto desde a etapa anterior, não voltou dos mortos ao cair de cara no chão, ficando ainda mais destruído. 3 a 0 iPad Mini.

Resumindo: se você é um desastrado completo, ou prioriza a resistência do produto que está comprando, o iPad Mini é a sua escolha. O grande diferencial está na sua carcaça de alumínio, que protege os seus componentes internos de forma decisiva. Além disso, até mesmo sua tela é de melhor qualidade. O Nexus 7 é um bom tablet, mas claramente usou materiais para ter o seu preço reduzido.

Vídeo abaixo.

Teste mostra que o iPhone 5 tem os alto-falantes mais altos de todos os iPhones já lançados (em vídeo)

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Com o iPhone 5 no mercado, os usuários e especialistas em tecnologia continuam explorando as qualidades e, principalmente, os defeitos do novo smartphone da Apple. E dessa vez, mostramos uma característica que pode não ser uma grande qualidade, mas é mais um detalhe do novo produto que deve ser observado, e que pode ser mais um ponto que os futuros compradores devem levar em consideração (ou não): o iPhone 5 possui alto-falantes com maior volume de reprodução de todos os smartphones de sua linha.

Segundo o site iClarified, os alto-falantes do novo iPhone, apesar de muito parecidos, contam com uma quantidade final de decibéis maior que o iPhone 4S, e se seguir na sua linha de produtos, é o mais elevdos de todos os modelos de iPhone já lançados. Nos testes realizados (e registrados no vídeo abaixo), os alto-falantes do iPhone 5 possui um clock máximo de 100.3 dBA, ou mais de 2 dBA a mais que os alto-falantes do iPhone 4S. Eles decidiram fazer os testes com todos os modelos de iPhone depois de perceberem que o volume de reprodução de som do iPhone 5 era maior que os modelos anteriores.

Essa é uma boa notícia. Particularmente, gosto de telefones com um bom alto-falante, não tanto para reprodução de músicas, mas para toques de chamadas no telefone e para o despertador (já que o meu sono é relativamente pesado). Ponto positivo para a Apple nesse sentido. Vídeo do teste abaixo.

Via iClarified

Lumia 920 e Galaxy S III tem suas telas e câmeras comparadas, de uma forma mais criativa (em vídeo)

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Que o Nokia Lumia 920 é um baita telefone (bom, pelo menos imaginamos…) isso é algo que a maioria de nós concordamos. O que a Nokia não conseguiu deixar muito claro na sua apresentação é a superioridade de sua câmera, onde as filmagens de demonstração (quando foram feitas de um Lumia 920 de verdade) só foram realizadas em condições extremamente controladas, e sempre com alguns dos seus representantes vigiando de perto.

Tão de perto que, durante um dos testes realizados pelo pessoal do Engadget, um porta-voz da Nokia simplesmente retirou o smartphone das mãos do jornalista quando algumas funções mais específicas do produto foram acessadas. Porém, um usuário do YouTube chamado TheUltima111 conseguiu, de uma forma que nem imagino, testar o Lumia 920 em condições bem mais, digamos, “relaxadas”, ou em testes divertidos e criativos.

Temos alguns vídeos abaixo que podem ajudar a todos nós a identificar de forma mais natural como a sua tela funciona, aguentando os testes de sobrevivência dos mais diversos, além de poder registrar fotos e vídeos em condições de baixa luminosidade. O principal destaque dos vídeos é, sem sombra de dúvidas, o sistema de estabilização de imagem em ação, principalmente quando o Lumia 920 é comparado com um Samsung Galaxy S III, com os dois smartphones posicionados em um carrinho de controle remoto.

Veja com os seus próprios olhos o resultado desses testes, nos vídeos abaixo.

Via Engadget

Especial | E os tablets “Made in China”? Como estão? Testamos dois deles. Veja o resultado!

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No meio do mês de agosto de 2012, eu estive em São Paulo (SP) para fazer mais uma cobertura da Photoimage Brazil/BCEE – Brazil Consumer Electronics Expo. Depois de tirar fotos de várias câmeras, ir a muitas coletivas de imprensa, e trabalhar em cima dos lançamentos anunciados pelos fabricantes, dediquei o meu último dia no evento para uma nova “tradição”: ir atras dos gadgets chineses. Afinal, nem eles querem voltar para casa com alguns produtos.

Apesar de achar a feira desse ano mais esvaziada, o saldo até que foi positivo. Além de adquirir alguns acessórios para meus smartphones (cases com bateria, carregadores e outros cacarecos), adquirir por conta e risco dois tablets “Made in China”, com o objetivo de realizar um experimento científico (como se eu fosse cientista de alguma coisa).

Meu objetivo era saber a quantas andam a qualidade da nova leva dos tablets Android “alternativos”, ou seja, que não pertencem a um grande fabricante de tecnologia, ou de um fabricante completamente desconhecido. Será que eles estão muito abaixo dos tablets Android mais populares? Será que os tablets “xing-ling” continuam aquela porcaria que nem para jogar Angry Birds serve? Ou eles já podem ser opções aceitáveis para usuários menos exigentes. É o que vamos descobrir nesse post especial.

Os critérios

Antes de qualquer coisa, quero ilustrar quais foram os meus critérios de escolha para os produtos. Escolhi um tablet que, em um teste rápido, tivesse uma boa performance na execução de vídeos, transição de tela de aplicativos e ícones de usuário, e um toque na tela com uma resposta precisa e rápida. Um tablet com uma performance minimamente aceitável para uma boa navegação na web, visualização de vídeos, execução de jogos e outras atividades básicas (leitura de e-mails, eReaders, calendário, notas, etc). Dentro desse perfil, encontrei dois modelos, que custaram entre R$ 200 e R$ 300 (no último dia da BCEE, os chineses liquidam os estoques mesmo), só que nenhum produto possui garantia. Você precisa comprar às cegas. Se der problema, você não tem para quem recorrer.

Qualidade de material

O material dos dois modelos adquiridos é de boa qualidade. Mas, veja bem, boa qualidade não quer dizer excelente. Considero como bom porque não vi nenhum pedaço de tablet se soltando, ou partes mal acabadas. O da esquerda (que lembra o Multilaser Diamond no seu acabamento) tem um bom plástico rígido na cor preta, enquanto que o da direita, em tom dourado, possui um acabamento metálico, que aparenta uma maior resistência ao produto. Na verdade, gostei da qualidade final dos dois em termos de durabilidade, e se levarmos em conta que são produtos “Made in China”, eles não devem muito aos modelos nacionais.

Espessura

O tablet dourado (desculpe, pessoal, são tablets “sem nome”, logo, vai ser essa a forma de diferenciar os dois” é mais fino que o preto, e mais agradável de se segurar com uma das mãos. O tablet preto é mais próximo do perfil nacional de produtos, com dimensões mais próximas aos modelos existentes no Brasil. A diferença de espessura pode ser justificada (apesar de não entender isso como um motivo primordial para isso acontecer) pelo fato do modelo em preto contar com uma saída microHDMI, permitindo assim que você reproduza vídeos, fotos, jogos e todo o conteúdo do dispositivo na sua TV ou monitor com dimensões maiores.

Aqui, temos as distribuições de conectores, botões de liga/desliga e fones de ouvido. Observei que no tablet dourado, os parafusos parecem ser um pouco maiores do que o recomendado para o produto final, o que na minha opinião é um problema de acabamento do projeto, deixando um pouco a desejar. Por outro lado, no geral, tudo o que você vê aí na foto em termos de conectores funciona sem problemas, exceto o conector microUSB do tablet preto, que não funcionou sob nenhuma circunstância, impedindo que eu recarregasse a bateria do dispositivo pelo cabo USB, ou que inserisse conteúdos do computador diretamente no tablet, como fotos e aplicativos de terceiros. Mas, como disse lá em cima, era um investimento “de risco”. Já sabia que algo poderia dar problemas.

Aqui,um pouco mais de detalhes dos produtos. Decidi comprar tablets bem simples. Tanto, que nenhum dos modelos possui uma câmera traseira (sou um daqueles que acha desnecessário ter uma câmera traseira em um tablet), e não foi pela questão de custos. Queria mesmo saber se mesmo nos produtos que eles consideram “furreca”, a qualidade pode ser algo minimamente razoável.

De novo chamo a atenção para a baixa espessura para esse produto. Tem tablet nacional que precisa aprender com o exemplo dos chineses (nesse aspecto).

Desempenho e funcionalidades

Agora, vamos ao que interessa! Quando você compra um produto de tecnologia, mesmo que seja um “xing-ling”, o que mais você espera dele é que ele funcione, certo? Ok… os tablets chineses da Brazil Consumer Electronics Expo funcionam! E bem! Para minha surpresa. Digo isso porque quando você testa um produto de forma rápida, como foi feito com esses dois tablets, você sempre está sujeito a passar por problemas no pós compra, e nesse caso em especial, a garantia é zero. Não que eu estivesse muito preocupado com isso, pois sabia do destino que esses produtos teriam, mas é bom saber que, no final, os resultados são positivos.

Os dois modelos possuem especificações básicas semelhantes. Nos dois modelos, o sistema operacional instalado era o Android 4.0.4 (Ice Cream Sandwich) em seu estado “puro”. Posso dizer o “puro” “entre aspas” porque o nível de personalização de suas interfaces era realmente muito baixo (menos de 5%), com modificações apenas no tamanho dos ícones da tela de aplicativos em um deles, e poucas modificações de interface no segundo modelo. Ou seja, um tablet Android de verdade nesse aspecto. Sem frescuras.

Ah, pra não dizer que os tablets não tinham nenhuma câmera: os dois modelos contavam com uma câmera frontal, que era até bem razoável para os testes via Skype.

Um botão central quadrado, e na lateral do produto. Entenderam? Quadrado! Até os chineses pensaram em um botão de home QUADRADO!

Aqui, a tela de algumas das especificações técncias de um dos modelos, comprovando a presença do Android 4.0.4. E funcionando bem. Aí eu pergunto: o que impede que alguns fabricantes nacionais façam o mesmo com os seus produtos? Qual seria a grande dificuldade de combinar um software atualizado e uma boa performance? Fica a questão.

Aqui está uma das poucas personalizações que encontrei em um dos produtos adquiridos. Na maioria dos tablets que testei, os ícones de aplicativos não são de dimensões tão generosas. Não estou criticando isso, pelo contrário. Tal característica pode até beneficiar aqueles que possuem dificuldades em ver pequenas informações na tela. Mas fica claro que, aqui, o sistema foi modificado. E esse é o tipo de modificação que não afeta nem um pouco o desempenho do sistema.

A qualidade de exibição da tela é boa, mas não é melhor do que a dos tablets nacionais. É possível perceber as fontes serrilhadas, sem um contorno muito bem definido. É claro que eles não são exibidos como um videogame de 8-bits, mas quando vemos bem de perto, é possível ver tais deformações. Mas são bem pequenas. Aqui, é uma opinião que, para os menos exigentes, pode ser perfeitamente desconsiderada.

Os elementos mais básicos do Android 4.0 estão presentes, tais como papéis de parede e atalhos de comandos do sistema operacional. Em um dos modelos eu tive que instalar a Busca por Voz através do Google Play. Que por sua vez (e de forma surpreendente), estava disponível de forma nativa nos dois tablets. No passado, isso não acontecia com facilidade. Me lembro do Coby Kyros que cheguei a testar em 2010 (que por sinal, era horrível), que foi um parto para instalar a Android Market (na época).

Um ponto muito positivo em um dos tablets (o preto) é a presença da porta miniHDMI. Ela funcionou perfeitamente nos testes, exibindo em 720p os elementos exibidos na tela do Android. Uma bela mão na roda para funções específicas, principalmente na hora de reproduzir o próprio Android na TV. E alguns modelos nacionais, que custam o dobro, simplesmente não incluem esse recurso nesse tipo de produto.

De um modo geral, ss aplicativos instalados funcionaram bem no dispositivo. Houveram algumas exceções, e falo delas daqui a pouco. Os dois modelos contavam com processadores de 1.2 GHz. Segundo os vendedores, eram chips dual-core, o que dá até para acreditar, pois o desempenho dos tablets foi muito fluído durante os testes, sem travamentos. Mas, pelo sim, pelo não, vamos considerar que os processadores presentes eram do tipo single-core. Além disso, o hardware do produto se completava com uma capacidade de armazenamento interno de 4 GB, e 768 MB de RAM, o que não influenciou em nada no desempenho. Ambos tiveram uma performance em jogos, vídeos e navegação na internet com excelentes resultados.

Encontrei algumas restrições técnicas no tablet dourado. Por exemplo, o Cute The Rope apresentou leves engasgos em sua execução, o aplicativo oficial do Facebook foi executado com muita lentidão, comprometendo o desempenho de boa parte do tablet, e o Tweetdeck, meu aplicativo preferido para contas do Twitter e Facebook no Android, simplesmente não funcionou. Ou seja, até mesmo os chineses possuem os seus problemas, e não são 100% confiáveis.

Por fim, o que posso dizer é que os tablets “xing-ling” ou “Made in China” melhoraram muito. São produtos muito mais aceitáveis do que a primeira leva desses produtos que desembarcaram no Brasil em 2010, e acredito que, para quem não quer exigir muito desse tipo de dispositivo, e só quer um tablet “para chamar de seu”, ou para jogar Angry Birds no final de semana, pode ser uma opção a ser considerável, principalmente pela relação custo/benefício. Alguns modelos nacionais não apresentam a fluidez de tela que esses modelos apresentaram, ou a performance na execução de aplicativos, o que pode até significar um sinal de alerta para uma concorrência que está cada vez em nosso mercado.

Para o consumidor, ainda vale as recomendações básicas:

1) Pesquise. Muito. Gaste um bom tempo na internet estudando sobre o produto que você vai comprar. De um grande fabricante ou de um chinês na Santa Ifigênia.
2) Nunca compre na primeira loja. Vale a pena uma pesquisa de preços prévia antes de começar a pagar pelo produto.
3) Quando puder, faça um teste no produto, na loja. Veja se o mesmo é do seu agrado. Gosto é muito relativo, e algo que não me agrada pode te satisfazer na experiência de uso.
4) Busque sempre algum tipo de garantia no produto que você está comprando. Hoje em dia, mesmo os vendedores da Sta. Ifigênia está dando três meses de garantia, em caso de defeitos de fabricação.
5) Faça a compra com alegria no coração e sem peso na consciência. Comprar uma nova tecnologia deve ser uma experiência prazerosa. Desfrute disso.

Abaixo, um vídeo comparativo dos dois produtos.

Faça um “test drive” de 90 dias com a versão final do Windows 8

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Você, amigo leitor ansioso, não que esperar nem mais um minuto para testar o Windows 8? Ok, você tem então 90 dias para avaliar a versão final do produto.

O Windows 8 Evalution for Developers está disponível na Microsoft Developer Network Evalution Center, e a empresa diz que esta versão “é dedicada aos desenvolvedores de aplicativos para o Windows 8 e profissionais de TI interessados em testar o Windows 8 Enterpreise dentro de sua empresa”, mas na prática, está disponível para quem tiver coragem em testar o software.

A empresa não oferece nenhum suporte técnico para esta versão de testes, ou seja, você está indo para um caminho sem nenhum tipo de GPS (faça a viagem por sua conta e risco). Além disso, detalhes importantes descritos pela MSDN.com merecem ser enfatizados:

Coisas que você precisa saber antes de instalar:

– A edição para desenvolvedores não pode ser atualizada depois de sua validade expirada.
– Para atualizar o sistema, você precisa desinstalar a versão de testes, para depois instalar a versão final do Windows 8 (após os 90 dias).
– Considere executar essa versão para desenvolvedores em uma unidade virtual, ou uma partição em separado do seu disco rígido. Desse modo, você pode atualizar o seu Windows original para o Windows 8 sem problemas.
– Durante o registro do produto (exigido), você precisa estar logado à uma conta Microsoft e oferecer o seu nome, e-mail e país de origem.
– Você deve registrar essa versão trial na internet em até 10 dias após a instalação.
– Uma vez instalada, esta versão não pode ser atualizada. para reverter a instalação para uma versão prévia do Windows, você precisa fazer uma instalação “limpa” do seu sistema operacional original.
– Depois de ativado, você tem 90 dias para usar essa versão. Você pode verificar quanto tempo falta verificando a “marca d’água” no canto inferior direito do desktop do Windows.
– Se você não conseguir ativar o sistema em 10 dias, ou o seu período de avaliação expirar, o fundo do desktop vei ficar em preto, e você verá persistentes notificações indicando que o sistema não é genuíno, desligando assim o equipamento a cada hora, perdendo todo o trabalho que não for salvo.
– Após o período de avaliação, você precisa substituir o sistema operacional, reinstalando dados e programas.

Telas do Galaxy S II e S III são comparadas: o quanto a tela do S III é melhor?

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Por muitas vezes foi falado da qualidade da tela do novo Samsung Galaxy S III, e o quanto ela melhorou em relação ao Galaxy S II. Noves fora para todo o novo hardware adicionado pela Samsung na versão mais nova… o quanto a tela do S III é melhor?

O pessoal do site DisplayMate resolveu fazer o teste, comparando até três telas AMOLED no mercado, em conjunto com os dois já citados smartphones da fabricante sul-coreana. Como já era de se esperar, esta comparação não serviu para se conhecer em detalhes a evolução da tecnologia AMOLED e as inovações aplicadas pela Samsung para uma melhor experiência visual, mas outros detalhes permanecem os mesmos já apontados por outros dispositivos.

A gama de cores se mantém nos 138% do padrão sRGB em todas as telas, e é por causa disso que as imagens apareçam saturadas nas telas. Ou seja, não adianta xingar muito o seu fabricante: todos usam o mesmo sistema de cores, e o diferencial pode ficar por conta do processamento gráfico de cada dispositivo. Sobre a temperatura de cores, o site revela que  ainda que a Samsung tenha um tom de branco mais natural, com o Galaxy S III alcançando os 7.900 K, o modelo top dos sul-coreanos fica longe do que é considerado ideal, ou seja, os 6.500 K.

Acredite, se quiser, mas em um smartphone que, no Brasil, custa R$ 2.100,00, temos um ponto onde teoricamente o Galaxy S III piorou (segundo o estudo da DisplayMate): o reflexo da luz.

Vale registrar que essa piora não é tão acentuada como se imagina, mas é uma involução, uma vez que o Galaxy S III conta com 5% de reflexo, e esse valor ainda é um dos mais baixos entre os modelos top de linha do mercado atual. Porém, é uma taxa de reflexo mais alta do que os presentes nos modelos anteriores. Honestamente, não sei até que ponto os proprietários do S III serão prejudicados com 5% de reflexo em suas telas. Talvez as mulheres que gostam de retocar o batom e a maquiagem usando a tela do smartphone como “espelho”.

Se você quiser ler o estudo completo, clique aqui.

Samsung Galaxy S III tem a melhor bateria do mercado

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Sempre temos essa pergunta: qual é o smartphone que possui a melhor autonomia de bateria do mercado? A mais recente resposta é “Samsung Galaxy S III”. A empresa prometeu isso na apresentação do modelo, e alguns testes parecem confirmar isso.

De acordo com testes recém realizados pelo site Which com diversos equipamentos disponíveis no mercado, o Galaxy S III possui uma autonomia contínua durante as chamadas de 726 minutos, deixando para trás adversários de peso, como o HTC One X, Xperia S, iPhone 4S, entre outros. Por causa do tamanho da bateria do smartphone da Samsung, já era de se imaginar que ele seria o vencedor, mas como nem sempre tamanho quer dizer autonomia de uso quando combinada com o software, é sempre bom ter provas que respaldem a teoria.

O site revela em detalhes quais são os resultados de autonomia dos aparelhos testados. Lista abaixo:

– Samsung Galaxy S III: 726 minutos (bateria de 2.100 mAh)
– HTC One X: 635 minutos (bateria de 1.800 mAh)
– Sony Xperia S: 520 minutos (bateria de 1.650 mAh)
– iPhone 4S: 467 minutos (bateria de 1.432 mAh)

Em quinto lugar, como revela o gráfico no topo desse post, existem mais de 100 telefones com uma autonomia similar. O teste se limitou a avaliar a autonomia de chamadas nas redes 3G, sem revelar qual seria essa mesma autonomia durante a reprodução de vídeos ou navegação na internet, onde o resultado pode variar.

Com certeza aqueles que adquiriram um smartphone como o Galaxy S III ou os outros dispositivos testados no comparativo não pensam muito na intensidade das ligações telefônicas, mas sim em como aproveitar as suas propriedades multimídia. Mas, de qualquer forma, é interessante ter um ponto de referência sobre a autonomia desses aparelhos.

Via Which

TargetHD Podcast | Um teste para o retorno do Podcast

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Nesta Edição:

– Um teste do novo feed e do novo servidor. Se tudo funcionar perfeitamente, o podcast volta na próxima sexta-feira.

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[Nokia Ovi Expedition II] Parte do material produzido em fotos e vídeo, para ganhar um Nokia N8

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Clique na imagem para ampliar

Durante o Nokia Ovi Expedition II, os blogueiros e jornalistas presentes foram separados em grupos, para poder conhecer um ponto interessante de São Paulo, e explorar todas as possibilidades que o Nokia N8 tem a nos oferecer, na sua parte GPS, envio de conteúdos pelos widgets de redes sociais, e principalmente, sua capacidade de tirar fotos e gravar vídeos com sua câmera. No nosso caso, nos deslocamos até o Parque do Ibirapuera, e posso dizer que os resultados foram muito acima do que eu esperava. O N8 tem uma câmera simplesmente excelente para fotos e vídeos (e olha que, no caso do vídeo, não filmamos em 720p). Bom, neste post, vocês vão ter uma amostra das fotos que tiramos para o projeto solicitado pela Nokia, e que foi o conteúdo vencedor do Ovi Expedition, garantindo para mim e para outros blogueiros e jornalistas um exemplar do N8, o mais novo lançamento da Nokia no Brasil. Ao longo da semana, postarei mais fotos e vídeos registrados nesta visita.

Clique nas fotos abaixo para vê-las em seu tamanho original.

Abaixo, o vídeo vencedor. Divirta-se!

O Nokia N8 já está em pré-venda. Clique aqui para mais detalhes.