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15 milhões de contas do Telegram foram hackeadas no Irã

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Hackers iranianos captaram um número indeterminado de contas do Telegram, identificando os números de telefone de 15 milhões de usuários do país.

É a maior brecha de segurança do Telegram até agora, apesar da segurança do serviço em si não ser comprometida. Os ataques aconteceram esse ano e não foram informados até agora, colocando em risco as comunicações de ativistas, jornalistas e outras pessoas importantes no Irã. No país, 20 milhões de pessoas usam o serviço, e boa parte dos 100 milhões de usuários da plataforma estão no Oriente Médio.

O Telegram se destaca por ser um dos primeiros a oferecerem o chat codificado de ponta a ponta, algo implantado depois pelo WhatsApp. Essa codificação não estaria comprometida, já que os ataques utilizaram uma vulnerabilidade do serviço no uso das mensagens de texto para ativar novas contas ou ativar contas existentes em novos dispositivos.

Os hackers interceptaram esses códigos, permitindo a adição das contas do Telegram em novos dispositivos obtendo assim o número de telefone, histórico de conversas e novas mensagens.

 

Governo iraniano pode estar por trás disso

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Suspeita-se que existe uma conexão entre os grupos de ciberdelinquentes, as operadoras de telecomunicações iranianas e o governo, que quer combater os ativistas políticos, opositores e movimentos reformistas. Logo, não foi uma falha de segurança, mas sim um boicote das operadoras apoiado pelo governo do país.

O telegram comenta que a ameaça via SMS de verificação não é algo novo, e alertam os usuários sobre o assunto. No ano passado, eles implementaram a verificação em dois passos, justamente para se prevenir dessas situações, além de reforçar a proteção das contas.

Via Venture Beat, Telegram

Por que o WhatsApp não colabora com as autoridades brasileiras?

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Não queremos ser aqui advogados do diabo, nem estamos apoiando a decisão de um juiz que não sabe interpretar direito o Marco Civil da Internet. Porém… regras são regras. Podemos discutir as regras, mas que elas existem, existem. O WhatsApp está bloqueado no Brasil até a próxima quinta-feira (05), às 14h (em teoria) por ordem judicial, como punição por não colaborar com investigações contra o narcotráfico.

Não é o primeiro bloqueio que o WhatsApp sofre no Brasil. Em fevereiro e dezembro de 2015, o serviço passou pelo mesmo problema, e pelo mesmo motivo: se negar a colaborar em investigações realizadas pelas autoridades legais brasileiras. As cinco principais operadoras móveis do país, além das operadoras de telefonia fixa receberam a ordem emitida pelo juiz Marcel Montalvão, e cumpriram com a decisão, já que a multa pelo descumprimento é de R$ 500 mil por dia.

Agora, a justiça negou o recurso do WhatsApp. O desembargador Cezário Siqueira Neto, do tribunal de Sergipe, manteve a decisão de Montalvão, e o aplicativo segue bloqueado. Mais de 100 milhões de brasileiros utilizam o serviço para se comunicar, administrar seus negócios e outros interesses pessoais e comerciais. De acordo com comunicado dos representantes do serviço, “para obrigarmos a entregar informações que afirmamos repetidamente que não temos”.

 

O preço da privacidade

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Obviamente, tanto para o WhatsApp como para o Facebook e, principalmente, para os usuários, a medida é desproporcional. Mesmo assim, eles seguem declarando que não possuem as informações que as autoridades solicitam, e afirmam textualmente que colaboraram “em toda a extensão de sua capacidade com os tribunais brasileiros”.

O que a justiça precisava, afinal de contas?

Ao que parece, o acesso aos dados de alguns usuários que, segundo a polícia, se comunicavam pelo aplicativo, com o objetivo de obter nomes, endereços e acessos à redes sociais dos envolvidos nas investigações. Algo que implicaria violar a privacidade deles, e este é um tema que tanto o WhatsApp como muitas das grandes empresas de tecnologia levam muito a sério, e sofrem as consequências das decisões que a justiça brasileira pode tomar.

Por exemplo, a prisão de Diego Dzodan, representante máximo do Facebook no Brasil, que passou 24 horas detido como medida paralela ao mencionado bloqueio, com o objetivo que o mesmo colaborasse, compartilhando os dados que supostamente o serviço possui referente à operação de narcotráfico.

 

Os limites e o outro lado da moeda

 

As autoridades brasileiras podem agir dessa forma?

Infelizmente, tem, mas este é outro aspecto do debate sobre onde estão os limites de exigência da justiça e o início do direito da privacidade em caso de investigações. Principalmente levando em conta que, desta vez, a punição vai muito além da empresa, afetando usuários que não tem nada a ver com o assunto, e ficam sem o serviço, levando prejuízos diversos, desde gastos adicionais com comunicação até problemas de gestão de suas atividades profissionais pelo aplicativo.

Sem falar no prejuízo secundário para o WhatsApp: além do serviço suspenso por alguns dias, vê os usuários buscando outros serviços, principalmente o Telegram, que registrou um pico de 1 milhão de novos usuários nas primeiras horas de bloqueio do principal concorrente. O próprio Telegram teve que pedir desculpas por não conseguir absorver todas as petições de códigos de verificação para ativar o aplicativo.

Não será surpresa se novos bloqueios acontecerem por conta de determinações da justiça. Afinal de contas, o Artigo 12 do Marco Civil da Internet tem uma enorme brecha para isso (e esse é apenas um dos exemplos que reforçam a teoria que o texto foi mal formulado). O que fica claro é que há muito a ser feito no âmbito legal e penal em relação aos direitos da privacidade à informação, e casos como esse não serão os primeiros, muito menos os últimos.

Infelizmente.

Via BBC

Telegram desmente tentativa de compra por parte da Google

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Publicamos hoje aqui no blog a informação sobre a suposta reunião entre Sundar Pichai (CEO da Google) e Pavel Durov (fundador do Telegram), onde o executivo da gigante de Mountain View teria oferecido para Durov US$ 1 bilhão pela compra de sua plataforma móvel. Essa oferta teria sido recusada.

Pois bem, o próprio Telegram veio a público para desmentir a informação. Em comunicado para o site da Fortune, onde a Google afirmou que “não comentamos rumores nem especulações”, temos declarações bem contundentes vindas dos russos. Markus Ra, porta-voz do Telegram, afirma que a informação é falsa, em todo o seu contexto.

É preciso observa que, quando existe uma negociação entre duas partes, é comum ambas não se pronunciarem sobre a mesma, uma vez que revelar detalhes sobre essa compra pode interferir no valor final da compra, ou nos interesses de acionistas e investidores. Por outro lado, quando uma das partes simplesmente nega com essa ênfase, é certo dizer que o que foi divulgado antes foi um rumor sem fundamento, ou uma invenção da mente de um jornalista mais criativo.

De qualquer forma, com a situação exposta dessa forma, não resta outra alternativa a não ser desmentir a informação de compra previamente dada, e deixar a notícia em um canto escuro do esquecimento. E para aqueles que estavam preocupado com o futuro do software, podem respirar um pouco mais aliviados: o Telegram continua como um aplicativo independente. Pelo menos por enquanto.

Já o futuro à Deus pertence.

Via Twitter (Telegram)Fortune

Instagram está bloqueando links do Telegram e Snapchat

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Falar do Instagram é o mesmo que falar do Facebook, que é dona desse aplicativo e do WhatsApp… e este último por sua vez tem no Telegram um dos seus maiores rivais. O caso é que a rede social de fotos tomou uma medida muito questionável: bloquear os links nos perfis dos usuários.

Um porta voz do Instagram tenta justificar a decisão, garantindo que a mesma vai de encontro com a forma que eles consideram que deve ser utilizada essa plataforma, mas que permitem outros tipos de links. É claro que a resposta não faz muito sentido, já que links de sites como Twitter, LinkedIn e Facebook (obviamente) seguem funcionando sem problemas, um detalhe que deixa claro a intenção de bloquear a concorrência.

Nesse sentido, este é o único objetivo sensato que justifica o movimento do Instagram, e nos questionamos o que eles ganham bloqueando links do Telegram e do Snapchat nos perfis dos usuários.

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Por sua parte, o Telegram não teve dúvidas em criticar essa mudança, como vemos na mensagem publicada por sua conta oficial do Twitter, onde eles afirmam que “outro tentáculo do Facebook impede agora de compartilhar links do Telegram no perfil do usuário #hipocrisia”.

Via Engadget

Telegram já conta com 100 milhões de usuários ativos por mês

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O Telegram superou a barreira dos 100 milhões de usuários ativos ao mês. A informação vem do blog oficial do projeto.

Com aproximadamente dois anos e meio de vida, o aplicativo de mensagens instantâneas soube se posicionar em um mercado lotado de soluções similares. Aos números temos que adicionar outros detalhes para um contexto mais acertado, já que a adoção do Telegram vem em uma crescente constante, com 350 mil novos usuários por dia. Sobre os 100 milhões de hoje, em maio de 2015 eram 62 milhões. Sem falar nas 15 bilhões de mensagens enviadas todos os dias pelos usuários, 3 bilhões a mais do que o volume registrado em setembro de 2015.

Esta parece ser a notícia que os desenvolvedores do Telegram guardavam a sete chaves, quando a algumas semanas eles lançaram uma nova versão do aplicativo para smartphones, avisando que antes do final do mês eles voltariam com uma última atualização de interesse geral.

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Não estamos nem nos atrevendo a sugerir a possibilidade de, quem sabe, em um futuro próximo, chegar a fazer sombra ao onipresente WhatsApp, o Telegram se transformou em tempo recorde em um dos serviços de comunicação mais ativos, atraentes e populares do mercado, em grande parte graças a sua maior segurança (com alguns poréns…), e pelo suposto respeito à privacidade do usuário, em parte por sua estratégia de desenvolvimento de código aberto, o que resulta, entre outras coisas, em um amplo suporte multiplataforma.

Via Telegram

Vaticano prepara a Quaresma pelo Telegram

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A Quaresma começou. O período litúrgico é praticado pelo cristianismo como preparação para as celebrações dos eventos da Semana Santa e domingo de Páscoa. E o Vaticano está se comunicando com os seus fiéis sobre as leituras e versos do Evangelho alusivos ao período pelo Telegram.

O Telegram está substituindo o WhatsApp nessa tarefa em 2016. Os motivos não estão claros, mas está mais que evidente que na Santa Sé eles estão muito atualizados sobre as tendências tecnológicas, tal como demonstraram em outras oportunidades. Por exemplo, o Papa Bento XVI já utilizava o Twitter para compartilhar os seus discursos da Quaresma.

 

O canal do Telegram para seguir as atualizações da Quaresma é o @pgpompei, e lá é possível encontrar versos do Evangelho, imagens do Papa Francisco, de santos, links, arquivos de áudio com as homilias… sem falar nos emoticons, stickers e tudo mais. Tudo isso em italiano.

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Independente do fato de você ser católico ou não, é importante observar como eles se organizaram por dois motivos: a versatilidade que o Telegram demonstra para determinados segmentos e como uma instituição considerada presa no passado por muitos está se relacionando tão bem com a tecnologia. Sabem o que usam e como usam, explorando as possibilidades de um aplicativo, tal como um usuário hardcore faria.

Só falta agora o Vaticano começar a programar os seus próprios bots…. #brincadeira.

Vale também destacar a predileção do Vaticano pelo Linux, o software livre e dos formatos abertos.

Via Engadget

Como driblar o bloqueio do WhatsApp no Brasil?

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O termo do dia é VPN (Virtual Private Network, ou Rede Virtual Privada”. Com o WhatsApp bloqueado no Brasil por 48 horas (por força de uma decisão judicial), alguns usuários apelam para as VPNs para seguir utilizando o aplicativo, já que o serviço de mensagens instantâneas em si segue funcionando. O que foi bloqueado é o acesso à ele pelas operadoras locais.

Porém, muitas VPNs não são tão seguras, e os seus dados podem ser interceptados. Ou seja, se você já achava o WhatsApp algo desprotegido por si, imagine em uma rede que não oferece os mesmos protocolos de segurança que os tradicionais. É um tipo de exposição que não é das mais desejadas para muita gente. Logo, se for usar uma VPN, não realize transações bancárias, transferir fotos e vídeos comprometedores ou ou inserir números de cartão de crédito, mesmo em sites (teoricamente) protegidos.

Sem falar que pode ser um trabalho desnecessário. Além do fato da maioria esmagadora dos usuários do WhatsApp já utilizar o Facebook (por exemplo) – podendo manter a comunicação pelo Facebook Messenger sem mesmo ter uma conta na rede social -, de pouco vale você alterar a sua VPN se os seus demais contatos não fizerem o mesmo. Você poderá mandar mensagens pelo WhatsApp via VPN, mas seus contatos não vão receber essas mensagens.

Mesmo assim, a dica para burlar o bloqueio imposto ao WhatsApp no Brasil é o aplicativo BetterNet para Android e iOS. Ele mascara o acesso à web para outro país, permitindo assim que você utilize recursos e conteúdos que originalmente não são destinados à você.

Ou você pode utilizar o Telegram! ;)

O grande problema do Telegram é o segredo do seu sucesso

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O grande segredo do Telegram é a sua infraestrutura de criptografia, através do protocolo MTProto, criado pelo programador e matemático russo Nikolái Dúrov, irmão de Páve Dúrov. Os dois encabeçaram o projeto, e anteriormente foram co-fundadores da rede social russa VK.

O MTProto é um padrão aberto e muito seguro. Até o momento, ninguém conseguiu violar esse padrão, e não é por falta de incentivos: todos os anos acontecem “concursos” com recompensas de centenas de milhares de dólares para quem alcançar tal façanha.

Então… qual é o problema?

 

Um estudo recém publicado alerta sobre as falhas de implementação da citada codificação no Telegram, e dá vários conselhos aos seus responsáveis para corrigí-los. O documento em si tem uma terminologia complexa, onde apenas os especialistas da matéria vão compreender de forma adequada o seu conteúdo. Mas a base da crítica é a mesma feita desde que o serviço surgiu: de um modo geral, a criptografia própria é adotada com um foco errado no telegram.

Desse modo, o principal motivo do sucesso do Telegram – ter o seu próprio protocolo de transmissão de dados codificados – é o seu grande problema. Na criptografia, os padrões são predominantes, e quanto mais assentados estão, mais seguros eles são.

Para ler o estudo na íntegra (em PDF), clique aqui.

Via Muy Computer

WhatsApp para Android bloqueia URLs de concorrentes

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Parece que o WhatsApp começou a tomar medidas mais que questionáveis contra a concorrência. Na sua versão para Android, o aplicativo está bloqueando os links para o Telegram.

Ou seja, não é possível ativar ou copiar no WhatsApp qualquer link associado ao Telegram, incluindo o Telegram.com, que não tem nada a ver com o aplicativo de mensagens, sendo um site de notícias de Massachusetts. A medida é bem clara, e bloqueia qualquer link com a palavra Telegram, sem fazer distinções.

Não é um movimento novo: o Facebook também bloqueou links da rede social Tsu.co. E é possível que o WhatsApp tema a concorrência do Telegram, mesmo sendo o aplicativo mais utilizado na sua categoria. Não são poucos os usuários que já se deram conta das vantagens do Telegram, e migram para ele (ou usam os dois serviços).

É é fato que o Telegram é mais seguro e confiável para o usuário que o WhatsApp,.

Via Neowin