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Já é possível realizar streaming de vídeo a partir do Sony Xperia Z2

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A Sony anunciou o lançamento de um novo aplicativo de câmera, que permite que o seu Xperia Z2 se transforme em um dispositivo capaz de oferecer transmissões de vídeo ao vivo. A ferramenta se chama Live on YouTube, e oferece o recurso de streaming de vídeo daquilo que é gravado.

Existem algumas limitações: o vídeo deverá ter uma duração máxima de 15 minutos, com uma resolução limitada a 480p. Além disso, o usuário terá que ter uma conta do YouTube com a opção de transmissão de broadcast ativa.

Nem todos os mercados onde o Xperia Z2 está presente receberão o recurso de transmissões ao vivo. Mesmo assim, esta é uma interessante evolução do aplicativo de câmera em relação à versão anterior do recurso, que também permitia o broadcast, mas no Facebook.

É esperado que a Sony ofereça esta opção não apenas no Xperia Z2, mas também em outros dispositivos da empresa.

Via CNET

Microsoft já estaria produzindo seis séries de TV exclusivas para o Xbox One

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Está mais do que claro que o futuro da TV (ou pelo menos das séries de TV) está nas plataformas online, e não na própria TV. Amazon e Netflix já estão com os dois pés fincados nesse segmento. O Yahoo pode fazer o mesmo em breve, e segundo a Bloomberg, a Microsoft pode ser a próxima a se aventurar nas produções originais de séries televisivas para os seus produtos e serviços.

Entre os projetos que devem estrear em todo o planeta em junho estão séries de animação, programas de futebol e uma série digital sobre o game Halo produzida por Steven Spielberg (esse último projeto já era de conhecimento público).

Mas não basta ter o melhor dispositivo na sala de sua casa para ver conteúdos. Também é preciso ter o melhor conteúdo, e todo mundo sabe disso. Ainda segundo a Bloomberg, a Microsoft já estaria de olho nessa possibilidade. entre os conteúdos que a gigante de Redmond prepara para oferecer aos assinantes do Xbox Live, estão shows da comediante Sarah Silverman, séries de animação em stop-motion e programas sobre futebol que estrearão antes da Copa do Mundo FIFA 2014.

A ideia da Microsoft é atrair mais e mais consumidores do Xbox One para o serviço de assinatura Xbox Live, indo muito além dos jogos no serviço. As séries que eles pretendem estrar terão funções que permitirão aos espectadores interagir entre eles em tempo real e com os programas que estão assistindo.

A Microsoft não se pronuncia oficialmente sobre o assunto, mas não deve demorar muito para que o assunto se torne oficial (isso é, se os rumores forem reais, é claro).

Via Bloomberg

Aprenda, de uma vez por todas: TV serve para eventos ao vivo, smartphones e tablets para vídeos on demand

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Apesar dos conteúdos televisivos sob demanda estarem disponíveis na própria TV através de aplicativos e serviços em Smart TVs, os dados fornecidos pela BBC sobre o uso do seu aplicativo iPlayer confirmam que os tablets e smartphones são as plataformas preferidas dos usuários para os conteúdos que não são transmitidos ao vivo.

No mês de março, 46% dos conteúdos oferecidos por streaming no iPlayer foram reproduzidos em tablets e smartphones, enquanto que o computador teve a sua porcentagem reduzida, e o televisor é praticamente um produto para quem quer assistir eventos ao vivo. Se somarmos os consoles de videogames e os set-top boxes, é possível alcançar quase um quarto do total, mas sozinhos, essas duas plataformas ficam limitadas aos 3%.

Outro dado interessante: ainda que tais números mostrem exclusivamente o comportamento da audiência do Reino Unido, o estudo mostra que o horário nobre da programação também registra um aumento do consumo de vídeos on demand, inclusive com picos de audiência de maior duração do que nas transmissões dos eventos ao vivo.

E você? Já está usando mais os vídeos por demanda do que a programação da sua TV?

Via QuarzBBC

Criadores do TiVo lançam o QPlay, um dispositivo para serviço de streaming

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Muita gente que lê o TargetHD conhece o TiVo, mesmo não sendo um serviço mundial. O pioneiro no segmento de DVR (Digital Video Recorder, ou gravador de vídeo digital), que hoje está presente nas principais operadoras de TV por assinatura do Brasil e do mundo, anunciou um novo produto, o QPlay, que nada mais é do que um adaptador que chega para competir diretamente com o Roku.

O QPlay vai permitir o streaming de serviços de internet multimídia, tanto grátis como pagos, como Netflix, Hulu e YouTube, que se conecta na TV, sendo quase tão pequeno quanto um pendrive ou HD portátil. De quebra, o dispositivo pode ser controlado completamente a partir do iPad.

Obviamente, todo o vídeo será reproduzido a partir da nuvem, o que permite que você utilize o iPad para outra atividade, ou até mesmo desligá-lo durante a reprodução do conteúdo. Para quem não tem um iPad, também está disponível um aplicativo para o iPhone, e para os smartphones Android, um aplicativo será lançado no futuro.

O que torna o QPlay diferente do Chromecast ou do Roku é que ele conta com listas de reprodução automáticas, criadas a partir de feeds do Twitter ou RSS, conhecidas como “Qs”. Isso quer dizer que se, por exemplo, você quer ver tudo o que as pessoas que você segue no Twitter, você pode fazer isso. E não precisa configurar nada. O mesmo pode acontecer com todas as suas assinaturas do YouTube, ou criar a sua própria lista a partir do zero.

O dispositivo está disponível em fase de early adopters, com poucos recursos disponíveis. No estágio atual, ele apenas permite ver os vídeos do YouTube, Vimeo e similares. Para o futuro, além de oferecer aplicativos para Android, também é esperada a integração com o Hulu, Netflix e outros. Além disso, eles planejam manter os aplicativos móveis gratuitos, mas agregando serviços adicionais que serão pagos.

O QPlay tem preço sugerido de US$ 49.

Via GigaOM

Netflix faz história no Emmy Awards 2013

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House of Cards, uma das séries da Netflix que foi criada exclusivamente para estar disponível através do seu serviço de streaming de vídeos, encerrou o Emmy Awards 2013 com três prêmios, entrando para a história como a primeira série online a vencer um prêmio em um evento para as melhores produções da TV dos Estados Unidos.

David Fincher venceu a categoria Melhor Direção em Série Dramática, pelo piloto de House of Cards (Chapter 1), e a série venceu dois prêmios criativos do Emmys (Creative Arts), como Melhor Elenco de Série Dramática, e Melhor Fotografia em Série Dramática. A produção foi indicada em outras seis categorias, incluindo Melhor Série Dramática e Melhor Ator em Série Dramática, com Kevin Spacey.

Esse pode ser o início de uma nova fase para a produção de conteúdos televisivos. A Netflix tem planos de lançar, pelo menos, cinco séries originais por ano, a partir de 2014. E eles não se envergonham em anunciar planos ambiciosos: “queremos nos transformar em HBO mais rápido que a HBO possa se transformar na gente”.

Esses prêmios para séries feitas exclusivamente para a internet pode alterar de forma decisiva a produção e lançamento das séries televisivas. Pode não acontecer de forma imediata, mas a longo prazo, poderemos ver os canais tradicionais de TV investindo esforços para as produções de internet, e como consequência, os usuários pagando pelo “canal”, online, ou na pior das hipóteses, pagando para assistir as séries que ele mais gosta.

Enquanto ainda vivemos um modelo de negócios tradicional, onde pagamos pelos pacotes de canais, é inegável afirmar que o potencial para um futuro mais flexível e específico dentro das plataformas online é enorme. A prova disso é que, mesmo sem um formato de negócios definido, já temos muitas pessoas que migraram da TV para o consumo de programas de TV online, sem sentir a menor falta do formato tradicional de TV.

Via The Verge

Aplicativo HBO GO está disponível para usuários de dispositivos iOS da América Latina

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A HBO Latin America anuncia oficialmente a disponibilidade da plataforma HBO GO, através do aplicativo compatível com o sistema iOS (iPad, iPod touch e iPhone), de forma exclusiva para os assinantes dos seus canais na América Latina e no Brasil. A plataforma permite que os assinantes dos canais HBO/MAX tenham acesso a filmes, séries e programações especiais via internet, por meio de computadores e, a partir de agora, de aparelhos móveis com o sistema iOS.

Os modelos compatíveis com o aplicativo são: iPad 2, iPad mini, iPad Retina Display – terceira e quarta geração, iPhone 3GS, iPhone 4, iPhone 4S e iPhone 5, e iPod touch a partir da quarta geração. O app HBO GO pode ser baixado de forma gratuita na Apple App Store.

A plataforma HBO GO oferece diferentes opções de personalização, além de enviar alertas e notificações de novos episódios disponíveis, através do recurso Series Pass. O sistema também permite a criação de Watchlists dos seus programas favoritos, e permitindo a reprodução dos episódios em alta definição (HD), com ou sem legendas. O conteúdo disponível está dividido em categorias, como Séries, Filmes, Infantis, Documentários, Especiais e Adultos.

Acesse: www.hbogobr.com para mais detalhes sobre o serviço. Por enquanto, a HBO GO está disponível exclusivamente para os assinantes dos canais HBO na operadora SKY Brasil.

Via Assessoria de Imprensa

 

Afinal de contas… qual é a do Google Chromecast?

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Durante o evento da Google na última quarta-feira (24), entre outros anúncios previamente vazados na internet, vimos o até então inédito Chromecast. Vimos o produto, sabemos o que ele pode fazer, e quanto ele vai custar (US$ 35). E justamente por causa desses US$ 35, já temos um movimento de compra impulsiva na internet. Tanto, que a própria Google teve que cancelar a oferta de três meses de Netflix grátis para os compradores do produto, por causa do elevado volume de pedidos na pré-venda.

Mas… será que vale mesmo a pena a compra? Se você compra e não usa tanto quanto o imaginado, pode ser dinheiro jogado fora. Porém, ainda que não usemos sempre o produto, é bom saber para qual perfil de usuário o produto serve. E é esse segundo ponto que vamos explorar nesse post.

O primeiro ponto que você precisa ter em mente é o tipo de conexão de internet que você precisa ter em casa para que o Chromecast funcione de forma correta. Vamos precisar de um roteador WiFi, uma porta USB livre na sua TV para energizar o produto, e uma porta HDMI para reproduzir os conteúdos na tela.

Vale aqui uma menção especial ao roteador. Isso é algo que não pensamos muito nos dias de hoje, ainda mais quando temos provedores de internet que “presenteiam” o cliente com um roteador sem fio. Mas é importante você ter em conta que o principal objetivo do Chromecast é oferecer conteúdos por streaming, ou seja, é melhor você garantir que o seu roteador vai fazer com que a missão seja realizada da forma mais fluída possível.

As principais funções do Chromecast são as de reprodução de conteúdos do YouTube e da Google Play Store, principalmente. Nos Estados Unidos, está ativa a função de reprodução de conteúdos a partir da Netflix ou Pandora, mas para os demais países essas opções não existem (pelo menos, por enquanto, no caso da Netflix).

Assim posto, podemos dizer que o Chromecast, pelo menos nesse aspecto, é decepcionante. Ver alguns vídeos no YouTube é algo bacana para dar algumas risadas naqueles momentos que não temos nada na TV a cabo, mas não temos muitas pessoas dispostas a ver os conteúdos do YouTube sentados no sofá da sala. E no caso dos vídeos da Play Store, ainda que este seja um bom argumento para comprar o produto, não é um argumento forte o suficiente para desembolsar US$ 35.

Muitos leitores do TargetHD já pensam se é possível reproduzir os filmes e episódios de séries salvos em nossa HD (interna ou externa) diretamente na TV com o Chromecast, ou se podemos duplicar a tela do nosso PC ou Mac. Ou mesmo se podemos colocar nossos jogos de smartphones e tablets em uma tela maior.

Por enquanto, a resposta é NÃO. Mas há uma esperança.

Uma função que ainda está em estágio beta de desenvolvimento permite projetar o conteúdo de qualquer aba do Chrome. Isso quer dizer que (na teoria) poderemos ver nossas fotos no Flickr ou Instagram na TV, ou até mesmo arrastar um vídeo local para uma nova aba para a reprodução na TV. Resumindo: tudo o que você conseguir reproduzir no Chrome será suportado (de novo: na teoria).

Porém, o mais interessante do Google Chromecast é o lançamento de uma SDK, que deve incentivar a muitos desenvolvedores a se lançar de cabeça nas madrugadas de programação para suportar de forma nativa os seus aplicativos. Plataformas de vídeo on-demand, como o Wuaki.tv ou o Filmin poderiam dessa forma fazer o mesmo que a Netflix ou Hulu fizeram, explorando assim um produto que já tem um razoável potencial junto ao consumidor (as pré-vendas do Chromecast indicam isso).

Tudo isso parece ser muito bom, mas são apenas expectativas sobre um produto que ainda precisamos ver como se sai na prática. Tal e como disseram no seu evento de apresentação, essa função de projeção do Chrome ainda está em estágio beta, ou seja, não deve ser o principal motivo para a compra.

Além disso, o seu SDK promete muito, mas precisa dar frutos.

O lado positivo do Chromecast é a sua não dependência de um sistema operacional. Ok, vamos deixar de lado o suporte nulo para o Windows Phone, mas em compensação, não temos um produto exclusivo para o Android: iOS, PCs e Macs são compatíveis com o dispositivo.

A ideia do Chromecast soa bem, e tem um preço muito acessível. Resta saber se ele será um forte competidor para as alternativas já existentes. Para isso, a palavra-chave não pode ser outra: conteúdo. Oferecer ao consumidor uma grande gama de conteúdos que justifiquem a sua compra. Afinal de contas, mesmo sendo mais caros, os concorrentes diretos do Chromecast centram os seus argumentos de compra no conceito “uma caixinha que oferece diversos conteúdos online, na tela de sua TV”.