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LG vai oferecer suas telas flexíveis em 2017

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A LG informa que prevê a chegada de suas telas flexíveis para smartphones em 2017, com o início da produção em massa em 2016.

Não há detalhes sobre como essas telas serão, ou nada além do que os protótipos já apresentados A LG está pesquisando uma forma que elas sejam muito resistentes, mas melhorando a sua espessura e resolução. Os coreanos terão que se pronunciar oficialmente sobre esses detalhes, algo que deve acontecer no ano que vem. É esperado que essa tecnologia esteja disponível para todos os tipos de produtos, como smartwatches, smartphones, tablets, notebook e TVs com grande diagonal.

Para o mercado de smartphones, é esperado que as telas flexíveis sejam as protagonistas durante as próximas gerações, e as previsões são que em 2020 pelo menos a metade dos smartphones façam uso desses componentes.

A notícia chega na hora certa, já que nos últimos dias os rumores apontam para o lançamento de um smartphone com tela flexível da Samsung em 2016 (o Project Valley). Ou seja, a guerra de telas flexíveis é monopolizada entre LG e Samsung, colocando a Coreia do Sul como líder tecnológica e do mercado de inovação global.

 

 

Via VR-Zone, Korea IT News

Samsung quer milhões de telas flexíveis para o seu futuro smartphone top de linha

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Começam os rumores sobre um novo smartphone da Samsung com tela flexível, onde as fábricas da empresa sul-coreana já se preparam para uma produção em longo prazo. O dispositivo só chegaria em 2016, e há quem diga que seria o Samsung Galaxy S7.

O Korei IT News informa que a Samsung tem como meta produzir em suas fábricas até 8 milhões de telas flexíveis por mês para os futuros lançamentos da empresa. Para isso, eles realizaram investimentos em uma de suas linhas de produção.

Já faz um tempo que a Samsung trabalha com telas flexíveis. Eles mostraram os seus primeiros protótipos em 2013, mas dessa vez a ideia é investir mais seriamente no segmento, apesar dos grandes problemas que eles enfrentam na produção por conta dos novos materiais empregados. Algo parecido com o que aconteceu com as curvas do Galaxy S6 Edge, mas com uma maior complexidade, por conta justamente da flexibilidade do material.

Também não é a primeira vez que falamos em produção em larga escala de telas flexíveis, e até agora, nenhum fabricante conseguiu deslanchar nesse setor na área mobile. Mas tudo indica que esse é mesmo o futuro desse mercado. Se a Samsung vai lançar smartphones com telas flexíveis em 2016? Não sabemos. Boa parte disso dependerá do grau de avanço no seu desenvolvimento, que até agora é desconhecido.

Por enquanto, só temos protótipos, mas não sabemos se a tecnologia está madura o suficiente para chegar ao mercado.

Em resumo: temos rumores. Só o tempo dirá se são reais ou não.

Via Phone ArenaKorea IT News

Por que ainda não temos smartphones completamente flexíveis?

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Gadget Show Samsung

As telas flexíveis existem, e não são uma novidade. Há muito tempo vemos protótipos e até gadgets de produção em massa com telas flexíveis, como TVs com telas curvas e smartphones levemente flexionados. Porém, não vimos nenhum dispositivo oficial que se pareça com os prometidos braceletes/tela que ficariam em nossos pulsos.

Por que ainda não temos dispositivos totalmente flexíveis, que implementem as telas OLED fabricadas pela Samsung e LG? Por que está demorando tanto?

A primeira coisa que devemos lembrar quando falamos de smartphones é que pese ao fato que a tela é o que vamos ver a maior parte do tempo, e que ainda conta com um significado muito importante, não representam mais do que uma limitade parte da complexa arquitetura de um dispositivo móvel.

Inicialmente, a maioria das telas atuais contam com uma lâmina, que além de funcionar como sensor capacitivo, também protege a própria tela. Obviamente esta lâmina é a que tocamos, e que poderia ser facilmente modificada para ser flexível, mas uma solução melhor seria integrá-la diretamente na tela. Mas essa é a menor das complicações.

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O restante do corpo do smartphone é a parte mais difícil de tornar flexível, mantendo as suas funcionalidades. Os materiais realmente flexíveis não são muito resistentes com o passar do tempo.

Mas talvez o maior dos problemas na fabricação de um smartphone flexível está nos componentes como controladores, processador e memória. Todos esses itens estão fixados em uma placa PCB, que serve de ponte para comunicar e manter esses componentes fixos em uma posição. Ainda que o PCB possua um material flexível, ainda teríamos chips relativamente grandes, o que impediria a mobilidade correta do dispositivo.

No caso das baterias, a situação não é muito diferente.

Existem baterias flexíveis, mas as verdadeiramente flexíveis ainda são muito pouco eficientes, armazenando pouca energia. De novo, podemos encontrar soluções como unir pequenas baterias rígidas para um certo nível de flexibilidade, mas não é bem isso o que procuramos.

Nesse ponto, podemos dizer que talvez a maior limitação está no fato que, apesar das telas já estarem prontas para ser totalmente flexíveis, os demais componentes do smartphone não estão.

Mas o cerne verdadeiro da questão ainda não foi citado.

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Devemos admitir que um smartphone totalmente flexível seria muito útil na hora de impressionar os amigos, mas para o uso diário, não faria muita diferença na vida da maioria dos usuários.

Podemos pensar em algumas utilidades, como braceletes flexíveis para o pulso, mas nada muito além disso. Na verdade, os smartphones flexíveis não oferecem grandes vantagens. Os fabricantes tentam forçar as telas flexíveis no mercado, com dispositivos como o LG G Flex ou o Samsung Galaxy Note Edge, mas não encontram uma expressiva aceitação.

No caso do Note Edge, a opinião da crítica especializada é que o produto é uma tentativa muito forçada, e até incômoda de se usar. Tudo bem querer inovar introduzindo ao mercado novas tecnologias, mas essas tecnologias devem se adaptar adequadamente às necessidades de uso, e não apenas usá-las por parecer algo futurista.

Por enquanto, smartphones flexíveis não fazem muito sentido. Quem sabe em um futuro não muito distante, um modo realmente genial de aplicar essas tecnologias apareça. Até lá, vamos conviver com nossos pequenos e rígidos retângulos que carregamos conosco todos os dias.

Mais detalhes sobre as telas flexíveis da LG-Display

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Não faz muito tempo que a LG-Display mostrou sua tela flexível de 18 polegadas (12800 x 810 pixels), confeccionada com tecnologia OLED. O protótipo funcionava sem problemas, mesmo com a curvatura aplicada à tela. Agora, novos vídeos mostram mais detalhes sobre o projeto.

Os desenvolvedores do projeto, Bak Won-Seo e Jo Min-Gu revelam que o nível de flexibilidade dos produtos que estão trabalhando hoje são esse que vemos nos vídeos, que é o ponto de dobra de tela mas mantendo o seu funcionamento. Por enquanto, essas telas não podem ser enroladas.

No desenvolvimento dessas telas, eles estão melhorando outros aspectos, como a espessura das telas, algo que pode ser aplicado em todo o tipo de TVs. O avanço se encontra principalmente na substituição do cristal protetor frontal por novos materiais. O que eles conseguirem com uma tela com 18 polegadas poderá ser aplicado aos modelos com até 70 polegadas.

Vídeos e mais imagens a seguir.

 

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Via oled-display

Assim se dobra a tela flexível da LG (em vídeo)

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Durante muito tempo, vimos a LG e a Samsung falando sobre telas flexíveis, mas até agora, o máximo visto nesse sentido foram telas curvas e rígidas. A LG apresentou uma série de TVs e um smartphone com telas com essas características, mas eles mostram claramente que desejam dar um passo adiante nesse conceito.

Recentemente, eles mostraram um protótipo de tela de 18 polegadas OLED, que é flexível o suficiente para ser enrolada ou dobrada. O vídeo a seguir mostra claramente como isso é possível, curvando em um ângulo considerável, e voltando à sua posição original, sem deixar de emitir o seu conteúdo. Eles aproveitam o fato do OLED poder mover cada um de seus pixels sem distorção de imagem, já que cada um deles conta com a sua própria iluminação.

Cono bônus, esse segundo vídeo mostra uma tela com 30% de transparência, também desenvolvida com tecnologia OLED. A LG Display espera começar a produzir essa tela em 2017.

A LG planeja desenvolver uma tela de 60 polegadas UHD flexível. Não sabemos se essa tela terá fins comerciais, ou se só será fabricada para mostrar do que eles são capazes.

Vale lembrar que muitos dos projetos da LG Display são financiados pelo governo coreano, que está muito interessado que suas empresas sigam liderando o mercado de tecnologia. Segundo estudos gerenciados por eles, em 2018, o mercado de telas flexíveis vai movimentar US$ 6 bilhões. Em 2025, esse valor pode ser de US$ 77 bilhões.

Via OLED-Info

Rumor: telas flexíveis nos futuros smartphones top de linha da Samsung?

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O site SamMobile garante que a Samsung está adaptando uma de suas fábricas para iniciar a produção das telas flexíveis que serão utilizadas nos próximos dispositivos top de linha da empresa, das linhas Galaxy e Note.

A fonte japonesa Ledwn informa que a Samsung teria interrompido os trabalhos na sua fábrica A3, que estava focada exclusivamente nesse tipo de telas. Porém, as pressões exercidas pelos seus parceiros poderiam ser o motivo da renovação dessa aposta.

Estima-se que essa fábrica estará pronta para a produção das telas a partir de novembro ou dezembro de 2014, ou seja, a tempo para iniciar a produção das telas flexíveis para os hipotéticos Galaxy S6 e Note 5.

Segundo os analistas, o uso das telas flexíveis seria combinado a um design reformulado desses dispositivos, algo que poderia começar a se tornar realidade com o futuro Galaxy Note 4. veremos se as mudanças se tornam efetivas, e conseguem estabelecer diferenciais relevantes no mercado.

Via SamMobile

Vazamento afirma que Samsung teria apresentado na CES 2014 um protótipo de tela dobrável de 5.68 polegadas

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A tendência de telas maiores é um grande feito para o mercado de smartphones. Porém, essa mesma tendência está apontando para novas soluções de portabilidade e comodidade na hora do transporte do dispositivo. Segundo fontes da indústria, a Samsung teria apresentado em Las Vegas, no Hotel Encore, uma tela flexível com aspecto muito distinto daquelas vistas no LG G Flex ou do Samsung Galaxy Round.

O diferencial dessa tela é que ela pode ser dobrada por si mesma, para que um dispositivo com 5.68 polegadas de tela ocupe pouco mais da metade do seu espaço. O conceito do protótipo é como se tivéssemos um dispositivo com o formato de um livro, que tem uma tela que pode simplesmente ser dobrada pela metade na hora de se fechar. Essa tela é fabricada em um substrato plástico, mas utiliza uma base de Poliamida (PI), que segundo comenta a fonte, é capaz de se dobrar com maior facilidade.

A Samsung também teria criado uma matriz metal touch na própria tela, evitando assim que os seus elementos se deteriorem com o uso constante, ou seja, no ato de dobrar a tela o tempo todo. Para resumir: não teríamos apenas uma tela, mas também uma tela touch, o que seria perfeito para smartphones, tablets ou dispositivos do tipo wearbles.

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O protótipo de 5.68 polegadas mostra uma imagem sem mudanças de qualidade na zona de dobra. De fato, esse é o ponto que a Samsung mais estaria envolvendo os seus esforços para conseguir dar ao material as características corretas para esse tipo de tela, dando assim o novo formato aos futuros dispositivos.

A apresentação desse novo material teria acontecido para analistas, convidados VIPs e clientes e potencial, deixando assim claro que a Samsung está apostando alto nesse novo tipo de tela. De fato, em novembro do ano passado, o vice-presidente da Samsung comentou que os dispositivos com tela dobrável estariam chegando ao mercado em 2015. Até lá, eles precisam se assegurar que não aparecerão problemas funcionais ou de desempenho da tela depois de ser dobrada milhares de vezes pelo usuário.

Ou seja, vamos ter que esperar bastante até ver dispositivos com esse tipo de tecnologia em nossas casas, mas se quisermos contar com dispositivos mais compactos, a flexibilidade das telas (que podem ser mais tolerantes a quedas e pancadas), podemos pelo menso dizer que “2015 é logo ali”.

Via PhoneArena

Telas curvas, flexíveis ou dobráveis: até onde vamos?

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Não resta dúvidas que estamos vivendo uma revolução no formato das telas dos dispositivos eletrônicos. Não faz mais muito sentido seguir investindo na densidade de pixels, mas quanto aos tipos de tela, novos modelos e padrões aparecem a cada ano, e cada vez mais adaptados aos nossos gostos e necessidades.

As telas nem sempre foram planas. Hoje, esse é um conceito considerado básico, mas se pensarmos nos primeiros televisores, as suas telas tinham o formato de parábola. Com o passar do tempo, elas foram ficando retas, lisas ou homogêneas, priorizando a superfície de exibição e visão.

Porém, nos últimos anos, essa tendência está mudando. O futuro (segundo os fabricantes de tecnologia) aponta para telas curvas, flexíveis ou dobráveis, para que novos tipos de dispositivos possam ser desenvolvidos.

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Telas curvas: uma nova era de visualização

No começo de 2013, durante a CES, fabricantes como Samsung ou LG decidiram apresentar as primeiras TVs OLED curvadas do mercado. O objetivo era fazer o consumidor ter o mesmo efeito visual de uma sala de cinema IMAX na sala de sua casa, com uma visualização mais panorâmica e imersiva, melhorando os ângulos de visão em diferentes posições.

Além disso, a distância a partir de qualquer ponto da TV até os nossos olhos seria a mesma, graças ao ângulo de curvatura de 5 graus existente nessas telas.

Depois das primeiras TVs, os primeiros smartphones com essa característica apareceram. Coincidência ou não, as primeiras empresas a apresentarem telefones inteligentes com telas curvas foram… Samsung e LG.

A diferença mais importante entre os dois smartphones (a partir do design, que pode te agradar ou não) está na melhora da autonomia. As telas curvadas contam com uma visibilidade sob a luz do sol muito melhor que as telas atuais, pois refletem muito menos raios de luz. Logo, não será necessário elevar o brilho da tela do dispositivo quando estamos em ambientes externos, reduzindo assim o consumo de bateria.

Mas isso, na teoria. Só poderemos comprovar se isso realmente vale na prática.

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Telas flexíveis: consolidação da tecnologia

O passo mais lógico depois das telas curvas nos dispositivos eletrônicos é a aparição das primeiras telas flexíveis. Mais uma vez, Samsung e LG largaram na frente nesse segmento, porém, parte desse novo mercado pode parar nas mãos da HP.

Stephen Woo, presidente da Samsung, anunciou durante a CES 2013 junto com Brian Berkley, vice-presidente da Samsung Display, a sua nova tecnologia de telas flexíveis de plástico, que recebeu o nome Youm. As vantagens dessa tela ainda não estão muito claras (uma vez que a sua tecnologia estaria muito adiantada para ser utilizada nesse tempo), e só poderemos ter uma ideia do quanto ela poderá revolucionar a tecnologia que nos rodeia em alguns anos. Inicialmente, por ser uma tela de plástico, uma das vantagens imediatas estaria na redução considerável dos prejuízos causados pelas quebras e arranhões das telas tradicionais.

Porém, a parte mais atraente das telas flexíveis seria a aparição de dispositivos completamente diferentes do que aqueles que conhecemos hoje, além de permitir a adoção de formatos de acordo com os nossos desejos e necessidades. Em compensação, o hardware presente nesse dispositivo (bateria, câmera, memória, botões físicos, chassi, etc) não poderia se enrolar ou ser flexível se queremos que o dispositivo seja algo durável. Bom, ao menos com as tecnologias que temos hoje.

No futuro, teremos um dispositivo completamente flexível. Como isso pode acontecer, só os fabricantes poderão responder. Porém, será muito interessante acompanhar essa jornada evolutiva nos próximos anos.

Telas dobráveis: o futuro em nossas mãos

Tal como já se aventurou a equipe de pesquisadores da Microsoft Research, o futuro dos dispositivos eletrônicos, smartphones, tablets e televisores se encaminha também para as telas dobráveis, o que seria o último passo (por enquanto) dessa escala evolutiva. Veja o vídeo a seguir.

 

A perspectiva do vídeo da Microsoft se centrava em como poderiam ser nossos lares nas próximas décadas. Mas ao que parece, a tecnologia avançou mais rápido do que a maioria das pessoas esperavam, incluindo os mais futuristas. Na semana passada, graças a mais um daqueles vazamentos que tanto amamos nos blogs de tecnologia, descobrimos que a Samsung está preparando telas dobráveis com resolução 4K para 2015.

Ou seja, se você estava pensando em renovar todos os equipamentos de sua casa, eu aconselho que espere mais um pouco, e que vá economizando dinheiro desde já. Cada vez mais as resoluções 4K se mostram mais e mais comuns no nosso mundo, porém, só podem ser encontrados em televisores com preços exorbitantes e sem sentido. Sem falar que os conteúdos televisivos nesse formato são raros, e estão bem longe de se adaptarem para esse formato.

Por outro lado, ver uma tela de 5 polegadas de um smartphone com resolução 4K mostra uma mudança considerável de como os fabricantes estão trabalhando nesse desenvolvimento.

E, combinadas essas tecnologias de alta resolução com a possibilidade de dobrar todo um dispositivo, de acordo com as nossas necessidades, chegaremos em um cenário que era muito difícil de se imaginar em um passado não muito distante. Todos os produtos que conhecemos devem mudar de formato de forma radical, o que vai tornar a nossa vida cotidiana muito mais prática e simples.

Samsung promete dispositivos com telas dobráveis em 2015, além de melhorias no Galaxy Gear

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O CEO da Samsung, Kwon Oh Hyun, deu uma interessante declaração ontem (05), durante o Analyst Day (evento de apresentação dos resultados financeiros da empresa no último trimestre). O executivo afirmou que os sul-coreanos vão introduzir ao mercado dispositivos com telas dobráveis em dois anos, ou seja, até o ano de 2015. Desse modo, a Samsung segue a tendência de empresas como a LG, que já prepara o seu telefone flexível.

Ainda não sabemos qual será o tipo de gadget que receberá esta tecnologia, mas não é difícil supor que as telas dobráveis chegarão primeiro aos smartphones, em uma nova linha de produtos. São vários os protótipos que a empresa mostrou em eventos anteriores, como o recém anunciado Samsung Galaxy Round, com tela curva.

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Hyun também aproveitou a oportunidade para falar do Samsung Galaxy Gear, o primeiro smartwatch da empresa. Diante de tantas críticas recebidas, o executivo declarou que existe uma margem de melhora, e que eles estão trabalhando para resolver os problemas presentes no produto.

O Galaxy Gear tem um índice de devolução de aproximadamente 30% entre os clientes norte-americanos nos primeiros dias de venda, e não preencheu as expectativas. O principal foco das críticas está em sua baixa compatibilidade com outros produtos da marca, apesar da confirmação que o relógio será compatível em breve com os smartphones das linhas Galaxy S e Note.

Voltando aos dispositivos com tela dobrada, a fase final de desenvolvimento desses produtos começa em 2014, com sua produção começando em 2015, ano em que essa nova linha de gadgets chegará ao mercado. Só o tempo vai dizer se esses novos smartphones com telas dobráveis marcarão tendência, e encontrarão o seu lugar no mercado de tecnologia de consumo.

 

Via SammyHub, NewsIS

Samsung apresenta suas telas OLED flexíveis para smartphones #CES2013 (com vídeo)

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A Samsung apresentou ontem (09) na CES 2013 suas telas flexíveis OLED para smartphones, que podem ser dobradas ou até mesmo permitir que as pessoas se sentem sobre o smartphone sem causar maiores danos (essa última é por minha conta, e espero que você seja esperto o suficiente para JAMAIS fazer isso com o seu smartphone). O projeto dessa nova tela da Samsung responde pelo nome Youm, e foi demonstrado no evento de Las Vegas.

Stephen Woo, o presidente da Samsung, anunciou a nova tecnologia junto com Brian Berkeley, o vice-presidente da Samsung Display. A tela flexível da Samsung basicamente usa um plástico no lugar do cristal. Dessa forma, é possível obter uma tela maleável em seus ponto máximo de tensão, de modo que ela seja inquebrável (na teoria). Na apresentação de ontem, eles utilizaram um protótipo de smartphone, que contava com os cantos cobertos com as novas telas, onde era possível ver as notificações do sistema ou diferentes elementos.

A demonstração foi feita com um protótipo de smartphone rodando o Windows Phone. É uma tecnologia que impressiona muito no seu conceito. É importante que possamos ver essa novidade de perto, na prática, para saber o quão ele pode ser útil ao usuário final. Por enquanto, só podemos teorizar.

Pelo o que foi visto em Las Vegas, o protótipo do smartphone apresentado (cujos detalhes quase não foram revelados) tem tela de 5 polegadas, e sua resolução seria de 720p. Protótipo à parte, o que realmente queremos saber é se essa tecnologia vai oferecer alguma novidade real no quesito usabilidade. Ainda é preciso determinar qual é a utilidade prática dessa nova tela.

No vídeo a seguir, é possível ver uma demonstração técnica do recurso.

Via Gizmologia

Sharp mostra as suas novas telas IGZO LCD, OLEDs e uma tela flexível

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A Sharp concluiu o desenvolvimento de suas telas de última geração, e fez a sua primeira exibição pública dessas novas telas durante a “Society for Information Display”, evento realizado em Boston (EUA).

A empresa apresentou suas novas telas LCD baseadas na tecnologia IGZO (Indio-Galio-Óxido de Zinco), com alguns modelos que por enquanto estão limitados a tamanhos compactos, orientados aos dispositivos móveis, como smartphones e tablets, com telas com tamanhos de 4.9 polegadas (1280 x 720) e 6.1 polegadas (2560 x 1600, com densidade de 480 píxels), o que seria superior a qualquer dispositivo comercial do momento.

A Sharp também apresentou duas telas OLED, uma de 13.5 polegadas, com resolução QFHD (Quad FullHD, com 3840 x 2160 píxels) e uma tela flexível de 3.4 polegadas, para dispositivos de menor tamanho (540 x 960). Segundo a Sharp, as telas OLED com a tecnologia avançada usada pela empresa conseguem maiores resoluções de imagem com um consumo de energia menor, além de permitir fabricar telas com menor espessura, integrando soluções de altas especificações mais precisas, ao integrar transistores de película fina muito menores do que os utilizados em outras telas.

A Sharp espera poder atualizar sua linha de produção para fabricar as suas novas telas ainda neste ano fiscal, ou seja, sendo bem realista, é bem provável que não vamos ver produtos com essas novas telas antes do meio ou final do ano de 2013.

Via Gizmologia

Telas flexíveis da Samsung serão comercializadas ainda em 2012

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A Samsung anunciou que a sua produção em massa das suas telas flexíveis já está em andamento, e que a sua comercialização deve começar ainda este ano. Segundo um porta-voz da empresa (assistente do presidente da Samsung Mobile Display), que foi encarregado de confirmar a informação, também informa que os primeiros produtos a contar com telas OLED flexíveis serão os smartphones e tablets.

O primeiro passo da empresa com o projeto de telas flexíveis aconteceu com o Galaxy Nexus, apesar de não podermos dobrar o aparelho. Mesmo assim, a Samsung adicionou um pouco da tecnologia futura na tela do smartphone, que é levemente curvada.

Não foram revelados datas que as telas começam a ser enviadas para os fabricantes, mas o que se sabe é que a comercialização do dispositivo nos produtos vai depender do desejo dos fabricantes em adotar ou não a tecnologia da Samsung. Vale lembrar que tais telas flexíveis não se limitarão aos dispositivos com telas de menos de 10 polegadas, mas também em dispositivos de grande tamanho.

Via Gizmologia

Samsung poderá lançar as suas telas flexiveis no mercado ainda em 2012

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A Samsung levou anos pesquisando seus avanços nas suas telas flexíveis, mas nunca se mostrou muito disposta para revelar ao mundo uma data de lançamento. Porém, nos últimos dias, rumores correm pela rede que a empresa coreana parece estar finalmente pronta para dar sinal verde para uma série de painéis flexíveis a serem lançados ao longo do segundo trimestre de 2012. Pelo visto, a divisão de telas móveis da empresa abriu uma nova fábrica, em parceria com a Ube Kosan, uma empresa japonesa que se dedica a produção de materiais plásticos para as tais telas, fabricando telas AMOLED em massa para serem instalados em telefones e relógios. Vamos esperar para ver se podem nos surpreender.

via OLED Display