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Rumor: iWatch com mais de um design, e mais de 10 sensores

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Começou a leva de rumores mais intensos sobre o suposto smartwatch da Apple, o iWatch. Depois da notícia publicada pela Reuters que a produção do dispositivo já estaria em estágio avançado, com um possível lançamento para o mês de outubro, com projeção de vendas estimadas em (assustadores) 50 milhões de unidades em um ano, o Wall Street Journal apresentam novos e interessantes rumores sobre esse novo produto da Apple.

Segundo o WSJ, o iWatch não teria apenas um design. Eles apostam em um relógio com diferentes tamanhos de tela, talvez seguindo a tendência do Samsung Gear e suas diferentes “linhas”. Particularmente, acho que a Apple vai lançar apenas um modelo do iWatch. Mas como a fonte desse post é o WSJ, nunca se sabe.

Mas a maior possibilidade de acerto está nos sensores. Especula-se na presença de até dez sensores, incluindo o de monitoramento cardíaco. O que é bem lógico, levando em conta as novas apostas da Apple nos cuidados de saúde do usuário. Também existe a possibilidade da Nike estar especialmente envolvida no desenvolvimento do produto.

Também se acredita que a Apple está procurando desenvolver um relógio que seja muito menos dependente do smartphone, sendo capaz de registrar todos os parâmetros e dados do usuário sem precisar recorrer ao iPhone. Vale lembrar que já existia o rumor que a gigante de Cupertino estaria procurando novas formas de recarga do dispositivo, dispensando a necessidade de usar a tomada ou um cabo USB (recarga solar, por movimento, etc).

Por fim, as estimativas de vendas publicadas pelo Wall Street Journal giram em torno de 15 milhões de unidades em 2014.

Com tudo isso, já dá pra dizer que o iWatch (que começou a ser especulado no meio do ano passado), finalmente está mais próximo da nossa realidade.

Via WSJ

Se você não aguenta mais as telas retangulares, a Sharp tem a solução

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Faz muito tempo que a Sharp é uma das empresas mais inovadoras nas tecnologias de telas. Suas eficientes telas IGZO são apenas um exemplo disso, e agora, os engenheiros da empresa foram um passo além. Com essa tecnologia e vários deisgners especializados, eles criaram a Free-Form Display, um tipo de tela que oferece uma maior liberdade no formato da tela que é necessário integrar nos dispositivos.

Desse modo, seria possível se livrar da necessidade de contar com as habituais formas retangulares da maioria dos dispositivos do mercado. A Sharp afirma que a matriz de pixels pode ter o formato desejado, incluindo linhas curvas, o que pode ser especialmente interessante para os relógios inteligentes, além de se destacar pelas bordas praticamente inexistentes.

Esse tipo de telas são pensadas para todos os tipos de dispositivos, e agora que as soluções wearables parecem tão importantes, é provável que veremos a implementação dessas telas nesses dispositivos. Não são reveladas datas de produção dessas telas ou do seu custo, mas a Sharp planeja oferecer essa tecnologia ao mercado o quanto antes.

Via PhoneArena

SDK da Apple indica iPhones e iPads com telas maiores

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A Apple tornou pública a nova versão de sua suite de ferramentas para desenvolvedores, a XCode 6. Com isso, os programadores do Mac4Ever encontraram novas evidências que modelos maiores do iPhone e do iPad estão a caminho.

Ao selecionar o tamanho da tela do dispositivo sobre o qual se vai trabalhar, o XCode 6 permite a escolha de duas opções novas, denominadas “Resizable iPhone” e “Resizable iPad”. As duas estão pensadas a permitir ao desenvolvedor uma visualização de como os elementos do aplicativo são dispostos em outro formato de tela diferente dos dispositivos atuais.

Exceto o fato que o recurso exista para emular os aplicativos em ambientes virtuais, a nova opção indica que no segundo semestre não só veremos um iPhone maior, mas também um iPad com maior diagonal de tela. E os dois rumores são ventilados na internet há tempos.

Via Mac4Ever, Apple Insider, 9t05Mac

Todos os tamanhos de tela da Samsung, de todos os dispositivos lançados por eles, em uma única imagem

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Vai me dizer que você nunca teve essa curiosidade. Ainda mais com tantos dispositivos que a Samsung lança. Pois bem, o site Which ficou na dúvida, e com o objetivo de estudar esse cenário de forma mais determinadas, eles criaram um gráfico onde é possível conferir toda a linha de dispositivos touch que os coreanos disponibilizaram no mercado até agora (são nada menos que 33 dispositivos).

Como você mesmo pode comprovar, existem muitos dispositivos que compartilham as mesmas polegadas, algo que sem dúvida não ajuda em nada a vida do usuário, complicando assim a compreensão das diferenças entre um dispositivo e outro. E ainda que seja certo que a maioria dos compradores prefiram a variedade no lugar de um catálogo restrito, no caso da Samsung, eu acredito que eles perderam a mão desse conceito há tempos.

A seguir, o infográfico completo, para que você possa ver a análise em detalhes, e tirar as suas próprias conclusões.

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Via Which

 

Japan Display apresenta telas LCD com funções e-ink, para um menor consumo de bateria

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Qualquer pessoa que tenha (ou já teve) um Kindle sabe que a bateria do dispositivo é praticamente eterna, permitindo que você leia livros sem se preocupar em quando você vai precisar carregar. Por outro lado, quem tem smartphone sabe que a bateria (em via de regra) se drena rapidamente, mesmo com alguns truques que evitam isso.

A diferença entre os dois dispositivos está no tipo de tela que ele usa. Por um lado, o Kindle usa uma tela de tinta eletrônica, limitada nas cores branco e preto, o que é mais que suficiente para ler livros. Já os smartphones necessitam de uma tela com muitas cores, para todos os tipos de conteúdos (vídeos, fotos, games, etc). Naturalmente, e pela necessidade, os smartphones gastam mais bateria.

Felizmente, o pessoal da Japan Display criou uma tela LED colorida, que copia algumas das características das telas e-ink, com o objetivo de gerar um menor consumo de bateria. Para alcançar esse objetivo, eles adicionaram duas características consideradas essenciais na nova tela: a primeira é uma capa que faz com que tudo seja muito visível, sem utilizar uma luz de fundo, algo que gasta muita energia nas telas de LCD tradicionais. A segunda é uma tecnologia chamada “Memory-In-Pixel”, que permite que uma imagem estática siga sendo mostrada, sem gastar energia adicional.

A Qualcomm lançou algo similar, chamado Mirasol, que também consumia pouca bateria, mas não pareceu ser suficientemente bom para competir com as telas OLED ou IPS tradicionais.

Talvez essa nova iniciativa da Japan Display se torne um pouco mais popular, e finalmente seja uma solução para economizar o gasto de energia nos smartphones, um problema que parece ser uma constante, e curiosamente, deixado de lado por quase sempre. Enquanto novos gadgets maravilhosos são criados e carregadores portáteis estão disponíveis, nenhum grande fabricante conseguiu uma solução realmente eficiente para que a bateria de um smartphone dure ao menos dois dias para os usuários que utilizam o dispositivo de forma constante.

Via Gizmologia

A tela do iPad Mini é muito melhor que a tela do iPad 2

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Tudo bem, isso já era de se esperar, até porque estamos falando de um produto recém lançado contra outro que já tem um bom tempo de vida. Mas era importante ter uma confirmação oficial, até mesmo para ajudar o consumidor na hora da compra. Mas é sempre bom lembrar que, quando Tim Cook apresentou o iPad Mini, garantiu que a sua resolução de tela seria a mesma do iPad 2. Mas, depois de uma boa olhada com a ajuda do microscópio, foi constatado que, para a nossa surpresa, ela é melhor que a tela dos seu antecessor.

O pessoal do site RepairLabs fez um comparativo de todas as telas do iPad, e no lugar de simplesmente tirar fotos das telas e comparar como elas exibem as imagens e gráficos, eles foram além. Além daquilo que os seus olhos podem ver, buscando as diferenças nas estruturas dessas telas. Inicialmente, eles comparam a estruturas de tela de um iPad 2 com um iPad 4, e como você já pode imaginar, a diferença é gritante. Os píxels do iPad 4 são a metade do iPad 2, e para cada grupo RGB do modelo de segunda geração, cabem pelo menos seis píxels (ou dois grupos) da mesma relação do iPad 4. Foto abaixo.

Até aqui, tudo bem, já que um modelo conta com a tela Retina, e o outro, não. A seguir, vamos ver as diferenças entre as telas do iPad 4 e do iPad Mini. Deveria ser a mesma do exemplo anterior, mas não é. A foto abaixo mostra que o iPad Mini (à esquerda) não apresenta a diferença tão acentuada de tamanho que existe entre o iPad 2 e o iPad 4. Os píxels da tela Retina são apenas 2/3 do tamanho dos píxels do iPad Mini. Além disso, a uma distância normal, as diferenças se reduzem. Veja você mesmo e tire suas conclusões.

Por fim, o que realmente interessa: o comparativo de telas entre o iPad 2 e o iPad Mini, para constatar a diferença de tamanho entre os píxels. Se compararmos os píxels por polegada, temos 132 para o iPad 2, e 163 para o iPad Mini. A resolução é a mesma, mas a redução do tamanho fazem com que os píxels do novo modelo fiquem mais juntos.

O fato é que isso mais ou menos confirma o que se falava um pouco depois do lançamento do iPad Mini: mesmo sem a tão esperada tela Retina, essa tela de 7.9 polegadas apresenta uma tela melhor que a do iPad 2, e não só por causa do seu tamanho, mas agora, e principalmente, por causa dessa distribuição de píxels oferecida na sua tela menor. Se a Apple ainda não poderia (ou não queria) oferecer a tecnologia Retina no modelo menor, ou não deu a devida importância em implementá-lo agora, jamais saberemos. mas é fato que ao menos eles se preocuparam em oferecer algo que já é um esboço do que pode vir no futuro.

Mantenho a minha teoria que a tela Retina não foi adicionada nesse momento por uma simples questão de estratégia de mercado. Primeiro, lance um produto mais restrito e limitado, para testar como o mercado vai se comportar, e se realmente as pessoas querem um iPad com uma tela menor. Se tudo der certo, aí sim você lança uma atualização com tudo aquilo que você poderia ter lançado desde já, mas que não lança pelo motivo já citado. E para causar aquele efeito do “nossa, a Apple é mágica e revolucionária; atualizou muito o iPad Mini, mas manteve o preço do produto!”. Sempre foi assim, e isso não vai mudar.

E, com tudo isso, eu volto a reafirmar: o iPad 2 virou um tablet obsoleto. Não se justifica mais no mercado nesse momento.

Sony nos mostra o primeiro monitor médico com tela OLED

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As telas OLED estão abrindo espaço aos poucos, e estão praticamente em todos os lugares, exceto nos hospitais… oh, wait!

A Sony acaba de apresentar o monitor de 25 polegadas PVM-2551MD, orientado exclusivamente para o segmento médico, e que será de grande ajuda para os cirurgiões na hora de realizar cirurgias. Pode parecer algo sem relevância para quem quer comprar o novo iPhone quando ele for lançado, mas não é: este monitor oferece um elevado nível de contraste, nitidez e uma reprodução de cores muito mais fiel que as telas LCD convencionais. Afinal de contas, essa tela precisa exibir com riqueza de detalhes os órgãos que serão operados, para que a cirurgia seja um sucesso.

O equipamento começa a substituir os antigos monitores nos hospitais que fizeram as respectivas encomendas para a Sony de forma imediata.

Via Engadget

Especial | Samsung abre as portas de sua fábrica em Manaus. E ficamos impressionados com o que vimos

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Fui convidado pela assessoria de imprensa da Samsung Brasil para conhecer as dependências de sua fábrica em Manaus (AM). A unidade concentra hoje mais de 5 mil funcionários, e é considerado o melhor complexo de produção da empresa no mundo. Melhor até que a fábrica da Samsung na Coreia do Sul. Abaixo, passo minhas impressões sobre tudo o que foi apresentado.

Antes de qualquer coisa, quero agradecer ao convite feito pela assessoria de imprensa da Samsung. Vale a pena acrescentar que não foram autorizados os registros de imagem das dependências da fábrica (vídeo e/ou foto), mas existe a possibilidade de recebermos imagens autorizadas, realizadas pela própria equipe da Samsung. Assim que recebermos essas imagens, atualizaremos esse post.

A fábrica está localizada na área industrial de Manaus, e tem uma estrutura de produção que engloba grande parte dos principais produtos da empresa, como câmeras digitais, monitores, TVs, smartphones, celulares, home theaters, mini systems, entre outros. O segmento de notebooks é produzido na unidade de Campinas (SP), e a unidade manauara se prepara para iniciar ainda em 2012 a produção de tablets e o aumento do número de telefones a serem produzidos na unidade. De acordo com os responsáveis pelo tour realizado na empresa, essa fábrica da Samsung em Manaus será capaz de produzir cerca de 30 celulares/smartphones diferentes (até o final do ano passado, esse número era de apenas 12 modelos).

Cinco setores diferentes formam a linha de montagem da empresa. Os produtos lá produzidos passam pelo mesmo estágio de produção, sofrendo pequenas alterações e adaptações para os respectivos segmentos de produtos fabricados. Algumas coisas realmente chamam a atenção na linha de montagem da Samsung. A primeira delas é o equipamento adotado para parte do sistema de montagem de placas e componentes eletrônicos. Muito dos equipamentos que a empresa utiliza para essa primeira fase do processo de montagem são da própria Samsung, o que mostra que a empresa não investe só nos produtos, mas também nos equipamentos que vão fabricar esses mesmos produtos. Para não dizer que tudo o que vi lá recebia a marca Samsung, apenas alguns poucos equipamentos menores, como monitores, computadores e leitores de CD/DVD utilizados pelos terminais de controle contavam com a logomarca de concorrentes.

Tal como em outras fábricas, as placas de circuito interno recebem uma espécie de “impressão”, onde cada produto conta com o seu esquema de circuito integrado em uma espécie de molde. Um ponto interessante está no sistema de distribuição de solda para tais placas, que é feita inicialmente de forma autômata, por uma das máquinas, e em um momento posterior, todo o excesso é retirado manualmente. A distribuição do trabalho de montagem dos produtos é bem equilibrado: a parte do processo que exige a intervenção humana está nos pequenos detalhes, como inserção de chips e conectores, detalhes de acabamento e embalagem, e área de testes. Setores estes onde a máquina não é mais eficiente do que a percepção humana.

Dois setores de produção chamaram a atenção durante a visita: os setores de telas (TVs e monitores) e o setor de celulares.

Antes do tour começar, fomos convidados a conferir alguns dos lançamentos da Samsung para a linha 2012 de produtos. E a maior ênfase dessa apresentação foi para as novas tecnologias de tela, como por exemplo a nova TV 3D Smart TV da empresa, que possui o recurso de detecção de gestos. Tal funcionalidade foi testada e aprovada pelos presentes, principalmente pelo fato que o recurso pode facilitar e muito a vida daqueles que não contam com muita intimidade com o controle remoto (como nossos pais e avós, por exemplo). Com poucos comandos de voz e gestos simples, o usuário pode realizar as tarefas mais básicas para utilização do televisor.

E a melhor parte é que a Samsung faz questão de lembrar que tais TVs são produzidas no Brasil, na sua unidade de Manaus. Isso mostra o empenho e investimento da empresa no desenvolvimento de uma estrutura que permite a produção de produtos com tecnologia elevada.

Entre TVs e monitores, a unidade de Manaus da Samsung tem uma produção média de 26 mil unidades/dia. É um volume realmente impressionante, pois a linha de produção envolve uma certa complexidade, e algumas fases de produção dessas telas aparenta ser mais lentas e detalhadas do que outras. Por outro lado, tudo ali é muito bem pensado, e cada um tem o seu lugar e sua função nessa linha de produção.

Uma das áreas mais interessantes da fábrica da Samsung em Manaus é a sua área de testes de produto. Uma unidade de um determinado lote final é deslocado para uma área que podemos chamar de “campo de tortura” dos equipamentos. Diversos testes são realizados para saber se o produto é capaz de suportar às mãos maléficas dos usuários. E são testes muito inusitados. Por exemplo, eles usam um compartimento que lembra uma câmara frigorífica, onde vários produtos da empresa são acondicionados, e lá ficam por um determinado momento, sofrendo variações constantes de temperatura, que variam entre 80 graus positivos e 30 graus negativos.

Outro teste simula o transporte do produto. As caixas ficam em uma base suspensa, que carinhosamente chamei de “máquina de terremoto”, que simulam as vibrações provocadas pelo transporte de caminhão (ainda mais nas estradas brasileiras, cheias de buracos). O teste tem como objetivo saber se produto e embalagem são capazes de chegar ao ponto de venda e/ou ao consumidor em perfeitas condições. Outro teste submete o produto a quedas de alturas consideráveis, para depois analisar os potenciais danos que a unidade pode sofrer com essas quedas, que são mais frequentes do que imaginamos.

Mas um dos testes mais bizarros é aquele que envolve pegar vários modelos de TVs e monitores, e colocá-los em funcionamento durante 96 horas consecutivas. Detalhe: em uma sala com uma temperatura elevadíssima. O objetivo desse teste é colocar o produto em ponto de estresse, buscando saber qual é o limite do mesmo sob condições extremas. E acredite, não dá pra ficar naquela sala.

Falando um pouco mais da produção de telefones celulares e smartphones, o processo é muito semelhante ao que vemos na fabricação de TVs, mas com algumas diferenças. Por ser um produto de maior porte, o seu processo de montagem não envolve tantos maquinários automáticos, com uma maior presença de atuação do ser humano na montagem dos produtos. Na fábrica de Manaus, a Samsung produz no momento em torno de 12 modelos de telefones, sem contar a variação de cores de cada modelo. Até o final de 2012, a empresa vai produzir na unidade manauara aproximadamente 30 modelos diferentes de smartphones e celulares, além dos seus tablets.

Os modelos montados ficam linhas separadas e devidamente identificadas pela sua foto e nome de código, que os identificam internamente na empresa. E foi por causa disso que aconteceu um dos momentos únicos da visita. Ao ser questionada sobre a produção do tão cobiçado Galaxy S III, a responsável pelo tour informou que o modelo não estava em produção naquela unidade, mas que isso aconteceria em breve.

O que ela não imaginava era que o “breve” dela seria mais breve do que ela mesmo imaginava. Ao passar em um dos corredores de linhas de montagem, uma em especial chamou a atenção dos blogueiros e jornalistas presentes: aquela que contava com a inscrição “Galaxy i9300L”, sem a foto do modelo. E o modelo em questão era esse da foto abaixo.

Sim, ele mesmo: o Galaxy S III Azul, que de perto, é muito mais bonito que o modelo na cor branca.

A guia do tour ficou um tanto quanto sem graça, ficou surpresa, mas levou nosso bom humor diante do fato inusitado numa boa. Pudemos conferir de perto alguns detalhes de sua fabricação, deixando alguns ainda mais desejosos por ter um modelo nessa tonalidade. Inclusive esse que vos escreve.

Outro detalhe interessante sobre a fábrica é que ela não possui área de estoque. Depois de todo o processo, as unidades produzidas ficam, no máximo, 12 horas embaladas, e seguem para os pontos de distribuição (lojas, revendedores autorizados, e-commerces, etc). A justificativa é que, para a Samsung, um produto parado em estoque significa dinheiro que está parado. Logo, eles produzem na fábrica apenas unidades que já estão com sua encomenda devidamente fechada, garantindo assim os números de unidades distribuídas de um determinado produto. Por causa disso, a sua produção acaba sendo flexível. Eles evitaram com isso informar números exatos de produção, sendo mais flexíveis nesses valores, justamente pelo fato da rotina da empresa ser de números variados em sua produção.

Além disso, foram revelados detalhes da escolha de produtos que são lançados no mercado nacional. Meses antes do seu lançamento, a Samsung da Coreia informa aos seus respectivos mercados um catálogo de opções de produtos, que por sua vez são escolhidos por um grupo de profissionais responsáveis em cada país, de diferentes setores da fábrica, para determinar aqueles que possuem um maior potencial para o nosso mercado. Tudo é meticulosamente pensado e planejado com o objetivo do processo de produção do novo produto ser o mais eficiente possível, analisando inclusive o impacto da produção do novo produto na linha de produção atual. Se um produto promover alterações muito drásticas na tecnologia presente na fábrica, isso pode encarecer o produto no seu preço final. E ninguém quer isso, não é mesmo?

Em linhas gerais, a Samsung impressionou com toda a sua estrutura e organização apresentada em sua fábrica de Manaus, que é considerada a melhor unidade da Samsung no mundo. É bom saber que é no Brasil que está o modelo a ser seguido pelas demais unidades da empresa no planeta, e que o Brasil tem tal capacidade de produção. Isso mostra todo o investimento feito pela fabricante coreana em buscar um mercado promissor, e com grande potencial comercial (pra você ver, HTC…), e explica porque a empresa é uma das maiores do mundo no setor de tecnologia de consumo.

Aproveito para agradecer mais uma vez a assessoria de imprensa da Samsung pelo convite.

UPDATE: a Assessoria de Imprensa da Samsung enviou novos dados sobre a unidade de Manaus.

NÚMEROS DA SAMSUNG EM MANAUS
(Julho/2012)

No segmento de Eletrônicos, é a primeira empresa em recolhimento de impostos no estado do Amazonas (e a segunda no ranking geral).

2002:

– 1.150. 000 unidades de 3 produtos: celulares, monitores e HDD

– 300 profissionais

2011:

– 13.889.728 de unidades fabricadas de 10 produtos: monitores, TVs LCD, TVs plasma, TVs CRT, DVD Players, Blue-ray Players, Home Theaters , Mini Systems, Câmeras Digitais, Condicionadores de Ar

– 5.912 profissionais

– Aumento de quase 767% no faturamento em relação a 2002

Próximos 5 anos:

– Área disponível: 435.000 m²

– Área construída: 120.000 m²

Novos Produtos e Componentes:

– Celulares

– Displays de LCD / LED

– Injeção Plástica

– Estampagem de metais Ferro e alumínio

– Ar condicionado Inverter

– Trocadores de calor

JDI apresenta uma tela de 2,3 polegadas e 1280 x 800 píxels (ou 651 ppi)

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A guerra dos megapixels continua. Na semana passada, a LG apresentou a sua tela com resolução 1080p de 5 polegadas para smartphones e similares. Hoje, a Japan Display Inc apresentou na conferência SID uma pequena tela LCD de 2,3 polegadas e 1280 x 800 píxels, que oferece a surpreendente densidade de 651 ppi.

A JDI não informa que tipo de produto poderia integrar tão diminuta e nítida tela, mas garante que com ela será possível mostrar imagens com qualidade fotográfica e textos com uma definição superior ao dos seus rivais. Abaixo, uma demonstração do que a tela promete fazer.

Via J-Display.com

ViewSonic V3D231: monitor que oferece três dimensões ao seu escritório, com preço acessível

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A ViewSonic tem um novo membro da família de monitores. O modelo V3D231 possui retro-iluminação LED de 23 polegadas, que conta com os benefícios da tecnologia 3D, oferecendo assim uma resolução de 1920 x 1080 pixels, um ótimo tempo de resposta de 2 ms e contraste dinâmico de 20.000:1. Com alto-falantes com som SRS Premium Sound (com 4W de potência), o monitor pretende conquistar um espaço no seu escritório com entradas VGA, DVI-D, HDMI, assim como a inclusão da suite de aplicativos TriDef 3D, que é capaz de converter imagens 2D em 3D.

O ViewSonic V3D231 já está disponível para compra na Europa, com dois óculos 3D inclusos no pacote de vendas, e seu preço é de 299 euros.

via ViewSonic

Nu-Screen HD, uma barra de limpeza da sua tela

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Um cuidado para o nosso monitor nunca é demais, não é mesmo? Por isso, deixamos aqui a sugestão do Nu-Screen HD, que é uma espécie de bastão de limpeza de tela, em um formato muito semelhante ao que encontramos nos bastões labiais.

O produto se auto define como uma fórmula revolucionária, capaz de desinfetar e oferecer mais brilho aos monitores de desktops e notebooks. Se realmente funciona, não sabemos, pois não testamos. Aliás, ninguém viu o produto em testes. Logo, fica esse ar de mistério. Seu preço é de US$ 26, e não deve te salvar de usar uma flanela ou um pano levemente umedecido com um pouco de sabão neutro.

via Gizmodo

Pesquisadores japoneses criam uma superfície capacitiva integrada em material têxtil

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Já vimos antes como a tecnologia pode ser aplicada nos tecidos, mas nada se compara ao que você vai ver neste post. O que temos aqui é uma matriz de sensores capacitivos, que foram colocados em uma fibra de nylon de apenas 1 mícron de espessura, permitindo assim que se crie um teclado virtual sobre o pedaço de tela, permitindo assim a digitação sem maiores problemas em um computador portátil.

Pensando um pouco mais longe, seria bem simples conectar ao sistema um módulo Bluetooth, de modo que nosso telefone móvel consiga se conectar ao tecido, facilitando a nossa vida na hora de responder e-mails, pois teríamos um teclado iluminado debaixo da manga de nosso paletó. Mas isso é só uma teoria, certo? De qualquer modo, esse projeto é do Instituto Japonês de Tecnologia e Ciência Industrial Avançadas, e você poderá ver o conjunto em funcionamento no vídeo abaixo.

via Engadget

MMT Monitor2Go: 15,4 polegadas DisplayLink para você adicionar ao seu portátil – CES 2011

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O Monitor2Go que a MMT apresentou na CES 2011 é bem familiar. Na verdade, é um Field Monitor Pro com outro nome e sem teclado numérico. Bom, seria só isso, se não fosse o detalhe que este monitor USB foi especialmente pensado para ser utilizado com os portáteis (tal como o outro), mas já tem preço e data de lançamento: US$ 279 e lançamento no primeiro trimestre de 2011. Por este preço, você leva uma versão com tela de 15,4″ (1280 x 800) para você poder trabalhar de forma mais versátil com o seu portátil, podendo conectar até 6 telas como essas em uma única porta USB.

LG anuncia seu novo arsenal para 2011: LED TV, SmartTV, Blu-ray 3D e mais – CES 2011

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A LG anunciou na CES 2011 grandes novidades em muitos dos seus setores onde atua.

Começando pela sua nova plataforma SmartTV, um serviço que permite às HDTVs, players Blu-ray e outros equipamentos acessarem seus conteúdos por streaming, aplicativos e até navegação na web. São quatro serviços principais: TV Live, Premium Content, TV Apps e Launch Bar. Além disso, oferece serviços online, como Vudu, Netflix, YouTube, CinemaNow, Hulu, Amazon VOD, NHL, NBA Live e MLB TV. Todos eles virão inclusos em todos os equipamentos da LG em 2011.

Falaram ainda do SmartTV Upgrader, um pequeno adicional que coloca em dia as TVs “antigas”, que não contam com os serviços anteriormente mencionados, de modos que eles sejam acoplados via HDMI e já possam contar com estas novidades, tal como os novos modelos.

13 novas TVs HDTV, de LED e LCD foram anunciadas para 2011, onde devemos destacar a presença das lentes polarizadas para o 3D, que dispensam o uso de óculos. Todas elas contam com a já citada plataforma SmartTV e serão lançadas primeiro nos Estados Unidos em janeiro, e nos demais territórios do mundo a partir de fevereiro.

Passando para o setor de TVs de plasma, falaram sobre o Infinia PZ950, e as linhas PZ750, com resolução 1080p, com telas a partir de 50 e 60 polegadas, respectivamente. Ambas podem ser controladas por dispositivos com iOS e Android. Preços e datas de lançamento não foram revelados.

Sobre os players de Blu-ray e home cinemas, o BD690 3D suporta discos Blu-ray em 3D e conta com um disco rígido de 250 GB e SmartTV. A maioria dos demais modelos também incluem WiFi, DLNA, entre outros.

Imagens e mais informações sobre os anúncios da LG traremos em breve aqui no TargetHD.

via Engadget.com

ITRI mostra sua tela flexível FlexUPD AMOLED, e um híbrido 2D/3D sem óculos

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Os taiwaneses da ITRI levaram muito tempo trabalhando com telas do tipo TFT-EPD, e eles chegaram à conclusão de que deveriam se lançar de vez (e em breve) no mercado de e-readers. Ter este planejamento em conta, e agora colocar seus olhos sobre esta tela flexível, que é um belo espetáculo de tecnologia.

É uma tela AMOLED de apenas 1 mm de espessura e natureza “inquebrável”, podendo ser curvada até o ponto de estar em um raio de 5 cm. A empresa aproveitou para lembrar que estão implementando o modelo de tela em 2D/3D sem óculos, apresentados anteriormente com o nome de i2/3DW, que promete ser “um sopro de ar fresco na indústria, revolucionando o conceito de imagem em 3D”. Quem viver, verá. E vai ter que viver muito, pois data de lançamento que é bom, nada.

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Nikon NF-300i, porta-retratos digital 3D sem óculos e com Android 2.1

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Foi apresentado no Japão o novo porta-retratos digital da Nikon, a NF-300i, que conta com diversos atrativos para ser um dos melhores do mercado. Pra começar, ele conta com uma tela de 7,2″ (800 x 600), que é capaz de imagens tridimensionais sem a necessidade de usar óculos (além das imagens em 2D, evidentemente). Ele conta com sistema Android 2.1, e conta com 4 GB de armazenamento interno.

Ele também conta com conexão USB 2.0, Ethernet, WiFi b/g, entre outros. Destaca-se no produto o sistema My Picturetown 3D, que transforma instantaneamente qualquer fotografia normal em tridimensional, além de mostrar as imagens que já são 3D na origem de sua captação. O mais curioso é que este porta-retratos não está a venda, mas pode ser alugado, por 18 euros mensais, ou 175 euros anuais. É possível que muitos interessados no mercado japonês acabem tendo um desses como solução comercial para imagens 3D.

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A tela Super Clear LCD do Wave II, comparada coma Super AMOLED do Galaxy S

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Quando a gente acreditava que a tela Super AMOLED do Galaxy S seria o ponto final no que se refere à qualidade das telas de aparelhos Android, nos deparamos com o próximo terminal Bada da Samsung, o Wave II, que mostra claramente que as novidades vão fazer com que muita gente gaste mais dinheiro por aí. O pessoal da Mobile-Review teve a chance de fazer comparações com os dois aparelhos (além do recém lançado Nokia N8) e, durante seus testes, mostraram ao mundo a nova Super Clear LCD que o Wave II tem. Como você mesmo pode ver na imagem deste post, a qualidade de imagem e nitidez é espetacular, além dos tons de cores sendo ligeiramente amarelados. E para vocês?

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[periféricos] Samsung Serie 90 e 30, novos monitores HDTV

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Os coreanos da Samsung anunciaram seus novos monitores, o Serie 90 e Serie 30, com telas de 24, 24 e 21,5 polegadas (1920 x 1080) e um tempo de resposta de 5 ms, sintonizador HDTV, função PiP, alto-falantes integrados com sistema Dolby Digital Plus (de 5 e 3 watts, respectivamente), controle remoto e duas entradas HDMI.

O modelo pertencente à Serie 90 conta ainda com tecnologia de retro iluminação LED, e oferece um contraste dinâmico de 5.000.000:1, enquanto que os modelos da família Serie 30 contam com um rating de 70.000:1. O Samsung Serie 90 está disponível apenas na versão de 24″ (FX2490HD), e chega com um preço de US$ 419,99. Os da Serie 30, com tamanhos de 24″ (B2430HD), 23″ (B2330HD) e 21,5″ (B2150HD) estão com preços que variam entre US$ 270 e US$ 330. Por enquanto, apenas nos Estados Unidos, chegando nas lojas de lá em setembro.

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[gadgets] iTVGoggles: uma tela de 80" somente para seus olhos

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Você gostaria de usar uma tela de 80″ mas não tem uma sala pra colocar uma TV deste tamanho? Ou é um geek absurdamente egoísta? Bom, se você responder sim para pelo menos uma das perguntas, talvez o iTVGoggles seja o que você estava esperando. As telas LCD integradas nestes óculos vão te dar a impressão de ver uma tela de 50 a 80 polegadas (dependendo do modelo). Bom, ninguém ainda testou pra saber como isso pode ser cômodo ou não para você. Ele conta com som estéreo via fones de ouvido, um protetor para que a luz ambiente não incomode e uma bateria de 4 a 5 horas de autonomia, além de ter suporte a filmes 3D no seu modelo de 80″. Os óculos iTVGoggles incluem adaptadores para reproduzir vídeos a partir de praticamente qualquer aparelho, inclusive players de DVD ou Blu-ray, videogames, players portáteis (iPod inclusive) e até celulares com saída de vídeo. Preços: US$ 180 (50″) e US$ 310 (80″).

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