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Ford adiciona airbag de joelhos em Mustang, com a ajuda de novas patentes

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A Ford registrou 23 novas patentes para criar um novo airbag de joelhos para o passageiro dianteiro. Introduzido no Mustang e, em breve, em outros modelos da marca, esse novo airbag usa um plástico moldado com design inovador, ao invés de tecido, que fica prensado na tampa do porta-luvas.

A instalação no porta-luvas também é uma inovação. Está integrado na porta do porta-luvas, e não no painel de instrumentos, o que reduz o peso e aumenta o espaço para o passageiro da frente.

Com apenas 46 centímetros de comprimento e 28 centímetros de largura, o novo airbag de joelho do Mustang pesa 65% menos que um airbag convencional, o que ajuda a economizar combustível, com o mesmo nível de proteção. Em caso de colisão, um pequeno gerador de gás dentro da tampa do porta-luvas infla a bolsa em apenas 20 milissegundos, empurrando a parte externa da tampa para proteger as pernas.

No total, o novo Ford Mustang é equipado de série com oito airbags e foi classificado com o padrão máximo de segurança pelas autoridades norte-americanas. Disponível nas versões fastback e conversível, pela primeira vez em seus mais de 50 anos de produção o esportivo será vendido na Europa e outros mercados globais.

As sete chaves tecnológicas da Fórmula 1 em 2015

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No dia 13 de março começa uma nova temporada do Mundial de Fórmula 1. A categoria sempre se caracterizou pelas novas tecnologias e métodos de engenharia avançada, em constante evolução, na busca por formar novos campeões.

As equipes contam com engenheiros que tentam dar um passo além do regulamento técnico, mas sem violar as regras. Artigos são lidos e relidos obsessivamente, na busca de maneiras onde a tecnologia disponível ofereça uma vantagem competitiva em relação às demais equipes. Logo, o interesse tecnológico que a categoria desperta vai muito além do esporte.

A nova batalha tecnológica está prestes a começar, e tentaremos nesse post mostrar os elementos chaves que podem definir a equipe dominante da temporada. Alguns elementos são intrínsecos à própria Fórmula 1, e outros se originam a partir das recentes mudanças de regras.

Apesar de outros elementos serem importantes, temos a seguir os sete que não podem ser esquecidos.

 

1. Design computacional e testes no túnel de vento

É sempre bom lembrar que os monopostos de Fórmula 1 são, essencialmente, protótipos. Ou seja, a equipe de engenheiros desenvolve os carros do zero (ou de uma evolução do modelo anterior) um dos carros mais rápidos do planeta sem colocá-lo na pista até o último momento. Logo, testar isso de forma adequada é um fator decisivo para a melhor base possível de desenvolvimento do carro ao longo da temporada.

As equipes contam com supercomputadores que processam estudos aerodinâmicos de alta precisão. As peças que apresentam resultados satisfatórios são fabricadas em escala para os testes no túnel de vento, que simula as condições aerodinâmicas reais sobre um carro em escala. Se a peça passa por esse filtro, ela é fabricada para os testes de pista. Antes da FIA limitar esses testes no túnel de vento, as equipes trabalhavam em três turnos, 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Ainda que a FIA tente limitar a aerodinâmica dos carros ano após ano, esse segue sendo um fator de sucesso fundamental, já que um Fórmula 1 depende essencialmente disso. Os esforços em designs de asas e apêndices aerodinâmicos se justificam nos décimos de segundo ganhos na pista.

 

2. Capacidade de evolução

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Esse item poderia fazer parte do ponto anterior, mas vale a diferenciação por um simples motivo: algumas equipes são capazes de criar um carro bom logo de cara, mas que com o passar das corridas ficam para trás, não mantendo o mesmo ritmo de evolução das demais equipes.

Desenvolver uma boa base inicial é importante, mas também é fundamental manter um ritmo de evolução ao longo da temporada. Como são protótipos, os carros de Fórmula 1 estão em constante evolução. Tecnologicamente falando, a temporada da categoria é muito longa, e é preciso estar preparado para enfrentar a batalha da evolução.

 

3. Simulador

O simulador obteve uma especial relevância após a proibição dos testes ilimitados em pista. As equipes só podem rodar com os carros em determinadas ocasiões, e para realizar testes mais pertinentes, muitas equipes investiram muito dinheiro no desenvolvimento dos seus simulares, incorporando nas fábricas pilotos profissionais exclusivos para esses equipamentos.

Um simulador é uma espécie de ‘videogame’ com uma tecnologia de ponta, reproduzindo as condições e o comportamento do carro ao ponto de ser sensível à introdução de novos apêndices aerodinâmicos ou mudanças nos ajustes. Um bom simulador deve ser capaz de transmitir ao piloto as mesmas sensações que o monoposto transmitiria na pista.

Desse modo, é um item essencial para a evolução do carro, além de preparar para as condições básicas de cada corrida, auxiliando no desenvolvimento de boa parte do trabalho realizado na fábrica.

 

4. Unidade de potência

Ao longo dos anos, houve uma redução de custos e um foco para a eficiência energética da Fórmula 1, e o que era conhecido como um motor V10 em 2004 passou para o V6 atual, que tem um complexo sistema de recuperação de energia.

Se a aerodinâmica foi o grande diferencial das últimas temporadas da categoria, os motores retomaram o protagonismo perdido na década de 1990, marcando importantes diferenças entre as equipes. O motor da Mercedes dominou o campeonato de 2014, e os esforços para igualar seus números fizeram com que tanto Renault como Ferrari trabalhassem ainda mais nesse aspecto.

Em 2015, a Honda volta para a categoria com a equipe McLaren. É possível que eles sofram no começo, onde a prioridade dos japoneses será a confiabilidade, abrindo mão da potência – pelo menos no começo.

 

5. Gestão eletrônica da potência

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Quase tão importante que contar com um bom motor, a Fórmula 1 premia aqueles que são capazes de recuperar energias residuais (energia cinética das freadas e energia térmica que escapa do motor), gerenciando-as de forma adequada.

Os carros contam com dois motores elétricos que injetam a potência adicional recuperada ao eixo traseiro dos carros (que contam com tração traseira, ou seja, toda a potência é descarregada nas rodas traseiras). Tal recuperação em forma de potência não deve ser considerada uma potência extra disponível, mas sim um recurso para os carros gerenciar de forma eficiente o combustível disponível para uma corrida.

Por norma, os carros devem completar a corrida com um máximo de 100 kg de combustível, e a gestão energética faz com que os itens eletrônicos do carro sejam um elemento crítico na regulação do consumo de combustível e a aportação da potência. É preciso ser capaz de ter a máxima potência disponível com o mínimo de consumo de combustível associado.

 

6. Pneus

Em todas as categorias de automobilismo, existe uma máxima: os pneus são o único ponto de contato do carro com o asfalto, e são responsáveis por transmitir a potência e o agarre ao carro. Gerenciar adequadamente seu comportamento em sintonia com o veículo é outro fator crucial.

Um bom carro que gasta demais os pneus se transforma em um carro que dificilmente vai vencer corridas. Desde 2011, a Pirelli é responsável pelos pneus da Fórmula 1, oferecendo a cada corrida dois compostos de borracha: uma mais macia, e outra mais dura. Cada piloto deve usar os dois compostos durante a corrida…

…o que nos leva ao último elemento chave da Fórmula 1 em 2015.

 

7. Estratégia

Uma boa estratégia de corrida é algo cada vez mais importante na Fórmula 1 moderna. Carros rápidos com estratégias ruins sucumbiram para carros não tão rápidos, mas com boas estratégias. Por isso, as equipes buscam todas as informações que ajude na hora de tomar as decisões oportunas: computadores que realizam cálculos constantes, avaliando as opções estratégias, dados de telemetria instantâneos, geo-posicionamento dos carros em pista, entre outros recursos.

As equipes contam com dezenas de monitores com informações, e equipes de engenheiros cruzam dados com as fábricas constantemente, para que nenhum detalhe escape na hora de tomar decisões estratégicas. Sem falar na Pirelli, que controla as paradas de boxes para trocas de pneus e o controle do tráfego na entrada e saída de pista, além de possíveis aparições de um Safety Car, cálculo do momento de exigir uma maior potência ou economia de combustível, além dos fatores externos, como a meteorologia.

E vários outros fatores que não foram citados.

 

Conclusão

A Fórmula 1 é muito mais que uma competição de pilotos e equipes que tentam superar limites. É uma competição de engenheiros que tentam explorar ao máximo a tecnologia disponível em todos os âmbitos. É a tecnologia mais avançada do automobilismo, a serviço dos melhores pilotos de corridas do mundo.

Sony também estaria interessado nos veículos autônomos

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Segundo informa o Financial Times (através de fontes próximas ao assunto) indicam que a Sony teria investido aproximadamente US$ 842 mil na ZMP, startup japonesa de veículos autônomos. É um valor pequeno em se tratando da Sony, mas pode ser o início de futuros grandes planos relacionados ao universo automotivo.

A ideia é combinar as câmeras da Sony com os sistemas robotizados da ZMP, com o objetivo de melhorar as tecnologias de condução autônoma. Tal movimento não quer dizer que teremos um carro da Sony em concessionárias no futuro, mas sim que a integração de sua tecnologia no equipamento de veículos de outras marcas.

Shigeo Ohba, diretor geral do segmento de sensores de imagem da Sony, já reconheceu que esperava ver um importante aumento na demanda dos sensores de automação em 2017, que se manteria por pelo menos uma década. Ou seja, a melhor coisa a se fazer é investir agora nesse negócio.

Via Financial TimesCNBC

 

Mercedes e LG unem forças para o desenvolvimento de carros autônomos

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A LG vai construir para a Mercedes-Benz componentes importantes para o funcionamento de um carro autônomo, como por exemplo as câmeras estereoscópicas. Esse é um complemento necessário aos radares e sensores que determinam o que temos ao nosso redor na estrada, e se esses elementos estão ou não em movimento.

Aqui temos aberto um caminho muito produtivo para as empresas especializadas em imagem. Os carros contam com mais e mais tecnologia, e os investimentos aumentam constantemente. O anúncio feito em conjunto pela LG e Mercedes não revelam maiores informações, nem se o desenvolvimento será conjunto, ou se veremos as soluções da LG em veículos de terceiros (ou não).

As duas empresas apresentam o acordo como algo de longa duração, e que vai além da citada câmera, alcançando outros componentes importantes dentro dos veículos do grupo Mercedes.

Via Yonhap

Qualcomm Brasil apresenta tecnologias usadas na Fórmula E

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A Qualcomm Brasil apresentou suas soluções para o mercado automotivo, incluindo a solução de carregamento elétrico sem fio Qualcomm Halo, utilizada durante o Campeonato de Fórmula E da FIA (Federação Internacional de Automobilismo). O lançamento oficial no Brasil contou com a presença do piloto brasileiro Lucas Di Grassi, que compete pela modalidade.

A adoção da tecnologia Halo foi resultado de um acordo que tornou a Qualcomm a parceira tecnológica oficial do campeonato automobilístico da FIA, exclusivo para veículos movidos a energia elétrica. Com isso, a empresa demonstra a relevância da mobilidade para ações pró-sustentabilidade, ao fornecer soluções que incorporam tecnologias pioneiras ­ – e cada vez mais sustentáveis – às competições esportivas.

Além disso, a Qualcomm avaliará a conectividade e a tecnologia móvel das dez cidades do mundo onde as corridas de Formula E acontecerão, oferecendo ainda soluções para aprimorar a experiência dos espectadores dentro do circuito automobilístico, tais como “live streamings”, videogames e interações com o público pelas redes sociais.

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A parceria inclui a instalação da tecnologia da Qualcomm nos veículos de segurança (safety cars) da Formula E, para que sejam abastecidos de forma wireless durante as competições. A partir da segunda etapa do Campeonato, a solução Halo também poderá ser utilizada pelos pilotos para recarregar os carros de corrida. A tecnologia WEVC (Wireless Electric Vehicle Charging) utiliza a indução magnética para transferir a energia de uma base de carregamento para um dispositivo instalado no veículo elétrico. Os motoristas param sobre essa base e a recarga começa automaticamente.

A Qualcomm vem aplicando há anos todo o seu know how em dispositivos móveis e tecnologia sem fio na indústria automotiva. Há mais de uma década, a empresa está presente em milhões de carros conectados ao redor do mundo, fabricados por 15 das maiores companhias do setor. A Qualcomm oferece, por exemplo, as Soluções Automotivas Snapdragon™, que incluem a família de processadores Snapdragon e os modens Gobi 3G/4G LTE, que são algumas das soluções wireless mais utilizadas para que os carros contem com as melhores ferramentas de entretenimento e segurança.

Os processadores desenvolvidos pela Qualcomm para o setor automotivo criam sistemas e serviços conectados e proporcionam recursos inovadores, tais como: reconhecimento facial para a identificação do motorista; ajuste automático dos bancos, dos espelhos e das estações de rádio; eliminação de “pontos cegos” por meio de câmeras de vídeo traseiras, que formam imagens de 180 graus, garantindo a segurança dos passageiros.

 

Via assessoria de imprensa (Qualcomm Brasil)

Brasileiro cria algoritmo que sabe quando você está falando (ou não) no celular enquanto dirige

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A equipe de Rafael Berri, da Universidade de Santa Catarina desenvolveu um algoritmo que faz com que uma câmera instalada no carro identifique se você está ou não falando ao telefone enquanto dirige. A câmera capta imagens do motorista, mas com foco na região do rosto para determinar se uma das mãos estão junto ao rosto (mais concretamente na orelha), e a partir daí, realizar determinadas ações, como por exemplo, parar o carro completamente.

Por enquanto, o sistema é bem básico. A câmera é capaz de registrar 15 fotos por segundo, com uma resolução de 320 x 240 pixels. Os vídeos, separados em um intervalo de três segundos, são utilizados para determinar se nesse intervalo alguém está conversando ou não no celular.

Ainda falta resolver algumas questões complexas mas comuns em um automóvel, como a luz incidente diretamente no rosto do motorista, o que tira um pouco da eficiência do sistema. Em condições mais favoráveis, o sistema de Berri tem uma eficiência de quase 90% de acerto. Outra coisa a se determinar é se o carro está em movimento durante a detecção, e o que fazer quando o motorista estiver falando ao telefone enquanto o carro se move.

De qualquer forma, é um começo.

Via Technology Review

Especial | Ford apresenta a assistência de emergência via Sync, presente no Novo Ka

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A Ford do Brasil realizou ontem (25) em São Paulo o evento de apresentação da sua tecnologia de assistência de emergência, que será lançada em conjunto com o Novo Ka. Fui convidado pela montadora para o evento, e nesse post, vou passar as minhas impressões e algumas das principais características desse novo sistema.

O recurso funciona em conjunto com a conectividade SYNC (desenvolvida em parceria com a Microsoft), e é capaz de realizar uma chamada automática para o serviço SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), pelo telefone 192 quando um acidente ocorre com o veículo, enviando a localização do carro através de coordenadas, permitindo que ou o passageiro entre em contato com o resgate por voz (caso ele não consiga se mover no veículo por qualquer motivo), ou o sistema de voz alerta o SAMU sobre o incidente automaticamente (se o passageiro estiver inconsciente).

Esse recurso já está disponível nos veículos da Ford nos Estados Unidos e Europa, e estreia no Brasil com o Novo Ka, apresentado em um evento no dia anterior (24). O recurso de assistência de emergência reforça o compromisso da Ford na inovação e democratização da tecnologia a serviço das pessoas, uma vez que o sistema está presente em um modelo considerado de entrada pela montadora. A ideia é que, no futuro, o recurso esteja disponível em outros veículos da Ford.

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Para que tudo funcione, o motorista precisa parear o seu smartphone com o SYNC no veículo através da conectividade Bluetooth. Quando o acidente ocorre, o airbag é acionado automaticamente, e o sistema de combustível é cortado. Nesse momento, o SYNC realiza uma chamada automática via celular pareado para o SAMU.

Uma primeira mensagem é enviada, informando sobre o acidente e as coordenadas de localização do carro via GPS. Depois, o microfone é aberto, oferecendo a comunicação entre o atendente do SAMU com os ocupantes do carro. Se não houver resposta (por inconsciência dos ocupantes ou impossibilidade por qualquer outro motivo), os principais dados sobre o acidente são enviados para o atendente, que por sua vez pode acionar uma equipe de resgate para o local.

O sistema é oferecido de forma vitalícia no veículo, sem cobranças adicionais. O sistema não é ativado manualmente, evitando assim a realização de chamadas falsas ou acidentais.

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No Brasil, a Ford tem como parceira o Ministério da Saúde, e o sistema passou por um período de testes e validação em algumas unidades do SAMU, incluindo as simulações de chamadas. Para quem quiser conhecer melhor o serviço, pode fazer uma simulação online, clicando aqui.

Hoje temos 40 milhões de carros rodando no Brasil. E 41 milhões de usuários de telefones celulares. Seguindo a tendência de mobilidade, conectividade e armazenamento na nuvem, A Ford amplia os serviços do SYNC, criando soluções para ampliar a segurança do motorista, mas sempre fazendo com que o mesmo jamais tire as mãos do volante para acionar tais recursos. O SYNC pode acessar os contatos da agenda do smartphone, fazer e receber chamadas de voz, ler mensagens SMS, controle do rádio e MP3 player por comandos de voz, conectividade Bluetooth e pareamento de até 12 telefones.

14 milhões de veículos no mundo contam hoje com o SYNC, com mais de 9 milhões com a assistência de emergência. O sistema AppLink também chega ao Brasil com o Novo Ka, expandindo as possibilidades do sistema com o acesso aos aplicativos via smartphone.

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A Ford revelou alguns detalhes interessantes sobre a tecnologia de assistência de emergência. Para começar, eles se referem ao serviço como uma “conveniência”, e enfatizam que o sistema possui algumas limitações consideradas naturais, considerando o que poderia acontecer em diferentes possibilidades de incidentes. Uma dessas limitações é a possível ausência do sinal de celular na região do acidente.

Sem um sinal de celular no local, por menor que seja, o sistema de emergência não vai funcionar, pelo simples fato de não poder realizar a chamada para o SAMU. A Ford afirma que tal cenário é aceitável, pois mesmo que um passageiro esteja consciente para realizar a chamada, não conseguiria pela questão técnica de telefonia.

Além disso, o sistema de GPS integrado no sistema de emergência só serve para identificar a posição de latitude e longitude do veículo, e a sua transmissão é feita toda pelo serviço de telefonia. Por enquanto, é assim que o sistema funciona.

Por fim, para os usuários que já contam com o SYNC em seus veículos e estão interessados em ter a assistência de emergência, terão que repensar seus investimentos financeiros. A Ford alertou que o novo serviço está condicionado à updates de software e de hardware, e a montadora não recomenda uma atualização dos componentes dos carros que já contam hoje com o SYNC para receber a nova funcionalidade.

Resultado: salvo alguma mudança, se você quiser ter a nova assistência em seu veículo Ford, vai ter que comprar um novo carro. Por enquanto, apenas o Novo Ka conta com o sistema, mas a Ford promete implementá-lo em novos veículos no futuro.

Agradeço ao pessoal da Ford do Brasil pelo convite para esse evento, e encerro esse post com a frase que resume a filosofia da montadora nessa nova proposta tecnológica para os seus veículos.

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As baterias de carbono prometem uma recarga até 20 vezes mais rápida que as baterias de Íon Lítio

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A empresa Power Japan Plus anunciou o projeto Ryden, que consiste na produção de baterias de carbono que, segundo os seus responsáveis, podem ser recarregadas 20 vezes mais rápido que as tradicionais baterias de Íon Lítio.

Segundo o anúncio oficial, essas baterias são baratas de fabricar, seguras para o uso, e podem melhorar de forma notável tanto a autonomia das baterias como o tempo de recarga, algo que poderia favorecer principalmente o setor de carros elétricos, ampliando a autonomia dos veículos em mais de 480 quilômetros.

Os responsáveis pelo projeto a chamam de “bateria de duplo carbono”, já que o carbono é utilizado nos dois eletrodos. A densidade de energia oferecida nessas baterias é superior que a das baterias tradicionais, podendo recarregar um carro como o Nissan Leaf em 12 minutos (contra as 4 horas atuais). Em um veículo como o Tesla Model S, a bateria de 85 kWh pode ser recarregada em 42 minutos.

O processo de substituição das células de Íon Lítio pelas células de dual carbono é muito simples, uma vez que o tamanho e o formato adotado é o mesmo das utilizadas nos carros elétricos atuais. Os ciclos de recarga também serão maiores (3.000 recargas, contra as 1.000 das baterias de Lítio), e essas baterias não sofrem de superaquecimento, o que as tornam mais seguras.

 

Via Power Japan Plus

Toyota começa a substituir robôs por humanos em suas fábricas. Pois os humanos são mais eficientes!

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A utilização de robôs em processos industriais foi um elemento chave no desenvolvimento de melhores e mais eficientes processos de fabricação. Porém, a Toyota não pensa dessa forma. A montadora japonesa decidiu substituir as máquinas automatizadas em algumas de suas fábricas no Japão, e criou linhas de produção onde um bom número de funcionários realizam as tarefas que antes eram exercidas pelas máquinas.

O Japão é o país do mundo com o maior número de robôs industriais, porém, a Toyota decidiu voltar atrás, e colocar um especialista humano em algumas tarefas que antes eram realizadas pelos robôs. Entre outras coisas, a Toyota teme que tanta automação faça com que sejam necessários muitos funcionários de médio conhecimento, e com muita pouca habilidade para tarefas mais minuciosas.

A eficiência da solução é algo surpreendente, e segundo um dos responsáveis do projeto na Toyota, a acumulação de resíduos se reduziu em 10%, além de reduzir a linha de produção e abatimento de custos de algumas partes do chassi do carro envolvido.

Via Bloomberg

Windows in the Car quer bater de frente com o Apple CarPlay (e o Cortana será o seu aliado)

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Se a Apple tem o seu CarPlay, a Microsoft não está de mãos vazias. Durante a BUILD 2014, eles apresentaram o seu assistente veicular, o Windows in the Car.

A plataforma conceitual adaptaira os aplicativos e funções básicas do Windows Phone para uma interface a ser utilizada nos veículos. O suporte para os comandos de voz estariam presentes nessa solução, de modo que o Cortana poderia nos acompanhar não apenas quando usamos nosso telefone, mas também dentro do carro, com um uso simplificado com botões maiores e com um acionamento mais cômodo.

Da mesma forma, o sistema contaria com certas restrições que evitariam que o seu uso seja um risco ao motorista, impossibilitando (por exemplo) a execução de tarefas mais complexas até que o carro esteja completamente parado (por exemplo, na hora de adicionar uma música na lista de reprodução).

Como você pode imaginar no momento em que eu coloquei o termo “conceitual” nesse post, o Windows in the Car não tem tem data concreta de lançamento, nem mesmo qualquer tipo de acordo com montadoras interessadas em sua implementação. A Microsoft já está testando o sistema em carros comerciais, o que confirma que o sistema já está em estágio avançado, e pode ser demonstrado em um futuro próximo.

 

 

Via The Verge, Microsoft

As câmeras traseiras nos carros serão obrigatórias nos Estados Unidos

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A Administração Nacional de Segurança Rodoviária dos Estados Unidos (NHTSA) decretou que todos os carros com menos de 4.500 quilos deverão levar câmeras traseiras de vídeo para circularem no país.

A medida entra em vigor em maio de 2018, o que dá um bom tempo para os norte-americanos adaptarem seus veículos, ou comprar um novo que já conte com esse sistema. Hoje, muitos fabricantes já oferecem retrovisores eletrônicos, mas ainda é muito diferente de ser ser um serviço universal. Também existem alternativas de terceiros para instalar um sistema de câmeras em veículos que não possuem tal recurso.

A medida pode parecer radical, mas na prática, a NHTSA vem propondo a sua entrada em vigor desde 2011. A cada ano, apenas nos EUA, 15 pessoas morrem e outras 15 mil terminam feridas em atropelamentos ou batidas onde um dos veículos seguia de marcha ré. As câmeras autorizadas pretendem reduzir esses números, facilitando a vida do condutor, que passará a contar com um campo de visão de três metros de distância por seis de largura.

Via NHTSA, The Verge

Sony converte o seu smartphone (na verdade, qualquer smartphone) na central multimídia do seu carro

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Quem aqui não deseja um sistema de navegação completo para o carro, quando o nosso smartphone já faz isso muito bem? Não são poucos os usuários que optam por utilizar os seus dispositivos móveis com um case com uma ventosa no para-brisas (muitas vezes bem precários), e deixam de lado a instalação de um caro centro de entretenimento para os carros. Pensando nisso, a Sony lançou um curioso suporte ajustável, que permite a integração do smartphone no console central de qualquer carro, sempre e quando você tiver um espaço disponível para isso.

O dispositivo, batizado como XSP-N1BT, incorpora controles de volume na própria borda, além de um conector de recarga magnético compatível com os últimos smartphones da linha Xperia e uma porta USB polivalente, uma vez que o acessório pode recarregar qualquer outro smartphone Android compatível com o App Remote.

Caso você não conheça o App Remote, este aplicativo desenvolvido pela Sony permite que os seus rádios para carros e seus dispositivos portáteis se comuniquem de forma recíproca, de modo que você possa sintonizar o rádio a partir da tela do smartphone, reproduzir as músicas armazenadas no mesmo, ou usar os alto-falantes do veículo durante uma chamada telefônica.

O XSP-N1BT inclui um controle infravermelho para se comunicar com as opções do App Remote sem precisar levar os dedos na tela do dispositivo, e até oferece sistemas de mãos livres, para controlar tanto o equipamento de áudio como o próprio smartphone, através de comandos de voz. Fica evidente que sua integração não será tão elegante como uma central multimídia montada de fábrica, mas por um preço de US$ 250, está de bom tamanho.

Via Sony

CES 2014 | O Android estará presente em carros da Audi, GM, Honda e Hyundai

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Depois de conquistar o mercado de telefonia móvel e ameaçar em se transformar na força dominante dos tablets, o Android prepara a sua estreia na indústria automotiva. Não será uma tarefa fácil a sua adoção, mas o sistema já conta com aliados importantes. Pouco depois dos primeiros rumores sobre a Audi estar trabalhando em centrais multimídia com o sistema da Google com os seus veículos, a própria gigante de Mountain View anunciou a Open Automotive Alliance, uma associação de fabricantes de automóveis e componentes, que visa estimular o uso do Android nesse segmento.

Além da Audi, a General Motors, a Honda e a Hyundai declararam seus planos de colaborar nessa iniciativa na qualidade de sócios. Todas essas montadoras se juntam à NVIDIA, que com a sua plataforma Tegra e a experiência adquirida nos últimos anos fabricando os navegadores da Audi, poderão formar uma das empresas mais importantes desse setor.

A Open Automotive Alliance vai operar baseada na premissa de criar uma plataforma comum, para criar veículos “mais seguros e intuitivos para todos”, o que não quer dizer que todos vão contar com as mesmas tecnologias, aplicativos ou interfaces, uma vez que, por uma questão até de lógica, os fabricantes estão interessados em diferenciar os seus modelos da concorrência.

Também é necessário lembrar que fazer parte de uma aliança como essa não significa uma exclusividade com o Android: GM, Honda e Hyundai também possuem parcerias com a Apple para implementar o Siri Eyes Free.

Para mais informações sobre a Open Automotive Alliance, clique aqui.

[Especial] Ford apresentou o Ka Concept na Bahia. Um novo conceito de carro urbano para 2014

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Nessa semana, a Ford apresentou de forma oficial o novo Ka Concept, uma nova geração de veículos compactos com novas propostas de design, engenharia e tecnologia, pensado nos consumidores urbanos do segmento de entrada no Brasil e em outros mercados internacionais da montadora. Fui convidado pela Ford do Brasil para acompanhar o evento de lançamento do produto, e nesse post, conto mais detalhes sobre o veículo apresentado.

Diversas autoridades e executivos estavam presentes no evento realizado no Complexo Industrial Ford Nordeste, em Camaçari (Bahia), inclusive o presidente do Conselho Mundial da Ford, Bill Ford (bisneto de Henry Ford). Além disso, convidados, jornalistas e funcionários da unidade participaram da atividade.

Além de visitar as operações da Ford no Brasil, Bill aproveitou a visita para participar das comemorações dos 100 anos da Ford na Argentina.

“A Ford tem uma longa história no Brasil, trazendo desenvolvimento, empregos e crescimento para a região”, disse Bill Ford. “O País está totalmente integrado à nossa estratégia de crescimento global, estamos empenhados em trazer para cá produtos de classe mundial e também em ajudar a região a criar veículos globais para o resto do mundo.”

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O Ka Concept é a última atualização (e ampliação) do portfólio de veículos compactos da Ford. O modelo chega para atender a demanda mundial por veículos compactos, que deve registrar um crescimento de participação no mercado automotivo de até 35% em cinco anos (entre 2012 e 2017), superando em 12% a taxa de crescimento de toda a indústria automotiva.

O Ka Concept – ou um veículo derivado desse conceito – poderá ser lançado em 2014, e um dos diferenciais que a Ford promete para essa nova linha de veículos é a adição de recursos originalmente dedicados aos modelos mais caros, como por exemplo sistema e economia de combustível, espaço interno confortável para cinco pessoas, ar-condicionado eficiente e diversas tecnologias embarcadas.

Algumas dessas melhorias são também pensadas para os geeks, como um compartimento central para o encaixe de celular e outros dispositivos móveis, e o sistema de conectividade SYNC, já visto em modelos apresentados em 2013. Todas essas tecnologias estariam em um produto com preço acessível. Promessa da Ford.

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“O Ford Ka Concept é destinado a clientes dos mercados em crescimento que querem e esperam mais”, disse Joe Hinrichs, presidente da Ford nas Américas, que participou da apresentação do novo conceito. “Ele vai encantar o consumidor com seu design elegante, tecnologia inteligente, qualidade de execução e acabamento. E também mostra a capacidade dos nossos times de design e engenharia da América do Sul de produzir novos projetos para atender os mercados mundiais. É realmente um novo marco do design e engenharia global da Ford”.

O Ka Concept é o segundo veículo desenvolvido pela Ford Brasil depois do EcoSport. O modelo é visto pela montadora como um produto chave para os mercados emergentes, como a América do Sul e a Ásia. Até porque esses dois continentes vão responder por 44% do mercado global de veículos compactos até o ano de 2017.

No seu design, o Ka Concept mostra vários elementos característicos dos veículos da Ford, já presentes na linguagem global dos modelos já lançados. A grade dianteira trapezoidal e a sua superfície são assinaturas da nova geração de veículos da montadora.

Além disso, é possível identificar o capô vincado, os faróis oblíquos, o alongamento visual da carroceria, laterais com vincos ascendentes, o teto com um corte que avança até o aerofólio, que por sua vez é incorporado à tampa do porta-malas e lanternas amplas são outros pontos característicos que podem ser observados no novo Ka Concept.

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Agradeço ao pessoal da Ford Brasil pelo convite para o evento. A seguir, mais fotos oficiais do produto, além de algumas fotos que registrei durante o evento.

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Chevrolet Tracker Inside View usa fotos em 360º para mostrar o seu Centro de Design em São Caetano do Sul

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A Chevrolet decidiu investir em alta tecnologia para uma ação de relacionamento com o consumidor, brasileiro, utilizando do recurso Chevrolet Tracker Inside View. O projeto utiliza fotos em alta resolução em 360º para criar um tour virtual (ou “passeio digital”), que permite ao internauta visitar do computador de sua casa um dos cinco Centros de Design da montadora instalados no mundo, em São Caetano do Sul (SP).

Nesse Centro de Design, são desenvolvidos os carros que são lançados no Brasil e em outros mercados internacionais. Para a Chevrolet, a ação é importante para estreitar o relacionamento da marca com os seus atuais e futuros clientes. “É gratificante abrir as portas da Chevrolet para o nossos consumidores de uma forma inovadora. Juntar a engenhosidade da marca com uma tecnologia avançada para lançar nossos produtos é o que simboliza o grande momento da marca”, comenta Hermann Mahnke, diretor de Marketing da Chevrolet.

Chevrolet Tracker

Lançado em outubro de 2013, o SUV Chevrolet Tracker, utilitário esportivo compacto que combina versatilidade, eficiência e prazer ao dirigir está equipado com um eficiente conjunto de powertrain, constituído pelo motor Ecotec 1.8l flex fuel e pela transmissão automática de seis velocidades GF6 de segunda geração.

O Chevrolet Tracker traz muitos dos benefícios de um SUV, como a elevada posição de dirigir, boa altura em relação ao solo que permite transpor obstáculos, além de uma economia de combustível similar à de veículos médios. Além de todos estes avanços tecnológicos, ele também oferece o máximo de conectividade com o sistema multimídia Chevrolet MyLink.

Com o Tracker a Chevrolet pretende atender a demanda de um mercado significativo de utilitários esportivos compactos, que tem crescido de forma consistente nesses últimos anos. Estes clientes urbanos tendem a ser indivíduos com estilo informal, muito ativos e que buscam um veículo que represente esse estilo.

Via Chevrolet

Nissan apresenta um relógio inteligente com pulsômetro para os seus modelos esportivos

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A Nissan apresentou recentemente o seu próprio modelo de smartwatch para carros da linha NISMO. Porém, esse relógio tem um objetivo diferente do que os modelos recentemente apresentados pela Sony e Samsung. Esse relógio vai monitorar o desempenho do veículo, mostrando os resultados no pulso do motorista, que vai receber mensagens da Nissan com alertas e conselhos de como é possível obter uma melhor performance atrás do volante.

O mais legal desse relógio é que ele segue as pulsações do seu coração enquanto você está dirigindo, permitindo o compartilhamento dos dados coletados com as principais redes sociais, utilizando o seu smartphone e uma conexão Bluetooth.

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Por enquanto, o produto ainda é conceitual, principalmente no seu design. Logo, você não vai encontrar esse relógio no mercado. De fato, nem sabemos se a Nissan tem realmente o objetivo de lançar o produto algum dia, mas certamente eles estão observando a reação dos seus consumidores diante do protótipo que será exibido nos próximos dias no Salão do Automóvel em Frankfurt (Alemanha), uma das feiras automobilísticas mais importantes do mundo.

Abaixo, mais uma foto do relógio conceito, e dois vídeos que demonstram como esse conceito funciona. E ficamos na torcida para que a Nissan siga adiante com o projeto.

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Via Engadget

Ford populariza a tecnologia que ajuda pais com filhos que estão aprendendo a dirigir

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Já que o carro é uma paixão nacional, presume-se que dirigir é uma necessidade. A prova disso é que aumenta a cada ano o número de jovens que trocam seus carrinhos de brinquedos por carros reais. No entanto, é difícil saber exatamente de que forma eles dirigem nestes primeiros quilômetros rodados. No intuito de auxiliar os jovens a terem hábitos mais responsáveis ao volante e também tranquilizar seus pais, a Ford disponibiliza o sistema MyKey, ideal para quando o carro é utilizado por motoristas jovens ou com pouca experiência.

O sistema permite configurar a chave reserva para uma série recursos como limitar a velocidade máxima, o volume do áudio e impedir que o motorista desabilite equipamentos de segurança, como o controle de estabilidade. Além disso, o sistema dispara alertas de uso do cinto de segurança, nível de velocidade e combustível na reserva.

A chave configurável MyKey já está presente em 6 milhões de carros no mundo. No Brasil, além do Fusion e do Edge, o equipamento é oferecido como opcional no New Fiesta 2014, o primeiro carro compacto do país a contar com esse tipo de recurso.

O sistema é programado facilmente pela tela do sistema SYNC e oferece diversas opções:

– Alerta persistente de uso do cinto de segurança: emudece o som do áudio e soa um aviso para que o cinto seja atado. O painel também exibe uma mensagem: “Afivele o cinto para ouvir o rádio”;
– O volume do sistema de áudio por ser limitado a 44% da potência máxima;
– A velocidade máxima do carro pode ser limitada a 128 km/h, junto com o disparo de alertas sonoros quando ele atinge as faixas 70, 90 e 100 km/h;
– A função “não perturbe” permite bloquear a entrada de chamadas no celular e mensagens de texto, quando o celular está pareado com o sistema de conectividade SYNC. As chamadas são direcionadas para o correio de voz e as mensagens de texto guardadas na memória;
– Além dos avisos usuais quando o combustível disponível no tanque atinge a autonomia de 40 e 80 km, o sistema MyKey permite que um alerta extra seja disparado quando a autonomia chega a 120 km.

Exemplos

Mesmo com tecnologia de ponta, nada substitui os bons exemplos. Pesquisa do programa Ford’s Driving Skills for Life (FDSL) confirma que adolescentes tendem a copiar o jeito de dirigir de seus pais. Mais de três quartos dos jovens entrevistados declararam confiar fortemente nos conselhos de seus pais quando começam a dirigir.

Baseado em uma série de pesquisas e estatísticas, o FDSL preparou dicas para pais com filhos que já dirigem ou que estejam prestes a tirar sua primeira carteira de habilitação:

Faça parte do processo de aprendizado. Conforme o momento de obter a habilitação for se aproximando, converse com o jovem sobre o ato de dirigir, abordando temas como direção defensiva e prudência. Deixe claro que comportamentos de risco ao volante não serão tolerados.

Use o cinto de segurança. Além de o uso ser obrigatório por lei, jovens tendem a não utilizar o cinto de segurança quando seus pais não o fazem. Em um acidente, uma pessoa que não esteja com o cinto de segurança afivelado corre muito mais riscos de se lesionar com gravidade e até mesmo de ser morto do que alguém que esteja usando o cinto de segurança.

Nunca corra. Pesquisa feita pelo FDSL aponta que quando os pais costumam correr, a probabilidade de que seus filhos adolescentes faça o mesmo é muito grande. O excesso de velocidade é fator decisivo em um terço dos acidentes automobilísticos fatais ocorridos nos EUA.

Não dirija distraído. Ao estabelecer uma regra de “sem distrações no carro” e segui-la, os pais deixam uma mensagem clara para os filhos de que distrações a bordo não serão toleradas.

Não “cole” no carro da frente. Os pais devem manter uma distância segura do carro da frente, para que os filhos sigam o exemplo. Colisões traseiras são muito comuns, apesar de facilmente evitáveis.

Fique atento aos arredores. Os pais devem lembrar aos seus filhos adolescentes de que eles devem estar sempre atentos ao que acontece nos arredores, olhando sempre para os lados enquanto dirigem.

Limite o número de passageiros. Pesquisas apontam que apenas um passageiro adicional pode ser suficiente para distrair um jovem motorista, aumentando exponencialmente o risco de acidentes.

Nunca beba e dirija. Os pais devem alertar os adolescentes que a mistura de direção com bebida não será tolerada. E dar o exemplo.

Via Assessoria de Imprensa

Ford integra o sistema de vibração do controle do Xbox 360 em um câmbio de marchas

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Aprender a dirigir não é muito diferente do que aprender a andar de bicicleta (salvo suas evidentes proporções e diferenças, é claro). Uma vez que sabemos como utilizar o volante de forma correta, é impossível se esquecer disso. Mas chegar no ponto onde você pode assumir um carro sem ser uma ameaça aos pedestres pode ser um pouco complicado para muita gente, especialmente para os norte-americanos que não mais utilizam o câmbio de marchas manual em seus carros.

Sabendo disso, a Ford quis facilitar um pouco o processo de aprendizagem, com um novo sistema que utiliza o sistema de vibração de um controle de um Xbox 360.

O câmbio customizado é um protótipo construído com a ajuda de uma impressora 3D. Essa câmbio indica ao usuário o momento ideal para mudar a marcha, evitando sobrecarregar o motor de forma desnecessária. Para isso, o sistema utiliza um processador Arduino (conectado à porta de diagnóstico, utilizando a plataforma aberta OpenXC), que se encarrega de indicar a marcha acionada, utilizando uma tela LED, e ativar o motor de vibração do gamepad.

Usando os estímulos táteis, o câmbio pode avisar o motorista para que ele aumente ou reduza as marchas, sem a necessidade de olhar para o contador LED. Com isso, não só o consumo de combustível é reduzido, mas também vai permitir que o usuário mude as marchas com a mesma precisão de um piloto de rally. Praticamente como se você estivesse em um videogame.

Fica a pergunta: os futuros câmbios manuais dos veículos esportivos da Ford utilizarão esse novo sistema? Provavelmente não. Mas algo nos diz que algum fabricante de acessórios vai observar com muita atenção o vídeo abaixo.

 

Via Wired

Ford “esconde” os seus motores elétricos nas rodas, com a tecnologia eWheelDrive

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A Ford apresenta uma interessante solução para tornar os motores elétricos mais populares e funcionais. A tecnologia eWheelDrive é capaz de integrar o motor elétrico e o sistema de regeneração da freada dentro do cubo das rodas, economizando espaço interno, e facilitando a vida de designers e engenheiros automotivos.

Essa não é uma tecnologia nova. Os motores in-hub já existem em modelos conceituais a algum tempo. Mas são muito poucas as montadoras que decidiram trabalhar com o sistema. O diferencial desse conceito desenvolvido pela Ford Europa é que o mesmo facilita a construção de veículos urbanos menores, para até quatro pessoas. Segundo a Ford, para o ano de 2050, a população urbana do planeta vai duplicar, e o parque automobilístico global será quadruplicado. Ou seja, os problemas de abastecimento energético e os congestionamentos vão aumentar consideravelmente nos próximos anos.

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O uso de motores integrados nas rodas oferece uma série de benefícios. Uma vez que o pacote de baterias poderia ser distribuído na parte inferior do veículo, ou até mesmo no túnel de transmissão, seria possível liberar o espaço do motor dianteiro para armazenar outros equipamentos, ou para melhor aproveitar o espaço interno no projeto final.

Outra vantagem seria utilizar a direção integrada nas rodas para deslocar o veículo de forma (quase que) totalmente lateral, facilitando assim o ato de estacionar. Obviamente, esse sistema também apresenta algumas limitações, como a necessidade de lidar com o peso adicionado em relação aos motores elétricos (principalmente em veículos 4 x 4), ou o eterno problema da massa não suspendida e os seus efeitos sobre as configurações dinâmicas, ou o conforto da relação de marchas do veículo.

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A Ford não informa quando pretende lançar comercialmente os primeiros veículos com a tecnologia eWheelDrive, que ainda está em desenvolvimento. Tudo que temos até agora é um protótipo desenvolvido sobre a base de um Ford Fiesta. Vídeo demonstrativo abaixo.

Via Engadget

Estudo garante: falar com as mãos no volante enquanto dirige é mais perigoso que digitar mensagens SMS enquanto dirige

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Não sou eu que estou afirmando isso, que fique bem claro. Quem afirma é o estudo realizado pelo Instituto de Transporte do Texas, que informa que a atenção do motorista pode ser igualmente afetada quando utilizamos sistemas de comunicação por voz em veículos, no lugar de digitar mensagens de texto no telefone.

Segundo os resultados, aqueles motoristas levam um maior tempo de reação quando utilizam os métodos de comandos de voz, uma vez que (segundo o estudo) “a mente está pensando no que deve dizer, e isso atrasa o tempo de reação do sistema motor”. Para os testes, eles compararam o tempo de resposta de motoristas que escreviam uma mensagem de texto por voz, e aqueles que utilizaram o método tradicional, digitando as mensagens no teclado do smartphone.

Infelizmente, o dado preocupante do estudo é que os motoristas acreditam que se sentem mais seguros utilizando as ferramentas que dependem dos comandos de voz, quando na realidade, os resultados podem até ser piores. Mas que fique claro: independente do estudo, não recomendo que você use o celular ou smartphone enquanto dirige, de modo que o ideal mesmo é que você esqueça o Siri ou o Google Now enquanto volta para casa, e se precisa falar com alguém, que estacione o veículo. É mais seguro para todos.

Via Reuters