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Apple estaria interessada em comprar o Tidal

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Tidal

De acordo com o Wall Street Journal, a Apple estaria em negociações com os responsáveis pelo serviço de streaming Tidal, incluindo o rapper Jay-Z, com o objetivo de adquirir a plataforma para incorporá-la à Apple Music.

A Apple Music já é relevante, mas isso parece não ser suficiente. Nas próximas atualizações, o serviço vai ser reformulado, com o objetivo de ser mais amigável e atrair mais usuários. Medidas necessárias para bater de frente com o Spotify.

O segredo: a exclusividade

Tidal Interface

Vale lembrar que o Tidel se diferencia dos demais por ser um serviço de áudio digital em alta definição a 44 Hz, 16 bits e bitrate de 1411 kbps (FLAC e ALAC em dispositivos iOS), enquanto que a maioria dos serviços oferecem qualidade de 320 kbps. O Tidal oferece a melhor qualidade, mas é o mais caro.

Outro ponto a seu favor é a grande quantidade de obras exclusivas, se transformando rapidamente na opção preferida dos artistas que não concordam com as condições do Spotify. Sem falar que Jay-Z é reconhecido no mundo da música pelas sua ampla rede de conexões.

Um porta-voz do Tidal informa que não houve nenhum tipo de conversa com a Apple, e a gigante de Cupertino não comenta rumores. O que é fato é que o cenário não é tão descabido, já que uma das armas da Apple desde o lançamento do Apple Music é justamente a exclusividade de músicas e álbuns.

Por outro lado, o Tidal não é o sucesso que alguns esperavam. Estima-se que a plataforma possui hoje aproximadamente 4 milhões de assinantes, o que não é nada perto dos 100 milhões do Spotify. Logo, o movimento de venda pode ser algo inteligente para os dois lados. Isso é, se as duas partes realmente querem enfrentar o Spotify de frente.

Veremos como tudo isso vai terminar.

Via The Wall Street Journal

A música digital supera o formato físico em vendas pela primeira vez

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musica-digital

A receita de música digital superou em 2015 o conteúdo vendido em formato físico pela primeira vez na história, de acordo com o relatório anual da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).

As receitas globais pela venda de música em 2015 aumentaram em 3.2%, alcançando US$ 15 bilhões, revertendo quase duas décadas de quedas. Ou seja, o streaming está “salvando” a indústria da música, onde os formatos digitais foram responsáveis por 45% do total das receitas, contra 39% das vendas no formato físico.

As vendas de CDs seguem despencando, apesar da insistência de uma parte da indústria, que não prioriza as necessidades do usuário, se preocupando mais em frear a pirataria. Só a volta do vinil ganha terreno nos formatos físicos.

As vendas digitais registraram um crescimento de 10.2% em 2015 (US$ 6.7 bilhões). Nesse setor, destacou-se o crescimento do streaming, com receitas próximas de superar inclusive os downloads. 68 milhões de usuários pagam regularmente suas assinaturas desses serviço, e outros milhões o utilizam todos os dias.

Logo, nada mais justifica os argumentos das gravadoras em criar políticas de criminalização do usuário por causa da pirataria. O ideal é oferecer alternativas acessíveis e práticas. Com a música digital superando o formato físico, está mais do que claro que passou da hora das grandes corporações mudarem a sua filosofia se desejam ainda ser relevantes no mercado musical.

Via Reuters

A RIAA não gosta nada do streaming gratuito de música

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RIAA

A RIAA reconhece abertamente que o modelo de distribuição digital de músicas é o líder indiscutível, já que segundo dados oficiais, 70% das receitas derivam do modelo de distribuição digital no sentido amplo, incluindo os serviços de streaming como Spotify e YouTube. É um dos mais populares dentro dos mercados da música e dos videogames.

Hoje em dia, é mais do que comum ver os seus usuários ouvindo as suas músicas em smartphones e tablets. E hoje, poucas pessoas guardam as suas músicas preferidas nos seus dispositivos. É muito mais prático ouvir essas músicas em formato de playlist via streaming, no seu smartphone, tablet ou desktop.

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Porém, dentro desses serviços, é possível encontrar duas grandes modalidades: a paga e a gratuita, baseada na publicidade. Obviamente a segunda modalidade é mais popular entre os usuários, mas isso não é de agrado da RIAA, que justifica sua postura dizendo que, apesar das duas plataformas somarem centenas de milhares de milhões de reproduções, o streaming com seus serviços gratuitos não chegam a superar os sucessos em vendas de 17 milhões de vinis.

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Com essa perspectiva, é compreensível a irritação da RIAA com o modelo atual de streaming gratuito baseado em publicidade, e não é de se estranhar que eles planejam essa importante mudança, que supostamente oferece uma “remuneração mais justa” para os artistas, mas suas pretensões não são das mais simples.

Via Neowin

MixRadio encerra as suas atividades

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Em dezembro de 2014, a Microsoft vendeu a MixRadio, serviço de streaming de músicas gratuito herdado da compra da divisão móvel da Nokia, que teve como novo dono a japonesa Line Corporation, que por sua vez levou o aplicativo para o Android e o iOS, mantando a estratégia até então utilizada pela Microsoft/Nokia.

O MixRadio oferecia milhões de músicas via streaming totalmente de graça, incluindo uma permissão para fazer downloads para o telefone, visando uma reprodução offline, confiando no modelo de negócio de faturamento via publicidade. Ao que tudo indica, esse formato não é rentável, e o Line anunciou o fechamento do MixRadio.

O serviço não durou praticamente um ano nas mãos dos japoneses. Ainda que a compra tenha sido anunciada em dezembro de 2015, foi apenas em maio de 2015 que a Line assumiu o pleno controle do serviço, fazendo o mesmo chegar ao Android e iOS. Porém, a expansão do MixRadio não apresentou os resultados esperados.

O fechamento do serviço vai se efetuar nas próximas semanas, e acontece motivado pelo fato da Line ter outras prioridades, vendo também que é difícil crescer dentro do negócio do streaming. De qualquer forma, o Line não vai abandonar completamente o segmento, já que conta com o Line Music, que por enquanto está disponível apenas no Japão e na Tailândia.

Via Line

Opera Max reduz pela metade o tráfego de música por streaming

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O Opera Max para Android foi lançado no ano passado, e promete economizar tráfego de dados enquanto se utiliza a internet móvel. Com o passar do tempo, o serviço foi capaz de comprimir uma grande quantidade de tipos de dados e e arquivos. E mais recentemente adicionou seu suporte de compressão de dados para o Netflix e o YouTube.

Agora, os serviços de música em streaming (YouTube, Pandora e Slacker Radio) podem ter seus dados comprimidos em até 50%. Essa nova característica vai permitir aos usuários dos serviços escutar até o dobro de músicas que ouve hoje durante os seus deslocamentos diários.

Para conseguir essa compressão de dados, o Opera Max converte os arquivos de áudio em MP3 e MP4 para AAC+, reduzindo assim a taxa de bits sem ter que sacrificar a qualidade do som. Isso tem um inconveniente: o serviço de streaming que já oferece a música em AAC+ terá um benefício reduzido.

Faça o download do Opera Max na Google Play Store, nesse link.

Adele lança seu novo disco “25” com veto ao Spotify

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Adele não é uma artista qualquer. Alguns acreditam que ela é uma das poucas artistas no planeta que podem efetivamente mudar os números de vendas globais de músicas. O “Adele factor” se mostra quando as vendas de música nos EUA, que caíram 11% em 2010, passaram a crescer 0.2% em 2011, depois da cantora ficar em evidência.

A popularidade dá para Adele privilégios pouco usuais, como por exemplo vetar a distribuição do seu novo disco, “25”, em serviços de streaming, como o Spotify. Adele decidiu apostar por enquanto no modelo de vendas tradicional, repetindo o movimento de Taylor Swift, que também conta com alta popularidade.

É uma aposta que pode ser considerada arriscada, mas se alguém pode deixar de lado os serviços de streaming, esse alguém é a Adele. O vídeo da canção “Hello” já está disponível no YouTube (e como single no Spotify e outros serviços de streaming), e alcançou a marca de 424 milhões de visualizações em menos de um mês.

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Já outros acreditam que a decisão é um erro. Ted Cohen, da TAG Strategic, afirma que se a equipe de Adele decide que “não vamos liberar o disco por streaming, as pessoas terão que comprá-lo”, teremos como resultado muitos fãs contrariados com a decisão, não destacando nenhuma base concreta que demonstrasse um aumento de cópias físicas por conta da remoção de um serviço.

A decisão de Adele é, provavelmente, temporária, e outros artistas que também aplicaram esse veto nas etapas iniciais de lançamento para impulsionar as vendas logo acabaram voltando para o streaming. Pode ser portanto que “25” em breve poderá ser escutado no Spotify e em outros serviços similares. É só ter um pouco de paciência.

Via Bloomberg

Tidal, serviço de streaming lossless, chega ao Brasil

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O Tidal, serviço de streaming de músicas idealizado por Jay-Z em parceria com outros grandes artistas da indústria fonográfica, desembarca hoje (29) ao Brasil. O principal diferencial da ferramenta é a sua qualidade de áudio, oferecendo músicas “lossless” (sem perda de qualidade).

O Tidal possui planos que variam entre R$ 14,90 e R$ 29,80 por mês, e todos os assinantes contam com 30 dias de degustação do serviço. O plano básico oferece as músicas no formato AAC, que já é de alta qualidade, com 320 kbps. O plano Tidal HiFi (de R$ 29,80/mês) oferece o streaming de 35 milhões de músicas em FLAC.

Os dois planos também dão acesso a 85 mil videoclipes, com alta qualidade de resolução e sem a veiculação de anúncios. O Tidal também conta com planos familiares, a R$ 29,95/mês no Tidal Premium, com quatro contas adicionais, ou R$ 59,95/mês para o Tidal HiFi.

O Tidal é compatível com dispositivos com as plataformas Windows, OS X, iOS, Android e interface web. No Chrome, há o suporte para streaming apenas para a qualidade lossless. Vale lembrar que, para se extrair a qualidade máxima do áudio das músicas, é necessário um equipamento de som de alta qualidade, além de um desejo absurdo de ouvir esse conteúdo nesse formato. É um serviço altamente recomendado para os audiófilos convictos.

Para mais informações, acesse a página oficial do Tidal no Brasil.

Via Tecnoblog

Apple quer acabar com os serviços de streaming de música com publicidade

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Serviços como o Spotify e o Pandora oferecem a possibilidade de ouvir músicas de forma legal e com custo zero, já que parte desses negócios são mantidos através da publicidade. Porém, a Apple – que tem muta força na indústria fonográfica norte-americana – faz pressão para acabar com esse modelo de mercado.

Diversos veículos afirmam que a Apple está pressionando as grandes gravadoras (Sony, Universal Music Group, etc) para que retirem os seus conteúdos das plataformas gratuitas de música. O objetivo da Apple é dar um impulso para a Beats, empresa que a gigante de Cupertino comprou no ano passado, que tem o seu próprio serviço de música a la carte, o Music Beats, que tem um sistema de pagamento para a reprodução das músicas.

A Apple tenta dessa forma aproveitar a insatisfação que muitas gravadoras e artistas demonstram com serviços como o Spotify, por conta dos baixos lucros que esses serviços geram.

Por outro lado, há quem diga que a estratégia da Apple pode voltar contra ela mesma, já que as gravadoras podem alegar que o fim do acesso gratuito às músicas resultará em uma grande queda de audiência e, por tabela, os possíveis consumidores.

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Apple iPhone 6

Via Neowin