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Mais uma vez recorremos aos nossos leitores, parceiros e entusiastas de tecnologia. O TargetHD.net, no ar desde junho de 2008, oferece conteúdo de graça para os internautas brasileiros, com opinião e informação.

Ao longo desse tempo, o site se mantém por conta de nossas iniciativas independentes, como cobertura de eventos, parcerias com anunciantes, análises de produtos e vendas nos programas de afiliados nos e-commerces nacionais.

Porém, com a crise econômica, as nossas despesas aumentaram, e os ganhos diminuíram. Manter essa independência custa caro, mas queremos manter esse projeto vivo.

Em abril de 2015, iniciamos uma campanha de financiamento no Patreon, mas bem entendemos o quanto é difícil nesse momento realizar um investimento em moeda estrangeira.

Por isso, começamos uma segunda campanha no Padrim, que permite o pagamento em reais, em diferentes modalidades.

 

Como funciona o Padrim?

O Padrim vai funcionar da mesma forma que o Patreon: iniciamos uma campanha, com algumas metas e recompensas.

De acordo com o valor que você vai colaborar, você terá uma recompensa, de acordo com a meta alcançada.

Quanto maior o valor na colaboração, maior é a sua influência no TargetHD. Quanto maior a meta alcançada, maior é a nossa independência de conteúdo.

Os dois lados ganham com isso.

Logo, considere a possibilidade de ajudar no nosso projeto. Clique aqui ou no banner abaixo para ajudar a manter o TargetHD.net no ar!

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Ajude a manter o TargetHD no ar, com um Patreon mais acessível

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Desde junho de 2008, o TargetHD.net oferece para os seus leitores as principais novidades do mundo da tecnologia do Brasil e do mundo, com informação e opinião. Notícias, lançamentos, reviews e cobertura de eventos. Tudo isso foi entregue para você, pelo nosso prazer de falar sobre o assunto, e pelo nosso compromisso na entrega desse conteúdo. E de graça.

Durante muito tempo, eu coloquei dinheiro do meu próprio bolso para manter o blog no no ar, para viajar para São Paulo para fazer a cobertura dos eventos pelos quais fui convidado, e em troca, recebi a visibilidade e o prestígio das assessorias de imprensa dos fabricantes, e principalmente dos leitores do blog e ouvintes do TargetHD Podcast.

Porém, as coisas estão mais difíceis nesse momento. A economia estagnou, e o TargetHD.net se tornou um projeto custoso, trabalhoso, e com uma relação custo-benefício que não cobre mais as suas despesas diretas. E é aí que precisamos da ajuda daqueles que nesses anos todos acompanham esse trabalho.

Iniciamos a algum tempo nossa campanha no Patreon, e apesar da audiência do blog ser bem consistente, até o momento em que esse post é produzido, apenas UM nobre patrão decidiu contribuir com uma singela doação, que já ajuda e muito. Se mais 99 usuários com esse pensamento colaborarem, conseguimos alcançar a meta mínima para manter o TargetHD em funcionamento.

Para tanto, reduzimos nossa meta mínima da campanha mensal para $100. Esse valor é suficiente para manter o projeto no ar, do jeito que ele está. Se você gosta do meu trabalho, e quer que esse projeto não chegue ao fim, considere a possibilidade de apoiar esse projeto, com o valor que você puder.

Não só você está colaborando com a permanência do TargetHD.net no ar, buscando o seu espaço entre os blogs de tecnologia brasileiros, mas também vai permitir que outros tantos apaixonados pelo assunto sigam consumindo esse conteúdo. Todos ganham com isso.

Logo, considere fazer a sua colaboração, dentro de suas possibilidades. Para aqueles que entendem que todo o trabalho tem o seu valor, eu agradeço e muito!

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TargetHD.net nasceu em 2008, com a proposta de oferecer conteúdo de tecnologia de forma descontraída e com a visão de um usuário de tecnologia como outro qualquer. Desde então, foram mais de 21 mil posts publicados, mais de 100 reviews produzidos, e a participação em dezenas de eventos dos principais fabricantes do setor.

A produção do conteúdo do TargetHD.net é de responsabilidade de uma única pessoa: Eduardo Moreira (@oEduardoMoreira). Direto da pequena cidade de Araçatuba, interior do estado de São Paulo, ele desistiu de esperar as novidades de tecnologia chegarem até a sua cidade, e através da internet, começou a procurar por essas novidades, e comentar sobre elas em um blog com postagens diárias e podcasts semanais.

Com esse formato, o TargetHD.net se estabeleceu como o melhor e mais relevante blog de tecnologia da sua região, e uma das referências nacionais nesse segmento. Hoje, temos o reconhecimento de fabricantes e do internauta na oferta de um conteúdo ágil e com linguagem simples e objetiva. As principais notícias de tecnologia e algumas das análises de produtos mais completa e isenta da internet brasileira podem ser encontradas nesse blog.

Agora, vamos dar o próximo passo no desenvolvimento do blog.

A partir de agora, o leitor do blog, o ouvinte do podcast e o consumidor dos nossos conteúdos serão os nossos patrões. Vocês vão nos ajudar a manter esse projeto no ar e, em alguns casos, escolher qual será o conteúdo que você vai querer ver no TargetHD.net.

Qualquer ajuda é válida. Se conseguirmos o suficiente para manter o TargetHD.net ativo e ofertando conteúdo para os internautas brasileiros, já será uma grande vitória. Mas queremos oferecer um conteúdo maior e melhor para você.

Em troca, você pode receber o nosso eterno “muito obrigado”, receber alguns dos nossos conteúdos antes dos demais, participar de ações exclusivas e até concorrer a produtos que serão testados. As possibilidades são muitas, e queremos que você passe a fazer parte dessa nossa jornada.

​Você pode utilizar cartões de crédito nacional e internacional, ou o boleto bancário para realizar suas contribuições.

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Hoje tem Black Friday 2014 no TargetHD! E você já sabe o que fazer…

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De novo, Black Friday. O Dia de Ação de Graças – que acontece a cada última quinta-feira do mês de novembro, caso você ainda não saiba – chegou, e todo mundo sabe o que acontece na noite de quinta para sexta-feira: a tradicional noite de promoções no varejo, com preços (teoricamente) muito mais atraentes, e promoções que deixam as operadoras de cartão de crédito malucas. Pois bem, o TargetHD.net mais uma vez vai te dar aquela mãozinha no seu espírito consumista, indicando as melhores promoções disponíveis nas lojas virtuais nacionais.

Ao longo do final de semana, publicaremos aqui no blog e nas nossas redes sociais (Twitter e Facebook) algumas das promoções que nós entendemos que valem a pena o investimento. A parte bacana desse processo é que além de você fazer uma economia nas compras do final de ano, você ajuda o TargetHD a se manter no ar para oferecer informação e um pouco de conhecimento sobre o mundo da tecnologia.

A cada compra concretizada no blog (e não apenas quando você imprime o boleto e não paga #fail), nós ganhamos uma pequena comissão, que no final das contas ajudam a pagar não só as nossas despesas, mas também as despesas do nosso blog co-irmão, o SpinOff.com.br. Ou seja, é o famoso ‘dois ou mais pelo preço de um’. Ou seja, se você quiser comprar com a gente, nós agradecemos! :D

Aliás, ao longo de todo o ano, o TargetHD publica algumas promoções consideradas bacanas para os seus leitores, na nossa tradicional seção Dicas de Compras. Vale a pena uma visita no dia de hoje. Não só as promoções da Black Friday estarão por lá, mas também algumas ofertas previamente publicadas, que ainda podem estar ativas.

Por outro lado, se optar por outros meios de compras – ou em outros veículos, lojas, sites, etc -, não tem problema. Sempre vamos deixar aquelas recomendações de praxe, para que você faça a melhor compra possível.

1. Compre em locais que você já teve uma experiência positiva no processo de compra.
2. Procure comprar em e-commerces com qualidade e procedência comprovada.
3. Tenha paciência. A internet estará um caos na noite de hoje, e já estamos acostumados a presenciar os sites de e-commerce ficando fora do ar, com instabilidades e problemas dos mais diversos.
4. Tenha a sua forma de pagamento preferida já definida antes mesmo de iniciar as compras.
5. Cuidado com os boletos gerados. Não pelo fato de serem pagos ou não, mas também pelo fato de algumas lojas com procedência duvidosa embutirem tentativas de fraudes em códigos de pagamento.
6. Fique atento ao preço do produto no final do processo de compra. Alguns e-commerces podem alterar o valor cobrado sem aviso prévio depois que o produto é selecionado e vai para o carrinho virtual da loja.
7. Não compre nas lojas que estão na lista negra do Procon. Clique aqui para conferir as mais de 400 lojas não recomendadas.
8. Pesquise os preços do produto que você quer antes do início da Black Friday e durante o período de promoções. Afinal de contas, você sempre tem o direito (e quase o dever, no caso do Brasil) de pagar o menor preço pelo produto.
9. Visite as Dicas de Compras do TargetHD. Nossas ofertas da Black Friday serão publicadas lá.
10. Tenha paciência no pós venda. Prazos de entrega podem ser descumpridos pela elevada demanda de pedidos.

Regra final: se você se sentir lesado por algum motivo, denuncie e procure os seus direitos. Não fique no prejuízo porque um e-commerce foi incompetente ou irresponsável na hora de lidar com o consumidor.

Dito isso, desejamos uma noite de boas compras para os nossos leitores!

TargetHD Podcast | 211 | Apple vs Samsung, Nokia no preju, Atari e BASIC

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Nesta edição:

Game Boy completou 25 anos de vida
OnePlus One é oficial
– Marco Civil da Internet agora é lei
Samsung, ninguém suporta os seus bloatwares
Fim da dominância do iPad?
Nasce a Microsoft Mobile
– Fim da Nokia
Nokia “Superman”?
Nokia perde 326 milhões de euros antes de sua fusão com a Microsoft
Strategy Analytics: Samsung perde cota de mercado de smartphones pela primeira vez em quatro anos
União Europeia quer acabar com a “guerra de patentes” na telefonia móvel
Rumor: Google pode abandonar a marca Nexus, e lançar a Silver, nova linha de smartphones premium
Stephen Elop vai embolsar US$ 33 milhões com a venda da Nokia para a Microsoft
Os cartuchos da Atari encontrados no Novo México
Vulnerabilidade do Internet Explorer (já resolvida pela Microsoft)
O amor dos norte-americanos pelo iPhone já não é tão intenso como antes…
10 PRINT “Feliz aniversário de 50 anos, BASIC”; 20 GOTO 10
IDC: Samsung reduz vantagem da Apple em um mercado de tablets que cresce mais devagar
Estudo indica que custo dos materiais do Google Glass é de apenas US$ 80
Apple e Samsung consideradas violadoras de patentes

Visite Também:

– Veja as Dicas de Compras do TargetHD.net

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Review | LG G Flex (LG-D956)

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O primeiro smartphone com tela curva do mercado brasileiro. Essa é apenas uma das características que definem o recém lançado LG G Flex, que apresenta uma nova proposta de design de smartphone, para um público que não apenas quer um produto top de linha, mas também um dispositivo de tecnologia que se diferencie dos demais. Por dentro e por fora.

A assessoria de imprensa da LG do Brasil enviou para o TargetHD uma unidade do novo smartphone. Por duas semanas, eu pude testar o produto com atenção, para tentar responder uma pergunta que muitos me fizeram nas redes sociais: ele vai além de ser um smartphone com tela curva? Aliás, essa pergunta puxa outra questão: como um telefone com essa proposta de design pode mudar a minha vida, ou tornar a minha experiência de uso ainda melhor?

Reviews existem para isso.

Antes de começar…

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Devo fazer uma importante e muito bem vinda consideração sobre o produto enviado. Normalmente, quando recebo produtos das assessorias de tecnologia, eles normalmente já estão com algum tipo de uso, uma vez que existe um rodízio entre os veículos de tecnologia, para que todos possam testar e avaliar o dispositivo. No caso do G Flex, a LG mandou para cá uma caixa lacrada, ou seja, um produto rigorosamente novo.

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Para mim, isso foi excelente. Primeiro, porque testei um produto “zero quilômetro”, sem uso, onde poderia avaliar as qualidades e problemas do dispositivo tal como se o mesmo fosse retirado da loja. Segundo, porque posso passar uma experiência de uso ainda mais próxima daquela que, muito provavelmente, você terá com o mesmo produto, caso você se interesse pela compra. Logo, agradeço desde já ao pessoal da LG do Brasil pela preferência.

Características Físicas

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A segunda coisa que chama a atenção no LG G Flex (a primeira é o seu design curvo, e isso nem tem como não notar) é o seu tamanho. Ele é um autêntico phablet, com uma generosa tela de 6 polegadas, que com certeza fará a alegria daqueles que querem ver vídeos, jogar, ler e interagir com o sistema operacional Android com maior praticidade. Talvez ela não é perfeita pelo simples fato de não ser uma tela Full HD (ficou nos 1280 x 720 pixels, com 245 ppp), o que seria uma escolha natural para um modelo top de linha, com esse tamanho de tela, e com uma proposta de design diferenciada.

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Sobre a curvatura do LG G Flex, a boa notícia é que ela é bem menos acentuada do que aquela apresentada nos renders oficiais do produto. Logo, o smartphone é relativamente cômodo de se transportar no bolso dianteiro da calça. Além da baixa espessura do dispositivo, a tela curva “acompanha” a linha da coxa do usuário (é claro que os resultados podem variar, de acordo com o tamanho da coxa em questão e da peça de roupa utilizada), tornando o seu transporte mais cômodo.

Essa era uma preocupação de muitos leitores sobre o produto: a sua comodidade para ser transportado no bolso de certas vestimentas. De um modo geral, o G Flex é confortável sim. Como a curvatura não é tão acentuada, você não percebe tanto esse formato curvo no seu bolso. Até porque a tendência é você transportá-lo com a tela voltada para baixo.

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Além disso, o LG G Flex traz consigo a sua assinatura de design iniciada no LG G2, que são os botões na parte traseira do dispositivo, logo abaixo do sensor da câmera. Temos aqui a mesma disposição e tamanho de botões do G2, e o mesmo funcionamento, inclusive com o LED de notificação integrado ao botão de liga/desliga e bloqueio de tela.

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Apesar de ser um smartphone onde o plástico predomina, o LG G Flex passa a sensação de alta qualidade na sua construção, com peças bem encaixadas, sem parafusos evidentes e sem pontos de mobilidade na sua construção. Estamos diante de um gadget concebido para ser uma peça compacta de tecnologia, o que passa uma sensação maior de um produto premium, e – aparentemente – mais resistente aos chamados “incidentes cotidianos”.

Também é importante destacar que essa carcaça traseira do LG G Flex possui a tecnologia de regeneração, que consegue se recuperar sozinha de pequenos e eventuais arranhões cotidianos, como por exemplo o contato do molho de chaves de sua casa com o dispositivo. Verificamos esse recurso em ação durante a LG Digital Experience 2014 em um teste extremo, e posso afirmar que o sistema realmente funciona, eliminando pelo menos 90% dos arranhões ocasionais.

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Assim como acontece no LG G2, os conectores para cabo microUSB e fones de ouvido ficam na parte inferior do smartphone…

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…porém, o alto-falante traseiro, que no G2 se posiciona em duas colunas na parte inferior do smartphone (ao lado do conector micro USB), no G Flex, ela está na parte traseira do smartphone. Em compensação, por conta do seu design curvo, o áudio não fica abafado pela superfície onde o aparelho fica repousado.

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Por fim, o LG G Flex, por conta do seu design, oferece um bom agarre, mesmo contando com uma tela de 6 polegadas. Comparado com o LG G2, a diferença de tamanho é considerável, e na maior parte do tempo, o seu uso só faz sentido se ele for feito com as duas mãos. Por outro lado, quem vai pegar um dispositivo como esse já tem isso em mente, e busca a possibilidade de efetivamente contar com um intermediário entre tablet e smartphone nas mãos.

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Acessórios

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Fora o fato do produto contar com uma embalagem em formato curvo na sua parte superior (até mesmo para promover o principal diferencial do dispositivo), o LG G Flex oferece os itens mais básicos que um smartphone do seu porte precisa ter: cabo USB, carregador de bateria, manual de instruções, chave para remoção do slot micro SIM e fones de ouvido QuadBeat 2.

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Aliás, mais uma vez destacamos a ótima qualidade desses fones, que já estava presente em outros modelos da LG, oferecendo uma qualidade acima da média em relação aos seus concorrentes, com um bom equilíbrio de graves médios e agudos, e excelente isolamento de ruídos externos.

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Tela

Já falamos um pouco dessa tela nas características físicas do dispositivo, mas agora, vamos falar de forma mais específica em como uma tela curva influencia na experiência de uso.

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Para começar, ter uma tela de 6 polegadas naturalmente colocam o consumo de entretenimento e a usabilidade do sistema operacional em outro patamar. Você não só vê tudo muito melhor, com maior conforto e com ótima qualidade de imagem, mas também consegue interagir melhor com o sistema operacional Android. E não só nos jogos: em aplicativos gerais, ícones, teclado e outros pequenos elementos da tela. Ou seja, só por ser do tamanho que é, o LG G Flex já tem uma tela de respeito.

Porém, o fato de ser uma tela curva torna a experiência ainda mais interessante. O seu design ajuda na digitação tanto na orientação vertical (uma vez que invariavelmente você ganha um ponto de apoio para os polegares, sem falar que a área de teclado fica levemente elevada, tornando a digitação mais confortável para os polegares) quanto na horizontal (onde as duas laterais da tela ficam levemente inclinadas, oferecendo o mesmo conforto).

Além disso, essa curvatura não interfere em nada na usabilidade do sistema como um todo. Como já destaquei em outras oportunidades, por ser uma curva bem menos acentuada do que aquela que a própria LG promove em seus renders oficiais, você não sente o impacto de uma tela curva no uso diário. Praticamente não há diferenças para um smartphone plano, e as poucas detectadas durante os testes só beneficiam o usuário.

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Mas é na hora de ver vídeos que vemos onde a tela curva oferece os seus maiores benefícios. A tela simula o efeito obtido em algumas salas de cinema, aumentando a imersão do usuário com o conteúdo reproduzido em alta definição na tela. E isso vai fazer toda a diferença para quem busca um dispositivo com esse tamanho de tela para (também) consumir conteúdos multimídia.

Também como foi destacado antes, se existe algo que talvez possa frustrar nessa tela do G Flex é o fato dela não ser em Full HD. A LG optou por uma tela com resolução de 1280 x 720 pixels e 245 pixels por polegada. É compreensível que alguns esperassem números mais generosos nesse aspecto, mas também é compreensível a escolha da LG. Afinal de contas, é o primeiro modelo com essa proposta, e pela incerteza sobre como os usuários responderiam em relação ao conceito, não há motivos para queimar todos os cartuchos logo no primeiro modelo.

Além disso, a tela oferece uma excelente interação com o sistema operacional. O seu toque nos elementos da tela é algo preciso e prazeroso, com uma experiência de uso excelente.

De qualquer forma, essas características de resolução não influenciam em nada na experiência visual. Até mesmo os usuários mais exigentes/detalhistas concluirão que a tela do LG G Flex é excelente, reproduzindo cores vivas e gráficos de alta qualidade.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O LG G Flex que recebi para testes conta com a versão Android 4.2.2 Jelly Bean. Ainda. A tendência é que essa versão seja atualizada com o tempo, mas nada foi confirmado oficialmente pela LG (pelo menos no momento em que esse review é produzido.

De qualquer forma, nesse aspecto, temos poucas novidades para os usuários. Apostando na tática de oferecer uma interface de usuário customizada, com diversos adicionais e funcionalidades exclusivas da LG (Quick Memo, QSlide, Quick Remote, RemoteCall Service, etc), o G Flex oferece um conjunto geral de software muito semelhante ao que já vimos em outros modelos do fabricante. Logo, a experiência de uso também será a mesma.

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Mais uma vez, os usuários menos experientes, ou que tiveram contato com o dispositivo pela primeira vez, podem se sentir um pouco confuso pelas disposições de ícones e funcionalidades. Por outro lado, os recursos exclusivos da LG podem ser importantes diferenciais para aproximar o usuário de uma experiência de uso mais prazerosa e intuitiva.

De um modo geral, a proposta da LG não compromete, tanto usabilidade quanto no desempenho. Ainda mais com o conjunto de hardware presente no G Flex.

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Qualidade de Áudio e Chamadas

O design do LG G Flex também conta com um design curvo para oferecer (na teoria) uma melhor experiência durante as chamadas. O formato permite que tanto o alto-falante para chamadas quanto o microfone fiquem fisicamente mais próximos do ouvido e boca respectivamente, se comparado com os demais dispositivos que possuem uma tela plana.

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Nesse aspecto, o smartphone repete a experiência entregue por outros modelos de sua família (incluindo o LG G2), ou seja, uma qualidade de áudio que pode ser considerada boa. Os alto-falantes são audíveis em diferentes ambientes, onde é possível ter uma boa conversação sem maiores dificuldades. Porém, os resultados podem variar, de acordo com o nível de exigência de usuário, e com o aparelho que colocamos em uma perspectiva comparativa. Por exemplo, eu acho o áudio do Motorola Moto X mais audível, mas essa é a minha percepção apenas.

Durante os testes, não foram observadas inconstâncias e quedas nas chamadas, nem mesmo variações de sinal bruscas. É claro que os resultados podem variar, dependendo da operadora de telefonia móvel que você estiver utilizando.

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Também não foram detectadas muitas novidades nesse item. Em linhas gerais, o LG G Flex desempenha muito bem as suas funções de conectividade, algo que também era esperado em um dispositivo do seu porte. Sem falar que, com uma tela com o seu tamanho e suas dimensões, esse smartphone é mais do que bem vindo para as atividades conectadas.

Mas, observando esse item de forma mais técnica, não foram detectadas grandes dificuldades de conexão com o smartphone. Tanto nas conexões com o WiFi quanto com o 3G, o dispositivo cumpriu o esperado. Mais uma vez é preciso lembrar que esse é outro item cujos resultados podem variar, de acordo com a operadora que você utilizar.

GPS

O GPS do LG G Flex apresentou um comportamento inconstante, tal como aconteceu durante os testes do LG G2. Em ambientes externos, ele identificou o posicionamento de forma rápida e precisa. Já dentro de residências e outros estabelecimentos (não estou falando de prédios), a busca do posicionamento levou um pouco mais de tempo para acontecer.

Não é algo que chega a incomodar, mas é um ponto a ser observado. De qualquer forma, para quem busca realizar atividades mais simples nesse aspecto (buscas e rotas no Google Mapas ou check-ins no Foursquare), o GPS desse smartphone não chega a comprometer.

Câmera

O LG G Flex possui um sensor traseiro de 13 megapixels, que oferece os mesmos recursos de ajustes e personalização presentes nos demais modelos top de linha da LG. Logo, a qualidade fotográfica é muito semelhante. E essa é uma boa notícia.

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A qualidade final das fotos captadas pela câmera do G Flex durante o dia apresentam resultados muito satisfatórios. A maioria dos usuários podem obter bons resultados com as fotos diurnas ou em locais bem iluminados sem maiores dificuldades. Os modos de cena integrados no software de câmera podem dar uma diretriz para os usuários sobre os efeitos e ajustes automáticos que você pode utilizar para o registro de fotos, mas também vale a pena estudar os ajustes manuais, para obter resultados ainda mais interessantes.

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Apesar de não constar com o estabilizador de imagem presente no LG G2, o seu sensor traseiro possui o recurso BSI (Back Side Illumination), o que já ajuda e muito nas fotos noturnas e/ou em locais com baixa luminosidade. Porém, assim como acontece no outro top de linha da empresa, as fotos noturnas acabam reduzindo tanto o ruído, que acabam distorcendo levemente as fotos noturnas. No final das contas, para quem pretende compartilhar essas imagens nas redes sociais, não há maiores problemas. Mas em usos mais elaborados, as fotos noturnas podem não atender as expectativas.

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Uma surpresa positiva é a câmera frontal, que se mostrou bem competente na captação de fotos e vídeos, conseguindo entregar resultados finais interessantes nas imagens capturadas durante o dia. Ou seja, as selfies durante o jogo de futebol ou passeio no parque estão garantidas, amigos.

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Por fim, um detalhe importante: não espere muita coisa do zoom da câmera traseira: não serve para muita coisa.

A seguir, mais fotos registradas durante os testes.

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Games

O hardware do LG G Flex é basicamente o mesmo do LG G2. Logo, o smartphone está com a sua performance para os jogos garantida. Nos testes realizados com os jogos que já estamos acostumados a utilizar em nossos reviews (Real Racing 3, Dead Trigger, Iron Man 3, etc), todos eles foram capazes de rodar de forma plena, sem empecilhos ou travamentos. Ou seja, só por isso, os gamers de plantão ficarão contentes com esse smartphone, pois a jogabilidade está garantida.

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Mais uma vez, a LG trabalhou muito bem na sua tela, o que faz com que a jogabilidade de alta qualidade também esteja presente no G Flex. O toque na tela é preciso, a curvatura do seu design ajuda em alguns jogos, a imersão em alguns jogos e maior, e as cores são vivas o suficiente para realçar os gráfios desses títulos.

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Para aqueles mais exigentes, eu compreendo que não ter uma tela em Full HD pode ser um grande calcanhar de Aquiles para o G Flex. Por outro lado, para a grande maioria, esse não é um item que vai desabonar o desempenho do produto para os jogos. Talvez incomode mais o fato das teclas de comando (Home, Menu, Voltar, etc) persistir em alguns jogos, ocupando área útil na tela. Mas para a exibição gráfica como um todo, a ausência do 1080p na resolução não compromete tanto.

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Se bem que eu mesmo entendo que o Full HD seria mais que ideal para um produto com suas características.

Multimídia

Também não temos novidades nesse aspecto. A LG repete a sua estratégia já utilizada em outros modelos da empresa, oferecendo soluções próprias para a reprodução de conteúdos como músicas, fotos e vídeos. São sim softwares mais completos e customizáveis que os apps nativos da Google, e representam uma assinatura dos coreanos no quesito experiência de uso. E independente de qualquer opinião sobre esse tema, é inegável que a LG oferece um pacote bem completo de opções.

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Não só para ver fotos, ouvir músicas e ver vídeos. O LG G Flex (assim como outros modelos, como o G2) pode se transformar em um controle remoto, espelhar o seu conteúdo na TV, reproduzir slides em uma tela maior, realizar desenhos e anotações a mão… enfim, um leque de opções que oferecem uma experiência que pode sim tornar a vida do usuário mais prática e funcional.

O LG G Flex traz todas as soluções já presentes nos modelos que já apresentei em review aqui no blog. O grande diferencial aqui é, mais uma vez… a sua tela curva. Podem me chamar de repetitivo, mas a LG alcançou o seu objetivo de tornar esse aparelho um dos mais desejados para quem gosta de consumir conteúdos multimídia.

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A tela curva e de alta qualidade efetivamente aumenta a sensação de imersão do usuário, oferecendo para as imagens um aspecto visual mais agradável e uma maior qualidade para o conteúdo reproduzido. O mesmo acontece nos jogos. Logo, esse é um forte ponto positivo – ou apelo, como preferir – para o LG G Flex diante da concorrência.

Bateria

O LG G2 tem como principal destaque positivo ser um dispositivo que se destaca positivamente na sua autonomia de bateria. O mesmo acontece com o LG G Flex, que mesmo com uma tela de 6 polegadas, consegue suportar razoavelmente bem um dia inteiro de uso moderado, com os seus 3.500 mAh de bateria. Mas isso, para o uso “normal”, como smartphone.

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O grande problema é que, com uma tela com as suas características, dificilmente você vai se limitar a utilizar esse smartphone “normalmente”. A tendência natural é que você veja mais vídeos, rode mais jogos, navegue mais na internet, entre outras atividades que demandem um pouco mais de tela. Nesse aspecto, é mais do que natural que a bateria peça a tomada no final do dia.

Mas isso não chega a ser um grande problema. Só é um ponto de observação para quem pretende comprá-lo. A bateria do G Flex está com uma capacidade e autonomia acima da média em relação aos seus principais concorrentes. Na verdade, temos uma bateria de um tablet da Samsung dentro de um smartphone com tela de 6 polegadas. Por outro lado, não existem milagres. A tela é responsável por 60% do consumo de bateria do dispositivo, e se você a mantém ligada por muito tempo, ela vai consumir a bateria mais rapidamente.

Desempenho

Mais uma vez, a mesma afirmação: como a fórmula do LG G2 se repete, é natural que o LG G Flex apresente resultados similares em termos de desempenho. E é justamente isso o que acontece. Seu desempenho durante o período de testes foi simplesmente impecável, com transições de telas fluídas e sem travamentos. Era o mínimo que esperava de um dispositivo do seu porte.

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Com um processador Qualcomm Snapdragon 800 quad-core de 2.26 GHz, GPU Adreno 320, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento (24 GB disponíveis para o usuário), é correto dizer que todas as atividades realizadas no dispositivo foram concluídas sem maiores dificuldades, e com um desempenho satisfatório. Os geeks mais convictos/exigentes ficarão satisfeitos com a experiência de uso do G Flex, que já desponta como um dos modelos mais completos de 2014.

Conclusão

O LG G Flex é um dos primeiros smartphones top de linha de 2014, que tem alguns pontos de destaque muito marcantes: a autonomia de bateria, a qualidade de construção do dispositivo, o seu design e, é claro, a sua tela curva. Para aqueles usuários que querem ter um smartphone que visualmente é diferente de tudo o que temos hoje no mercado, o telefone é uma ótima escolha. Porém, vai além disso.

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Uma boa tela HD, que oferece uma maior imersão na reprodução de vídeos e na exibição dos elementos na tela, e uma capacidade gráfica de alta qualidade são alguns dos trunfos do G Flex. Vale lembrar que ele compete com modelos com o Samsung Galaxy S4/S5, Sony Xperia Z1/Z2, entre outros. Alguns dos seus concorrentes contam com diferenciais que podem ser revelantes para grupos de usuários que buscam uma performance ainda melhor, uma câmera de alta qualidade, ou um modelo com acabamento resistente.

Porém, o LG G Flex também possui o seu diferencial. O produto é recomendado para aqueles que querem consumir de forma efetiva os conteúdos multimídia, com uma experiência única para consumo de vídeos, jogos e entretenimento. Se esta é uma das suas prioridades com um smartphone, considere o LG G Flex na sua futura compra.

Review em Vídeo


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TargetHD Podcast | 210 | Fim do Windows XP, Moto X+1 e Facebook forçando o Messenger

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Nesta edição:

Apple, abril de 2013: “Os consumidores querem o que nós não temos”
Microsoft estaria planejando a emulação do Xbox 360 no Xbox One
Microsoft já estaria produzindo seis séries de TV exclusivas para o Xbox One
Motorola Moto X+1 vem aí…
Apple informa que 87% dos seus usuários móveis já contam com o iOS 7
HTC One (M8) é removido dos testes do 3DMark Benchmarks
Os grandes estúdios de Hollywood estão processando o Megaupload e Kim Dotcom, dois anos depois do fim do serviço
Fim do Windows XP: para quem ainda tem, quais são as alternativas disponíveis?
Fim das mensagens privadas do Facebook via app. Agora, é obrigado a ter o Messenger instalado
Apple quer que Samsung pague US$ 2.2 bilhões pela violação de cinco de suas patentes
Redes sociais não perdoam: canção oficial da Copa do Mundo 2014 está reprovada
– A vulnerabilidade do Heartbleed, e o que você pode fazer sobre o assunto

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TargetHD Responde | Agora, temos reviews e avaliações de produtos. Entenda a diferença

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Meu objetivo com o TargetHD é oferecer a maior quantidade de conteúdo para o leitor, através dos posts de lançamentos de produtos, cobertura de eventos e, principalmente, de análises de produtos. Os reviews sempre foram campeões de audiência no blog, com alguns deles sendo acessados diariamente até hoje. Porém, chegou a necessidade de dinamizar isso.

Normalmente os reviews são feitos de produtos que ou são enviados pelas assessorias de imprensa de tecnologia, ou por produtos adquiridos por mim. Mas nem sempre os fabricantes podem (ou querem) enviar produtos para o blog, e eu ainda não estou ganhando tudo isso para sair comprando todos os lançamentos de tecnologia disponíveis no mercado. Mesmo assim, entendo que ainda seja possível falar sobre esses lançamentos, abordando suas principais características e dando uma análise preliminar, para que o consumidor possa ter mais uma base de informação antes de fechar a compra.

Pensando nisso, eu decidi iniciar um novo segmento dentro da seção de reviews do TargetHD: a avaliação de produto.

Muitos compreendem que um review é uma avaliação de um produto, e não estão errados em pensar assim. Logo, é a minha obrigação explicar como vai funcionar cada tipo de post no meu blog.

Como é um review no TargetHD?

Os reviews que produzimos não sofrerão mudanças. Serão posts de produtos enviados pelas assessorias de tecnologia, ou adquiridos por mim (que eu entenda que merece um destaque maior, com uma avaliação mais detalhada), que serão profundamente analisados e descritos, através de fotos, testes práticos e subdividido por categorias de características.

Os reviews serão posts mais completos, com fotos próprias (que mostram detalhes dos produtos recebidos), vídeo review e outros conteúdos que vocês já estão acostumados a ver por aqui. A ideia aqui é mostrar o produto sob vários ângulos, passando as impressões de uma experiência pessoal com o produto.

Como é uma avaliação de produto no TargetHD?

A avaliação de produto vai funcionar como um post de “primeiras impressões”. Se você não pode testar o produto, ao menos é possível combinar, de forma breve, todas as suas principais características anunciadas pelo fabricante, apontar os seus pontos positivos e negativos (dentro da proposta apresentada pelo fabricante, através dos dados oficiais), mostrar os seus renders, e no final do post, aplicar uma nota para o conjunto apresentado.

Os posts de avaliação serão mais curtos (aproximadamente 1.000 palavras), com renders dos produtos apresentados, mas com as impressões desse que vos escreve, baseado na experiência que carrego trabalhando profissionalmente com o mundo da tecnologia desde 1996, e da produção desse blog de tecnologia, que existe desde 2008.

Conclusão

Quem ganha é você, amigo leitor. O volume de posts que falam especificamente de produtos, avaliando, analisando ou resenhando, vai aumentar, e você poderá consumir um conteúdo ainda mais completo, com qualidade, isenção de opinião, e aquela pitadinha de bom humor, que vem sempre bem a calhar. Com o passar do tempo, esses posts ficarão mais completos, de acordo com as necessidades dos leitores e minhas aspirações, e dessa forma, o TargetHD amplia a sua base de conteúdo original.

Para acessar as novas postagens de avaliação de produtos, clique aqui.

O Disqus é o novo sistema de comentários do blog, e explicamos os motivos nesse post

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Nos últimos dias, realizamos algumas mudanças conceituais no blog, com o objetivo de torná-lo mais dinâmico e funcional para vocês. Além de adicionar um novo widget para engajamento social (que se faz presente na barra lateral de cada post), passamos a adotar a partir de hoje o Disqus como o nosso novo sistema de comentários.

A mudança segue uma tendência de vários outros blogs, que aos poucos estão abandonando o sistema de comentários do Facebook por diversos motivos. O primeiro e o mais sério deles (no nosso caso) era o consumo de recursos que o banco de dados criado pelo plugin de comentários do Facebook demandava. A cada acesso de cada post, o plugin fazia uma consulta direta ao banco de dados, elevando o consumo de recursos do servidor, tornando o site mais lento. Com o Disqus, isso não acontece, uma vez que tudo é acessado na nuvem.

De fato, ter o plugin do Facebook era uma boa no sentido de obter mais likes para a nossa fanpage. Porém, como o Facebook mudou as “regras do jogo” para que uma determinada postagem alcance uma maior visibilidade em sua rede social (adotando o famigerado modo “só pagando para te verem mais”), o número de acessos vindos pela plataforma de Mark Zuckerberg vem sendo cada vez menor. Logo, não é mais tão interessante assim manter a sua caixa de comentários ativa.

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Além disso, o Disqus é um sistema mais democrático. Para comentar no blog, você pode fazer o login através de sua conta no Twitter, Facebook, Google+ ou criar uma conta no Disqus. Se quiser, você nem precisa criar uma conta no blog para expressar o que pensa. Muito mais livre e prático para o leitor.

Sem falar que o Disqus possui um interessante sistema de classificação de comentários, onde os leitores podem votar nos melhores, que terão destaque aqui no blog. Sem falar na vantagem que o blog em si recebe, uma vez que posts muito comentados acabam sendo exibidos em outras postagens, aumentando assim a possibilidade de permanência do leitor no blog, que pode acessar outros textos de seu interesse.

Por fim, o Disqus vai me oferecer um maior controle para a moderação de comentários. Agora, eu posso simplesmente aprovar ou rejeitar um comentário com uma simples resposta de e-mail, sem maiores dificuldades, em tempo real. Os comentários serão liberados mais rapidamente, e aqueles imbecis internautas que não sabem se comportar, com comentários ofensivos ou que violam a política de uso do blog, serão simplesmente barrados ou banidos do blog, sem estresses.

Ainda estamos fazendo alguns ajustes no sistema, onde o nosso maior desafio é importar os comentários que vocês fizeram na plataforma do Facebook para o Disqus. Pretendo conseguir uma solução para isso em breve.

Enfim, estamos melhorando para oferecer um trabalho melhor para vocês. Logo, deixo o convite que vocês testem a nova plataforma de comentários, e que aumentem a interação conosco nos novos formatos apresentados.

Para saber mais sobre o disqus, acesse: disqus.com.

TargetHD Podcast | 208 | Android Wear, Morpheus, Smartwatches e estratégias da Apple

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Nesta edição:

– Estratégias da Apple (iPad 2 descontinuado, iPhone 4 descontinuado, iPhone 5c de 8 GB)
Sony Project Morpheus
Android Wear
LG G Watch
Motorola Moto 360
Briga entre Microsoft e Google contra os smartphones dual-boot
Moto G e Moto X lideram ranking dos smartphones mais populares do Brasil no momento
Prenderam um ex-funcionário da Microsoft por vazar informações da empresa, por pura vingança

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TargetHD Podcast | 207 | Resumo da Mobile World Congress 2014

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Nesta edição:

Alcatel

Alcatel OneTouch Idol 2 e Idol 2 Mini
Alcatel anuncia uma série de produtos com Firefox OS, incluindo um tablet
Alcatel lança linha de smartphones Pop S, de baixo custo com LTE
Alcatel mostra o seu protótipo de SmartBook, onde o seu “cérebro” do portátil é o smartphone

BlackBerry

BlackBerry Z3, primeiro smartphone fruto da parceria com a Foxconn

Lenovo

Tablet Lenovo Yoga 10 HD+

HP

Novos tablets HP ProPad 600 e HP ElitePad 1000
HP Pavilion x360, mais um notebook conversível
Novos Slate 6 e Slate 7 VoiceTab

Microsoft

Novidades do Windows 8.1 Update 1: melhoras na experiência “não touch”, 1GB de RAM e mais
As novidades do Windows Phone 8.1: novos parceiros, hardware mais modesto e suporte ao dual SIM

Huawei

Huawei MediaPad X1
Huawei MediaPad M1
Huawei Ascend G6
Smartwatch Huawei TalkBand B1

Motorola

Motorola confirma que está preparando o seu smartwatch
Moto G é o lançamento mais bem sucedido da história da Motorola

HTC

HTC Desire 816
HTC Desire 610

Sony

Sony Xperia Z2
Sony Xperia Tablet Z2
Sony SmartBand
Sony Xperia M2
Sony Xperia T2 Ultra Dual

Nokia

Nokia X, Nokia X+ e Nokia XL são anunciados. Todos rodam apps Android
Nokia Asha 230 e Asha 230 Dual SIM
Nokia 220 e Nokia 220 Dual SIM

Samsung

Samsung Galaxy S5
Gear 2 e Gear 2 Neo: os novos smartwatches da Samsung
Gear Fit, novo relógio inteligente para os esportistas

Outros

YotaPhone 2, um smartphone com duas telas e 50 horas de autonomia de bateria
BlackPhone, o smartphone Android que promete privacidade total

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TargetHD Podcast | 206 | Facebook compra o WhatsApp. E agora?

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Nesta edição:

Facebook compra o WhatsApp por US$ 16 bilhões
Não entendeu por que o Facebook gastou US$ 16 bilhões no WhatsApp? Esse gráfico “desenha” para você!
Google chegou a oferecer US$ 10 bilhões pelo WhatsApp
Por que o Google gastaria US$ 1 bilhão na compra do WhatsApp?
O WhatsApp diz: “não estamos à venda”

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TargetHD Podcast | 205 | Lenovo, Microsoft, Sony… e suas mudanças

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Nesta edição:

Google vende Motorola para a Lenovo
Satya Nadella é o novo CEO da Microsoft
Sony vende divisão VAIO, e abandona o mercado de PCs

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COMUNICADO: por que vamos remover as gameplays de games nos nossos reviews em vídeo?

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Aos amigos que acompanham o TargetHD.net e que assinam ao nosso canal de vídeos.

Nesse momento, eu estou acompanhando o que está acontecendo a respeito da possível exclusão do canal de vídeos do @FeCastanhari do YouTube. O Nostalgia pode ser excluído da plataforma por conta da nova política de violação dos direitos autorais da plataforma, algo que já estava em vigor no YouTube a algum tempo, mas que passou a se tornar algo mais efetivo nos últimos meses.

Deixo claro que estou do lado do @FeCastanhari na causa. Entendo que a política de punição do YouTube é feita sem critérios. Também entendo que o YouTube está “forçado” a ser mais rígido com suas punições, por conta das ações perdidas na justiça norte-americana contra os grupos Viacom e Fox (aliás, no caso do canal Nostalgia, quem deu a “última pá de cal” foi o grupo Fox, por causa de um vídeo paródia dos Simpsons). Mas também entendo que o YouTube (e a Google) precisam rever essas políticas de forma urgente.

Para resumir a questão: o YouTube quer que o conteúdo seja, se não 100% autoral, o mais autoral possível, sem a inclusão de qualquer tipo de conteúdo de terceiros, independente do tipo de uso, e em alguns casos, tendo autorização ou não.

No caso em particular do TargetHD, os meus reviews em vídeo já não podem ser monetizados no YouTube, e o motivo está nas gameplays de jogos que aparecem em alguns vídeos de reviews de smartphones e tablets. Já recebi o primeiro “strike” (ou punição) do YouTube por conta disso, e desde outubro de 2013, os vídeos do canal não podem mais ser monetizados. Não que isso faça muita diferença, pois nunca ganhei dinheiro com as visualizações dos vídeos no canal.

Porém, o canal de vídeos de reviews é uma das ferramentas que mais atraem audiência para o blog, e não estou disposto a perder isso por conta das regras do YouTube. Eu sou contrário às regras, questiono as mesmas, mas entendo que é melhor seguir todas elas, para manter o trabalho ativo.

Por isso, tomei a decisão de remover as gameplays de jogos dos meus reviews a partir de 2014, para não correr riscos desse porte.

Explicando melhor: os produtos que recebo via assessorias de imprensa podem aparecer nos vídeos, pois tenho uma autorização por escrito das assessorias dos fabricantes. Se, por qualquer motivo, algum fabricante contestar a utilização do produto em um determinado vídeo, eu tenho um recurso que protege legalmente aquele conteúdo.

Da mesma forma que produtos que foram adquiridos por mim. Se o produto é meu, eu posso fazer com ele o que eu quiser, uma vez que no valor do produto pago estão inclusos todos os correspondentes direitos de imagem.

No caso dos jogos apresentados nos vídeos, esses são conteúdos de terceiros, que é onde o YouTube está começando a enquadrar os produtores de conteúdo. Produtoras de jogos, canais de TV, produtoras de filmes e entretenimento… todos esses segmentos podem enviar uma reclamação formal de violação de direitos autorais, apenas porque a imagem do seu conteúdo está sendo replicada em um vídeo, sem sequer ter uma análise do conteúdo apresentado.

De novo: não estou contente em tomar essa decisão, mas prefiro prevenir do que remediar.

Os testes com games continuam nos reviews com fotos aqui no blog, sem maiores problemas (se houver algum problema sobre a utilização das print-screens de jogos, vocês serão avisados). Mas os games não mais serão reproduzidos em vídeo. Infelizmente.

Em breve, farei um comunicado em vídeo para inserção nos canais, reforçando essa decisão.

Sem mais para o momento, obrigado pela atenção.

 

Eduardo Moreira
TargetHD.net

Review Comparativo | Motorola Moto X vs Motorola Moto G

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Os dois últimos lançamentos da Motorola são comparados. Os modelos Moto X e Moto G receberam destaque positivo de grande parte da imprensa especializada. Porém, muitos acreditam que os modelos são praticamente os mesmos, tirando um ou outro recurso inteligente presente no Moto X. Será que é isso mesmo? Esse comparativo vai responder essa questão de uma vez por todas.

Não vamos aqui dizer qual é melhor ou pior. Até porque, por razões óbvias, o Moto X é melhor que o Moto G, e ponto final. Não há discussão nesse aspecto. O objetivo desse post é mostrar onde estão as principais diferenças entre os dois produtos, o que justificariam a diferença de preços entre os dois produtos (tá, talvez não tão gritante assim, pois o Moto X poderia custar menos), e principalmente: qual é o modelo mais adequado para o seu perfil de uso e/ou suas necessidades.

Características Físicas

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Vendo de longe, lado a lado, você realmente não consegue dizer qual é um, qual é outro. De perto, apenas aqueles que tem um olhar mais apurado vai dizer qual é qual (os menos íntimos com o mundo da tecnologia deverão confundir os modelos). A Motorola apostou em manter a mesma proposta de design para os dois produtos, com o objetivo de reforçar a nova proposta para o consumidor, e repetir a experiência de uso nos dois modelos.

Com isso, o Moto X e o Moto G são modelos “gêmeos”. As diferenças começam a aparecer quando aproximamos os dois dispositivos, e começamos a observar as suas características peculiares. Para começar, os diferentes materiais adotados para a tela fazem com que a coloração do LED do Moto G seja algo mais uniforme, enquanto que no Moto X apresenta uma área levemente mais clara na tela, por conta do AMOLED.

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Outra leve diferença é percebida na lateral direita dos dois dispositivos, onde ficam os botões de liga/desliga/bloqueio de tela e controles de volume. Além de contarem com orientações diferentes (no formato), os botões do Moto G são um pouco menores.

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Na parte frontal do dispositivo, também é possível observar que o alto-falante de chamadas do Moto G é um pouco menor (e, por conta disso, um pouco menos audível) que o do Moto X. Além disso, a câmera frontal do Moto G se posiciona do lado esquerdo do corpo do dispositivo, enquanto que no Moto X, a câmera está no lado direito. Sem falar que o Moto G possui um LED para notificações de atividades.

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Mas é na parte traseira dos dois smartphones que encontramos as principais diferenças físicas. O Moto X possui um acabamento com um material que simula o Kevlar (sim, eu sei…), enquanto que o Moto G conta com uma carcaça de plástico removível. Aqui, fica bem evidente que o modelo de linha média possui um material (teoricamente) mais simples no seu acabamento, se comparado com o modelo mais avançado. Além disso, o alto-falante traseiro do Moto X fica à direita do usuário, ao contrário do Moto G.

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As diferenças de altura, largura e profundidade entre os dois smartphones são praticamente imperceptíveis, mas existem. O Moto G, por ter uma tela menor, é levemente mais estreito e baixo que o Moto X, o que faz com que o seu agarre fique levemente mais agradável. Por outro lado, o Moto G é mais espesso e reto na parte traseira, além de ser um pouco mais pesado que o Moto X (143 gramas para o Moto G, contra 130 gramas para o Moto X).

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Essas pequenas diferenças se refletem nas dimensões dos dispositivos. O Moto X mede 129.3 x 65.3 x 10.4 mm, enquanto que o Moto G conta com medidas de 129.9 x 65.9 x 11.6 mm. Ou seja, eles são praticamente idênticos, mas o Moto G é um pouco mais confortável de se segurar. A tela de 4.5 polegadas e a parte traseira menos curvada faz com que o modelo de linha média se encaixe melhor na mão, tornando o seu uso mais confortável.

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No final das contas, as diferenças físicas não são muito gritantes. Não são fatores determinantes para a escolha de um ou de outro. Qualquer pessoa poderia escolher qualquer um dos dois smartphones por conta desses aspectos. As diferenças entre o Moto X e o Moto G começam a ficar acentuadas a partir de agora.

Tela

O Moto X possui uma tela AMOLED de 4.7 polegadas, com resolução de 1280 x 720 pixels e 312 pixels por polegada. Já o Moto G tem uma tela de 4.5 polegadas em IPS LCD, com a mesma resolução de 1280 x 720 pixels e 329 pixels por polegada. Nos números as telas são muito parecidas, e essa densidade maior do Moto G não é relevante para determinar uma melhor experiência visual.

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Na prática, as duas telas são excelentes. Porém, a tela do Moto X oferece cores mais mais quentes, puxando as tonalidades um pouco mais para o vermelho. O Moto G oferece tonalidades mais frias, o que pode soar mais agradável para muitos usuários (que entendem que a tela do Moto X satura demais as cores). Isso fica mais evidente quando abrimos páginas web com a predominância do fundo branco (como é o caso dos posts do TargetHD).

No Moto X, o branco apresenta um tom um pouco avermelhado, enquanto que no Moto G, a imagem se aproxima mais da tonalidade real (ou daquela captada pela maioria das pessoas). Particularmente, me agrada mais a tela do Moto G, justamente por esse aspecto: o resultado oferecido na reprodução das cores dos elementos da tela.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

O Moto X (nesse exato momento que estou escrevendo esse post) está recebendo o Android 4.4 KitKat. O meu aparelho ainda não foi atualizado, de modo que o dispositivo ainda se encontra com o Android 4.2.2 Jelly Bean. O Moto G já está com a versão 4.3 Jelly Bean, e já tem a atualização garantida para o Android KitKat.

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Na prática, as diferenças na experiência de uso (nesse momento, com os dois smartphones com Android Jelly Bean) são mínimas. Elas se fazem mais presentes por conta dos recursos inteligentes presentes no Moto X, como por exemplo os comandos inteligentes por voz, os comandos de movimento para a câmera e, principalmente, na tela inteligente. Fora isso, os dois modelos oferecem experiências de usabilidade muito similares.

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Com isso, os dois smartphones se comportam, em linhas gerais, de forma idêntica. Essa é uma grande vantagem dessa nova linha de smartphones da Motorola: mesmo com produtos diferentes, com preços tão diferentes, o usuário vai receber experiências de uso similares. Mais ou menos aquilo que a Nokia faz com os modelos da linha Lumia, com Windows Phone.

Hardware

O Moto X possui processador Qualcomm MSM8960 Snapdragon S4 Pro dual-core de 1.7 GHz (com a tecnologia X8 Mobile Computing System), 2 GB de RAM, GPU Adreno 320 e até 16 GB de armazenamento. O Moto G conta com processador Qualcomm Snapdragon 400 quad-core de 1.2 GHz, 1 GB de RAM, GPU Adreno 305 e versões com 8 e 16 GB de armazenamento. Essas diferenças técnicas são importantes para determinar o que um produto é ou não capaz de fazer, mas não fundamentais para se converter em uma experiência de uso pior ou melhor.

Como já foi dito antes nessa análise, os dois modelos oferecem uma experiência de uso muito boa. No caso do Moto G, ele impressiona de forma positiva, pois em jogos que exigem uma maior demanda dos recursos de hardware (como nos casos de Real Racing 3 e Iron Man 3), o smartphone apresentou um desempenho surpreendentemente impecável (mesmo com algumas restrições de reprodução de gráficos), sem lags ou travamentos.

O usuário que optar pelo Moto G não vai se arrepender nesse aspecto. É o modelo com um desempenho acima de sua média de preço e posicionamento de mercado. O Moto X também impressiona pela sua performance impecável, mas se posiciona em um patamar diferente. É um smartphone com recursos inteligentes, mostrando a nova proposta da Motorola/Google  para os seus futuros lançamentos.

Podemos definir dessa forma:

– O Moto G é o smartphone ideal para os usuários de entrada, ou para aqueles que querem o melhor desempenho possível pelo menor preço.
– O Moto X é o smartphone para usuários avançados, que querem a máxima performance, com recursos inteligentes.

Nos dois casos: é uma das melhores escolhas possíveis no mercado de smartphones.

Câmera

Aqui está um dos itens que mais acentuam as diferenças entre o Moto X e o Moto G. Por partes.

O Moto X possui uma câmera traseira de 10 megapixels (1/2.6″), gravação de vídeos em Full HD (1080p, 30 FPS), recurso de câmera lenta nas gravações de vídeo, recursos de geo tagging, HDR e outras funcionalidades inteligentes. Além disso, o modelo conta com um sensor frontal de 2 megapixels, com gravação de vídeos em Full HD.

O Moto G trabalha com um sensor traseiro de 5 megapixels, com recurso de HDR e foto através do toque na tela, gravação de vídeos em HD (720p, 30 FPS), e câmera frontal de 1.3 MP, com gravação de vídeos em HD.

Pelos números e características, já é possível observar que as câmeras dos dois smartphones são bem diferentes. Na prática, os resultados são ainda mais díspares. Apesar das fotos produzidas pelo Moto X ainda ficarem aquém dos seus principais concorrentes, depois da primeira atualização feita pela Motorola para corrigir os seus problemas, a qualidade das fotos melhorou de forma considerável. E, comparadas com as fotos capturadas pelo Moto G, os resultados produzidos pelo sensor do Moto X são muito superiores.

Por outro lado, a câmera do Moto G está “na média” que encontramos entre os modelos de sua categoria. Historicamente, a Motorola nunca conseguiu entregar boas câmeras para os seus smartphones. E esse parece ser um dos pontos de maior reclamação dos proprietários do Moto G, que esperavam uma câmera melhor (algo que é compreensível, já que estamos falando de um produto que é considerado acima da média dos seus rivais).

A seguir, um breve comparativo de fotos (na ordem, Moto X e Moto G):

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Fotos Noturnas

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Bateria

Esse é outro ponto que detectei diferenças nos dois modelos, e que não são diferenças apenas numéricas. O Motorola Moto X possui uma bateria de 2.200 mAh, enquanto que o Moto G conta com uma bateria de 2.070 mAh. Você poderia imaginar que essa desvantagem de 130 mAh do Moto G poderia se converter em uma pior autonomia de bateira. Mas não é isso o que acontece.

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O Moto X possui uma bateria considerada boa para um produto do seu porte. Conta com um processador que executa mais recursos de forma simultânea, mais sensores funcionando ao mesmo tempo, e funcionalidades que fazem com que o smartphone necessite ficar conectado o tempo todo no WiFi ou 3G/4G. Logo, de forma natural, essa demanda de bateria é maior. Mesmo assim, para quem tem um uso considerado normal ou moderado, pode ter a certeza que a bateria do Moto X vai sobreviver por um dia completo de uso, antes de ir para o carregador no final do dia.

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Já o Moto G impressiona na sua autonomia de bateria. Em standby, sem mexer muito no aparelho e com a conectividade WiFi ativa, o smartphone consegue ficar por mais de um dia sem precisar chegar perto do carregador (em nossos testes para o review, ele ficou mais de quatro dias em standby sem recarga de bateria, e ainda com mais de 40% de bateria restante). Para quem usa o smartphone para as atividades mais comuns (redes sociais, e-mails, navegação na web, música, fotos, etc), a autonomia dura tranquilamente pelo menos um dia e meio de uso. E até para os usuários mais exigentes (fotos, vídeos, games, etc), é possível alcançar um dia completo de uso, antes da bateria ser recarregada.

Não só pelas diferenças do hardware, mas devemos levar em conta que, no momento dos testes, o Moto G contava com o sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean, que possui melhorias diversas em relação ao Android 4.2.2 Jelly Bean do Moto X, incluindo um melhor gerenciamento de recursos, que se convertem em uma maior autonomia de bateria.

Conclusão

A Motorola fez um ótimo trabalho nos dois smartphones, que podem atender muito bem usuários com perfis distintos. O Moto G é o melhor smartphone de linha média do mercado nesse momento, pois oferece benefícios decisivos para atender as necessidades dos usuários. O Moto X é um dos smartphones recomendados para os geeks convictos, pela experiência de uso próxima ao do Android “puro”, pelo design agradável e pelos recursos inteligentes (que, aos poucos, se tornam mais inteligentes ainda).

Review em Vídeo