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Era pós-PC: já tem mais usuários exclusivos de smartphones do que de desktops nos EUA

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Segundo os dados da ComScore, nos Estados Unidos, já temos mais pessoas que só acessam a internet com os seus smartphones do que usuários que só acessam pelo computador. E essa é uma tendência de alguns meses.

A mudança aconteceu pela primeira vez no mês de março, onde apenas 10.6% dos internautas norte-americanos navegaram na web apenas por um desktop, enquanto que 11.3% o fizeram exclusivamente do smartphone. O restante dos usuários é, obviamente, multiplataforma.

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Apenas como comparativo: em março de 2014, a ComScore contabilizava o dobro de usuários exclusivos do desktop, ou seja, que não utilizavam nem smartphones, nem tablets. Apenas PCs. Para estimar o que acontece no resto do mundo, podemos pegar como base os dados do Facebook: 500 milhões de pessoas visitam essa rede social exclusivamente por dispositivos móveis.

Em alguns países em desenvolvimento (principalmente na África e na Índia), o smartphone é para muitos a única forma de acessar a internet, algo que é muito diferente nos EUA. Mas tanto para o ComScore como para o Facebook entram nessa conta o smartphone e o tablet, e ambos confirmam o óbvio: o smartphone comanda a tendência do mobile-first.

Porém, o PC não deve desaparecer, pelo menos por enquanto. 78% dos usuários norte-americanos complementam o seu uso entre dispositivos móveis e computadores tradicionais, indicando que a maioria ainda precisa dos dois para tarefas distintas (trabalho e entretenimento).

Via ComScore

Cinco anos depois, o iPad segue como rei dos tablets, mas queda é evidente

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No último dia 3 de abril completou-se cinco anos da chegada ao mercado do primeiro iPad. Alvo de muitas críticas no começo, ele transformou a indústria, criando um segmento de mercado com vendas assombrosas. Porém, o cenário mudou muito depois disso, e apesar do iPad ainda ser uma força dominante, a desaceleração de mercado é uma realidade.

Fatores como o sucesso dos phablets e ciclos mais curtos de renovação para os tablets influenciam nessa queda. Sem falar nos demais fabricantes que ofereceram produtos tão competentes quanto, mas custando bem menos. Mesmo assim, é fato que o iPad ainda é o protagonista do mercado de tablets.

 

Um êxito notável

O início do iPad foi o mais espetacular em vendas da história da Apple, superando inclusive o iPhone. Foram 250 milhões de unidades vendidas em menos de cinco anos, com 20 milhões de unidades vendidas no primeiro ano, e 50 milhões no segundo ano. Apesar do crescimento ter se freado, os números totais no período é de 260 milhões de unidades, de acordo com os últimos resultados financeiros da empresa.

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Este sucesso de vendas fez com que outros fabricantes aproveitassem o momento e lançassem os seus próprios dispositivos, com a imensa maioria baseada no Android. Esses fabricantes trataram de convencer os usuários que suas propostas valiam a pena, mas que também se diferenciavam por muitos serem modelos com telas de 7 polegadas.

A Apple contra-atacou em 2012, como iPad mini, ampliando assim o seu catálogo de tablets e oferecendo uma alternativa mais acessível e portátil. Porém, esses dispositivos não evoluíram no mesmo ritmo que os modelos maiores na última geração, e somado com o sucesso do novo iPhone 6 Plus, as vendas do iPad mini foram afetadas.

 

A desaceleração não parece incomodar (por enquanto)

Os resultados fiscais dos últimos trimestres mostram que as vendas dos iPads já não são o que eram antes. Os crescimentos espetaculares são coisa do passado, mas isso parece não ter desanimado a Apple, que segue melhorando os seus produtos. Um exemplo disso é o iPad Air 2, que tem peso e dimensões ainda menores que o primeiro modelo, além de um desempenho que salta aos olhos dos usuários desses tablets.

Isso deixa clara a aposta de uma Apple que, por enquanto, segue apostando nesse segmento, apesar da queda nas vendas. A tendência é de queda também nos lucros, mas o mercado de tablets ainda é importante para eles, sem falar nas melhorias no OS X e no iOS, que fazem com que os diferentes produtos do seu catálogo se entendam muito bem.

A evolução das vendas por segmento deixa claro que o negócio dos iPhones é cada vez mais importante para a Apple. Já os tablets representavam 20% das vendas no primeiro trimestre de 2013, e essa porcentagem caiu para 12% no primeiro trimestre fiscal de 2015. É claro que 12% é uma fatia muito relevante para a Apple: são quase US$ 9 bilhões arrecadados em três meses, mas que não escondem que as vendas foram 22% menores que no ano passado.

 

O que reserva o futuro do iPad e do mercado de tablets?

Os demais fabricantes também reconhece essa realidade, mas isso não impede que alguns dispositivos se destaquem nos últimos tempos, como o Sony Xperia Z4 Tablet ou o Dell Venue 8 7000. A concorrência investiu muito no hardware, mas ainda é evidente que a grande vantagem do iPad é a de um catálogo de software especialmente pensado nesse formato.

O futuro desse setor pode parecer complicado nesse momento, mas rumores indicam a possível chegada de um ‘iPad Pro’, que teoricamente competiria com produtos como o Microsoft Surface Pro 3. Alguns apostam na inclusão de uma stylus para esses dispositivos, e parece inevitável pensar que a tecnologia Force Touch presente no MacBook e nos novos MacBook Pro Retina de 13 polegadas também pode ser aproveitada nesses dispositivos, tal como (previsivelmente) pode acontecer nos próximos iPhones.

A adoção do padrão USB-C também pode ser algo viável para um futuro iPad de grande formato, ainda mais pensando em uma maior produtividade. A aparição do MacBook com essa porta faz com que os rumores percam um pouco de sentido, mas se chegar ao mercado, será interessante ver como a Apple deve propor as diferenças de uma e outra solução.

IDC Brasil registra alta de 13% no mercado brasileiro de tablets em 2014

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Segundo o relatório IDC Brazil Tablets Tracker 04, o mercado brasileiro de tablet encerrou o ano de 2014 com uma alta de 13% no volume de vendas, onde 96% foram para o consumidor final, 4% para o mercado corporativo, e 0.3% (31 mil unidades) são de notebooks com telas destacáveis.

Os resultados ficaram abaixo da projeção da IDC Brasil, que esperava a comercialização de pelo menos 10 milhões de unidades no país em 2014. A realidade atual é que o tablet não é mais uma novidade, e sofre da canibalização dos phablets. Além disso, a grande quantidade de aparelhos com baixa qualidade, que resultam em uma experiênca de uso prejudicada, impactaram as vendas do setor. Além disso, o Carnaval fora de época, a Copa do Mundo, as eleições e a alta do dólar no final de 2014 foram outros fatores que atrapalharam nas vendas dos tablets.

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Sobre os notebooks com tela destacável, as 31 mil unidades vendidas ficaram abaixo das expectativas, mas a IDC Brasil acredita que o segmento deve registrar aumento das vendas, com expectativas de vendas de 200 mil unidades para 2015, um aumento de 500% em relação a 2014.

Em 2014, a faixa de preço que mais se destacou foi a de tablets de até R$ 500, com cerca de 85% dos aparelhos comercializados. Aparelhos que custavam entre R$ 500 e R$ 1000 representaram 10%, e os acima de R$ 1000, apenas 5% do volume total de vendas.

Sobre o quarto trimestre de 2014 (entre outubro e dezembro), foram comercializados aproximadamente três milhões de tablets. Comparando com o mesmo período de 2013 não houve crescimento, mas considerando o desempenho do 3º trimestre de 2014, o aumento foi de 30%.

Para 2015, a IDC prevê uma retração de 3% no mercado e vendas de cerca de 9.3 milhões de tablets. Esse número é considerado conservador, por conta das incertezas que rondam os projetos de educação que serão (ou não) implementados pelo governo federal, das variações do dólar, e da conjuntura econômica nacional.

Via assessoria de imprensa

Sony revela por engano o novo Xperia Z4 Tablet

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O produto que você vê nas imagens desse post é o novo Sony Xperia Z4 Tablet, um fino dispositivo que apareceu por poucos minutos no site Xperia Lounge (de propriedade da Sony), e que foi rapidamente retirado do ar.

Tal como indica a descrição do produto, o tablet contará com uma tela 2K (2.048 x 1536 pixels), um processador top de linha mais recente e um desempenho de bateria que será ‘líder no mercado’. Tudo isso chegaria envolto em um design premium, com baixo peso e acabamento de produto top de linha.

Por enquanto, isso é tudo o que foi possível saber sobre o dispositivo, de modo que várias perguntas ainda precisam ser respondidas, como por exemplo o tamanho do dispositivo (que deve ser de 10 polegadas). No dia 3 de março teremos o evento da Sony na Mobile World Congress 2015, e devemos ter novidades sobre o assunto.

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Via Engadget, Xperia Blog

Tablets com quedas de vendas no final de 2014. Culpa dos phablets, é claro…

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Os phablets são os grandes culpados por devorarem parte do mercado dos tablets, por conta das telas com tamanho aproximado e peso mais cômodo, além de oferecer a tecnologia necessária para comunicações. Ao longo de 2014, sua popularidade aumentou, e as vendas dos tablets foram bem reduzidas.

O ponto mais significativo ficou evidente no último trimestre de 2014. IDC e Canalys analisaram o comportamento do mercado nesse período, e interessantes dados foram revelados, ajudando a entender o que o mercado quer.

A IDC informa que a queda nas vendas dos tablets de 2013 para 2014 foi de 4.4%, com 229.6 milhões de unidades vendidas. Em relação ao quarto trimestre dos dois anos, a queda foi de 3.2%, a primeira desde que os tablets começaram a ser contabilizados como um dispositivo em separado, lá por 2000.

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Como esperado, Apple e Samsung seguem como protagonistas, com significante diferença pra os demais. Porém, suas cotas de vendas e mercado estão caindo, algo que também aconteceu com outros dois fabricantes desse suporto top 5: ASUS e Amazon.

Contra a Amazon, o estrago no Kindle Fire é maior, pois eles venderam 70% a menos de tablets no mercado durante o ano de 2014 – eles só atualizaram o HDX 8.9 durante o ano. A favor da Amazon, vale lembrar que a IDC não inclui as vendas de modelos de 6 polegadas, para nenhuma marca, e ali existem modelos que podem ter vendido muitas unidades, e isso pode ter ajudado a Amazon de alguma forma nas vendas.

650_1000_aNo final das contas, com todos os movimentos, a Lenovo é uma das vencedoras no relatório da IDC, se posicionando na terceira posição. Melhorou a sua quota anual, assim como fez no último trimestre de 2014. Oferecer modelos com Android e Windows e sua forte presença na Ásia ajudaram e muito nesse crescimento.

 

Canalys

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Os números da Canalys não são muito diferentes, mostrando uma queda de 12% nas vendas de tablets no último trimestre de 2014. Um dos culpados? Mais uma vez, os phablets.

O segundo culpado está no ciclo de vida ou renovação de um tablet. A grande maioria dos dispositivos comprados em 2013 estão ativos e funcionais, dispensando a necessidade da troca, com um intervalo muito maior do que acontece com os smartphones.

Nessa lista, Apple e Samsung seguem liderando, mas a Amazon tem números melhores (4 milhões de unidades vendidas, com 6% de mercado). Lembrando que a Canalys coloca todo o tipo de tablets nessa equação, e com esse cenário, a Lenovo seria a quarta colocada, com 3.7 milhões de dispositivos vendidos no último trimestre.

Via IDCCanalys

Preview do Microsoft Office para tablets Android disponível para download

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Até o momento, se você queria testar o preview do Microsoft Office para tablets com Android, você tinha que pedir uma solicitação via formulário. Não que isso seja algo muito difícil, mas saber que isso não é mais necessário é algo que merece o seu devido registro.

A Microsoft decidiu simplificar as coisas, e disponibilizou na Google Play as previews do Excel, PowerPoint e Word para os usuários interessados no download. Basta ter a versão 4.4 do Android rodando em seu dispositivo.

Sem mais delongas, clique nos links a seguir:

Download: Google Play (Excel), (PowerPoint), (Word)

Via Office Blogs

Estudo alerta que ler em uma tela pode tirar o sono do usuário

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Um estudo publicado na PNAS dos EUA indica que a leitura em um e-reader ou tablet pode fazer com que o mecanismo natural ou habitual para iniciar o sono das pessoas se altere de forma significativa.

Um grupo de 12 voluntários em ambiente muito controlado passaram por testes, e o estudo afirma que ler antes de dormir utilizando uma tela ativa (que emite luz, como é o caso dos tablets e smartphones) altera o ritmo biológico, e pode provocar um atraso na conciliação do sono, deixando o usuário mais ativo, menos cansado e, por consequência, obtendo um sono menos reparador.

A luz emitida pelos dispositivos eletrônicos reduziu o nível de melatonina no sangue dos voluntários, que usaram durante dias um gadget para ler antes de dormir. Porém, eles o fizeram durante quatro horas, o mesmo tempo que outro grupo controlado leu com livros em papel.

Esta alteração do ritmo biológico é associada à fonte intensa de luz, que também não é da temperatura adequada para o período noturno. No estudo, essa queda da melatonina indica um atraso de uma hora em relação à disposição natural do corpo na hora de dormir.

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Mas além do que o estudo aponta, o uso do leitor de tinta eletrônica como elemento de leitura por longas horas está sendo substituído pelos smartphones e tablets. No primeiro caso, o tamanho das telas já é quase o mesmo de um e-reader, quando pensamos no phablet. No caso dos tablets, ter um dispositivo multiuso que também serve para ler é, para muitos, uma grande tentação, ainda mais quando o seu peso e espessura se reduziram ao ponto de se tornarem cômodos para a leitura.

Outra coisa – bem diferente – é utilizar tablets e smartphones para leitura todos os dias. É difícil…

Via PNAS

IDC Brasil aponta aumento de vendas de tablets no 3º trimestre de 2014

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A IDC Brasi divulgou os dados consolidados do mercado de tablets no Brasil no terceiro trimestre de 2014. Segundo o estudo IDC Brazil Tablets Tracker Q3′, foram comercializadas 2.3 milhões de unidades no período, uma alta de 18.1% se comparado ao mesmo período do ano passado e crescimento de 18.3% na comparação com o 2º trimestre deste ano.

Foram mais de 590 mil tablets vendidos em julho, mais de 755 mil em agosto e mais de 963 mil em setembro. Depois de uma queda no trimestre anterior – motivada principalmente pela Copa do Mundo -, as expectativas de mercado se confirmam, onde apesar do fraco desempenho da economia e período de eleições presidenciais, a recuperação nas vendas foi registrada.

O mês setembro teve um ótimo desempenho em função do início do abastecimento das lojas para o período de final de ano. O Dia das Crianças, mais uma vez, foi uma data importante, mas foi na Black Friday que as vendas foram impulsionadas. Em 2014, uma demanda muito grande por parte de fabricantes e varejistas aconteceu, que fez com que o desempenho deste trimestre quase batesse o recorde registrado no 4º trimestre de 2013.

O estudo do terceiro trimestre de 2014 da IDC Brasil mostrou também que 95% dos tablets comercializados têm sistema operacional Android, que 88% dos aparelhos possuem tela de até 8 polegadas e que 78% custavam até R$ 500, sendo 51% abaixo dos R$ 300. O tablet continua sendo o dispositivo mais barato para quem quer acessar a internet e os produtos de entrada continuam se destacando no mercado.

Para 2014, a IDC Brasil prevê 17% de crescimento do mercado, com mais de 10 milhões de unidades vendidas. Já em 2015, a consultoria prevê alta de 10%. A expectativa para o ano que vem pode ser impactada por projetos de educação que serão implementados pelo governo federal.

Híbridos desembarcam no Brasil

A venda de notebooks com telas destacáveis não atingiu 10 mil unidades no 3º trimestre de 2014, mas a IDC Brasil espera um forte crescimento para os próximos anos, principalmente por conta da maior oferta de produtos de entrada. Esse ainda é um mercado novo no Brasil,e para 2015, a estimativa é que os notebooks com tela destacável receba um aumento de participação de mercado de 500%.

Via assessoria de imprensa

Recarga sem fio para os tablets chega em 2015

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A recarga sem fio ainda tem muito potencial para alcançar outros segmentos de mercado. A Freescale sabe disso, e apresenta um novo sistema sem cabos para tablets, ‘dispositivos móveis portáteis’ e outros gadgets um pouco maiores (notebooks ficam de fora, por enquanto).

O sistema de 15 watts conta ainda com a vantagem de ser compatível com vários padrões, incluindo a tecnologia Qi, de modo que o seu leque de possibilidades na hora de carregar dispositivos é bem mais amplo.

A Freescale deve colocar o sistema no mercado já no primeiro trimestre de 2015. A ideia, tal e como vemos na imagem que ilustra o post, é que o sistema chegue a diferentes pontos, de modo que possamos encontrar sua tecnologia de recarga sem fio tanto em restaurantes (integrados na mesa), hotéis, carros e aviões.

Só o futuro dirá se o sistema vai funcionar tão bem quanto parece.

Via VentureBeat, Freescale

Especial | Tablets que você deve ficar de olho para o final de 2014

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Com 2014 chegando ao fim, é natural que apareçam esses posts de revisão e ranqueamento dos melhores do ano. Os tablets são itens que a algum tempo se posicionam entre os melhores e mais procurados. Logo, é natural que uma lista desse porte apareça no blog em algum momento nesse mês.

O ano reservou algumas gratas surpresas para esse segmento. A Intel ajudou e muito na oferta de produtos bem decentes com preços muito baixos, e não apenas com Android, mas também com Windows. Seus novos processadores Atom é capaz de trabalhar e bem com as duas plataformas.

A seguir, os tablets que você deve ficar de olho nesse final de ano, caso você queira fazer um agrado para você mesmo.

 

HP Stream 7

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A HP não teve muita sorte no passado com os tablets (abraço, HP TouchPad). Porém, eles seguem tentando, e o HP Stream 7 é uma das propostas mais interessantes com Windows 8.1 (x86). Possui tela de 7 polegadas (1280 x 800 pixels), processador Intel Atom Z3735F quad-core de 1.33 GHz, 1 GB de RAM, 32 GB de armazenamento (expansíveis via SD), WiFi 802.11 bgn, Bluetooth 4.0, câmera traseira de 2 megapixels e preço de apenas US$ 99.

 

Asus VivoTab Note 8

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A Apple apostou nas telas de 8 polegadas com o iPad Mini, e ainda que o Asus VivoTab não mantenha a proporção de tela 4:3, ele é um dos melhores tablets com Windows com essas dimensões. Destaque para a sua boa qualidade de construção e preço muito competitivo, além de contar com configurações melhores que seus concorrentes e suporte à caneta stylus Wacom.

Possui tela de 8 polegadas (1280 x 800 pixels, 16:10), processador Intel Atom Z3735F quad-core de 1.33 GHz, 2 GB de RAM, 32 GB de armazenamento (expansíveis via SD), WiFi 802.11 bgn, Bluetooth 4.0, câmera traseira de 5 megapixels, câmera frontal de 1.2 MP, sistema operacional Windows 8.1, bateria com autonomia de 6 horas de uso e preço de US$ 199.

 

Toshiba Excite Go

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Para quem procura algo realmente barato, mas sem abrir mão do desempenho ou de uma marca razoavelmente confiável, o Toshiba Excite Go é a escolha. Entre os fabricantes consolidados, é o tablet Android mais barato, mas sem abandonar o suporte do processador Intel Atom Z3735G de quatro núcleos (a 1.33 GHz).

Possui tela de 7 polegadas (1280 x 800 pixels), 1 GB de RAM, 8 GB de armazenamento (expansíveis via SD), WiFi 802.11bgn, Bluetooth 4.0, câmera traseira de 0.3 MP, sistema operacional Android 4.4 KitKat e preço de US$ 89.

 

Google/HTC Nexus 9

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Esse é provavelmente o melhor tablet com Android do mercado, além de contar com a vantagem do Google ser o responsável direto pelo suporte de software. Talvez o seu principal contra está no preço um pouco elevado quando comparado com a concorrência atual. Mas se você quer o melhor do Android, certamente está disposto a pagar um pouco a mais por isso.

O HTC Nexus 9 possui tela de 8.9 polegadas LCD TFT (2048 x 1536 pixels), processador NVIDIA Tegra K1 quad-core de 2.3 GHz, 2 GB de RAM, 16 ou 32 GB de armazenamento, WiFi 802.11bgn, Bluetooth 4.0, GPS, câmera traseira de 8 megapixels, câmera frontal de 1.6 megapixels, sistema operacional Android 5.0 Lollipop, bateria com autonomia de 10 horas de uso e preço de US$ 199.

 

Apple iPad Air 2

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Não poderia terminar esse post sem citar um iPad. O iPad Air 2 é o novo top de linha da Apple no segmento: tela excepcional, extremamente fino, e com um design e acabamento que supera e muito a concorrência. É um dos melhores produtos que o seu dinheiro pode comprar.

O iPad Air 2 possui uma tela de 9.7 polegadas (2048 x 1536 pixels, Retina), processador Apple A8X de dois núcleos e arquitetura de 64 bits, 2 GB de RAM, 16 a 128 GB de armazenamento, WiFi 802.11bgn, Bluetooth 4.0, GPS, câmera traseira de 8 megapixels iSigh, câmera frontal FaceTime HD, sistema operacional iOS 8, bateria com autonomia prometida de 10 horas e preço inicial sugerido de US$ 499.

IDC: desaceleração dos tablets se acentua, PCs se recuperam (ligeiramente)

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Os últimos dados da consultora IDC confirmam as previsões feitas para 2014, mas não na mesma velocidade prevista. O segmento de tablets segue em queda, e o setor de PCs está em queda desacelerada.

Serão vendidos 235.7 milhões de tablets ao longo de 2014, um aumento de 7.2% em relação ao ano passado, mas muito abaixo dos 52.5% de crescimento registrado entre 2012 e 2013.

Os ciclos de vida dos tablets devem ser similares ao dos smartphones, onde a janela de troca deve ficar entre 2 e 3 anos. Porém, nesse momento, muitos usuários que possuem hoje um tablet acabam ficando com o dispositivo por 3 ou 4 anos. O motivo disso é o fato do suporte de software desses produtos durarem mais, além do crescente uso dos smartphones para várias tarefas que antes eram feitas no computador ou tablet.

Os phablets não são citados como ‘ameaça’ pela IDC, mas fica evidente que os telefones com grandes telas estão conquistando mais e mais usuários, fazendo com que muitos não comprem um novo tablet.

No segmento de PCs, a IDC informa que serão vendidos 306.7 milhões de unidades, uma queda de 2.7% em relação ao ano de 2013. A previsão anterior indicava uma queda de 3.7%, e a melhora se justifica por um bom desempenho de vendas durante o terceiro trimestre. É uma melhora de curto prazo, e não um sinal de crescimento a longo prazo.

Veremos se a chegada dos processadores Broadwell consegue mudar essa tendência.

Via VentureBeat

IDC: Apple e Samsung perdem cota de mercado para tablets acessíveis

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O mercado de tables segue crescendo. Não em uma velocidade tão expressiva como nos anos anteriores, mas segue crescendo (aumento de 11.5% em relação ao ano passado). É isso o que se conclui com o relatório da IDC relativo ao terceiro trimestre de 2014. O curioso é ver como as principais protagonistas do setor – Apple, Samsung e ASUS – perderam cota de mercado em relação aos fabricantes menores.

Quem mais perdeu nesse período foi a Apple, que mantém uma margem de lucro elevada por conta de oferecer tablets mais caros. mesmo assim, sua fatia de mercado é menor. Samsung e ASUS também perderam espaço, e a Lenovo está cada vez mais poderosa nesse segmento (aumento de 30% em relação ao ano passado).

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Outro nome de destaque no estudo é um ilustre desconhecido por nós: a RCA. A empresa americana está se dando bem principalmente no mercado doméstico, e conseguiu superar a Amazon, que no ano passado era a terceira colocada, mas nesse ano, não aparece no top 5.

O crescimento do mercado de tablets cresce lentamente, e isso faz com que os modelos mais acessíveis (faixa de US$ 100) acabem se aproximando dos líderes do setor. As vendas estão diretamente ligadas ao movimento de volta às aulas (no hemisfério norte) e as promoções em mercados importantes.

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Via IDC

Lenovo Yoga Tablet 2 Pro, um tablet com 13 polegadas e projetor integrado

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Outra novidade da Lenovo é o Yoga Tablet 2 Pro, que aposta na tela de 13.3 polegadas e um micro-projetor integrado em um de suas extremidades. E com o seu próprio subwoofer. E você pensava que já tinha visto de tudo…

Esse micro-projetor é capaz de projetar uma imagem de até 50 polegadas (16:9) sobre qualquer superfície, mas para uma melhor qualidade de imagem, é preciso utilizar uma sala com pouca luz, e a um ou dois metros da parede onde a imagem será projetada.

A Lenovo projetou o tablet para a reprodução de conteúdos multimídia, incluindo um sistema de áudio Dolby com 1.5W de som em cada um dos seus alto-falantes. O modelo também conta com um subwoofer de 5W na parte traseira, permitindo assim a reprodução de áudio e vídeo em qualquer lugar, com excelente qualidade e mobilidade.

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Segundo a Lenovo, sua autonomia de bateria é de até quatro horas de funcionamento no modo de reprodução (com o micro-projetor). Em modo normal, sua autonomia prometida é de até 15 horas de uso.

O Lenovo Yoga Tablet 2 Pro possui o sistema operacional Android 4.4 KitKat, processador Intel Atom de 4 núcleos (1.86 GHz), tela de 13.3 polegadas com resolução QHD (2560 x 1440 pixels), 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento interno (expansíveis via microSD de até 64 GB), com conectividades WiFi 802.11 b/g/n e 4G. O produto ainda possui câmera frontal de 1.6 MP, e câmera traseira de 8 MP.

O Lenovo Yoga Tablet 2 Pro ainda conta com uma espécie de suporte, com um pequeno espaço para que o tablet possa ser fixado em qualquer parede. O peso final do tablet é de 950 gramas.

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O produto chega ao mercado no final de outubro, com um preço inicial sugerido de 499 euros.