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O futuro da BlackBerry está no software?

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Todos nós sabemos que a situação que atravessa a BlackBerry é bem complicada, e que seu CEO, John Chen, está fazendo o que pode para tentar tirar a empresa canadense do atoleiro em que se encontra. Porém, infelizmente, nada está funcionando.

Sua última grande aposta/aventura, o BlackBerry Priv, teve uma queda nos envios durante o último trimestre, passando das já escassas 700 mil unidades para 600 mil unidades, um dado que pode não parecer grave, mas somando com tudo o que vem acontecendo com a empresa nos últimos meses, é mais um elemento que pode se traduzir em arrasto no mercado mobile.

A receita caiu em 30%, e a estratégia em apostar no Android como sistema operacional em detrimento ao BlackBerry OS não funcionou. Esse é um cenário que cria um futuro muito negro para a empresa canadense. Mesmo assim, existem duas luzes no final desse túnel, que podem não ser um caminhão vindo em direção contrária: o software e os serviços.

A empresa com sede em Ontario começou a levar alguns dos seus serviços para as principais plataformas móveis do mercado. O BlackBerry Messenger e o BlackBerry Enterprise está presente nas plataformas iOS e Android, e isso mostra que ainda que a sua situação como fabricante de smartphones seja algo insustentável, eles podem sobreviver com o desenvolvimento de software e dos seus serviços de segurança para empresas.

Nessa adoção multiplataforma, os números obtidos pelos canadenses no último trimestre rendeu uma receita de US$ 153 milhões, o dobro comparado com o mesmo período do ano passado, e com expectativas de crescimento sustentável de 30% para 2017.

Logo, a pergunta é mais do que oportuna: deixará a BlackBerry de fabricar smartphones para apostar exclusivamente no software e nos seus serviços?

Via Liliputing

Oi lança planos Oi Total com internet, TV e telefones fixo e móvel

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A Oi apresentou hoje (28) a sua nova marca e o seu novo formato de planos conjugados, o Oi Total.

A aposta da operadora é na convergência de serviços de TV por assinatura, banda larga, celular e telefonia fixa. Agora o assinante pode contratar um plano com os serviços de sua preferência, sem ser obrigado a ter outros serviços que não vai utilizar. O novo Oi Total substitui o até agora vigente Oi Conta Total.

O novo Oi Total conta com três planos essenciais:

– Oi Total Conectado: celular, fixo ilimitado e banda larga de 10 Mb/s
– Oi Total Residencial: TV por assinatura, fixo ilimitado e banda larga de 10 Mb/s
– Oi Total Solução Completa: TV por assinatura, celular, fixo ilimitado e banda larga de 10 Mb/s

Em todas as categorias temos quatro subdivisões com variáveis de pacotes de TV por assinatura e celular: básico, intermediário, avançado e top. O modelo básico de TV conta com 118 canais (20 em HD), 250 minutos de chamadas no celular e 3 GB de dados, enquanto que a opção top oferece TV com 199 canais (65 em HD), 3 mil minutos de chamadas no celular e 10 GB de dados. A velocidade da banda larga é de livre escolha dentro dos planos, com valores adicionais de R$ 10 para 20 Mb/s, R$ 20 para 25 Mb/s e R$ 30 para 35 Mb/s.

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Todas as opções contam com acesso ilimitado ao serviço Oi WiFi, e é possível compartilhar o plano de celular com dependentes (R$ 21 por linha extra), com R$ 40 a mais por 10 GB de dados para o titular.

Os planos avançado e top da TV contam com decodificador com recurso de gravação (DVR), mas os pontos adicionais custam R$ 24,90 por decodificador adicional em todos os planos. Esse receptor passa a ser conectado na internet, permitindo o acesso ao Oi Play sem a necessidade de um computador, tablet ou smartphone.

oi-logo-2016-02A identidade visual da Oi foi reformulada, deixando de lado o tom amarelo e passando a adotar os tons gradientes em suas 70 variações de logotipo.

Os novos logotipos foram desenvolvidos para se adequarem ao mundo digital, oferecendo assim uma marca mais orgânica e fluída. A ideia é que o consumidor perceba que a Oi é agora um “multiplicador de conexões”, e não apenas uma operadora de telecomunicações.

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Via Tecnoblog

Vivo Controle Giga: novo plano controle inclui minutos para outras operadoras

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A Vivo anunciou o Vivo Controle Giga, os seus novos planos controle que incluem uma maior franquia de internet e pacotes de minutos para outras operadoras.

O novo Vivo Controle Giga chega depois de meses sem qualquer tipo de alteração nessa modalidade por parte da operadora, além de ser uma forma da Vivo em se adequar às propostas oferecidas a algum tempo por outras operadoras. São planos mais competitivos, onde o pacote de internet mínimo passa a ser de 1 GB, mais generosos dos que os 400 MB previamente oferecidos.

Aqui estão as quatro novas opções do Vivo Controle Giga:

– 1 GB, ligações ilimitadas para Vivo e Vivo Fixo, 25 minutos para celulares e fixos de outras operadoras e SMS ilimitado: R$ 39,99
– 1,5 GB, ligações ilimitadas para Vivo e Vivo Fixo, 50 minutos para celulares e fixos de outras operadoras e SMS ilimitado: R$ 54,99
– 2 GB, ligações ilimitadas para Vivo e Vivo Fixo, 75 minutos para celulares e fixos de outras operadoras e SMS ilimitado: R$ 69,99
– 2,5 GB, ligações ilimitadas para Vivo e Vivo Fixo, 100 minutos para celulares e fixos de outras operadoras e SMS ilimitado: R$ 84,99

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Como podem perceber, os saltos são de 500 GB de dados e 50 minutos de chamadas para cada plano, que tem variação de preço de R$ 15. Com a chegada dos planos fechados de minutos para outras operadoras, acabam os créditos para uso livre. Dá quase no mesmo, mas ao menos o controle do usuário é ainda maior, já que é possível verificar quantos minutos lhe restam para contactar os números que não são Vivo ou Vivo Fixo.

Como é o perfil desse plano, caso os créditos do usuário cheguem ao fim antes do período de virada do plano, é possível recarregar a linha como se fosse um número pré-pago, e seguir utilizando como minutos adicionais de chamadas para outras operadoras, no valor de R$ 0.50 o minuto (valor promocional). Vale lembrar que não há cobrança de roaming nacional para chamadas recebidas.

Via Vivo, Tecnoblog

As vantagens do COMBO MULTI

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Hoje em dia, é comum a gente ver as principais operadoras de telecomunicações oferecerem serviços combinados para clientes residenciais e empresas. Por normalmente contarem com serviços de internet banda larga fixa, TV por assinatura, telefonia fixa e internet/telefonia móvel, todos esses serviços passam por uma mesma infraestrutura. Por isso, é mais do que lógico que esses serviços sejam oferecidos ao cliente em pacotes combinados, ou combos.

É claro que ninguém é obrigado a contratar os serviços combinados, de nenhuma operadora. E nenhuma prestadora de serviço obriga o cliente a contratar os seus serviços exclusivamente de forma combinada (ou limita a disponibilidade de um determinado serviço a contratação de um outro serviço). Porém, para muitos usuários, o combo é altamente recomendado.

Não somente pela comodidade oferecida em ter todos os serviços em uma única conta, com um único valor – o que também resulta em uma maior praticidade na hora de pagar por esses serviços, além de um maior controle no valor final da conta -, como também pelas vantagens que o combo oferece em relação aos contratos individuais dos serviços. Como o combo se encaixa em uma modalidade diferente de contratação, a operadora pode oferecer descontos muito interessantes, ou serviços adicionais para os assinantes desse combo.

O COMBO MULTI da NET é uma das opções disponíveis no mercado brasileiro, e oferece vantagens substanciais para o assinante em relação a uma contratação individual. Somando aos benefícios já ofertados a todos os assinantes, é possível obter uma relação custo-benefício muito boa em determinados serviços.

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De início, os assinantes do COMBO MULTI (internet banda larga fixa + TV por assinatura + telefone fixo + internet/telefone móvel da Claro) contam com o dobro de minutos contratados no NET FONE e na franquia de voz e dados do celular. Seguindo com a tendência de que as pessoas hoje estão mais e mais conectadas, os assinantes dessa modalidade também acabam recebendo o dobro da velocidade de internet do NET VIRTUA, atendendo assim o anseio de uma geração de usuários que querem fazer mais e melhor na internet.

Outras vantagens estão presentes aos assinantes de outras modalidades e combinações, como por exemplo o modem Wi-Fi residencial gratuito e o Wi-Fi fora de casa, onde o assinante NET pode acessar uma rede de internet sem fio exclusiva da operadora em determinados estabelecimentos (casas de espetáculos, aeroportos, etc). Já o NET antivírus é um benefício que pode ser contratado em separado pelos demais assinantes, mas no COMBO MULTI, o assinante recebe gratuitamente.

Para os usuários de telefonia Claro, vale a pena revisar alguns dos benefícios recebidos: acesso às principais redes sociais (Twitter, Facebook e WhatsApp) sem desconto na franquia de dados, envio de mensagens SMS ilimitado para todas as operadoras, e chamadas de voz entre telefones Claro de graça.

Por fim, para o serviço de TV por assinatura, são mais de 200 canais com uma grande variedade de gêneros de programação, sendo vários deles em HD, além do NET NOW, com uma programação diferenciada, atuando como uma locadora virtual direto na TV do assinante, com alguns dos principais lançamentos do cinema estreando na plataforma em tempo recorde.

O COMBO MULTI da NET pode representar não apenas uma considerável economia no bolso do assinante, mas também uma maior diversidade de conteúdo e serviços conectados.

Microsoft vai lançar o seu SIM card e oferecerá tarifas de dados

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A Microsoft tem a intenção de facilitar o acesso às redes de banda larga móvel LTE, com o seu próprio SIM card para Windows.

A gigante de Redmond testa um aplicativo de dados móveis que permite aos dispositivos com Windows 10 conectar a várias operadoras de telefonia móvel sem a necessidade de contrato. O aplicativo foi publicado na Windows Store, mas a Microsoft não revela os planos concretos para o serviço. O app está desenvolvido para funcionar no Windows 10 “e requer um SIM card Microsoft”.

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Dependendo da disponibilidade, a Microsoft pode estar planejando criar as suas próprias redes virtuais móveis para permitir aos usuários do Windows 10 se conectarem às operadoras associadas. Não está claro se o SIM card para o Windows vem motivado pela falta de apoio das operadoras, ou se a empresa quer oferecer um acesso alternativo, com um método similar ao SIM card da Apple.

Não sabemos quais são os planos de comercialização deste serviço, tarifas de dados e preços oferecidos. Em todo caso, a Microsoft venderá esse tipo de acesso através da Windows Store, através das contas Microsoft ID.

Via Windows Store

Vivo Easy: plano modular de telefonia, que pode ser contratado via aplicativo

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A Vivo apresenta o Vivo Easy, plano de telefonia móvel pós-pago que oferece o controle total dos serviços adquiridos pelo assinante através de um aplicativo.

O plano base inclui chamadas ilimitadas para telefones fixos e móveis da operadora, SMSs ilimitados para qualquer operadora, e 1 GB de internet, por R$ 49,90/mês. Quem quiser outros serviços, poderá contratá-los à parte, através do aplicativo que gerencia a assinatura.

Aliás, a contratação e o controle do plano é feito pelo aplicativo do Vivo Easy, que está disponível nesse momento para o sistema operacional Android (iOS em breve). O cliente pode contratar pacotes adicionais, acompanhar o consumo de sua linha em tempo real e pagar pelos serviços, tudo pelo aplicativo.

O Vivo Easy é pago pelo cartão de crédito, e os pacotes adicionais podem ser semanais, mensais ou trimestrais:

  • Pacotes semanais
    • 500 MB de internet: R$ 14,99
    • 1 GB de internet: R$ 19,99
    • 40 minutos para outras operadoras: R$ 9,99
    • 80 minutos para outras operadoras: R$ 14,99
  • Pacotes mensais:
    • 500 MB de internet: R$ 29,99
    • 1 GB de internet: R$ 44,99
    • 40 minutos para outras operadoras: R$ 24,99
    • 80 minutos para outras operadoras: R$ 34,99
  • Pacotes trimestrais de internet
    • 500 MB de internet: R$ 44,99
    • 1 GB de internet: R$ 64,99
    • 40 minutos para outras operadoras: R$ 34,99
    • 80 minutos para outras operadoras: R$ 49,99
  • Pacotes semanais de roaming internacional
    • 150 MB de internet: R$ 69,99
    • 250 MB de internet: R$ 109,99
    • 20 minutos de chamadas: R$ 44,99
    • 40 minutos de chamadas: R$ 74,99

Via Tecnoblog

São 1.4 bilhão de smartphones Android ativos em todo o planeta nesse momento

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A Apple obtém quase todo o lucro do mundo mobile, mas é a Google e o Android que domina a quantidade de dispositivos ativos. O CEO da Alphabet, Sundar Pichai, revelou no evento de apresentação dos novos Nexus realizado ontem (29) que temos hoje 1.4 bilhão de dispositivos Android ativos no mundo.

Ou seja, 20% dos 7 bilhões de pessoas no planeta utilizam um dispositivo Android. É claro que essa é uma conta superficial, já que muitas pessoas contam com vários dispositivos ativos.

Pichai comentou que “a escala onde tudo está funcionando é muito impressionante”, destacando que a empresa que ele agora dirige sempre está investindo “em ecossistemas e plataformas grandes e abertas”. Sobre o número de usuários, ele comentou que a Google Play tem aproximadamente 1 bilhão de usuários ativos, e que eles venderam 20 milhões de unidades do Chromecast até o momento.

Pichai se mostrou otimista sobre a expansão do ecossistema do Google no que se refere ao número de usuários, podendo somar outros 1 bilhão de pessoas. Uma meta que, vendo a expansão da internet e da telefonia móvel, parece ser alcançável.

Via The Verge

Operadoras móveis brasileiras ameaçam subir preço da telefonia com as novas taxas do governo

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Crise is coming! Não, espere… já chegou.

Com o objetivo para equilibrar as contas públicas (já que não teve competência para fazê-lo), o governo federal quer elevar em 189% (isso mesmo… cento e oitenta e nove por cento #lacra13nessap*rra) as taxas do Fistel. Essa taxa é cobrada das operadoras pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). E você já deve estar imaginando o que isso significa: aumento nos serviços de telefonia. E não é pouca coisa: mais de 20% de aumento. Para todo mundo.

Já dá para imaginar uma forte queda na base de assinantes com esse efeito cascata. O Fistel é composto por duas taxas: a Taxa de Fiscalização e Instalação (TFI), que é cobrada para cada nova linha ativa no Brasil, e a Taxa de Fiscalização e Funcionamento (TFF), que é uma taxa anual para cada linha ativa.

Os representantes das principais operadoras móveis do Brasil (Algar, Claro, Oi, TIM e Vivo) se reuniram no dia 17 de junho com Ricardo Berzoini, Ministro das Comunicações, e já alertaram o governo federal que fará o reajuste caso os impostos sejam reajustados. As empresas não só alegam a queda na base de assinantes, mas principalmente o prejuízo estimado em caso de aprovação desse reajuste.

Todas as operadoras seriam obrigadas a aumentar os preços dos serviços, sem falar na demissão em massa de funcionários de call center, instalações, engenharia e distribuição. As operadoras até ameaçam entrar na Justiça, argumentando que o dinheiro coletado pelo Fistel não é utilizado para investir no setor (algo que não é difícil de se provar, já que vemos como setores mais importantes – saúde, educação, transportes, etc – são simplesmente um lixo no Brasil).

Nem é preciso lembrar que os clientes de baixa renda, que usam apenas os serviços mais básicos, vão simplesmente abandonar os seus planos. Em média, o brasileiro gasta R$ 12.60 por mês com uma linha de celular pré-pago, rendendo um lucro de R$ 1.39 para as operadoras. Com o aumento, esse lucro simplesmente evapora, pois os clientes vão abandonar o serviço.

A estimativa (com base nos dados da Anatel) é que até 40 milhões de linhas pré-pagas seriam eliminadas, resultando em redução na arrecadação do próprio Fistel.

Nota do editor: Governo Dilma Rouseff… vocês estão fazendo isso MUITO ERRADO!

Via Valor Econômico, Tecnoblog

Google vai devolver o dinheiro dos dados não consumidos de sua operadora de telefonia móvel

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Por conta de um aplicativo vazado em uma imagem do Nexus 6, sabemos que o Project Fi, nome provisório da operadora de telefonia móvel virtual do Google, vai devolver aos seus usuários os dados não consumidos, permitir o uso da linha em diferentes dispositivos sem mover o SIM card, e a possibilidade de compartilhar os dados em diferentes linhas.

O Android Police examinou o código do aplicativo Tycho.apk, que apareceu em uma imagem do Nexus 6, que seria encarregado de gerenciar tudo o que está relacionado com a futura operadora do Google. Dessa análise, se extraiu as diferentes características de um serviço onde a gigante de Mountain View quer se diferenciar das demais operadoras, não repetindo certas práticas viciadas do mercado.

Tal descoberta soa quase como uma ameaça para as operadoras tradicionais. Até agora não foram reveladas muitas informações sobre a operadora móvel do Google, que ainda está em fase de teste piloto para alguns usuários do Nexus 6 nos Estados Unidos.

 

Se você não gastar, o Google devolve o seu dinheiro

Uma das características mais interessantes do Project Fi é a devolução dos dados não consumidos. A ideia é reembolsar diretamente os usuários na conta do Google Wallet.

Dessa forma, se um usuário contrata 1 GB de dados, mas gasta apenas 500 MB, o Google devolve o valor equivalente aos 500 MB não consumidos. Ou seja, a tarifa de dados se adaptaria ao perfil de qualquer tipo de usuário, e não o contrário.

Também parece que teremos planos ilimitados de chamadas e mensagens dentro dos EUA via VoIP, que tem vantagens e desvantagens. Para as chamadas internacionais, os valores seriam muito competitivos, mas detalhes não são revelados.

O Google também quer oferecer um serviço competitivo par aos usuários mais exigentes, permitindo o uso do seu serviço em um dispositivo diferente do nosso smartphone principal, sem precisar retirar o SIM card do smartphone. Outro recurso que não chega a ser uma novidade é a possibilidade de compartilhar o plano de dados de uma linha em diferentes números. Para quem tem mais de um dispositivo, esse recurso é bem útil para conectar todos os seus gadgets pagando uma única conta.

 

Não se assuste se as propagandas lembrarem as suas últimas chamadas….

Por fim, um tema que muitos podem considerar uma violação de privacidade. O Google vai recompilar as últimas ligações dos usuários, identificando se pertencem a algum segmento de negócios para exibir no Google Ads anúncios relacionados.

Vale lembrar que todas as informações acima foram extraídas de um APK que parece ser o aplicativo responsável pelo gerenciamento do Project Fi. Ainda esperamos por detalhes como data de lançamento, ou como o usuário pode ser cliente da operadora. De qualquer forma, os rumores sobre o assunto não param de aparecer.

Via Android Police

Quarkson testa drones gigantes para substituir antenas de telefonia móvel

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A empresa Quarkson testou com sucesso o lançamento dos drones SkyOrbiter em Portugal, onde eles pretendem oferecer serviços de voz e dados a partir dos veículos aéreos, utilizando redes 2G, 3G, LTE e WiFi.

Os drones SkyOrbiter são auto-suficientes. Uma vez lançados, podem voar em modo de piloto automático a 22 mil metros de altitude por semanas, meses e até anos, se recarregando aos poucos com energia solar. Eles são equipados com um potente sistema de antenas que se comunicam com a central de controle em terra, mas também podem se comunicar com outros drones em pleno voo e até com satélites.

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Nos primeiros testes, a Quarkson utilizou um modelo com envergadura de asa de cinco metros, mas eles contam com outra versão (SkyOrbiter LA525), que tem 22 metros de envergadura. Esse segundo modelo ainda precisa ser aprovado pelas autoridades portuguesas para ser testado em modo de voo.

De qualquer forma, os testes continuam, e no dia 30 de abril eles realização um teste-demonstração do seu sistema, onde eles esperam chamar a atenção de possíveis investidores, para que no dia 5 de maio em Las Vegas eles possam alcançar o financiamento necessário para um lançamento internacional.

 

Via Quarkson

Já são mais de 490 milhões de usuários de redes 4G no planeta

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O último relatório da GSMA revela que já são mais de 490 milhões de usuários de redes 4G no planeta. As estimativas apontam para um número de 875 milhões antes do final de 2015.

Mais de 350 operadoras oferecem conexões 4G, e a cobertura dessa rede alcança 27% da população, marca que pode ultrapassar os 35% em 2015. Porém, apenas 7% das conexões móveis são realizadas com essa tecnologia, por conta dos custos dos smartphones compatíveis e o enorme uso das redes 2G e 3G nos países em desenvolvimento.

A Ásia segue como líder no consumo do 4G no planeta, com contundentes 477% de todas as conexões globais. A América do Norte fica com 32%, e a Europa, com 14%.

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Destaca-se aqui a expansão do mercado chinês. Apesar de lançar a primeira rede comercial 4G apenas no final de 2013, a China já está próxima de alcançar os 300 milhões de usuários, se transformando assim no primeiro mercado mundial, superando os Estados Unidos. Por tabela, a operadora com maior número de usuários também está nesse país – China Mobile, com 90 milhões de usuários de redes 4G.

Via GSMA

Cinco gadgets que foram aposentados por causa do smartphone

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Cada nova tecnologia que aparece no mercado oferece avanços nas configurações e funcionalidades, mas também, de alguma forma, promove algum tipo de ruptura com os dispositivos que antes utilizávamos o tempo todo. O smartphone, com o tecnologia que foi e continua sendo, também eliminou diversos dispositivos do dia a dia (para sempre, ou talvez até a próxima moda retrô). Nesse post, vamos revisar cinco dos mais importantes dispositivos que foram aposentados pelos smartphones

 

Reprodutor de MP3

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Se o MP3 player matou o walkman, o mesmo aconteceu com o MP3 player poucos anos depois, pelas mãos do smartphone – e sua capacidade de armazenamento. No começo as interfaces eram pobres e sua qualidade de som era duvidosa, mas aos poucos a reprodução de arquivos de som e multimídia nos telefones se tornou algo corriqueiro na vida dos usuários.

Poucos seguem usando o seu velho reprodutor de MP3, uma vez que o seu smartphone pode fazer o mesmo e muito mais, já que é capaz de reproduzir vídeos, baixar conteúdos, gravar áudio e vídeo e enviar pela internet, e muito mais. Alguns certamente afirmam que usam o seu MP3 player pela comodidade, ou por cumprir exatamente com aquilo que prometem (eu, inclusive). Não tiro a razão deles, mas temos que reconhecer que o smartphone simplesmente matou esses pequenos e notáveis players musicais.

 

Câmera de fotos/vídeos de linha média-baixa

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A gente levava câmeras fotográficas e filmadoras em eventos especiais: casamentos, batizados, férias, aniversários, etc. Era um ritual tirar a câmera, colocar o filme e começar a capturar as imagens daqueles momentos especiais.

Os modelos digitais simplificaram e melhoraram o uso das câmeras, além de reduzir o seu tamanho, permitindo um maior transporte. Por outro lado, os smartphones cada vez mais potentes e com câmeras melhores povoaram o mercado, comendo o mercado das câmeras convencionais, principalmente pela comodidade de ter uma câmera sempre contigo, ativando suas funções com poucos comandos.

O smartphone fez muito mais estragos ao mundo da fotografia e vídeo digital, já que criou uma geração de usuários conformistas com qualquer resultado armazenado no seus dispositivos. A busca da qualidade não era a prioridade, e para aqueles que queriam os melhores resultados ainda era obrigado a comprar uma câmera dedicada.

Porém, levamos o telefone conosco para qualquer lugar, e podemos enviar as imagens do dia para nossos contatos de forma quase imediata. A consequência é que cedemos para uma qualidade audiovisual que, a pesar das melhorias dos sensores e do pós-processamento, ainda fica muito atrás das demais soluções do mercado que, por sinal, podem custar consideravelmente menos que um smartphone.

 

Pagers

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Nas década de 1980 e 1990, todo mundo que era considerado importante levava um pager (ou BIP) consigo. Eram pequenos dispositivos que recebiam (alguns também enviavam) mensagens de texto exibidas em uma rudimentar tela.

O smartphone não só matou o pager, como aniquilou o dispositivo da face da Terra. Sem falar que disseminou a cultura de mensagens de texto como meio de comunicação preferencial. Hoje, podemos nos comunicar de forma rápida e de graça por texto, independente do sistema operacional, marca, modelo e tecnologia de codificação do interlocutor.

 

Gravador de som portátil

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Hoje, gravamos entrevistas, eventos e até podcasts em novos smartphones. Mas em um passado não muito distante, muitos utilizavam um gravador portátil, pequenos dispositivos que lembravam pequenos players digitais, mas que tinham como principal finalidade a gravação de áudio em formato digital.

Nem preciso dizer que é muito mais cômodo fazer isso com um smartphone, e em pouco tempo os gravadores desapareceram do mercado.

 

Telefone fixo e móvel

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Com certeza esse último item vai surpreender muita gente. No caso do telefone fixo, a maioria dos usuários mais jovens deixaram de lado esse tipo de telefonia que reduzia a um número ou uma localização imóvel. E um smartphone oferece um grande poder de personalização que muitos buscam.

No caso da telefonia móvel, a justificativa está no sentido restrito da telefonia. Convenhamos: quantos de vocês utilizam o smartphone para telefonar para alguém como meio prioritário de comunicação?

É verdade que o smartphone nasceu como sistema telefônico, mas agora ele é tudo, menos isso. Pelo menos para os usuários mais jovens que preferem as mensagens instantâneas. Para eles, isso é mais eficaz na hora de expressar emoções e intensões.

2014 chega ao fim com 7 bilhões de linhas móveis ativas no planeta

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Um estudo publicado pela Ericsson mostrou as tendências no mundo da telefonia para o final de 2014 e algumas projeções futuras. E os resultados mostram a plena expansão do mercado mobile na África, América do Sul e Ásia.

Em novembro de 2014, a penetração mundial de linhas móveis alcançou a marca de 95%, o que gera uma projeção de 7.1 bilhões de linhas móveis em funcionamento. Para 2020, essa marca pode ser de 9.5 bilhões.

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O exemplo mais claro de sua expansão em mercados localizados está na Europa. Países do centro e do leste europeu contam com 145 linhas móveis por habitante, e países do oeste possuem 1.27 linhas por habitante. Acima de uma linha por habitante temos a América Latina, Oriente Médio, Ásia (exceto Índia e China) e América do norte.

No terceiro trimestre de 2014, continentes como a África (26 milhões de linhas) registraram o maior índice de crescimento, seguida da Ásia (exceto Índia e China), com 22 milhões de linhas, da Índia (18 milhões) e da China (12 milhões).

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Nas suas previsões, a Ericsson tenta antecipar a evolução das redes 4G. A América do Norte, que hoje lidera nesse segmento, vai continuar a ser a região mais avançada nesse sentido em 2020, com 80% de assinantes de telefonia móvel com 4G, seguida muito de perto pela Europa Ocidental. Dos 9.5 bilhões de linhas que estarão ativas em seis anos, 3.5 bilhões contarão com cobertura 4G.

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Via Ericsson

Poucas novidades de smartphones na BlackBerry em 2015

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O CEO da BlackBerry, John Chen, declarou para a Reuters que o plano de dois anos para recuperar a saúde financeira da empresa está em bom curso. Agora eles estão focados em obter lucros, e não diversificar o seu catálogo de dispositivos.

Chen realizou vários cortes na BlackBerry, recorrendo à venda de alguns dos seus ativos, além de consolidar acordos para reduzir os custos de fabricação, ou de vender algumas propriedades em Waterloo (Canadá), onde fica a sede da empresa. Para Chen, uma vez que a empresa comece a obter lucros, o próximo passo é não voltar a ter prejuízos.

O executivo tomou as rédeas da BlackBerry no final de 2013, e tenta recuperar uma empresa que, segundo ele, já está vendo o caminho certo a seguir:

Sobreviveremos como empresa, e estou muito certo disso. Gerenciamos a rede de fornecedores, os inventários, nosso caixa, e temos gastos em quantidades manejáveis. A BlackBerry sobreviveu: agora temos que começar a crescer.

Chen também revelou que não há uma decisão final sobre o número de dispositivos que serão lançados em 2015, mas indica que a empresa deve apresentar um pequeno conjunto de smartphones com grande potencial de sucesso. É esperado ao menos um novo dispositivo e versões renovadas dos modelos Passoport, Classic e Z3.

Não vamos desenvolver um dispositivo de propósito geral apenas porque conta com uma tela touch de 5 polegadas. Os chineses podem fazer isso por US$ 75, e eu não consigo reunir todos os componentes necessários para alcançar esse valor.

 

Via Reuters

No Reino Unido, o BlackBerry vai melhor que o Windows Phone (acredite, se quiser)

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Todo mundo sabe que a BlackBerry não está no seu melhor momento. John Chen está tomando decisões, algumas esperadas e outras surpreendentes, que talvez podem reverter a situação da empresa. Ou não. Só o tempo vai dizer. Porém, o mais curioso é que em alguns países, a BlackBerry ainda mantém algum fôlego nas vendas.

Um gráfico publicado pela Kantar Worldpanel mostra a evolução das vendas de smartphones no Reino Unido entre os meses de março de 2004 e março de 2014. Em uma década analisada, temos dados muito interessantes.

Um dos que mais chamaram a atenção é que o iOS chegou com muita força em setembro de 2007, e não demorou para superar tanto o Windows Mobile como o BlackBerry. o Android chegou no final de 2008, e em muito pouco tempo conseguiu uma cota maior que os sistemas da Microsoft e dos canadenses, mas demorou um pouco mais para superar o iOS.

Essa evolução não é algo muito diferente do que aconteceu em outros mercados. Mas o que realmente é interessante nesse estudo é que a BlackBerry teve uma cota de mercado notavelmente maior do que as diferentes versões do Windows em muitos momentos recentes nesse período, especialmente entre os anos de 2010 e 2013.

Devemos levar em consideração que o estudo é limitado ao comportamento do mercado mobile no Reino Unido. Mas não resta dúvidas que estamos falando de um país com muito peso no mercado internacional, por conta da sua capacidade econômica e população. E sim… até hoje, os britânicos gostam mais do BlackBerry do que do Windows Phone.

Via CrackBerry, PhoneArena

MWC 2014 | Mastercard lança sistema de segurança aos cartões de crédito, vinculado à localização do seu smartphone

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A Mastercard apresentou na MWC 2014 em Barcelona um programa feito em parceria com a Syniverse, que tem como objetivo aumentar a proteção das compras realizadas com seus cartões, com a ajuda do smartphone. Principalmente quando estamos fora do nosso país de origem.

Não se trata de uma solução via identificador biométrico ou NFC. Ele faz a associação da localização do smartphone para um pagamento seguro. Basicamente, o sistema limita as compras que podemos fazer com o nosso cartão no exterior, a não ser que realmente o usuário esteja naquele país.

A forma que a Mastercard e a Syniverse propõem que o sistema identifique onde estamos realmente é a localização obtida pelo smartphone, sempre supondo que os dois elementos (cartão de crédito e smartphone) não foram roubados do usuário. Na hora de fazer um pagamento no exterior com o cartão, esse vínculo vai comprovar se a localização da loja é a mesma que aquela registrada no smartphone. Se isso não acontecer, o pagamento não é concluído.

Uma vez que tal funcionalidade é ativada quando viajamos para o exterior, e que vamos precisar da nossa conexão móvel para enviar e receber os dados, a Mastercard pensou que poderia ser uma boa opção a venda de pacotes de dados em modo pré-pago, algo que é visto com bons olhos pelas operadoras de internet móvel.

Por enquanto, esse é apenas um projeto em desenvolvimento da Mastercard, que não tem previsão de chegada ao mercado (se é que vai chegar algum dia).

Via Mastercard

Coreia do Sul trabalha para lançar a sua rede “5G” em 2020

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No Brasil, o 4G ainda não é uma realidade, e ao redor do mundo, essa conectividade de internet ainda é assimilada pela maioria. Mas na Coreia do Sul, novas velocidades já são pensadas. Por lá, eles já pensam na rede que pode ser chamada de “5G”.

O governo coreano, com o ministro da tecnologia como porta-voz, informou que será feito um investimento inicial de US$ 1.5 bilhão para o desenvolvimento e montagem da infraestrutura necessária para a implantação da citada rede “5G” em 2020. Eles falam de uma rede que seria (na teoria) até 1.000 vezes mais rápida que a atual rede LTE local, permitindo um download de um filme de 800 MB em apenas um segundo. Apenas para comparação: as atuais redes das operadoras locais permitem o mesmo download em 40 segundos, em média.

O cenário é o melhor possível para evoluir essa tecnologia, levando em consideração que o país conta com as redes de alta velocidade mais avançadas do planeta. 78% dos coreanos utiliza smartphones (o país tem 50 milhões de habitantes), e entre os usuários na faixa entre 18 e 24 anos de idade, a porcentagem sobe para 97%.

O governo tem claro que não faz nenhum sentido desenvolver essa rede sem a ajuda das operadoras e dos fabricantes de dispositivos móveis. Logo, LG e Samsung estão envolvidas nesse desenvolvimento. Um dado interessante sobre a indústria mobile coreana: eles contam hoje com 30% do mercado mundial de smartphones, mas apenas 4.4% do mercado de infraestrutura de redes. A ideia do governo é que, no final dessa década, essa segunda porcentagem suba para 20%.

A principal rival do governo coreano nessa empreitada? A China, é claro. Ou melhor, a Huawei.

Via Guardian

Distribuição de smartphones vai cair no primeiro trimestre de 2014, depois de dois anos de crescimento

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Ao longo dos últimos dois anos, a distribuição de smartphones ao redor do planeta cresceu sem parar, até alcançar a marca dos 265 milhões de unidades, registrados no último trimestre de 2013. Isso se reflete um crescimento de 6,5% em relação ao trimestre anterior. Porém, no próximo trimestre (janeiro, fevereiro e março), os analistas da TrendForce estimam que a distribuição vai cair pela primeira vez em dois anos, perdendo 5,1%.

Esta queda se deve a um esforço de última hora por parte dos fabricantes com a intenção de cumprir objetivos de vendas em 2013 e renovar o inventário de produtos. A queda pode parecer algo anormal para um setor com crescimentos constantes, mas perfeitamente explicável por dois fatores consideráveis: 1) o período do ano, que não é favorável para as vendas (primeiro trimestre), e 2) o período de saturação do mercado mobile, que estava cada vez mais próximo do ponto de saturação.

No que se refere aos números entre os fabricantes, Samsung e Apple seguem liderando o setor, com 30% e 19%, respectivamente, enquanto que as demais posições ficam nas mãos de empresas como LG e Sony (as duas registraram um importante crescimento no mercado mobile, graças aos últimos lançamentos), enquanto que Lenovo, Huawei, ZTE, Xiaomi, Coolpad e Gionee concentram porcentagens que oscilam entre 5% e 3%.

Por fim, mesmo com previsões pessimistas para o primeiro trimestre, os analistas estimam um crescimento considerável de envios de smartphones para o ano de 2014, algo mais ou menos previsível, se levarmos em conta as surpresas preparadas pelos fabricantes para a Mobile World Congress 2014, além dos iminentes lançamentos dos grandes fabricantes do setor ao longo do ano.

Via TrendForce, Re/Code

Número de lares com telefone fixo no Brasil segue caindo

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O telefone fixo está cada vez mais em processo de extinção no Brasil, pelo menos nos lares dos brasileiros. Segundo a última pesquisa da Kantar Worldpanel, a penetração do telefone fixo nas casas dos brasileiros passou de 47.5% em 2010 para 34.8% em 2013, representando uma queda de 22.3%.

Os dados são fornecidos pelo Estudo Comtech Kantar Worldpanel, que acompanha os dados isolados da indústria de telefonia, incluindo fabricantes, usuários e operadoras. O volume de aquisição e posse de linhas e aparelhos são analisados, tanto para a telefonia fixa como móvel, e mapeia o mercado com base nas áreas da Anatel.

Por conta desses dados, foi possível concluir que, enquanto o serviço de telefonia fixa registrou queda de participação nas residências dos brasileiros, todos os demais serviços que envolvem as telecomunicações (internet banda larga, internet móvel, TV por assinatura, etc) registraram um aumento de participação. O estudo também analisa a taxa de crescimento desses serviços, assim como o índice de utilização de smartphones e tablets.

Comtech Kantar Worlpanel | Penetração

  20102013Crescimento em pontos percentuais
140 milhões de indivíduosSmartphone4,5%12,6%

185,3%

INDIVÍDUOS POSSUIDORES

 

140 milhões de indivíduosTouchscreen4,8%

 

19,8%

 

318,5%

 

 

INDIVÍDUOS POSSUIDORES

 

140 milhões de indivíduosTablet0,1%

 

1,1%

 

689,3%

INDIVÍDUOS POSSUIDORES

 

48

Milhões de Domicílios

 

TV por

Assinatura

 

22%

 

36,8%

 

74,9%

DOMICÍLIOS

POSSUIDORES

 

48

Milhões de Domicílios

 

Internet

Banda Larga

 

37,1%

 

50,2%

 

41,7%

DOMICÍLIOS

POSSUIDORES