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Taylor Swift, U2 e outros 180 artistas protestam contra o YouTube

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Taylor Swift

Taylor Swift, U2 e outros mais de 180 cantores e compositores se uniram às principais gravadoras da indústria fonográfica (Universal Music, Sony Music e Warner Music) para protestar contra o YouTube.

O protesto veio em forma de uma carta dirigida ao Congresso dos Estados Unidos, onde esse conjunto de artistas pede mudanças na legislação, que permitem que o “YouTube “ameace a viabilidade dos compositores e artistas para sobreviver”.

“(O YouTube) está construindo sobre a base do conteúdo gratuito e roubado, e assim é como eles chegaram a ser tão grandes”, afirmou Trent Reznor, do Nine Inch Nails, em entrevista na semana passada. Vale lembrar que, além de artista, Reznor é chefe criativo na Apple Music.

 

O que os artistas pedem?

Não é a primeira vez que membros da indústria audiovisual se voltam contra o YouTube, mas é a primeira vez que o fazem de forma tão organizada, com quase 200 envolvidos assinando a petição aos legisladores norte-americanos. De fato, os artistas pedem que se modifique a Digital Millennium Copyright Act, lei de direitos autorais que regula o conteúdo online, aplicado a maioria dos serviços de origem norte-americana.

Para dar visibilidade à reclamação, os organizadores do protesto contrataram anúncios nas mídias impressas mais importantes de Washington DC. No texto, eles alegam que a DCMA “permitiu que as principais empresas de tecnologia crescessem e gerassem grandes lucros ao permitir que os consumidores levem nos smartphones quase todas as músicas gravadas na história, enquanto que os lucros dos compositores e artistas seguem diminuindo”.

 

Uma queixa válida? Ou uma manobra para negociar?

O YouTube se defende, garantindo que eles não fazem negócio com as solicitações DCMA que eles recebem (a lei estabelece que os portadores de direitos autorais solicitarem a retirada dos seus conteúdos com uma solicitação). 99,5% das infrações de copyright dos vídeos musicais alojados são detectados automaticamente pelo se sistema Content ID, e apenas 0.5% vem das reclamações DCMA.

Além disso, o YouTube informa que eles pagaram mais de 3 bilhões de euros para a indústria musical, onde parte desse lucro vem de usuários que não assinam nenhum serviço.

Por enquanto, a iniciativa é apenas a tal carta assinada pelos artistas e gravadoras, mas é importante que isso aconteça agora: as gravadoras estão negociando seus contratos com o YouTube (o contrato com a Universal Music Group já expirou), e não é uma casualidade esse tipo de iniciativa.

Será que teremos o começo das hostilidades, tal e como aconteceu recentemente com o Spotify? Ou um simples movimento para ganhar peso na negociação?

Via Recode, Yahoo

Taylor Swift terá jogo para smartphones

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Taylor Swift é um peso pesado da música. Tão pesado, que até a Apple se curvou à ela. Agora, ela segue o caminho de outras celebridades como Kim Kardashian, Britney Sperars e Jason Statham, e aposta no universo das plataformas móveis, com o seu próprio jogo para smartphones.

A empresa desenvolvedora de jogos freemium Glu Mobile será a responsável por desenvolver o jogo protagonizado por Taylor Swift. E essa parceria deve render muita visibilidade para eles. Apenas somando as contas do Twitter e do Facebook, a cantora possui aproximadamente 230 milhões de seguidores.

“Somos conscientes que Taylor e o seu grupo de seguidores globais esperam uma nova experiência de jogo para smartphones, claramente diferente do resto. A Glu se compromete a desenvolver elementos de gameplay nunca vistos até agora, que seguirão a criatividade única de Taylor”, disse a empresa em comunicado.

Agora, resta esperar que a Glu revele mais novidades sobre o assunto, e que a experiência do jogo seja tal e como eles prometem. Ah, sim, e que o jogo obtenha bons resultados e que agrade a menina TayTay. Afinal, não queremos ver ela dizendo “we’re never ever getting back together” para eles.

Via GamesIndustry

E Taylor Swift fez a Apple voltar atrás!

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Ser considerada a ‘menina petulante’ da música pode também significar que você tem muito poder dentro desse meio. Taylor Swift é hoje uma das artistas mais populares do mercado musical, e uma das mais influentes junto ao público e no mercado fonográfico como um todo.

A moça está comprando brigas importantes, que poderiam arranhar seriamente a sua imagem junto aos fãs. Por exemplo, a remoção de sua discografia do Spotify foi um movimento considerado impopular. Porém, tem um motivo muito forte: o baixo valor pago pelo serviço de streaming para a reprodução de suas músicas.

Nesse final de semana, Swift foi protagonista de mais um capítulo importante dentro desse novo universo de consumo de música, e dessa vez, ela venceu uma empresa que poucos conseguiram dobrar: ninguém menos que a Apple.

Nesse final de semana, Taylor Swift escreveu um comunicado público em seu blog (Tumblr) pessoal, no qual ela justificava por que removeu o seu mais recente álbum, ‘1989’ do serviço Apple Music. Aproveitou a oportunidade para criticar duramente a plataforma de streaming, pois achava injusto que a gigante de Cupertino não pagasse nenhum valor para os artistas durante os três meses de gratuidade oferecidos para os usuários do iOS.

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Swift também argumentou que a questão não era por ela, que era uma artista consolidada, com cinco álbuns lançados, mas sim pelos novos artistas, que contam com muitas dificuldades no começo de carreira. Se algum desses artistas produzirem um single de sucesso, a Apple pode explorar isso sem pagar nenhum centavo para esse artista.

No final, a cantora ainda dá um tapa na cara da empresa da maçã: “Não pedimos iPhones de graça. Por favor, não nos peça que entreguemos nossa música sem qualquer compensação”.

A carta gerou uma grande repercussão pela internet ao longo do dia de ontem (21), ao ponto da Apple ter que responder rapidamente, anunciando que vai sim pagar os artistas durante o período de testes do Apple Music. Porém, a empresa ainda não definiu qual será o critério de pagamento. Tudo indica que vai tomar como referência o número de reproduções das músicas, o que é totalmente lógico.

Quem anunciou a decisão foi Eddy Cue, principal responsável pelo segmento de software e serviços da Apple, reforçando que a empresa levou em consideração a opinião da cantora, e que ‘de alguma forma’ vai realizar a mudança na política do Apple Music.

Tudo isso mostra o poder que Taylor Swift possui hoje na indústria fonográfica, e na relevância que ela tem junto aos seus fãs. A gravadora Beggars Group fez um manifesto semelhante, e não obteve a mesma resposta. E é sempre bom lembrar que não estamos falando de uma corporação qualquer. Estamos falando da Apple, que hoje é mais poderosa que no passado, mas também mais flexível.

Em outros tempos (na era Steve Jobs), eles simplesmente iriam ignorar o comunicado de Taylor Swift, acreditando que não precisaria se dobrar para ninguém, impondo suas preferências e opiniões. Hoje, eles já entendem que não é a melhor estratégia do mundo tomar medidas impopulares, ainda mais em um serviço que só está começando, como é o caso do Apple Music. Aqui, a concorrência já existe, e é muito pesada.

O novo momento da Apple também pode ser percebido no maior uso das redes sociais para comentar e comunicar suas decisões, um maior número de entrevistas para veículos especializados, e declarações públicas sobre a empresa com maior frequência.

De qualquer forma, a vitória de Swift é significativa. Vamos aguardar pelos próximos capítulos.

Via Taylor Swift, ArsTechnica

O Pandora não te deixa milionário se sua música for reproduzida por 43 milhões de vezes

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Os artistas não estão contentes com os valores pagos pelos serviços de streaming de música (Spotify, Pandora, etc). Esse foi um dos motivos para que Taylor Swift e outros abandonassem o formato, e o próximo pode ser Pharrell Williams.

Pharrell enviou um e-mail para os responsáveis da sua gravadora, e apesar da sua música ‘Happy’ ser reproduzida mais de 43 milhões de vezes no Pandora, ele só recebeu US$ 2.7 mil pelo feito. O cantor John Legend teve sua música ‘All Of Me’ reproduzida na plataforma por 55 milhões de vezes, e só recebeu US$ 3.4 mil.

A Sony/ATV considera essa uma ‘situação totalmente inaceitável’, em resposta ao e-mail de Pharrell, e reclama que um milhão de reproduções por streaming equivale a apenas US$ 60 em direitos autorais divididos entre artistas e gravadoras. Não só o Pandora é o alvo das críticas: apesar da cota de mercado do Spotify seguir crescendo, o lucro dos artistas não recebe um aumento similar.

A Sony afirma que sua principal prioridade é mudar a forma que essa remuneração acontece (que depende das vendas dos próprios serviços), e não vai descansar ate que o sistema seja reformulado. Por enquanto, não sabemos o que isso pode significar (inclusive a saída de alguns dos seus artistas dos catálogos do Pandora ou Spotify), mas tudo é possível.

Via Fusion