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TargetHD Responde | Sony Xperia Z3 Compact ou Motorola Moto X 2014?

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Recebemos em nossa caixa de entrada mais uma interessante dúvida sobre o universo dos smartphones:

Qual modelo comprar: Sony Xperia Z3 Compact ou Motorola Moto X 2014? Ambos tem hardware muito parecido, e achei o Z3 Compact por R$ 1.400, e o Moto X 2014 por R$ 1.300. Qual deles tem melhor relação custo/benefício?

(pergunta editada para a publicação no post)

 

Resposta:

As especificações técnicas dos dois modelos são muito similares em linhas gerais, os dois dispositivos foram lançados na mesma janela de lançamento (terceiro trimestre de 2014), e a faixa de preço dos modelos é praticamente a mesma. Porém, algumas diferenças podem ser detectadas, e são pontuais para uma escolha que mais agrade ao consumidor.

O grande ponto a favor do Moto X 2014 é a sua experiência Android praticamente pura. As poucas intervenções da Motorola são muito bem vindas, e tornam o uso do dispositivo mais inteligente e atraente. Já o tamanho de tela é algo que entendo ser uma versão de gosto: eu prefiro modelos com telas maiores, mas ainda tem muita gente que prefere um dispositivo mais compacto.

E aqui começam as vantagens do Sony Xperia Z3 Compact. A tela menor (4.6 polegadas) pode oferecer menor densidade e resolução de 720p (contra o 1080p do Moto X 2014), mas entendo que essa tela é mais que suficiente para uma boa visualização de vídeos, fotos e elementos gráficos. Sem falar que o desempenho é beneficiado, uma vez que a GPU (Adreno 330) tem que trabalhar menos para entregar as imagens.

Além disso, o Xperia Z3 Compact conta com slot para cartões microSD de até 128 GB de armazenamento, algo que é muito procurado pelos usuários que gostam de registrar muitas fotos e vídeos no smartphone, ou para quem quer carregar o seu conteúdo de músicas no smartphone. Algo que ficou de fora no Moto X 2014.

As câmeras frontal (2.2 MP) e traseira (20.7 MP) do Xperia Z3 Compact são (teoricamente) melhores do que aquelas presentes no Moto X 2014. Não só pelo tamanho dos megapixels, mas pela qualidade já comprovada dos sensores da Sony, e esse é um fator a ser considerado.

Com um hardware similar, o Xperia Z3 Compact possui uma bateria com 2.600 mAh, 300 mAh a mais do que o Moto X 2014. Sem falar na sua tecnologia STAMINA, que oferece um melhor consumo de bateria. E toda vantagem nesse aspecto é muito bem vinda.

Por fim, o Xperia Z3 Compact é resistente à água, algo que muitos usuários procuram em seus smartphones. Afinal de contas, é um dispositivo caro demais para parar de funcionar com qualquer chuvinha (não estou dizendo que o Moto X 2014 pode parar de funcionar com chuvas ocasionais, mas é fato que ele não conta com essa proteção que está presente no modelo da Sony).

Levando em conta todos os argumentos apresentados, se eu tivesse que escolher entre os dois modelos, a minha escolha seria o Sony Xperia Z3 Compact, ainda mais se eu encontrei o smartphone com um preço apenas R$ 100 mais caro que o Moto X 2014. A relação custo/benefício é melhor. A não ser que você prefira a experiência de uso do Android quase puro do modelo da Motorola – e, mesmo assim, basta você colocar a Google Now Launcher no smartphone da Sony, e o problema está parcialmente resolvido.

Agora, dá uma força para o blog, e compre um dos smartphones nos links a seguir.

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Sony Xperia Z3 Compact

 

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Motorola Moto X de 2ª Geração (2014)

 

TargetHD Responde | Baterias nos smartphones: fixas ou removíveis?

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O leitor Guilherme Max mandou para nós a seguinte sugestão de pauta:

Ultimamente, temos essa divergência no mercado de celulares top de linha: celulares como o Samsung Galaxy S4/S5 são contemplados com baterias removíveis, enquanto que modelos como o LG G2/iPhone 5s estão presentes com as baterias fixas. Qual a melhor opção? Temos grandes diferenças entre elas?

 

Resposta

Guilherme, alguns fabricantes preferem adotar as baterias fixas pelo conceito geral do projeto, ou do seu conjunto de hardware. A vantagem de uma bateria fixa é a menor quantidade de componentes móveis no dispositivo, oferecendo (na teoria) uma maior consistência de funcionamento. O lado negativo é bem óbvio: se o seu smartphone travar, você vai ter que buscar outras alternativas para reiniciá-lo, ou se a vida útil da bateria chegar ao fim, muito provavelmente a vida do seu smartphone vai junto com ela (a não ser que você mande o dispositivo para a assistência técnica para a troca da bateria, mas em 90% dos casos, isso não vale a pena).

No caso das baterias removíveis, a escolha também é feita baseada no projeto geral do fabricante para aquele smartphone. Uma das vantagens mais significativas está no fato de você poder trocar a bateria quando a original se esgotar, ou até mesmo colocar uma bateria com maior quantidade de mAh, para aumentar o tempo de autonomia do dispositivo. Sem falar que, em caso de travamentos mais sérios, basta remover a bateria, instalar novamente, ligar o smarthone, e pronto.

Em linhas gerais, os dois formatos funcionam da mesma forma, se diferenciando nas características citadas. Como nos dias de hoje o Android só trava feio se o usuário fizer uma besteira muito grande, tudo passa a ser uma questão de escolha individual, analisando as necessidades de uso.

Entendo que as duas contam com vantagens e desvantagens. Particularmente, meus últimos smartphones contaram com baterias fixas, e não senti nenhuma grande desvantagem nesse aspecto. Até porque me incomoda o fato de ficar removendo e recolocando a bateria do smartphone de modo eventual. Sem falar que, hoje, dou mais prioridade para o dispositivo que me ofereça a maior autonomia de bateria possível. Logo, para o meu perfil de uso, eu prefiro as baterias fixas.

Mas não vejo nada de errado naqueles que querem usar baterias removíveis. O importante é ter um produto que atenda perfeitamente às suas necessidades.

 

TargetHD Responde | Smartphone com câmera de boa qualidade, que custe menos de R$ 1 mil

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Recebemos a seguinte questão em nosso e-mail:

Gostaria de saber qual o celular que tem um câmera legal, na faixa dos R$ 1.000.

Resposta:

Antes da resposta, é sempre bom lembrar que, no mundo da tecnologia, não existem milagres. Em via de regra, mais barato significa qualidade inferior. Claro que existem exceções, mas entendo que abrir mão de uma boa experiência de uso apenas para ter uma boa câmera não é exatamente a melhor relação custo/benefício para um smartphone.

Em todo caso, se a sua prioridade é EXCLUSIVAMENTE a câmera, no meu entendimento, o modelo que pode ser escolhido abaixo dos R$ 1 mil é o Nokia Lumia 720.

A câmera do Lumia 720 é de apenas 6.7 megapixels. Porém, o resultado final de suas fotos foi muito elogiado pela maioria dos blogs de tecnologia. Sem falar que é uma câmera que conta com lentes Carl Zeiss, elemento esse que você não vai encontrar em nenhum dos seus principais concorrentes, e isso é algo que deve ser considerado na hora da compra.

Além disso, o sensor de 6.7 megapixels é mais que suficiente para que você consiga registrar boas fotos para envio nas redes sociais e serviços de armazenamento online. Até mesmo para a impressão existe a possibilidade, mas a qualidade tende a cair. Detalhe: a quantidade de megapixels não determina a qualidade de uma foto digital, apenas o tamanho dessa imagem. A qualidade final é influenciada por outros fatores, como por exemplo a qualidade do sensor, o nível de compressão de dados, entre outros.

Agora, se você procura um dispositivo com Android com boa câmera, por menos de R$ 1.000… comece a pensar em gastar um pouco mais.

Os melhores sensores de câmeras de linha média estão nos smartphones da Samsung, principalmente nos modelos Galaxy Gran Duos (R$ 1.149) e Galaxy S III (R$ 1.299). Recomendo que se gaste um pouco mais nesse sentido, até mesmo pela questão do smartphone em si. Afinal de contas, você não está comprando só a câmera, mas sim um dispositivo completo. Logo, se pensa em usar um dispositivo da Google, esses dois modelos são a minha recomendação, mesmo custando um pouco mais do que a faixa de preço proposta na pergunta.

Para adquirir o Nokia Lumia 720 pelo TargetHD, clique no banner abaixo.

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TargetHD Responde | como resolver o problema de superaquecimento do computador portátil?

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O superaquecimento do computador portátil é um dos problemas mais frequentes que os usuários precisam enfrentar nesse tipo de equipamento. Muitos fatores acabam intervindo nessa situação: a qualidade do produto, a temperatura ambiente, o que você exige do seu notebook ou se a saída de ventilação do equipamento está obstruída.

Felizmente, esse é um problema com solução. E não uma única solução. Como existem muitos fatores que podem produzir o aquecimento em demasia, também há muitas formas de combater esse indesejável efeito colateral.

Detectando o superaquecimento

É relativamente fácil detectar quando o seu portátil está sofrendo de superaquecimento. Afinal de contas, as nossas mãos sentem isso imediatamente, enquanto estamos usando o produto, ou os nossos ouvidos podem ouvir o ventilador do notebook trabalhando na velocidade máxima. O superaquecimento produz duras consequências para o seu equipamento (o desempenho do sistema operacional é reduzido, e o computador pode simplesmente parar de funcionar, com o objetivo de evitar problemas maiores, fazendo com que você perca informações valiosas), e é muito importante você detectar o problema antes que seja tarde.

Existem alguns softwares que verificam a temperatura dos componentes internos do computador. Usuários do Windows contam com o HWMonitor ou o RealTemp. Se você tem um Mac, pode contar com o Temperature Monitor. E se você usa o Ubuntu (ou distribuições Linux que utilizam os repositórios da Debian) podem instalar o Xsensor, ou um indicador de temperatura para a barra de ferramentas.

A temperatura normal de um portátil pode variar, de acordo com os elementos e critérios adotados pelo fabricante. Mas como regra geral, é sábio começar a se preocupar quando o seu equipamento passa dos 65 graus de temperatura.

Evitando o superaquecimento do portátil

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Existem diferentes maneiras de solucionar esse problema, e cabe ao usuário escolher a mais indicada para a sua situação. Como conselho geral, é recomendável sempre utilizar o portátil em uma superfície lisa e sólida. Isso ajuda, pois as saídas de ventilação podem chegar a ser obstruída em superfícies irregulares, como uma cama ou almofada. Você também pode colocar um objeto debaixo do equipamento para aumentar a distância entre este e a superfície. Um livro pode servir para essa missão.

A temperatura do equipamento está obviamente relacionada com o ambiente externo em que ele se encontra. Manter o ambiente fresco durante as estações mais quentes do ano pode ajudar. Você pode investir algum dinheiro nos ventiladores dedicados aos computadores portáteis (ou laptop coolers), que funcionam como base para o seu equipamento, e contam com um sistema de ventilação integrada, que ajuda a solucionar o problema do superaquecimento.

Se o problema persistir, verifique o estado da bateria do portátil, pois ela pode ser a culpada. Além disso, procure limpar o interior do computador, removendo a sujeira acumulada, que torna os seus ventiladores internos menos eficientes.

O problema também pode ser de software. Uma grande quantidade de programas executando em segundo plano, que exigem o máximo de performance dos seus componentes, ou programas multimídia que exigem especificações técnicas mais avançadas que as do seu equipamento. Desinstale programas considerados desnecessários, ou cancele a sua inicialização padrão e/ou funcionamento em segundo plano.

Por fim, se você conta com os conhecimentos técnicos necessários, pode também aplicar uma pasta térmica em alguns componentes, algo que, se não resolve em definitivo, ao menos ajuda a não aquecer tanto o seu portátil.

TargetHD Responde | Troca de chip SIM para micro SIM ou nano sim: como funciona?

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Recebemos mais uma questão na caixa de entrada do blog:

Uma dúvida: quando você fala em adquirir o cartão nano (SIM) da operadora e não recortar o cartão atual, isso quer dizer que não poderei seguir com o número de telefone que possuo atualmente, ou estou enganado? Perdoe a pergunta, mas sou leigo no assunto.

Resposta: 

Antes de qualquer coisa, eu gostei de sua pergunta, e acho que você não é o único que tem essa dúvida. E, sendo bem objetivo… não. Você não perde o número que você já tem na troca do tipo de chip.

Quando recomendo a troca do chip SIM ou micro SIM para um nano SIM, estou recomendando a troca do chip fisicamente. Toda e qualquer operadora é habilitada para transferir a sua linha de um chip para outro (aliás, é direito do cliente). Com tantas diferenças entre os dispositivos, e os fabricantes adotando diferentes padrões de chips, passa a ser razoavelmente comum o usuário fazer a visita até a loja da operadora para trocar o tipo de chip inserido no dispositivo. Logo, para quem se deparar com essa situação, pode sem maiores problemas trocar o chip atual por outro que esteja no formato do seu novo telefone.

O que recomendo é alguns cuidados na hora da troca. Normalmente as operadoras garantem uma troca tranquila e sem traumas. Em uma operadora de qualidade, você já sai da loja com o seu chip ativo, sem maiores problemas. Agora, se a sua operadora já te ferra no dia a dia, fique ressabiado. A mudança pode causar alguns transtornos.

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Para fugir desses percalços e não depender da burocracia das operadoras, alguns usuários se valem de algumas alternativas. A primeira (e mais eficaz delas) é a compra de um desses alicates cortadores de SIM cards. Eu mesmo tenho um para o formato micro SIM, e funciona perfeitamente. Em mercados alternativos (é só procurar na internet), você já encontra esses cortadores para o formato nano SIM, que é algo menos arriscado e mais seguro.

A segunda alternativa (para quem gosta de viver perigosamente) é cortar o chip “na mão”. Existem alguns esquemas de recorte na internet, que podem ser impressos pelo usuário em casa. Com uma boa dose de paciência e mãos firmes, você pode conseguir deixar o chip no formato que você deseja.

No caso específico do nano SIM card, eu não recomendo o processo de recorte manual. Já falei sobre isso na época do lançamento do iPhone 5, e repito novamente nesse post: não é recomendado o recorte do chip para nano SIM com a mão livre, pois o tamanho do chip de contato do SIM/micro SIM é diferente da área de contato do nano SIM adotado pelas operadoras.

Tudo bem, eu sei que tem gente que conseguiu recortar o chip para nano SIM sem maiores danos. E, se você conseguiu e está lendo esse post, parabéns para você. Porém, você é uma exceção da regra. O post é para a maioria, e é fato que a maioria que tentar vai ter problemas, e o procedimento não é recomendado pelos riscos envolvidos.

Além disso, você já paga caro por um smartphone… o que é gastar R$ 10 (em média) em um novo SIM card?

TargetHD Responde | iPhone 4… ainda vale a pena?

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Recebemos em nossa caixa de entrada a seguinte questão:

Pretendo começar a conhecer o mundo do iOS, mas estou com dúvidas sobre qual modelo escolher. Não sou um hard user, não gosto de jogos, baixar aplicativos, etc. Queria um iPhone para fotos, e-mails e contatos com amigos, conversar via Facetime e WhatsApp.
Notei que já possível comprar o iPhone 4 abaixo de 1 mil reais. Vale a pena ainda investir nesse modelo? Ele suporta bem o iOS 7? Ou devo colocar um pouco mais de $$ e pegar logo um 4S? Bem, se eu tivesse dinheiro pegaria logo o 5 mesmo.

Resposta:

Bom, vamos lá. Existem casos e casos. Pelo o que identifiquei, você quer um iPhone para um uso mais básico, para atividades que poderiam ser realizadas por qualquer outro smartphone (exceto o Facetime, que é um recurso exclusivo do iOS). Mesmo assim, tenho que pensar na primeira frase que você disse na mensagem (“pretendo começar a conhecer o mundo do iOS”). E, nesse sentido, entendo que, se queremos conhecer algo, temos que investigar, pesquisar, e ir fundo nesse processo de conhecimento.

Logo, você deixa de ser um usuário de entrada, para ser, no mínimo, um intermediário.

Se você vai comprar um iPhone novo, eu entendo que a melhor relação custo/benefício hoje é o iPhone 4S. Explico: ainda não é um iPhone tão desatualizado do que o iPhone 4, oferece o dobro de desempenho do modelo que você aspira, e está bem mais ajustado com o iOS 7 do que um iPhone apresentado em 2011, ou seja, com dois anos de desfasagem de tecnologia.

Eu li algumas reclamações de usuários reclamando do desempenho do iPhone 4 depois da atualização para o iOS 7. E não foram poucas. Particularmente, abri mão dessa versão do iPhone (que me fez feliz durante pouco mais de um ano) pois entendi que ela já estava no limite em atender as minhas necessidades, e antes mesmo de chegar a atualização para o iOS 7.

Logo, se você quer conhecer o mundo do iOS como você mesmo diz, um bom começo é pelo iPhone 4S. Não é a mesma coisa do iPhone 5, mas vai oferecer a mesma experiência de uso. Hoje, eu só recomendo o iPhone 4 para as nossas mães e avós, que não vão explorar todas as possibilidades do sistema e, mesmo assim, com a ressalva que elas podem se irritar com um eventual desempenho ruim do smartphone com o iOS 7.

Além disso, a sobrevida do iPhone 4S é bem maior do que a do iPhone 4, que entendo estar no seu último ciclo de atualização do iOS. Logo, pelo menos a médio prazo, o 4S é uma relação custo/benefício bem melhor.

TargetHD Responde | Vale a pena mudar para o Nexus 5, uma vez que tenho o Nexus 4?

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Agora que o Nexus 5 é um produto oficial, chegou a hora de começar a pensar no futuro. E nesse futuro, um dos itens que precisam ser levados em consideração é se vale a pena o investimento no novo modelo, principalmente se você é um feliz proprietário da geração anterior do smartphone da linha Nexus. Logo, a pergunta que vamos tentar responder nesse post é…

Vale a pena mudar para o Nexus 5, uma vez que tenho o Nexus 4?

Resposta: 

Excelente pergunta.

Muitos podem entender que a resposta é um simples e sonoro “sim, com certeza, eu nem sei por que você está fazendo esse post…”. Mas nada é tão simples quanto parece. Algumas coisas precisam ser bem pontuadas, até mesmo para reforçar a decisão daqueles que já buscam formas de adquirir o produto lá fora de forma (quase) imediata.

Aliás, esse pode ser um dos fatores decisivos para responder essa questão: a pressa do consumidor. Se você está lá fora, está insatisfeito DE VERDADE com o Nexus 4 (é difícil encontrar motivos para ficar muito insatisfeito com aquele que é considerado até o momento um dos melhores smartphones do mercado, mas tudo bem…), ou tem a possibilidade de trazer o produto de um dos países que já o comercializam, pode ser uma boa pedida adquirir o produto.

Isso é, se a Google tiver um estoque mais generoso que aquele oferecido na época do lançamento do Nexus 4. Mas isso é uma outra história.

Se tudo der certo, você ainda pode escapar de todos os trâmites burocráticos e impostos cobrados pelas instituições brasileiras, economizando assim algum dinheiro. Talvez o grande problema que você vai ter nas mãos será a venda do Nexus 4 por um preço interessante. Como o produto caiu drasticamente de preço em menos de um ano de disponibilidade no mercado brasileiro (hoje, ele pode ser encontrado em promoções por menos de R$ 900), você vai ser obrigado a vender o seu Nexus 4 por um preço muito abaixo do que aquele que você pagou (pior para aqueles que compraram o smartphone na primeira leva, quando ele custava por aqui R$ 1.700…).

Por outro lado, você ainda tem um Nexus 4 nas mãos. Como disse um pouco acima nesse texto, você ainda tem um dos melhores smartphones Android do mercado, com uma experiência de uso plena, e com a atualização para o Android 4.4 KitKat garantida, o que garante uma sobrevida de uso de, pelo menos, mais um ano.

Entendo que o tempo médio que o usuário “normal” (e esse critério varia de pessoa para pessoa) deve ter com um smartphone é de, pelo menos, dois anos. Para alguns mais cuidadosos e menos exigentes, até três anos. No final das contas, você precisa ter um produto que te entrega a melhor experiência de uso possível. E muitos procuram fazer isso, mas pagando um valor que seja competitivo para o produto, e principalmente, para o seu bolso.

O Nexus 4 atende esses quesitos. É um ótimo smartphone, com um preço muito competitivo, e que vai receber a próxima versão do Android. O que mais eu posso querer da vida (nesse aspecto, que fique claro)?

Para aqueles que são heavy users convictos, viciados em tecnologia de ponta, e que usam como mantra de vida o direito de ter sempre o modelo mais avançado nas mãos, invariavelmente vão buscar o Nexus 5 pra ontem, para atender as suas expectativas. E eu compreendo isso. É o desejo de querer uma tecnologia de ponta assim que ela estiver disponível. Agora, para a grande maioria dos usuários, a troca não é uma questão de vida ou morte, ainda.

Podemos esperar com um pouco mais de calma para ver como o aparelho se comporta na prática, através da publicação dos primeiros reviews, e analisar de forma menos passional se a troca é ou não vantajosa. Até porque a troca sempre vai depender dos critérios individuais de cada usuário.

Ao meu ver, se você hoje está feliz com o Nexus 4, não há motivos para ter pressa. É um dos melhores smartphones do mercado atual, mesmo com a presença do Nexus 5. É claro que na mente de muita gente passa a frase “eu quero sempre mais”, e esses não estão errados em pensar assim. Mas esse “mais” pode esperar algum tempo.

TargetHD Responde | E o Nexus 7 (1ª Geração) no Brasil? Onde comprar?

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Mais uma das dúvidas enviadas pelos leitores do TargetHD será respondida nesse post. Dessa vez, vamos tentar desvendar o tal “mistério do desaparecimento do tablet Nexus 7” no mercado brasileiro (isso é, se é que algum dia ele realmente esteve no Brasil). Vejamos.

Gostaria de saber onde posso comprar o Nexus 7 no Brasil sem ser no Mercado Livre, e se tem previsão de chegada do novo modelo por aqui.

Resposta:

Vou apenas recapitular a novela: no começo do ano, o Nexus 7 chegou a ser anunciado em alguns e-commernces nacionais, pelo valor de R$ 1.299. Então, a divisão brasileira da ASUS (fabricante do produto) informou que aquilo foi um “engano”, e que o lançamento aconteceria em um momento posterior, por um novo valor, que seria anunciado oficialmente em um momento posterior. Meses se passaram, e a ASUS de fato planejou o lançamento do produto no Brasil, porém, não pelo preço inicialmente sugerido. Eles queriam uma “ajuda” da Google, que também responde pelo termo “subsídio no valor final do produto”.

Até onde sabemos, a batalha entre Google e ASUS foi árdua para encontrarem um denominador comum no valor final do produto para o mercado brasileiro, e nenhuma conclusão foi alcançada. No final das contas, a ASUS já tinha importado uma remessa de unidades do Nexus 7, e não podia ficar com o produto parado. Nisso, negociou com a Walmart para vender as unidades desse estoque parado. As duas empresas chegaram ao valor de R$ 999, e o produto foi “lançado” no Brasil dessa forma: sem anúncio oficial, sem festa, nada.

Com o fim dessa remessa da Walmart, até onde sabemos a ASUS Brasil não mais se interessou em oferecer o produto no mercado nacional. Primeiro, porque economicamente não era vantajoso para eles. Segundo, porque eles já contavam com dois produtos com preços relativamente competitivos (o ASUS MeMo Pad e o ASUS Fonepad). É claro que não estou comparando os dois com o Nexus 7 (até porque o tablet da Google é muito melhor), mas para posicionamento estratégico, era mais interessante oferecer esses dois produtos do que o Nexus.

Aliás, o TargetHD foi um dos primeiros blogs brasileiros a publicar um review do produto (clique aqui para ler).

Em resumo: quem comprou esse primeiro lote, comprou. Quem não comprou, só no Mercado Livre mesmo, ou em sites “alternativos” (ou que não possuem a mesma procedência de um grande e-commerce nacional – e aí a compra é por sua conta e risco). Tudo indica que a ASUS Brasil não deve disponibilizar novas remessas do Nexus 7 pelos motivos  já descritos.

Sobre a nova versão do Nexus 7, apresentada recentemente pela Google, não há nenhuma previsão de lançamento para o mercado brasileiro. Se não houver nenhuma estratégia de aplicação de subsídios de preço para o produto no Brasil, as chances dele ser lançado oficialmente por aqui são cada vez menores.

Mas acho que ainda não dá para perder as esperanças. Levando em conta que o mercado brasileiro ainda é promissor, quem sabe com alguma sorte veremos a nova versão do Nexus 7 no Brasil antes do que todos imaginamos. Porém, não devemos ficar decepcionados se só encontrarmos esse novo tablet no Mercado Livre e/ou em importadoras. Baseado na experiência da primeira versão do produto, não devemos ficar muito empolgados. Infelizmente.

TargetHD Responde | Diferença entre quantidade de armazenamento e memória disponível para o usuário

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Essa é mais uma questão interessante que foi recentemente feita para nós, e que vale a pena ser esclarecida para os leitores e consumidores em potencial, principalmente para aqueles que estão entrando no mercado de smartphones.

Eu adquiri um Optimus e405 (LG) e estou extremamente insatisfeito (pelo modelo que comprei dá para ver que sou iniciante nesse mundo, né?). Isso por que nas páginas tanto do revendedor como do fabricante diz-se que tem 2 GB de memória distribuídos. O que não se fala é que de memória interna sobram 157 MB (Pouquíssimo e quase todos os aplicativos baixados não querem sair de lá saturando-a rapidamente) e 1GB de memória interna que não consigo usar. Estou querendo comprar o Razr D1 e gostaria de saber a respeito da memória dele. É como no LG? No site diz que, dos 4 GB, 2.5 GB estão disponíveis ao usuário.

Resposta: 

Entendo que o ideal seria que os fabricantes, por uma questão de transparência, deveriam ter como regra obrigatória deixar muito claro ao usuário qual é o espaço disponível para que o mesmo possa salvar arquivos pessoais (fotos, músicas, vídeos, etc) e instalar aplicativos. Com infelizmente isso não é uma regra, cabe aos usuários ficarem atentos a esses detalhes.

Uma coisa é a quantidade de armazenamento, que é a memória total disponível do dispositivo para não só salvar os conteúdos do usuário, como também para abrigar o próprio sistema operacional que gerencia o produto. E isso vale para qualquer tipo de dispositivo que utilize um sistema de armazenamento, seja smartphones, tablets, notebooks, desktops e derivados.

Em alguns casos, existem os sistemas híbridos (alguns ultrabooks utilizam esse método), onde o sistema operacional e os aplicativos são instalados em uma unidade SSD (também para obter uma melhor performance), e o disco rígido ficam livres para armazenamento de arquivos de usuário. Porem, essa regra não se aplica aos smartphones e tablets nesse momento (já pensam em discos rígidos para tablets em um futuro não muito distante).

Ou seja, o próprio sistema operacional (Android, iOS, Windows Phone, BlackBerry OS, etc) ocupa naturalmente parte dessa memória de armazenamento. E o espaço livre que sobra é denominada como memória disponível para o usuário. E é aí que começam os problemas.

Em dispositivos com maior capacidade de armazenamento (de 16 GB ou superior, no meu entendimento), o problema de escassez de espaço não acontece. A não ser é claro que o usuário pouco inteligente entenda que precisa colocar toda a sua coleção de filmes da saga Star Wars em 1080p no seu Nexus 7 (que não tem slot para cartões microSD). Em via de regra, 16 GB são mais que suficientes para a instalação dos principais aplicativos, alguns jogos de maior volume, e alguns arquivos pessoais (para a maioria dos usuários; os mais hardcores vão sempre precisar de mais).

Porém, as coisas começam a se complicar quando o dispositivo tem 8 GB ou menos de armazenamento interno. Em via de regra, o usuário fica com apenas 5 GB livres para instalar aplicativos (supondo que o dispositivo em questão possui slot para microSD, para os arquivos pessoais). Quem tem smartphones com Windows Phone 7.5 e um iPhone de 8GB tem uma situação ainda mais crítica, pois não pode expandir a memória disponível, pois esses telefones não possuem slot para cartões microSD.

Agora, imagine no caso dos smartphones de entrada (como são os casos do LG Optimus e405 e Motorola RAZR D1), que contam com capacidades de armazenamento ainda menores? Não só o usuário fica sem espaço para instalar praticamente nada, como também pode sofrer de problemas de inconsistência de desempenho, e até travamentos.

Em resumo: fiquemos atentos na hora de procurar um produto para chamar de seu. Avalie bem quais são as suas necessidades com um smartphone ou tablet, e procure pelo dispositivo que REALMENTE vai atender essas necessidades, inclusive no quesito memória disponível para o usuário. Lembrando: memória de armazenamento é DIFERENTE de memória RAM. Muito sites simplesmente colocam “4 GB e 1 GB de memória”, sem especificar direito que tipo de memória se refere. Cuidado com isso.

E o mais importante: os smartphones de entrada, com preços mais baratos, são funcionais para quem tem necessidades BÁSICAS no dispositivo. Esses modelos não são capazes de realizar as mesmas tarefas que os modelos mais caros e mais completos. Podem funcionar muito bem para quem quer realizar tarefas mais simples, e não para quem visa instalar muitos apps ou adicionar muitos jogos. Para esses usuários, não tem milagre: pode abrir a mão e pagar mais, para receber um produto que atenda as suas necessidades.

TargetHD Responde | Como o @oEduardoMoreira consegue os produtos para análise e reviews?

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Essa é uma das perguntas mais frequentes que recebemos no blog. Tem muita gente por aí interessada em produzir conteúdo na internet. Já outros, apenas curiosos por testar as novidades do mercado de tecnologia. Por isso, nesse post, vamos fazer algo que vi poucos blogs fazendo ao longo desses anos: ensinar o caminho das pedras para os interessados.

Muitos perguntaram isso, mas vamos sintetizar todos na questão a seguir:

Gostaria de saber como fazer para as empresas me enviar aparelhos para fazer reviews. Depois de enviados os mesmos são  devolvidos para a empresa, ou poderão ser usados normalmente?

Resposta: 

O TargetHD iniciou as suas atividades em junho de 2008, como um blog informal e descompromissado. No começo, escrevia apenas um parágrafo dos produtos que gostava, e analisava os produtos de tecnologia que comprava. Nada próximo da qualidade que faço hoje (que não é perfeita, mas é bem melhor do que o que eu fazia no começo). Com o passar do tempo, percebi que isso poderia se tornar algo sério, com o aumento das visitas e com o primeiro convite para um evento de imprensa (não esqueço até hoje: o Nokia Ovi Connection, de 2009).

Esses acontecimentos serviram de estímulo para que, aos poucos, eu investisse no blog de forma mais séria: criar uma marca, a compra do domínio dessa marca, a contratação de um servidor próprio, a melhoria na produção dos posts e reviews, entre outros esforços que resultam em um blog com certa visibilidade. Hoje, o TargetHD é o blog de tecnologia mais visto da região de Araçatuba/SP, e é um dos blogs de tecnologia independentes que mais cresceram nos últimos anos.

E, quando digo independente, quero dizer que não contamos com o apoio de grandes portais ou patrocinadores para custear as despesas que o TargetHD gera para se manter no ar. O blog hoje “se paga”, e paga as minhas contas. Isso quer dizer que estamos no caminho certo.

Respondendo a sua pergunta de forma bem objetiva: para receber produtos para reviews, eu tive que trabalhar, e muito. Fazer um trabalho honesto, transparente e com o mínimo de qualidade. Com o tempo, esse trabalho é visto por outros internautas, que repercutem esse trabalho nas redes sociais, e as assessorias de fabricantes acabam naturalmente vendo esse trabalho, e oferecendo possibilidades para que os seus produtos sejam analisados por quem faz esse blog.

Não existe fórmula mágica. Ninguém consegue produtos para review apenas porque “amo tecnologia, e gostaria de testá-los”. Você precisa mostrar que merece fazer isso, com trabalho duro e de qualidade. Passei a receber os primeiros produtos das assessorias depois de pelo menos um ano de trabalho intenso no TargetHD, e mesmo assim, algumas assessorias de imprensa dificultam as coisas (abraço, Samsung Brasil), não se predispondo a enviar os produtos quando solicitado.

De um modo geral, 2013 vem sendo um ano muito interessante em termos de reviews para o TargetHD. Testamos alguns dos principais lançamentos do mercado mobile, de diferentes marcas, sem falar em acessórios, periféricos e gadgets que foram resenhados. Em via de regra, pedimos pelo menos 15 dias para testar cada produto. Depois disso, o produto é devolvido para a assessoria de imprensa que despachou o produto para cá.

Não cobramos pela publicação dos reviews. Esse é o tipo de publicação que mostra o nosso interesse de compartilhar as impressões que temos sobre os produtos de tecnologia. Logo, precisa ser algo totalmente isento de qualquer interesse financeiro. Até porque, se vamos ganhar em relação aos reviews, ganhamos nas vendas desses mesmos produtos na seção Dicas de Compras do blog.

Aliás, para as assessorias de imprensa e, quem sabe, empresas interessadas em investir no TargetHD.net, entrem em contato conosco, vamos conversar!

Por fim, resumimos a questão com: trabalhe, e duro. Faça a coisa pelo próprio esforço. Produza os próprios textos, com as próprias palavras, e invista naquilo que você acredita ser um bom trabalho. A partir daí, as portas se abrem naturalmente.

TargetHD Responde | Usar o Galaxy S4 Mini Duos como single chip. Tem como?

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O Samsung Galaxy S4 Mini Duos já é um dos smartphones mais procurados entre os usuários. No review feito pelo TargetHD.net, o dispositivo surpreendeu no seu ótimo desempenho, e foi considerado por nós o melhor modelo dual-chip do mercado. Porém, não são todos que querem utilizar o telefone com dois SIM cards.

Tem como desabilitar o 2º chip no Samsung Galaxy S4 Mini Duos? Tem alguma configuração que faça ele parar de perguntar qual chip usar? Quero deixa-lo como se fosse single sim.

Resposta: 

Tem sim. No review que fizemos, observamos que o smartphone só pergunta qual chip o usuário quer utilizar em telas específicas, como em números adicionados em mensagens de texto ou em textos específicos da web. Em via de regra, a página de discagem do telefone já apresenta os dois ícones de discagem, correspondente aos dois chips nele instalados, bastando o usuário escolher por qual chip ele quer efetuar aquela chamada.

De forma direta, uma das formas de utilizar o Galaxy S4 Mini Duos como sinlge chip é simplesmente instalando um único SIM card no slot #1 do smartphone. Desse modo, o telefone vai identificar apenas o único chip instalado, e só vai mostrar um único ícone para chamadas.

Porém, supondo na eventualidade que ocasionalmente você queira ter dois chips no aparelho, mas só quer que um deles faça chamadas, existe uma forma específica de configurar o aparelho.

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A tela acima pode ser encontrada em Opções > Meu Dispositivo > Gerenciamento de cartão SIM > Chamada de voz (abaixo de Cartão SIM preferido). Nessa tela, você pode determinar qual o chip preferencial a ser utilizado para realizar chamadas telefônicas no dispositivo.

Muito provavelmente, o seu aparelho deve estar marcado para a opção “perguntar sempre”. Nesse caso, qualquer uma das outras opções deve resolver o problema. No modo “Rede atual”, a escolha é feita pela linha ativa (na aba de notificações do S4 Mini Duos), ou seja, aquela que for previamente escolhida vai realizar a chamada. E as outras duas opções determina qual chip fará a chamada, de forma direta.

Clique no banner abaixo para comprar o Samsung Galaxy S4 Mini Duos pelo TargetHD.net.

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TargetHD Responde | Qual é melhor: Motorola RAZR D1 ou Sony Xperia E Dual?

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Esse é um dos comparativos mais solicitados entre os visitantes do blog. Desde o momento que publicamos os reviews desses dois dispositivos, foram inúmeras as vezes que os usuários questionavam sobre qual dos dois modelos era a melhor relação custo/benefício entre os mais destacados smartphones Android de entrada do mercado no momento. Pois bem, vamos tentar responder essa pergunta hoje.

Ente as diversas mensagens com a mesma pergunta, vamos representar todas elas na pergunta a seguir:

Qual é o melhor smartphone Android dual chip de entrada do mercado, entre o Motorola RAZR D1 e o Sony Xperia E Dual?

Resposta: 

Antes de responder, é fundamental deixar uma coisa muito clara: os dois smartphones são modelos de entrada, logo, com recursos, especificações e características básicas. Muitas pessoas confundem as coisas (ou fazem questão de não querer entender como elas funcionam), acreditando que com um smartphone que custa menos de R$ 500 é possível fazer tudo que um modelo que custa R$ 1.500 ou mais. E esse é um erro clássico de usuários novos ou desprovidos de conhecimento técnico sobre os dispositivos móveis.

Mesmo sendo um smartphone, os modelos de entrada são “smarts” até um certo ponto. Logo, esses modelos são pensados principalmente nas funções mais básicas que um usuário quer realizar nesse tipo de dispositivo: acesso à redes sociais, e-mails, mensagens instantâneas, navegação na internet, receber chamadas telefônicas, enviar e receber mensagens SMS, ouvir música… e olha que já é bastante coisa.

Logo, se quer rodar jogos com gráficos pesados, ver vídeos em alta definição ou tarefas mais complexas… pague a mais por isso! Simples!

Bom, sobe a questão do post, podemos responder com mais propriedade, já que avaliamos os dois dispositivos no primeiro semestre de 2013. Nas características técnicas, os dois modelos possuem especificações técnicas muito similares, com poucas diferenças no seu hardware. Porém, essas diferenças são decisivas para estabelecer um vencedor (na minha opinião).

O Motorola RAZR D1 e o Sony Xperia E Dual contam com muitas similaridades: os dois modelos contam com o mesmo clock de processamento (1 GHz), a mesma quantidade de armazenamento interno (4 GB, com pelo menos a metade disso disponível para o usuário – ambos expansíveis via slots para cartões microSD de até 32 GB), o mesmo tamanho de tela (3.5 polegadas) e a mesma densidade de tela (165 ppp). Esses elementos colocam os dois modelos em relativo equilíbrio dentro de uma competição.

Sem falar que a diferença de preço dos dois produtos não é tão gritante assim. O RAZR D1 pode ser encontrado hoje por R$ 449, enquanto que o Xperia E Dual, por R$ 479 (ambos avaliados no Buscapé, e utilizando preços dos principais e-commerces do país – ignoramos os preços muito “milagrosos”, por motivos óbvios).

Porém, o Motorola RAZR D1 prevalece em relação ao Sony Xperia E Dual em pontos que considero vitais para um melhor desempenho no dia a dia. O RAZR D1 tem o dobro de memória RAM (1 GB, contra 512 do Xperia E Dual), tem uma GPU melhor, oferecendo um melhor desempenho gráfico (Power VR, contra Adreno 200), uma tela com maior quantidade de cores (16 milhões, contra 260 mil), uma tela com melhor material (LCD, contra TFT), uma câmera traseira melhor (de acordo com os testes que fizemos com os dois aparelhos), com mais recursos (HDR, foco automático e foco por toque, todos presentes no RAZR D1 e ausentes no Xperia E) e de maior resolução (5 MP, contra 3.15 MP), Bluetooth mais avançado (4.0, contra 2.1) e bateria com maior autonomia de uso (1785 mAh, contra 1500 mAh).

São muitas diferenças vitais que, de forma efetiva, colocam o Motorola RAZR D1 como um dispositivo melhor que o Sony Xperia E Dual. E essas diferenças influenciam naquilo que mais deve importar aos usuários no uso diário de um dispositivo: a experiência de uso.

Quanto ao modelo da Sony, talvez os grandes pontos positivos dele em relação ao produto da Motorola são o seu design (muito mais jovial e atraente), a composição dos seus materiais (fisicamente mais resistente que o RAZR D1) e a sua parte de áudio (que é muito superior ao RAZR D1, que deixa a desejar nesse ponto). Porém, não consigo acreditar que seja uma escolha sábia trocar os benefícios técnicos do RAZR D1 (pensando em um melhor desempenho a longo prazo) para priorizar as poucas vantagens do Xperia E Dual.

Em resumo: se eu tivesse que escolher hoje entre um dos dois modelos, eu escolheria o Motorola RAZR D1. Nos testes feitos, ele surpreendeu positivamente por oferecer um conjunto com um desempenho final muito interessante, mesmo que seja em um modelo de entrada. Já o Sony Xperia E Dual é um modelo de entrada clássico, com sérias restrições. Só vai escolher o modelo da Sony quem realmente se sentir apegado ao design e à proposta geral da Sony, e não gosta mesmo do que a Motorola oferece.

Para mais informações, leia os reviews do Motorola RAZR D1 (clique aqui) e do Sony Xperia E Dual (clique aqui), publicados em 2013.

Você também pode comprar o Motorola RAZR D1 (clique aqui) e o Sony Xperia E Dual (clique aqui) pelo TargetHD.net.

TargetHD Responde | Smartphones Android com bateria de longa duração

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Mais uma vez, vamos tentar responder dúvidas recorrentes do mundo da tecnologia. E essa não só é uma dúvida recorrente, mas também um anseio de muitos usuários de smartphones. Talvez o desejo que os fabricantes precisam atender para que esse precioso (e caro) dispositivo possa ser considerado ideal para usuários de diferentes perfis de uso.

Recebemos a pergunta abaixo:

Estou aqui para pedir dicas de smartphones para aguentar o tranco, e chegar no fim do dia com carga suficiente para chegar em casa. Tenho um Razr i, e faço uso no dia a dia lendo e enviando emails com anexo, verificar atualizações em algumas redes sociais, olhar sites, estudar, fazer uploud e download de apostilas pelo Google Drive. No geral, faço muito uso do 3G e isso gera o descarregamento muito rápido da bateria. Diante do relato acima quais as opções que temos? O Moto X? Prefiro o Droid MAXX (mas este está disponível apenas para a AT&T). Quais são as melhores opções?

*o texto foi corrigido, para melhor adequação ao post, e para corrigir os eventuais erros de português

Resposta: 

Esse é o calcanhar de Aquiles de 90% dos smartphones disponíveis no mercado. Ao mesmo tempo que temos uma grande quantidade de recursos em um dispositivo móvel, temos um grande consumo de bateria, e muitas vezes a sua autonomia se esgota antes do final do dia. Enquanto esse problema não se resolve em definitivo (alguns fabricantes de chips usam “placebos” para amenizar isso), passo a seguir as minhas indicações.

APOSTA SEGURA: Mororola RAZR MAXX: esse é o modelo que está no mercado com maior autonomia de bateria disponível. Com uma bateria de 3.300 mAh, mesmo que você utilize todos os recursos de conectividade ativos o tempo todo, você pode esquecer o carregador em casa, que com certeza você vai chegar ao final do dia com o seu dispositivo ativo. Porém, o RAZR MAXX é um modelo relativamente antigo, e que não deve mais receber atualizações (deve ficar no Android 4.1.2 no máximo). Sem falar que o seu ponto mais forte é mesmo a bateria longa vida.

UMA SEGUNDA OPÇÃO: Sony Xperia ZQ ou Sony Xperia SP: não testei esses modelos (ainda teremos reviews deles em breve no blog), mas por relatos em outros reviews, observei que um dos pontos fortes desses novos smartphones da Sony é a forma como a interface customizada do Android adotada pelos japoneses consegue gerenciar os recursos para reduzir o consumo desnecessário de bateria. O Modo Stamina presente nesses modelos se converteram em opções muito interessantes, e o resultado final pode ser bem interessante para usuários com um uso normal dos recursos conectados. Pode ser que no seu caso essa solução não resolva por completo (uma vez que o seu perfil de uso exige do 3G o tempo todo), mas pelo menos vai apresentar resultados melhores do que aqueles entregues pelo RAZR i que você usa hoje.

UM MODELO PROMISSOR: MOTOROLA MOTO X: esse é um recém anunciado no Brasil, mas alguns reviews já publicados lá fora apontam como um dos pontos positivos do Moto X é a sua autonomia de bateria. É possível que isso aconteça, uma vez que a interface Android da Motorola é muito pouco customizada, e sem muitos recursos considerados “inúteis”, o que ajuda na hora do consumo da bateria. Recomendo que fique de olho no que os blogs brasileiros vão falar sobre esse modelo nas próximas semanas.

Um detalhe importante: um smartphone é um dispositivo de alta performance, que naturalmente exige do seu conjunto técnico uma maior energia para realizar as suas tarefas. Parte de uma melhora de consumo de bateria TAMBÉM passa pelo comportamento do usuário no dia a dia com o dispositivo. Ou seja, para a maioria dos smartphones, não ha milagre, infelizmente. Como disse um pouco acima, o único que pode ser chamado de “aposta segura” em um uso pleno de performance é o RAZR MAXX, porém, você abre mão de um dispositivo com uma versão mais recente do Android, sem falar no hardware mais “antigo”.

Logo, nesse caso, não apenas encontrar um aparelho que atenda às suas necessidades, algumas mudanças de postura são necessárias, como por exemplo realizar ajustes de tela que preservem a quantidade de bateria consumida, estabelecer um intervalo para receber os dados dos aplicativos conectados, verificar se realmente o 3G precisa ficar ligado o tempo todo, e até mesmo adquirir uma bateria externa para conectar ao dispositivo de tempos em tempos.

Lembre-se: pelo menos por enquanto, ou você se adapta à demanda de suas tarefas, ou você corre riscos de ficar com um smartphone desligado ao final do dia. E o jeito ainda é esperar que os desenvolvedores de hardware resolvam esse problema nos futuros lançamentos.

TargetHD Responde | Ainda vale a pena comprar o Nexus 4?

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Mais uma vez, o TargetHD.net volta a responder algumas dúvidas que eventualmente recebemos em nossas áreas oficiais de contato. A dúvida dessa vez é sobre o Nexus 4. Recebemos do leitor do blog Matheus a questão a seguir:

Compensa comprar o LG Nexus 4 hoje em dia?

Resposta: 

Antes de qualquer coisa, é importante sempre lembrar que a tecnologia móvel está em constante evolução, e se levarmos em consideração o conceito do “não vou comprar tal produto porque ele está desatualizado diante de outro produto”, não vamos comprar produto nenhum. O importante é comprar um produto que vá ficar com você por, pelo menos, 12 meses, até que você comece a pensar novamente em um novo produto que atenda as suas necessidades.

Dito isso, estamos falando de um smartphone que foi anunciado oficialmente para o Brasil em março de 2013 (anunciado nos Estados Unidos em novembro de 2012). Talvez o principal problema desse smartphone é justamente o delay de cinco meses entre o anúncio oficial e a chegada do produto ao Brasil. Mesmo assim, isso não atrapalhou a LG/Google de tornar o modelo um dos mais cobiçados do mercado nacional de smartphones.

Além disso, o preço do Nexus 4 se tornou bem atraente com o passar dos meses. O preço oficial do produto foi reduzido para R$ 1.349, mas alguns e-commerces estão oferecendo o smartphone em caráter promocional por R$ 999 (pode custar até menos, se você efetuar o pagamento via boleto bancário). Só aí, já vemos uma grande vantagem (principalmente se comparar ele com os modelos de linha média que custam esse preço hoje).

Outro fator importante a se considerar é o conjunto hardware + software. O Nexus 4, mesmo não sendo considerado hoje um modelo top de linha, possui especificações boas o suficiente para oferecer um desempenho muito bom, tal como a Google idealizou no produto. Na parte de software, é um dos poucos dispositivos do mercado (nesse momento) a contar com o Android 4.3 Jelly Bean, e deve passar por, pelo menos, mais um ciclo de atualização, recebendo o futuro Android 5.0 Key Lime Pie.

Para resumir: sim, vale a pena comprar o LG Nexus 4, ainda mais se você encontrar o smartphone por R$ 999 ou menos. É um dos melhores smartphones Android do mercado (ainda), com um conjunto de hardware muito competente, e com pelo menos mais um ciclo de atualização de software garantido, o que deve entregar mais ou menos mais 18 meses de vida útil para o dispositivo, o que está de bom tamanho para o cenário atual.

A relação custo/benefício entregue pelo smartphone justificam a sua compra, e mesmo que a Google resolva lançar um hipotético Nexus 5 até o final do ano (algo que é bem provável), o seu smartphone não será descontinuado completamente até o lançamento do sucessor do ainda não existente Nexus 5. A maioria dos usuários não precisam de um smartphone que seja top de linha em todos os itens (processador, memória, GPU, etc). Precisam de um smartphone que funcione bem para a maioria das atividades do dia a dia. E o Nexus 4 entrega isso, com o preço hoje de um smartphone de linha média.

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TargetHD Responde | Qual é melhor: Galaxy S3 (GT-i9300) ou Galaxy S4 Mini Duos (GT-i9192)?

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Vamos mais uma vez tentar responder algumas dúvidas do mundo de tecnologia dos leitores do TargetHD. E dessa vez, vamos tentar responder uma das questões mais levantadas nos últimos tempos, algo que considero bem natural, dada a empresa em questão e a natureza dos dispositivos envolvidos. Um dos novos mistérios do universo é…

Qual é o melhor: Galaxy S3 (GT-i9300) ou Galaxy S4 Mini Duos (GT-i9192)?

Resposta: 

Alguns podem considerar essa pergunta um tanto quanto absurda, principalmente se levarmos em consideração os aspectos técnicos dos dois aparelhos. Porém, na minha opinião, não é tão absurda assim. Os modelos contam com preços de compra sugeridos muito próximos, e muitos reviews lá fora afirmam que o desempenho do S4 Mini é similar ao do Galaxy S3, mesmo contando com um hardware inferior. E experiência de uso é um fator que devemos levar em consideração na hora da escolha.

Por outro lado, também temos que ver a perspectiva de investimento e principalmente, o que cada usuário espera de um determinado produto. Cada um é cada um nesse mundo, e até mesmo as opiniões que eu registrar nesse post não são a verdade absoluta. São as minhas impressões, baseadas na minha experiência de uso com os dois produtos. Logo, os resultados sempre podem variar.

Dito isso, de imediato, o Galaxy S3 é um modelo superior ao Galaxy S4 Mini, em um comparativo simples. De forma resumida, o S3 é melhor do que o S4 em praticamente tudo, o que é perfeitamente compreensível. Afinal de contas, o Galaxy S3 é um modelo top de linha (ainda é considerado um top de linha), enquanto que o Galaxy S4 Mini é um ótimo modelo de linha média. E colocando as especificações dos dois dispositivos, lado a lado, o S3 só perde no S4 Mini na quantidade de memória RAM. Que é um dos itens que o colocam como um ótimo smart de linha média.

Aliás, no quesito hardware, não dá nem para comparar: o S3 possui uma tela maior (4.8, contra 4.3), um processador mais potente (1.4 GHz quad-core, contra 1.7 GHz dual-core), uma tela com melhor resolução e densidade de pixels (1280 x 960 – 306 ppp, contra 960 x 540 – 256 ppp), sensor CMOS e BSI na câmera traseira, conectividade 4G (em uma das versões) e maior capacidade de armazenamento interno (16 contra 8).

Resumindo: se você procura um smartphone com a garantia de um desempenho melhor para atividades que exigem mais desse hardware (principalmente jogos, vídeos e atividades multimídia) e não precisa de dois chips SIM em um smartphone, a sua escolha é o Samsung Galaxy S3, sem pensar duas vezes.

Por outro lado, o Samsung Galaxy S4 Mini Duos não é nada depreciável. Eu considero esse modelo hoje, de longe, o melhor smartphone dual-chip do mercado. Tem um bom processador dual-chip de 1.7 GHz (é mais potente que todos os seus adversários diretos da sua categoria), 1.5 GB de RAM, GPU Adreno 305, arquitetura de 28 nm para o processador (mais nova, e com melhor gerenciamento de recursos), um modem 3G mais rápido que os modelos anteriores, e boa parte da experiência de interface de usuário oferecida pelo Galaxy S4. O resultado final do Galaxy S4 Mini é realmente muito bom, e me surpreendeu positivamente durante o período de testes para o review que produzi para o TargetHD (clique aqui para ler).

Além disso, não é todo mundo que gosta das dimensões da tela do Galaxy S3, e prefere um smartphone menor, para uma experiência de uso que se alinhe às necessidades de quem tem mãos pequenas, ou quer usar um telefone mais discreto.

Logo, entendo que o Samsung Galaxy S4 Mini Duos é recomendado para quem quer o melhor smartphone dual-chip que o seu dinheiro pode comprar, com um desempenho muito bom, com boas câmeras, e com um Android relativamente atualizado (4.2.2 Jelly Bean). Talvez o grande problema do Galaxy S4 Mini seja mesmo o seu preço sugerido (R$ 1.399). Eu sei que alguns e-commerces estão oferecendo por menos (mas cuidado com a procedência dessas lojas), mas o ideal é que esse smartphone chegasse ao mercado em um valor entre R$ 999 e R$ 1.099. Aí ele seria a opção perfeita.

E, antes que eu me esqueça: eu sei que o Galaxy S4 Mini possui a sua versão single-chip com 4G, mas como até a produção desse post ela ainda não está disponível no Brasil, não podemos considerar como uma opção. Caso ela existisse, ela não seria tão interessante que o Galaxy S3, pela diferença de especificações. Aí, só seria uma escolha para aqueles que não gostam de telefones com telas de grandes dimensões.

Em resumo: a questão não é bem o “qual é o melhor smartphone” entre o Galaxy S3 e o Galaxy S4 Mini. Na teoria, o S3 é muito melhor, mas na prática, a experiência de uso e desempenho dos dois modelos são excelentes. Logo, a questão mais correta é “qual é o smartphone mais ajustado às suas necessidades”. E nesse aspecto, a resposta vai variar muito de pessoa para pessoa.

No meu ponto de vista: se quer um smartphone para jogar, ver vídeos, e garantia de desempenho pleno, vá de Samsung Galaxy S3. Se quer o melhor smartphone dual-chip do mercado, e não gosta de telas avantajadas, vá de Samsung Galaxy S4 Mini Duos.

E que todos sejam felizes em suas escolhas.

TargetHD Responde | Samsung Galaxy S2 Duos TV… só na TIM?

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Daniel Pereira

Continuamos a responder eventuais dúvidas do mundo da tecnologia que recebemos durante a semana. Dessa vez, o questionamento está relacionado ao mercado nacional de smartphones, e sobre como os fabricantes decidem sobre a venda de um determinado produto em uma única operadora de telefonia móvel. Vejamos:

O ponto é: por que a Samsung não põe à venda o Galaxy S II Duos TV totalmente desbloqueado, vale dizer, sem vinculação com a TIM?

Resposta: 

Nos últimos anos, ficou comum a prática das operadoras de telefonia móvel negociarem com determinados fabricantes o lançamento de produtos de forma exclusiva, com o objetivo de aumentar as vendas combinadas (do fabricante e da operadora). Além disso, quando uma operadora vende um determinado smartphone “que é só dela”, ela ainda pode capitalizar em cima dos serviços que eventualmente os usuários daquela operadora podem utilizar.

O problema é que, mesmo o telefone sendo ofertado “desbloqueado” para qualquer cliente (permitindo o uso de SIM cards de qualquer operador compatível com o smartphone), a sua firmware vem alterada, com os aplicativos da operadora (o que nem sempre é algo bem vindo), e com os ajustes de baseband para aquela operadora em específico. Para o primeiro problema, você não consegue remover os aplicativos da operadora se desejar, sendo obrigados a ter apps que não só ocupam espaço, mas que muitas vezes o usuário sequer vai utilizar (pois são clientes de outras operadoras).

O segundo problema é ainda pior. Como essa firmware é customizada, quando uma atualização para aquele aparelho é lançada, o usuário é obrigado a esperar pela boa vontade da operadora, para que ela faça as personalizações e ajustes da nova versão, para que só depois disso o seu aparelho possa ser atualizado.

No caso específico do Samsung Galaxy S2 Duos TV, a regra é basicamente essa: a Samsung e a TIM negociaram a exclusividade desse modelo (algo que a Samsung pode se dar ao luxo de fazer, já que o seu portfólio de produtos é enorme), e durante algum tempo, para aqueles que desejam comprar esse modelo, só poderá comprar com as customizações da TIM. Ele pode até ser encontrado no e-commerce em geral, mas todos os modelos recebem os apps da já citada operadora.

Mas essa prática é comum entre os fabricantes: a LG tem parceria com a Vivo em alguns lançamentos, a Motorola com a Claro, entre outros. A diferença é que a janela de exclusividade é relativamente menor do que aquela estabelecida pela TIM. A Oi é a única operadora que, em via de regra, não modifica a firmware dos smartphones que vende, e até promove os seus aparelhos como “totalmente desbloqueados”.

Resumindo: pelo menos por enquanto, o Galaxy S2 Duos TV será ofertado exclusivamente com os conteúdos da TIM. Com o tempo, isso tende a mudar, e o modelo será ofertado totalmente desbloqueado. Quando isso vai acontecer? Honestamente, não sabemos.

TargetHD Responde | Dicas de bons smartphones para jogos

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Continuamos a responder algumas das dúvidas que chegam para nós. Essa aqui deve ser uma das mais frequentes entre os leitores do TargetHD e usuários de dispositivos móveis em geral. Um leitor nos questiona o seguinte:

Vou comprar um celular novo e não sei qual escolher, percebi nos seus vídeos que você cita se o smartphone irá rodar jogos bem ou não. Uma das principais funções que prezo em um celular é a sua capacidade de executar os jogos. Minha pergunta é: você pode me indicar, ou dar sugestões de smartphones que na, sua opinião, rodam bem jogos de gráficos avançados?

*o texto foi editado, para ser mais objetivo, e corrigir os diversos erros de português encontrados

Resposta: 

Bom, eu vou deixar de lado a questão “por que as pessoas gostam de rodar jogos em smartphones”. Esse é um dos segmentos mais lucrativos em termos de vendas de aplicativos no mercado atual, e faz muito mais sentido você fazer tudo o que você gosta em um dispositivo só (no caso, o smartphone), do que ter um console portátil ocupando volume na mochila.

Dito isso… algumas coisas que precisam ser ditas antes de começar a citar as indicações. A primeira delas é que a maioria dos smartphones podem rodar jogos. Agora, rodar BEM esses jogos, com bom desempenho e qualidade, é outra história muito diferente. O que mais me incomoda são aqueles que acreditam que um smartphone de R$ 500, R$ 600 podem ter o mesmo desempenho nos jogos que um modelo que custa mais de R$ 2 mil. É o mesmo que tentar fazer o seu pai correr os 100 metros rasos no ritmo de Usain Bolt. Ou seja, impossível.

Logo, já tenha em mente que o mínimo que você precisa é de um dispositivo de linha média, com faixa de preços entre R$ 1.300 e R$ 1800. E isso, para você ter um desempenho minimamente razoável com os jogos. O conjunto tela (preferencialmente de 4.5 polegadas ou superior), memória RAM (pelo menos 1 GB – um pouco mais, se sua GPU for fraca) uma boa GPU (que você encontra nos modelos intermediários) e, pelo menos, 16 GB de armazenamento, para uma quantidade razoável de jogos.

Minhas indicações:

Nexus 4: apesar de não contar com slot para cartões de memória, o modelo não está em um preço tão caro assim (na faixa de R$ 1.349), mas possui um conjunto de hardware poderoso, um processador excelente, uma GPU que aguenta o tranco, e é um smartphone Google, ou seja, com um desempenho pleno. Pode ser hoje uma das melhores relações custo/benefício entre os smartphones de linha média.

LG Optimus G: por ter o seu preço reduzido recentemente no mercado brasileiro (na faixa de R$ 1.499), tem o mesmo conceito do Nexus 4, com uma tela ótima, uma excelente GPU, um processador potente e 32 GB de armazenamento (fora o slot para seus arquivos pessoais). Em nossos testes, ele se mostrou excelente para os games, e foi um dos que se apresentaram como um dos melhores para tarefas multimídia.

Samsung Galaxy S3: não dava para deixar ele de fora, pelo mesmo motivo do LG Optimus G: o seu preço caiu (na faixa de R$ 1.399). Era o modelo top de linha da Samsung, e com as atualizações para o Android Jelly Bean, ganhou em desempenho. Ou seja, passa a ser uma opção interessante para os jogos também.

Sony Xperia SP: é um novato na lista, mas o seu preço (na faixa de R$ 1.229) o torna muito interessante para as atividades multimídia, e para um uso geral também. Não é considerado um top de linha, mas possui especificações técnicas que, para os games, o colocam em um potencial bem positivo.

Motorola RAZR HD: é o mais antigo dessa turma, mas como estamos falando de jogos (e sua faixa de preço ainda é interessante – R$ 1.449), ele pode ser incluído nessa lista. Entendo que ele é menos potente que os modelos Nexus 4, Optimus G e Galaxy S3, mas possui um processador de boa qualidade, e uma GPU que pode garantir uma boa jogabilidade.

iPhone 4S 16 GB: e porque não? Custa um pouco mais caro que os modelos com Android que citamos antes (em torno de R$ 1.699), mas o iOS é uma excelente plataforma de jogos, com uma grande variedade de títulos. E como o sistema da Apple é totalmente ajustado ao seu hardware, ele acaba sendo uma das melhores opções, sendo que este modelo é uma das melhores relações custo/benefício para quem não quer gastar muito em um smartphone para jogar.

Além desses, só os modelos considerados top de linha (Sony Xperia ZQ, iPhone 5, Samsung Galaxy S4, o futuro Motorola Moto X, etc), que contam com preços acima de R$ 1.800. Aí, qualquer um desses são escolhas consideradas certeiras para os jogos).

Procurei no post compartilhar aqueles que considero as opções mais interessantes entre os modelos disponíveis no mercado, levando em consideração a relação custo/benefício. De novo: desconsiderei os smartphones com menor valor por entender que o leitor está buscando a melhor performance possível aliada à uma margem de preço não tão exorbitante. É até possível você rodar bem jogos em smartphones com valores menores. Porém, na minha opinião, se vai gastar para isso, tenha a garantia que não vai ter dores de cabeça depois. E, nesse caso, mais dinheiro está diretamente ligado a melhores resultados.

TargetHD Responde | Conversor USB para HDMI? Ou conversor VGA para HDMI?

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Recebemos do leitor Alison S. Marques uma dúvida que pode ser pertinente (e que pode gerar uma solução interessante) para outros leitores do TargetHD. Vejamos:

Duvida sobre conversor usb para hdmi
Gostaria de saber se vocês podem me indicar um conversor bom para uso em notebook. O que eu quero é usar o notebook ligado em mais 2 monitores. Um monitor irei usar a própria saída HDMI, e o outro pensei neste conversor.

Resposta: 

Alison, de fato, nós mesmos publicamos no longínquo ano de 2010 esse conversor que você vê na foto acima. Porém, a coisa não é bem assim como você está pensando. Para começar, tal como descrevemos no anúncio, ele não é um conversor USB para HDMI (tal como o título do seu e-mail sugere), mas sim, um conversor VGA para HDMI. O produto precisa de uma porta USB livre para obter a energia necessária para o produto necessariamente funcionar.

É claro que existem os conversores mini USB para HDMI, que são muito utilizados em tablets e smartphones, mas aí é uma outra história, já que a saída de vídeo passa também pela porta mini USB do dispositivo. Nesse caso em particular (da pergunta do leitor), a solução procurada é o adaptador VGA para HDMI mesmo.

Dito isso, depois dessa publicação, eu particularmente nunca mais vi novas informações sobre esse modelo da Atlona, ou de outros produtos similares no mercado nacional. Porém, eu acredito que nos ditos “mercados alternativos” (como por exemplo a Santa Ifigênia ou alguns chineses nas lojas da Avenida Paulista – ambos em São Paulo/SP), talvez seja possível encontrar produtos similares. Não sei em qual região do Brasil você mora, mas se for em São Paulo, vale a pena procurar por lá.

Em último caso, até mesmo o Mercadolivre pode ser uma alternativa. Também existem alguns produtos listados por lá, com preços próximos ao que o DealExtreme está cobrando. Porém, como você citou a palavra “bom”, eu não posso comprovar qual deles pode entrar nesse quesito, dentro dessa perspectiva, passando a ser um processo às escuras.

Agora, sempre existe o DealExtreme para salvar vidas. Produtos como esses podem ser encontrados por lá. Fizemos uma rápida busca no site, e encontramos alguns poucos modelos que fazem a conversão VGA para HDMI. Não são os mesmos modelos da Atlona, mas cumprem com a mesma função. As vantagens do DealExtreme são que os produtos são relativamente baratos (se comparados ao preço que você pode encontrar pelo mesmo produto aqui), com frete grátis para o mundo todo, e a garantia de devolução do valor pago se o produto nunca chegar até você.

Outro diferencial do DealExtreme é que lá você tem a avaliação dos produtos adquiridos pelos próprios clientes, o que pode ser um termômetro entre qual modelo tem uma melhor qualidade. Esse é um item que o Mercadolivre não possui, e pode te ajudar no processo de compra.

Mesmo assim, eu tentaria primeiro nos mercados alternativos. Pode ser relativamente fácil de ser encontrado, por um preço justo, e com a qualidade que você procura.

TargetHD Responde | Por que ninguém mais fala do BlackBerry Playbook?

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Recebi do leitor Fernando Horácio uma questão que pode ser de interesse de outros leitores. Por isso, vou compartilhar o assunto com vocês, e tentar responder a questão, dentro das minhas possibilidades. O assunto de hoje é o tablet BlackBerry Playbook.

Gostaria de pedir um favor, se possível. Dentre todos os tablets no mercado, gostaria de informações a cerca do BlackBerry Playbook. As informações que encontro na grande rede é datado do ano de 2011, e a maioria dos posts falam a mesma coisa: poucos apps e algumas comparações com o iPad 2 e outros modelos a venda no mercado. O principal ninguém diz que é o sistema operacional do tablet, o nome dele é QNX.
O Android e o iOS já foram e são bastante avaliados ao contrário do SO existente no Playbook.
Desde já gostaria de desejar boa sorte e agradecer pela atenção.

Resposta: 

Fernando, entendo o seu questionamento sobre a ausência de informações recentes sobre o BlackBerry Playbook. Porém, o principal motivo pelo qual não são mais divulgadas informações sobre o produto é bem simples: a própria BlackBerry abandonou o mesmo. 

O BlackBerry Playbook foi anunciado em abril de 2011. Pode não parecer, mas dois anos no cenário da tecnologia atual é uma eternidade. E se levarmos em consideração que temos os fortes concorrentes com os sistemas iOS e Android (desculpa, mas a comparação é inevitável) e que, na época do seu lançamento, o Playbook não foi oferecido em todos os mercados onde poderia estar (o Brasil mesmo levou quase um ano para receber o produto), a sua missão no mercado, que já era bem complicada, se tornou quase suicida.

Porém, não tiro os méritos do produto. Conheci duas pessoas que se aventuraram com o produto (coincidentemente, dois blogueiros do segmento de tecnologia), e ambos disseram que gostaram do produto. Mas no cenário de tecnologia, não podemos evitar de falar alguns pontos, mesmo sendo repetitivos. Exemplos: comparação com outros sistemas operacionais, experiência de uso, oferta de aplicativos, atualizações, etc. E a BlackBerry negligenciou o Playbook na maioria desses itens, e isso fez com que o produto caísse no esquecimento.

A última notícia relevante sobre o Playbook foi praticamente a jogada de pá de cal no mesmo. Em julho, a BlackBerry anunciou que o tablet não mais vai receber atualizações relevantes, ficando eternamente estacionado no QNX, que apesar de ser uma proposta interessante, não foi incentivado o suficiente para permanecer no mercado. Para piorar a situação, um pouco antes disso, a mesma BlackBerry afirmou que o produto não seria atualizado para a nova versão do sistema operacional da empresa, o BlackBerry 10.

Se essa atualização viesse para o Playbook, o produto teria uma “sobrevida”, já que a versão permite a adaptação de aplicativos do Android para o BlackBerry 10, ampliando assim o leque de possibilidades do produto. Porém, a mesma BlackBerry dá sinais claros que não vai investir mais no produto, e o projeto pode ser considerado como morto.

Por conta disso, não há motivos para escrever sobre ele. O BlackBerry Playbook até que foi uma proposta interessante para ser explorada no mercado, mas se nem a BlackBerry, que é a maior interessada, investe nele, não há motivos para que os veículos que cobrem o mundo da tecnologia fazer isso. De novo: eu mesmo me entusiasmei com o BlackBerry Playbook, mas tinha a consciência que era um produto que dificilmente iria prevalecer em um mercado já consolidado com o iOS e o Android.

Você ainda pode encontrar o BlackBerry Playbook na sua versão mais básica (WiFi) em alguns e-commerces nacionais, pelo valor de R$ 749. Só vale à pena a compra se você estiver plenamente ciente que estará diante de um produto comercialmente morto, ou se tiver objetivos bem específicos com ele.

TargetHD Responde | Vale a pena esperar pelo Samsung Galaxy S4?

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Mais uma vez, vamos tentar esclarecer as dúvidas dos leitores do TargetHD. Dessa vez, é uma das dúvidas mais atrozes daqueles que pretendem investir em um smartphone novo nos próximos meses. Sim, amigos… investimento. Afinal de contas, um smartphone considerado “top de linha” deve ir além de um objeto de desejo, e sim um investimento que deve trazer algum tipo de retorno para o usuário, seja financeiro, emocional ou profissional. E sem mais delongas, um dos próximos mistérios do universo geek nas próximas semanas é: vale a pena esperar pelo Samsung Galaxy S IV?

Resposta: 

Algumas coisas precisam ser ressaltadas antes de responder essa pergunta. A primeira delas é que o Galaxy S IV existe, mesmo sem ser oficial. O Samsung Unpacked acontece em dois dias (14 de março), e ele será o principal lançamento do evento. Qualquer coisa fora desse cenário será uma surpresa tão grande, que pode fazer com que as ações da Samsung na NASDAQ simplesmente despenquem. Logo, podemos dar o produto como certo.

Ainda pairam algumas dúvidas sobre suas especificações técnicas, principalmente no tipo de processador que ele vai utilizar. Alguns supostos vazamentos apostam na presença do processador Exynos 5 Octa, enquanto que outros afirmam que o novo smartphone da Samsung deve ter uma versão Snapdragon 600 ou 800. Ambos são modelos com quatro núcleos de processamento, e a principal diferença é que o Exynos 5 Octa possui na verdade um “2 em 1”, ou seja, dois processadores de quatro núcleos no espaço de um, com funções independentes e específicas para o smartphone. De qualquer forma, seja qual for a escolha da Samsung, o Galaxy S IV promete simplesmente voar, com uma performance nunca antes vista em um dispositivo móvel.

As demais especificações devem ser aquelas que já foram especuladas: 2 GB de RAM, uma câmera traseira de 13 megapixels, múltiplas capacidades de armazenamento interno, uma bateria com boa autonomia, e quem sabe uma GPU PowerVR. Não deve fugir muito disso. Resumindo: um smartphone muito poderoso. Um top de linha.

Sobre a sua chegada ao mercado, muito pouco se sabe, mas não deve demorar muito para acontecer. A Samsung não tardou para disponibilizar as versões anteriores após o seu anúncio. A grande novidade para o mercado brasileiro é que o Galaxy S IV deve ter um lançamento internacional, e o Brasil deve receber o smartphone na mesma janela de lançamento dos principais mercados da Samsung. Diferente de uma certa fabricante de Cupertino.

Supondo que esse modelo deve chegar ao mercado brasileiro até o final de maio (aqui estamos chutando completamente), e estamos na metade do mês de março, a recomendação é que, se você pode esperar, É MELHOR ESPERAR PELO GALAXY S IV  sim. O primeiro motivo é justamente por ser um modelo absolutamente novo, com novos recursos de hardware e software. O segundo e o mais importante motivo: é um investimento. Você vai pagar caro por esse produto (preço inicial de R$ 2.400). Além disso, é importante ver como esse aparelho vai chegar na sua versão final. Vai que ele decepciona, não é mesmo?

Outro fator a ser considerado é que você deve também observar o que os demais fabricantes vão trazer para o mercado nacional. Ainda estamos vivendo a expectativa (ok, mais incerteza mesmo) do lançamento do LG Nexus 4 no país (a LG precisa se apressar com isso), que está dentro do portfólio da empresa para o primeiro semestre de 2013. Assim como os lançamentos da Sony, e a Motorola deve anunciar lá fora o X Phone, o novo smartphone do Google. Logo, é fundamental esperar mais um pouco antes de tirar o cartão de crédito da carteira.

Por fim, vale a pena esperar para evitar a impulsividade de uma compra repentina. De novo (e insisto nesse ponto): um smartphone que custa R$ 2.500 (na versão 4G) é um investimento. Não é acessível para a maioria dos brasileiros, e particularmente entendo que é desnecessário pagar esse valor para ter um bom produto para minhas principais atividades. Mas isso, na minha opinião. Cada um sabe muito bem o que faz com o seu dinheiro. Só quero que você compre o melhor dentro de suas perspectivas, expectativas, desejos e possibilidades.

Resumindo: é melhor esperar mais um pouco.