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oBook 11, o clone do Surface Book

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Não chega a ser uma surpresa ver esse clone dando o ar de sua graça no mercado asiático. O Surface Book foi a grande surpresa da Microsoft no ano passado, onde na mesma oportunidade a empresa apresentou o Surface Pro 4. Por isso, o oBook 11, clone do notebook conversível da fabricante Onda, chega como opção para aqueles que gostaram do conceito, mas que não podem fazer esse investimento todo.

A Onda copiou milímetro por milímetro do Surface Book, até mesmo no seu sistema peculiar de dobradiças, um dos principais sinais de identidade do produto da Microsoft. Por outro lado, os chineses parecem ter facilitado as coisas na hora da conversão de ultraportátil para tablet, algo que alguns usuários reclamaram um pouco quando testaram o modelo original.

O oBook 11 utiliza um processador Intel Core Skylake M3-6Y30, com 4 GB de RAM e 64 GB de SSD. Sua tela de 11 polegadas (1920 x 1200 pixels), e para garantir uma maior longevidade dos seus componentes, o notebook utiliza um sistema de refrigeração sem ventiladores. As especificações técnicas são razoáveis para um notebook 2 em 1 de linha média, mas ficam muito distantes daquilo que é oferecido pelo Surface Book (tela de 13.5 polegadas, 3000 x 2000 pixels, processador Skylake-U, maior capacidade de RAM e melhor sistema de armazenamento SSD NVMe a PCIe de até 1 TB).

Além disso, o oBook 11 também não conta com os gráficos NVIDIA, que é base do Surface Book, nem sua bateria adicional, nem o lápis ótico Surface Pen. Mas também seria pedir demais, convenhamos. Seu preço não foi anunciado, mas é de se imaginar que será muito menor que aquele cobrado pelo modelo original.

Mais imagens a seguir.

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Microsoft atualiza o Surface Pro 4 e o Surface Book, visando resolver o ‘Surfacegate’

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A Microsoft anunciou uma nova atualização para solucionar os problemas com os drivers e o firmware dos dispositivos Surface Pro 4 e Surface Book, que apresentavam erros nos controladores da GPUs da Intel, na gestão de energia e conexões USB.

O anúncio foi feito por Panos Panay, criador do Surface, que garantiu que está acompanhando muito de perto o feedback da comunidade, lendo blogs, comentários, redes sociais e fóruns. Ele não fala diretamente sobre as polêmicas que deixou a Microsoft em silêncio diante do ‘Surfacegate’, mas dedicou elogios aos early adopters, reforçando o quão útil é o feedback deles.

Panay também garantiu que a Microsoft segue comprometida com as melhorias do Surface, com atualizações para solucionar qualquer novo problema que os dispositivos podem ter. Apesar de não falar das melhorias concretas além dos drivers da Intel e do firmware, ele colocou a disposição dos usuários as páginas de changelog do Surface Pro 4 e do Surface Book.

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Nelas, vemos que eles atualizaram o hardware do sistema, a UEFI para melhorar a bateria e estabilidade ao ligar e desligar o equipamento, o motor de gerenciamento para melhor estabilidade e o firmware do sistema agregador para melhorar a precisão do estado da bateria e sua duração quando o sistema hiberna. Também foram melhorados vários drivers da Intel como os do sistema touch, a placa gráfica e alguns relacionados com o áudio.

Agora, resta esperar para ver se as mudanças realmente solucionaram todos os problemas causados pelos controladores das GPUs da Intel, assim como os problemas da hibernação incorreta e o gerenciamento de bateria impreciso.

Via Microsoft

Crise do “Surfacegate” segue sem solução

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O Surface Pro 4 e principalmente o Surface Book marcaram um interessante ponto de inflexão na estratégia de hardware da Microsoft. Porém, os problemas chegaram mais rápido do que o esperado. Os problemas são tantos, que alguns usuários dos novos produtos já chamam a crise de “Surfacegate”.

Se tudo se resumisse à baixa autonomia de bateria do Surface Pro 4, a Microsoft não teria tantas dores de cabeça. A ausência de informações aos clientes é o principal problema. A mesma coisa aconteceu com o lançamento do Xbox One, onde a empresa teve que voltar atrás em alguns aspectos. Dessa vez, não há a comunicação de forma adequada sobre os problemas que afetam o Surface Pro 4 e o Surface Book.

De acordo com Paul Thurrot em seu blog, os controladores das GPUs da Intel causam reinicializações e telas azuis. A gestão de energia não funciona de forma correta, e desacoplar os Surface Book nem sempre é possível, sem falar nos problemas de conexão USB e outros conflitos que os usuários desses dispositivos identificaram, sem que soluções definitivas sejam apresentadas.

A Microsoft apenas respondeu a algumas reclamações e problemas nos seus fóruns de suporte, mas de um modo geral os usuários ficam sem uma explicação clara do que está acontecendo, e como solucionar os problemas. Thurrot compara esta crise com aquela que a Apple sofreu com o iPhone 4 e o seu célebre “Antennagate”, e acredita que como aquele caso, a Microsoft deveria fazer com que um dos seus máximos responsáveis (provavelmente Panos Panay) esclareça a situação.

Fato é que: a esta altura do campeonato, os problemas continuam, e isso provavelmente promoveu o adiamento do lançamento do Surface Book em outros países. Desde o seu lançamento em outubro de 2015 nos Estados Unidos, Canadá e Austrália, o modelo foi lançado em poucos países.

A Microsoft segue sem se manifestar sobre os problemas em seus novos produtos.

Via Paul Thurrot

Microsoft aumenta as especificações do Surface Book e Surface Pro 4

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A Microsoft anunciou um aumento nas especificações dos equipamentos Surface Book e Surface Pro 4. As novas configurações estão disponíveis na versão norte-americana do site da empresa.

A partir de hoje (22), os modelos passam a receber até 1 TB de armazenamento, com um processador Intel Core i7 e até 16 GB de RAM. Com isso, os dois produtos passam a ser autênticas estações de trabalho portáteis.

É claro que essas mudanças não chegam de graça. A atualização de hardware eleva o preço do Surface Book para até US$ 3.200, e no caso do Surface Pro 4 para US$ 2.700, ambos na configuração máxima. Os modelos estão disponíveis para compra nos Estados Unidos e Canadá.

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Além dos novos modelos, também temos a introdução da cor dourada no Surface Pen. Suas especificações estão mantidas, mas não há previsão de lançamento por aqui.

Via Microsoft

Surface Book é desmontado pelo iFixit, e é impossível de ser reparado

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O site iFixit desmontou o novo Surface Book, notebook da Microsoft com design atraente e propriedades de dispositivo 2 em 1. Não há o que discutir sobre o potencial do produto, que é muito capaz, principalmente na sua versão com GPU dedicada. Porém… ele é fácil de ser consertado?

A resposta é um contundente NÃO, com uma pontuação de 1 em 10 (quanto menor a nota, mais difícil ele é de ser reparado). A favor do Surface Book é que, uma vez aberto, o SSD pode ser facilmente substituída. Os demais itens depõem todos contra o dispositivo.

Abrir o Surface Book é realmente algo muito difícil, sem falar que sua bateria está muito bem colada, e é difícil de ser retirada. A tela LCD e o cristal estão unidos em uma peça, e é difícil de ser removida, a CPU e a RAM estão soldadas na placa-mãe, e a Microsoft usou cola demais nos componentes. Por fim, alguns componentes na face posterior da placa obriga a retirar a mesma completamente.

Em resumo: se algum dia você tentar fazer algum tipo de reparo no Surface Book, reserve muito tempo e muita paciência. Até mesmo para trocar o SSD do dispositivo, já que para isso você precisa abrir o notebook, uma tarefa que já não é das mais fáceis.

Via iFixit

Microsoft quer que você troque seu MacBook por um Surface Book

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Não dá para negar o empenho da Microsoft para promover o Surface Book. O notebook conversível se apresenta como um excelente candidato para substituir o MacBook da Apple, e eles agora reforçam essa ideia com um novo website.

Nessa página, a Microsoft recompila todas as informações necessárias para ajudar os donos de um Mac a migrarem para o Surface sem traumas, da mesma forma que eles fizeram na época do lançamento do Surface Pro 3. Lá, o usuário encontra informações sobre como começar com o Windows 10 no Surface Book, conselhos para tirar partido do equipamento (experiência com o trackpad, onde encontrar aplicativos, como colocar o notebook em standby, entre outros), um rápido tutorial de como mover as fotos de um sistema para outro, e até como sincronizar o notebook com o iPhone, iCloud e iTunes.

Ou seja, informações não faltam para quem quiser migrar. Agora só falta a Microsoft disponibilizar o Surface Book no mercado de forma mais ampla.

Via The VergeMicrosoft

 

GPU do Surface Book é inferior do que o esperado

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Más notícias para os entusiastas do Surface Book. A GPU personalizada presente no notebook conta com memória GDDR5, mas com um bus 50% menor, com restrições importantes em especificações técnicas.

Um usuário do Reddit executou o software GPU-Z em um Surface Book dentro de uma Microsoft Store, e constatou que o notebook tem em sua essência com uma GPU 940M levemente modificada, com 1 GB de GDDR5. Na imagem abaixo, temos um comparativo dos dados da GPU do Surface Book (à direita) e uma da GT 940M na sua versão standard.

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Via Reddit

Surface Book com 1 TB de armazenamento vai custar US$ 3.199

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Na apresentação do Surface Book, a Microsoft garantiu que o atraente notebook/tablet teria a opção de incluir uma memória flash de 1 TB, mas não disse quanto teríamos que pagar por isso. Pois bem, a loja oficial da empresa foi atualizada, e a partir de hoje (19), é possível reservar essa versão por US$ 3.199.

Com esse valor, você pode comprar o Surface Book em opção única, com os já citados 1 TB de armazenamento em flash, processador Intel Core i7 de sexta geração (Skylake) e 16 GB de RAM. Convenhamos: é notebook que pode atender a qualquer tipo de usuário, independente do seu nível de exigência.

É evidente que a máxima capacidade de armazenamento não iria sair barata. Por outro lado, não seria nenhum problema se a Microsoft oferecesse esses 1 TB de armazenamento flash em outras versões mais básicas de processador e memória. Também vale destacar que a versão com 512 GB custa US$ 2.699, preço que pode ser considerado um bom negócio quando comparados com a versão de 1 TB, e com uma capacidade de armazenamento que pode atender as necessidades de muita gente.

O Surface Book ainda conta com um prazo de espera de 7 a 8 semanas para a entrega das primeiras unidades. Ou seja, independente da escolha, será necessária uma certa dose de paciência.

Via Microsoft

Apple explica por que eles nunca lançarão um Surface Book

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Ao serem questionados se a Apple vai lançar a sua versão de um Surface Book, tanto Tim Cook, CEO da empresa, como Phil Schiller, vice-presidente de marketing, responderam com um contundente “não”.

Na opinião dos dois, o Surface Book possui um problema na experiência de uso, por entenderem que a convergência de uma interface de desktop, centrada na presença de um mouse ou teclado, não é igualmente comoda na sua adaptação para um sistema portátil.

Uma vez que o OS X foi concebido e desenvolvido sobre a base do teclado e mouse, a Apple considera que adaptá-lo para uma interface touch não seria uma decisão acertada, já que se perderia a experiência de uso chave do mesmo, não oferecendo bons resultados para o usuário. Aqui, fica claro que a Apple não vê a convergência com os mesmos olhos de outros fabricantes. Mas isso, nesse momento.

Todo mundo sabe como a Apple “queimou a língua” ao criticar o Surface. Anos depois, eles mesmos admitem isso com o iPad Pro, que apesar de contar com o iOS e não o OS X, bebe diretamente da essência do produto da Microsoft, que no passado foi definido por Tim Cook como um “híbrido horrível”.

Sem falar que o Surface Book conta com o Windows 10, um sistema operacional mais versátil e totalmente adaptado para os formatos desktop e mobile, o que torna as coisas mais dinâmicas para o usuário na sua experiência.

Será que a Apple vai de novo queimar a língua no futuro em relação ao Surface Book? Acabarão apresentando um “Apple Book” daqui a dois ou três anos, com a mesma ideia base do produto da Microsoft, mas chamando de “mágico e revolucionário”?

Vamos dar tempo ao tempo.

Via WCCFTech

Primeira remessa do Surface Book já está esgotada

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O Surface Book não foi indiferente à ninguém, e isso fica claro no fato que o dispositivo já está esgotado, com poucos dias de disponibilidade de reserva.

A primeira versão que se esgotou foi justamente a mais cara (com processador Core i7, 16 GB de RAM, 512 GB de SSD e GPU dedicada). Depois, todas as versões estavam com remessas esgotadas.

Dias depois, algumas variantes voltaram a estar disponíveis, o que indica que a recepção do Surface Book está sendo boa. Imaginamos que a Microsoft está ajustando a produção de acordo com a demanda, e por isso temos uma disponibilidade gradual das diversas versões do notebook.

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Porém, vendo além das possíveis vendas, o que realmente importa é que a Microsoft parece ter marcado o caminho a seguir para outros fabricantes, tanto que já vemos alguns equipamentos claramente inspirados no novo notebook.

Via Softpedia

As especificações de processador e GPU dos novos Surface Pro 4 e Surface Book

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O Surface Pro 4 e o Surface Book se transformaram por méritos próprios em dois autênticos objetos de desejo, mas não tiveram todos os seus detalhes de hardware revelados durante a apresentação oficial. Aos poucos essas informações estão aparecendo. Uma delas é que o Surface Book usa uma GPU personalizada da NVIDIA, com desempenho similar ao de uma GTX 950M.

Sobre os processadores e gráficos integrados, agora sabemos alguns detalhes, que mostram a seguinte divisão para o Surface Pro 4:

– CPU Skylake de sexta geração Intel Core m3-6Y30, com iGPU Intel HD 515.
– CPU Skylake de sexta geração Intel Core i5-6300U com iGPU Intel HD 520.
– CPU Skylake de sexta geração Intel Core i7-6650U com iGPU Intel Iris 540.

O último modelo é extremamente potente para a sua proposta, já que inclusive a sua GPU é capaz de oferecer um desempenho razoavelmente bom nos jogos.

No caso do Surface Book, temos:

– CPU Skylake de sexta geração Intel Core i5-6300U com iGPU Intel HD 520.
– CPU Skylake de sexta geração Intel Core i7-6600U com iGPU Intel HD 520.

Nesse caso, temos que ter em mente que é possível acessar a variante com GPU dedicada da NVIDIA, com 1 GB de GDDR5, mais que suficiente para os jogos. Também é importante levar em conta que falamos de processadores Intel de baixo consumo em todos os modelos.

Via Neowin

A Microsoft realmente entrega o notebook definitivo no Surface Book?

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Independente se você gosta ou não da Microsoft, é impossível negar que eles criara um ponto de inflexão com os tablets da linha Surface, onde vários fabricantes seguiram a sua proposta, incluindo a Apple, que no passado ridicularizou o conceito. Agora, eles dão outros dois duros golpes, com o Surface Book e os novos smartphones Lumia 950 e Lumia 950 XL.

Alguns analistas e especialistas do setor afirmam que a Microsoft oferece no Surface Book o “notebook definitivo”, expressão essa que não agradou aos principais fabricantes do setor. Afinal, temos um concorrente importante para os diversos produtos disponíveis no mercado.

Fato é que a Microsoft foi capaz de lançar um notebook mais atraente que os demais protagonistas do mercado nos últimos anos, e não pode ser culpada por isso. E os méritos da gigante de Redmond só aumentam, se levamos em consideração que eles não contam com o mesmo nível de experiência dos seus (agora novos) concorrentes.

Por outro lado, mesmo sabendo que o Surface Book tem um grande atrativo, e que a Microsoft quer enfatizar uma série de pontos que podem ser seguidos pelos demais OEMs, temos vários outros modelos no mercado que são muito chamativos interessantes.

Mas não duvidemos das intensões da Microsoft. O Surface Book não é orientado para o mercado de consumo geral, ou seja, não deve roubar as vendas das OEMs nesse segmento. É um produto top de linha, limitado aos usuários mais exigentes, ou profissionais que vão explorar ao máximo o seu potencial.

Surface Book conta com uma GPU personalizada da NVIDIA

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O Surface Book, notebook 2 em 1 da Microsoft, conta com uma GPU personalizada da NVIDIA, o que garante uma maior potência nos jogos e aplicativos profissionais que dependem de maior demanda gráfica.

Isso soava muito bem, tal como a ideia de dividir em duas a distribuição dos componentes, deixando a GPU na base-teclado, de modo que quando usado em modo tablet, o dispositivo aumenta a sua autonomia e mantém uma temperatura de uso aceitável, utilizando os componentes nativos na tela.

Agora, sabemos que a solução gráfica desenvolvida pela NVIDIA é exclusiva para o Surface Book, para se ajustar às características desse modelo. O resultado é um cuidado milimétrico na relação custo-benefício, com uma GPU que se ajusta sob medida ao notebook.

De acordo com os primeiros dados, essa solução gráfica teria uma potência similar a uma GTX 950M, mas com 1 GB de GDDR5, onde na prática ele seria similar ao GTX 750 Ti em sua versão de 1 GB.

Via MuyWindows

Surface Book vs MacBook Pro: uma grande batalha

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O Surface Book foi a grande surpresa do evento da Microsoft. O primeiro notebook da história da gigante de Redmond foi recebido com bons olhos pelo seu design híbrido, leveza, autonomia e desempenho. Mas inevitavelmente foi comparado com a concorrência.

O produto referência nesse caso é o MacBook Pro da Apple, um dos mais vendidos no setor, e um dos mais atraentes na informática atual. A vantagem do Surface Book em relação ao Surface Pro 4 é ser um ultrabook híbrido, e não um 2 em 1. Essa a grande diferença dificulta um comparativo direto com o MacBook Pro. A Apple se negou até agora a criar um portátil touch, confiando no iPad e com o novo iPad Pro, e isso não deve mudar em curto prazo. A não ser que as necessidades comerciais a forcem.

Dito isso, vamos fazer um breve comparativo entre os dois modelos.

 

Design, dimensões e autonomia

Deixando de lado a capacidade de uso do Surface Book como tablet em estado puro, o design dos dois produtos é contundente e convincente, com um acabamento premium digno de um top de linha. Os dois pesam exatamente a mesma coisa (1.58 kg), com dimensões parecidas. O Surface Book é mais espesso (22 mm, contra 18 mm do MacBook pro), mas por conta do sistema de dobradiças e design destacável.

Sobre a autonomia de bateria, a Microsoft promete até 12 horas de uso, o mesmo prometido pela Apple. Resta esperar os primeiros testes reais para comprovar esses números do Surface Book. No caso do MacBook Pro, os testes práticos se aproximam muito das especificações oficiais.

 

Tela

As telas dois dois produtos são excelentes, com quase o mesmo tamanho (13.5 polegadas, contra 13.3 polegadas). A tela do Surface usa a tecnologia PixelSense, e o MacBook Pro tem uma tela Retina. A resolução nativa e a densidade de pixels é maior no Surface (3000 x 2000 pixels, contra 2560 x 1600 pixels), mas as duas telas são mais que suficientes para consumo de conteúdo multimídia e produtividade.

 

Hardware interno

O Surface conta com a sexta geração de processadores Intel Skylake, algo que é esperado que a Apple faça no seu MacBook antes do final de 2015. Os dois notebooks oferecem um bom desempenho, com os chips Core i5 e i7, de acordo com a configuração. Curiosamente, os gráficos integrados dos chips Broadwell presentes nos MacBooks são melhores que os Skylake do Surface, apesar da Microsoft oferecer opcionalmente os gráficos dedicados da NVIDIA.

A capacidade de memória e armazenamento é a mesma nos dois: 8 ou 16 GB de RAM, e SSD a partir de 128 GB até 1 TB.

 

Portas e conectividade

O MacBook oferece duas portas Thunderbolt 2 e duas USB 3.0, e o Surface inclui duas portas USB Type-C. A Apple aposta na saída HDMI e a Microsoft em uma mini DisplayPort.

Os dois modelos oferecem conectividades WiFi ac e Bluetooth 4.0, além de suporte para leitor de cartões SD. O Surface conta com câmeras de 8 e 5 megapixels, enquanto que o MacBook só inclui a câmera FaceTime para videochamadas.

 

Sistema operacional e preço

Os dois modelos contam com as últimas versões dos seus sistemas operacionais (Windows 10 Pro e OS X El Capitan) É impossível uma comparação nesse aspecto. O melhor é aquele que atende ao seu gosto e necessidade. Vale lembrar que o MacBook pode rodar de forma nativa o Windows 10, com suporte oficial da Apple.

O preço-base do Surface Book é de US$ 1.499, enquanto que o MacBook Pro 13 Retina pode ser encontrado a partir de US$ 1.299. Os dois contam com configurações que se distanciam do uso convencional. A opção mais completa do MacBook (Core i7, 16 de RAM e 1 TB de SSD supera os US$ 2 mil, enquanto que o Surface Book mais potente custa US$ 3.1 mil.

Em troca, o usuário tem dois ultraportáteis sobressalentes (mas diferentes), capazes de satisfazer a qualquer usuário. No caso do Surface Book – e aqui está a sua grande diferença -, também terá um tablet profissional (com stylus incluído), graças ao seu design híbrido e tela touch.

 

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Surface Book, o primeiro notebook 100% da Microsoft, é oficial

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O “One More Thing” da Microsoft foi muito além de apresentar uma promoção, um desconto ou um novo acessório. Eles apresentaram o Microsoft Surface Book, o primeiro notebook da história da gigante de Redmond. Que não é apenas um notebook: é um 2 em 1, que promete ser o “notebook definitivo”.

Argumentos para tal afirmação não faltam. O Surface Book tem o design de um notebook tradicional, com uma tela de 13.5 polegadas PixelSense (6 milhões de pixels, 267 pixels por polegada), que se destaca do teclado do dispositivo, virando um tablet muito funcional (aliás, esse último detalhe foi revelado pela Microsoft por último, depois do preço do produto, apenas para valorizar ainda mais a proposta apresentada).

O teclado é retroiluminado, e inclui um mecanismo de acionamento que garante um silêncio completo enquanto o usuário digita freneticamente os seus textos. O touchpad é fabricado em vidro, garantindo assim um perfeito funcionamento e reconhecimento multitouch, sempre pensando nas características do Windows 10.

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O Surface Book é descrito pela Microsoft como “o notebook definitivo”, e para isso, ele precisa ser melhor nos aspectos técnicos que o seu concorrente direto no seu segmento: o MacBook Pro. Logo, o novo produto tem um desempenho pelo menos 50% mais potente que o produto da Apple, incorporando inclusive uma GPU da NVIDIA com GDDR5, oferecendo um desempenho gráfico muito ajustado para os games. Há quem diga que parte da equipe da divisão do Xbox deu uma força nesse aspecto.

O teclado que destacamos um pouco antes abriga a GPU da NVIDIA, e conta com um sistema de dobradiças internas (escondidas na tela) que se encarrega de conectar e desconectar o tela e teclado com um simples pressionar de botão.

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Sua bateria é outro ponto de destaque. O Surface Book conta com uma bateria com autonomia de bateria de até 12 horas de uso, o que deve ser o bastante para os usuários que precisam ter o seu dispositivo funcionando por pelo menos um dia inteiro de uso longe do escritório. Algo que surpreende, já que estamos falando de um produto com tela de altíssima definição, e um conjunto de hardware de alta demanda.

O Microsoft Surface Book chegará ao mercado norte-americano no dia 26 de outubro, com preço inicial sugerido de US$ 1.499. Não há informações sobre a distribuição em outros mercados.

Mais imagens a seguir.

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