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Microsoft torna mais simples a recusa ao Windows 10

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A política adotada pela Microsoft em relação ao update gratuito para o Windows 10 causou muita polêmica, que só se agravou quando muitos usuários reclamaram de problemas na manutenção básica do PC e por falsas notificações do sistema.

A Microsoft se tocou, e decidiu tomar medidas para acabar com este mal estar. Terry Myerson, vice-presidente da divisão Windows, informou que a empresa está reformulando a interface da tela de notificação de atualização gratuita, para que ela fique mais fácil de ser recusada.

É provável que muitos entendam que esta decisão chega tarde, já que falta apenas um mês para o fim do prazo oficial de atualização gratuita para o Windows 10, mas em todo caso é uma boa ideia, e não descartamos que pode estar relacionada com o processo que a Microsoft perdeu recentemente, que obrigou a empresa a pagar US$ 10 mil pela prática.

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A janela atual mostra claramente a opção “clique aqui para adiar ou cancelar a atualização”, mas tudo se reduz ao fato do usuário que não está atento à manutenção básica do seu equipamento, que faz a atualização automaticamente e culpa a Microsoft por isso.

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Via Liliputing

Microsoft confirma o seu apoio ao Windows 10 Mobile

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A Microsoft confirmou que segue apoiando o Windows 10 Mobile, apesar de diversas evidências apontarem justamente o contrário.

O sistema é parte vital dos planos de convergência da Microsoft, e quem deixa claro isso é Terry Myerson, vice-presidente do grupo de Dispositivos e Windows, através de um e-mail enviado para diversos parceiros e executivos da empresa, onde podemos ver como eles seguem acreditando no Windows 10 Mobile e no valor que ele representa, principalmente dentro do setor profissional.

Como sabemos, os resultados jogam contra a Microsoft, mas o mercado mobile é algo muito valioso para ser abandonado (por enquanto), algo que é também compreensível depois do grande investimento feito na compra da divisão móvel da Nokia. Dentro do mercado de consumo geral, a situação para o Windows 10 Mobile é muito complicada: Android e iOS dominam de forma contundente, e a Microsoft perdeu terreno, apesar do claro potencial do Windows 10 Mobile. Mas tal e como indica Myerson, o setor profissional pode ser o melhor caminho para essa plataforma móvel.

Por fim, Myerson também confirmou que eles estão trabalhando em novos dispositivos com Windows 10 Mobile. Não entrou em detalhes, mas imaginamos que um desses futuros dispositivos poderia ser o especulado Surface Phone. Vamos esperar pelos próximos acontecimentos e, principalmente, pelas novidades que a Microsoft pode anunciar. Fato é que: depois de tanto investimento e tempo gasto no desenvolvimento do sistema, abrir mão de uma hora para outra não faria muito sentido.

Logo, é melhor tentar mais um pouco. Por enquanto.

Via GSMArena

Microsoft explica a ausência do Windows 10 Mobile na BUILD 2016

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Muitos perceberam a ausência do Windows Phone (ou Windows 10 Mobile) da BUILD 2016. O sistema operacional móvel da Microsoft só apareceu no evento de forma indireta, essa ausência gerou especulações do tipo “o Windows Phone/Windows 10 Mobile morreu?” (inclusive da nossa parte).

É fato que a plataforma móvel de Redmond não passa pelo seu melhor momento, e que a Microsoft tomou decisões questionáveis, como a de atualizar de forma limitada os dispositivos com Windows Phone 8.1 para o Windows 10 Mobile, descumprindo a promessa de atualizar ‘todos os dispositivos que utilizam o Windows Phone 8.1’.

Diante de tudo isso, Terry Myerson, vice-presidente executivo do grupo de Dispositivos e Windows na Microsoft, deu uma entrevista para o The Verge, onde garante que os smartphones NÃO SÃO a prioridade da Microsoft em 2016.

A seguir, a tradução literal das palavras de Myerson, pra que você, amigo leitor, tire suas próprias conclusões. Como sempre, convido você a dar a sua opinião, e ainda que seja evidente que eles deixem o tema dos smartphones em um segundo plano, é preciso ter em mente que a decisão deles é compreensível, já que eles estão mais focados nos temas da convergência.

Com a palavra, Terry Myerson:

“Estamos plenamente comprometidos com as telas de 4 polegadas, e chegará o momento em que este será o nosso objetivo. Nesse momento é parte da família, mas não é o núcleo onde espero gerar o interesse dos desenvolvedores durante o próximo ano. Não é necessário entrar em detalhes sobre a importância do fator de forma, mas tanto para a Microsoft como para o ecossistema Windows é um objetivo equivocado”.

Via Neowin

Microsoft esclarece a polêmica da privacidade no Windows 10

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O debate público está aberto. Além dos benefícios do Windows 10, a suposta falta de privacidade no novo sistema operacional da Microsoft está em evidência. A ponto da empresa ter que explicar o que está acontecendo, e os motivos para que você não precise se preocupar. Por enquanto.

Terry Myerson, vice-presidente executivo da divisão do Windows e dispositivos, publicou um post no blog oficial da Microsoft, onde tenta esclarecer algumas das dúvidas dos usuários sobre a privacidade, deixando claro que esse é o fator mais importante para a empresa.

“A confiança é um pilar fundamental da nossa visão de computação pessoal, e sabemos que temos que conquistá-la. Nos levamos tempo suficiente para ampliar a documentação sobre nosso foco (da privacidade)”.

Desta forma, a Microsoft explica que todas as informações do usuário são divididas em três níveis: os dados de segurança e confiabilidade, os dados de personalização e os dados publicitários, de forma que esses dados só incluem um conjunto de identificadores, como podem ser o identificador único do dispositivo, o tipo de dispositivo e as falhas dos aplicativos, tudo de forma anônima.

Recompilar esses dados permite à Microsoft melhorar a sua base de dados de localizações, antenas de telefonia móvel e pontos de acesso WiFi, mas em nenhum caso guarda os dados que identificam a pessoa. Tudo é compilado de forma opcional, e só é utilizado para melhorar os serviços entregues aos usuários:

“Desde o começo, desenvolvemos o Windows 10 com dois princípios de privacidade em mente: 1. O Windows 10 colhe a informação para que os produtos e serviços funcionem melhor para o usuário; 2. O usuário tem o controle e a capacidade de determinar qual informação será compilada.”

Obviamente, algumas funcionalidades que exigem os dados do usuário. Por exemplo, o Cortana ou a recomendação de contatos, o dicionário personalizado e as sugestões de texto e auto-correções, além de sua visualização em outros aplicativos. Aqui, acontece o mesmo que já ocorre no Android, iOS ou OS X: os dados do usuário são agrupados para que os apps possam visualizá-los de acordo com as suas necessidades.

A maioria dos dados coletados são totalmente opcionais no Windows 10, e podem ser desativados a qualquer momento, e não é diferente do que acontece em qualquer outro sistema operacional do mercado.

No final, Terry ainda dá uma cutucada na Google:

“Diferente de outras plataformas, não importa as opções de privacidade que você escolhe: nem o Windows 10, nem qualquer outro software da Microsoft escaneia o conteúdo do seu e-mail ou outras comunicações ou arquivos com a finalidade de oferecer publicidade dirigida.”

Para bom entendedor…

Via Blog Oficial do Windows