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Review | Tablet Lenovo S5000

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Tablet Lenovo S5000

Em algumas oportunidades, eu aproveito algumas promoções para adquirir produtos de tecnologia para testes e reviews no blog. Em uma dessas madrugadas de insônia, onde eu tentava otimizar o TargetHD (consegui, felizmente), eu encontrei uma promoção do tablet Lenovo S5000. A forte redução de preço oferecido pelo produto me incentivaram a adquirir uma unidade para realizar o review que você vai ver a seguir (até porque a assessoria de imprensa da Lenovo não manda produtos para esse blog).

De qualquer forma, a vantagem de ter um produto adquirido por conta própria é a possibilidade de fazer uma avaliação de uma unidade que pode ser adquirida por qualquer consumidor, em qualquer e-commerce nacional. Logo, é a experiência real do produto, sem a interferência de qualquer outro fator externo. O que elimina as dúvidas dos mais desconfiados.

Nesse review, pretendo identificar qual é o público alvo do Lenovo S5000. Bem sei que esse é um modelo de entrada, pensado nos usuários que não querem gastar muito em um dispositivo desse porte. Mas… será que essa é a melhor opção? Ou será que vale a pena investir um pouco mais em um produto um pouco mais completo nas especificações técnicas? A relação custo/benefício desse modelo será mais vantajosa para qual tipo de usuário?

É o que vamos descobrir a seguir.

 

Características Físicas

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A primeira impressão que tive sobre o produto no primeiro contato físico foi ‘como ele é fino’. É um produto realmente muito fino, apesar de sua bateria que é de alta capacidade (falo mais sobre isso mais adiante). A Lenovo foi bem feliz no acabamento do dispositivo, combinando partes com plástico em fosco com acabamento em material metálico, aumentando ainda mais a sensação de baixa espessura transmitida pelo dispositivo.

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O agarre do dispositivo também é agradável (é claro que os resultados podem variar, dependendo do tamanho da mão do usuário), apesar de ser um pouco mais largo que outros modelos testados recentemente. Mesmo assim, a usabilidade diária não fica comprometida. Ajuda também o fato de ser um dispositivo leve (apenas 246 gramas), e utilizar o dispositivo por várias horas não é um grande problema, assim como também não é problema algum você levar o tablet na mochila ou na bolsa.

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Os acessos aos conectores são os mesmos que encontramos na maioria dos tablets e smartphones disponíveis no mercado, com a peculiaridade que a Lenovo decidiu inverter a ordem dos botões de controle de volume e bloqueio de tela/liga/desliga. Não entendi direito o motivo para isso, e algumas pessoas poderão se incomodar com esse detalhe por algum tempo. Mas não muito: não há curva de aprendizado para lembrar que o botão de liga/desliga é o que está abaixo dos controles de volume.

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Fora isso, o dispositivo não possui slots, o que torna o seu design totalmente integrado. Essa decisão reforça ainda mais a beleza do produto, e esse diferencial estético do tablet da Lenovo pode ser um dos diferenciais que pode chamar a atenção dos consumidores. Bom, chamou a minha atenção, pois o dispositivo é realmente bonito.

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Tela

O Lenovo S5000 possui uma tela IPS de 7 polegadas, com resolução HD (1280 x 720 pixels) e brilho de 350 nits. Levando em conta o seu segmento de mercado, é uma tela muito boa, com excelente qualidade de reprodução de cores, ótima capacidade de brilho e baixo consumo de bateria, mesmo em jornadas mais longa de exibição de conteúdo.

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Essa tela é capaz de reproduzir sem maiores problemas todo e qualquer tipo de conteúdo que o usuário desejar executar. Aliás, a tela é um dos pontos positivos do produto, pela qualidade final das imagens, que são reproduzidas com maior fidelidade das cores. Além disso, o toque na tela é preciso e suave, com excelente resposta aos comandos.

Nesse aspecto, o consumidor que optar pelo Lenovo S5000 não vai ter do que reclamar. O produto possui uma tela com uma qualidade que, no mínimo, se equipara aos seus concorrentes de preço (em alguns casos pontuais, superando os modelos concorrentes), o que é sempre uma boa notícia para quem quer estabelecer uma melhor relação custo/benefício na compra de um dispositivo dessa categoria.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O Lenovo S5000 possui o sistema operacional Android 4.4.2 KitKat, com a interface customizada pela Lenovo. Levando em conta que essa versão do Android foi pensada em oferecer um melhor desempenho em modelos com um hardware mais limitado, e que esse tablet possui especificações mais restritas, o conjunto tende a funcionar sem maiores problemas, ou pelo menos com um desempenho minimamente aceitável. Não percebi travamentos ou interrupções graves durante o período que o produto ficou em testes por aqui. Porém, lags e arrastos foram percebidos. O assunto será abordado mais adiante.

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Já a interface adotada pela Lenovo é altamente customizada, porém, bastante simplificada, com o objetivo de atrair um público que está entrando em contato com essa categoria de produtos pela primeira vez. Tal iniciativa é muito positiva, pois reduz a curva de aprendizado para quem não tem experiência de uso com esses produtos, uma vez que é uma proposta mais simples do que aquela oferecida pelo Android ‘puro’ (veja bem, não estou dizendo que essa proposta da Lenovo é melhor que a interface idealizada pela Google).

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A Lenovo preferiu colocar todos os aplicativos do dispositivo nas telas iniciais da interface, abandonando assim a proposta do ícone ‘Todos os Aplicativos’. Sim… é uma interface que aproxima da proposta do iOS, que oferece um acesso direto a todos os apps instalados pelo usuário logo de cara, conforme eles são instalados. No caso do S5000, acontece exatamente a mesma coisa.

Um pequeno atalho mostra os recursos de personalização e configurações gerais do tablet. Tudo muito simples e de fácil acesso.

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No final das contas, temos uma interface que é mais simples de ser operada pelos usuários, o que sempre é um ponto positivo para os menos experientes ou iniciantes (que é o público-alvo desse produto, de certo modo). A má notícia é que não é uma interface tão fluída quanto se deseja: apesar da Lenovo simplificar na proposta de acesso aos aplicativos, essa interface ainda assim é customizada o suficiente para exigir um pouco mais do hardware do dispositivo – que, repito, já é restrito -, e isso resulta em uma experiência de uso menos limpa e fluída do que o desejado. Mas falo mais sobre isso mais adiante.

 

Qualidade de Áudio

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O alto-falante frontal do Lenovo S5000 é outro ponto positivo do dispositivo. Levando em conta que boa parte dos usuários de tablets focam o uso do produto no consumo de conteúdos multimídia, é um bônus você contar com uma melhor qualidade de áudio para a reprodução de músicas, vídeos e jogos. Tudo bem, muitos usuários preferem utilizar fones de ouvido para não incomodar as pessoas que estão ao seu redor, mas se a possibilidade aparecer, você tem um resultado positivo nesse aspecto.

 

Câmera

De novo: tablets não são pródigos em registrar fotos e vídeos. Câmeras nos tablets só existem para constar. E o Lenovo S5000 segue essa regra.

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O sensor traseiro de 5 megapixels entrega fotos razoáveis (mais para medíocres), com qualidade boa suficiente para serem compartilhadas nas redes sociais quando registradas durante o dia e/ou com condições perfeitas de iluminação (e, mesmo assim, recomendamos em algumas fotos o uso de filtros e apps de pós produção de imagem). Nas fotos registradas a noite e/ou em ambientes com baixa luminosidade, o resultado é pífio (e mesmo que essa câmera tivesse um flash LED acompanhando, os ganhos seriam mínimos).

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O software da câmera até oferece alguns recursos interessantes para otimizar os resultados das fotos registradas, como ajuste de foco, controle de ISO e outros recursos que, na prática, não resultam em ganhos consideráveis na qualidade final da imagem. Em compensação, o seu software é capaz de identificar QR Codes (bom, todas são capazes de fazer isso, mas no caso desse tablet, o recurso já está inserido no software da câmera; apenas como registro).

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A câmera frontal do dispositivo possui resolução de 1.6 MP, que é mais pensada nas videochamadas do que nas selfies. Os resultados nos testes foram razoáveis, garantindo que a pessoa do outro lado te reconheça durante uma conversa.

 

Games

Estamos falando de um produto de entrada, com especificações de hardware mais modestas. Logo, não podemos esperar muito do produto nesse aspecto.

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O Lenovo S5000 roda bem os jogos com gráficos mais simples (Jetpack Joyride, Subway Surfers, etc), sem maiores engasgos, travamentos, lags ou problemas de incompatibilidade. Já nos títulos com gráficos mais complexos e maior consumo de suas especificações técnicas (Real Racing 3, Iron Man 2, Dead Trigger 2), é possível perceber os sintomas típicos de um dispositivo de entrada: travamentos, lags, atrasos nas respostas das ações, entre outros inconvenientes que prejudicam a experiência de uso.

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Por outro lado, esse era o comportamento que eu esperava de um produto como esse. Não podemos exigir muito de um dispositivo da sua faixa de preço e com sua tabela de especificações. Além disso, quem deve ficar atento sobre o comportamento do produto nesse segmento é justamente o grupo de usuários mais exigentes. Aliás, se você pensa em comprar um tablet para jogar, com certeza você vai investir um pouco mais, e adquirir um produto mais potente do que esse.

Os menos exigentes até podem cogitar a aquisição do produto para jogar casualmente, e sempre ciente que o dispositivo não foi concebido para essa finalidade. No final das contas, os jogos até rodam, mas não de forma fluída e perfeita. Se você consegue conviver com isso, vá em frente na compra.

 

Multimídia

Esse é um dos pontos que me decepcionou no produto. Por conta do seu hardware mais restrito (processador MediaTek quad-core 1.2 GHZ – Cortex A7, GPU PowerVR SGX544MP2 e 1 GB de RAM), mesmo contando com uma tela que suporta vídeos no formato HD, a reprodução das imagens em alta definição é deficiente.

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Vídeos em HD armazenados no dispositivo tiveram uma reprodução sofrível, e até mesmo os vídeos do YouTube em alta definição falharam durante as tentativas de reprodução, com travamentos e paralisações. Alguns vídeos só eram reproduzidos quando o ajuste da resolução era alterada no aplicativo do YouTube.

É uma pena. Um produto com uma tela tão boa pecar logo nesse aspecto.

 

Bateria e Armazenamento

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Outro ponto positivo do Lenovo S5000 é a sua bateria. Com 4.000 mAh, o dispositivo oferece um excelente desempenho da sua bateria em um uso moderado (leitura de e-mails, redes sociais, navegação na internet, etc), podendo alcançar até 8 horas de uso contínuo com a tela ativa. Testando o produto no meu ritmo cotidiano, eu consegui ficar até dois dias completos sem conectar o dispositivo no carregador.

Em um uso mais intenso (reprodução de vídeos, registro de fotos e vídeos com a câmera e execução de jogos mais complexos), o consumo da bateria foi naturalmente maior, uma vez que o conjunto de hardware é mais exigido. Nada mais do que o esperado para um produto com as suas características.

De qualquer forma, os menos exigentes ou usuários casuais não terão do que reclamar da bateria do tablet da Lenovo. E é importante levar em consideração que estamos falando de um tablet que tem uma tela com ótima emanação de brilho.

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O dispositivo conta com 16 GB de memória interna (não expansível), com aproximadamente 11 GB disponíveis para armazenamento de conteúdo do usuário e aplicativos. Para os usuários que não pensam nos jogos ou pretendem fazer um uso mais comum ou casual no dispositivo, esse é um espaço de armazenamento mais do que suficiente para atender as necessidades mais básicas desse grupo de usuários.

 

Desempenho

De um modo geral, o desempenho do Lenovo S500 é mediano. Mais uma vez, temos que levar em consideração que é um produto de entrada, com um hardware restrito, pensado nos usuários que não querem gastar muito em um tablet que precisa realizar bem as tarefas mais básicas (e-mails, internet, redes sociais, etc). Para essas tarefas, o produto tem um desempenho considerado suficiente. Mais do que isso, as coisas se complicam.

Para jogos e reprodução de vídeos (principalmente os vídeos em HD), o produto deixa a desejar, apresentando problemas e anormalidade que não estão presentes em modelos da concorrência que já testamos no blog em 2014. É claro que a relação custo/benefício é outra, e o usuário precisa pagar um pouco a mais para ter um desempenho melhor. Entendo que alguns usuários um pouco mais exigentes vão optar por desembolsar um valor um pouco maior para comprar modelos com características técnicas mais completas.

 

Conclusão

O tablet Lenovo S5000 tem prós e contras. Ao seu favor, tem um design bonito, é fino e leve, tem uma tela acima da média, e tem preço mais competitivo em relação aos seus concorrentes diretos. Contra o produto, temos um hardware mais modesto e alguns problemas pontuais que podem incomodar e muito os usuários que querem aproveitar os recursos de entretenimento e jogos no dispositivo.

De qualquer forma, entendo que o modelo é uma opção válida para os iniciantes, ou para aquele grupo de usuários que querem um produto simples, para fazer o básico. Entendo que aqueles que puderem gastar um pouco mais, farão um investimento em outros modelos. Por outro lado, também compreendo que os problemas relacionados ao desempenho poderiam ser corrigidos com a adoção de uma interface mais limpa. Não é porque o usuário paga pouco pelo produto que ele não merece uma experiência de uso mais prazerosa.

Minha recomendação para aqueles que pretendem comprar o Lenovo S5000 é: tenha tudo isso que foi relatado nesse review em mente antes E depois da compra, para não se decepcionar depois. Os prós e contras desse modelo se equivalem, e certamente alguns vão se favorecer dos aspectos positivos do produto. Mesmo que seja para presentear aquela filho pequeno no Dia das Crianças, ou a vovó que quer bater papo com as amiguinhas no Facebook.

 

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Review em Vídeo

 

Mais imagens do produto

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Review | Tablet LG G Pad 7.0

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Na ocasião do lançamento do LG G3, a LG apresentou uma nova série de tablets, dando continuidade aos seus planos de expansão nesse segmento, iniciados com o lançamento do LG G Pad 8.3 Foram três novos produtos apresentados, com tamanhos, especificações e focos diferentes, visando cobrir a maioria dos diferentes segmentos de consumidor. Hoje, vamos testar um desses novos tablets, o LG G Pad 7.0.

A assessoria de imprensa da LG do Brasil ofertou para nós uma unidade da versão mais básica desses novos modelos, pensado nos consumidores de entrada, ou que não planejam gastar muito em um produto desse porte. Vamos tentar descobrir nesse review se a relação custo/benefício desse produto é mesmo vantajosa, ou se ao menos ele justifica a economia que pode ser feita em relação aos concorrentes, e até mesmo ao LG G Pad 8.3, que pela recente redução de preço, não está tão mais caro assim.

Além disso, vamos tentar mostrar as principais virtudes desse modelo em relação aos seus concorrentes diretos de preço, e se a LG conseguiu conceber um produto com uma equilibrada proposta de preço reduzido e bom desempenho. Afinal de contas, esse é um dos grandes desafios dos fabricantes de tablets nos tempos atuais, em um segmento que passa por transformações por conta do crescimento das vendas dos phablets.

 

Características Físicas

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O LG G Pad 7.0 acompanha a linha de design dos modelos mais recentes de smartphones da LG, apesar de contar com diferenças visíveis nos materiais utilizados. O primeiro contato com o produto nos remete aos outros modelos da empresa, o que é um ponto positivo, já que reforça tal identidade junto ao consumidor.

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A empresa adotou um acabamento em plástico fosco, o que particularmente me agrada, pois reduz consideravelmente as chances de marcas de dedos aparecerem nessa carcaça por conta do uso. Porém, esse acabamento na cor branca pode resultar em marcas com o uso diário, encardindo com certa facilidade. Se optar por essa versão do produto, é altamente recomendado que você compre um case protetor, para manter o seu dispositivo com boa aparência.

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A disposição de portas e conectores é semelhante ao que encontramos no G Pad 8.3, com slot para cartão microSD e conector de 3.5 mm (para fones de ouvido) na parte superior, e conector para cabo microUSB na parte inferior. Os alto-falantes se localizam na parte traseira do dispositivo, e os botões de controle de volume e liga/desliga/bloqueio de tela se posicionam na lateral direita.

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Por contar com 7 polegadas de tela, o modelo possui um bom agarre, apesar de ser um pouco mais espesso do que alguns dos seus concorrentes diretos. Tal característica pode agradar a alguns e desagradar a outros. Para aqueles que tem mãos grandes, o agarre do produto não será um problema: na maior parte do tempo, essa espessura a mais não incomodou. Mas os resultados podem variar, de acordo com o gosto e características físicas dos usuários.

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Além disso, o modelo é leve para um uso diário, e esse é um ponto que você precisa levar e muito em consideração antes de fazer a sua escolha. Apesar de não contar com uma conectividade móvel (3G/4G), para aqueles que pretendem levá-lo para outros locais nas suas jornadas diárias, ou em viagens (para fazer o papel de leitor de livros eletrônicos ou reprodutor de vídeos), o G Pad 7.0 vai atender bem as suas necessidades.

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Tela

O LG G Pad 7.0 possui uma tela LCD IPS de 7 polegadas (1280 x 800 pixels, WXGA). É uma tela que é mais que suficiente para você realizar os mais diferentes tipos de atividades com o produto, principalmente para aquelas que envolvem o consumo de conteúdo e entretenimento.

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Um ponto que pode agradar a muitos usuários é o fato da borda da carcaça externa do produto acompanhar a sua tela. No modelo com a cor branca, esse detalhe visual fica bem evidente.

De um modo geral, a tela do G Pad 7.0 é um dos seus pontos fortes. Além de permitir a reprodução de conteúdos em HD (Full HD em um tablet de entrada é ainda pedir demais, não acha?), ela possui uma qualidade de reprodução de cores e brilho muito boa. Mais uma vez, a LG adota os mesmos benefícios e tecnologias aplicadas nas telas de TV nos seus dispositivos móveis, se destacando nesse sentido, e oferecendo um resultado que surpreende, ainda mais em um produto de entrada.

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Outro detalhe que precisa ser destacado é o fato do produto oferecer uma reprodução de imagem de alta qualidade mesmo em ambientes bem iluminados ou com luz natural e/ou em perfeitas condições de clima. Essa tela também possui uma baixa incidência de reflexos, e ângulos de visualização razoáveis para um produto de sua categoria.

O resultado de tudo isso é uma tela de elevada qualidade, com ótima reprodução dos elementos na tela, e baixo impacto no consumo da bateria. Nesse item, mais uma vez, a LG acertou em cheio.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O novo tablet de entrada da LG conta com o sistema operacional Android 4.4.2 KitKat, com a interface Optimus UI 3.0. Mais uma vez preciso destacar o bom trabalho feito pelos coreanos em saber aproveitar as características do Android KitKat em funcionar de forma mais eficiente em dispositivos com hardware mais limitados (apesar desse tablet da LG não ser tão limitado assim nesse aspecto), combinado com uma interface bem customizada, mas sem prejudicar a experiência do usuário.

A interface traz muitas das novidades que vimos no LG G3, como por exemplo os recursos Knock On, Knock Code, Quick Circle, QPair, Quick Memo+, Quick Remote, QSlide, o novo software de câmera, os novos recursos de gerenciamento de energia e armazenamento, Smart Cleaning, compatibilidade com a Quick Cover, entre outros. Ou seja, a LG não poupou esforços em universalizar a experiência de uso do tablet, aproximando o G Pad 7.0 do LG G3 nesse aspecto.

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Destaques para o QPair (que permite o pareamento do smartphone e do tablet, permitindo que você interaja com ações e eventos recebidos pelo smartphone no tablet), a compatibilidade com a Quick Cover (que pode não apenas proteger o tablet, mas também oferecer a funcionalidade que aproveita a tela inteligente do produto), e o Quick Memo+ (que é uma versão avançada do Quick Memo).

O tablet, mesmo com todas essas adições, possui um desempenho limpo, fluído e funcional. Não apresenta engasgos ou travamentos críticos (apenas em momentos pontuais, como quando algum aplicativo é instalado no dispositivo), aparentemente não deixa muitos recursos pré-carregados no dispositivo, e com um desempenho geral muito bom. Rápido, fluído, limpo e oferecendo uma performance prazerosa na maior parte do tempo.

 

Câmera

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Sempre enfatizo que usar uma câmera em um tablet não é uma das melhores coisas que podemos fazer em um dispositivo de tecnologia (minha opinião). Dito isso, não espere muito das câmeras do LG G Pad 7.0 (uma regra que vale para a maioria dos tablets).

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Sua câmera traseira de 3 megapixels é bem simples. Se favorece da nova interface minimalista de câmera proposta pela LG no LG G3, mas sem recursos de foco automático e/ou em toque na tela. A qualidade final das fotos é boa o suficiente para compartilhar a imagem de forma descompromissada nas redes sociais, mas nada além disso. Os usuários mais exigentes não ficarão satisfeitos com os resultados das fotos capturadas pelo tablet (aliás, os usuários mais exigentes registram fotos de smartphones ou câmeras digitais dedicadas, imagino eu).

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A câmera frontal de 1.3 megapixel entrega uma qualidade boa o suficiente para as videochamadas e para algumas selfies sem maiores compromissos com a qualidade de imagem. Alias, a boa notícia de contar com o mesmo software do LG G3 é receber por tabela o recurso de selfie com identificação do movimento com a mão para registro da imagem. Fora isso, espere por fotos bem modestas.

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As duas câmeras podem gravar vídeos em HD (720p), e os resultados são igualmente medianos. Servem para os usuários de entrada poderem gravar os seus vídeos de arquivo pessoal sem maiores exigências.

De novo: não podemos exigir muito das câmeras da imensa maioria dos tablets disponíveis no mercado, já que esse segmento de mercado não prioriza a câmera como um efetivo diferencial. Logo, não dá para cobrar muito do LG G Pad 7.0 nesse aspecto.

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Games

Mesmo com um hardware mais modesto, o LG G Pad 7.0 não faz feio nesse aspecto. Durante os testes, a maioria dos jogos testados funcionou sem maiores problemas, lags ou travamentos. É uma grata surpresa para um dispositivo com um processador mais modesto, uma GPU básica e 1 GB de RAM. Porém, temos que reconhecer toda a competência do processador Qualcomm Snapdragon nos dispositivos de entrada.

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Os jogos mais simples rodaram sem maiores dificuldades, e isso era mais do que esperado. Para quem gosta dos jogos de menor exigência de hardware, e quer rodar jogos apenas naqueles momentos eventuais de diversão, o LG G Pad 7.0 é uma boa pedida.

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Como eu disse antes, o dispositivo também não faz feio nos jogos com gráficos mais avançados, onde tradicionalmente a exigência de recursos de hardware é maior. Não foram percebidos travamentos críticos, lags ou arrastos durante a execução desses títulos. Diferente do LG G3, não encontramos títulos não compatíveis com o tablet entre os mais populares.

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É claro que alguns títulos conseguem esse resultado otimizado por conta de uma redução da qualidade gráfica do jogo. O que não chega a ser um problema. Nunca é demais lembrar que estamos diante de um dispositivo de entrada, que possui um hardware limitado. Logo, o que realmente importa é que o jogo rode, e bem.

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O LG G Pad 7.0 pode ser uma opção até interessante para os gamers. Pode ser um investimento bem interessante para quem gosta de jogos, mas não pode pagar muito (e que está ciente que está adquirindo um tablet de entrada, que possui restrições técnicas naturais).

 

Bateria

Outro ponto muito positivo do LG G Pad 7.0 é a sua bateria. Com 4.000 mAh, o dispositivo oferece uma excelente autonomia de bateria, com um baixo consumo em standby quando os aplicativos mais populares entre os usuários estão instalados no dispositivo.

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Em um uso moderado (lendo e-mails, feeds das redes sociais, navegação na internet, leitura de livros, etc), o G Pad 7.0 consegue entregar uma autonomia de uso muito satisfatória, sem fazer com que o usuário fique preocupado com o seu consumo de bateria. Isso é, dentro desse perfil mais moderado de uso.

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Quando utilizamos dispositivos que exigem mais do dispositivo (vídeos, jogos, etc), o consumo de bateria é maior, e em alguns casos – dependendo do aplicativo em execução -, essa bateria pode ser drenada um pouco mais rápido do que o desejado. Mesmo assim, fiquei bem impressionado durante os testes com a sua autonomia geral de bateria. Entendo que muitos usuários vão aproveitar – e bem – dessa característica, para dar outros usos ao dispositivo, indo além do consumo de conteúdo.

 

Armazenamento

Aqui, uma boa notícia. Os 8 GB de armazenamento interno podem complicar a vida daqueles usuários que querem instalar vários aplicativos no dispositivo. Para facilitar um pouco as coisas, a LG habilitou a função ‘mover para microSD’ para alguns aplicativos instalados na sua memória interna. Como o LG G Pad 7.0 é compatível com cartões microSD de até 32 GB, entendo que o usuário vai ter os seus problemas resolvidos nesse aspecto.

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Resta saber quais são os efetivos critérios dos fabricantes em habilitar ou não essa função. Já testei produtos com as mesmas características de hardware e software ao longo desse ano, e alguns deles não ofereciam tal solução, que considero muito útil para poupar a memória interna do produto, além de oferecer uma capacidade maior de armazenamento para o tablet.

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Sei que alguns fabricantes limitam essa função em nome do melhor desempenho geral do sistema operacional em conjunto com o hardware. Por outro lado, com chips cada vez mais competentes (como é o caso do Snapdragon 400 presente no G Pad 7.0), tal argumento passa a fazer cada vez menos sentido.

 

Desempenho

Mais uma vez, precisamos levar em consideração que estamos diante de um tablet de entrada. E, mesmo assim, a LG fez um bom trabalho com o LG G Pad 7.0. Contando com um processador Qualcomm Snapdragon 400 (Cortex A-7) quad-core de 1.2 GHz, GPU Adreno 305, 8 GB de armazenamento e 1 GB de RAM, o desempenho do dispositivo e muito bom na maior parte do tempo.

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Como já destaquei um pouco antes nesse review, não percebi lags ou travamentos na maior parte do tempo em que o produto permaneceu comigo nos testes. Todos os aplicativos instalados rodaram sem maiores problemas, e o produto teve um excelente desempenho na hora de executar as tarefas mais cotidianas (leitura de e-mails, navegação na internet, redes sociais, jogos, vídeos, etc). Para o seu público alvo, que só quer um tablet para essas finalidades, e não quer (e nem precisa) gastar muito para isso, o LG G Pad 7.0 aparece como uma excelente opção.

 

Conclusão

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O LG G Pad 7.0 está aprovado. É um tablet de entrada com alguns dos recursos presentes nos dispositivos mais completos da LG, mas custando um valor próximo aos seus principais concorrentes nesse segmento. Já traz a interface atualizada Optimus UI 3.0, o que pode ser algo interessante para aqueles que já conhecem a experiência de uso da marca, e é um produto com design interessante.

É o modelo indicado para quem tem aspirações menores em um tablet, para quem quer presentear algum parente com o primeiro tablet, para aqueles que querem um dispositivo leve e compacto para levar para qualquer lugar, para as atividades mais cotidianas. Podemos dizer que a LG acertou no lançamento desse produto, que pode ser um dos grandes concorrentes no segmento de tablets de entrada no período de vendas do final do ano.

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Review em Vídeo

 

Mais imagens do produto

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Estes são os notebooks Windows da HP de US$ 199, e novos tablets

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A HP decidiu apresentar os seus novos laptops Stream, de 11.6 polegadas, que serão vendidos a US$ 199 nos EUA. Além disso, modelos com tela de 13.3 polegadas também foram apresentados, com preço sugerido de US$ 230.

Entre as principais características, temos um processador Celeron N2840, 32 GB de armazenamento, 2 GB de RAM, gráficos Intel HD, bateria com autonomia de 8.5 horas e sistema operacional Windows 8.1.

hp-stream-8-tablet-1-1-1Além disso, foram apresentados novos tablets Stream 7 e Stream 8, com telas de 7 e 8 polegadas respectivamente, que custarão US$ 99 e US$ 149. Contam com um processador Atom Z3735G quad-core, 32 GB de armazenamento, slot para cartões microSD, 1 GB de RAM e Bluetooth 4.0.

A HP espera atrair os consumidores oferecendo o Microsoft Office 365 Personal com um preço mais competitivo (valor ainda não foi informado), além de um pacote de dados móveis gratuitos (disponíveis apenas nos EUA).

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Vendas de tablets no Brasil crescem 21% no primeiro semestre de 2014

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A IDC Brasil acaba de divulgar os dados consolidados do mercado de tablets no Brasil no segundo trimestre de 2014. No período, foram comercializadas 1.94 milhão de unidades, o que representa um crescimento de 1% comparado ao segundo trimestre de 2013 e 12% menos do que o volume do primeiro trimestre do ano.

O foco do varejo em TVs e smartphones no período que antecedeu a Copa do Mundo teve um impacto negativo nas vendas de tablets no segundo trimestre. No período, as vendas totais de tablets foram de 4.2 milhões de unidades, 21% a mais do que no mesmo período de 2013 (3.4 milhões). A previsão é que esses dispositivos recuperem o ritmo de vendas acelerado neste segundo semestre, chegando a 10 milhões de unidades vendidas ao final do ano, com um crescimento de 19% em relação a 2013.

O processo de “canibalização” dos tablets pelos smartphones ainda deve demorar um pouco para acontecer no Brasil, pois os equipamentos disponíveis no mercado com características que levam a essa substituição têm preços que os posicionam para públicos distintos. Um tablet com tela de 7 polegadas é um produto de entrada em sua categoria, com custo a partir de R$ 160, enquanto um smartphone com tela maior custa mais de R$ 1.000, um preço muito alto para ser considerado como opção ao tablet.

O tablet é hoje o dispositivo mais barato para quem procura um produto para acessar a Internet. Os produtos de até R$ 500 correspondem a 77% das unidades vendidas no último trimestre – há um ano, essa participação era de 41%.

Via assessoria de imprensa (IDC Brasil)

Amazon anuncia o novo tablet Kindle Fire HDX 8.9, com Snapdragon 805

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A Amazon anunciou ontem (17) a atualização do seu tablet Kindle Fire HDX, com o objetivo de manter o seu interesse vivo no mercado. Na sua estética, ele é igual ao modelo anterior, mantendo como virtude ter um peso 20% menor que o iPad Air.

O Kindle Fire HDX 8.9 possui (obviamente) uma tela de 8.9 polegadas (2560 x 1600 pixels) com um sistema que a Amazon chama de “Controle de Luz Dinâmica”, que ajusta automaticamente o balanço de brancos, obtendo resultados mais próximos ao papel de acordo com as condições de iluminação ambiente (algo parecido com aquilo que o Galaxy Tab S oferece). O processador agora é um Snapdragon 805 quad-core de 2.5 GHz, melhorando assim em 70% o desempenho dos gráficos em relação ao seu predecessor. Além disso, o tablet conta com um chip Dolby Atmos, sendo assim o primeiro tablet do mercado que oferece com esse sistema de som mais imersivo.

Outra novidade do Kindle Fire HDX 8.9 é a nova versão do Fire OS 4.0 (Sangria). Aqui, o usuário vai encontrar recursos como o armazenamento ilimitado de fotos, adição de até seis perfis de usuário, compartilhamento de biblioteca familiar e compartilhamento de aplicativos, músicas e vídeos. Também temos um editor de texto baseado no pacote WPS Office, e o recurso FireFly, presente até agora apenas no Fire Phone, que permite escanear tudo o que está ao seu redor, com o objetivo de encontrar um link para compartilhamento.

O Fire OS segue baseado no Android KitKat, mas a profunda personalização adotada pela Amazon vai evitar que o usuário veja qualquer rastro do Android no software.

O novo Kindle Fire HDX 8.9 já está disponível no mercado internacional, e tem o mesmo preço da versão anterior: US$ 379

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Via Amazon

Amazon lança novos tablets Kindle Fire HD de 6 e 7 polegadas

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A Amazon anunciou ontem (16) uma leva de quatro novos tablets de uma tacada só. Os novos modelos Kindle Fire HD são distribuídos em dois modelos com telas de 6 e 7 polegadas (o segundo é uma atualização do Kindle Fire HD 7, lançado em 2013)

Os dois novos tablets Fire HD (6 e 7) da Amazon contam com as mesmas especificações técnicas, incluindo a resolução de tela (1280 x 800 pixels). Ou seja, a tela do HD 6 possui densidade de 252 ppp, enquanto que a tela do HD 7 fica com 216 ppp. As duas telas contam com proteção Gorilla Glass.

No seu interior, encontramos um processador quad-core de 1.5 GHz, som Dolby Digital Plus, bateria com autonomia prometida de até 8 horas de uso, câmera frontal (com sensor desconhecido) e câmera traseira de 2 MP, capaz de gravar vídeos em Full HD.

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Os novos Kindle Fire HD contam com a nova versão 4.0 do Fire OS (Sangria) com os recursos Firefly (para fotografar/buscar/comprar a partir do dispositivo) já vista no Fire Phone, e o modo ASAP do Fire TV, que prepara com antecedência os conteúdos que o sistema acredita que você quer ver, de acordo com o seu uso e gosto. Também está disponível a função Family Library, que permite o compartilhamento de livos, aplicativos ou jogos. A nova versão do sistema operacional permite a configuração de até seis usuários diferentes.

O novo Kindle Fire HD tem preço inicial sugerido de US$ 99, enquanto que o Fire HD 7 mantem o mesmo preço de US$ 139 do ano passado. Os dois chegam ao mercado norte-americano em outubro, em cinco opções de cores. Já podem ser reservados nos EUA.

Via Amazon

Amazon apresenta os novos tablets Kindle Fire HD Kids Edition, com 6 e 7 polegadas

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A Amazon apresentou ontem (17) dois novos modelos pensados nas crianças entre 3 e 10 anos de idade. O Kindle Fire HD Kids Edition está disponível nas versões com 6 e 7 polegadas, e contam com especificações parecidas com o Kindle Fire HD, mas com um case emborrachado e dois anos de garantia de substituição do produto em caso de “acidentes”.

O modelo também conta com o pacote FreeTime Unlimited gratuito durante um ano, com conteúdos especialmente pensados nas crianças (filmes, livros, jogos, etc). O modelo possui o sistema operacional Fire OS 4.0 (baseado no Android KitKat), devidamente customizado com os controles dois pais.

De modo padrão, não são permitidas as compras de aplicativos, e as crianças sequer podem acessar a tal loja de apps. Também não está habilitado o acesso aos ajustes e configurações do tablet, impedindo inclusive que se use o gerenciamento de e-mails ou navegador da internet. Em compensação, os pais podem estabelecer objetivos nos tablets para seus filhos (ler 30 minutos todos os dias, realizar determinadas atividades, etc), ou até limitar o tempo que passam com os dispositivos, estabelecendo quantas horas seu filho pode utilizar o dispositivo.

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Esses novos tablets também aceitam a configuração de até seis usuários diferentes, com o adicional que cada um pode aplicar um controle diferente para seus filhos. Ou nenhum controle, se o usuário for um adulto.

O Kindle Fire HD 6 Kids Edition tem um preço sugerido de US$ 189, enquanto que o modelo com tela de 7 polegadas custa US$ 189. A Amazon já aceita reservas nos Estados Unidos, e as unidades começam a ser distribuídas em outubro.

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Via Amazon